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Tailândia em 15 dias - maio/2013

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Olá pessoal,

 

Sempre uso o site mochileiros para planejar as minhas viagens, e dessa vez resolvi contribuir com algumas informações da minha viagem de 15 dias pela Tailândia.

 

Antes de começar a falar da viagem, vou falar um pouco sobre mim.

Meu nome é Daniele, tenho 36 anos, sou casada com o Renato, meu companheiro de viagens, moro em São Paulo, mas já morei em São Luis - Maranhão e em Salvador - Bahia.

Estive em 21 paises, incluindo os seguintes destinos: Bolivia, Peru - Machu Picchu, Egito, Chile - Patagônia, Parque Torres del Paine, e alguns países da Europa.

Em alguns paises estive mais de uma vez, como por exemplo: França - 5 vezes, Portugal - 2 vezes, Chile - 2 vezes, etc.

Comecei a viajar tarde, então aproveito todo o tempo que tenho disponível para colocar o pé na estrada.

 

Informações gerais sobre a viagem:

Período

Viajamos, Renato e eu, no período de 11 a 28/05/13 pela Tailândia.

Como tinhamos pouco tempo, 15 dias descontando os dias de viagem de ida e volta, optamos por ficar só na Tailândia.

Fizemos os trajetos internos de avião para ganhar tempo.

Optamos também por aproveitar a conexão e o stop da passagem na volta, para passar uns dias em Paris.

 

Roteiro

Nosso roteiro foi basicamente o seguinte:

 

dia local

11 - ida

12 - dia de viagem

13 - chegada pela manhã em bangkok

14 - Bangkok

15 - Bangkok

16 - voo Bangkok /chiang mai

17 - Chiang Mai

18 - Chiang Mai

19 - Chiang Mai

20 - viagem Chiang Mai - Pukhet - Ko Phi Phi

21 - ko phi phi

22 - ko phi phi

23 - ko phi phi - Krabi

24 - krabi

25 - Krabi voo de volta pra BKK

26 - Bangkok - day trip para Ayutthaya

27 - Bangkok

28 - ida pra França voo pela manhã

 

Sobre o clima:

Fomos na baixa temporada e a temperatura era muito quente.

Achei o calor de Bangkok e de Chiang Mai parecido com o de São Luis - Maranhão, sem a umidade.

Nas praias o clima era mais fresco.

Pegamos uma chuva rápida em Phi Phi durante o passeio de barco, e em um dia que ficamos na praia.

Em Krabi choveu no final da tarde dos dois dias, uma chuva mais forte do que em Phi Phi e mais longa. Segundo nos disseram no hotel, todo final de tarde estava chovendo.

 

Vou postar as informações aos poucos...

 

Nosso planejamento

Planejamento não é o nosso forte, rs.

Costumamos decidir tudo em cima da hora, e mudar o pouco que planejamos no meio da viagem.

Fomos para a Tailândia com os primeiros 3 hotéis reservados, mas com possibilidade de cancelamento,e as passagens aéreas de BKK para Chaing Mai compradas, o resto fomos reservando (e cancelamento) enquanto já estavamos por lá.

Usei o site mochileiros, relatos em outros blogs, e o guia Lonely Planet para decidir o que fariamos e veriamos sem definir uma sequência rígida e sem saber ao certo se ia dar para fazer tudo. O Renato ficou encarregado de comprar as passagens aéreas.

 

 

Custo

O custo de viagem na Tailândia é baixo.

Há hotéis para todos os bolsos com bons preços, principalmente para quem está acostumado a viajar pela Europa e pelo Brasil.

Como fomos na baixa temporada, conseguimos negociar descontos nos passeios e nos hotéis.

Achei a passagem para lá cara, talvez por ter comprado com pouca antecedência, mas o restante dos gastos foi abaixo do que esperavamos.

Ainda não fiz o levantamento total dos meus gastos na viagem, quando fizer atualizo o relato.

