Bom, essa foi minha primeira viagem sozinho, planejando, ficando em hostel, e tudo o mais. Gostei. Deveria ter ficado mais tempo nos locais, mas eu não tinha esse tempo. Valeu a pena, de qualquer maneira. Segue meu relato. Desculpa se estiver falando muita obviedade ou dando muito detalhe. É que tudo era muito novo pra mim.
17-07-2013 (Quarta)
Acordei cedo, e com a mala já preparada fui pra estação Tatuapé do Metrô. De lá sai um ônibus da EMTU pro Aeroporto de Guarulhos. Acho que custou uns seis reais. Levou uma hora pra chegar, até porque pegamos um pouco de trânsito.
Eu não sabia, mas, dependendo da companhia aérea, você tem que descer em um determinado ponto. Pergunte pro pessoal no ônibus se você não souber. Acabei descendo no lugar errado, mas uma van nos transporta pelo aeroporto, de grátis.
O avião era um turboélice, achei bacana, nunca tinha visto um desses. O voo, foi tranquilo, e em uma hora e pouco descemos no Aeroporto da Pampulha. Estava quente. O aeroporto é pequeno. Eu pretendia ir até uma das estações de metrô para chegar até o centro, mas me recomendaram pegar um ônibus que passa pelos aeroportos, que passa na frente, e custa… acho que dez reais, e é como um ônibus de viagem, dá pra por as malas lá em baixo. Ele me deixou na rodoviária e de lá segui para a rua Espírito Santo, onde tem a Pousadinha Mineira, recomendação de um colega do fórum.
Descendo a Afonso Pena, fui notando o jeitão do centro de BH. Ruas paralelas, mais as diagonais. Conforme uma moça de lá disse depois: "Aqui é o único lugar onde você vai dar uma volta no quarteirão e sai em outro". Demorei um pouco pra pegar a lógica, mas com ajuda de um mapinha pego na pousada, não me perdi muito.
Fui bem atendido, o lugar é simples. Paguei R$60 por duas noites. Não tinha muita gente, só um grupo que ia fazer a viagem da EFVM no dia seguinte. Até tentei puxar papo com as pessoas, mas acho que elas não estavam muito pra conversa.
Andei pela cidade um pouco, sem nem conhecer e ter muita referência. Entrei num self-service qualquer e a comida até que era barata (comparado com São Paulo, em qualquer lugar a comida é barata). A comida era semelhante a daqui, mas achei engraçado que tinha toda uma lógica pra formar os preços, como "Normal + 1 carne, R$8", "Feijão conta como caldo", "Carne extra: R$3,00", não entendi e não perguntei, rs.
De tarde dei uma volta bem tranquila pelo Parque Municipal e pela cidade. Fui na Praça da Liberdade, e nossa, como tem coisa pra ver. Acabei entrando no espaço Tim/UFMG, pois lá tinham duas coisas que me interessavam muito: Uma exposição sobre a trajetória do ser humano no planeta e um planetário. O planetário é bonito, mas bem mais modesto que o do Ibirapuera. Não digo isso pra cutucar ninguém, só pra comparação mesmo
A Praça da Liberdade é muito, muito bonita. Tem outras opções pra explorar, mas, como estava meio cansadão, comi em algum lugar e segui pra pousada, que no outro dia tinha que acordar cedo pra fazer a trilha na Serra do Curral. De noite, BH é fria, putz. Fiquei feliz de ter trazido a blusa comigo.
Bom, essa foi minha primeira viagem sozinho, planejando, ficando em hostel, e tudo o mais. Gostei. Deveria ter ficado mais tempo nos locais, mas eu não tinha esse tempo. Valeu a pena, de qualquer maneira. Segue meu relato. Desculpa se estiver falando muita obviedade ou dando muito detalhe. É que tudo era muito novo pra mim.
17-07-2013 (Quarta)
Acordei cedo, e com a mala já preparada fui pra estação Tatuapé do Metrô. De lá sai um ônibus da EMTU pro Aeroporto de Guarulhos. Acho que custou uns seis reais. Levou uma hora pra chegar, até porque pegamos um pouco de trânsito.
Eu não sabia, mas, dependendo da companhia aérea, você tem que descer em um determinado ponto. Pergunte pro pessoal no ônibus se você não souber. Acabei descendo no lugar errado, mas uma van nos transporta pelo aeroporto, de grátis.
O avião era um turboélice, achei bacana, nunca tinha visto um desses. O voo, foi tranquilo, e em uma hora e pouco descemos no Aeroporto da Pampulha. Estava quente. O aeroporto é pequeno. Eu pretendia ir até uma das estações de metrô para chegar até o centro, mas me recomendaram pegar um ônibus que passa pelos aeroportos, que passa na frente, e custa… acho que dez reais, e é como um ônibus de viagem, dá pra por as malas lá em baixo. Ele me deixou na rodoviária e de lá segui para a rua Espírito Santo, onde tem a Pousadinha Mineira, recomendação de um colega do fórum.
Descendo a Afonso Pena, fui notando o jeitão do centro de BH. Ruas paralelas, mais as diagonais. Conforme uma moça de lá disse depois: "Aqui é o único lugar onde você vai dar uma volta no quarteirão e sai em outro". Demorei um pouco pra pegar a lógica, mas com ajuda de um mapinha pego na pousada, não me perdi muito.
Fui bem atendido, o lugar é simples. Paguei R$60 por duas noites. Não tinha muita gente, só um grupo que ia fazer a viagem da EFVM no dia seguinte. Até tentei puxar papo com as pessoas, mas acho que elas não estavam muito pra conversa.
Andei pela cidade um pouco, sem nem conhecer e ter muita referência. Entrei num self-service qualquer e a comida até que era barata (comparado com São Paulo, em qualquer lugar a comida é barata). A comida era semelhante a daqui, mas achei engraçado que tinha toda uma lógica pra formar os preços, como "Normal + 1 carne, R$8", "Feijão conta como caldo", "Carne extra: R$3,00", não entendi e não perguntei, rs.
De tarde dei uma volta bem tranquila pelo Parque Municipal e pela cidade. Fui na Praça da Liberdade, e nossa, como tem coisa pra ver. Acabei entrando no espaço Tim/UFMG, pois lá tinham duas coisas que me interessavam muito: Uma exposição sobre a trajetória do ser humano no planeta e um planetário. O planetário é bonito, mas bem mais modesto que o do Ibirapuera. Não digo isso pra cutucar ninguém, só pra comparação mesmo
A Praça da Liberdade é muito, muito bonita. Tem outras opções pra explorar, mas, como estava meio cansadão, comi em algum lugar e segui pra pousada, que no outro dia tinha que acordar cedo pra fazer a trilha na Serra do Curral. De noite, BH é fria, putz. Fiquei feliz de ter trazido a blusa comigo.