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Alemanha - Cidades Interessantes

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[info]Este tópico é um arquivo de informações sobre cidades interessantes ou locais pitorescos da Alemanha.Os dados aqui contidos foram enviados por membros colaboradores do fórum, alguns tirados da revista Deutsche Welle outros de viagens realizadas.Os links das cidades que seguem poderá encontrar em nosso Diretório de Links

Para hospedagem Albergues

Em caso de dúvida a respeito de algumas das cidades fique à vontade em abrir um tópico.

Se já teve a oportunidade e conhecer algum desses lugares sua dica também será muito bemvinda.[/info]

 

[t1]Índice[/t1]

 

Lista de cidades na sequência que aparecem:

 

Lübeck

Hamburg

Lindau

Mainau

Augsburg

Worms

Mainz

Düsseldorf

Trier

Rottweil

Kaiserslautern

Gelsenkirchen

Stuttgart

Garmisch-Partenkirchen

Potsdam

Speyer

Bamberg

Aachen

Quedlinburg

Tübingen

Heidelberg

Magdeburg

Essen

Kassel

Dachau

Weimar

Dessau

Bremen

Floresta Negra

Naumburg

 

 

[creditos]Editado em 08/03/2009 por Joycebandi e Maurocuritiba[/creditos]

 

 

[align=justify][t1]Lübeck[/t1]

 

Patrimônio cultural da humanidade, a cidade natal dos escritores Heinrich e Thomas Mann, no norte Alemanha, tem um passado de potência comercial e uma fascinante arquitetura medieval.

"Lübeck inteira é uma atração turística". A publicidade das prefeituras alemãs na disputa por turistas, às vezes, exagera, mas no caso de Lübeck parece ter razão. São raras as ruas, becos e construções desta cidade de 214 mil habitantes, no Estado de Schleswig-Holstein, que não têm história e estórias para contar.

A começar pelo Holstentor, o portão de entrada para o centro histórico. Cartão postal da cidade, ele é o símbolo do poder de Lübeck na Idade Média como "rainha da Hansa" - uma aliança comercial e política que chegou a derrotar impérios. Uma exposição permanente no interior do Holstentor, dedicada à profissão do comerciante, mostra como a cidade se tornou potência medieval.

Ao lado do portão, ficam os antigos depósitos de sal. Extraído das salinas de Lineburg, o "ouro branco do norte" chegava a Lübeck pelo Rio Trave e era despachado por navio, depois de ser trocado por peles e peixes da Escandinávia. O Porto-Museu, ancoradouro de 20 veleiros históricos ainda em atividade, lembra o período áureo dessa atividade comercial. Vários pequenos portos ao redor da cidade (que é uma ilha) hoje oferecem passeios fluviais em troca do euro dos turistas.

O esplendor e poder também são exibidos pelas torres "gigantes" da prefeitura, construída em tijolos vermelho-escuros. A cor do material vem de uma complicada mistura de sangue de boi com cinza e outros ingredientes "secretos", diz o guia da cidade.

Próximo à prefeitura se encontra a casa que virou título de romance e deu fama mundial a Lübeck: a Buddenbroockhaus (na Mengenstrasse), que lembra os filhos mais ilustres da cidade, os escritores Heinrich e Thomas Mann; e os Buddenbroock. O mundo dessa dinastia artística é exposto em dois andares do prédio, através de material fotográfico e fontes contemporâneas.

Ali ficção e realidade se fundem: móveis antigos e um teatro de marionetes ainda estão lá, como se os Buddenbroock do romance que rendeu o Prêmio Nobel de Literatura a Thomas Mann (1875-1955) tivessem acabado de sair de casa. Nos bastidores, um arquivo convida pesquisadores a vasculhar a história e a obra dos Mann.

Apresentações de teatro de marionetes para crianças e adultos acontecem na rua Kolk, num museu dedicado a essa arte. O artista Fritz Fey começou a esculpir as cabeças dos bonecos em madeira em 1945, num hospital de campanha. O Marionettentheater de Lübeck alcançou tanta fama que, desde os anos 60 do século passado, faz turnês internacionais.

Uma das atrações mais recentes de Lübeck é dedicada a outra estrela da literatura alemã: a Casa Günter Grass. Nem todos os leitores do autor de "O Tambor" sabem que ele também era um talentoso escultor e gravurista.

Inaugurada em outubro de 2002, por ocasião do 75º aniversário do Nobel de Literatura (que mora na cidade desde o final de 1995), a casa situada na Glockengiesserstrasse apresenta uma exposição de manuscritos, gravuras e esculturas de Grass, além de ser fórum de literatura e belas-artes. E oferece a bebida ideal para acompanhar a leitura de Um campo vasto ou Em passo de caranguejo: o vinho Günter Grass.[/align]

 

[align=justify]A poucos passos da Casa Günter Grass fica o Heiligen Geist Hospital, uma das primeiras instituições sociais da Europa e prova do progresso que Lübeck havia atingido nessa área já na Idade Média. Além de cinco imponentes igrejas e vários mosteiros, os moradores da cidade construíram esse hospital-asilo que, de 1286 a 1970, abrigou doentes e idosos.

Os 170 quartos não passavam de cubículos (chamados Kabäusterchen), mas eram sempre cobiçados. O hospital testemunha também que a igualdade de direitos chegou relativamente tarde a Lübeck: até o início do século 20, os pequenos quartos dos homens eram aquecidos, enquanto as mulheres, no outro lado do corredor, passavam frio.

Parte do prédio ainda hoje é habitada por idosos e por uma congregação religiosa. No porão, funcionam uma adega e um restaurante, cuja especialidade são pratos à base de batata.

Já o Burgkloster, um dos maiores mosteiros medievais do norte da Alemanha, tem cicatrizes da desigualdade social e do terror, ao qual a cidade não escapou. Construído em 1227, foi transformado em "casa dos pobres" depois da Reforma Protestante e, a partir do século 19 virou cadeia pública. Durante o Terceiro Reich, os nazistas o utilizaram como prisão para judeus, integrantes da resistência e líderes religiosos.

No chão da Marienkirche (Igreja de Santa Maria), vê-se uma dura lembrança da Segunda Guerra: os sinos da igreja despencados pelos bombardeios. Os habitantes mantiveram os estilhaços de onde os sinos caíram com uma tábua onde está escrito: "Em sinal de protesto contra a guerra e a violência".

Depois de ser arrasada na Segunda Guerra Mundial, Lübeck foi totalmente reconstruída e, em 1987, incluída na lista do patrimônio da humanidade pela Unesco. Uma vista panorâmica do centro histórico, com suas residências aristocráticas dos séculos 15 e 16, monumentos públicos, igrejas e depósitos de sal, e seus milhões de tijolos e telhas vermelhas tem-se da torre da Peterskirche.

