Tá sentado? Se possível deite. Não consegui ser sucinta no meu primeiro relato aqui no mochileiros, então senta que lá vem história...
1º DIA
Saída de SP/Congonhas: 15h35
Chegada a CTBA/São José dos pinhais: 16h27
Chegada no hostel (de táxi): 18h e alguns minutos
Eu particularmente iria de ônibus até o hostel, levei uma mala pequena e uma bolsa. Mas as minhas companheiras... uma estava com mala pequena + frasqueira + bolsa, a outra com mala média + bolsa + bolsa de mão... E num horário de pico, tendo que trocar de ônibus e andar umas quadras a pé, com mil malas, acho que foi ok cada uma pagar 27,00 no táxi.
_
Escolhi um hostel pela aparência (e claro, por fazer parte da rede HI e eu ter carteirinha/desconto), mas de uma próxima vez ficaria no Curitiba Hostel, melhor localizado, embora o Curitiba Eco Hostel fique perto da Av. do Batel (a avenida de vááários bares e baladas um ao lado do outro).
Mas voltando a falar do hostel, o lugar é uma graça! Porééém...
Pontos negativos:
1. A lavanderia não é utilizada pelos hóspedes, pra secar uma jaqueta que tinha molhado, tive que perguntar se tinha lavanderia e se podia colocar a jaqueta lá. No outro dia cheguei tarde e estava trancada de cadeado a entrada. A cozinheira me salvou e foi comigo até lá resgatar minha jaqueta.
2. A cozinha compartilhada podia estar numa melhor! Hahahaha
3. O café da manhã tinha dia que faltava manteiga, noutro dia mamão, as frutas da cesta estavam murchas...
4. E o pior dos piores: Ficamos de quinta feira à noite, até quarta de manhã, sem que ninguém fizesse limpeza no banheiro e quarto... Quarto coletivo, que quando chegamos estávamos em 4 mulheres, depois 5, depois 6 e depois 5 de novo.
Pontos positivos:
1.O dono é uma simpatia, sempre perguntando o que fizemos no dia, dando dicas do que fazer e de como chegar nos lugares de maneira mais rápida e/ou econômica.
2. Daniel, Rosário e a cozinheira (Tânia?) também são uns amores!
3. Eles não servem refeições à noite, só no almoço e pedido com antecedência. Minha prima, boa batedora de um prato de arroz e feijão, queria comer no dia que chegamos, e a cozinheira logo tratou de dizer que aquela noite poderia salvá-la. Oun!
4. Os ambientes são uma graça e tem até um piano.
Gastos:
27,00 Táxi do aeroporto até o hostel
21,00 Jantar (lanche+porção de batata frita+suco) no hostel
TOTAL: 48,00
Agora vamos ao que interessa né...
2º DIA – Jd. Botânico | Museu Oscar Niemeyer | Bosque do Papa | Ópera de Arame | Parque Tanguá | Vida bandida
Optamos por ir a alguns pontos turísticos pelo ônibus turístico.
Em frente ao hostel tem um ponto de ônibus (linha TRAMONTINA) e no hostel tem uma tabelinha com o horário que ele passa ali. Era o nosso transporte de cada dia. Descemos no final - Praça Rui Barbosa - e andamos até a Praça Tiradentes, uns 15 minutos no passo da tartaruga. Nessa viagem colocamos em prática, como nunca antes, o ditado: Quem tem boca vai a Roma! E pelo nosso caminho, curitibanos ou não, sempre pessoas simpáticas nos dando informações.
O ônibus de turismo custa 29,00 com direito a um embarque e 4 reembarques. Subimos na Pça. Tiradentes e descemos no Jd. Botânico. Desprovidas de verde em nossas cidades, acho que demoramos demais lá no Jd. Bot. Hahahaha
O tempo não tava bão não... teve até ensaio de chuva, mas passou rápido e fomos coroadas com um lindo dia de sol!
Saímos de lá varadas de fome. Seguimos para outro ponto turístico, Museu Oscar Niemeyer (-1 reembarque). Do outro lado da rua tem um restaurante bem na esquina, almoçamos lá. Comida boa e MUITO EM CONTA. Me surpreendi com os preços das refeições em Curitiba.
Atravessamos a rua e fomos ao Museu, outro lugar que não queríamos mais sair! Cada mergulho era um flash. E as obras em exposição eram interessantes, até para os não amantes de arte. Recomendo muito a visita, tive uma ideia do quão bom e inteligente era Oscar Niemeyer.
