Pessoal, demorei, mas consegui terminar de escrever um Relato de viagem dos 6 mil km do Rio de Janeiro ao RS e volta. A ida para o sul foi pelo litoral e a volta foi pelo oeste. A viagem foi em dezembro de 2011, mas pode ser que algumas informações ainda ajudem alguém...
Dia 17/12/2011
Saída do Rio de Janeiro às 9h45min com destino as cidades Passo Fundo/RS e Santa Maria/RS, respectivamente. O trajeto? Sabíamos que a ida seria pelo litoral, começando pela Rio-Santos e a volta pelo interior, mas não sabíamos ao certo quais estradas pegaríamos adiante nem onde dormiríamos cada noite. Sabíamos também que dia 24/12 teríamos que estar em Passo Fundo/RS e o réveillon em Santa Maria/RS.
A 1ª paradinha de 5 minutos foi na baía de Angra dos Reis, apenas para tirar umas fotos, pois o cenário é lindo.
Às 13:20h paramos para almoçar em Tarituba/RJ, uma prainha linda vila de pescador, onde há uns 2 anos estivemos e tínhamos gostado muito. Paramos no restaurante Estrela do Mar para comer um peixinho... depois de1h e mais um pouco de espera, levantamos e fomos embora. Havia duas mesas para serem servidas, não é possível esperar 1h pra comer tendo 6 mil km pela frente, hehehe.
No caminho pela Rio-Santos, paramos para conhecer os lugares no litoral de SP: Praia da Fazenda ; Praia Almada ; Praia Itamambuca ; Mirante Baraqueçaba ; Praia Santiago ; Praia Maresias.
Chegamos em Maresias/SP já noite e procuramos uma pousada para passar a noite. Depois de umas 4 tentativas, conseguimos encontrar vaga na Pousada Aquarela, que com café da manhã custou R$ 130,00. Indico jantar no restaurante italiano Mergellina, uma delícia de comida e de lugar. :'> :'> :'>
Dia 18/12/2011
Depois de aproveitar a manhã de praia em Maresias, partimos direção sul... Paramos para conhecer as praias de Camburi e Camburizinho. Achei-as lindas, estruturadas e bem cuidadas, assim como a Praia da Baleia.
Seguindo por uma estrada de terra, completamente sem rumo nem sabíamos se aquela estrada chegaria em algum lugar, rsrs , mas encontramos um lugar muito pitoresco, chamado Barra do Sahy . Um lugar cheio de boas casas e uma praia bastante agradável. Tem saídas de barco no rio que desemboca no mar.
Da Barra do Sahy tivemos que pegar a SP-055 para Juqueí. Entramos aí e era lindo . Tudo bem estruturado .
Seguindo chegamos em Barra do Una, através de uma estrada íngreme e esburacada. Praia estruturada e bonita.
Ali perguntamos às pessoas sobre um lugar que eu havia ido há mais de 20 anos e queria voltar – a reserva da Juréia. Ninguém sabia informar como fazer pra chegar lá... até que um cara local se ofereceu para que seguíssemos o carro dele até a saída da Barra do Una e mostraria um caminho para a Juréia e perguntou pela segunda vez: “Vocês têm certeza que querem pegar aquela estrada?” kkk , lá vem pedreira... e a gente gosta!
Seguimos as indicações do cara... estrada esburacada horrorosa, meu estômago foi parar na garganta e meu cérebro na barriga, kkkkkk que estrago hein ! Enfim... Praia da Juréia, não reserva da Juréia onde queríamos, mas como era linda! Uma enseada de mar e mata atlântica, paramos pra um banho de mar e depois um banho de chuva.
Trocamos de roupa no carro mesmo e decidimos seguir viagem até Peruíbe/SP. Passamos por fora de Guarujá e Santos, pois já conheço. Passamos pela estrada lá por Cubatão. Descemos novamente para o litoral em Praia Grande/SP.
