Compramos nossas passagens numa promoção da Gol, por isso nosso voo era bem cedo. O plano era ficar pelo menos 1 dia em BH e talvez conhecer algum ponto de rapel nas proximidades, depois seguir até Ouro Preto, e então de trem até Mariana, e por fim São João del Rei e Tiradentes.
Mas é claro que tudo mudou no caminho, porque assim como a vida, planos são pequenas ilusões que criamos para termos a sensação de controle e conforto perante o inevitável.
Chegamos em BH e o grupo de rapel só sairia 2 dias depois e como essa viagem foi no estilo “mochilão”, não teríamos como acompanhá-los, por isso desistimos. Sendo assim, visitamos o “Museu das Minas e do Metal” na Praça da Liberdade, com seu acervo deslumbrante de minerais, rochas, gemas e até meteoritos.
Do outro lado da Praça, no CCBB, havia uma exposição de Kandinsky, pintor abstrato russo. Além do CCBB ocupar um prédio simplesmente incrível, essa mostra foi muito bem elaborada, não só com obras do artista, mas com várias outras obras do mesmo período, além do contexto histórico e muitas referências culturais. Imperdível!
Pegamos um ônibus na rodoviária e partimos para Ouro Preto, chegando no fim da tarde. O Sol já sumindo no horizonte deixava sua marca dourada sobre a cidade, destacando ainda mais aquela aura mágica de uma cidade que exala história.
Das ladeiras íngremes de calçamento de pedra às ruas estreitas que serpenteiam os morros, Ouro Preto é uma cidade ímpar e encantadora, que cheira à arte e história.
Deixamos nossas mochilas na pousada (construída em 1730), onde havíamos feito reserva, e saímos para conhecer um pouco da cidade e alguns de seus pontos turísticos.
Dia 16/04:
Compramos nossas passagens numa promoção da Gol, por isso nosso voo era bem cedo. O plano era ficar pelo menos 1 dia em BH e talvez conhecer algum ponto de rapel nas proximidades, depois seguir até Ouro Preto, e então de trem até Mariana, e por fim São João del Rei e Tiradentes.
Mas é claro que tudo mudou no caminho, porque assim como a vida, planos são pequenas ilusões que criamos para termos a sensação de controle e conforto perante o inevitável.
Chegamos em BH e o grupo de rapel só sairia 2 dias depois e como essa viagem foi no estilo “mochilão”, não teríamos como acompanhá-los, por isso desistimos. Sendo assim, visitamos o “Museu das Minas e do Metal” na Praça da Liberdade, com seu acervo deslumbrante de minerais, rochas, gemas e até meteoritos.
Do outro lado da Praça, no CCBB, havia uma exposição de Kandinsky, pintor abstrato russo. Além do CCBB ocupar um prédio simplesmente incrível, essa mostra foi muito bem elaborada, não só com obras do artista, mas com várias outras obras do mesmo período, além do contexto histórico e muitas referências culturais. Imperdível!
Pegamos um ônibus na rodoviária e partimos para Ouro Preto, chegando no fim da tarde. O Sol já sumindo no horizonte deixava sua marca dourada sobre a cidade, destacando ainda mais aquela aura mágica de uma cidade que exala história.
Das ladeiras íngremes de calçamento de pedra às ruas estreitas que serpenteiam os morros, Ouro Preto é uma cidade ímpar e encantadora, que cheira à arte e história.
Deixamos nossas mochilas na pousada (construída em 1730), onde havíamos feito reserva, e saímos para conhecer um pouco da cidade e alguns de seus pontos turísticos.