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carol.fragoso

relato Tailândia e Cingapura em 28 dias

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Olá! Este será meu segundo relato por aqui. Infelizmente sem tantas informações como o primeiro, mas senti que mesmo não tendo tantas informações em relação aos custos seria válido pra quem está buscando informações sobre esses lugares. De qualquer forma fiz um apanhado geral do custo total da viagem pra mim, não tem os valores de cada local, mas dá pra ter uma noção do todo. Depois que voltamos e fiz as contas fiquei feliz porque consegui manter um gasto médio de 50 dólares por dia de gastos.

Tailândia - Planilha custos.xlsx

 

Coloquei algumas poucas fotos, mas foram milhares. Então segue o link da postagem do álbum no Facebook.

 

https://www.facebook.com/fragosocarol/media_set?set=a.973692859310318.1073741838.100000088391285&type=3

 

 

Relato:

 

Essa viagem não foi nada planejada por mim, caí de paraquedas na viagem de 2 amigos. Enfim, eles, Sérgio e Vander, já fizeram uma volta ao mundo e decidiram logo depois que voltaram que teriam que voltar a Tailândia. E 3 anos depois planejaram essa viagem. Durante o planejamento chamaram outro amigo Lucas, que a principio recusou. Por fim Lucas me convidou, em janeiro deste ano pra ir nessa viagem. Os meninos ja tinham tudo planejado e Lucas e eu, nada. Faltavam 2 meses pro dia da viagem deles. Nos reunimos em um dia para ver o roteiro deles e decidir como seria a nossa viagem. Afinal, eram 27 horas de deslocamento para o sudeste da Ásia para ir a um lugar só, depois de algumas opções decidimos por esticar até Cingapura. Resumindo, ficaríamos os 4 juntos metade da viagem e na outra metade, Lucas e eu conheceríamos Cingapura e Bangkok sozinhos.

Foram 2 meses de correria, compra de passagens, reserva de viagens, alguns passeios que tinham que ser agendados com antecedência, enfim uma loucura que seria impossível organizar nesse tempo sem a ajuda do Sérgio e Vander que nos auxiliaram em tudo.

 

 

Roteiro

No fim o roteiro da minha viagem e do Lucas ficou:

 

21/03 - saída do Rio.

23/03 - chegada em Bangkok

25/03 - Ida para Chiang Mai

28/03 - Ida para Pukhet

01/04 - Ida para Ko Phi Phi

04/04 - Ida para Krabi

07/04 - Ida para Cingapura (separamos dos meninos)

11/04 - Ida para Bangkok

16/04 - Chegada dos meninos em Bangkok

17/04 - Volta pro Rio

18/04 - Chegada ao Rio

 

Porque desse roteiro: a viagem do Sergio e do Vander se concentrou nas ilhas e principalmente praias da Tailândia, eles já conheciam Bangkok de quando fizeram a volta ao mundo e algumas das praias. Resolveram fazer um roteirão só de praias da Tailândia. Lucas e eu nunca tínhamos ido a Ásia, então queríamos aproveitar para conhecer algum lugar alem da Tailândia e também fazer os passeios na capital, Bangkok.

Por isso pegamos o roteiro deles e fizemos nossas adaptações. Fora que eu sou essencialmente urbana, 28 dias de praia seria demais pra mim rs

Cingapura foi o respiro ideal nesse roteiro pra mim.

 

 

Pré-viagem

Antes da viagem compramos todas as passagens, alem de ida e volta de Bangkok. Os translados entre Bangkok-Chiang Mai, Chiang Mai-Pukhet, Krabi-Cingapura e Cingapura-Bangkok foram todos de avião. E compramos todos daqui, antes de viajarmos.

De Pukhet-Ko Phi Phi e Ko Phi Phi-Krabi os translados foram de Ferry boat. Sai em uns 5 a 6 horários durante o dia e pode ser comprado lá mesmo.

Os hotéis, também reservamos todos daqui, no trecho da viagem que ficamos com os meninos reservamos os mesmos que eles ja tinham feito reserva, em Cingapura tivemos que escolher meio que no escuro. Fomos através de pesquisa pelo Expedia.com mesmo. Apesar dos meninos terem ido a Cingapura na volta ao mundo, eles não gostaram do hotel que ficaram então não indicaram pra gente.

 

Em relação à mala, fui com duas de rodinha, 1 média e 1 de bordo. Me arrependi no 1º dia de viagem, péssimo para carregar. Comprei uma mochila e transferi tudo que estava na mala de bordo pra ela. Ficou bem mais fácil.

Fora que facilmente teria sobrevivido só com a mala média, então pense bem na hora de fazer a mala.

Quanto a ter levado de rodinha, não me arrependi. Nós não fomos a nenhum lugar que tenha sido impossível arrasta-la e carregar o peso do mochilão pruma pessoa sedentária como eu seria um pouco sofrido. E a mala fica bem melhor organizada.

 

Em relação a roupas levei tudo bem leve, afinal lá é tão quente quanto o Rio ko verão. Levei casaquinhos leves, que usei somente em locais com ar condicionado e 2 vezes em noites mais frescas. De resto muita camisetinha, shorts, saídas de praia, leggins e vestidos leves. Pense no verão do rio e saberá o que por na mala.

 

 

Dia 23/03 – Rio-Bangkok:

O dia da viagem é sempre o melhor dia né?! Um mundo de possibilidades para acontecer. Embarcar num avião, não tem sensação melhor.

Estava um bocado ansiosa, só tinha feito uma viagem internacional e pra América Latina. Pouquíssimas horas de vôo. Agora seriam 21h voando. Confesso que estava esperando que o vôo fosse muito pior. Não que seja bom, mas não é nem de longe a pior coisa do mundo.

 

Chegamos a Bangkok às 7h da manhã, cansados do vôo, mas precisávamos ficar acordados. Fomos para o hotel que ficava em Hua Lampong, que é como se fosse a central do Brasil deles, a principal estação de trem. Nosso hotel ficava em frente ao metrô, o quê nos facilitou bastante a locomoção por lá. Fomos de Skytrain + metrô do aeroporto até lá, é tranquilo de se achar e deu em torno de 1h.

O Hua Lampong Hostel é modesto, mas é bem localizado e limpo. Não tem café da manhã incluído, mas os valores no restaurante do hotel são bem ok.

Chegamos ao hostel e fomos tomar banho trocar de roupa, depois de horas e horas de vôo era tudo que precisávamos. Almoçamos no restaurante do hotel mesmo que a comida é bem gostosa. Resolvemos ir até os shoppings, um local que tem um ao lado do outro. Fomos de tuk-tuk, primeira vez que andei e que vi o trânsito de Bangkok. E é realmente muito doido.

Fomos a todos os Paragon centers. Cada um mais luxuoso que o outro.

Sérgio e Vander estavam atrás de um pai de sílfide pra GoPro e eu a essa altura tinha sacado que 2 malas não ia dar muito certo, e tava procurando uma mochila. Rodamos todos os shoppings, tomamos café. Compramos nossas coisas e depois de horas já não nos aguentávamos em pé.

Voltamos para o hostel, mas antes jantamos no hostel ao lado do nosso. Comidinha gostosa, mas o tal chá verde de lá com leite ainda por cima, não é bom não. Olha que gosto de chá, mas o deles tem um sabor bem esquisito. Depois da janta, finalmente pudemos ir para nossos quartos dormir finalmente.

 

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Dia 24/03:

Acordamos super cedo pq nesse dia tinha o passeio pras quedas d'água e o passeio com elefantes. Esse passeio foi fechado do Brasil mesmo pelo Sérgio pq parece que lota com antecedência.

Descemos direto para pegar van que já nos esperava. Na Tailândia aprendemos que não só eles são pontuais como chegam antes do horário marcado.

A van nos levou a Khaosan Road onde encontramos um grupo maior para seguir no passeio. Na parte da manhã fomos ao Parque de Erawan onde tem diversas cachoeiras. É muito bonito, mas rola uma trilha de + ou - 1700m pra chegar à cachoeira mais fodona. Foi puxado!!! Queria morrer e matar os meninos, mas quando vc chega lá em cima na cachoeira esquece de tudo. O lugar é lindo e valeu muito o esforço.

Descemos da cachoeira e fomos ao ponto de encontro com nossa guia para almoçarmos e partirmos para o passeio com os elefantes. A comida no local estava inclusa no passeio e era bem boa.

Dali fomos de van para o outro local. O tempo começou a virar e já chegamos lá com chuva. Mas o passeio rolou mesmo assim. Andamos nos elefantes em cima de umas cadeirinhas de ferro que fica nas costas deles, fiquei com muito medo de cair e também com pena dos elefantes. Depois de andarmos fomos ao rio e tomamos banho com outro elefante. Neste momento ele não está com a cadeirinha e a gente sobe nas costas deles.

Fizemos tudo isso embaixo de um bocado de chuva. Lá mesmo conseguimos tomar um banho e trocar de roupa e voltamos pra van para retornarmos para Bangkok.

A van nos deixou na Khaosan Road ja de noite.

Estávamos morrendo de fome e resolvemos sentar por ali mesmo para comer. Comemos e bebemos na Khaosan Road mesmo. Depois do dia cansativo fomos pro hotel de Tuk-tuk.

 

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Erawan vale muito a pena conhecer é muito bonito. Se não quiser fazer a trilha completa tem outras cachoeiras pell caminho q também são bonitas.

Em relação ao passeio com os elefantes confesso que eu não faria. Depois pesquisei, os bichinhos sofrem neste lugar e apesar do tamanho, eles ficam com problemas na coluna de carregar as pessoas.

Mas se vc quiser conhecer e até ajudar a cuidar dos elefantes tem uma instituição (Elephant Nature Park) em Chiang Mai que trata dos elefantes que saíram destes lugares de risco e vc pode ir até lá pra ver os bichinhos e dependendo do pacote pode ajudar a cuidar deles. É uma opção bem mais bacana pra estar perto dos elefantinhos.

 

 

Dia 25/03 - Bangkok-Chiang Mai:

No dia seguinte acordamos cedo para fazer o check out do Hostel e irmos para o aeroporto. Decidimos pegar o trem, já que estávamos de frente para a estação. Pegamos indicações na recepção e fomos.

A passagem até o aeroporto de trem é muito barata. A viagem foi bem tranquila, em torno de 1h. O trem é bem antigo. Foi bem bacana essa experiência.

Descemos na estação Don Mueang, e a passarela já cai dentro do aeroporto. Este não é o mesmo que chegamos, apesar de tb ser internacional.

Fizemos o check in para Chiang Mai e seguimos viagem.

 

2h de viagem depois estávamos em Chiang Mai. Pegamos um táxi no aeroporto direto para o hotel. Este hotel em Chiang Mai que ficamos é uma gracinha, a piscina ótima. O nome dele é Sakorn. Fica fora do quadrado da cidade murada, mas não é nenhum absurdo de distância indo a pé. Deu pra ir de boa.

Fizemos o check in no hotel e fomos deixar as malas. Já era à tarde, fomos almoçar na beira do rio, que é bem do lado do hotel. Neste dia ainda tava um pouco do jetleg. Eu estava morta de sono, decidimos voltar para o hotel e descansar. Morgamos todos até a noite. Ainda estávamos doloridos da trilha tb. Enfim...resolvemos pedir pizza no hotel pela deliciosa Pizza e Company. Além de ótima é só se cadastrar pelo site e pedir. Super funciona e quebrou um super galho.

Depois da pizza fomos dormir.

 

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Dia 26/03:

No dia anterior tínhamos combinado com o motorista que nos levou do aeroporto até o hotel para nos buscar às 9h.

Tínhamos consultado umas agências e ficou bem mais em conta combinar pagar o táxi com motorista por 1 dia e ir pagando as entradas nos lugares.

Fomos pro Tiger Kingdom ver os tigres. Nesse li muitos relatos e não falam sobre maus tratos. Sempre tenho pena desses bichos enjaulados, mas realmente os que vimos estavam muito bem cuidados e os tigres pequenos que entramos na jaula com certeza não estavam dopados, corriam e brincavam pra todos os lados.

No tiger kingdom vc paga pelas jaulas q quiser entrar, tem pacote para os 4 tamanhos diferentes de tigre e para cada tipo. Eu entrei só nos dos menores. Sempre é um pouco controverso esse turismo de animais, mas até o momento não vi nada que desabone o Tiger Kingdom.

Depois fomos almoçar e seguimos para a tribo das Mulheres Girafas.

Lá paga-se um valor para acessar a aldeia. E lá dentro tem diversas barracas de vendas de artesanato.

Vê-las de perto e poder conversar com elas foi incrível. A experiência foi muito bacana. Elas me pareceram bastante alegres.

Depois lendo mais sobre, vi que alguns artigos condenam um pouco esse tipo de turismo, pq parece que elas se refugiam na Tailândia, vindas de tribos em Myanmar. Mas por serem tão diferentes acabam sendo exploradas na Tailândia, onde não podem sair dos limites das aldeias devido à exploração turística. É meio dúbio pq é justamente o turismo que mantém as aldeias por outro lado.

Mas nada disso possui regulamentação na Tailândia.

 

*Estou colocando essas considerações sobre os passeios que fizemos, porque no final das contas eu fui pra viagem que os meninos tinham organizado, e não tinha tempo de parar pra buscar e sugerir outros passeios. E de qualquer forma as experiências foram incríveis. Mas se além de tudo pudessem ser experiências como a da ajuda com os elefantes ou em lugares semelhante seria mais incrível ainda.

Os meninos tinham um roteiro fechado, então não me preocupei em buscar muitas informações, ia pesquisando conforme a viagem foi acontecendo.

 

Após sair da tribo, voltamos para Chiang Mai. Nesse dia chegamos ao hotel, fomos descansar um pouco e depois de ter passado a chuva que caiu depois que chegamos ao hotel, fomos comer num restaurante na beira do rio. A comida era boa, mas os drinks oooohhh uma bosta! Rs

Apenas jantamos por lá mesmo, comida tailandesa. E logo depois voltamos para o hotel e fomos dormir.

 

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Dia 27/03:

Reservamos esse dia para conhecermos a cidade de Chiang Mai a pé.

Acordamos e fomos tomar café da manhã no hotel. Logo depois terminamos de nos arrumar para sair.

Fomos em primeiro lugar ao mercado da cidade, onde vende de tudo. Tem comidinhas, mas tem artesanato, roupas e varias bugigangas tb. Passamos um bom pedaço da manhã por ali comprei. Comprei umas frutinhas desidratadas que são uma delícia. Vale a pena conhecer!