Como até Peruíbe é tudo estrada duplicada, chegamos lá ainda cedo, entorno de 17:30h. Não fazia ideia de por onde chegar na Reserva da Juréia, mas ela estava por essa redondeza. Íamos dormir em Peruíbe para procurar a Reserva no dia seguinte cedinho, mas enquanto buscávamos por pousadas, passamos pela orla que estava cheia de gente, carros, motos, som alto... ... até que um carro com um bêbado ao volante quase nos bateu , os olhos do cara estavam tão vermelhos que pensei ter visto o diabo, kkkk , ele nos disse umas besteiras pela janela e, uma quadra adiante, quase bateu de novo... Decidimos ir embora dali.
Sem saber pra onde ir e um pouco apreensivos com o ocorrido, dobramos para uma estrada íngreme no final da orla, que parecia uma passarela de lindas e grandes árvores. Tão linda que seguimos por ela só pra ver onde sairia. Estrada longa, sinuosa, asfaltada e agradável... chegamos num lugar lindo chamado Guaraú. Um achado pra quem não procura nada! Percorremos a pequena cidadezinha e na única casa que dizia POUSADA paramos para nos informar. Conversando com os donos da pousada, descobrimos que a Reserva Ecológica Juréia-Itatins era acessada por aquela praia!!! Gente... não poderia ser... o diabo nos guiou!!! Hahahaha!!! Ficamos pra dormir ali mesmo na Pousada Gaivotas, únicos hóspedes, e a noite com café da manhã e ar condicionado saiu por R$ 140.
Comemos a melhor pizza de todos os tempos no Mamma Lina Pizzaria, único estabelecimento aberto às 20h.
Dia 19/12/2011
Antes mesmo do café da manhã ficar pronto, fomos andar na praia. Linda e vazia... nós e um cachorro que nos seguiu.
Às 8:30h já estávamos em busca da praia isolada Barra do Una na Reserva da Juréia, como nos indicou o dono da pousada. Compramos água num mercadinho da esquina e seguimos. Encontramos a entrada do parque.
Pegamos ticket para a Cachoeira do Paraíso, que nem estava nos planos, porque não sabia da existência dela. Nao é preciso pagar, mas o controle de acesso é controlado. Fomos andando pela curta trilha e valeu a pena, um banho de água muito gelada.
Dali, seguimos por uma estrada de terra e em 18km de aclives e declives chegamos junto a meia dúzia de casinhas de pescadores e a foz do rio Una numa praia deserta, imensa, linda. Descemos também na praia do Camburê, que tem um camping mequetrefe, cobra R$ 10 pra deixar o carro e acessar a praia a pé. É bem linda também.
Depois de uma caminhada solitária pelas batidas areias da Reserva da Juréia e muitas fotos, sentimos na pele o calor dos 40°C que devia estar fazendo e não havia sombra. Voltamos toda a estrada de terra... e como demorou...
De volta ao asfalto e seguindo viagem, não sabíamos exatamente até onde conseguiríamos ir naquele dia , mas queríamos pelo menos descer a Serra da Graciosa no Paraná durante o dia para ver o quanto bela dizem que ela é . Às 19h começamos a descer e são apenas 14 km de descida, direção sul, recheada de flores hortênsias, estreita cheia de curvas no meio do mato, linda demais. Comemos pastel e caldo de cano no caminho.
Passamos por Morretes e chegamos ainda no final do dia. Pedimos informação pra ir a Matinhos, onde tem a balsa para Guaratuba. Aliás, pedimos informação várias vezes, mas teve um cara que nos pediu carona até um trevo mais à frente. Demos e por coincidência, o cara trabalhava numa empresa que estava prestando serviços para a empresa de meu marido, porém lá no sul. Tinham várias coisas pra conversar, hahahaha. Quando chegamos em Matinhos já era 22h e embora a balsa funcionasse 24h, queríamos atravessá-la durante o dia. Fomos então procurando um lugar para dormir. Nada nos agradou em Matinhos e depois de várias informações pedidas, estávamos quase desistindo, entramos numa estrada e chegamos numa orla de praia toda iluminada, super agradável. Descemos do carro e fomos andando naquele calçadão de praia e perguntamos pra um guarda que estava ali parado: “Que lugar é este?” Era Caiobá, uma praia de Matinhos e segundo o policial, o melhor balneário do Paraná . Além de já ser tarde, decidimos dormir ali, pra ver aquele lugar de dia. Rodamos e apesar de algumas pousadas terem vagas, eram impraticáveis... numa delas, saltitei pra não pisar em baratas... Até que encontramos a Casa da Praia, uma casa linda, com um dono super simpático . Aliás, um casarão de frente pro mar, onde dormimos em lençóis engomados por R$ 200, com café da manhã. Isso porque ele fez um preço camarada, já que chegamos tão tarde e sairíamos antes do meio-dia.