Pode-se passar pelo menos dois dias em Lübeck sem enfrentar tédio por falta do que fazer. Além das "grandes" atrações e de vários museus, vale a pena caminhar pelos inúmeros becos da cidade. Mas, cuidado: algumas entradas são tão apertadas que é preciso se encolher. Nos meses de verão, pode-se ainda ir à praia de Travemünde (Mar do Norte) e visitar o Sand World, um maravilhoso mundo de esculturas em areia, a cerca de 15 km do centro.

Como a "rainha da Hansa" está situada fora das rotas de turismo de massa, os custos de hospedagem ainda são razoáveis. Há também uma boa variedade de restaurantes com preços acessíveis, como o típico Schiffergesellschaft. E, para quem gosta de doces (ou quer levar um souvenir doce para casa), um endereço imperdível: o Café Niederegger, dentro de uma confeitaria-museu de marzipã, em frente à prefeitura.

Também esta especialidade de Lübeck, exportada para todo o mundo, tem uma história interessante. Em 1407, grassava a fome na cidade. Como as reservas de cereais tinham acabado, o governo encarregou os padeiros de fazer pão de amêndoas - o marzipã.[/align]

 

[t3]Observações particulares[/t3]

 

[align=justify]Estive em Lubeck em 2002 ou 2003, gostei muito. Cheguei na cidade de avião com a Ryanair (que vende o destino como Hamburg-Lubeck). O aeroporto é bem perto do centro e bem servido por ônibus comum. Tão perto que voltei a pé pro aeroporto, acho que são apenas 6km.

 

Eu já tinha lido sobre a cidade quando li um pouco sobre a vida do compositor J.S.Bach. Diz a lenda que Bach viajou até Lübeck para ouvir o organista Buxtehude, muito conceituado na época, que foi organista da Igreja de Sta Maria por 40 anos. Bach teria ficado 4 meses em Lubeck. Achei interessante ter visto dentro da Igreja uma placa comemorativa dos 250 anos da morte de Buxtehude (falecido em 1707). Para se tirar fotos dentro desta Igreja é necessário pagar uma permissão que na época custava 1 euro. Gostei muito da Igreja de Sta Maria, super bonita! Prestar atenção nos puxadores externos das portas e no capeta do lado de fora

 

Vale a pena visitar as confeitarias. Não só pelos doces e marzipam mas também pelo capricho e decoração das vitrines. Além de ter visitado algumas das atrações mencionadas na msg anterior, caminhei bastante a esmo, só curtindo a arquitetura diferente.

Perto de Lubeck: em Travemunde, no litoral, acontecem dois festivais de esculturas.

[creditos]Mensagem enviada por DriParra em 10/04/2006[/creditos][/align]

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[align=justify][t1]Gelsenkirchen[/t1]

 

Localizada na Região do Ruhr, a terra do clube de futebol Schalke é outra cidade fanática por futebol. Gelsenkirchen, com 278 mil habitantes, é marcada pela fase de industrialização do século 19.

A cidade, que existe desde a Idade Média, exibe uma impressionante coleção de castelos. Desde 1840, desenvolveu-se rapidamente com a exploração de carvão mineral. Na época seguinte, foi marcada pela industria siderúrgica, principal razão da sua destruição pelos Aliados na Segunda Guerra Mundial.

O estádio se enquadra dentro do conceito high tech planejado para os estádios da Copa 2006: a parte superior da arena pode ser totalmente fechada - importante para o caso de chuva durante os jogos. Além disso, um sistema de esteiras permite que o gramado do estádio seja transferido para o lado de fora.

O estádio multifuncional, um dos melhores da Europa, oferece lugar a 60 mil espectadores e custou 192 milhões de euros. Inaugurado em 2001, é sede de um dos mais tradicionais clubes de futebol da Alemanha, o Schalke 04 - que completou 100 anos de existência no ano passado.

Outras particularidades: um reservatório central de cerveja e até uma capela, para quem quiser fazer umas promessas para garantir a vitória. O campo recebeu cotação máxima (cinco estrelas) numa avaliação da Federação Internacional de Futebol (Fifa).

 

[t3]Esporte[/t3]

 

A maioria dos 275 mil habitantes de Gelsenkirchen têm algo em comum: a paixão pelo esporte e, mais especificamente, pelo futebol. Prova disso é o fato de a cidade ser a casa de vários centros de condicionamento físico - o mais famoso deles é o Sport-Paradies (Paraíso dos Esportes), onde habitantes e visitantes podem praticar modalidades na água e no gelo. Fato raro na Alemanha: três vezes por semana, o Sport-Paradies fica aberto até às 22 horas.

Sede de um dos mais tradicionais clubes de futebol da Alemanha, o Schalke 04 - que completou 100 anos de existência no ano passado -, o município tem um dos melhores estádios da Europa.

 

[t3]Economia[/t3]

 

Assim como outras cidades da Renânia do Norte, como Dortmund, Gelsenkirchen também era um grande centro de mineração. Desde que a extração de carvão entrou em declínio, nos anos 60, a economia da cidade sofreu as conseqüências: indústrias foram desativadas, postos de trabalho foram fechados e o município sofreu uma forte emigração. A cidade, que tinha mais de 380 mil habitantes em 1961, hoje tem 275 mil.

Uma das maiores fábricas de células fotovoltaicas do mundo fica em Gelsenkirchen. A cidade busca uma alternativa para sua economia já há algumas décadas. Uma das soluções encontradas para o declínio do extrativismo - a última mina de Gelsenkirchen foi fechada em 1998 - foi o turismo. Aliando os resquícios de antigas minas e os galpões de indústrias desativadas às suas belezas naturais, a cidade tem conseguido atrair eventos culturais e de negócios.

 

Gelsenkirchen tem também uma política agressiva de atração de investimentos e oferece infra-estrutura para empresas interessadas em se instalar na cidade. Entre os segmentos que já começaram a se desenvolver no município está o de fontes alternativas de eletricidade - a cidade desenvolveu o projeto "Gelsenkirchen mostra o seu sol", pregando os benefícios da energia solar, que já abastece companhias instaladas na cidade.[/align]

 

 

Site: Gelsenkirchen

 

[creditos]Fonte:Deutsch Welle

Pesquisa:Schwertner

Editado por: Joycebandi e Maurocuritiba[/creditos]

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[align=justify][t1]Nürnberg[/t1]

 

 

Famosa pelo seu pão de mel, a cidade ao sul do país é ligada à sua vizinha Fürth pelo primeiro trecho de linha férrea da Alemanha, datado de 1835. A cidade bávara era, já naquela época, um centro industrial. Hoje, é a sede das fábricas da indústria eletrônica (Siemens), de veículos pesados (MAN) e artigos de papelaria (Faber-Castell, Staedtler e Schwan).

Na Segunda Guerra Mundial, Nurembergue foi bastante destruída e sua reconstrução durou muito tempo. Ela é conhecida pelo seu centro histórico medieval, com a muralha de cinco quilômetros de extensão. Durante o Terceiro Reich, a cidade foi escolhida por Hitler para sede dos congressos de seu partido.

