O crack desbancou a cocaína injetável e chegou à elite paulista. Levantamento realizado entre os pacientes do SUS do Estado confirma uma percepção das clínicas particulares: pacientes com renda mensal (pessoal ou familiar) superior a 20 salários mínimos (R$ 9.300) somam 15% das pessoas em tratamento público por dependência da pedra. Em 2006, o mesmo grupo respondia por 12% do total. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde e revelam que a escalada do crack na classe média foi ainda mais expressiva do que em outros segmentos.
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O crack desbancou a cocaína injetável e chegou à elite paulista. Levantamento realizado entre os pacientes do SUS do Estado confirma uma percepção das clínicas particulares: pacientes com renda mensal (pessoal ou familiar) superior a 20 salários mínimos (R$ 9.300) somam 15% das pessoas em tratamento público por dependência da pedra. Em 2006, o mesmo grupo respondia por 12% do total. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde e revelam que a escalada do crack na classe média foi ainda mais expressiva do que em outros segmentos.