Montevidéu, 17 ago (EFE).- Mais de dois mil passageiros foram afetados pela greve de funcionários da companhia aérea uruguaia Pluna, que começou na noite deste domingo e que levou à suspensão de 38 voos, entre eles os de ida e volta de Montevidéu para São Paulo e Curitiba programados para hoje.
Em declarações à Agência Efe, o responsável pela comunicação da Pluna com a imprensa, Alejandro Butler, disse que a greve se prolongará durante todo o dia de hoje.
Três dos voos suspensos deveriam ter ocorrido ontem e os 35 restantes, hoje. Além do Brasil, eles tinham como destinos países como Argentina, Chile e Paraguai.
Segundo Butler, a própria empresa "decidiu cancelar os voos para dar proteção aos passageiros afetados e entrou em contato com mais de 2.000 para tentar oferecer a alternativa de viajar por outras companhias ou de fazê-lo amanhã".
Butler assegurou que o nível de adesão à greve entre os funcionários da Pluna é "relativamente baixo", mas lembrou que os afetados são muitos justamente "porque a empresa decidiu cancelar os voos".
O sindicato da Pluna acusa a empresa de violar um acordo coletivo depois de 14 tripulantes de cabine demitidos no início do ano terem recebido a oferta de serem recontratados em julho em outras áreas da companhia aérea.
Dez desses auxiliares se negaram a mudar de área e aceitaram uma aposentadoria antecipada para se desligarem da empresa.
Segundo Butler, a "flexibilização" do pessoal está prevista no acordo coletivo.
No entanto, o sindicato reivindica um "seguro-desemprego rotativo" que garanta a permanência dos tripulantes em suas respectivas áreas.
"Ao tomar estas medidas e não respeitar a 'paz laboral', o sindicato está violando o convênio", disse Butler.
No total, 75% das ações da Pluna são propriedade do grupo Leadgate. Os 25% restantes são do Estado uruguaio.
http://viagem.uol.com.br/ultnot/efe/2009/08/17/ult3903u804.jhtm
Montevidéu, 17 ago (EFE).- Mais de dois mil passageiros foram afetados pela greve de funcionários da companhia aérea uruguaia Pluna, que começou na noite deste domingo e que levou à suspensão de 38 voos, entre eles os de ida e volta de Montevidéu para São Paulo e Curitiba programados para hoje.
Em declarações à Agência Efe, o responsável pela comunicação da Pluna com a imprensa, Alejandro Butler, disse que a greve se prolongará durante todo o dia de hoje.
Três dos voos suspensos deveriam ter ocorrido ontem e os 35 restantes, hoje. Além do Brasil, eles tinham como destinos países como Argentina, Chile e Paraguai.
Segundo Butler, a própria empresa "decidiu cancelar os voos para dar proteção aos passageiros afetados e entrou em contato com mais de 2.000 para tentar oferecer a alternativa de viajar por outras companhias ou de fazê-lo amanhã".
Butler assegurou que o nível de adesão à greve entre os funcionários da Pluna é "relativamente baixo", mas lembrou que os afetados são muitos justamente "porque a empresa decidiu cancelar os voos".
O sindicato da Pluna acusa a empresa de violar um acordo coletivo depois de 14 tripulantes de cabine demitidos no início do ano terem recebido a oferta de serem recontratados em julho em outras áreas da companhia aérea.
Dez desses auxiliares se negaram a mudar de área e aceitaram uma aposentadoria antecipada para se desligarem da empresa.
Segundo Butler, a "flexibilização" do pessoal está prevista no acordo coletivo.
No entanto, o sindicato reivindica um "seguro-desemprego rotativo" que garanta a permanência dos tripulantes em suas respectivas áreas.
"Ao tomar estas medidas e não respeitar a 'paz laboral', o sindicato está violando o convênio", disse Butler.
No total, 75% das ações da Pluna são propriedade do grupo Leadgate. Os 25% restantes são do Estado uruguaio.