Após a Segunda Guerra Mundial, aconteceram ali os julgamentos dos criminosos nazistas. Com 490 mil habitantes, é uma das maiores atrações turísticas da Baviera.

Depois de passar por uma reforma completa que custou 56 milhões de euros, o Franken-Stadion, da equipe de futebol do Nürnberg, passou a ter capacidade para 45.500 espectadores.

 

[creditos]Fonte:Deutsch Welle[/creditos][/align]

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[align=justify][t1]História[/t1]

 

Além de ser rica em cultura e história, a cidade medieval de Nurembergue possui fábricas nas áreas de eletrônica, papelaria e veículos pesados.

 

Com cerca de 500 mil habitantes, a segunda maior cidade do Estado da Baviera, Nurembergue, é considerada uma cidade grande e moderna, apesar de seu estilo pacato e medieval.

 

O centro histórico, com a muralha de cinco quilômetros de extensão, possui diversas atrações turísticas, como igrejas, museus, símbolos históricos, construções antigas e um castelo medieval.

 

O castelo imperial (Kaiserburg), local característico da cidade na época da Idade Média, chama a atenção do visitante por ficar bem no alto e pela beleza da construção. A parte central do castelo, uma das mais importantes residências imperiais da Idade Média, começou a ser construída por ordem do rei Henrique III em 1050.

 

Um passeio ao ar livre na parte aberta do castelo e pelos jardins é imperdível para aqueles que apreciam a natureza e uma bela vista. Na área fechada e coberta, os visitantes encontram tapetes, móveis e pinturas datadas dos séculos 16 e 17.

 

Arte, design e cultura

 

Para quem gosta de museus, uma boa dica é o Museu Novo (Neues Museum) - de arte e design contemporâneos - o primeiro museu estadual de arte da Baviera, inaugurado em 2000. O museu organiza exposições permanentes e itinerantes, de arte e design locais e até internacionais.

 

Os interessados em história alemã não devem deixar de fazer uma visita ao Centro de Documentação, onde há documentos e fotografias do Terceiro Reich e da Alemanha nacional-socialista. Durante o Terceiro Reich, a cidade foi escolhida por Hitler como sede dos congressos de seu partido. Após a Segunda Guerra Mundial, aconteceram ali os julgamentos dos criminosos nazistas.

 

 

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Entrada do Museu Nacional Germânico de NurembergueO Museu Nacional Germânico (Germanisches Nationalmuseum, de 1852) é o maior e mais importante museu alemão de arte, história e cultura. Para quem gosta de arte, o museu conta com um acervo de 1,2 milhão de objetos que retratam a história da arte das regiões de língua alemã desde a pré-história até os dias de hoje.

 

 

O paraíso dos brinquedos está no Spielzeugmuseum, onde crianças e adultos encantam-se com a variedade de materiais usados, modelos e épocas de criação. Numa área de exposição de 1,4 mil metros quadrados, há salas com brinquedos de madeira, eletrônicos e bonecas desde a antigüidade até o presente.

 

 

 

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: O jeans do criador alemão Levi Strauss, nascido em ButtenheimQuem se interessa por moda, não deve deixar de visitar o museu do jeans Levi Strauss, que fica na cidade de Buttenheim, ao lado de Nurembergue. O museu é a casa onde o criador das famosas calças nasceu.

 

 

 

Igrejas dos séculos 13 e 14

 

 

 

Entre as duas maiores igrejas de Nurembergue, está a antiga St. Sebald, levantada entre 1230 e 1273, quase totalmente destruída durante a Segunda Guerra Mundial e, nos anos seguintes, reconstruída. St. Sebald possui em algumas partes da construção aspectos de decoração góticos e, em outras, românicos. Dentro dela, os visitantes podem ver fotografias da igreja após os bombardeios e outras da igreja reformada.

 

 

 

A igreja Frauenckirche - construída entre 1350 e 1358 - localizada na praça principal, possui um relógio enfeitado em sua frente, onde sete pequenos príncipes dão três voltas em torno do imperador Carlos IV, todos os dias, sempre ao meio-dia. Além dos príncipes, outros discípulos tocam flauta, trompete e tambor em homenagem ao grande rei de 1356.

 

Com 19 metros de altura, o chafariz Schöner Brunnen é o símbolo mais elegante da cidade. Localizado bem no coração de Nurembergue, em frente à Frauenckirche, o famoso chafariz com um anel de ouro foi construído no final do século 14. Entretanto, o que se vê hoje é uma réplica de calcário de quase 100 anos. Segundo a tradição, o visitante - ao girar o anel de ouro - pode fazer um pedido e este será realizado.

 

Famoso Mercado do Menino Jesus

 

 

 

 

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: A prefeitura de Nurembergue enfeitada durante a famosa feira de NatalÉ em Nurembergue que acontece a feira de Natal mais conhecida e movimentada da Alemanha, a Christkindlesmarkt (Mercado do Menino Jesus), atraindo todos os anos habitantes de países vizinhos e turistas.

 

 

 

A feira abre sempre às sextas antes do primeiro domingo de Advento, com diversas opções de artigos de decoração para o Natal. Entre as delícias da culinária local, destacam-se o Lebkuchen (pão de mel) e a Nürnberger Rostbratwurst, a salsicha típica da cidade.

 

 

 

Não só os adultos têm diversão garantida nesta grande feira de Natal. A cidade prepara todos os anos um espaço de cultura e lazer para crianças a partir de quatro anos de idade, através de um programa educacional com teatro, apresentações de dança, música, fantoches e marionetes.

 

 

 

Artistas de nome

 

 

 

O artista Albrecht Dürer (1471-1528) morou quase duas décadas em Nurembergue, onde se inspirou para o conhecido quadro das mãos em prece. Uma dica é uma ida ao museu do artista, que mostra a história de sua vida e obra em todas as facetas.

 

Outra importante personalidade nascida em Nurembergue é o escritor lírico e dramaturgo Hans Sachs (1494-1576).

 

 

 

Pólo econômico e industrial

 

Nurembergue não é só moderna, grande e desenvolvida no aspecto sócio-cultural. A cidade possui empresas conceituadas no parque industrial, como fábricas de indústria eletrônica (Siemens), de veículos pesados (MAN) e artigos de papelaria (Faber-Castell, Staedtler e Schwan). Entre Nurembergue e a vizinha Fürth foi inaugurada a primeira linha ferroviária da Europa, em 1835.

 

[creditos]Fonte:Deutsch Welle[/creditos][/align]

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[align=justify][t1]Stuttgart[/t1]

 

Como centro de produção de carros de luxo da Mercedes e da Porsche, Stuttgart é conhecida bem além das fronteiras do país. A capital dos suábios, invariavelmente ligados à fama de serem pães-duros e zelarem pela limpeza, tem 590 mil habitantes.

