Em setembro eu resolvi fazer um intercâmbio com a Aiesec, fazendo trabalho voluntário em algum lugar. Eu queria ir para o Centro da Europa ou para o Sudeste da Ásia, lugares que sempre me interessaram, mas o preço das passagens me fez concentrar na Europa.
Primeiro eu fui a Aiesec da minha cidade, assinei o contrato e paguei a taxa de mil reais. Uma menina de lá ficou como minha ep manager, para me ajudar no processo. Eu comecei a pesquisar o banco de dados da Aiesec, marcando os países que me interessavam, mas deixei em aberto as datas por conselho da Aiesec, já que em muitos lugares as datas são flexíveis. Mandei email para as vagas que me interessaram na Polônia, República Tcheca, Hungria, Sérvia, Bulgária. Alguns me responderam, outros só depois que minha EP manager cobrou. Alguns marcaram entrevista por skype. O primeiro a me chamar foi, por felicidade, o que mais me interessou, o Edison Project em Praga.
Quando olhei a descrição da vaga, já sabia algumas coisas importantes, como a carga horária que eu deveria trabalhar (30h), se deveria trabalhar sábado (não), se as escolas ofereciam algo (alojamento e almoço). É bom olhar isso, porque algumas vagas eram para trabalhar em cursinhos pagos de línguas com nada incluído, o que me pareceu exploração. Mas se você vai trabalhar em uma escola, um hospital ou orfanato, já é compreensível, mas é bom saber para decidir quanto dinheiro levar.
Recomendo muito para quem está interessado na Aiesec que leia relatos online, mesmo se o trabalho do qual a pessoa está falando não seja exatamente o que você quer. As pessoas geralmente falam se a Aiesec local era legal, respondia os emails rápido, deu assistência lá. Por exemplo, todo mundo que eu conheci em Praga estava muito satisfeito com a ajuda deles, enquanto todo mundo que eu conheci que foi para Nova Delhi estava decepcionado e acabou fazendo um trabalho diferente do que foi contratado para fazer.
Em setembro eu resolvi fazer um intercâmbio com a Aiesec, fazendo trabalho voluntário em algum lugar. Eu queria ir para o Centro da Europa ou para o Sudeste da Ásia, lugares que sempre me interessaram, mas o preço das passagens me fez concentrar na Europa.
Primeiro eu fui a Aiesec da minha cidade, assinei o contrato e paguei a taxa de mil reais. Uma menina de lá ficou como minha ep manager, para me ajudar no processo. Eu comecei a pesquisar o banco de dados da Aiesec, marcando os países que me interessavam, mas deixei em aberto as datas por conselho da Aiesec, já que em muitos lugares as datas são flexíveis. Mandei email para as vagas que me interessaram na Polônia, República Tcheca, Hungria, Sérvia, Bulgária. Alguns me responderam, outros só depois que minha EP manager cobrou. Alguns marcaram entrevista por skype. O primeiro a me chamar foi, por felicidade, o que mais me interessou, o Edison Project em Praga.
Quando olhei a descrição da vaga, já sabia algumas coisas importantes, como a carga horária que eu deveria trabalhar (30h), se deveria trabalhar sábado (não), se as escolas ofereciam algo (alojamento e almoço). É bom olhar isso, porque algumas vagas eram para trabalhar em cursinhos pagos de línguas com nada incluído, o que me pareceu exploração. Mas se você vai trabalhar em uma escola, um hospital ou orfanato, já é compreensível, mas é bom saber para decidir quanto dinheiro levar.
Recomendo muito para quem está interessado na Aiesec que leia relatos online, mesmo se o trabalho do qual a pessoa está falando não seja exatamente o que você quer. As pessoas geralmente falam se a Aiesec local era legal, respondia os emails rápido, deu assistência lá. Por exemplo, todo mundo que eu conheci em Praga estava muito satisfeito com a ajuda deles, enquanto todo mundo que eu conheci que foi para Nova Delhi estava decepcionado e acabou fazendo um trabalho diferente do que foi contratado para fazer.