Dia 20/12/2011
Caminhamos por Caiobá/PR, pelas praias Brava e Mansa, uma delícia.
Ao meio dia pegamos a balsa para Guaratuba/PR e ficava muito perto da pousada. Uma travessia calma e rápida.
De Guaratuba só paramos rapidamente em Joinville pra ver uma amiga e seguimos até Garopaba/SC, que eu adoro! 1ª coisa que fizemos foi parar na loja da Mormaii, pois como mergulhamos, devia haver coisas que nos interessassem lá. Saímos da loja às 21h e fomos procurar um lugar pra dormir . Logo na orla, entrei num lugar que dizia Residence Hotel e tinha um estacionamento na frente. De cara gostamos do lugar, do dono e conseguimos uma casa, que o dono só nos alugou, porque dissemos que íamos embora no dia seguinte. Foi R$ 120 sem café da manhã, de frente pro mar. Eram 22h e não conseguimos nenhum mercadinho ou padaria aberta pra comprar nosso café da manhã.
Dia 21/12/2011
Eu tenho o costume de acordar muito cedo pra trabalhar e também nas férias para aproveitar cada dia.
Depois de uma longa caminhada por toda a extensão da praia de Garopaba rodeada de muitos cachorros que foram aparecendo enquanto eu brincava com um e com outro... rs , seguimos viagem. :'>
Entramos na Praia do Silveira/SC que continua com um acesso terrível, fica ao ladinho de Garopaba. Isso é bom, porque deixa a praia deserta e exclusiva para os surfistas. Caminhamos mais 1h pela praia.
Dali, paramos na Praia do Ouvidor/SC, que estava cheia de carros na areia e só tem um bar.
Pessoal, demorei, mas consegui terminar de escrever um Relato de viagem dos 6 mil km do Rio de Janeiro ao RS e volta. A ida para o sul foi pelo litoral e a volta foi pelo oeste. A viagem foi em dezembro de 2011, mas pode ser que algumas informações ainda ajudem alguém...
Dia 17/12/2011
Saída do Rio de Janeiro às 9h45min com destino as cidades Passo Fundo/RS e Santa Maria/RS, respectivamente. O trajeto? Sabíamos que a ida seria pelo litoral, começando pela Rio-Santos e a volta pelo interior, mas não sabíamos ao certo quais estradas pegaríamos adiante nem onde dormiríamos cada noite.


Sabíamos também que dia 24/12 teríamos que estar em Passo Fundo/RS e o réveillon em Santa Maria/RS. 
A 1ª paradinha de 5 minutos foi na baía de Angra dos Reis, apenas para tirar umas fotos, pois o cenário é lindo.


Às 13:20h paramos para almoçar em Tarituba/RJ, uma prainha linda vila de pescador, onde há uns 2 anos estivemos e tínhamos gostado muito.
Paramos no restaurante Estrela do Mar para comer um peixinho... depois de1h e mais um pouco de espera, levantamos e fomos embora. Havia duas mesas para serem servidas, não é possível esperar 1h pra comer tendo 6 mil km pela frente, hehehe. 

No caminho pela Rio-Santos, paramos para conhecer os lugares no litoral de SP: Praia da Fazenda
; Praia Almada
; Praia Itamambuca
; Mirante Baraqueçaba
; Praia Santiago
; Praia Maresias. 
Chegamos em Maresias/SP já noite e procuramos uma pousada para passar a noite. Depois de umas 4 tentativas, conseguimos encontrar vaga na Pousada Aquarela, que com café da manhã custou R$ 130,00. Indico jantar no restaurante italiano Mergellina, uma delícia de comida e de lugar.
:'>
:'>
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Dia 18/12/2011
Depois de aproveitar a manhã de praia em Maresias, partimos direção sul... Paramos para conhecer as praias de Camburi e Camburizinho. Achei-as lindas, estruturadas e bem cuidadas, assim como a Praia da Baleia.