Stuttgart, capital do Estado de Baden Wüttemberg, no sudoeste alemão, também alcançou notoriedade como a cidade natal do hip hop "made in Germany". Os músicos do grupo Fantastischen Vier fizeram com que o rap saísse de Stuttgart e alcançasse o topo das paradas de sucesso do país. O clube de futebol da cidade é o VfB Stuttgart.

Ao lado da rica tradição no setor de produção industrial, Stuttgart também tem muito a apresentar no terreno cultural e artístico. Em 1927, os arquitetos Mies van der Rohe, Walter Gropius, Hans Scharoun e Le Corbusier construíram um bairro inteiro na cidade, o Weissenhofsiedlung.

A reforma do Gottlieb-Daimler-Stadion, que leva o nome do construtor do primeiro motor a combustão, ficou pronta em 2004. A modernização, em que foram gastos entre 41 e 56 milhões de euros, possibilita ao estádio receber 54 mil torcedores.

 

A capital de Baden-Württemberg é o centro de uma grande região produtora de vinhos e da maior zona industrial do sudoeste alemão. Stuttgart e arredores abrigam a sede da Bosch, além das montadoras Porsche e Mercedes-Benz. Também o conglomerado teuto-americano DaimlerChrysler, ao qual pertence a Mercedes-Benz, está sediado na cidade.

Fundada em 950 a.C., Stuttgart tem 584 mil habitantes. Suas atrações são o castelo Altschloss, cercado por um magnífico parque, a casa onde nasceu o filósofo Georg Wilhelm Friedrich Hegel, os museus de História Natural, da Bíblia e do Automóvel, além da Staatsgalerie, pós-moderna.

Importante estância hidromineral, a cidade destaca-se ainda pelo Balé de Stuttgart, que tem fama internacional e foi dirigido durante muitos anos pela bailarina e coreógrafa brasileira Márcia Haydée. O roteiro de um passeio pela cidade inclui ainda a sala de concertos Liederhalle, o zoológico Wilhelma e a festa popular Cannstatter Wasen.[/align]

[align=justify]De estrebaria a sede de importantes fábricas, Stuttgart firmou-se como centro tecnológico do país. Apesar do ritmo alucinante, ainda é possível encontrar os encantos da natureza em meio à vida cultural da cidade.

Para muitos alemães, Stuttgart é sinônimo de progresso e modernidade. Após ter sido praticamente toda destruída na Segunda Guerra Mundial, a cidade foi reconstruída e se mostra como um complexo arquitetônico harmonioso.

Stuttgart é o destino ideal para quem gosta da agitação das cidades. E a sua escolha como sede dos jogos da Copa 2006 não foi mera coincidência. A cidade tem aproximadamente 590 mil habitantes e é o centro de uma importante zona industrial da Alemanha. A região oferece 1,3 milhão de empregos, sendo 440 mil só em Stuttgart.

A região metropolitana esconde muitas belezas e surpresas agradáveis para os turistas, confirmando o apelido de "jóia suábia", dado pelo poeta Eduard Mörike, em 1853, na sua composição Stuttgarter Hutzelmännlein.

 

A cidade se originou a partir de um pequeno povoado às margens do riacho Nesen, ficando sempre à sombra da vizinha Bad Cannstatt, um importante lugarejo romano na área do Rio Neckar.

No século 14, a cidade foi conquistada pelos duques e condes de Württemberg e se tornou o centro do condado. A partir de então, floresceu e ganhou cada vez mais importância, tornando-se ponto de referência para a região. Em 1952, foi escolhida como sede oficial do governo e capital do Estado de Baden-Württemberg.

Stuttgart foi, na verdade, criada para ser a estrebaria do conde Liudolf von Schwaben, no século 10. A cavalariça (Pferdegestüt ou Stutengarten) cresceu e, aos poucos se tornou a moderna Stuttgart, a sexta maior cidade da Alemanha. Ao redor da cidade, o nome é pronunciado Schduergerdt, mas os moradores da cidade preferem chamá-la Schturgert.

A cidade está no centro do Estado, em uma região conhecida como Stuttgarter Kessel (chaleira de Stuttgart). O clima ameno permite o cultivo de uvas e a produção de vinhos. Os verões podem ser muito quentes e abafados devido ao fenômeno da inversão térmica.

Königstrasse: a passarela da moda e dos negócios Stuttgart seria o nome que os suábios teriam dado ao paraíso terrestre, pelo menos é esta a versão apresentada na cidade, criada pelo humanista Ulrich von Hutten, em 1519. Resta então a pergunta: o que faria da cidade o paraíso? Seriam os parques, os vinhedos e as florestas ou a atmosfera mediterrânea de alguns de seus bairros?

 

Uma volta pela cidade pode ajudar a explicar o porquê do título de paraíso. O passeio começa, para muitos, na imponente estação central. A torre de observação de 56 metros abriga uma exposição sobre o desenvolvimento da cidade e um café.

Quem preferir pode continuar o passeio pela Königstrasse, a principal rua do maior calçadão do país. A grande variedade de lojas contenta todos os gostos e bolsos. Também não faltam opções para refeições e um bom café. Muitos dos monumentos da cidade estão no centro, o que facilita a visita.

 

[t3]Castelos e demais atrativos[/t3]

 

Os castelos conquistam quem passa por Stuttgart e lembram os tempos dos monarcas da cidade.

Imperdível: o Velho Castelo em StuttgartBem no centro da cidade, encontra-se o Novo Castelo (Das Neue Schloss). A construção foi inspirada no castelo de Versailles a pedido do duque Karl Eugen e concebida no fim do século 18. Atualmente, a antiga residência dos reis de Baden-Württemberg abriga o Ministério das Finanças e o Ministério da Cultura do Estado e é a sede representativa do governo.

O Velho Castelo (Das Alte Schloss) é uma das construções mais antigas da cidade. A data de construção de seus muros remonta ao século 10, quando um simples burgo foi erguido. Foi reconstruído inúmeras vezes por causa da diversidade da situação histórica. No século 16, surgiu o castelo renascentista.

Com os ataques aéreos durante a Segunda Guerra, grande parte do castelo virou escombro, mas foi reerguido em 1969, passando a abrigar o museu sobre a história da região de Württemberg. Atualmente, o castelo é palco de concertos e festivais culturais no verão.

O castelo Solitude se destaca pela sua arquitetura imponenteOutros castelos importantes são o Hohenheim, onde atualmente está sediada a universidade de mesmo nome, e o Solitude, um belo exemplo de rococó e classicismo de Stuttgart. Hoje em dia, a construção branca abriga um restaurante e uma Academia de Artes. A cinco quilômetros do castelo está o circuito de Solitude que, até 1962, foi palco de corridas automobilísticas.

Stuttgart possui muitas igrejas. Vale a pena conferir a Stiftkirche, a Martinskirche e a Leonhardskirche. Se você ainda tiver alguns minutos livres na sua agenda, pode visitar a Grabkapelle e conhecer um pouco mais sobre a história da cidade.