Depois fomos andando pelas ruas para ver alguns templos. E acreditem, são muitos e muitos templos em Chiang Mai. É bom dar uma pesquisada antes pra saber quais são imperdíveis, pq se formos entrar em todos é impossível.

Como estávamos com o Vander e o Serginho que já conheciam a cidade, eles foram nos guiando. No meio do dia paramos pra almoçar comida tailandesa mesmo. E depois continuamos vendo os templos. São todos muito lindos, com trabalhos de entalhe em madeira incríveis, os telhados e as estupas são deslumbrantes.

Mais à tardinha paramos numa casa de massagens pra fazer uma. Decidimos fazer a que eles chamam de tailandesa que é de corpo inteiro. Gente, super recomendo. A massagem deles realmente é maravilhosa! Acho que é das coisas que mais sinto saudade.

Quando saímos de lá resolvemos ir conhecer a Iberry, uma sorveteria que a Didi Wagner indicou no Lugar Incomum. Fomos andando lá do meio do quadrado até a sorveteria, mas é bem distante. Dependendo da sua localização é melhor tentar um Tuk-tuk.

Depois de estarmos mortos de cansaço por ter andado um bocado, chegamos. O lugar é uma graça e o sorvete e smoothies são uma delícia mesmo. É uma boa pedida!

De lá fomos pro Night Bazar onde tem alguns restaurantes perto. O local é bem turístico, foi o primeiro local aonde vimos prostituição e também pessoas oferecendo coisas pra vender nos bares, como acontece com frequência no Rio.

Sentamos num restaurante e jantamos.

Quando fomos pagar, Lucas não achou a carteira que estava em cima da mesa. Como passaram vários vendedores ambulantes por ali, é muito provável que um deles tenha levado. Enfim, foi uma situação mega chata. A sorte é que por ser final do dia ele não tinha muito dinheiro na carteira e só tinha 2 cartões e a carteira profissional. O restante de documentos e dinheiro estavam no hotel.

Fiquem sempre muito atentos nos locais mais turísticos para não serem furtados. Em todo o lugar turístico eles têm placas e avisos sonoros para ter cuidado com batedores de carteira.

Dali depois desse episódio voltamos direto pro hotel, o Lucas conseguiu cancelar os cartões e fomos descansar.

 

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Dia 28/03:

Este dia tiramos pra curtir a piscina do hotel. Acordamos pro café e depois passamos a manhã na piscina. O Vander se matriculou em um curso de culinária tailandesa à tarde. Nós não queríamos fazer. Então fomos almoçar juntos ali pela beira do rio mesmo. Depois Vander foi pro curso, Sergio foi descansar. Lucas e eu resolvemos dar mais uma volta pela cidade, já que era nosso ultimo dia por lá. Andamos bastante pelo centrinho, depois fomos a Saturday Market. Fica imediatamente saindo do quadrado da cidade. Mas é enorme! Sério essa feirinha é gigante, mas bem interessante. Vende de tudo tb, mas tem bastante artesanato, da pra comprar muitas lembrancinhas. La pelo meio tem uma parte que é só de comida de rua. Foi bem bacana ir à feirinha.

Foi nesse dia que presenciamos o momento que toca o hino deles na rádio, às 18h. Todos ficam estáticos cantando o hino. Eles param de fazer tudo. Foi engraçado pq não sabíamos daquilo e fomos pegos super de surpresa. Depois pesquisamos o q era. Eles tocam 2 vezes ao dia e todos param ficam de pé e cantam o hino. Parece brincadeira de estátua.

Depois de andarmos pela feirinha por algumas horas, fora o que já tínhamos andado pelo centro voltamos pro hotel. Antes pegamos um lanche no Burger King pra comermos no hotel.

Lanchamos e fomos organizar as coisas, pq no dia seguinte estávamos indo para Pukhet.

 

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Dia 29/03 - Chiang Mai-Pukhet:

Acordamos cedo para fazer o check out e tomar café da manhã. Tínhamos marcado o táxi para as 9h com o mesmo motorista que tinha nos levado para os passeios no primeiro dia.

Chegamos tranquilamente no aeroporto e embarcamos para Pukhet.

Chegamos a Pukhet, a vista do avião é incrível. Vale a pena ficar na janela do avião na chegada a Pukhet.

Em Pukhet os meninos decidiram alugar um carro, a cidade é grande e tem muitas praias distantes, então gastaríamos muito com transporte de um lado para outro. Pegamos o carro e fomos direto para o hotel. Lucas e eu não dirigimos, só o Vander e o Sérgio, foi o Serginho que ficou dirigindo todos os dias. Detalhe que lá é mão-inglesa, foi bastante engraçado algumas vezes.

Chegamos ao hotel, o Samkong Place, fomos trocar de roupa e sair. Tínhamos feito uma reserva em uma churrascaria em Patong. Sim, podem julgar, mas estávamos com saudades de carne vermelha. Chegamos a Patong e vimos o pôr-do-sol na praia. Depois fomos para a Churrascaria. Não é uma churrascaria como as do Brasil, mas tinha uma caipirinha maravilhosa! Não é muito barato, mas satisfez nossa vontade.

Depois de comer muito mesmo, resolvemos fazer massagem nos pés numa casa de massagem do lado do restaurante rodízio. Bem, depois de comer muito e fazer massagem só nos restava mesmo ir ao hotel dormir.

 

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Dia 30/03:

Esse dia foi o primeiro dia de praia, acordamos para tomar café da manhã e sair. Fomos para Kata Beach. A praia é linda! Como disse lá em cima não sou muito de praia, mas lá cada uma é mais linda que outra.

A praia tem um canto com árvores, ficamos na sombra dessas árvores. Vander e Serginho resolveram fazer Para Ceiling. Nunca tive vontade, nem tenho. Mas os meninos curtiram, nas praias de lá em todas tem esse opção e aquela banana boat.

Ficamos na praia até umas 14h e resolvemos ir almoçar por ali na praia mesmo, os restaurantes da praia eram um pouco mais caros, mas o que comemos muito bom.

Depois do almoço que já foi tarde, fomos a um bar de reggae que tinha ali próximo a Kata, que fica num mirante para ver o pôr-do-sol. Foi um dos mais lindos que já vi. Ficamos por ali bebendo e petiscando até bem depois que o sol se pôs. Depois fomos direto para o hotel para descansarmos.

 

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Dia 31/03:

Neste dia Lucas e eu queríamos tentar fazer algum passeio. Chegamos a acordar mais cedo para irmos à agência que ficava no térreo do hotel. Mas não tinha nenhum passeio que saísse no meio do dia.

Acabamos indo tomar o café e aguardamos os meninos para podermos ir à praia. Os passeios acabaram ficando para Ko Phi Phi e Krabi. Isso acabou sendo bom pq Pukhet tinha maior variedade de praias.

Depois do café demos uma passada no Tesco próximo do hotel e depois partimos pra Ao Nang Beach. Esta praia tb é linda! E tem a vantagem de ser bem menos turística que Kata. A praia tinha menos gente. Ficamos algumas horinhas por ali. Depois, já tarde, almoçamos em um restaurante da praia mesmo. Ali os preços praticados eram bem similares com o que vínhamos pagando.

Depois do almoço decidimos ir ver novamente o pôr-do-sol em um mirante que tinha ali perto. Quando acabou logo seguimos para o hotel.

Tomamos um banho e como começou a bater uma fome pedimos novamente uma Pizza & Company.

Lanchamos no qto. do hotel mesmo e fomos dormir.

 

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Dia 01/04 - Pukhet-Ko Phi Phi:

Levantamos e tomamos café para sair. Os meninos nos deixaram com as malas no porto onde pegaríamos o ferry boat para Ko Phi Phi. Ficamos ali com as malas enquanto eles foram até o aeroporto devolver o carro.

Esperamos por mais de 1h pq eles acabaram pegando trânsito pro aeroporto.

Quando eles voltaram não deu mais tempo de pegar o ferry de 11h. Tivemos q esperar pelo de 1h. Fomos almoçar num restaurante que tinha ali no porto mesmo. Logo passou o tempo e embarcamos no ferry.

A viagem é bem tranquila, as poltronas não são muito confortáveis, mas a travessia é de menos de 2h. E tem ar condicionado! Pq esses dias todos estavam muito quentes por lá.

Chegamos a Ko Phi Phi e já pelas janelinhas do Ferry dava pra ver a beleza daquele lugar. No porto vc já fica abismado. No porto já tinha um rapaz com a plaquinha do nosso hotel. É bem útil, pq lá é um labirinto e acho q seria impossível encontrar o hotel sozinhos. Eles não cobram nada, mas todo mundo da uma gorjeta. Ele vem com um tipo de carrinho de mão e carrega as malas até o hotel. Fizemos os check in e fomos pro qto. Nosso hotel era o Charlie Beach Resort os quartos simples, mas bacaninhas. Tinha piscina. Nesse primeiro dia chegamos e fomos direto pra piscina. A piscina ficava de frente pra praia com uma vista incrível. Phi Phi foi a ilha mais bacana com certeza.

Ficamos na piscina até o horário que ela fechou às 18h e fomos pro hotel tomar um banho, trocar de roupa e sair pra jantar.

Os meninos lembravam de um restaurante de quando eles foram. Fomos caçar naquele labirinto o Madame Restô, depois de algumas voltas finalmente achamos. E vou falar pra vcs, valeu muito a pena. A comida realmente era uma delícia. Depois de jantarmos muito bem fomos beber. Em Ko Phi Phi tem diversos bares com música alta, funcionam como se fosse uma baladinha mesmo. Paramos em um que nos chamou a atenção, o Dojo bar. Estava legal tocando uma musica bacana, mas em frente tinha o Stockholm Syndrome, que era ótimo e tava bem animado. Ficamos por ali até por volta de meia-noite quando decidimos ir embora.

Quando estávamos voltando pro hotel vimos um movimento na praia. E aí achamos os bares na praia que são ainda mais animados, a música é melhor e funciona tipo balada mesmo. Ficamos lá até desligarem o som. Isso acontece pouco antes das 2h da manhã. Aí finalmente fomos pro hotel dormir.

 

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Dia 02/04:

Acordamos nesse dia para tomar café e fazer o check out. Como dormiríamos em Maya Bay a noite, deixamos as malas no hotel e fomos apenas com mochilas pequenas. O café da manhã nesse hotel era maravilindo! Comemos como se não houvesse amanhã. Fizemos o check out às 11h e fomos fazer hora na cidade. Nosso barco para Maya Bay só saía às 14h.

Fizemos massagem na Anita, fica próximo do Madame Restô, onde almoçamos.

Depois seguimos para o porto para pegar o barco.

No barco encontramos outros brasileiros. Tinha um casal de SP que foi fazer o tour de metade do dia. E duas meninas tb de SP que foram pra dormir em Maya Bay tb. O barco estava levando esses 2 grupos. Na ida paramos em 2 lugares para snorkeling. Tentei descer do barco com colete salva vidas, mas realmente tenho pânico do mar. Não consegui me soltar do barco. Voltei pro barco e fiquei de lá mesmo batendo fotos. Os meninos nadaram bastante com os peixes. Mas mesmo sem ter entrado no mar o lugar é maravilhoso.

Na hora de descer em Maya Bay foi outro momento de tensão. Como estávamos em barco grande tínhamos que ir até a praia naqueles botes com motor. Morri de medo de novo, mas deu tudo certo. Tanto que estou aqui fazendo o relato rs

Chegamos a Maya Bay! Cara, é simplesmente deslumbrante. Merece o título de "A Praia". É linda demais! Mesmo que vc não tenha disponibilidade para fazer esse tour e dormir por lá, pegue um longtail ou um speed boat e vá até lá. É realmente de tirar o fôlego!

Chegamos e ainda tinham muitos barquinhos. Próximo de umas 18h começou a ficar mais vazio e ficamos só nós entre o grupo da agência e os turistas éramos umas 30 pessoas no máximo.

Estava esperando algo bem pior. Nunca acampei na vida antes e como já disse sou muito urbana. Como "precaução" levamos 1 garrafa de absolut.

Chegamos lá e tem uma estrutura com um quiosque que tava vendendo batata e refris. Tem banheiro! Realmente achei que íamos ficar no meio do nada, mas eles têm alguma estrutura.

18:30h fomos lá pra perto do tal quiosque que fechou depois q os barcos se foram. O pessoal da agência montou umas esteiras no chão e serviram o jantar. Estava divino! Comemos ali na esteira e depois ficamos livres por ali. Eles tinham bebida pra vender. Compramos um bucket cada. Depois compramos só refri pra beber com nossa absolut e voltamos pra praia. A noite não podia estar mais incrível, uma lua quase cheia.

Entramos na água de noite, foi bem bacana.

Esqueci de falar que lá em Maya Bay conhecemos 2 americanas, Luna e Anne. Elas são muito bacanas e foi ótimo que apesar da minha limitação para falar entendo muito do que falam em inglês. Coisa que não acontecia antes de fazer o curso. Fiquei bem feliz.

Na hora de dormir ganhamos uns sacos de dormir e resolvemos voltar pra praia. Onde estavam as esteiras era quente. Foi a melhor coisa que fizemos.

Foi bem fresco pra dormir e durante a noite quando acordei vi o céu mais estrelado que já vi na vida. Não tirei foto e acho que também nem sairia. Mas estava espetacular. E não foi sonho rs. Luna, Lucas e Vander tb acordaram no meio da noite e viram o céu mega estrelado.

Ahhh Carol, mas foi tudo incrível lá? Não, tinha mosquito pacas. Acordamos cheios de areia. Não tinha onde tomar banho direito. Mas era um acampamento né?! Eram perrengues que imaginava passar. Como esperava que fosse muito pior achei tudo lindo rs. E o lugar é realmente de outro mundo.

 

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Dia 03/04:

Acordei um pouco antes do amanhecer e ver o nascer do sol em Maya Bay realmente não tem preço. Apesar de já termos ido a outras praias antes. E depois tb fomos. Mas Maya Bay foi a melhor pra mim, com toda a certeza!

Por volta de 7:30h começamos a voltar para o barco. Veio a parte tensa de entrar naquele bote de novo!