 

Cotação da moeda

Resolvemos trocar o dinheiro aos poucos, e no período da viagem a cotação do Bath variou de 28,5 a 29,5 para US$1.

As piores cotações foram no aeroporto e em Ko Phi Phi.

 

Alimentação

Eu e o Renato não temos problemas com comida, gostamos de experimentar de tudo.

Se você tem alergia ou não suporta pimenta, prepare-se para comer no Subway, Burger King e Mc Donalds, porque mesmo pedindo a comida sem pimenta, foram raras as vezes em que a comida não estava apimentada.

Se você não tem problemas com pimenta, então relaxe e curta uma culinária diferente e muito gostosa.

 

O Renato adora pimenta, mas a comida tailandesa é MUITO apimentada. No início da viagem ele tentou comer um prato que no cardápio dizia ser apimentado... mas era apimentado demais, então começamos a pedir a comida sem pimenta.

 

O preço da comida é baixo, comemos nosso primeiro Pad Thai em uma barraca de rua por 50 Bath, gastamos 5 bath a mais para comer no shopping MBK. Nos restaurantes o preço é mais alto, mas geralmente valeu a pena.

Já no subway e burger King o preço é bem mais salgado.

Há também a opção de sanduiches no Seven Eleven, que estão por todo lado.

 

O Povo

O Povo Tailandes foi uma boa surpresa.

No geral eles são super simpáticos, sorridentes, prestativeis.

Nada como um um sorriso para ajudar na negociação de um preço e para ajudar a driblar a deficiência do inglês, geralmente falado pelos guias e nos hotéis e raramente por motoristas de taxi.

Claro que há os espertinhos.... encontramos alguns, geralmente motoristas de tuk tuk ou "guias" nos principais pontos turísticos tentando nos enganar ou levar vantagem, mas eles foram a minoria.

Durante o relato eu explico melhor a nossa experiência com os "espertinhos".

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Continuando...

[t1]E vamos ao relato[/t1]

 

[t3]Bangkok, parte 1[/t3]

 

Chegamos em Bangkok pela manhã.

Passamos tranquilamente pela imigração, e no aeroporto procuramos trocar um pouco de dinheiro para chegar no hotel.

Foi onde tivemos a pior cotação, mas achamos melhor trocar um pouco de dinheiro do que andar só com dólar.

Dinheiro trocado fomos em busca do balcão de informação turistica para descobrir como chegaríamos ao hotel.

Passamos por vários balcões que diziam ser informação turística e que ficavam tentando nos vender o transporte até o hotel.

Na informação turistica oficial, pegamos alguns mapas e conseguimos orientação da melhor forma de custo/beneficio/tempo de chegar ao hotel.

A simpática atendente nos disse que naquele horário tinha muito trânsito, então sugeriu que fossemos de trem até a última estação e de lá pegassemos um taxi, nos informou inclusive o valor que gastaríamos da estação até o hotel (não me lembro o valor), além de ser bem mais rápido do que ir direto do aeroporto, não sairia tão caro.

Foi isso que fizemos... Pegamos o trem, descemos na última estação, andamos até a rua e negociamos com um taxi que estava parado, o valor que nos disseram na informações turisticas que pagaríamos.

 

Ficamos hospedados no Hotel Riva Surya, próximo a Khaosan Road mas longe da agitação. Um ótimo 4 estrelas muito bem localizado e com um quarto confortável.

Queriamos um pouco de conforto para compensar a longa viagem, e foi o que encontramos nesse hotel.

Ficamos 3 diárias e pagamos um total de THB 8.710,00 ou US$284,64 (cotação da data da reserva), com direito a um quarto confortável, café da manhã, wifi, piscina na beira do rio.

Não foi barato, mas valeu cada centavo... a localização foi o melhor coisa: é perto de restaurantes, 7 eleven, perto da zona mochileira (kaosan) mas longe da "agitação", perto de templos, e muito próximo de um pier.

