Este é o relato da viagem que fiz com a patroa e alguns amigos durante 18 dias ficando em 4 cidades ( Madri, Marselha, Praga e Munique) e ainda alguns “bate-voltas” (Toledo, Mônaco, Plsen, Dachau e Fussen)
Colocarei o máximo de informações que puder, já que o relato é bem atual – cheguei ontem, 18/7 - mas qualquer outra dúvida é só perguntar!
I – Madri (De 1/7 a 2/7)
A capital espanhola meio que apareceu por acaso no roteiro. O voo da Iberia menos caro mais barato fez muita diferença. Além disso, minha esposa não conhecia a cidade e eu sabia que lá era certeza de sucesso, então fomos. (Já fui para a Europa há um pouco mais de dois anos e por sinal, ainda devo esse relato, mas enfim...)
Lá fiquei no Hostal Tijcal - http://www.hostaltijcal.com/en/ - que fica bem perto da estação Sol, bem na região central de Madri. Bom lugar, com um restaurante/bar deles bem ao lado, com preço justo. Eles cobram pelo ar condicionado (6€/dia), mas dei a sorte deles deixarem o aparelho ligado e eu controlava o aparelho diretamente da tomada, sem custos!
No primeiro dia, senti os efeitos do “jet-lag” e por conta disso, peguei mais leve. Dei um passeio pela Plaza Mayor e o mercado de San Miguel, que é pequeno, bonito, essencialmente turístico e por conta disso, caro. Passe por lá, mas alguns minutos já serão mais do que suficientes.
Além disso, fomos ao palácio real, onde soube que na primeira Terça do mês haveria a tal da troca da guarda. Errei. A troca da guarda se da na primeira QUARTA de todos os meses, ao meio dia. Depois de uma caminhada aleatória pela região, rodeada de lindos parques, não resisti e capotei, me reservando apenas aos prazeres da noite, no bar.
No segundo dia, já com mais energia, fomos finalmente ver a tal troca da guarda, passamos pela catedral de Nossa senhora de La Almudena – a padroeira de Madri – que fica bem perto do palácio real e é bem imponente e bonita.
Direto dali, fomos a Plaza de toros de Las ventas. Sucesso! Lugar de arquitetura rústica e da a ideia de algo que não é comum para nós brasileiros. Se você não for um ambientalista xiita, é bem válido, mesmo se tiver dó dos touros, como o caso da minha esposa. O tour parece bastante com o do Santiago Bernabeu ( que fui na outra passagem por Madri), ou seja, você só tem um áudio guia e faz o rolê no tempo que quiser. Quanto? 12€/pessoa (inteira)
DICA: Leve a sua carteirinha de estudante, no caso de Las ventas e em outros lugares ela é aceita e você paga meia
Depois desse tour partimos para o museu do Prado, afinal, tava na hora de agradar a esposa. Chegamos lá já perto das 18h, se não me engano. A vantagem é que era o horário onde a entrada é na faixa, mas se você for antes paga 14€/pessoa. Como já sabido por muitos, o museu é bem grande e pra quem quer conhece-lo bem de fato é necessário ao menos um dia passeando por lá.
Ao lado do museu há o jardim botânico, que cobra 3€/pessoa pra entrar. Como o verão madrilenho é muito seco, ele não oferece muitas atrações. Mas acredito que na primavera (março a junho) ele deva estar bem mais interessante.
Em todas as cidades, pude usar sem problemas o transporte coletivo. Madri é muito bem abastecida pela rede metroviária ( lembra muito, pra quem já foi, o metro de Santiago). Lá o metrô é cobrado proporcionalmente a distância, com valores em torno de 1,50€, com a exceção do aeroporto, que a viagem sai 5€.
Mas caminhar pelas ruas de Madri, como de qualquer outra cidade ( principalmente no verão), vale muito a pena. Eu e minha esposa temos um ritmo bem tranquilo e em diversas vezes paramos em algum barzinho e curtimos uns tapas e uma(s) cerveja(s) e sangria(s). O clima ajuda, e muito!
Antes que me esqueça, o custo de vida em Madri foi o mais baixo dos países da zona do Euro que passamos ( comparar com a Republica Tcheca é covardia). Para almoçar sempre foi tranquilo. Por sinal, houve um dia que comemos um senhor almoço, daqueles de você não dar conta, com sobremesa e bebida inclusos por meros 10€/pessoa. Mas dá pra gastar menos ainda.
Deixarei o bate volta pra Toledo pro próximo post.
Olá!