Chegamos no barco e tomamos café. Depois eles ficaram parados por ali pro pessoal fazer snorkeling novamente. Fiquei lindamente do barco batendo mais fotos. Dali saímos antes das 9h. Paramos em outro ponto para snorkeling e caiaque. Depois seguimos para o porto de Ko Phi Phi.

Chegamos cedo de volta, antes de 11h. Fomos pro hotel tentar fazer o check in mais cedo, pq o horário para check in lá é 14h da tarde. Conseguimos 1 dos atos que já estava liberado. Foi ótimo pq conseguimos tomar banho. E ficar no ar condicionado. Sério a Tailândia é muito quente mesmo!!! Mesmo pra gente que é do Rio, tava bem puxado.

Tomamos banho os 4 no mesmo quarto e partimos pra cidade pra almoçar no Madame Restô e fazer massagem na Anita rs. Melhor programação pro dia em Phi Phi. Nesse dia estávamos mortos, pq apesar de termos conseguido dormir na praia, não foi exatamente a melhor noite da vida. Depois do almoço e massagem voltamos pro hotel o qto. meu e do Lucas ja estava liberado. Resolvemos dar um cochilo.

A noite voltamos ao Stockholm Syndrome e depois fomos pra festinha na praia. Até pq era dia de full moon. Ficamos um bocado por lá, mas ainda estávamos meio cansadinhos do dia anterior. Não esperamos terminar pra voltarmos pro hotel.

 

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Dia 04/04 - Ko Phi Phi-Krabi:

Dia triste, tínhamos que ir embora de Ko Phi Phi. Foi incrível ficar lá, foi muito divertido. A cidade é muito bonitinha, os passeios foram bacanas, o astral é muito legal. E as paisagens no entorno são deslumbrantes. Mas tínhamos que seguir viagem.

Tomamos o café super reforçado do hotel de frente pra praia em Phi Phi. Depois fomos fazer o check out. E partimos pro porto.

Pegamos o Ferry Boat de 10:30h pra Krabi. Mais uma vez a viagem de Ferry foi tranquila, em torno de 1:30h de viagem chegamos a Krabi.

Pegamos um táxi até o hostel. Nesse hostel, o Pak Up, o menor qto. era pra 4, então ficamos todos no mesmo quarto lá.

Deixamos as coisas no hotel e fomos almoçar. Almoçamos num restaurante na rua do hostel mesmo. Depois fomos numa agência que fica na esquina diagonal oposta do nosso hostel, fechamos o passeio para o dia seguinte de 4 ilhas, lá eles tb tinham serviço de táxi que já deixamos marcado pro dia 07 de manhã para irmos pro aeroporto. A tarde fomos no mercado, Lucas e eu queríamos lavar algumas roupas e no hostel tem lavanderia. Voltamos ao hotel e colocamos as roupas na maquina e fomos descansar um pouquinho. A noite fomos almoçar no famoso Chalita! Chalita é um restaurante que os meninos amaram quando foram da outra vez e estavam doidos que conhecêssemos. E vou falar que a propaganda é justíssima. A comida realmente é maravilhosa. O atendimento excelente. Recomendo o arroz no abacaxi é de comer rezando realmente. A Chalita fica na mesma rua do hotel, descendo para o porto. Na calçada da agência.

Depois que saímos da Chalita fomos pro hostel dormir pq no dia seguinte acordaríamos cedo pro passeio.

 

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Dia 05/04:

Acordamos cedo e fomos tomar café em um café do lado do Hostel. Depois ficamos esperando na recepção. Logo a Van chegou para nos levar. O motorista da Van era bem doido, foi bem tenso. Foi um alívio chegar no porto para pegar o longtail. O passeio passa pelas Tup Island, Chicken Island, Poda Island e Phranang Beach, em Railay Beach.

O passeio foi incrível, teve parada para snorkeling, paramos também nas praias. Poda Island é linda demais. O almoço foi lá inclusive, e estava muito boa a comida. Aliás, acho que ninguém cozinha mal naquele país. Se você curtir a comida tailandesa vai comer bem a viagem toda.

Voltamos à tarde para o hostel e fomos tomar banho para ir jantar. A Chalita não estava aberta e jantamos no restaurante de um hostel.

Depois saímos para ir ao mercado e fomos andar pela cidade. Encontramos uma mega feira que vende de absolutamente tudo. Artesanatos, comida, bugigangas, móveis, plantinhas, tudo que se possa imaginar.

Depois achamos um parque de diversões, mas não tivemos coragem de andar em nenhum brinquedo, o parque era muito velho rs.

Continuamos andando, já voltando para o hostel. Passamos por um café e resolvemos comer sobremesa. Depois voltamos para o hostel e fomos dormir.

 

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Dia 06/04:

Neste dia não tínhamos programação. Tínhamos visto alguns passeios para fazer nesse dia, mas acabou que nenhum nos apeteceu muito. Ficamos a manhã meio que morgando. A tarde Lucas e eu resolvemos ir até Railay Beach. Sergio e Vander ficaram no hostel.

Pegamos um longtail no porto que fica bem próximo ao nosso hostel. Ficamos esperando um pouco e chegou mais uma família que foi junto com a gente.

Em meia-hora chegamos a Railay Beach. Ficamos na praia que realmente é muito bonita, mas pra mim o título de praia mais bonita ficou para Maya Bay.

Mas vale a visita a Railay Beach, que é bem bacana, mesmo com a maré baixa.

Às 17h voltamos para o porto, que era o horário do nosso longtail de volta a Krabi. Voltamos para o hostel, fomos tomar banho trocar de roupa e estávamos mortos de fome! Não almoçamos para poder curtir a praia, ficamos só no lanchinho. Fomos para a Chalita para comer o arroz no abacaxi novamente. Vocês não tem noção, só de falar nesse arroz fico salivando aqui.

Depois de jantar, voltamos para o hostel para arrumar as malas e dormir, no dia seguinte íamos nos separar :’-(

 

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Dia 07/04 - Krabi-Cingapura:

Neste dia, Vander e Serginho estavam indo para Ko Tao, eles tiveram que acordar mais cedo. Nos despedimos rapidinho antes deles saírem. Depois levantamos para nos arrumar e irmos embora de Krabi.

Ficamos aguardando nosso táxi na recepção que chegou certinho na hora marcada.

 

O vôo para Cingapura foi meio tenso, teve um bocado de turbulência, pegou alguns vácuos. Mas chegamos!

O aeroporto de Cingapura realmente é incrível. Eficiente e super bonito.

Fomos de metrô do aeroporto até nosso hotel. O hotel que ficamos, Tai Hoe, fica na Little Índia, bem de frente pra um shopping. A estação de metrô sai nesse shopping. Super bem localizado.

Chegamos tranquilos de metrô lá. O hotel é bem mais ou menos, principalmente em comparação com os da Tailândia. Mas pela localização valeu a pena. Chegamos por lá, deixamos as malas no hostel e fomos almoçar no shopping. Rodamos um pouco no shopping e depois fomos andar a pé pela Little Índia. Pra mim que nunca tinha ido pra uma metrópole como Cingapura, é muito bacana esses bairros "temáticos". Só conhecia a Liberdade em SP nesse estilo. Fomos andando pelo bairro. Entramos em um templo indiano, é bem bacana. Muito colorido, as variadas representações dos deuses, a arquitetura bem incrível. Fiquei impressionada.

Continuamos andando por ali, chegamos ao Arcade, que é como se fosse um grande mercado.

Passamos pelo centro de tradições indianas ainda em obras, mas o projeto é bem interessante. Vale a pena visitar.

Depois seguimos andando e atravessamos uma ponte sobre um rio e fomos andando a ermo, até que chegamos a uma faculdade. Lasalle College. Projeto incrível, fiquei completamente apaixonada por aquele lugar. Projeto do RSP Architects. Lugar que merece ser visitado. Tirei milhares de fotos. Subimos, vimos algumas salas, passamos pela passarela. É um edifício desconstrutivista, ocupa toda uma quadra e tem uma passagem pelo centro que da passagem de um lado a outro da quadra. O edifício ocupa as extremidades do terreno e da passagem central para os 4 lados. Então mesmo que você não pegue o edifício aberto tem como passar por ele para conhecer.

Estávamos cansados de tanto andar e começamos a voltar andando. Chegamos no shopping a tempo de comer um lanche no Burger King e fomos pro hotel dormir.

 

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Dia 08/04:

Acordamos e fomos tomar café no shopping. Em seguida pegamos o metrô em direção a Marina Bay. Na verdade fomos primeiro a praça do Merilion.

Descemos na estação Raffles Place. Passamos pelo Singapore River, onde tem pontes bonitas e aquela famosa escultura, First Generetion, que representa crianças pulando no rio.

Fomos andando então em direção ao Merilion. Chegar naquela praça é um desbunde. A cidade é muito imponente. Vc chega ali e dá de cara com o Marina Bay Sands do outro lado da baía. O skyline de arranha-céus atrás de vc. A Singapore Flyer a sua esquerda. É realmente o cartão-postal de Cingapura. Já estava encantada com a cidade, fiquei ainda mais. Tiramos algumas centenas de fotos por ali. Estava lotado de turistas de todos os cantos do mundo. Depois de algum tempinho ali admirando Cingapura resolvemos continuar andando.

Fomos dar a volta pela esquerda para chegar ao Marina.

No caminho passamos pelo teatro que eles chamam de Durian, realmente tem o formato da fruta. Chegamos a Singapore Flyer e aos boxes de Fórmula 1! Confesso que era pra mim um dos pontos altos da viagem. Sou apaixonada por F-1 desde criança, tive carrinhos de corrida. Acordava de madrugada com meu pai pra assistir as corridas. Foi super emocionante estar ali. Ver os nomes dos pilotos nos boxes, as marcas pros carros largarem. A linha de chegada, as zebras. Foi massa! Demos a volta e entramos no shopping que fica embaixo da Singapore Flyer decidimos ir outro dia nela, almoçamos no Subway que tem no shopping e seguimos nossa caminhada em direção ao Marina.

Pegamos a ponte que tem formato de DNA, The Helix. É uma ponte de pedestres ao lado do viaduto que cruza sobre a baía indo pro Marina. Ela é linda, uma estrutura tubular incrível e ainda tem 4 mirantes distribuídos ao longo dela, de onde é possível tirar belas fotos de Cingapura.

Chegamos enfim ao Marina e logo ao lado ao Museu.

Demos uma entrada no hall do museu, estava tendo uma exposição sobre o Da Vinci. Tava meio cara, ficamos de decidir depois de iríamos ou não. Resolvemos entrar no Marina Bay Sands, para conhecer o shopping e tb fazer um pit stop. Estava bastante quente e estávamos andando desde a manhã. Estávamos bastante cansados e ainda íamos pro Gardens. Rodamos um pouco o shopping, até que achamos um local pra tomar um suco e fazer uma horinha para voltarmos a andar.

Depois de um pouco menos de 1 hora de descanso fomos em direção ao Gardens by The bay. O shopping tem bastante informação, vc seguindo a direção do metrô tem a saída que chega ao Gardens. Mas tb tem por dentro do shopping/hotel uma passarela que chega direto lá.

A chegada nesse lugar já é deslumbrante. É realmente lindo!

Fomos até um ponto de informação que tem bem na entrada. Para visitar os jardins é de graça. Para entrada nos 2 domos o ingresso foi SG$ 28,00 e para andar na passarela entre as arvores artificiais SG$ 5,00. Decidimos andar um pouco nos jardins, ir nos domos e depois na passarela quando estivesse anoitecendo. O plano era ver o Gardens de dia e de noite.

Os jardins são incríveis, cada canto mais bonito que o outro.

O domo onde tem a floresta artificial é muito doido. É uma mega construção com aquela floresta artificial no meio, indescritível! Depois fomos para o segundo onde é o que se espera mais de um local assim, os tipos de florestas e suas espécies separadas. E um local onde acontecem as exposições temporárias.

Dos domos resolvemos seguir para a passarela. Já estava em torno de 19h e sabíamos que a passarela fecha 20:30h. Chegamos até lá e compramos os ingressos, tinha uma fila gigantesca, mas até que andou rápido, acredito q esperamos em torno de 25min.

Subimos o elevador que leva até a passarela elevada, a 40m do chão. Quando vc desemboca nela é incrível, a gente fica muito perto do Marina. Dá pra ver o Gardens inteiro e parte de cidade. É muito lindo! Já estava anoitecendo, as árvores artificiais foram acendendo. Ficou incrível. Esse lugar é realmente surpreendente. Quando estávamos quase no final dos 15min que podemos ficar na passarela apagou tudo e um alto falante anunciou o show de luzes (que não sabíamos q tinha). Vimos o show de cima da passarela. Foi lindo! O show consiste em um grande pout-porto de músicas, a maioria temas musicais de filmes, e as árvores artificiais mudando de cor ao ritmo das músicas. Dura um pouco mais que 10min. Descemos e ficamos deitados num gramado artificial que fica entre as árvores artificiais. Estávamos mortos de andar o dia inteiro e querendo aproveitar um pouco mais deste lugar mágico.

Para nossa surpresa o show recomeçou e vimos agora debaixo.

Em resumo: O show de luzes acontece 2 vezes, todos os dias. Os horários são 19:45h e 20:45h. Vale muito a pena.

Quando terminou o segundo show, fomos jantar ali mesmo, tem uma praça de alimentação bem próxima as árvores artificiais. Estava fechando já o restaurante quando entramos. Devia ser em torno de 21:30h. Depois de jantarmos voltamos para o hotel de metrô.

 

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Dia 09/04:

Acordamos e fomos tomar café no shopping. Depois seguimos para Chinatown. O bairro é bem bacana. Muitas bugigangas a venda em variadas lojinhas. Rodamos bastante por ali, compramos algumas coisas, lógico. Depois seguimos para o templo budista chinês. É muito bonito! Um templo genuinamente chinês e enorme. O templo tem milhares de budas em tamanhos diversos. Realmente impressionante. Tivemos a oportunidade de ver um momento em que os monges estavam cantando/recitando. Foi lindo!

Na parte de cima do templo tem mais coisas para ver, num andar tem um museu sobre a vida de Buda. Em cima tem uma sala de meditação e no terraço um jardim.

Saímos dali e passamos numa loja para turistas que fica atrás do templo. Ali o Lucas descobriu que tinha um Red Dot Museum próximo de onde estávamos. Resolvemos ir até lá. Fomos caminhando. No caminho passamos por uma galeria, Singapore City Gallery. É um local muito interessante. Como se fosse uma grande galeria de idéias que pensam a cidade. No hall da Galeria tem uma maquete enorme da cidade. Muito detalhada. Pra gente que é arquiteto, um sonho de maquete!