 

Fomos recepcionados no hotel com um suco gelado, que nos refrescou do calor, e que CALOR!!!

Fez muito calor no período em que ficamos em Bangkok.

Fizemos o checkin e fomos direto tomar um merecido banho!!!

Limpinhos e cheirosos resolvemos deitar um pouco pra esticar o corpo, antes de ir explorar a cidade.

Tinhamos decidido, no avião, que no dia seguinte iriamos ao floating market, então tinhamos que achar uma agência para comprar o passeio.

Depois do cochilo resolvemos conhecer a Kaosand road, e aproveitar para trocar dinheiro, comer algo e comprar o passeio... tudo numa mesma "saída".

 

Quando fico em hoteis menos mochileiros, costumo comprar passeios (quando isso é inevitável) em agências e em hotéis mais baratos / albergues, pois os preços dos passeios geralmente acompanham o padrão do hotel, em resumo são caros.

 

Passamos pela recepção do hotel para saber como chegar ao Kaosan e perguntamos o preço do passeio.

Fomos informados que o hotel não tinha agência, mas indicava alguns taxis que poderiam nos levar até o floating market, os taxis indicados eram "garantidos" pelo hotel e os motoristas falavam inglês... o problema era o custo.

Não lembro o valor, mas era bem alto... era umas 3x mais do que pagamos no nosso passeio (que descreverei mais a frente). Nós já esperávamos por isso, então seguimos o nosso plano.

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Para chegar a Kaosan passamos pela Rambuttri, uma rua com restaurantes, hotéis, comida de rua, algumas barraquinhas de roupas e algumas Thai massagem, além de postos pra câmbio de dinheiro e o principal: muito menos "agitada" que a Kaosan road.

 

Demos 2 voltas na Kaosan (ida e volta), passamos por gente vendendo insetos fritos (coisa que só vi lá), espetinhos de cogumelos, muitas barracas de roupas, pessoas oferecendo show de sexo, restaurantes e até um banco móvel.

Não gostamos nem um pouco da Kaosan... tinha gente demais, barraca demais, eramos abordados toda hora por alguem que queria oferecer algo... resolvemos voltar então para a Rambuttri para comer.

 

Na Rambuttri trocamos um pouco de dinheiro, e procuramos um lugar para comer.

Escolhemos um barraquinha de rua e um Pad Thai para a nossa primeira refeição na Tailândia, acompanhada de uma cerveja local.

A comida estava boa, não foi a melhor da viagem mas deu para matar a fome.

Depois da comida fomos lentamente para o hotel, rs, lentamente porque parávamos em todas as barracas e lojas.

Aproveitamos o 7 eleven para comprar água, mas nem precisava... descobrimos depois que o hotel deixava free 2 garrafas de água por dia no frigobar.

Quando finalmente chegamos no hotel, lembrei que não tinhamos comprado o passeio para o dia seguinte!!

Voltar pra kaosan nem pensar... o cansaço começou a bater, então resolvemos procurar uma agência na rua do hotel.

Pertinho do hotel vimos um balcão de venda de passeios que, apesar de dar para a rua ficava "acoplado" ao Peachy Guest House, paramos ali mesmo.

 

Quando chegamos o cara já estava fechando, mas nos atendeu mesmo assim.

Ele nos mostrou 2 opções de passeio uma delas incluia o passeio de barco pelo mercado o outro não. Escolhi o que tinha o passeio de barco, e me arrependi depois.

 

Passeio comprado voltamos ao hotel e ficamos de bobeira na piscina, observando o rio.

 

[t3]Floating Market[/t3]

No dia seguinte acordamos cedinho e tomamos café correndo, tinhamos que esperar a van no guest house.

Chegamos na hora marcada e esperamos lá por mais de 40 minutos!!! O simpático rapaz que nos vendeu o passeio não estava lá, não tinha ninguem no balcão de vendas.

No dia anterior eu não tinha reparado que esse guest house era meio "caidinho" e que do lado tinha outro bem mais apresentável.