O que chama a atenção de muitos visitantes é a grande quantidade de escadarias ? Staffel ? da cidade: são quase 20 quilômetros, segundo os dados oficiais da prefeitura. Os degraus foram construídos para permitir o acesso aos terraços onde eram cultivadas as uvas para a produção de vinho, uma importante atividade comercial até o século 19.

Com o crescimento da cidade, os vinhedos desapareceram, mas as escadas permaneceram e se tornaram uma forma de ligação entre os diversos bairros. Trabalhos de arquitetura e paisagismo transformaram os degraus em verdadeiros monumentos. Vale a pena visitar o Eugenstaffel, o Willy-Reichert-Staffel, o Sängerstaffel, o Sünderstaffel e o Hasenbergstaffel.

Stuttgart é uma das cidades mais verdes da Europa. Vinhedos, florestas e parques circundam a cidade e compõem a paisagem da capital. O cinturão verde da cidade é um complexo paisagístico de oito quilômetros, construído em 1993. O belo passeio pode ser complementado com uma visita aos parques de Weissenburg e Hohenheimer, nas proximidades de Stuttgart.

Quem quiser conhecer o parque Killesberg, pode ainda ter uma vista panorâmica da cidade, do alto da torre de mesmo nome, uma construção moderna de 40 metros de altura.

Os automóveis são, para muitos, a primeira associação com o nome da cidade. Também não é para menos: Stuttgart é um capítulo à parte na história da indústria automobilística internacional. Nomes como o de Gottlieb Daimler, Carl Benz, Wilhelm Maybach e Ferdinand Porsche estão muito ligados a Stuttgart.

Atualmente, as sedes da DaimlerChrysler e da Porsche estão na cidade, além ? é claro ? dos seus respectivos museus, um passeio imperdível para quem se interessa por carros e pela história do desenvolvimento da engenharia de automóveis.

Uma curiosidade: o símbolo da Porsche reproduz as armas da cidade. O cavalo preto em um escudo amarelo relembra as origens de Stuttgart.

 

Para os amantes das artes, Stuttgart oferece muitas opções. Imperdíveis são a galeria de arte (Staatsgalerie) e o museu de arte (Kunstmuseum). Espetáculos de dança, ópera, teatro de marionetes, balé, e exposições acontecem durante todo o ano. Basta conferir a programação no centro de informações turísticas, que fica na Königstrasse.

O grupo Fantastische Vier levou o dialeto da cidade para o cenário musical.Quem tiver a sorte de visitar a cidade durante o festival umsonst & draussen não pode perder a oportunidade de conferir um dos melhores eventos gratuitos e ao ar livre. O festival acontece sempre no gramado do campus universitário em Vaihingen, em agosto.

O cenário musical também promete. Uma noitada na cidade explica por que a cidade é o berço do hip-hop na Alemanha.[/align]

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[align=justify][t1]Garmisch-Partenkirchen[/t1]

 

 

A cidade situada ao pé da montanha mais alta da Alemanha é o maior centro de esportes de inverno da Alemanha, mas atrai visitantes o ano inteiro.

Localizada na Baviera, a 720 metros de altitude e a poucos minutos da fronteira com a Áustria, Garmisch-Partenkirchen situa-se numa paisagem de tirar o fôlego, em meio às montanhas quase sempre nevadas dos Alpes. Os 30 mil habitantes da cidade recebem a cada ano mais de um milhão de visitantes, entre os quais a nata internacional dos esportes de inverno. Esquiador alemão Sven Hannawald salta, tendo o Zugspitze ao fundo Esqui, slalom, saltos, patinação artística, hóquei: a infra-estrutura local nada deixa a desejar, seja qual for a disciplina esportiva praticada na neve ou no gelo. Afinal, Garmisch-Partenkirchen sedia com freqüência campeonatos mundiais nessas modalidades, e é lá que se realiza, no início de janeiro, a primeira competição do calendário internacional de esportes de inverno.

A carreira internacional de Garmisch-Partenkirchen começou em 1936, quando o lugar foi sede dos Jogos Olímpicos de Inverno. Para dar um porte digno à cidade, os bávaros decidiram em 1935 juntar dois lugarejos que tinham até então vida independente. Até hoje, Garmisch e Partenkirchen cultivam uma sadia rivalidade, mantendo cada uma o seu próprio corpo de bombeiros, clube de esqui, grupo de danças folclóricas.

Partenkirchen remonta aos tempos da colonização romana na região, no início da era cristã, quando servia de paragem aos viajantes que atravessavam os Alpes vindos de Roma em direção à Germânia. Garmisch é mencionada pela primeira vez como assentamento germânico no ano de 802.

Bem preparada para o turismo, a cidade dupla que conservou sua atmosfera aconchegante abriga um sem-número de restaurantes com cozinha regional ou internacional, um comércio bem sortido e muitas opções para a vida noturna.

 

[t3]Zugspitze[/t3]

 

Entre os cumes que rodeiam a cidade, destaca-se o Zugspitze, com 2964 metros de altitude, o pico culminante da Alemanha. Escalar a montanha, que abriga em seu pico há mais de 100 anos uma estação de meteorologia, deve ficar reservado a esportistas muito bem treinados.

Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Turista desfruta o sol de verão no cume do ZugspitzeMas ninguém precisa desistir de uma visita ao mirante, ou ao hotel e restaurante que ficam naquelas alturas que só perdem a camada espessa de neve no alto verão. Para chegar lá, o turista tem duas opções: o trem de cremalheira que parte da estação central da cidade e conduz até um platô, de onde se continua num teleférico. Ou o bondinho suspenso que parte do pé da montanha e sobe pela encosta direto ao topo, galgando quase 2000 metros de altitude num percurso de cinco quilômetros. Nos dias de céu claro, vista é fantástica, não importa qual a estação do ano![/align]

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[align=justify][t3]Visão Geral[/t3]

 

Cultura e natureza - quem gosta das duas, tem que visitar Potsdam, a capital do Estado de Brandemburgo no Leste alemão. A cidade perto de Berlim já encantou gerações de turistas.

 

Chegando de trem a Potsdam, o viajante primeiro vai se encontrar num centro comercial moderno, longe de ser a "Versalhes do Norte", como muitos guias turísticos chamam a cidade. Assim, ou parecido, imaginamos também Tóquio ou Chicago. Ao deixar o trem, o turista chega, através de uma escada rolante, diretamente no interior da estação ferroviária central.

 

Dentro dela, é quase impossível deixar de sentir o cheiro bom de café fresco, abrindo o apetite para os pães crocantes nas vitrines das padarias. Caminhando ao longo das lojas modernas, feitas com muito vidro, claras e convidativas, logo fica evidente que esta estação não tem nada a ver com a monotonia das fachadas em pedra cinza de uma típica estação ferroviária alemã.