No hall mesmo tinham algumas exposições de alunos de várias áreas, arquitetura, urbanismo, desenho de produto, games. Bem interessantes! Ficamos um tempo por ali.

Logo depois seguimos para o Red Dot Museum, fica praticamente em frente a galeria que estávamos.

O museu possui uma loja, enlouquecedora rs, na entrada. Cada coisa mais maravilhosa que a outra. Para entrar no museu é só pagar no caixa da loja, a entrada para o museu é de SG$ 8,00. O museu é bem pequeno, mas achei bastante interessante. Tem muito material exposto. Com explicação de cada peça. Achei que valeu a pena!

Saímos correndo para não passar na loja de novo e acabar caindo em tentação rs.

Dali voltamos para a estação de metrô e fomos para a Singapore Flyer.

Chegamos na roda gigante estava anoitecendo, não tinha nenhuma fila. Pagamos e fomos para o segundo andar onde é o acesso para a roda gigante.

Antes tem uma pequena apresentação sobre a construção da roda gigante e algumas curiosidades.

Uma volta completa na Singapore Flyer é dura 30min, o valor do ingresso foi SG$ 38,00.

Esses 30 min passam muito rápido. A vista da roda gigante é muito linda. Aliás de qualquer lugar no alto dessa cidade a vista é deslumbrante. No início parece que tá muito devagar, mas quando vimos acabou.

Dali voltamos pro hotel.

 

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Dia 10/04:

Neste dia acordamos mais tarde. Foram 2 dias andando como se não houvesse amanhã rs. Levantamos e fomos direto almoçar no shopping.

Depois fomos andar pela rua dos shoppings, Orchard Road. O principal é o shopping com o nome da rua. Super luxuoso! Ficamos rodando por ali parte da tarde. Depois voltamos para o hotel. Descansamos um pouco e depois nos arrumamos para curtirmos a noite no Marina Bay Sands.

Fomos pro Marina de metrô e subimos direto pro bar do hotel. Os drinks são em torno de SG$ 28,00. A vista de lá é maravilhosa. Tomamos uns 2 drinks e comemos a batata com molho de maionese com wasabi que realmente é divina! Ficamos por ali bebendo e comendo e curtindo a vista. Esses rooftops bars tem realmente um clima diferente. Curti bastante!

Depois já estávamos por ali mesmo, resolvemos ver como era a night no Ku Dé Ta, que tb fica no Marina. A entrada foi em torno de SG$ 35,00 com direito a 1 drink. Achei ok! E foi bem divertido. A pista tava animadíssima e mais uma vê na viagem dançamos Kuduro e tocou sertanejo universitário brasileiro. Parece que nos seguia rs. Foi muito engraçado e divertido. Vale a pena ir ao Ku Dé Ta!

Saímos de lá mais de 3h da manhã e voltamos pro hotel de táxi.

 

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Dia 11/04 - Cingapura-Bangkok:

Acabamos acordando próximo da hora do almoço novamente. Já descemos com a bagagem para fazer o check out. Deixamos as bagagens guardadas no hotel e almoçamos no shopping. De lá seguimos novamente para o Marina. Decidimos subir ao deck de dia. Para ir até lá vc tem que pagar uma entrada de SG$ 20,00. Achei q valia a pena, apesar de termos ido no dia anterior. Pq todas as vezes que fomos ver a cidade de cima foi à noite. Na passarela do Gardens, na Singapore Flyer e na noite anterior no bar do Marina.

Ainda não tinha visto de dia. E é tb incrível! Ficamos por lá bastante tempo. Tirando inúmeras fotos e nos despedindo de Cingapura. Depois descemos e fomos tomar um café no shopping do Marina para voltarmos ao hotel e buscar nossas bagagens. Pegamos nossas malas e fomos pro aeroporto de metrô.

Foi triste deixar Cingapura. Fiquei apaixonada de verdade por essa metrópole. Moraria facilmente nesse lugar, a limpeza e sensação de segurança foram incríveis. Fora os locais q conhecemos sem esperarmos. Certeza se tivéssemos mais dias, teríamos a cada dia uma nova surpresa com a cidade.

 

Chegamos pouco mais meia-noite em Bangkok. Pegamos um taxi do aeroporto de volta ao nosso hostel, o mesmo do início da viagem. Chegamos e fomos direto dormir.

 

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Dia 12/04:

Acordamos não muito cedo. Era o primeiro dia de Songkram na Tailândia, o famoso ano novo Tailandês. Tomamos café no restaurante do hostel e fui recuperar minha mala que ficou guardada durante toda a viagem. Sabia que seria útil para carregar as milhares de coisas que fui comprando ao longo da viagem.

Tentei colocar umas roupas pra lavar, mas estava fechado, depois percebemos que absolutamente tudo estava fechado por causa do Songkram. Ou seja, sem roupas limpas.

Tentamos fechar algum passeio pela recepção do hostel para o dia que terminasse o Songkram, mas a recepcionista não conseguiu contato com a agência. Não tinha jeito de fecharmos um passeio. Decidimos então ir para a rua.

Tentamos pegar um tuk-tuk pra área do Wat Po mas não conseguimos. Até q andando um pouco mai adiante chegou um cara oferecendo um passeio de barco. Acabamos aceitando. Furada gente! Tem nada de interessante e lembro q não foi muito barato. Depois procurando descobri que é um tipo de golpe. Vc pergunta a eles na rua e eles falam que tudo está fechado por causa do Songkram. É mentira! A maioria dos templos ficam abertos, pq a população vai até eles dar as oferendas e fazer a lavagem do Buda. E mesmo o Grand Palace só fecha no terceiro dia de Songkram. Se forem nessa época se informem sobre os ônibus. Ou falem que querem ir mesmo estando fechado. Só cuidado que os Tuk-tuks tentam fazer uma parada em lojas pra obrigar vc a comprar. Então se eles falarem de alguma parada antes do destino final fujam.

Enfim, fizemos o fatídico passeio de barco, a única coisa boa foi que nos deixaram do lado do Wat Po. Chegamos lá e estava lotado. O lugar é lindo!

São vários templos dentro do complexo e inúmeras estupas decoradas. Em volta das estupas eles estavam fazendo como se fossem mini estupas de areia. Cada um fazia a sua e enfeitava com bandeirinha ou flor. O que tornava o lugar ainda mais bonito. Tinham meninas dançando no meio do povo, fazendo apresentação de dança tailandesa tradicional. Foi tão bacana que esquecemos até do barco rs.

Mas o mais impressionante mesmo é o Buda reclinado. É incrível estar de frente pra ele. 43m de uma imponência indescritível. Realmente só estando lá pra entender. Ficamos horas dentro do Wat Po. Entramos em todos os templos. Tiramos zilhões de fotos. Foi muito enriquecedor.

Nos localizamos no mapa e resolvemos tentar ir no Grand Palace. Quando chegamos lá descobrimos que tinha fechado a pouco tempo. Ele fecha as 15:30h para entrar. Pra quem já está lá dentro fica aberto até às 16h. Decidimos ir no dia seguinte.

De lá saímos andando sem destino. Passamos por uma grande praça onde estavam tendo shows e tinha uma grande feira só de barraquinhas de comida. E tinham como se fossem carros alegóricos. Teve ou ia ter um desfile. Muitas pessoas na rua. Muita gente tacando água. Até esse momento já tínhamos levado um pouco de água na cara algumas vezes. Não tem escapatória, eles não perdoam mesmo. Então se estiver na Tailândia durante o Songkram e for para rua saiba que vai ser molhado. Tem tb uma mistura de farinha com água q eles passam no seu rosto. Depois de andar um bocado fomos nos localizar no mapa novamente e percebemos que estávamos próximos da Kao San Road. Lá além de ser badalado nos dias normais, ter vários barzinhos e hostels, é considerada uma das maiores guerras d'água da cidade. Pensamos: Pq não? Compramos cada um uma pistola d'água e fomos. Foi incrível! É muito divertido! São milhares de pessoas naquela rua tentando ir e vir e jogando água uns nos outros. O mais divertido foi ver 2 policiais no meio da multidão patrulhando a festa e todos sem dó molhando os 2 e eles achando super engraçado. Bem, quando conseguimos chegar no final da Kao San Road estávamos completamente encharcados e morrendo de fome. Tentamos ir para o Burger King que tem ali, mas estava impossível entrar. Resolvemos sair daquela confusão. Andamos um pedaço até ter menos gente e onde carros e tuk-tuks estavam passando e conseguimos pegar um Tuk-tuk que nos deixou no nosso hostel.

Lá tomamos um banho e tivemos que pedir pizza pela Pizza e Company, que nos salvou pq o restaurante do nosso hostel tinha fechado e hostel ao lado tb.

 

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Dia 13/04:

O grande dia. Íamos finalmente ao Grand Palace. Acordamos um pouco tarde e fomos nos arrumar. Como esse era o único destino do dia não tínhamos muito horário. Descemos e já almoçamos no restaurante do hostel. Na recepção perguntamos sobre ônibus e a recepcionista nos indicou qual que passava lá. Esperamos um pouco no ponto de ônibus, afinal era um feriado, mas logo veio o ônibus. Foi bastante tranqüilo descer por lá, como tínhamos ido no dia anterior foi fácil identificar quando chegamos. Fomos direto para o Grand Palace, compramos a entrada e entramos no complexo.

O Grand Palace é realmente um lugar grandioso. E é tão bonito que tem hora que não parece ser realidade. Todos os prédios e templos dentro daquele local são indescritíveis. Mas vá preparado, é muito lotado! Muito mesmo. Achei que fosse devido ao Songkram, mas quando voltamos vi o Lugar Incomum que a Didi Wagner foi lá e estava do mesmo jeito. Então acho q é sempre assim mesmo. Outra dica boa é levar uma garrafa d'água, lá como ja disse é muito quente, e não tem locais vendendo água, mas tem bebedouro próximo aos banheiros. Então dá pra recarregar a garrafinha e não morrer de sede. Levamos mais de 3 h andando por lá. É incrível, não dá vontade de ir embora, mas bastante cansativo tb. Acho q foi até bom não termos conseguido entrar no dia anterior. Já tínhamos cansado um bocado Wat Po. Talvez não fôssemos aproveitar tanto.

Saímos dali e fomos tentar pegar o ônibus de volta para o hostel. Pegamos, mas não descemos no Hostel rs. Não sabemos se ele passou por alguma outra rua perto q não conhecíamos ou se ele não passa no hostel na volta. Mas acabamos voltando pra perto do Grand Palace depois de uns 20 min rodando no bus. E como o motorista não falava inglês desistimos e fomos pegar um tuk-tuk.

De volta finalmente ao hostel resolvemos tentar um hostel ali perto para tentar fazer o passeio para Ayutthaya e Bang Pa-in mas não conseguimos, tentamos novamente na recepção do nosso hostel e nada.

 

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Dia 14/04:

Neste dia não tínhamos muito o que fazer. Ja tínhamos ido aos lugares que queríamos conhecer. Ficamos descansando um pouco no hostel. Depois descemos pra almoçar, fomos ao templo do Buda dourado, que do hostel dava para ir andando. O Buda é incrível e pensar que este é de ouro maciço! 5,5 toneladas de ouro. Bem bacana. Voltamos pra perto do hostel e fomos ao hostel do lado. Decidimos fechar o passeio do Floating Market + Ayutthaya e desistimos do Bang Pa-in, já que no nosso hostel não conseguiram contato com a agência.

Ainda era relativamente cedo e resolvemos dar um pulo no shopping. Rodamos um pouco. Acabei comprando uma calça na H&M, jantamos e voltamos pro hotel pq tínhamos que estar de pé antes das 6h pra fazer check-out e encontrar com o motorista que ia nos levar pro passeio.

 

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Dia 15/04:

Acordamos super cedo, tínhamos deixado as malas previamente arrumadas. Descemos pra fazer check-out, deixamos as malas guardadas para quando voltássemos e fomos pra porta do hostel ao lado. O motorista já estava lá. Entramos no carro e fomos.

A primeira parada, quase 1h depois de sairmos, foi numa lanchonete de posto de combustível para tomarmos café da manhã. Logo seguimos por mais um bom tempo até o mercado flutuante. Fomos ao Damnoen Saduak, pelo que nos informamos tem 2 que são mais próximos de Bangkok. Esse seria o maior. Chegamos lá e você tem que pagar o barco para fazer o passeio. Neste local onde fomos só tem os barcos a motor, eles são mais caros. Pagamos 2500 baht pelo passeio de 1:30h. Acredito que por ser o primeiro dia após o feriado demos azar de estar vazio. Pelo que entendi esse era o preço fixo do barco, se tivesse mais gente seria dividido por todos. Até pq tinha uma faixa com os valores impressos, é uma tarifa fixa. Pagamos e fomos. O mercado é realmente uma experiência incrível. Não temos nada comparado, pelo menos aqui no Rio. É realmente muito diferente. Nosso passeio foi por todos os canais e no final ele nos levou ao templo que fica em um dos canais. Fizemos a visita ao templo por 15 min e voltamos ao barco. Do templo voltamos direto para o local onde o motorista nos aguardava. Confesso que apesar de mais caro fiquei aliviada de ter ido no barco a motor. Não teria curtido nada naquelas canoas a remo. Acho q me sentiria muito insegura naqueles barquinhos minúsculos. Rs

Voltamos ao táxi e partimos para o local mais esperado da viagem.

Ainda rodamos um pouco mais de 1h para chegar até lá. Estava fazendo um dia realmente quente quando descemos em Ayutthaya. Quando descemos em frente ao primeiro templo parecia um sonho estar naquele lugar. Tantos anos de história ali na nossa frente. Este lugar é deslumbrante. Foi quase inacreditável estar ali. Acho q só não caí no choro pq o calor tava grande. Acho que os templos de Ayutthaya foi onde tirei o maior numero de fotos da viagem. A gente fotografa e parece que nenhum ângulo fica feio praquele lugar e mesmo assim nenhuma foto faz jus. Rodamos por quatro templos em Ayutthaya, fomos de um ao outro de carro mesmo. Não sei se é possível fazer a pé. Quero muito numa possível volta a Tailândia fazer o passeio noturno. Deve ser deslumbrante. Estava em nossos planos, mas com o Songkram ja foi um milagre conseguirmos ir até lá. Para quem quiser se informar e ir por conta própria, o trem de Bangkok chega até Ayutthaya. Mas chegando na cidade vc tem que andar de um templo ao outro e eles não são muito próximos. É provável q se informando seja possível conseguir um guia no local.