Quando pensávamos que tinham esquecido a gente chega a nossa van, toda detonada.

Erámos os últimos, a van estava quase lotada mas o ar condicionado funcionava bem.

 

Chegando no floating market o motorista nos levou (na base da mímica) até o lugar onde saiam os barquinhos.

O primeiro barco encheu, então entramos no segundo e tivemos que esperar os chineses que estavam na van aparecerem... e eles demoraram!

 

Quando enfim saímos de barco, percebemos que o barqueiro parava em TODAS as barracas e barcos flutuantes que vendiam quinquilharias, e os chineses olhavam e experimentavam quase tudo que estava a venda!!!! Detalhe, as mesmas coisas são vendidas em quase todas as barracas.

Sou um pouco impaciente e aquilo foi ficando chato... depois de um tempão no barco e de quase não andar nada comecei a reclamar e pedir para eles irem mais rápido, os chineses não se tocaram mas o barqueiro sim... ele começou a desviar das barracas e o passeio começou a ficar agradável.

 

O mercado é muito legal, bastante turístico mas mesmo assim legal.

Ver os barquinhos cheios de frutas coloridas passando, passar de barco pelas "lojas" flutuantes (sem parar muito) também é bacana.

Depois do passeio de barco tivemos mais um tempo para andar no mercado. Foi lá que comprei 2 calças fresquinhas para usar nas visitas aos templos.

 

Recomendo comprar o passeio lá no próprio mercado pois há outras opções de barcos, alguns a motor (o nosso era a remo) e outros com cobertura... que ajuda bastante naquele calorão... além disso, dá pra escolher melhor os companheiros de barco.

 

A volta pra Bangkok foi terrível!!!

O mercado fica fora da cidade, e quando compramos o passeio notamos que tinham vários "combos", tipo floating market + tiger templo, ou floating market + templos, etc...

Quando chegamos na nossa van, tinham outras paradas e um cara "organizando" o embarque.

Ele nos perguntou para onde íamos e nos mandou entrar em outra van, mais nova e que não estava cheia... ficamos contentes achando que ganhamos um upgrade, rs, que engano!!!

A van parou em um lugar grande, com umas lojinhas.. o motorista abriu a porta e fez sinal para nós dois descermos... só nós, e falou algo em tailãndes para outro "organizador". Esse outro nos disse que teriamos que esperar 15 minutos para pegar outra van, porque aquela não ia para Bangkok, e que no lugar tinha um show com serpente e que poderíamos assistir se quisessemos que ele nos chamaria quando a nossa van chegasse.

Quando chegamos o lugar tinha pouca gente, demos uma volta e quando voltamos, o lugar onde ele disse que nos encontraria estava lotado. Várias vans tinham chegado, e outras chegavam e partiam rapidamente.

Passaram os 15 minutos ... e nada da van nem do cara que ia nos encontrar, mais 10 minutos e nada... começamos a procurar o cara e nada... enfim um dos "organizadores" chamou um grupo que estava com uma etiqueta na roupa (nós não tinhamos nada), e aproveitamos para perguntar para ele. Ele disse que tinhamos vindo por outra empresa e não podiamos voltar na van dele, e que tinhamos que esperar.

Depois de quase 40 minutos o cara da empresa que contratamos apareceu... mas mesmo depois das nossas reclamações ele disse que tinhamos que esperar.

Só conseguimos entrar na van de volta após quase 1 hora de espera, porque o organizador da outra empresa achou uma van que tinha lugar e nos avisou, nessa altura já estavamos em pé no meio das vans.

A viagem de volta foi super desconfortável!! A van estava lotada e o ar condicionado não estava dando conta do calor... eu pingava suor por todos os poros do meu corpo,rs, ninguém conversava... parecia todos na van estavam derretendo.

Pra fechar com chave de ouro, ao invés de nos deixar no guest house o motorista parou próximo ao Kaosan e mandou todo mundo descer, apontando o caminho.