 

O prédio responsável pela fama mundial de Potsdam é bem mais antigo do que a estação ferroviária central. Em 1744, Frederico II da Prússia mandou construir o castelo Sanssouci (em português: "sem preocupação") e o seu parque, que em 1990 passou a ser patrimônio mundial da Unesco. Multidões de turistas de todo o mundo, bem como os moradores de Potsdam, passam pelo parque ou simplesmente descansam nas enormes áreas verdes.

 

Potsdam também é um importante cenário na história do cinema alemão: na década de 20 do século passado, Fritz Lang e Fritz Murnau entraram para a história com filmes como "Os Nibelungos" e "Fausto", produzidos nos estúdios de Potsdam-Babelsberg. Aqui, a atriz Marlene Dietrich fez o seu famoso filme "O Anjo Azul".

 

Para quem gosta de cinema, vale a pena visitar o Museu do Filme (Filmmuseum) ou o Parque do Filme Babelsberg (Filmpark Babelsberg), o qual oferece um programa divertido com shows de dublês e outras atrações.

 

Potsdam oferece muito mais do que Sanssouci e Babelsberg aos seus visitantes. Três portões da cidade do século 16 testemunham a necessidade de segurança nos tempos antigos. O que era essencial para a sobrevivência dos cidadãos, asumiu hoje um ar pitoresco e romântico. Casas nobres e bonitas do século 19 contam sobre o estilo de vida das pessoas bem sucedidas neste tempo. Muitas dessas mansões, que sob o regime da antiga Alemanha Oriental enfrentaram um lento processo de declínio, neste meio tempo já foram cuidadosamente restauradas.[/align]

 

[align=justify]Cenário da conferência pós-guerra que dividiu a Alemanha e Berlim, Potsdam reúne o esplendor da arquitetura prussiana e a modernidade de uma capital em constante crescimento.

Capital da resignação e do atraso econômico. Assim foi descrita a cidade de Potsdam no guia de turismo de uma editora alemã em 1998. Sete anos se passaram e o que a capital do Estado de Brandemburgo tem a oferecer, hoje, ultrapassa a obstinação prussiana e a falta de perspectivas. Indo contra todas as projeções negativas, Potsdam se transformou em uma cidade viva, que contrasta o moderno com o tradicional.

 

Potsdam é uma cidade jovem e ativa, com 143 mil habitantes (dos quais mais de 16 mil são estudantes universitários) e que, contra a tendência de cidades do Leste alemão, se desenvolve. Prova disso é a população, que registra a cada ano um crescimento significativo de pessoas que vêm de Estados do Oeste do país e escolhem a cidade como moradia.

"Meu marido precisou trocar de cidade no início dos anos 90 por motivos profissionais", explica Regina Ebert, guia turística. Entre inúmeras opções no Leste, o casal escolheu Potsdam. O motivo? Os castelos, os jardins, a região cercada de lagos e rios e, não se pode esquecer, a proximidade da capital alemã: Berlim.

Somente no ano passado, mais de dois milhões de pessoas visitaram Potsdam. Apesar de a cidade ter mais de 80% de força de trabalho voltada para a prestação de serviços, o turismo é um fator econômico importante.

Residência de verão dos reis prussianos e imperadores alemães, Potsdam foi severamente atingida por bombas em 14 de abril de 1945. Muitas ruínas do centro histórico foram demolidas, mais tarde, por urbanistas da então República Democrática Alemão (RDA).

Não somente o militarismo prussiano foi vencido, mas também a arquitetura. Anos depois, a reunificação alemã trouxe para a região a possibilidade de renovação. E Potsdam se tornou capital do Estado de Brandemburgo. Mais uma vez, a cidade pôde ser repensada.

O desenvolvimento de Potsdam nos últimos 15 anos atingiu todo o perímetro urbano. Um dos principais problemas encontrados foi a reintegração de áreas militares à paisagem local e a cuidadosa renovação de castelos, casas, jardins e monumentos.

Desde 1991 grande parte de Potsdam é reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Entre as construções principais está o Palácio de Sanssouci, construído em 1745-1747 por desejo de Frederico, o Grande, o rei da Prússia.

Primeiro projetor alemão de 1895. Desde o início do século passado, Babelsberg (antigamente um subúrbio de Potsdam) é conhecida como pólo de produção de filmes. Especialmente na década de 20, quando alcançou o apogeu, a indústria cinematográfica alemã contava com um dos maiores estúdios europeus, onde trabalharam astros da época como Marlene Dietrich e Emil Jannings.

Conforme a diretora do Museu do Cinema de Potsdam, o crescimento foi tão significativo, que metade da população de Babelsberg trabalhava no setor. "A tradição chegou a passar de pai para filho, formando gerações de profissionais que se ocupavam com áreas específicas da produção cinematográfica, como a marcenaria", explica Bärbel Dalichow.

Investidores de Munique assumiram o estúdio recentemente, reduzindo o número de trabalhadores da empresa, que já empregou 2500 pessoas, a apenas 200 funcionários. De qualquer forma, turistas e interessados no assunto podem visitar diferentes cenários, entre eles o do filme O Gabinete do Doutor Caligari, clássico dos anos 20, dirigido por Robert Wiene.

Apreciadores da natureza e da arquitetura encontram em Potsdam um dos maiores exemplos do estilo rococó na Alemanha: o Palácio de Sanssouci. Construído sob a ordem do rei Frederico, o Grande, da Prússia, a obra tinha a função de residência de verão. Também famosos no local são o jardim com sete níveis de terraços e a Orangerie.

Líderes dos países aliados decidem o futuro da Alemanha. No Parque de Sanssouci, área verde com mais de 250 hectares e 70 km de trilhas, podem ser encontradas ainda, outras construções interessantes, como o Neues Palais, o pavilhão do chá e o castelo de Charlottenhof.

Outro ponto de destaque na cidade é Cecilienhof, palco da conferência dos Aliados (Estados Unidos, Grã-Bretanha e União Soviética), ocorrida entre 17 de julho e 2 de agosto de 1945. No local, Harry Truman, Winston Churchill e Josef Stalin decidiram pela divisão da Alemanha e de Berlim em quatro setores. Estava plantada a semente da criação da RDA e da construção do Muro de Berlim.[/align]

 

 

[creditos]Fonte:Deutsch Welle

Pesquisa:Schwertner

Editado por:Joycebandi e Maurocuritiba[/creditos]

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[align=justify][t1]Speyer[/t1]

 

Speyer teve, no passado, uma grande força política devido ao poder da Igreja. A cidade da maior obra arquitetônica em estilo romano do país é também local de nascimento de um elemento de integração nacional: o brezel.

Uma das primeiras referências a Speyer data do ano 150d.C., quando a cidade apareceu em um mapa mundi grego com nome de Noviomagus. Outra citação ocorreu no Itinerarium Antonini, do início do século 3º d.C., guia de estradas do Império Romano.

Em 346 foi reconhecida como sede de bispado e, durante os séculos 6º e 7º foram construídas as primeiras edificações cristãs (igrejas e mosteiro). Com o crescimento do comércio na região devido à proximidade com o Rio Reno, Speyer obteve o direito de cunhar moeda, reservado a poucas cidades no século 10º.

