Sai de casa no final de Outubro de 2014 e atrasei bastante em relação à criação de conteúdo para a página. Confesso, não achei que seria tão difícil assim compartilhar as minhas experiências. Digo difícil porque acredito que isso aqui é muito mais do que simplesmente vomitar perspectivas de viagem. Formarei opiniões. Alimentarei esperanças.
A intenção é boa. A ideia de compartilhar experiências dessa nova vida não pode ser ignorada. E quem me disse isso foi o Edu, doDiários de Carona
. Meu padrinho nessa trip.
Planejei me envolver melhor com o mundo a alguns anos, e, finalmente tive disposição de dar o primeiro passo.
Meu foco: seres humanos. Não planejo viajar como turista. Tento seguir uma lógica antropológica, no sentido de entender os porquês, as rotinas, as expectativas, os sonhos e os desejos que pairam sobre algum determinado lugar. Mas já adianto: de antropólogo eu não tenho nada.
Me envolvi com publicidade, designer, peguei uma boa experiência com bares, bartender, garçom e qualquer outra coisa que pudesse me ajudar nessa nova empreitada. Qualquer coisa que me fizesse oferecer um bom feedback para um futuro empregador.
Meu primeiro destino foi Caraíva - Sul Bahia. Lá, o lugar em que nasceria o meu eu interior. Não por ser Caraíva, necessariamente. Mas por ser o primeiro lugar. Aprendi, amadureci, acertei, errei e cresci.
Virei dono de mim.
Quantas dúvidas não foram respondidas. Quantas novas questões eu não me questionei. E porque? Porque tinha que ser.
E como eu sabia? Sabendo. Eu fui. Dei o primeiro passo. Lá estava eu. Vivendo um sonho. Pela primeira vez eu estava definitivamente aonde eu queria estar.
Agora estou em São Paulo - Capital. Aooo selvinha de pedras. Aonde os vizinhos mal-mal se cumprimentam no elevador. Aonde tudo pode acontecer e nada, também. Vim pela família, pelos avós que já estão velhinhos. Busco alguma forma de tranquilizá-los, mas temos linhas de raciocínio tão distintas que não é fácil. E falando nisso, eles não estão muito contentes com o meu novo projeto, mas me apoiam de todas as formas possíveis e imagináveis, eu sei.
Tento hoje ouvir o meu coração. Ir para onde sinto que devo ir. Acredito nas pessoas. E minha intuição diz que ainda vale a pena.
Vou citar Criolo: "As pessoas não são más, elas só estão perdidas."
http://fb.com/deeChinelo
Sai de casa no final de Outubro de 2014 e atrasei bastante em relação à criação de conteúdo para a página. Confesso, não achei que seria tão difícil assim compartilhar as minhas experiências. Digo difícil porque acredito que isso aqui é muito mais do que simplesmente vomitar perspectivas de viagem. Formarei opiniões. Alimentarei esperanças.
A intenção é boa. A ideia de compartilhar experiências dessa nova vida não pode ser ignorada. E quem me disse isso foi o Edu, doDiários de Carona
. Meu padrinho nessa trip.
Planejei me envolver melhor com o mundo a alguns anos, e, finalmente tive disposição de dar o primeiro passo.
Meu foco: seres humanos. Não planejo viajar como turista. Tento seguir uma lógica antropológica, no sentido de entender os porquês, as rotinas, as expectativas, os sonhos e os desejos que pairam sobre algum determinado lugar. Mas já adianto: de antropólogo eu não tenho nada.
Me envolvi com publicidade, designer, peguei uma boa experiência com bares, bartender, garçom e qualquer outra coisa que pudesse me ajudar nessa nova empreitada. Qualquer coisa que me fizesse oferecer um bom feedback para um futuro empregador.
Meu primeiro destino foi Caraíva - Sul Bahia. Lá, o lugar em que nasceria o meu eu interior. Não por ser Caraíva, necessariamente. Mas por ser o primeiro lugar. Aprendi, amadureci, acertei, errei e cresci.
Virei dono de mim.
Quantas dúvidas não foram respondidas. Quantas novas questões eu não me questionei. E porque? Porque tinha que ser.
E como eu sabia? Sabendo. Eu fui. Dei o primeiro passo. Lá estava eu. Vivendo um sonho. Pela primeira vez eu estava definitivamente aonde eu queria estar.
Agora estou em São Paulo - Capital. Aooo selvinha de pedras. Aonde os vizinhos mal-mal se cumprimentam no elevador. Aonde tudo pode acontecer e nada, também. Vim pela família, pelos avós que já estão velhinhos. Busco alguma forma de tranquilizá-los, mas temos linhas de raciocínio tão distintas que não é fácil. E falando nisso, eles não estão muito contentes com o meu novo projeto, mas me apoiam de todas as formas possíveis e imagináveis, eu sei.
Tento hoje ouvir o meu coração. Ir para onde sinto que devo ir. Acredito nas pessoas. E minha intuição diz que ainda vale a pena.
Vou citar Criolo: "As pessoas não são más, elas só estão perdidas."
E é pra lá que eu vou.
http://fb.com/deeChinelo