Seguindo por uma estrada de terra, completamente sem rumo
nem sabíamos se aquela estrada chegaria em algum lugar, rsrs
, mas encontramos um lugar muito pitoresco, chamado Barra do Sahy
. Um lugar cheio de boas casas e uma praia bastante agradável. Tem saídas de barco no rio que desemboca no mar.
Da Barra do Sahy tivemos que pegar a SP-055 para Juqueí. Entramos aí e era lindo
. Tudo bem estruturado
.
Seguindo chegamos em Barra do Una, através de uma estrada íngreme e esburacada. Praia estruturada e bonita.
Ali perguntamos às pessoas sobre um lugar que eu havia ido há mais de 20 anos e queria voltar – a reserva da Juréia. Ninguém sabia informar como fazer pra chegar lá... até que um cara local se ofereceu para que seguíssemos o carro dele até a saída da Barra do Una e mostraria um caminho para a Juréia e perguntou pela segunda vez: “Vocês têm certeza que querem pegar aquela estrada?”
kkk
, lá vem pedreira... e a gente gosta! 
Seguimos as indicações do cara... estrada esburacada horrorosa, meu estômago foi parar na garganta e meu cérebro na barriga, kkkkkk que estrago hein
! Enfim... Praia da Juréia, não reserva da Juréia onde queríamos, mas como era linda! Uma enseada de mar e mata atlântica, paramos pra um banho de mar e depois um banho de chuva. 
Trocamos de roupa no carro mesmo e decidimos seguir viagem até Peruíbe/SP. Passamos por fora de Guarujá e Santos, pois já conheço. Passamos pela estrada lá por Cubatão. Descemos novamente para o litoral em Praia Grande/SP.
Como até Peruíbe é tudo estrada duplicada, chegamos lá ainda cedo, entorno de 17:30h. Não fazia ideia de por onde chegar na Reserva da Juréia, mas ela estava por essa redondeza. Íamos dormir em Peruíbe para procurar a Reserva no dia seguinte cedinho, mas enquanto buscávamos por pousadas, passamos pela orla que estava cheia de gente, carros, motos, som alto...
... até que um carro com um bêbado ao volante quase nos bateu 
, os olhos do cara estavam tão vermelhos que pensei ter visto o diabo, kkkk 
, ele nos disse umas besteiras pela janela e, uma quadra adiante, quase bateu de novo... Decidimos ir embora dali. 
Sem saber pra onde ir e um pouco apreensivos com o ocorrido, dobramos para uma estrada íngreme no final da orla, que parecia uma passarela de lindas e grandes árvores. Tão linda que seguimos por ela só pra ver onde sairia. Estrada longa, sinuosa, asfaltada e agradável... chegamos num lugar lindo chamado Guaraú. Um achado pra quem não procura nada!
Percorremos a pequena cidadezinha e na única casa que dizia POUSADA paramos para nos informar. Conversando com os donos da pousada, descobrimos que a Reserva Ecológica Juréia-Itatins era acessada por aquela praia!!! Gente... não poderia ser... o diabo nos guiou!!! 
Hahahaha!!! 
Ficamos pra dormir ali mesmo na Pousada Gaivotas, únicos hóspedes, e a noite com café da manhã e ar condicionado saiu por R$ 140.
Comemos a melhor pizza de todos os tempos no Mamma Lina Pizzaria, único estabelecimento aberto às 20h.
Dia 19/12/2011
Antes mesmo do café da manhã ficar pronto, fomos andar na praia. Linda e vazia... nós e um cachorro que nos seguiu.
Às 8:30h já estávamos em busca da praia isolada Barra do Una na Reserva da Juréia, como nos indicou o dono da pousada. Compramos água num mercadinho da esquina e seguimos. Encontramos a entrada do parque.
Pegamos ticket para a Cachoeira do Paraíso, que nem estava nos planos, porque não sabia da existência dela. Nao é preciso pagar, mas o controle de acesso é controlado. Fomos andando pela curta trilha e valeu a pena, um banho de água muito gelada.
