Essa foi minha primeira viagem sozinha e venho aqui compartilhar essa experiência que todos vocês em seus posts me ajudaram a criar esse roteiro e ir com toda segurança e felicidade do mundo.
Fiquei seis dias e pude conhecer Foz, Puerto Iguazú e Ciudad del Leste. Setembro de 2013.
Vamos por partes.
Dia 1 - Chegada e parque das Cataratas
Cheguei em Foz por volta das 12h, me acomodei no hostel Favela Chic (muito bem localizado, mas deixa a desejar em muitos aspectos). Foz é muito simples de andar. Existe uma avenida principal chamada Cataratas. A partir dela você vai para o Aeroporto, Parque das Aves, parque das Cataratas e Argentina de um lado, e pela mesma avenida centro de Foz e Paraguai.
Há muitos ônibus que atendem essa demanda, então peguei um que me deixasse na porta do parque.
A entrada custou R$ 29,20. Há valores diferenciados para brasileiros e membros do Mercosul. Depois que você paga, embarca num ônibus que vai passando pelos pontos principais de parada: rafting, trilhas, arvorismo etc.
Meu interesse era ir direto para as quedas, que é o ponto final. Tudo lá é muito bem sinalizado e muito tranquilo de andar, mesmo para os idosos. A primeira vista é espetacular:
A partir desse mirante você segue o fluxo e triha até chegar à passarela da Garganta do Diabo. Muito famosa, mas tive um azar danado porque as fortes correntezas quebraram parte da passarela
Ok, mesmo assim, não tirou a alegria de poder sentir a energia das águas e ver um dos arco iris mais lindos da minha vida:
Faz muito bem sentir toda essa água correndo por todos os lados e com uma força inacreditável. Faz nos sentirmos muito pequenos.
Depois dessa passarela tem um elevador que leva a outro mirante, para que possa admirar as Cataratas do alto. Como cheguei tarde, consegui pegar o pôr do sol e fiquei encantadíssima:
Para quem não sabe, a área onde hoje se encontra o Parque das Cataratas era uma fazenda particular, e com a ajuda de Santos Dumont ;pai da aviação; ela foi desapropriada e transformada em parque nacional. Em sua homenagem há uma praça e uma estátua:
Saí no horário de fechamento e depois jantei, não fiz nada durante a noite e voltei pro hostel.
Dia 2: Parque das Aves e Itaipu Binacional
Se eu tivesse chegado cedo, eu teria feito o passeio pelo Parque das Aves e Cataratas no mesmo dia já que um é de frente pro outro. Como cheguei depois das 13h, fui para o parque das aves no dia seguinte.
O parque fica na Avenida das Cataratas e você pode pegar qualquer ônibus que passe por lá, porque para na porta. A entrada custou R$ 20,00.
É um santuário de aves, onde eles expõem aves do mundo inteiro e recebem aves em situação de risco e cuidam muito bem delas.
O diferencial de outros parques é que você entra nos viveiros e sente como é estar pertinho de muitos deles, se não tiver medo (que é o meu caso), pode passar a mão neles. É um passeio de meio dia, mas muito proveitoso.
Além de aves, há répteis, macacos e borboletário.
Saindo do parque, tomei um ônibus que me deixou no centro e de lá tomei outro rumo à Itaipu Binacional. O percurso dura uns 40 mins e te deixa na porta.
Entrou na lista das Maravilhas Modernas, pois impressiona pelo porte e grandiosidade. Por ter chegado meio tarde, peguei o passeio panorâmico. Vc entra num ônibus e a guia vai detalhando os pontos e tem paradas para fotos.
Antes de iniciar o passeio de ônibus há uma projeção de aproximadamente 10 mins com a introdução de história e a importância da usina para os dois países: Brasil e Paraguai.
Esse passeio panorâmico consiste em conhecer todo o complexo por baixo e por cima. Fui num dia de muita chuva e garoa, mas deu para ter uma boa noção de como é lindo. Pretendo voltar e ver o funcionamento do vertedouro que disseram ser o equivalente à queda das Cataratas, mas feitas pelas mãos do homem e um passeio por dentro da usina.
