Bom, acompanho o site desde o planejamento para o meu primeiro mochilão, em 2009, quando passei um mês na Europa.
Desde então, não parei mais de viajar e até fiz uma ou outra contribuição pontual aqui, mas sem nunca escrever um relato mais completo, o que vou - tentar - corrigir agora.
Então vamos lá.
A vontade de conhecer o Japão surgiu em 2007, quando passei um tempo estudando em Vancouver, que é praticamente um enclave asiático dentro do Canadá.
Voltei de lá achando os nativos "ok", mas o que eu curti mesmo, em termo de povo, foram os japoneses com os quais tive a oportunidade de conviver. Todos absurdamente gentis, educados e tudo mais.
Comecei a ler sobre o país, mas sempre faltava coragem para encarar a viagem de avião para o outro lado do mundo, além da grana, até que, este ano, decidi que havia chegado a hora e lá fomos nós, eu e minha namorada, encarar essa jornada.
Ao contrário das minhas primeiras viagens, que eram mais num estilo mochileiro roots, com quartos em albergues fedidos com 30 pessoas, e refeições no fim da tarde, para servirem como almoço e jantar , essa para o Japão foi com mala (pequena) de rodinhas e hospedagem em hotéis, além de um orçamento mais folgado, que permitia fazer 3 refeições por dia, como uma pessoa normal.
Pois bem, comprei a passagem pela Emirates chegando por Osaka e voltando por Tokyo, por recomendação do Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, que sempre fala que é bom chegar na capital japonesa apenas quando já estiver mais ambientado ao país, pois os deslocamentos por lá seriam muito complicados.
Sinceramente? Gostei da forma como a trip ficou distribuída, mas não tive nenhuma dificuldade para passear por Tokyo. Ao contrário, achei, não só ela como todo o Japão, o país mais fácil para viajar dentre todos nos quais já estive.
Pois bem, cheguei em Osaka num final de tarde, mas não conheci nada da cidade além do aeroporto, pois já peguei um trem direto para Kyoto.
Uma coisa curiosa do Japão é que a taxa de câmbio do aeroporto é igual - ou até melhor - do que aquela praticada nos demais lugares. Então, podem trocar o dinheiro aqui sem problemas.
Quanto aos trens, simulei quanto ficaria para comprar todos os deslocamentos de modo avulso e comparei com o preço do Japan Rail Pass. No meu caso, o passe ainda ficaria um pouco mais caro, mas optei pelo mesmo pela comodidade, e olha, valeu demais!
É muito prático chegar e pegar o trem, sem ter que ficar entrando em fila para comprar passagens. Também é ótimo não ter que se preocupar com horários. É chegar na estação e embarcar no próximo disponível. Tive recomendações para fazer reservas em alguns trechos - e até as fiz - mas foi totalmente desnecessário, pelo menos na época em que viajei - Outubro.
De qualquer modo, vale a pena ter o site hyperdia.com, que disponibiliza o timetable do sistema de transportes do país, à mão, pois em algumas rotas a oferta não é tanta, assim você pode se programar para só chegar na estação na hora em que um trem estiver para sair, e evitar, assim, ter que ficar esperando muito pelo próximo.
Quando foram fazer consultas no site, lembrem-se de desmarcarem a opção NOZOMI / MIZUHO /HAYABUSA, pois o passe não inclui eles.
Então, como dizia, cheguei no aeroporto, fiz o câmbio dos dólares que havia levado, troquei o voucher do rail pass pelo passe em si num escritório localizado no próprio aeroporto e embarquei rumo à Kyoto, com uma baldeação em uma das duas estações de Osaka (tudo indicado pelo hyperdia). Depois de uma hora de viagem, mais ou menos, finalmente chegamos ao nosso primeiro destino, a antiga capital imperial japonesa.
E aê, pessoal!
Bom, acompanho o site desde o planejamento para o meu primeiro mochilão, em 2009, quando passei um mês na Europa.
Desde então, não parei mais de viajar e até fiz uma ou outra contribuição pontual aqui, mas sem nunca escrever um relato mais completo, o que vou - tentar - corrigir agora.
Então vamos lá.
A vontade de conhecer o Japão surgiu em 2007, quando passei um tempo estudando em Vancouver, que é praticamente um enclave asiático dentro do Canadá.
Voltei de lá achando os nativos "ok", mas o que eu curti mesmo, em termo de povo, foram os japoneses com os quais tive a oportunidade de conviver. Todos absurdamente gentis, educados e tudo mais.
Comecei a ler sobre o país, mas sempre faltava coragem para encarar a viagem de avião para o outro lado do mundo, além da grana, até que, este ano, decidi que havia chegado a hora e lá fomos nós, eu e minha namorada, encarar essa jornada.
Ao contrário das minhas primeiras viagens, que eram mais num estilo mochileiro roots, com quartos em albergues fedidos com 30 pessoas, e refeições no fim da tarde, para servirem como almoço e jantar
, essa para o Japão foi com mala (pequena) de rodinhas e hospedagem em hotéis, além de um orçamento mais folgado, que permitia fazer 3 refeições por dia, como uma pessoa normal. 

Pois bem, comprei a passagem pela Emirates chegando por Osaka e voltando por Tokyo, por recomendação do Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, que sempre fala que é bom chegar na capital japonesa apenas quando já estiver mais ambientado ao país, pois os deslocamentos por lá seriam muito complicados.
Sinceramente? Gostei da forma como a trip ficou distribuída, mas não tive nenhuma dificuldade para passear por Tokyo. Ao contrário, achei, não só ela como todo o Japão, o país mais fácil para viajar dentre todos nos quais já estive.
Pois bem, cheguei em Osaka num final de tarde, mas não conheci nada da cidade além do aeroporto, pois já peguei um trem direto para Kyoto.
Uma coisa curiosa do Japão é que a taxa de câmbio do aeroporto é igual - ou até melhor - do que aquela praticada nos demais lugares. Então, podem trocar o dinheiro aqui sem problemas.
Quanto aos trens, simulei quanto ficaria para comprar todos os deslocamentos de modo avulso e comparei com o preço do Japan Rail Pass. No meu caso, o passe ainda ficaria um pouco mais caro, mas optei pelo mesmo pela comodidade, e olha, valeu demais!
É muito prático chegar e pegar o trem, sem ter que ficar entrando em fila para comprar passagens. Também é ótimo não ter que se preocupar com horários. É chegar na estação e embarcar no próximo disponível. Tive recomendações para fazer reservas em alguns trechos - e até as fiz - mas foi totalmente desnecessário, pelo menos na época em que viajei - Outubro.
De qualquer modo, vale a pena ter o site hyperdia.com, que disponibiliza o timetable do sistema de transportes do país, à mão, pois em algumas rotas a oferta não é tanta, assim você pode se programar para só chegar na estação na hora em que um trem estiver para sair, e evitar, assim, ter que ficar esperando muito pelo próximo.
Quando foram fazer consultas no site, lembrem-se de desmarcarem a opção NOZOMI / MIZUHO /HAYABUSA, pois o passe não inclui eles.
Então, como dizia, cheguei no aeroporto, fiz o câmbio dos dólares que havia levado, troquei o voucher do rail pass pelo passe em si num escritório localizado no próprio aeroporto e embarquei rumo à Kyoto, com uma baldeação em uma das duas estações de Osaka (tudo indicado pelo hyperdia). Depois de uma hora de viagem, mais ou menos, finalmente chegamos ao nosso primeiro destino, a antiga capital imperial japonesa.
CONTINUA...