Este é o relato da viagem que fiz com a patroa e alguns amigos durante 18 dias ficando em 4 cidades ( Madri, Marselha, Praga e Munique) e ainda alguns “bate-voltas” (Toledo, Mônaco, Plsen, Dachau e Fussen)
Colocarei o máximo de informações que puder, já que o relato é bem atual – cheguei ontem, 18/7 - mas qualquer outra dúvida é só perguntar!
I – Madri (De 1/7 a 2/7)
A capital espanhola meio que apareceu por acaso no roteiro. O voo da Iberia menos caro mais barato fez muita diferença. Além disso, minha esposa não conhecia a cidade e eu sabia que lá era certeza de sucesso, então fomos. (Já fui para a Europa há um pouco mais de dois anos e por sinal, ainda devo esse relato, mas enfim...)
Lá fiquei no Hostal Tijcal - http://www.hostaltijcal.com/en/ - que fica bem perto da estação Sol, bem na região central de Madri. Bom lugar, com um restaurante/bar deles bem ao lado, com preço justo. Eles cobram pelo ar condicionado (6€/dia), mas dei a sorte deles deixarem o aparelho ligado e eu controlava o aparelho diretamente da tomada, sem custos!
No primeiro dia, senti os efeitos do “jet-lag” e por conta disso, peguei mais leve. Dei um passeio pela Plaza Mayor e o mercado de San Miguel, que é pequeno, bonito, essencialmente turístico e por conta disso, caro. Passe por lá, mas alguns minutos já serão mais do que suficientes.
Além disso, fomos ao palácio real, onde soube que na primeira Terça do mês haveria a tal da troca da guarda. Errei. A troca da guarda se da na primeira QUARTA de todos os meses, ao meio dia. Depois de uma caminhada aleatória pela região, rodeada de lindos parques, não resisti e capotei, me reservando apenas aos prazeres da noite, no bar.
No segundo dia, já com mais energia, fomos finalmente ver a tal troca da guarda, passamos pela catedral de Nossa senhora de La Almudena – a padroeira de Madri – que fica bem perto do palácio real e é bem imponente e bonita.
Direto dali, fomos a Plaza de toros de Las ventas. Sucesso! Lugar de arquitetura rústica e da a ideia de algo que não é comum para nós brasileiros. Se você não for um ambientalista xiita, é bem válido, mesmo se tiver dó dos touros, como o caso da minha esposa. O tour parece bastante com o do Santiago Bernabeu ( que fui na outra passagem por Madri), ou seja, você só tem um áudio guia e faz o rolê no tempo que quiser. Quanto? 12€/pessoa (inteira)
DICA: Leve a sua carteirinha de estudante, no caso de Las ventas e em outros lugares ela é aceita e você paga meia
Depois desse tour partimos para o museu do Prado, afinal, tava na hora de agradar a esposa. Chegamos lá já perto das 18h, se não me engano. A vantagem é que era o horário onde a entrada é na faixa, mas se você for antes paga 14€/pessoa. Como já sabido por muitos, o museu é bem grande e pra quem quer conhece-lo bem de fato é necessário ao menos um dia passeando por lá.
Ao lado do museu há o jardim botânico, que cobra 3€/pessoa pra entrar. Como o verão madrilenho é muito seco, ele não oferece muitas atrações. Mas acredito que na primavera (março a junho) ele deva estar bem mais interessante.
Em todas as cidades, pude usar sem problemas o transporte coletivo. Madri é muito bem abastecida pela rede metroviária ( lembra muito, pra quem já foi, o metro de Santiago). Lá o metrô é cobrado proporcionalmente a distância, com valores em torno de 1,50€, com a exceção do aeroporto, que a viagem sai 5€.
Mas caminhar pelas ruas de Madri, como de qualquer outra cidade ( principalmente no verão), vale muito a pena. Eu e minha esposa temos um ritmo bem tranquilo e em diversas vezes paramos em algum barzinho e curtimos uns tapas e uma(s) cerveja(s) e sangria(s). O clima ajuda, e muito!
Antes que me esqueça, o custo de vida em Madri foi o mais baixo dos países da zona do Euro que passamos ( comparar com a Republica Tcheca é covardia). Para almoçar sempre foi tranquilo. Por sinal, houve um dia que comemos um senhor almoço, daqueles de você não dar conta, com sobremesa e bebida inclusos por meros 10€/pessoa. Mas dá pra gastar menos ainda.
Deixarei o bate volta pra Toledo pro próximo post.
Até!