A escolha de Conrado 2º como rei alemão levou a cidade e o bispado para o centro do poder político. A catedral demorou 31 anos para ser concluída

A paisagem urbana de Speyer é dominada pela gigantesca catedral (Kaiserdom), construída entre 1030-61 sob a ordem do rei Conrado 2º, o Sálico. Com 134m de comprimento e torres alcançando 71m de altura, a construção não é somente monumental, mas o mais bem conservado exemplo de arquitetura românica no país. Em 1981 a Unesco reconheceu a catedral como Patrimônio da Humanidade.

Observar Speyer de qualquer ponto do centro da cidade é ter a certeza de cruzar o olhar com uma das quatro torres da catedral, que medem entre 65m e 71m. O que os próprios moradores fazem durante os fins de semana é escolher um dos inúmeros bares na Maximilianstrasse e acompanhar o passar do tempo, ritmado pelos sinos da igreja.

Não muito longe da catedral fica o Altpörtel, um dos maiores portões da Alemanha, com 55m de altura. Além de estabelecer o fim da principal rua da cidade, a construção oferece uma fascinante vista de Speyer.

Quem é curioso observará a curvatura das ruas adjacentes à Maximilianstrasse, sinal de que foram construídas obedecendo a linha traçada pelo antigo muro que protegia a cidade de ataques inimigos.

Um ponto de visitação concorrido na cidade lembra a ocupação judaica. As ruínas da sinagoga de Speyer são as mais antigas e conservadas da Europa Central.

Citado pela primeira vez em 1126, o Mikwe, construção utilizada para a realização do banho ritual judeu, mantém, até hoje, a fonte de água corrente original.

 

[t3]Reforma Protestante[/t3]

 

Apesar da tranqüilidade das ruas e dos moradores da cidade em pleno século 21, Speyer teve um passado turbulento. Acontecimentos que são parte da História alemã.

Foi durante a realização de assembléias políticas do Sacro Império Romano-Germânico (chamadas de dieta de Speyer), que, em 1526, um grupo de príncipes e cidades imperiais decretaram a tolerância pelas doutrinas de Martinho Lutero.

Três anos mais tarde, eles protestaram contra ordem imperial, vinda de Worms, que condenava Lutero e seus ensinamentos, considerando-o um fora-da-lei e herético pela sua oposição às doutrinas da Igreja católica romana.

O veredicto permitia, ainda, que Lutero fosse assassinado sem que o autor do crime sofresse qualquer conseqüência legal.

 

[t3]O Brezel[/t3]

 

Quem pensa que a rosquinha salgada típica alemã nasceu na Baviera está errado. Pelo menos, é o que os moradores de Speyer dizem. Para confirmar a autenticidade da informação, os turistas mais observadores podem ver no pórtico principal da catedral um anjo que segura em uma das mãos - um brezel!

O brezel tem seu nome originado a partir de sua forma, que lembra dois braços em posição de oração (bracellum, em latim, significa pequenos braços). A tradição é tão grande que todo o ano, Speyer realiza a Brezelfest, no segundo fim de semana de julho.

Uma homenagem ao companheiro indispensável da cerveja.[/align]

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[align=justify][t1]Bamberg[/t1]

 

[t3]História[/t3]

 

A maioria dos papas da história da Igreja Católica estão enterrados em Roma. Apenas Clemente 2º preferiu voltar para Bamberg, após sua morte, supostamente por envenenamento.

Quem pára em frente ao altar da Catedral de Bamberg, não imagina que está a poucos passos do túmulo de um papa. Há 950 anos, Clemente 2º quebrou uma tradição da Igreja Católica e ordenou, como último desejo, que fosse enterrado na Alemanha. Na Catedral de Bamberg - que já foi chamada de "Roma da Francônia" - encontra-se o único túmulo pontifício ao Norte dos Alpes.

Há quem diga que o papa ali enterrado foi vítima de um assassinato. "Eles o envenenaram", explica um segurança, quando curiosos questionam sobre a causa da morte de Clemente 2º. Esses rumores espalharam-se logo após a morte do Santo Padre, em 1047, e persistem até hoje. Os principais suspeitos eram seu antecessor deposto, Bento 9º, e a nobreza romana, na qual o novo papa queria fazer uma "faxina". Ambos os inimigos supostamente teriam razões suficientes para servir-lhe um cálice mortal.

Após a Segunda Guerra Mundial, médicos criminalistas examinaram restos do cadáver papal e encontraram um alto teor de chumbo numa costela. No entanto, eles não puderam dizer se Clemente 2º foi vítima de um atentado ou se o excesso de chumbo resultara do uso de vasilhames à base desse material. "O clima e a alimentação, que lhe eram estranhos na Itália, também podem ter afetado sua saúde", intervém o vigário da catedral, Luitgar Göller. Outros acreditam que ele morreu de malária.

Ainda que a causa da morte continue uma incógnita, a abertura do túmulo, em 1942, revelou uma sensação: no sarcófago encontrou-se os paramentos oficiais completamente preservados de Clemente 2º, que hoje são uma das principais atrações do Museu Diocesano, ao lado dos trajes do casal real Henrique e Kunigunde.

O pontificado de Clemente 2º durou apenas nove meses e 16 dias. Apesar disso, ele foi um papa que deixou profundas marcas, dando início à reforma da Igreja medieval. Em 1046, três papas disputavam o posto de sucessor de São Pedro. O rei Henrique III os depôs e, na noite de Natal, impôs o bispo Suidger, de Bamberg, como novo líder da Igreja Católica.

Suidger, nascido em Hornburg, na atual Baixa Saxônia, e que se tornara bispo na Francônia seis anos antes, seguiu a convocação para Roma meio a contragosto. "O dom divino quis que nossa insignificância fosse eleita para sucessor o superdotado príncipe dos apóstolos, embora nos opuséssemos com toda força", escreveu ao seu bispado. Ele pediu autorização ao rei, para continuar sendo bispo de Bamberg durante seu pontificado.

Centro de Bamberg é tombado como patrimônio histórico da humanidadeO primeiro ato oficial de Clemente 2º foi coroar Henrique III como imperador (kaiser) do Sacro Império Romano-Germânico. Juntos, os dois perseguiram a meta de acabar com a simonia (o comércio de cargos eclesiásticos), um mal que grassava na Igreja da Idade Média. Mas antes de implementar as primeiras medidas depurativas, o papa adoeceu e morreu no Sul da Itália. Pouco antes de sua morte, ele ainda pensara com saudades em Bamberg e, numa espécie de carta de despedida, a chamou de "filha mais amada por Deus" e "sua mais doce noiva".