Chegamos exaustos no hotel e bem mais tarde do que o planejado, então decidimos que deixariamos os templos que iriamos visitar para o dia seguinte.

Depois de descansar um pouco saímos pra comer... depois de comer tivemos a nossa primeira experiência de Foot massagem!!!

Foi ótimo, adorei... perfeito pra depois de um dia de caminhadas no calor. O Renato sofreu mais, rs, eu quase cochilei de tanto que relaxei.

 

A noite fomos assistir lutas de Muay Thai no Lumpinee Stadium!!!

Eu adoro luta, já fui assistir ao vivo várias lutas de Muay Thai e MMA em São Paulo, mas no Lumpinee é totalmente diferente.

Eu tinha lido em algum relato ou blog que o legal era ficar junto com a torcida, mas não resistimos aos argumentos da vendedora na porta no ginásio de que a área VIP tinha cadeiras e na área da arquibancada fica-se em pé. Quando entramos vimos que era uma meia verdade... tinha uma área com bancos.

Nos acomodamos nas últimas cadeiras, na divisão com a torcida.

No início da luta tudo é normal, lá para o terceiro round (geralmente) a torcida acorda e as apostas começam, os torcedores / apostadores se agitam e gritam para fazer as apostas, apostas feitas é hora de torcer e vibrar a cada golpe, que é comemorado aos gritos. Os lutadores parecem responder ao incentivo, fazendo a luta ficar mais rápida e com golpes mais potentes.

Cara é muito legal!!! Ficamos de pé varias vezes alternando o olhar para a torcida e para o ring... sem dúvida a torcida torna a luta mais emocionante e uma experiência totalmente diferente.DSC00225.JPG.692cea25962fad9e1464ff466c9b7824.JPG

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[t3]Templos de Bangkok[/t3]

No nosso terceiro dia em Bangkok saímos a pé pela manhá para visitar o Grand Palace e o templo do buda esmeralda.

Estava bem quente, mas gostamos muito de andar e a distância não era grande.

Passamos por várias lojas, barracas de comida e por dentro de uma universidade.

Fizemos uma parada para conhecer o Amulet market, um mercado ondem são vendidas vários tipos de amuletos. Achei o lugar super legal e diferente, não vimos nenhum turista, apenas pessoas locais.

Após o passeio no Amulet market seguimos nossa caminhada até o grand palace.

Quando estavamos bem perto, dava para ver o muro e muitos turistas, começou a enxurrada de "guias" se oferecendo para nos levar ao Grand Palace.

O Renato deu trela para um deles, que nos disse que o o palácio e o templo estavam fechados para festividades locais, mas ele poderia nos levar em outro lugar que estava aberto. Claro que não acreditamos e continuamos o nosso caminho.

 

Chegamos no templo e ao lado do guarda, uma senhora que se dizia guia ofereceu o seu serviço, e disse que o Renato não poderia entrar com aquela roupa... ele estava com uma bermuda abaixo do joelho. Disse que se a contratássemos ela alugava uma calça para ele. Como vi um cartaz dizendo que havia audio guides, agradeci e disse pro Renato para tentarmos entrar.

Quando tentamos o guarda que estava do lado da guia, disse que ele precisava trocar de roupa e apontou para um lugar perto da entrada. Chegando lá vimos que eles emprestam a roupa, você precisa fazer um depósito mas quando devolve a roupa eles devolvem o dinheiro também.

Vestidos de forma adequada fomos conhecer o Grand palace e o Buda esmeralda.

 

Que lugar lindo!!!! Não dá pra descrever!!

É tudo tão colorido e tão bonito que ficamos de boca aberta.

 

(mais tarde atualizo o relato com algumas fotos)

 

Depois de ver tudo e tirar muitas fotos, partimos para conhecer o templo do buda reclinado!

Resolvemos ir andando, mas andamos mais do que o necessário porque eu achei que o caminho era para o outro lado, rs, mas quando chegamos lá esquecemos o cansaço e o calor!!!