Em valorização dos homens que trabalharam nessa obra tão grande e perigosa, há um bosque em homenagem a eles. Onde cada árvore plantada tem uma placa com o nome de um funcionário já falecido. Muito justo.
Dia 3 - Compras no Paraguai e Marco das Três Fronteiras
Paraguai parece uma 25 de Março. Muitas lojas, galerias, gente, gritaria, trânsito bagunçado e muitas opções de compras. É importante ter ideia de onde ir, pois a oferta é muito grande. Algumas coisas podem ser falsificadas.
Meu intuito não era compras, mas consegui ótimos valores por perfumes que eu queria há um tempo.
Voltando a Foz, peguei um ônibus rumo ao Marco das Três Fronteiras. É um obelisco com as cores do Brasil que tem por finalidade representar os limites territoriais dos países vizinhos: Argentina e Paraguai.
De lá é possível ver o obelisco dos vizinhos, que tb têm as cores de suas bandeiras.
É um passeio rápido e tem o obelisco, com uma praça e a história dos habitantes índios nas Américas.
Dica:
NÃO VÃO MUITO TARDE!!
Quando eu desci do buso, perguntei por quanto tempo ele ficaria parado, já que era ponto final e o motorista disse: 40 mins.
Tirei fotos o mais rápido que pude, e tenho certeza que não levei 40 mins, mesmo assim, quando voltei, o buso tinha acabado de ir embora.
Fiquei sozinha naquela estrada esperando outro ônibus e nada.
Quando um anjo em forma de mulher me apareceu e perguntou se eu queria carona. Aceitei na hora!!
Depois desse pequeno susto, me dei de presente um jantar especial num restaurante que eu adorei. Chama-se Rafain Chopp:
Eles tinham um cardápio muito bom de drinks e com valores muito acessíveis no horário de happy hour, além de música ao vivo e ambiente mais que agradável.
Dia 4 - Conhecendo a Argentina - Puerto Iguazú
Indo de Foz pela Avenida das Cataratas chega-se à Argentina. Para quem quer carimbar o passaporte é uma ótima oportunidade. Se não tiver, não tem problema, pode apresentar o RG. Outro ponto importante é que você troque seu dinheiro por pesos, pois os ônibus só aceitam essa moeda e a entrada no Parque Iguazú tb é feita da mesma maneira.
Me hospedei num hostel no meio da estrada, mas eu vou super recomendar, pq é o maior e mais legal hostel que já fiquei. Chama-se Hostel Inn.
Parece um resort, mas com valores super acessíveis. O ônibus para na porta e ele fica ao lado do Ice bar.
Como eu não podia perder muito tempo, deixei minha mochila no quartinho e fui correndo pegar o ônibus para o Parque Iguazú. Convertendo em reais, me custou aproximadamente R$ 43,00.
É um parque muito maior que o brasileiro. Onde há mais valorização da floresta, pelos povos que ali habitaram e tudo isso está registrado num centro de visitantes. O trajeto pode ser feito a pé por meio de trilhas muito bem sinalizadas ou por trem.
O passeio náutico eu fiz pq disseram que o do lado brasileiro era mais caro, mais rápido e menos emocionante. Eu peguei um passeio chamado Gran Aventura onde você pega o barco, ele dá uma volta pelas quedas e depois entra embaixo de uma delas.... é demais!!
Em seguida há um passeio de jipe pela floresta.
As quedas do lado argentino são de perder o fôlego e falando em perder, pedi para que uma pessoa tirasse fotos minhas e ela deixou meu celular cair no chão e quase morri, porque não pude mais tirar fotos de nada.
Com há almas muito boas cruzando meu caminho, conheci no barco um casal brasileiro que tirou fotos minhas no passeio e outro casal argentino que me fez a mesma gentileza. Eu sei que nada supera o prazer de fazer os próprios registros, mas não teve jeito. Ao menos tenho algumas recordações.
O parque é enorme e vale a pena ser visitado em dois dias. Há um local onde você compra o vale para o dia seguinte. O contato com as quedas é muito mais próximo que do lado brasileiro. Vc se sente muito livre em meio a tanta diversidade.