Essa declaração de amor à cidade (cujo centro é tombado como patrimônio histórico da humanidade), porém, parece não impressionar os habitantes de Bamberg, que vêem o papa com certa frieza. Talvez, porque o acesso ao túmulo é restrito. Além disso, o trono do bispo praticamente impede que se veja o túmulo, o que é uma pena, já que se trata de uma das obras mais significativas da arte sepulcral do século 13. Mas o prelado Luitgar Göller conhece um macete: de julho a setembro, quando não há grandes festas religiosas, ele desloca trono do bispo, para que os visitantes possam ver de perto o único túmulo papal ao Norte dos Alpes.[/align]

 

Site:Bamberg

 

[creditos]Fonte:Deutsch Welle

Pesquisa:Schwertner

Edição:Joycebandi e Maurocuritiba[/creditos]

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[align=justify][t1]Aachen[/t1]

 

Também conhecida como Aix-la-Chapelle, ela foi a residência de Carlos Magno. A cidade no extremo oeste da Alemanha não só é história, mas também arte, política e deliciosos pães de mel.

Ao longo dos séculos, Aachen abrigou um sem-número de grandes personalidades. Já os colonizadores romanos se sentiam bem nessa cidade do Estado da Renânia do Norte-Vestfália, no extremo oeste da Alemanha. Eles sabiam da força curativa de suas termas profundas, as "aquae granni".

Deste termo vem seu nome, nas diversas variantes européias: Aken, Aquisgrán, Cáchy, Aix-la-Chapelle. Esta última versão, francesa, costuma ser adotada no Brasil, embora os portugueses utilizem a forma Aquisgrano ou Aquisgrão.

Suas fontes termais são as mais quentes da Europa ao norte dos Alpes, com temperaturas entre 45ºC e 75ºC, consideradas ideais para ajudar na recuperação dos legionários feridos em combate.

O imperador Carlos Magno (747- 814) escolheu Aachen como residência. Aqui, mais uma vez as águas foram o motivo da preferência. O interesse pelas características terapêuticas da cidade floresceu em torno do século 18. A partir daí, ela tornou-se a preferida dos VIPs da política.

Reis, imperadores, príncipes, bispos, homens de Estado e artistas, russos e dinamarqueses, italianos e franceses: todos disputavam o privilégio de banhar-se em suas águas e de beber da Elisenquelle. A água dessa fonte mineral jorra de mil metros de profundidade, sem bombas. Com forte cheiro e gosto de ovo, é considerada extremamente saudável, e um must para os visitantes.

A um pulo da Holanda e da Bélgica, Aachen costuma ser louvada pelos políticos como "a cidade mais internacional da Alemanha". Todos os anos, esta imagem se confirma com a entrega do Prêmio Carlos Magno. Composta por um certificado, uma medalha e a quantia simbólica de cinco mil euros, a distinção destaca personalidades que se empenharam em prol da Europa. Entre os laureados já estiveram Winston Churchill, Václáv Havel e Jacques Delors.

Com 250 mil habitantes, Aachen é um paraíso para os amantes da história e da arte. Uma visita detalhada à majestosa Catedral de São Estêvão e seu tesouro exige algumas horas, dado o seu tamanho e os tesouros que abriga. O templo originou-se da Capela Palatinada (Pfalzkapelle), erigida por Carlos Magno em 788. Ele foi o primeiro patrimônio cultural da humanidade declarado pela Unesco na Alemanha. A Catedral de Aachen exibe inúmeros pontos de interesse arquitetônico e histórico: afinal, durante 600 anos foi local de coroação dos reis alemães.

No outro extremo do tempo, está o Ludwig Forum, de arte moderna internacional. O antigo galpão de fábrica no estilo art nouveau abriga desde obras-primas da pop art às mais novas tendências contemporâneas. A área em torno da catedral tem inúmeros bares, cafés e lojas. Dentre estas, algumas relíquias, como a única loja de cestos da cidade, na Körbergasse.

Entre as especialidades culinárias da antiga residência imperial estão as aachener printen, a variedade local de pão de mel, feito com xarope de açúcar. Encontradas em praticamente todos as padarias e confeitarias da cidade, as printen são ainda mais deliciosas se saboreadas com estilo. Por exemplo no mais antigo café, o Alt Aachener Kaffeestuben, pertinho do centro da cidade.[/align]

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[align=justify][t1]Quedlinburg[/t1]

 

Há dez anos, Quedlinburg no Estado da Saxônia-Anhalt entrou na lista dos patrimônios da humanidade, elaborada pela Unesco. A cidade teve sorte. Durante uma certa época, alguns dos seus inúmeros monumentos estiveram ameaçados de demolição.

É como num álbum de fotografias - pitorescas casas de enxaimel, fachadas ricamente decoradas, vielas estreitas e um devaneante emaranhado de telhados pontiagudos e torres. A cidade de Quedlinburg é por inteiro uma atração turística. Em cerca de 80 hectares estão concentradas 1300 casas de enxaimel de oito séculos. Essa silhueta urbana histórica ímpar foi reconhecida pela Unesco, em 17 de dezembro de 1994, como patrimônio cultural da humanidade, sendo incluída na lista dos monumentos que devem ser preservados.

 

[t3]Cidade medieval[/t3]

 

"O bairro histórico de Quedlinburg é um exemplo extraordinário de cidade medieval européia", foi como a Unesco justificou na época sua inclusão na lista dos patrimônios da humanidade. A igreja de São Servatius, com os túmulos do primeiro rei alemão, Henrique I, e de sua esposa, Mathilde, e o tesouro da catedral, é uma obra-prima arquitetônica do estilo românico. Com quase 24 mil habitantes, Quedlinburg é um dos maiores monumentos da Alemanha. No seu centro histórico, mais de 800 construções também são consideradas, isoladamente, como monumentos.

Na época da Alemanha Oriental, as fachadas decorativas de Quedlinburg começaram a ruir. O cuidado com os prédios foi negligenciado, chegou-se a planejar até mesmo a sua demolição. Mas desde 1990, a cidade está sendo saneada. Segundo a Unesco, os custos poderão ser da ordem de 640 milhões de euros. O maior problema é representado pela colina Schlossberg. A íngreme rocha de arenito, sobre a qual está a igreja de São Servatius com o seu tesouro milenar e o castelo renascentista, pode desabar, pois foi escavada por veios subterrâneos de água.

O Vitral de Quedlinburg A etiqueta de patrimônio da humanidade atrai turistas para a cidade da região do Harz. Lá existem muitas atrações. Na Casa de Klopstock, ao pé da colina Schlossberg, nasceu o poeta Friedrich Gottlieb Klopstock (1724-1803). Ela abriga hoje um museu. Ao lado, o interessado em arte pode visitar a Galeria Feininger, que expõe as obras expressionistas de Lyonel Feininger (1871-1956). Também o Museu do Enxaimel e o Museu dos Vitrais despertam grande interesse dos visitantes. Inúmeros ateliês artísticos e artesanais completam a oferta turística da cidade.[/align]

 

 

[creditos]Fonte:Deutsche welle

Pesquisa:Schwertner

Edição:Joycebandi e Maurocuritiba[/creditos]

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