 

O Buda reclinado é lindo além de ser enorme (lá o Renato também conseguiu uma calça emprestada).

 

Além do templo em que está a estátua há um conjunto de construções e templos lindos!!

Passamos um tempão perambulando pelas lindas e coloridas construções e várias estátuas de Buda.

(as fotos vem depois... não tenho nenhuma neste micro!!)

 

Na hora de ir embora decidimos que a nossa cota de andar no sol, tinha se esgotado para aquele dia e pegamos um tuk tuk.

 

Antes de comer resolvemos experimentar a Thai massagem tradicional, e foi incrível... adorei, até dormi no colo do massagista, rs.

O Renato não gostou, disse que doeu muito... mas acabou fazendo de novo em Chiang Mai, sinal de que não foi tão ruim assim!!!

 

Mais tarde fomos ao Wat Arun, eu queria tirar fotos dele a noite então tive a idéia de pegar um barco.

Pertinho do hotel tem um pier público, pegamos um barco tipo balsa por 40 THB cada que passava pelo templo, só que parava na outra margem.

A idéia era descer na frente do templo e pegar o barco de volta, mas o passeio foi tão legal que decidimos ir até a última parada e voltar.

A cidade vista do barco a noite é bem diferente, os templos e palácios são iluminados o que torna a vista muito bonita... passamos pela parte antiga e de repente começaram a surgir prédios enormes, uma visão totalmente diferente do que tinhamos até então de Bangkok.

Adorei o passeio por não ser voltado pra turistas, rs.

Passamos por vários barcos restaurantes, que passavam lentamente pelo rio sempre com alguém cantando (nem sempre com uma voz legal) ou com música eletrônica... e me parece que as pessoas não estavam tão animadas como a gente e outras pessoas que estavam no nosso barco.

Esse foi o nosso último passeio do dia, no dia seguinte voamos para Chiang Mai.

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[t3]Chiang Mai[/t3]

 

Voamos para Chiang Mai pela Bangkok Air pela manhã.

Chegando em Chaing Mai pegamos um taxi até o nosso hotel, o aeroporto fica bem próximo da cidade.

 

Escolhemos uma hospedagem mais simples reservada pelo booking ainda no Brasil.

Ficamos no TR Residence ao custo total de 680THB ou US$23,3 por 4 diárias sem café da manhã, mas com wifi.

 

Quando o taxi nos deixou em uma avenida e nos apontou uma ruazinha estreita em que o carro não conseguia entrar, entendemos o porque do preço.... a localização não era boa, um pouco longe do centro, sem lugares próximos para comer, tínhamos que andar bastante pra qualquer coisa... embaixo de um sol escaldante as distâncias pareciam enormes.

Apesar disso as acomodações eram boas... quarto grande e limpo com cama extremamente dura (tipo chão), mas não recomendo pois acredito que há outras opções na mesma faixa de preço com localização melhor. Só não trocamos de hotel porque tivemos que pagar tudo logo na entrada, e o proprietário não era muito simpático.

 

Feito o checkin e munidos de mapa, começamos a planejar o que faríamos nos dias seguintes.

Como queríamos fazer um passeio com elefantes e sabíamos que precisávamos agendar com antecedência, aproveitamos para ligar para as duas opções que tínhamos escolhido: o Patara Elephant Farm e Baan Chang Elephant Park, ambos indicados no Lonely Planet.

Conseguimos marcar nosso passeio para 2 dias depois pelo Baan Chang, pois o Patara (nossa primeira opção indicada por alguém deste site) não tinha vaga para o período que tínhamos disponível.

 

Tudo acertado, resolvemos dar uma volta pela cidade e conhecer o Zoo, só para ver os Pandas.

Depois de uma volta de reconhecimento rápida, e de trocar mais algum dinheiro negociamos com um tuk tuk a ida para o zoo.

 

Chegamos lá umas 3:30 / 4h e parece que todos os animais estavam dormindo!! inclusive os tão esperados pandas!!!!