Dia 5 - Conhecendo Puerto Iguazú
É uma cidade muito pequena e bem tranquila. Valoriza muito a cultura indìgena. Isso vê-se pelos murais, esculturas e outras referências que encontramos pelo caminho.
Do hostel, eu peguei um ônibus que me deixou no centro e lá fui conhecer o Hito Tres Fronteras.
Achei muito mais completo e mais cuidado que o lado brasileiro, pois homenageia os demais países vizinhos.
Após o almoço fui ao famoso Duty Free. Infelizmente o valor do dolar não estava muito atraente, então, achei as coisas muito caras. Mas vale a visista. Lá é lindo e muito grande. Não pode tirar foto, tanto que quando vc entra tem ficar somente com a carteira no bolso. O restante eles lacram.
Saindo o Duty Free, voltei pro hostel e fui com o pessoal que conheci lá pro Ice Bar. É muito divertido!! Vale super a pena.
Você paga R$ 40,00 e pode ficar meia hora.
Primeiro você entra numa sala para colocar um casaco e uma luva, em seguida, vc entra numa camara fria para poder se acostumar com o frio e receber algumas dicas, para depois entrar no bar que tem -10C!!
É open bar e como tudo é rápido, vc tem que beber, dançar, ser feliz, tirar foto e beber mais em muito pouco tempo. Vocês têm que ir!!
Dia 6 - Voltando pro Brasil
No dia seguinte eu voltei para Foz e me hospedei no Katharina House Hostel:
Bem ao lado do terminal rodoviário e fica perto de tudo.
Meu último dia foi tranquilo e não fiz nada a não ser esperar o horário de voltar para casa.
Essa viagem foi muito importante para mim por ter sido minha primeira viagem sozinha e percebi que o mundo realmente é muito grande e podemos nos adaptar a qualquer tipo de situção. Quando se planta o bem, muitas outras coisas boas nós plantamos.
Espero que os ajudem em algo e qualquer dúvida, estou à disposição.
Essa foi minha primeira viagem sozinha e venho aqui compartilhar essa experiência que todos vocês em seus posts me ajudaram a criar esse roteiro e ir com toda segurança e felicidade do mundo.
Fiquei seis dias e pude conhecer Foz, Puerto Iguazú e Ciudad del Leste. Setembro de 2013.
Vamos por partes.
Dia 1 - Chegada e parque das Cataratas
Cheguei em Foz por volta das 12h, me acomodei no hostel Favela Chic (muito bem localizado, mas deixa a desejar em muitos aspectos). Foz é muito simples de andar. Existe uma avenida principal chamada Cataratas. A partir dela você vai para o Aeroporto, Parque das Aves, parque das Cataratas e Argentina de um lado, e pela mesma avenida centro de Foz e Paraguai.
Há muitos ônibus que atendem essa demanda, então peguei um que me deixasse na porta do parque.
A entrada custou R$ 29,20. Há valores diferenciados para brasileiros e membros do Mercosul. Depois que você paga, embarca num ônibus que vai passando pelos pontos principais de parada: rafting, trilhas, arvorismo etc.
Meu interesse era ir direto para as quedas, que é o ponto final. Tudo lá é muito bem sinalizado e muito tranquilo de andar, mesmo para os idosos. A primeira vista é espetacular:
A partir desse mirante você segue o fluxo e triha até chegar à passarela da Garganta do Diabo. Muito famosa, mas tive um azar danado porque as fortes correntezas quebraram parte da passarela
Ok, mesmo assim, não tirou a alegria de poder sentir a energia das águas e ver um dos arco iris mais lindos da minha vida:
Faz muito bem sentir toda essa água correndo por todos os lados e com uma força inacreditável. Faz nos sentirmos muito pequenos.
Depois dessa passarela tem um elevador que leva a outro mirante, para que possa admirar as Cataratas do alto. Como cheguei tarde, consegui pegar o pôr do sol e fiquei encantadíssima:
Para quem não sabe, a área onde hoje se encontra o Parque das Cataratas era uma fazenda particular, e com a ajuda de Santos Dumont ;pai da aviação; ela foi desapropriada e transformada em parque nacional. Em sua homenagem há uma praça e uma estátua:
Saí no horário de fechamento e depois jantei, não fiz nada durante a noite e voltei pro hostel.