Fechamos nosso passeio e voltamos para Bangkok. Chegamos de volta ao nosso hostel por volta de 16h. Não tínhamos almoçado, mas resolvemos pegar as malas e correr para o hotel, pq os meninos ja estavam lá e estávamos morrendo de saudades.

Pegamos um taxi e fomos direto. Fizemos check in no Eastin hotel. Deixamos as coisas no quarto e corremos pra piscina. Confesso que estava sentindo falta de vestir o biquíni.

Encontramos os meninos na piscina e fomos colocar as fofocas em dia e óbvio comer. Passamos o resto do dia na piscina do hotel, que, diga-se de passagem, é maravilhosa. Confesso q achei besteira no início, mas nada melhor pra curar a depressão de fim de viagem que aquel piscina rs

Depois que anoiteceu, fomos pro quarto para tomar banho e nos arrumamos. Pra fechar o dia fomos ao Siroco no Le bua Hotel. Ficava bem próximo do que estávamos.

A vista de lá é realmente linda, mas não vale muito a pena. Um drink estava 680 baht. Sim, isso mesmo. Tomamos cada um apenas 1 drink e depois fomos embora. Ficamos um pouco mais de 1 h lá em cima. Os meninos da outra vez que foram a Bangkok, foram no Vertigo. Segundo eles é mais bacana e eles não se lembram de ser tão caro lá.

Voltamos pro hotel e fomos dormir.

 

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Dia 16/04:

Acordamos pro café da manhã, que me dá tristeza só de lembrar. O café era maravilhoso. Tinha tudo que se possa imaginar, incluindo comida tailandesa. Depois de comer até morrer no café decidimos estender a diária do hotel de 1 dos quartos e passar a tarde na piscina. Nada mais justo. Ficamos até dar a hora. Descemos apenas para nos arrumarmos e fazer check-out. Descemos e deixamos as malas no hotel. Ainda eram 18h e nosso vôo saía às 3h da manhã só. Fomos comer e comprar as últimas lembrancinhas na Kao San Road. Comemos no mesmo bar do 2o dia em Bangkok. Depois rodamos algumas lojinhas comprando bugigangas. E fizemos a última massagem tailandesa. Pegamos então um taxi e voltamos pro hotel. Fomos buscar as malas e aproveitamos para tomar um banho no bho. da piscina. Afinal seriam mais de 27h de aeroporto pela frente.

Pedimos um taxi e fomos para o aeroporto.

 

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Dia 17/04 e 18/04 - Bangkok-RJ:

Embarcamos conforme previsto e nosso vôo saiu no horário.

Na escala em Abu Dhabi tivemos um atraso no vôo, que fez que acabássemos perdendo a escala para o Rio em Sp. O que foi bom, pq senão não conseguiríamos passar no free shop.

Depois de conseguirem nos encaixar num vôo pro RJ, mas pro Galeão em vez do Santos Dumont. Fomos ao dutty free. Mesmo assim tivemos que sair correndo para pegar o vôo pro RJ. Por volta de 20:30h chegamos ao Rio.

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    • Por Fabricio Souza
      Fala galera..
      Estou aqui para relatar a minha viagem a 4 cidades colombianas (Bogota, Cartagena, San Andres e Providencia).
      Fui somente eu e minha namorada, embarcamos dia 06/05/217 e retornamos dia 21/05/2017.
      Em anexo coloquei uma planilha de custos e planejamento onde temos detalhes de tudo relatado, inclusive com endereços e valores de hospedagens.
      Embarcamos dia 06/05 de Guarulhos com destino a Bogota pela companhia aérea Avianca. Cheguei a pesquisar por outras empresas, mas essa era a que tinha voos mais baratos e aceitava o plano de milhas que tinhamos. O voo teve uma escala em Fortaleza e a duração total foi de aproximadamente 9 horas (incuindo duas horas de escala em Fortaleza. Ótima agencia e os voos ocorreram sem problemas. O valor da passagem foi de 20000 milhas mais R$600,00 de taxas para cada pessoa. 
      VOOS
      [*] O trecho São Paulo – Bogota e Bogota São Paulo realizamos atra´ves da empresa Avianca, onde utilizamos milhas para compra de passagens;
      [*] Para os trechos internos de Bogota – Cartagena, Cartagena – San Andres e San Andres Bogota utilizamos ua empresa de Low Cost chamada Viva Colombia, onde adquiri todas as passagens pela internet com atecedencia e não tive nenhum problema. Detalhe: qualquer bagagem despachada ou escolha de assento é pago. Fique atento;
      [*] Para o trecho San Andres – Providencia e Providencia – San Andres realizamos pela empresa Satena (empresa unica que faz esse trecho). Avião teco-teco para 12 pessoas porem muito tranquilo o voo. Apenas a bagagem que é limitada e foi preciso deixar parte da bagagem no hostel de San Andres.
      OBSERVAÇÕES
      [*] É necessário o comprovante da anvisa de vacina de febre amarela (verificaram isso na entrada da Colombia);
      [*] É necessário um passaporte com no mínimo mais 6 meses de validade na data de embarque (também verificaram isso no embarque);
      [*] Moeda local se chama Pesos Colombianos (COP). A cotação estava em aproximadamente R$1,00 para COP 938,00.
      [*] Todos os dados de hostel estão na planilha em anexo.
      [*] Aeroportos de Bogota e Cartagena possuem guiche de taxi, que definem o valor quando vc pede o taxi. Pegue no guiche;
      [*] Não trocar dinheiro no aeroporto;
      [*] Compre assim que possivel um par de sapatilhas para entrar no mar. São baratas (uns 10 mil pesos) e são indispensaveis para algumas praias e mergulhos (mesmo que snorkelling);
      [*] Nas lanchas, procurar sempre o fundo que é mais calmo; 
      BOGOTA
      Dicas da cidade
      [*] Ponto de informações turisticas: Palacio Liévano (Carrera 8 com a Calle 10) onde diariamente há walking tours gratuitos pelo centro em dois horários 10h e 14h. Muito prestativos e tour imperdivel; 
      [*] Pegar taxis amarelos pois rodam com taximetros. Outros mais caros. Negociar valor antes de embarcar;
      [*] Próximo à estação Museo del Oro do Transmilenio ficam várias casas de câmbio;
      [*] Pegamos dias agradaveis, porém sem calor. Temperatura em volta de 22 graus e com neblina durante parte do tempo. Pouca chuva, apenas esporadicas.
      Hospedagem
      Ficamos hospedados no hostel SC House e fizemos reservas pelo site Booking.com. Tudo com sucesso e sem problemas. Quarto privado para duas pessoas com banheiro compartilhado. Hostel limpo e com atendentes muito prestativos. Sem alimentação. Excelente localização.
      Dia a dia
      Chegamos a Bogota ja a noite (dia 06/05 as 20:00) e fomos direto ao nosso hostel de taxi. Fizemos check in e saimos para jantar nas proximidades (varias opções). Fizemos um passeio a pé e logo voltamos ao hostel para descansar para o dia seguinte.
      Primeiro dia (07/05), acordamos e tomamos café da manhã próximo ao hostel e logo fomos em busca do Walking tour. Ele é gratuito e tem como ponto de partida o Ponto de Informações Turisticas (PIT) que fica na praça principal (basta perguntar que logo se encontra). Endereço na planilha. O tou inicia as 10:00 e termina por volta de 12:00. Muito bom, guia muito atenciosa e com vasto conhecimento. Excelente oportunidade para conhecer toda a região central.
      Após o tour, almoçamos  e partimos para passeios caminhando pelo centro, desta vez entrando nos pontos. Fizemos a visita guiada ao Museo Botero, sendo muito bom com toda historia e obras de Botero. Em seguida fizemos a visita guiada ao Casa de Moneda que fica ao lado e mostra toda a historia e modos de cunhar as moedas colombianas. Visitamos tambem o Museo Del Oro, onde é possivel ver toda historia de mineração de ouro e as peças. Por fim, visitamos o Cerro Monserrate, onde subimos de bondinho (tem a opção de teleferico tambem) de onde é possivel ter uma visão de toda Bogota. Uma pena que neste dia esta nublado e atrapalhou nossa vista. Aproveitamos o fim de tarde para realizar compras na Galeria Artesanal de Colombia, ao lado do museu do Ouro. Muitas opções de lembranças, otimo para compras. A noite fomos jantar no conceitudo restaurante Andres DC, com excelente decoração e muita animação. Apenas o valor que é um pouco elevado.

      Plaza Bolivar

      Andres DC
      Segundo dia (08/05), acordamos e fizemos nosso check out, deixando apenas as malas na recepção. Saimos e tomamos café da manhã na rua e partimos para a catedral de sal de Zipaquira. Passeio imperdivel, onde voce visita uma mina de sal desativada e que se tornou uma catedral. Toda ela é construida de sal e é impressionante. Zipaquira fica cerca de uma hora de Bogota. Utilizamos o transporte publico para ir e voltar e foi muito tranquilo e econimico. Fomos até o ponto do transmilênio (proximo ao museo de Ouro), sendo que basta tomar qualquer um que tenha como ponto final o Portal del Norte. No hotel nos sugeriram que na estação da Calle 26 tomássemos qualquer um com a letra B, com exceção ao B1 e ao B3, pois os mesmos parariam em todos os pontos, ao passo que os demais pulariam algumas paradas (passagem de ida e volta 3.400 COP). Chegando ao Portal del Norte basta entrar em um dos diversos ônibus com destino a Zipaquirá, sendo que assim que chegamos tomamos um que logo saiu (passagem 3.700 COP), o trajeto é de cerca de quarenta minutos até Zipaquirá. Chegando em Zipaquirá caminhamos da parada do ônibus ao centro histórico da cidade e seguimos diretamente para nosso destino, o Parque de la Sal. A caminhada até a entrada do parque é tranqüila. Chegando na parte das atrações, compramos as entradas, sendo que dentro das opções que haviam optamos por fazer o passeio pela catedral e a rota do mineiro, com valor de 26.000 COP (preço básico apenas da catedral 20.000 COP + 6.000 COP da rota do mineiro). Vale a pena!!
      Após a visita fizemos exatamente o caminho inverso e retornamos ao nosso hostel para um banho e retirar nossa bagagem. Partimos ao aeroporto com destino a Cartagena. Nosso voo era as 20:15 com a agencia Viva Colombia.

      Catedral de Sal
      CARTAGENA
      Dicas da cidade
      [*] Vale muito a pena passar todos os fins de tarde no Cafe Del Mar. Por do sol maravilhoso e clima muito agradavel;
      [*] Pegamos dias muito quentes, com muito sol. Temperatura em volta de 30 graus. Necessario protetor para os passeios.
      Hospedagem
      Ficamos hospedados no hostel Casa Alejandria, que mais parece um hotel comum. Excelente, o melhor hostel para quem deseja tranquilidade. Quarto super limpo e organizado, com frigobar. Funcionarios atenciosos. Unico ponto negativo é que não possui cozinha e nem ao menos um microndas para qualquer tipo de refeição. Excelente localização.
      Dia a dia
      Após uma viagem muito tranquila, chegamos em Cartagena e voce logo percebe a diferença de temperatura. Muito quete e abafado. Fomos direto ao nosso hostel utilizando um taxi e fizemos nosso check in. Nesta noite aproveitamos para sair para jantar e tomar umas cervejas. Cidade muito tranquila e nosso hostel tinha uma excelente localização, tendo todas as opções caminhando.
      Primeiro dia (09/05), decidimos realizar o passeio da Isla Del Rosario com Playa Blanca. Tomamos uma barca no pier Muelle de Los Pegasus por volta das 09:00 comprando la mesmo o passeio com direito a almoço. Decidimo não ir ao Oceanario, onde tem uns animais represados. Uma praia linda, otima para snorkeling.
      Retornamos por volta das 16:00 e fomos ao hostel tomar um banho para depois passar o fim de tarde no Cafe Del Mar. Bar otimo a beira mar com um por do sol imperdivel. Passamos varios fins de tarde neste local. Não me recordo onde jantamos, mas em Cartagena temos uma opção a cada esquina.
       
      Isla Del Rosario

      Cafe Del Mar
      Segundo dia (10/05), foi o dia de realizar o Walking Tour. Parte da Plaza Santa Teresa as 10:00 e teve duração de duas horas. Gratuito. Muito interessante e passa pelos principais pontos da cidade muralhada.
      A tarde realizamos a visita aos Museu Naval (não vale a pena, apenas historias de guerra da região e material naval) e o Palacio de La Inquisicion (este vale a pena, com vasto material e historia da inquisição).

      Casa de Francis Drake (para quem conhece de Uncharted, rs)
       

      Palacio de La Inquisicion
      Terceiro dia (11/05), iniciamos com um passeio a Isla Cocoliso, agendado no hostel. Partimos logo cedo, por volta das 09:00. Ilha muito bonita, com muita estrutura inclusiva de piscinas. Porem não tem faixa de areia e o principal atrativo nosso foi um passeio para snokeling muito bom. Almoço incluso.
      Retornamos a cidade por volta das 15:00 e pegamos um Bus Tour que valeu muito a pena. Nele vc roda a cidade em um onibus com ar condicionado e audio guia em portugues explicando cada ponto turistico. Desembarcamos em um ponto e fomos realizar um dos melhores passeios de Cartagena: Castillo de San Filipe. Pagamos por uma guia para nos acompanhar e vale muito a pena (não me recordo do valor, mas não foi nada abusivo). Ela explicou parte a parte do castelo e toda historia dele. Sem ela o passeio não teria o mesmo valor. Recomento demais. O passeio durou cerca de duas horas com muito sol e calor. Vá preparado.
      Ao fim do passeio, pegamos novamente o Bus Tour (o ticket vale por dois dias, basta apresentar ao embarcar) e retornamos ao hostel.
      A noite fomos jantar no restaurante Juan Del Mar. Espetacular! Recomendo.