 

Decepcionados ficamos um tempão em frente ao recinto da Lin Hui, uma menininha panda que estava dormindo toda largada na pedra.

De repente o Renato notou que tinha um mosquito pousado no nariz dela... para a nossa sorte e azar dela, pois ninguém merece ser acordada por um mosquito, a Lin Hui acordou.

Quando percebemos que o mosquito estava perturbando comecei a filmar:

http://youtu.be/X7v9V4oMk1Y

 

Os coalas, que também queríamos ver, também estavam dormindo mas sem nenhum mosquito por perto para acordá-los.

 

Andamos pelo Zoo até quase a hora de fechar, e quando saímos não tínhamos muita opção de transporte de volta.

Conseguimos negociar com um "mini- bus" o nosso transporte até próximo ao hotel. O mini bus é uma espécie de "pau-de-arara", rs, uma caminhonete com bancos nas laterais sem nenhuma segurança, que vai parando e pegando passageiros sem uma rota definida.

 

Descemos no centro para jantar, pois já estamos famintos.

Paramos em um restaurante bem simples de comida típica que tinha bastante gente, e comemos o pior Pad Thai da nossa viagem, pelo menos foi barato 35 thb, lá também descobrimos outro uso para o papel higiênico... como guardanapo.

 

No caminho de volta para o hotel compramos nossa café da manhã no 7 eleven.

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[t3]Tiger Kingdom[/t3]

 

No nosso segundo dia em Chiang Mai conhecemos o Tiger Kingdom e o Wat Doi Suthep.

 

Eu tinha lido em alguns blogs e relatos pessoas dizendo que os tigres estavam sempre dormindo, o que tornava o passeio chato, então tivemos a idéia de ligar no dia anterior para o Tiger Kingdom, e perguntar qual era o horário em que tigres estavam mais despertos... eles nos informaram que era próximo a hora do almoço, os piores horários seriam logo quando abre e no final do dia, porque os tigres ainda estavam solonentos pela manhã e cansados a tarde.

 

Acordamos com o tempo meio fechado, várias nunvens carregadas prometiam um chuvão que acabou não acontecendo, pelo menos não onde estávamos.

O nosso "hotel" alugava motos, pensamos em alugar uma para fazer o passeio, mas com a promessa de chuva desistimos e saimos a procura de um taxi.

 

Achamos um taxi, e depois de muita negociação fechamos o passeio para o Tiger Kingdom e na sequência para o Wat Doi Suthep, que segundo taxista ficam em caminhos opostos.

 

Chegamos por volta do meio dia no Tiger Kingdom, conforme o planejado.

 

Antes de entrar na área dos tigres, você escolhe o tipo de ticket de acordo com 4 opções: smallest tigers, small, medium e Big Cats, cada um tem um preço e um tempo que você pode permanecer com eles.

Optamos por excluir os big cats da nossa visita.

 

No site http://www.tigerkingdom.com/Home.htm tem os preços atualizados, mas apesar de no site ter a opção "New Born" quando visitamos podiamos ver os "nenéns" só através de uma jaula de vidro, sem qualquer contato físico.

 

O Tiger Kingdom tem várias jaulas com tigres, mas a entrada é apenas em alguns recintos bem maiores que as outras jaulas.

Nossa estratégia do horário deu certo, ao contrário dos animais do zoo os tigres estava super acordados... alguns até de mais, rs.

 

Começamos pelos menorzinhos.

Antes de entrar você tem que trocar os sapatos por chinelos, deixar bolsas e mochilas do lado de fora em um armário e lavar as mãos, só é permitido entrar com a máquina fotográfica.

Um treinador nos acompanhou armado com uma varinha de madeira, e começou a brincadeira!!

 

Os tigres são lindos e fofos... alguns estavam dormindo mas a maioria estava brincando.

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Você senta ou deita no chão para tirar fotos... tiramos muitas fotos, deitados com eles, pegando no rabo, fazendo carinho, pegando na pata, etc...