Dia 2: Parque das Aves e Itaipu Binacional
Se eu tivesse chegado cedo, eu teria feito o passeio pelo Parque das Aves e Cataratas no mesmo dia já que um é de frente pro outro. Como cheguei depois das 13h, fui para o parque das aves no dia seguinte.
O parque fica na Avenida das Cataratas e você pode pegar qualquer ônibus que passe por lá, porque para na porta. A entrada custou R$ 20,00.
É um santuário de aves, onde eles expõem aves do mundo inteiro e recebem aves em situação de risco e cuidam muito bem delas.
O diferencial de outros parques é que você entra nos viveiros e sente como é estar pertinho de muitos deles, se não tiver medo (que é o meu caso), pode passar a mão neles. É um passeio de meio dia, mas muito proveitoso.
Além de aves, há répteis, macacos e borboletário.
Saindo do parque, tomei um ônibus que me deixou no centro e de lá tomei outro rumo à Itaipu Binacional. O percurso dura uns 40 mins e te deixa na porta.
Entrou na lista das Maravilhas Modernas, pois impressiona pelo porte e grandiosidade. Por ter chegado meio tarde, peguei o passeio panorâmico. Vc entra num ônibus e a guia vai detalhando os pontos e tem paradas para fotos.
Antes de iniciar o passeio de ônibus há uma projeção de aproximadamente 10 mins com a introdução de história e a importância da usina para os dois países: Brasil e Paraguai.
Esse passeio panorâmico consiste em conhecer todo o complexo por baixo e por cima. Fui num dia de muita chuva e garoa, mas deu para ter uma boa noção de como é lindo. Pretendo voltar e ver o funcionamento do vertedouro que disseram ser o equivalente à queda das Cataratas, mas feitas pelas mãos do homem e um passeio por dentro da usina.
Em valorização dos homens que trabalharam nessa obra tão grande e perigosa, há um bosque em homenagem a eles. Onde cada árvore plantada tem uma placa com o nome de um funcionário já falecido. Muito justo.
Dia 3 - Compras no Paraguai e Marco das Três Fronteiras
Paraguai parece uma 25 de Março. Muitas lojas, galerias, gente, gritaria, trânsito bagunçado e muitas opções de compras. É importante ter ideia de onde ir, pois a oferta é muito grande. Algumas coisas podem ser falsificadas.
Meu intuito não era compras, mas consegui ótimos valores por perfumes que eu queria há um tempo.
Voltando a Foz, peguei um ônibus rumo ao Marco das Três Fronteiras. É um obelisco com as cores do Brasil que tem por finalidade representar os limites territoriais dos países vizinhos: Argentina e Paraguai.
De lá é possível ver o obelisco dos vizinhos, que tb têm as cores de suas bandeiras.
É um passeio rápido e tem o obelisco, com uma praça e a história dos habitantes índios nas Américas.
Dica:
NÃO VÃO MUITO TARDE!!
Quando eu desci do buso, perguntei por quanto tempo ele ficaria parado, já que era ponto final e o motorista disse: 40 mins.
Tirei fotos o mais rápido que pude, e tenho certeza que não levei 40 mins, mesmo assim, quando voltei, o buso tinha acabado de ir embora.
Fiquei sozinha naquela estrada esperando outro ônibus e nada.
Quando um anjo em forma de mulher me apareceu e perguntou se eu queria carona. Aceitei na hora!!
Depois desse pequeno susto, me dei de presente um jantar especial num restaurante que eu adorei. Chama-se Rafain Chopp:
http://www.rafainchopp.com.br/v2/
Eles tinham um cardápio muito bom de drinks e com valores muito acessíveis no horário de happy hour, além de música ao vivo e ambiente mais que agradável.