Depois do Museu, pedimos informações ao segurança de como chegar ao Bosque do Papa, que é logo atrás do Museu, sem mistérios para chegar. Economia de um reembarque concluída hahaha.
Seguimos no meio da mata sem ninguém, que aparentemente não nos levaria a lugar algum e nos perguntamos “mas o bosque é isso?!” andando mais um tiquin, chegamos às casas de troncos que formam o memorial da imigração polonesa, uma delas utilizada na missa rezada pelo papa João Paulo II em Curitiba na década de 80. Nas outras casas são expostos vários artefatos, um quarto, retratos antigos, etc etc. Vale a visita, já que descendo no ponto do museu dá pra ir a pé.
Em uma das saídas, bem em frente tem uma avenida e o ponto onde pára o ônibus de turismo.
Uma mulher nos disse que ele não parava ali. Lá vamos correr para o ponto do Museu, pois dalí a poucos minutos ele passaria. No fim da rua avistamos o ônibus parando no ponto e pernas pra que te quero!! Acenei e o motorista, Alessandro, nos esperou. Simpatia em pessoa, parecia que já nos conhecíamos. Fomos conversando até a Ópera de Arame, ele nos dando várias dicas de como economizar os reembarques do ônibus, ensinando as linhas de ônibus e etc.
Descemos na Ópera, que estava em reforma. Não demoramos muito por lá, mas usamos e abusamos dos atrativos fotográficos da lojinha em frente. Comprei uma caneca pra dona não ficar triste hahaha.
Acha que estávamos acabadas já? Subimos para o Pq. Tanguá a pé, seguindo as placas. Fácil fácil de chegar, sem erro. O dia findando, nossas forças também... Quando chegamos ao mirante, tivemos noção da grandiosidade do parque! Lindo. Estava decidido que voltaríamos mais cedo, com calma, pra descer e conhecer o que vimos do mirante.
Na padaria ali perto comprei mini pizza pra ser o nosso jantar no hostel.
Do lado do ponto da linha de turismo, pára um ônibus (Nilo Peçanha, se não me falha a memória. Também é o único que passa ali) que vai até a praça Tiradentes. Economia de outro bilhete de reembarque.
Descemos na Tiradentes e caminhamos até a Pç. Rui Barbosa para pegar o Tramontina e chegar ao hostel. Como saber em qual ponto descer? Pessoal solícito! :'> Um homem disse que me falaria quando tivesse perto e outra mulher também disse isso à minha prima. Senti-me acolhida hahahaha.
Chegamos muertas, escaldadas e mais negras hahahaha.
Nos arrumamos e partimos pra noite bandida, com nossos bônus impressos (já de SP), para a night na Hold’em country, que só abre a pixxxta 0h.
Ah, como a Hold’em fica na Batel, fomos de ônibus mesmo, descemos pertinho, no ponto do Shopping Pátio Batel (coisa phyyyna, só passamos na frente pq era o itinerário do ônibus hahahaha).
Agora falando da balada... é sertaneja, obviamente. Se você dança sertanejo universitário, nem vá pensando que lá eles vão dançar como você, o babado é vaneira!
Eu não curto a música sertaneja, mas danço e sou daquelas que pra onde me levarem, sendo a companhia boa, tô dentro e me divirto. Conhecemos uns caras de Manaus e Belém, que estavam na cidade estudando e foi com eles que dançamos e nos divertimos (diversão, not pegacion, ao menos para 2 de nós...) a noite toda, pois aparentemente, os curitibanos não foram com a nossa cara. Minha impressão: os piás são bem “não me toque”.
Na volta (4 e pouco da matina) até poderíamos pegar o ônibus, mas só começava a circular as 06h. Voltamos de táxi e conhecemos outro ser pra láááá de simpático, o senhor João Paulo. Outro que parecia nosso amigo de longa data. Gostei tanto do tiozinho que fui logo tratando de negociar nossa volta a SP (marcamos de ele nos levar ao aeroporto no dia 13 as 08h *Economia de 10,00 comparando com a nossa chegada).
E fim! O dia e a madruga renderam!
Gastos:
2,70 ônibus
29,00 ônibus turístico
3,20 água + barrinha de cereal no Jd. Botânico
13,00 Almoço c/ suco
6,00 Entrada no Museu
14,40 Mini pizzas e um hamburgão (para três pessoas)
2,70 ônibus
2,70 ônibus
4,00 Suco no hostel
2,70 ônibus para ir à balada
73,00 Balada (25,00 de consumação foi o mesmo que nada! extrapolei mas 12,00 foi só do guarda volume)
Tá sentado? Se possível deite. Não consegui ser sucinta no meu primeiro relato aqui no mochileiros, então senta que lá vem história...