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Durante a nossa sessão de fotos o tigrinho que estava dormindo acordou e foi um momento muito fofo... ficou olhando para o Renato e esticando as patinhas para ele.

Durante a sessão de fotos um deles tentou me morder duas vezes, rs, acho que não gostou muito da ideia de ficar parado para dois bobos ficarem tirando fotos, pegando no rabo, fazendo carinho... mas ele ficou só na tentativa, o treinador colocou a varinha em ação rapidamente e depois da segunda tentativa, ele achou melhor mudar de filhote e deixar aquele mal humorado pra lá.

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O tempo passou super rápido, e tivemos que sair.

 

Nossa próxima parada foi com os "mediums", que pra mim eram enormes!!!

 

Confesso que rolou um medinho da minha parte. Dessa vez não tivemos que trocar de sapato, só deixar as coisas do lado de fora.

Os bichos são lindos (e grandes!)

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O treinador nos levou para um que estava dormindo, mas logo ele acordou...

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Enquanto faziamos carinho nele e pegavamos no rabo os outros passavam pela gente nos ignorando, outro grupo cochilava do outro lado... e eu fui perdendo o medo devagar, rs, o Renato ficou super a vontade desde o começo.

Tiramos fotos de todo tipo, sentados, deitados, no meio do grupo...

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Nesse recinto o tempo é maior, achei suficiente.

 

Saindo de lá fomos para a melhor parte do passeio, os pequenos classificados como "small".

 

Esses estavam super acordados!! Não tinha ninguem com sono!!!

Era um correndo atrás do outro... eles brincavam de dar bote um no outro, correr, pular, morder, enfim uma farra!!!

Em alguns momentos até tava difícil de tirar fotos, porque eles não paravam quietos.

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Lá foi onde nós mais interagimos com os tigres, entramos na brincadeira com eles puxando um tronco, enquanto um deles tentava pegar fazendo botes e dando pulos cheios de pose... uma versão da brincadeira que faziamos com meu gato e um cadarço de sapato.

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Descobrimos também que tigres, assim como gatos, adoram um carinho na barriga.... enquanto eu fazia carinho na barriga de um deles, ele ia se "derretendo" , rs, até colocou uma pata no meu braço e outra na perna pra facilitar.

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Tiramos fotos ótimas, algumas com o auxílio do treinador... só aconteceu um pequeno incidente.

O treinador estava com a minha máquina nova, uma compacta comprada para a viagem, tirando fotos do Renato, quando um tigre chegou rapidamente por trás dele e vendo o amiguinho pelo visor da máquina resolveu brincar com ele!! Quem tem gato sabe como os felinhos brincam... ele deu uma patada na máquina, que pegou meio que de raspão.

 

Como resultado minha máquina ganhou umas marcas de unhas do tigre, nada que atrapalhe o funcionamento... Na hora levei um susto, mas nem fiquei brava, o passeio foi tão bom que compensou.

Ainda bem que os tigres médios não são tão curiosos quanto os smalls, senão acho que a minha máquina não teria sobrevivido, rs.

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O tempo com eles passou voando...

 

Demos uma volta pelas jaulas dos outros tigres e de um leão solitário, e partimos rumo ao nosso próximo destino Wat Phra That Doi Suthep.

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Não vai continuar?

Tem noção no quanto gastou nesses quinze dias? Tirando passagem claro, so uma média, estou querendo fazer essa trip!

Bjs

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Dani cade o restante do relato mulher!!! ::dãã2::ãã2::'> Se demorar muito as lembrancas exatas se perdem!Ajude-nos pois ja descobri que nem Guia para quem nao le em INgles tem para essas bandas!!!

O que eu to mais curiosa e a parte das praias e ilhas sao tantas opcoes que da para ficar desnorteado ne?! ::essa::

Se nao der para relatar me passa algumas dicas so :D

Obrigada! ::otemo::

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