Planejei uma viagem pelas cidades históricas de Minas Gerais com uns 5 amigos. Tudo certo no planejamento, que foi feito uma dois meses antes. Ao contar para os amigos que iria fazer a viagem, alguns perguntavam com ar de desprezo: "Vai com essa Tornado?", "Pra viajar, tem que ter pelo menos uma GS ou outra 600, 650 em diante...". Mas persisti na idéia de que qualquer moto serve para viagem. Aprendi isso com um sábio senhor chamado José Albano, através do livro "Manual do Viajante Solitário".
Pois bem... ao longo do tempo que faltava para o dia da viagem, começaram as desistências, até que o último desistiu faltando um dia. E aqui estava eu com uma viagem marcada e ninguém de companhia. Cheguei a desanimar, confesso.
Já estava tudo pronto, o baú cheio de roupas, ferramentas, etc, a barraca, colchonete, etc.
Acordei às 5 da manhã meio sem ânimo, quase desistindo. Fui me preparando devagar, prestes a desistir de uma viagem tão sonhada. E a lerdeza durou até que abri o portão de casa e coloquei a moto para fora. Subi na moto ainda com vontade de ficar. Liguei, quando passei a primeira e soltei a embreagem... aí veio à cabeça: "E daí? Não devo depender de ninguém para realizar os meus sonhos. Agora sou eu, a pretinha e Deus. Vamos que vamos!!!
E parti sozinho em direção a Ouro Fino, a primeira cidade do roteiro. Foram mais de 7 horas de viagem, contando com as paradas, etc. Depois, Pouso Alegre, São João Del Rey, Tiradentes, Diamantina, Ouro Preto, etc...
Nesse período de viagem que durou a segunda semana de janeiro desse ano, tive experiências desafiadoras na estrada, como sol escaldante de dia, temporal à tarde, frio à noite, etc. Mas cada quilômetro valeu à pena.
Foram 7 dias de viagem, 7 dias de meditação, 7 dias de contato direto comigo mesmo, 7 dias pra pensar na vida.
Na volta, recebi os elogios e os cumprimentos de quem não foi. Foi gostoso ver a cara de inveja deles, hehehehe...
Valeu à pena. Foi a melhor viagem que fiz, e talvez tenha sido muito melhor ter partido sozinho nessa viagem de auto conhecimento e revisão de meus limites.
Mais imagens dessa e de outras viagens, no meu Facebook.
Planejei uma viagem pelas cidades históricas de Minas Gerais com uns 5 amigos. Tudo certo no planejamento, que foi feito uma dois meses antes. Ao contar para os amigos que iria fazer a viagem, alguns perguntavam com ar de desprezo: "Vai com essa Tornado?", "Pra viajar, tem que ter pelo menos uma GS ou outra 600, 650 em diante...". Mas persisti na idéia de que qualquer moto serve para viagem. Aprendi isso com um sábio senhor chamado José Albano, através do livro "Manual do Viajante Solitário".
Pois bem... ao longo do tempo que faltava para o dia da viagem, começaram as desistências, até que o último desistiu faltando um dia. E aqui estava eu com uma viagem marcada e ninguém de companhia. Cheguei a desanimar, confesso.
Já estava tudo pronto, o baú cheio de roupas, ferramentas, etc, a barraca, colchonete, etc.
Acordei às 5 da manhã meio sem ânimo, quase desistindo. Fui me preparando devagar, prestes a desistir de uma viagem tão sonhada. E a lerdeza durou até que abri o portão de casa e coloquei a moto para fora. Subi na moto ainda com vontade de ficar. Liguei, quando passei a primeira e soltei a embreagem... aí veio à cabeça: "E daí? Não devo depender de ninguém para realizar os meus sonhos. Agora sou eu, a pretinha e Deus. Vamos que vamos!!!
E parti sozinho em direção a Ouro Fino, a primeira cidade do roteiro. Foram mais de 7 horas de viagem, contando com as paradas, etc. Depois, Pouso Alegre, São João Del Rey, Tiradentes, Diamantina, Ouro Preto, etc...
Nesse período de viagem que durou a segunda semana de janeiro desse ano, tive experiências desafiadoras na estrada, como sol escaldante de dia, temporal à tarde, frio à noite, etc. Mas cada quilômetro valeu à pena.
Foram 7 dias de viagem, 7 dias de meditação, 7 dias de contato direto comigo mesmo, 7 dias pra pensar na vida.
Na volta, recebi os elogios e os cumprimentos de quem não foi. Foi gostoso ver a cara de inveja deles, hehehehe...
Valeu à pena. Foi a melhor viagem que fiz, e talvez tenha sido muito melhor ter partido sozinho nessa viagem de auto conhecimento e revisão de meus limites.
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