Dia 4 - Conhecendo a Argentina - Puerto Iguazú
Indo de Foz pela Avenida das Cataratas chega-se à Argentina. Para quem quer carimbar o passaporte é uma ótima oportunidade. Se não tiver, não tem problema, pode apresentar o RG. Outro ponto importante é que você troque seu dinheiro por pesos, pois os ônibus só aceitam essa moeda e a entrada no Parque Iguazú tb é feita da mesma maneira.
Me hospedei num hostel no meio da estrada, mas eu vou super recomendar, pq é o maior e mais legal hostel que já fiquei. Chama-se Hostel Inn.
Parece um resort, mas com valores super acessíveis. O ônibus para na porta e ele fica ao lado do Ice bar.
http://hiiguazu.com/hostel-inn-iguazu-home/
Como eu não podia perder muito tempo, deixei minha mochila no quartinho e fui correndo pegar o ônibus para o Parque Iguazú. Convertendo em reais, me custou aproximadamente R$ 43,00.
É um parque muito maior que o brasileiro. Onde há mais valorização da floresta, pelos povos que ali habitaram e tudo isso está registrado num centro de visitantes. O trajeto pode ser feito a pé por meio de trilhas muito bem sinalizadas ou por trem.
O passeio náutico eu fiz pq disseram que o do lado brasileiro era mais caro, mais rápido e menos emocionante. Eu peguei um passeio chamado Gran Aventura onde você pega o barco, ele dá uma volta pelas quedas e depois entra embaixo de uma delas.... é demais!!
Em seguida há um passeio de jipe pela floresta.
As quedas do lado argentino são de perder o fôlego e falando em perder, pedi para que uma pessoa tirasse fotos minhas e ela deixou meu celular cair no chão e quase morri, porque não pude mais tirar fotos de nada.
Com há almas muito boas cruzando meu caminho, conheci no barco um casal brasileiro que tirou fotos minhas no passeio e outro casal argentino que me fez a mesma gentileza. Eu sei que nada supera o prazer de fazer os próprios registros, mas não teve jeito. Ao menos tenho algumas recordações.
O parque é enorme e vale a pena ser visitado em dois dias. Há um local onde você compra o vale para o dia seguinte. O contato com as quedas é muito mais próximo que do lado brasileiro. Vc se sente muito livre em meio a tanta diversidade.
Dia 5 - Conhecendo Puerto Iguazú
É uma cidade muito pequena e bem tranquila. Valoriza muito a cultura indìgena. Isso vê-se pelos murais, esculturas e outras referências que encontramos pelo caminho.
Do hostel, eu peguei um ônibus que me deixou no centro e lá fui conhecer o Hito Tres Fronteras.
Achei muito mais completo e mais cuidado que o lado brasileiro, pois homenageia os demais países vizinhos.
Após o almoço fui ao famoso Duty Free. Infelizmente o valor do dolar não estava muito atraente, então, achei as coisas muito caras. Mas vale a visista. Lá é lindo e muito grande. Não pode tirar foto, tanto que quando vc entra tem ficar somente com a carteira no bolso. O restante eles lacram.
Saindo o Duty Free, voltei pro hostel e fui com o pessoal que conheci lá pro Ice Bar. É muito divertido!! Vale super a pena.
Você paga R$ 40,00 e pode ficar meia hora.
Primeiro você entra numa sala para colocar um casaco e uma luva, em seguida, vc entra numa camara fria para poder se acostumar com o frio e receber algumas dicas, para depois entrar no bar que tem -10C!!
É open bar e como tudo é rápido, vc tem que beber, dançar, ser feliz, tirar foto e beber mais em muito pouco tempo. Vocês têm que ir!!
Dia 6 - Voltando pro Brasil
No dia seguinte eu voltei para Foz e me hospedei no Katharina House Hostel:
http://www.katharinahouse.com.br/
Bem ao lado do terminal rodoviário e fica perto de tudo.
Meu último dia foi tranquilo e não fiz nada a não ser esperar o horário de voltar para casa.
Essa viagem foi muito importante para mim por ter sido minha primeira viagem sozinha e percebi que o mundo realmente é muito grande e podemos nos adaptar a qualquer tipo de situção. Quando se planta o bem, muitas outras coisas boas nós plantamos.
Espero que os ajudem em algo e qualquer dúvida, estou à disposição.