       Isla Cocoliso

      Castillo de San Filipe

      Castillo de San Filipe
      Quarto dia (12/05), foi um dia livre que utilizamos para ficar na praia do centro no periodo da manhã (utilizamos o Bus Tour novamente) e a tarde realizamos mais um passeio pelas principais praças de Cartagena.
      SAN ANDRES
      Dicas da cidade
      [*] Para entrar na ilha você tem de comprar, antecipadamente, a sua carta de turista. É uma forma de controle de entrada e saída na ilha, já que há um problema migratório interno. A carta custou 45000 COP para cada um. Você precisa providenciar isso antes do check-in no aeroporto, no nosso caso havia um policial antes da fila que era o responsável pela emissão da carta. 
      [*] Sente na frente do avião e saia logo para a fila da imigração pois, o processo é meio lento e depois as malas ainda passam por raio – x e revista
      [*] É zona franca, livre de impostos. Vale a pena perfumes, cosmeticos, etc;
      [*] Quando fomos o passeio a Cayo Bolivar estava proibido, porem dize que é imperdivel. Se estiver disponivel, faça.
      Hospedagem
      Ficamos hospedados na Posada Nativa Lizard House. De todas, a pior que ficamos. Quarto individual com banheiro. Porém com infraestrutura ruim e o pior atendimento que tivemos (muitas vezes não tinhamos ninguem para nos auxiliar). Localizaçao razoavel. Possui cozinha aberta, porém sem alimentação inclusa.
      Dia a dia
      Partimos de Cartagena logo cedo, com voo agendado para 07:45 e chegada a San Andres as 09:15. Chegamos e fomos direto ao hostel de taxi.
      Primeiro dia (13/05), alugamos uma moto para dar a volta na cidade e contamos com auxilio da pousada (custo de 70000 COP). Foi a melhor coisa que fizemos e aproveitamos muito. Passamos por toda a extensão da ilha: Plays Rock Cay, Playa San Luis, SoundBay, Hoyo Soplador e West View. Paramos para almoçar no resturante Punta Sur e vale muito a pena. Hoyo Soplador nos decepcionou, pois é um simples “buraco” que sopra agua do mar, porém neste dia a maré não colaborou e não estava soprando. West View voce paga 4000 COP para entrar e tem um trampolim e toboagua disponiveis. Se trata de um aquario a ceu aberto, com muitos peixes e agua impecavel (voce ganha pedaços de pães para atrair ainda mais peixes). É lindo demais. E destaque mais que especial para Rock Cay (praia coma cesso gratuito). Praia sensacional, que tem um navio encalhado a poucos metros da praia perfeito para realizar snorkling. Otimo para passar uma tarde inteira, com estrutura de barraquinhas vendendo aperitivos e bebidas a preço acessivel.
      Para terminar o dia, fomos jantar na cervejaria Beer Station. Muito bom.

      West View

      Rock Cay
       
      Rock Cay
      Segundo dia (14/05), dia de passeio a um lugar chamado  de Aquario/Mantarraya. Na verdade, enquanto estavamos em Rock Cay no dia anterior conhecemos um rapaz smpatico que nos ofereceu um passeio de barco a pontos de snorkeling  e topamos fazer. Ele nos levou a diversos pontos, entre eles conhecemos pontos de agua vivas, estrelas do mar e snorkeling com muitas arraias. Após isso fomos a um ponto conhecido por Aquario que se trata de uma pequena ilha com muitos peixes e muito bom para mergulho, onde podemos ver até mesmo um pequeno tubarão. Após o passeio passamos o resto do dia em Rock Cay apreciando a paisagem e seu mar.
      A noite fomos jantar no restaurante La Regata. Sensacional apesar de um valor mais salgado. Vale a pena. Detalhe, não pode entrar de camiseta regata (me cederam uma camisa de manga para poder jantar no local).

      Tubarão em Aquario/Mantarraya

      Aquario/Mantarraya
      Terceiro dia (15/05) foi o dia que reservamos para visitar Johny Cay. Uma ilha perfeita com animais diversos e uma praia deslumbrante.          Passeio inclui almoço. Muito gostoso para relaxar e curtir a praia e sua vista sensacional.
      Retornamos a tarde e aproveitamos para realizar compras no centro uma vez que San Andres é livre de impostos e tem procutos com valores atrativos. A noite jantamos no restaurante Peru Wook com comidas tipicas peruanos e um ceviche delicioso.

      Lagarto em Johny Cay
      Quarto dia (16/05), aproveitamos nosso ultimo dia para conhecer La Piscinita, que nada mais é do que um West View localizado em outra região. Voce paga 4000 COP e tem acesso a praticamente um aquario natural. Vale muito a pena para realizar snorkeling. Muitos peixes e pontos para saltar de uma altura de 3 metros de altura. Uma delicia para relaxar entre peixes. Aproveitamos o resto do dia em Rock Cay e realizando compras no centro.
      A notie fomos mais uma vez jantar no centro, porem não me recordo o restaurante.
       
      La Piscinita
      PROVIDENCIA
      Dicas da cidade
      [*] Sentar do lado esquerdo do avião, onde as cadeiras são individuais e a vista na chegada a Providencia é sensacional;
      [*] Roland´s bar: Bar muito legal com clima de Jamaixa. Cerveja gelada a beira mar com um som de Reggae. Comida razoavel, mas o clima prevalece. A noite rola shows que acabamos por não ir;
      Hospedagem
      Ficamos hospedados na Posada Ocean View. Nada mais é do que uma casa de familia que possui quartos extras para hospedes. Descobrimos ao chegar que o dono da casa é secretario de cultura da cidade. Fomos muito bem recebidos e tratados pela sua esposa, que nos auxiliou da melhor forma com todas as dicas e roteiros na cidade. Café da manhã satisfatório incluso.
      Dia a dia
      A bagagem para o voo a Providencia é limitada e foi preciso deixar parte dela no hostel em San Andres. Embarcamos em um avião teco-teco para doze pessoas as 08:30 e chegamos a Providencia as 09:15. A ilha é pobre e com pouca infraestrutura, porém suas belezas naturais compensam tudo. Ao chegar pegamos um taxi e fomos direto ao hostel.
      Primeiro dia (17/05), alugamos uma moto para dar a volta a ilha e conhcer ela no geral. Fizemos diversas paradas em torno de toda a ilha, entre elas no Roland´s Bar, lugar agradavel com um mar lindo onde conhecemos um casal de brasileiros que nos fez parceria durante os proximos dias. No fim da atarde aproveitamos para curtir o por do sol na nossa pousada que ficava a beira mar (imperdivel).

      Providencia

      Por do Sol na pousada
      Segundo dia (18/05), realizamos um passeio de barco junto a outros brasileiros. O passeio dava a volta na ilha, com diversas paradas para snorkeling, inclusive na conhecida Cabeça de Morgan. Lugares muito lindos, onde pudemos ver todo tipo de peixes, como arraias, lagosta, esterlas do mar e peixes diversos.

      Nossa pousada vista do barco

      Terceiro dia (19/05), decidimos fazer o passeio a Cayo Cangrejo. Uma pequena ilha, que ao subir voce tem uma vista sensacional do mar e todo redor. O mar é cristalino e tivemos a oportunidade indescritivel de fazer um snorkeling cercado de tartarugas em seu habitat natural, claro que tomando todo o cuidado para não afetar elas. Simplesmente sensacional e inesquecivel. No fim da tarde  decidimos através a pontos dos namorados e conhecer a ilha Santa Catalina até sua trilha a caebça de Morgan. A trilha não tem nada demais e nem mesmo a vista da cabeça de Morgan me entusiasmou, acredito por ter visitado Cayo Cangrejo no mesmo dia. Para jantar, fomos com amigos brasileiros no restaurante Divino Nino, muito bom e preço aceitavel alem de um som ao vivo agradavel.

      Cayo Cangrejo

      Cayo Cangrejo 
      RETORNO
      Dia (20/05), nossa saga de retorno iniciou com um voo de Providencia-San Andres as 09:30 e chegada as 10:10. Sai do aeroporto e fui buscar o resto de nossa bagagem deixada no hostel. Voltei ao aeroporto em seguida pois nosso voo San Andres – Bogota partia as 12:10. Chegamos a Bogota as  14:15 e tivemos a maior espera de nossas vidas no aeroporto porem sobrevivemos. Nosso voo Bogota-Guarulhos saiu as 23:10 e finalmente chegamos a São Paulo por volta de 14:30 muito cansados, porém extermamente satisfeitos com noss viagem.
      Recomendamos a todos este roteiro e qualquer duvida podem me procurar por email.
      Grande abraço.
      Colombia.docx
      Colombia.xlsx
    • Por barbara_dbarbosa
      Oii mochileiros de plantão! Vou deixar aqui algumas informações sobre minha viagem aos Lençóis Maranhenses. Meu objetivo principal era realizar a travessia a pé nos lençóis. O que foi realizado com muito sucesso. Encontrei aqui no Mochileiros.com o Francisco, que topou fazer a viagem comigo. O Joel foi o nosso guia na travessia, encontrei ele em algum relato aqui do site. Agendei a data do trekking meses antes (pois seria próximo ao feriado). Pedi todas as informações pra ele, foi ele quem indicou pousada em Santo Amaro, super gente boa!! Indicooo sem medo!!!
      Bom, meu voo saiu de Porto Alegre – Guarulhos – São Luís...
       
      05/09/17 - Chegamos ao aeroporto de São Luís as 01:45. Combinamos o transfer (van) com o pessoal do nosso Hostel. Pegamos a van com o Paraíba, saímos próximo as 4 da manhã e chegamos em Barreirinhas as 8:15. Próximo as 6:30 eles fazem uma parada para café e banheiro. Quando chegamos em Barreirinhas largaram cada pessoa na frente do local (casa ou hostel). Valor: R$ 60,00
      Observação: Procurei na internet pessoas que realizassem transfer de São Luís até Barreirinhas e encontrei o Denilson (contato 0xx98 98488-6346) conversei com ele pelo whats, ele cobra R$60,00 sai as 3h e chega as 7h em Barreirinhas. Mas no fim das contas, não precisei utilizar os serviços dele.
       Chegamos no nosso Hostel Cama, Café e Aventura https://www.booking.com/hotel/br/cama-cafe--e-aventura.pt-br.html ,fica longe do centro, em torno de 15min caminhando. Fizemos a reserva pelo booking em quarto duplo com banheiro compartilhado, no valor de R$ 50,00 cada diária com café da manhã (realizamos o pagamento em dinheiro). Tem wifi disponível 24h. Não tem ar condicionado, e nos fundos do hostel tem uma saída direta para o Rio Preguiças.

      Chegamos cedo e o pessoal que estava no nosso quarto já estava saindo. A Ana e o Alexandre nos deixaram totalmente a vontade para tomar um café, enquanto limpavam o quarto. O café da manhã é completinho : café, leite, pão, presunto, queijo, bolo, pão de queijo, e algumas frutas. Pessoal, tenham um pouco de atenção quando reservarem hostel, não é um hotel ok?? No caso deste hostel, eles abriram a casa deles para que as pessoas se hospedassem, me senti totalmente em casa, ficávamos conversando na sala, vendo tv, como se fizéssemos parte da família mesmo. O local é simples. A noite tem muita muriçoca (pernilongo) por isso leve repelente.
      A tarde realizamos o Circuito Lagoa Bonita:
      O passeio sai as 14h e volta em torno de 19h. Realizamos com a empresa Mar Azul (pagamento pode ser realizado no cartão). A empresa te busca no local combinado, você irá em uma Hilux adaptada. Antes de iniciar o passeio eles param em um mercado para que você compre água e algo para comer de lanche. São 16km em uma 4x4, na areia fofa, em torno de 1:20min balançando no carro. Cuide se você ficar na ponta do banco, pois a vegetação é de muitos galhos e podem te machucar. Na chegada, antes se subir, tem umas barracas com pessoal vendendo água, castanha, tapioca. Para chegar as lagoas, você terá que subir uma duna de 70m bem íngreme, até tem uma corda para ajudar. Leve água, protetor e lanche.  Você verá o pôr do sol.



      Jantamos na Beira Rio (onde se encontram alguns poucos restaurantes). Comemos uma pizza média a moda do pizzaiolo e 4 queijos + suco no Barlavento. Gastamos R$ 26,00 por pessoa.
       
      06/09/17 - Pela manhã ficamos no hostel, e fomos até o centro dar uma volta. 
      Genteeee do céu!!! Que calor hein! Só deu tempo de ir e voltar, não aguentava mais hahahah, sou gaúcha e literalmente estava derretendo lá. Voltamos para o hostel e fomos curtir um pouco do Rio Preguiças.

      A tarde realizamos o Circuito Lagoa Azul: também fizemos este passeio pela parte da tarde. Saímos as 14 e voltamos um pouco antes das 19h. Diferente do circuito anterior, lá nas lagoas não tem estrutura nenhuma, então compre tudo antes de ir. A distância é de 12km. Na volta do passeios, temos que atravessar a balsa, ali tem umas pessoas vendendo tapioca, comi uma de carne seca – valor R$ 5,00. Na volta jantamos em um local chamado Lanchonete Central, que fica bem em frente a ao Pague Menos na av principal. Pagamos R$10,00 em um prato feito com arroz, feijão, massa, salada e carne (a escolher entre frango, carne de boi, peixe).
       
      07/09/17 – Marcamos o passeio pelo Rio Preguiças, que vai a Vassouras (onde tem os pequenos lençois e o macaquinhos), Mandacaru e Caburé. No caso faríamos a travessia de Caburé até Atins em lancha. As 8:00 da manhã deixamos o hostel e pegamos a lancha.


      Em Mandacaru subimos no farol e na volta comprei um picolé de cupuaçu (R$ 2, 00) na lanchonete bem em frente onde as lanchas param.

      Em Caburé tem praia, ficamos um pouco por lá e depois almoçamos no Restaurante Portal do Caburé. Comi peixe frito com arroz verde e camarão, vinagrete e suco de Bacuri (500ml). Gastei 43,00 e o local aceita cartão.