1º DIA
Saída de SP/Congonhas: 15h35
Chegada a CTBA/São José dos pinhais: 16h27
Chegada no hostel (de táxi): 18h e alguns minutos
Eu particularmente iria de ônibus até o hostel, levei uma mala pequena e uma bolsa. Mas as minhas companheiras... uma estava com mala pequena + frasqueira + bolsa, a outra com mala média + bolsa + bolsa de mão... E num horário de pico, tendo que trocar de ônibus e andar umas quadras a pé, com mil malas, acho que foi ok cada uma pagar 27,00 no táxi.
_
Escolhi um hostel pela aparência (e claro, por fazer parte da rede HI e eu ter carteirinha/desconto), mas de uma próxima vez ficaria no Curitiba Hostel, melhor localizado, embora o Curitiba Eco Hostel fique perto da Av. do Batel (a avenida de vááários bares e baladas um ao lado do outro).
Mas voltando a falar do hostel, o lugar é uma graça! Porééém...
Pontos negativos:
1. A lavanderia não é utilizada pelos hóspedes, pra secar uma jaqueta que tinha molhado, tive que perguntar se tinha lavanderia e se podia colocar a jaqueta lá. No outro dia cheguei tarde e estava trancada de cadeado a entrada. A cozinheira me salvou e foi comigo até lá resgatar minha jaqueta.
2. A cozinha compartilhada podia estar numa melhor! Hahahaha
3. O café da manhã tinha dia que faltava manteiga, noutro dia mamão, as frutas da cesta estavam murchas...
4. E o pior dos piores: Ficamos de quinta feira à noite, até quarta de manhã, sem que ninguém fizesse limpeza no banheiro e quarto... Quarto coletivo, que quando chegamos estávamos em 4 mulheres, depois 5, depois 6 e depois 5 de novo.
Pontos positivos:
1.O dono é uma simpatia, sempre perguntando o que fizemos no dia, dando dicas do que fazer e de como chegar nos lugares de maneira mais rápida e/ou econômica.
2. Daniel, Rosário e a cozinheira (Tânia?) também são uns amores!
3. Eles não servem refeições à noite, só no almoço e pedido com antecedência. Minha prima, boa batedora de um prato de arroz e feijão, queria comer no dia que chegamos, e a cozinheira logo tratou de dizer que aquela noite poderia salvá-la. Oun!
4. Os ambientes são uma graça e tem até um piano.
Gastos:
27,00 Táxi do aeroporto até o hostel
21,00 Jantar (lanche+porção de batata frita+suco) no hostel
TOTAL: 48,00
Agora vamos ao que interessa né...
2º DIA – Jd. Botânico | Museu Oscar Niemeyer | Bosque do Papa | Ópera de Arame | Parque Tanguá | Vida bandida
Optamos por ir a alguns pontos turísticos pelo ônibus turístico.
Em frente ao hostel tem um ponto de ônibus (linha TRAMONTINA) e no hostel tem uma tabelinha com o horário que ele passa ali. Era o nosso transporte de cada dia. Descemos no final - Praça Rui Barbosa - e andamos até a Praça Tiradentes, uns 15 minutos no passo da tartaruga. Nessa viagem colocamos em prática, como nunca antes, o ditado: Quem tem boca vai a Roma! E pelo nosso caminho, curitibanos ou não, sempre pessoas simpáticas nos dando informações.
O ônibus de turismo custa 29,00 com direito a um embarque e 4 reembarques. Subimos na Pça. Tiradentes e descemos no Jd. Botânico. Desprovidas de verde em nossas cidades, acho que demoramos demais lá no Jd. Bot. Hahahaha
O tempo não tava bão não... teve até ensaio de chuva, mas passou rápido e fomos coroadas com um lindo dia de sol!
Saímos de lá varadas de fome. Seguimos para outro ponto turístico, Museu Oscar Niemeyer (-1 reembarque). Do outro lado da rua tem um restaurante bem na esquina, almoçamos lá. Comida boa e MUITO EM CONTA. Me surpreendi com os preços das refeições em Curitiba.
Atravessamos a rua e fomos ao Museu, outro lugar que não queríamos mais sair! Cada mergulho era um flash. E as obras em exposição eram interessantes, até para os não amantes de arte. Recomendo muito a visita, tive uma ideia do quão bom e inteligente era Oscar Niemeyer.
Depois do Museu, pedimos informações ao segurança de como chegar ao Bosque do Papa, que é logo atrás do Museu, sem mistérios para chegar. Economia de um reembarque concluída hahaha.