Dali, seguimos por uma estrada de terra e em 18km de aclives e declives chegamos junto a meia dúzia de casinhas de pescadores e a foz do rio Una numa praia deserta, imensa, linda. Descemos também na praia do Camburê, que tem um camping mequetrefe, cobra R$ 10 pra deixar o carro e acessar a praia a pé. É bem linda também.
Depois de uma caminhada solitária pelas batidas areias da Reserva da Juréia e muitas fotos, sentimos na pele o calor dos
40°C que devia estar fazendo e não havia sombra. Voltamos toda a estrada de terra... e como demorou... 
De volta ao asfalto e seguindo viagem, não sabíamos exatamente até onde conseguiríamos ir naquele dia
, mas queríamos pelo menos descer a Serra da Graciosa no Paraná durante o dia para ver o quanto bela dizem que ela é
. Às 19h começamos a descer e são apenas 14 km de descida, direção sul, recheada de flores hortênsias, estreita cheia de curvas no meio do mato, linda demais.
Comemos pastel e caldo de cano no caminho.
Passamos por Morretes e chegamos ainda no final do dia. Pedimos informação pra ir a Matinhos, onde tem a balsa para Guaratuba. Aliás, pedimos informação várias vezes, mas teve um cara que nos pediu carona até um trevo mais à frente. Demos e por coincidência, o cara trabalhava numa empresa que estava prestando serviços para a empresa de meu marido, porém lá no sul. Tinham várias coisas pra conversar, hahahaha.
Quando chegamos em Matinhos já era 22h e embora a balsa funcionasse 24h, queríamos atravessá-la durante o dia. Fomos então procurando um lugar para dormir. Nada nos agradou em Matinhos e depois de várias informações pedidas, estávamos quase desistindo, entramos numa estrada e chegamos numa orla de praia toda iluminada, super agradável. Descemos do carro e fomos andando naquele calçadão de praia e perguntamos pra um guarda que estava ali parado: “Que lugar é este?”
Era Caiobá, uma praia de Matinhos e segundo o policial, o melhor balneário do Paraná
. Além de já ser tarde, decidimos dormir ali, pra ver aquele lugar de dia. Rodamos e apesar de algumas pousadas terem vagas, eram impraticáveis...
numa delas, saltitei pra não pisar em baratas... 
Até que encontramos a Casa da Praia, uma casa linda, com um dono super simpático
. Aliás, um casarão de frente pro mar, onde dormimos em lençóis engomados por R$ 200, com café da manhã. Isso porque ele fez um preço camarada, já que chegamos tão tarde e sairíamos antes do meio-dia. 
Dia 20/12/2011
Caminhamos por Caiobá/PR, pelas praias Brava e Mansa, uma delícia.
Ao meio dia pegamos a balsa para Guaratuba/PR e ficava muito perto da pousada. Uma travessia calma e rápida.
De Guaratuba só paramos rapidamente em Joinville pra ver uma amiga e seguimos até Garopaba/SC, que eu adoro!
1ª coisa que fizemos foi parar na loja da Mormaii, pois como mergulhamos, devia haver coisas que nos interessassem lá. Saímos da loja às 21h
e fomos procurar um lugar pra dormir
. Logo na orla, entrei num lugar que dizia Residence Hotel e tinha um estacionamento na frente. De cara gostamos do lugar, do dono e conseguimos uma casa, que o dono só nos alugou, porque dissemos que íamos embora no dia seguinte. Foi R$ 120 sem café da manhã, de frente pro mar. Eram 22h e não conseguimos nenhum mercadinho ou padaria aberta pra comprar nosso café da manhã. 
Dia 21/12/2011
Eu tenho o costume de acordar muito cedo pra trabalhar e também nas férias para aproveitar cada dia.
Depois de uma longa caminhada por toda a extensão da praia de Garopaba rodeada de muitos cachorros que foram aparecendo enquanto eu brincava com um e com outro... rs
, seguimos viagem.
:'>
Entramos na Praia do Silveira/SC que continua com um acesso terrível, fica ao ladinho de Garopaba. Isso é bom, porque deixa a praia deserta e exclusiva para os surfistas. Caminhamos mais 1h pela praia.
Dali, paramos na Praia do Ouvidor/SC, que estava cheia de carros na areia e só tem um bar.
Continua...