      As 14h realizamos a travessia para Atins. Lembre-se de avisar o local onde você ficará lá em Atins, que você está fazendo a travessia e chegará próximo horário. Porque isso?? Não avisamos, e tivemos que ir caminhando da praia até o nosso hostel. Pensa: 14:20 , sol raiando, você pisando em uma areia fofa quente (pegando fogo) , de havaiana com mochila pesada nas costas. Impossível né? Kkkkk aquilo foi momento crueldade do dia!
      Ficamos no hostel O Peixe de Boa Hostel https://www.booking.com/hotel/br/o-peixe-de-boa-hostel.pt-br.html#tab-main , reservado pelo booking em cama beliche, quarto misto, com banheiro compartilhado, no valor de R$35,00 a diária sem café da manhã. Não tem ar condicionado e o wifi informado no site só existe em horários determinados, é oculto e somente o dono do local coloca a senha! O bar não abriu no dia em que estávamos lá. Primeiramente, não tem recepção no hostel, chegamos lá e ficamos procurando alguém para nos atender. O local é meio escuro, chegamos a tarde e estava insuportável ficar lá dentro. No hostel eles só fazem cavalgadas , no caso me orientaram a procurar outros passeios na pousada ao lado, que foi onde fechei o Passeio da Revoada dos Pássaros.
      Voltando a falar sobre o hostel: hoje em dia as pessoas estão conectadas 24h, seja no celular, no computador, enfim... muitos dependem da internet por algum motivo. Quando você olha no site e lá diz que tem wifi, você já sabe que por pior que seja o sinal, em algum momento você terá o wifi disponível ok? O que aconteceu foi que chegamos e pegamos a senha somente as 19h. Mandei algumas mensagem para o meu Guia do Trekking pois queria combinar de despachar um pouca das minhas coisas e aliviar o peso da mochila. Um outro hóspede estava vendo sobre sua volta para Barreirinhas no outro dia. Bom, como não sabíamos do fato de que a internet era desligada as 21h, saímos, fomos jantar e na volta....não existia mais internet! Paciência...no dia seguinte 7h da manhã quando o dono chegou fomos pedir a senha novamente. Ele ficou super indignado, como que nós precisávamos de internet as7h da manhã?? Estávamos ali, e o objetivo não era ficar “conectado” e sim sair, conversar ir a praia blá blá blá....ok, cada um com seus problemas. Mas mesmo liberando a internet por 30min, não resolveu os problemas de ninguém! Lembre-se lá o sinal de telefone é péssimo, só pega OI e olha lá....
      Enfim, só para lembrar que jantamos em uma pizzaria italiana que tem bem no final da cidade. Estávamos em 3 e pedimos 2 pizzas (gigantes) + 2 sucos  e 1 capirinha, R$ 60,00 por pessoa. Após fomos tomar uma cerveja no bar em frente ao nosso hostel.
       
      08/09/17 – Na noite anterior fechamos uma passeio para a Lagoa da Capivara e já nos deixariam em Canto de Atins (de onde sairíamos para o trekking). Durante este passeio você passa primeiro no Restaurante do Sr Antônio para pedir o almoço, depois passa um tempo na lagoa da Capivara, vai um pouco na praia e volta para uma lagoa para tirar o sal do corpo e segue para o Almoço, em torno de 12:30. No início do passeio já deixamos nossas mochilas no restaurante do Sr Antônio, pois dormiríamos lá. A diária em rede é R$35,00.  Para o almoço pedimos Camarão Grelhado, arroz, feijão, farofa e salada de tomate R$90,00 + suco de caju 1litro R$ 15,00. Comi bombom de cupuaçu e bacuri (R$ 2,50 cada). As 14h nosso guia chegou e as 17:30 nosso fomos ver o pôr do sol e comer uns cajus. Aqui não tem wifi, não tem sinal de telefone, energia elétrica somente das 18:30 às 22h. Jantamos algumas coisas que tínhamos levado na mochila. Durma nas redes que estão longe do restaurante (próximas ao banheiro) é melhor pois eles atendem até umas 21:30, então terá barulho, luz etc....
       
      09/09/17 Levantamos as 04:30 para tomar café (pão, margarina, bolacha salgada, leite e café). Combinamos com nosso guia Joel (quem quiser contato só pedir) que devido ao peso das nossas mochilas (em torno de 8kg) faríamos os 10km inicias do trekking (a parte que é na praia) de quadriciclo, pois a areia é dura, assim pouparíamos nossos pés. Pagamos R$100,00 por pessoa para realizar este trajeto.
      Nós tomando uma tiquira com Caju com nosso Guia Joel!

      Vimos o nascer do sol (fantástico).

      Começamos a caminhar as 6h. Paramos em uma lagoa. Chegamos em Baixa Grande as 9:30. Distância de 13km. Ficamos na casa do seu Moacir e da Bete. Tem banheiro feminino e masculino, tem uns 4 chuveiros com água temperatura ambiente. Dormitório com rede. Energia elétrica somente das 18:30 as 21h. Almoço e janta: arroz, feijão, massa, farofa e frango (a carne você pode escolher entre frango, peixe e cabrito).  Jogamos sinuca com os guias e as duas francesas que estavam lá. Tomamos tiquira com caju. Subimos até as dunas para ver o nascer da lua. Fizemos uma fogueira e assamos umas castanhas de caju. Fomos dormir era umas 22:30.

      Neste dia gastamos R$ 107,00 : R$35,00 cada refeição – almoço e janta + R$35,00 da diária com café + R$ 2,00 refri o qual dividimos.
       
      10/09/17 - Acordamos as 5h, tomamos café (pão, ovo, manteiga, bolacha salgada, café e leite). Saímos as 6h em direção a Queimada dos Britos. Distância: 12km. Atravessamos o Rio Negro que divide a região de Barreirinhas e Santo Amaro.

      Fomos na lagoa das queimadas. Chegamos na casa do Sr Raimundo (pai do Carlos Queimada, um guia conhecido pelo pessoal do mochileiros) e da Dona Joana as 09:45. Na entrada do povoado tem muito caju, mirim(uma frutinha pequena, de cor preta bem docinha). Aqui neste apoio os banheiros eram separados dos chuveiros. Tomamos uma tiquira com caju, conversamos com o Sr Raimundo e mais um primo dele que chegou ali também. Almoçamos peixe frito, arroz, feijão, massa, salada de tomate e de sobremesa uma fatia de goiabada. Após fomos descansar na rede embaixo do cajueiro (ô coisa boa). Lá pelas 16h quando o sol já estava menos quente, fomos na lagoa que tem atrás do apoio, uma lagoa cor de coca cola. No final do dia fomos até as dunas ver o pôr do sol. A janta foi praticamente a mesma coisa do almoço. Nesta noite comecei a sentir minha panturrilha. Tomei um relaxante muscular e fui dormir as 20:45. Neste dia gastamos: R$ 118,00: R$35,00 cada refeição – almoço e janta + R$35,00 da diária com café + 1 água de litrão e 1 tiquira.
       
      11/09/17 – Acordamos as 4h. Tomamos café (bem reforçado) café, leite, tapioca, ovo, banana, laranja. Saímos 5h em direção a Betânia. Distância 18km. Paramos três vezes neste dia, quando chegamos na subida da última duna, eu estava acabada, o sol estava forte, a areia começando a esquentar e eu morrendo de calor. Chegamos no apoio, Restaurante Cantinho da felicidade as 10:45. Tomamos 4 cervejas de litrão rapidinho hahaha. Neste apoio tem energia elétrica, mas não tem sinal de telefone. Pedimos cabrito para o almoço: arroz, feijão, massa e carne de cabrito. Após o almoço descansamos na rede. Após fomos caminhar pelo povoado. Assamos umas castanhas de caju, tomamos água de coco.


      O restaurante fica bem em frente ao Rio, consequentemente tem uns mosquitos, leve repelente. A janta foi a mesma coisa do almoço+ salada. Neste dia gastamos R$ 126,00 : R$35,00 cada refeição – almoço e janta + R$35,00 da diária com café + 1 água de litrão e 2 cervejas. Fui dormir próximo das 21h.

       
      12/09/17 - Acordamos as 4h. Tomamos café (tapioca, bolo, ovo, café, leite, frutas). Saímos 5h em direção a Santo Amaro. Distância 12km. Chegamos em Santo Amaro as 08:30. Ficamos na Pousada Lagoa Azul https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g1397862-d4945559-Reviews-Pousada_Lagoa_Azul-Santo_Amaro_do_Maranhao_State_of_Maranhao.html pagamos R$ 70,00 na diária em quarto duplo, com banheiro, wifi, ar condicionado(ufa) e café da manhã.  Chegamos e já nos ofereceram café (pão, presunto, queijo, tapioca, ovo frito, café, leite, frutas) . Almoçamos no Restaurante do Gordo, fica umas 4 quadras da Pousada. O restaurante é simples, a comida e boa e o valor é maravilhoso. Um prato feito de carne de sol, arroz, feijão, farofa e salada R$15,00, a coca litro R$6,00. A tarde fomos dar uma volta para conhecer a cidade. Encontramos a Casa do Picolé, que fica atrás da igreja. Peguei sorvete de tapioca e de coco verde. R$ 10,00. A cidade é pequena e não tem muita coisa para fazer. Não marcamos passeio para as lagoas.
       
      13/09/17 – Tomamos café, organizamos nossas coisas e fomos almoçar no restaurante Caminho das Dunas, o local é simples, a comida é boa e um pouco mais cara que o outro restaurante. Gastamos R$ 28,00 por pessoa na refeição que foi: carne assada, arroz, feijão, massa, farofa + suco de maracujá. Não conseguimos comer toda a comida então, a dona do restaurante fez uma marmitinha para nós  .
      Tinhamos agendado a o transfer para São Luís para as 14h. Fomos de hilux adaptada até um certo ponto, descemos e seguimos com o carro de um nativo até São Luís. Chegamos no aeroporto de São Luís as 18h. Pagamos R$ 70,00.
       
       Gastos:
      Guia Joel: R$ 400,00 (pois foi divido em duas pessoas)
      Hostel Cama, Café e Aventura (Barreirinhas): R$50,00 a diária x2 = R$ 100,00
      Hostel O Peixe de Boa (Atins): R$ 35,00
      Passeio Circuito Lagoa Bonita: R$ 70,00
      Passeio Circuito Lagoa Azul: R$ 60,00 + 5,00
      Passeio Rio Preguiças + Travessia de lancha Atins: R$ 80,00 (50,00 + 30,00)
      Passeio Lagoa da Capivara: R$ 70,00
      Alimentação em Barreirinhas : R$ 26,00 + 10,00
      Alimentação em Atins : R$ 60,00        
      Alimentação em Caburé: R$43,00
      Alimentação em Santo Amaro: R$ 17,00 + 10,00 + 28,00
      Restaurante Sr Antônio: R$90,00 + 15,00 + 35,00 + 5,00
      Água , Cerveja, Picolé : 28,00
      Quadriciclo: R$ 100,00
      Baixa Grande: R$ 107,00
      Queimada dos Britos: 118,00
      Betânia: 146,00
      Pousada Lagoa Azul (Santo Amaro): 70,00
      Transfer São Luís a Barreirinhas: R$ 60,00
      Transfer Santo Amaro – São Luís: R$ 70,00
      Gastos sem passagens aéreas: R$ 1858,00
       
      O que achei? O lugar é lindo, as pessoas são super receptivas, um ponto complicado é que as duas cidades de entrada para os Lençóis, Barreirinhas e Santo Amaro não tem estrutura suficiente para receber os turistas, mas talvez seja isso que faça com que o local esteja cuidado ainda. Barreirinhas tem alguns locais para comer na Beira Rio, já Santo Amaro é praticamente os restaurantes simples. Eu não ligo para isso, mas tem pessoas que já foram e ficaram apavoradas com isso.
       
      O que levar para o trekking? Blusa de manga longa, shorts, protetor, boné, havaiana ou uma papete...você caminhará em vários tipos de solo como areia dura, areia fofa, areia úmida, passará por lagoas. Leve uma mochila pequena somente com o básico: os guias indicam no máximo até 5kg, assim não cansará tanto. Leve lanches como barrinhas de cereal, bolachas, amendoim, chocolate (que vai derreter), e em torno de 1l de água, ou mais se achar necessário. Leve dinheiro pois em nenhum apoio passa cartão hein!
      Sobre o trekking? Vá de coração aberto! Você estará convivendo com pessoas simples mas que tem um coração imenso,  que estão ali para te receber, te oferecer o conforto e a alimentação necessária para você continuar a caminhada. Conversar, dar risadas, tudo é experiência! Estar em um lugar onde o homem ainda não tem muito acesso, ou seja que ainda não conseguiu destruir e tirar a beleza daquele lugar é algo maravilhoso. Poder ver o nascer do sol, da lua, ver o pôr do sol, que por mais simples que seja, no nosso dia a dia quem faz isso??? É um momento no qual paramos e valorizamos totalmente a natureza. Ficamos no meio de animais, ali tem porcos, galinhas, patos, cachorro, gato, sapo, cabra, ovelha, enfim....todo mundo junto em total harmonia.

      É nesse momento em que aprendemos a ser mais humildes, em ter certeza que o SER é melhor que o TER. Que naquele momento aquilo é o suficiente, e nada mais é necessário.
      Aprendi muito...e com certeza mudei, e mudei para melhor!
      Ahhh... Dica para tomar tiquira: tome a tiquira e chupe um caju azedo kkkkkkkkkk
       Obrigada Maranhão!

    • Por GUILHERME TOSETTO
      Olá, meus amigos!!!!
      Segue agora mais um relato de viagem, desta vez à cidade de Ubatuba nos últimos dias 27 e 28 de Abril, em companhia dos amigos André Petroni, Eduardo (nickname Umpdy), Francisco Lopes, Débora e Osmar Franco.
      Estávamos combinando essa viagem havia algum tempo, mas nunca conseguíamos encaixar as datas convenientes a todos, mas eis que calhou de um fim de semana "vazio" pra galera e marcamos a viagem.
      Eu, Eduardo, Chicão e Débora saímos de São Paulo na sexta-feira à noite, por volta das 19:45 e chegamos em Ubatuba às 23 horas. O André e o Franco tiveram que trabalhar e só foram pra lá no sábado bem cedinho, de ônibus. Seguimos pela Dutra até São José dos Campos e de lá pegamos a rodovia dos Tamoios, que está em obras em diversos trechos. Quem for pegar essa estrada, deverá ficar bastante atento, não paenas às obras, mas principalmente às curvas, muito fechadas e perigosas.
      Lá chegando, fomos para o Tribo Hostel, onde já havíamos feito reservas para o final de semana. Como nesse final de semana estava acontecendo um campeonato mundial de surf em prancha curta (não lembro o nome exatamente), o hostel estava cheio e acabamos ficando num de seus anexos...