Seguimos no meio da mata sem ninguém, que aparentemente não nos levaria a lugar algum e nos perguntamos “mas o bosque é isso?!” andando mais um tiquin, chegamos às casas de troncos que formam o memorial da imigração polonesa, uma delas utilizada na missa rezada pelo papa João Paulo II em Curitiba na década de 80. Nas outras casas são expostos vários artefatos, um quarto, retratos antigos, etc etc. Vale a visita, já que descendo no ponto do museu dá pra ir a pé.
Em uma das saídas, bem em frente tem uma avenida e o ponto onde pára o ônibus de turismo.
Uma mulher nos disse que ele não parava ali. Lá vamos correr para o ponto do Museu, pois dalí a poucos minutos ele passaria. No fim da rua avistamos o ônibus parando no ponto e pernas pra que te quero!! Acenei e o motorista, Alessandro, nos esperou. Simpatia em pessoa, parecia que já nos conhecíamos. Fomos conversando até a Ópera de Arame, ele nos dando várias dicas de como economizar os reembarques do ônibus, ensinando as linhas de ônibus e etc.
Descemos na Ópera, que estava em reforma. Não demoramos muito por lá, mas usamos e abusamos dos atrativos fotográficos da lojinha em frente. Comprei uma caneca pra dona não ficar triste hahaha.
Acha que estávamos acabadas já? Subimos para o Pq. Tanguá a pé, seguindo as placas. Fácil fácil de chegar, sem erro. O dia findando, nossas forças também... Quando chegamos ao mirante, tivemos noção da grandiosidade do parque! Lindo. Estava decidido que voltaríamos mais cedo, com calma, pra descer e conhecer o que vimos do mirante.
Na padaria ali perto comprei mini pizza pra ser o nosso jantar no hostel.
Do lado do ponto da linha de turismo, pára um ônibus (Nilo Peçanha, se não me falha a memória. Também é o único que passa ali) que vai até a praça Tiradentes. Economia de outro bilhete de reembarque.
Descemos na Tiradentes e caminhamos até a Pç. Rui Barbosa para pegar o Tramontina e chegar ao hostel. Como saber em qual ponto descer? Pessoal solícito!
:'> Um homem disse que me falaria quando tivesse perto e outra mulher também disse isso à minha prima. Senti-me acolhida hahahaha.
Chegamos muertas, escaldadas e mais negras hahahaha.
Nos arrumamos e partimos pra noite bandida, com nossos bônus impressos (já de SP), para a night na Hold’em country, que só abre a pixxxta 0h.
Ah, como a Hold’em fica na Batel, fomos de ônibus mesmo, descemos pertinho, no ponto do Shopping Pátio Batel (coisa phyyyna, só passamos na frente pq era o itinerário do ônibus hahahaha).
Agora falando da balada... é sertaneja, obviamente. Se você dança sertanejo universitário, nem vá pensando que lá eles vão dançar como você, o babado é vaneira!
Eu não curto a música sertaneja, mas danço e sou daquelas que pra onde me levarem, sendo a companhia boa, tô dentro e me divirto. Conhecemos uns caras de Manaus e Belém, que estavam na cidade estudando e foi com eles que dançamos e nos divertimos (diversão, not pegacion, ao menos para 2 de nós...) a noite toda, pois aparentemente, os curitibanos não foram com a nossa cara. Minha impressão: os piás são bem “não me toque”.
Na volta (4 e pouco da matina) até poderíamos pegar o ônibus, mas só começava a circular as 06h. Voltamos de táxi e conhecemos outro ser pra láááá de simpático, o senhor João Paulo. Outro que parecia nosso amigo de longa data. Gostei tanto do tiozinho que fui logo tratando de negociar nossa volta a SP (marcamos de ele nos levar ao aeroporto no dia 13 as 08h *Economia de 10,00 comparando com a nossa chegada).
E fim! O dia e a madruga renderam!
Gastos:
2,70 ônibus
29,00 ônibus turístico
3,20 água + barrinha de cereal no Jd. Botânico
13,00 Almoço c/ suco
6,00 Entrada no Museu
14,40 Mini pizzas e um hamburgão (para três pessoas)
2,70 ônibus
2,70 ônibus
4,00 Suco no hostel
2,70 ônibus para ir à balada
73,00 Balada (25,00 de consumação foi o mesmo que nada! extrapolei
mas 12,00 foi só do guarda volume)
6,00 táxi da volta (cada uma)
TOTAL: 159,40
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