       
      Feito o check in, fomos para os quartos, ficando eu e o eduardo em um e o Chicão e a Débora em outro.
      Algumas observações sobre o quarto onde ficamos eu, o Eduardo e o Franco: o teto é baixo e tem ventilador instalado junto à luminária. Como o Du ficou na cama superior, qualquer movimento da perna pra fora da cama já chutaria a porra do ventilador, além de bater a cabela no teto num levantar mais brusco!!!! rsrsrsrs...isso sem falar que o Du trancou a porta do quarto... e ainda havia mais um hóspede no nosso quarto, que chegou de madrugada e ficou esbravejando e xingando do lado de fora, enquanto a atendente do hostel vinha com a outra chave pra abrir...como eu tava morto de cansaço da viagem, não ouvi nada disso!!!!rsrsrsrrs.
      No dia seguinte, sabadão, ficamos esperando o André e o Franco chegarem pra podermos ir à Ilha de Anchieta. Chegaram por volta das 11 horas, também fizeram o check in e fomos arrumar as tralhas pra ir à ilha. Combinamos com o Renato, dono de um barco para nos levar até lá e ir nos buscar no final da tarde. Algumas fotos da ida, da Ilha e do retorno...









       
      Na Ilha de Anchieta há algumas trilhas, como a do Saco Grande e a Praia do Sul. Ambas constam do passaporte Trilhas de SP. Lá também há um antigo presídio, que foi desativado em 1955, três anos após a rebelião de 1952. No local, ainda trabalha um antigo vigia da época em que o presídio ainda era ativo!!! O local lembra um campo de concentração, várias ruínas...
      A ilha em si tem praias muito bonitas e praticamente desertas, talvez pela época do ano não ser a chamada "alta temporada", mas, mesmo assim, são excelentes... água muito limpa, peixes nadando ao nosso redor, quando ficamos numa das piscinas naturais formadas pelas rochas na parte norte da ilha.









       
      Ficamos na ilha até cerca de 16:15, fizemos a trilha da Praia do Sul, que é muito light e voltamos pra Ubatuba.
      À noite, fomos jantar numa pizzaria próxima ao hostel, a Pizza da Nonna...local bem aprazível, simples e comida de bom sabor...voltamos ao hostel, onde fizeram um churrasquinho pra galera...nessa hora, o sr. André cometeu a gafe-mancada da noite: sentou-se em cima de uma caixa de isopor, que servia de "geladeira" pra cerva do povo...o resultado não poderia ser outro, em poucos segundos a caixa estourou completamente de fora a fora... pior foi o que o André falou:
      - "Pô, eu pensei que fosse um puff!!!!"
      O que teve foi um "crash" and "pof" do André caindo!!!!
      Nem os gringos que estavam jogando uma sinuquinha aguentaram e racharam o bico também...
      Mas, gafes e foras à parte, o fim de semana foi excelente!!! No domingo, fomos para a praia da Lagoinha, onde começamos a fazer a trilha das 7 praias, chegando, ao final à praia da Fortaleza. São mais de 10 km de caminhada, passando pelas praias que dão o nome à trilha, com vários níveis de dificuldade, mas com paisagens muito compensadoras em sua beleza...seguem mais algumas fotos...








       
      Levamos cerca de 3 horas e meia pra finalizarmos a trilha, considerando-se que paramos algumas vezes pra descanso, pra um lanche e pra banho numa das praias.
      A fim de ganharmos algum tempo pra voltar onde deixamos o carro, na praia da Lagoinha, resolvemos subir os 7 quilômetros da estrada entre a Fortaleza e a BR101 a pé...chegando lá, pegamos um ônibus de volta à praia da Lagoinha e voltamos ao hostel pra arrumar nossas coisas, tomar um banho e retornar a Sampa...antes disso, ainda deixei o Franco na rodoviária, pois, como estávamos em seis pessoas, não havia espaço suficiente pra todos dentro do carro...saímos de Ubatuba por volta das 18:45 e chegamos à capital às 22:45, um pouco mais demorado do que na ida, mas ainda paramos pra comer um lanche e as curvas em subida requerem menor velocidade e mais atenção.
       
      Realmente foi um fim-de-semana ótimo, em companhia de amigos muito bacanas, sempre dispostos a tudo, sem reclamações, todos de muito bom-humor, enfim ,foi bastante divertido...deixo vocês agora com mais algumas paisagens, agradecendo a atenção de você, que está lendo, e aos amigos que lá estiveram, proporcionando mais uma excelente viagem!!!! Abração, galera!!!!
      Ah, pessoal ,se esqueci de alguma coisa, por favor, complementem o relato...











    • Por Schumacher
      Preparativos
       
      Em julho de 2014 decidi que, apesar de adorar o carnaval de Santa Catarina, faria uma coisa totalmente diferente nessa data no ano seguinte. Consegui 2 amigos para ir junto comigo e emiti as passagens nas Aerolíneas Argentinas (10k milhas Smiles POA-FTE, 270 reais FTE-USH, 10k milhas Smiles USH-POA).
       
      Como a viagem seria de apenas 9 dias, não cheguei a elaborar um roteiro, apenas um esboço do que fazer, além de reservar as hospedagens e o aluguel de carro. Este último saiu caro, mas dividindo em 3 compensou a comodidade e o melhor aproveitamento do tempo.
       
      Às vésperas da viagem consegui uns guias do meu colega de trabalho Fernando, e no 13 de fevereiro de 2015 finalmente peguei meu mochilão (dessa vez não esqueci da câmera) e segui para o aeroporto, com uma carona do meu vizinho Marco e outra carona no vagão refrigerado da Trensurb.
       
      Ao chegar a Buenos Aires tive que trocar de aeroporto, do Ezeiza para o Aeroparque. Quem tem conexão pela Aerolíneas pode usar o translado da empresa Manuel Tienda León de graça, mas tem que pegar um comprovante em uma sala da companhia no próprio aeroporto. Importante salientar que os horários que estão no site não são confiáveis.
       

       
      1° dia
       
      No meio de uma madrugada mal dormida no aeroporto, partiu meu voo para El Calafate. Do alto era possível ver o lindo azul contrastando com as estepes patagônicas. Cheguei no começo da manhã, dividi um táxi com uns brasileiros, já que saiu o mesmo preço do único outro transporte disponível, uma van que custava 100 pesos, e um tempo depois cheguei na locadora da Hertz, para retirar o veículo. Subi o morro para uma panorâmica da cidade.
       

       
      De lá fui para a Reserva Laguna Nimez, paraíso das aves na beira do Lago Argentino, que envolve a pequena cidade. Paguei a razoável taxa de entrada e depois do trajeto inicial meio sem graça e uma chuva fraca que insistiu em incomodar, comecei a ver espécie após espécie em uma diversidade de ambientes.
       

       
      Entre as mais de 20 fotografadas em algumas horas, constavam gaviões bastante dóceis, tanto que cheguei a ficar a menos de 3 metros de um deles.
       

       
      Também tive o primeiro contato com a fruta típica da região, o calafate, embora meio murcha e pouco saborosa por já estar no fim da época de frutificação.
       

       
      Era para eu ter encontrado ali a minha amiga Raquele, que já tinha viajado para lá antes, mas por uma falta de sincronismo nos encontramos apenas no meio da tarde no hostel em que ficaríamos, o I Keu Ken. O único ponto negativo desse lugar é para quem está a pé, pois ele fica no alto de um morro.
       
      Pegamos a estrada sentido norte até chegar ao hotel La Leona mais de uma hora depois. No caminho havia diversos cicloturistas e os primeiros bandos de guanacos e emas.
       

       
      Depois de um lanche e do atendente dizer que não poderíamos ir sozinhos no lugar em que queríamos, fomos para lá do mesmo jeito. Seguindo orientações vagas encontradas pela internet, chegamos ao vale em meio aos morros Los Hornos, onde segundo o site havia uma “depressão profunda”. Literalmente, entramos em depressão.
       

       
      Caminhando, passamos por diversas ossadas e encontramos o que eu queria, fósseis! A floresta petrificada conta com troncos fósseis de 150 milhões de anos. Só vimos poucos troncos e nenhum dinossauro, mas já foi o suficiente para ter valido a excursão.
       

       
      No caminho de volta o sol apenas começava a baixar, apesar de já ser quase 21 h.
       
      À noite, durante toda a semana, estava tendo uma festa com shows e inclusive a presença da presidenta, talvez por isso os preços estivessem tão inflacionados. Tanto que tivemos que jantar sanduíches comprados no supermercado, enquanto ouvíamos o show que nem era tão bom assim.
       
      2° dia
       
      Pela manhã chegou meu outro amigo, o Vinícius. Partimos para o Parque Nacional das Torres del Paine, no Chile. Primeiro, uma pausa para foto da paisagem insólita no mirante.
       

       
      Fizemos uma escala na metade do caminho em Esperanza, ainda na Argentina. Depois de mais uma refeição à base de sanduíche, tentamos abastecer o carro no único posto em um raio de 50 km, ou possivelmente o dobro, como nos informou o frentista que, assim como uma fila de carros, aguardava o combustível chegar sabe-se lá dentro de quantas horas. Como não tínhamos todo esse tempo, arriscamos seguir em direção ao parque.
       
      Os passageiros babavam no carro enquanto eu dirigia pela monótona estrada, quando passamos pelo vilarejo de Tapi Aike. Milagrosamente havia uma bomba de combustível ali, onde já tinha visto num relato que estava desativada. Como a esperança é a última que morre, decidimos bater na casa para ver se alguma alma nos atendia, apesar de todos os outros carros passarem direto. E não é que deu certo? Embora consideravelmente mais cara, foi nossa salvação.
       

       
      No meio da tarde chegamos às aduanas de fronteira. Como havia poucos carros e nenhum ônibus naquela hora, até que foi rápida a travessia. Não levei alimento algum pensando que teria problema, mas a única coisa confiscada foi os sachês de mel do Vini. Outro detalhe importante é que precisa de uma autorização providenciada pela locadora para cruzar a fronteira, a um custo adicional.
       

       
      O primeiro vilarejo no Chile é Cerro Castillo. Possui uns 4 comércios de mantimentos apenas. O primeiro e mais turístico é caríssimo, só o utilize para fazer o câmbio. Indico esse amarelo da foto, ali o preço cai pela metade e aceita cartão de crédito. Não leve água, pois há disponível e puríssima durante todo o circuito, e cada kg a menos é muito precioso.
       

       
      Depois do estoque feito e mais uns quilômetros à frente, entramos na área do parque, cercada por lagoas de diversas cores, como a Laguna Amarga, com alta salinidade e lar dos belos flamingos.
       

       
      Na portaria de mesmo nome, tivemos a péssima notícia de que havíamos chegado tarde demais para escalar as Torres del Paine. Dessa forma tivemos que acampar no camping da hostería Las Torres e replanejar o roteiro para compensar as cerca de 5 h perdidas que faríamos naquele dia. Os campings do parque custam todos em torno de 8000 pesos chilenos, nada se comparado ao preço dos alimentos, então leve o seu junto, nem que seja daquela lojinha na fronteira.
       
      Havia uma quantidade impressionante de gringos espalhados entre o camping, o refúgio e o hotel. Assim como nos demais campings pagos, havia água quente e eletricidade, mas não tive tempo para carregar minha câmera. Inauguramos a barraca de luxo da Raquele, enquanto o Vini ficou com minha toca do Gugu emprestada. E ali começou a aventura de se dormir em um chão pedregoso sem um isolante, ao menos em meu caso.
       
      3° dia
       
      Iniciada a caminhada com a subida dos belos morros. Logo percebi que o vento forte traria algum estrago. Dito e feito, ele arrebentou a solda do painel solar que tinha levado para carregar a câmera e o celular. Ali começou o primeiro racionamento, o de energia elétrica (o de energia humana viria posteriormente).
       

       
      Conheci as duas frutinhas vermelhas que cresciam junto ao solo e que fariam parte da minha alimentação durante essa jornada, a chaura e a murtilla, levemente doces e ácidas.
       

       
      Logo percebi que o ritmo de um dos integrantes não seria o mesmo do meu, ainda mais com o peso extra na respectiva mochila. Começou a preocupação com o tempo, já que percorreríamos uma distância bem maior do que a praticada por outros visitantes em um dia.
       
      Continuamos subindo, passando pelo acampamento Chileno, onde trombamos com um casal carioca e com a placa oficial de entrada.
       

       
      Comi um cogumelo bege que achei no chão e após passar a entrada do acampamento Torres, segui com os cariocas até a parte mais exposta ao vento, onde fiquei descansando por uns minutos até meus amigos chegarem. Ao completar o trecho mais íngreme, avistamos a incrível paisagem do lago glacial e dos pilares graníticos com neve em suas bases. Não há como expressar em fotos a grandiosidade daquela cena.
       

       
      Ainda tivemos sorte de presenciar outro fenômeno, uma tromba d’água, que pegou todos desprevenidos.
       
      Almoçamos por ali enquanto contemplávamos a paisagem e depois descemos pelo mesmo caminho por algumas horas até a bifurcação para ir ao acampamento Los Cuernos. A trilha de todo o circuito é razoavelmente bem sinalizada, embora as placas estejam voltadas para quem faz o trajeto em sentido contrário (a grande maioria). Assim, quando havia uma bifurcação, só sabíamos o caminho certo ao chegar ao seu final. Ainda bem que tínhamos GPS no celular, e que a bateria dele durou todo o tempo necessário.
       

       
      Caminhamos por longas horas durante esse trecho quase plano de 11 km. Quando o dia ameaçava terminar, cruzamos o último morro e vimos o acampamento de um lado e outra tromba d’água no lado oposto. Com o atraso em nosso itinerário, tivemos que acampar novamente em um lugar pago. Assim que terminamos de armar as barracas, a noite chegou. Meus amigos jantaram seus miojos de copo enquanto eu fiquei com as sobras e um sanduíche de queijo e presunto.
       
      Depois de um banho quente e uma contemplada num dos céus mais bonitos que já vi na vida, parti para a cama, ou melhor, saco de dormir. Vini não teve tanta sorte, preocupado acompanhando um rato que apareceu atrás de sua barraca.
       
      Distância percorrida no dia: 26 km.
       
      4° dia
       
      Amanheceu um dia chuvoso e mais frio que o anterior. Nesse momento meus lábios já haviam ressecado o suficiente para rachar, e a situação só foi piorando, já que não tinha nada para botar neles. Em virtude de nosso atraso, decidimos que somente eu percorreria a segunda perna do circuito W, os demais seguiriam ao acampamento Paine Grande a 13 km e nos encontraríamos lá no fim do dia.
       

       
      Com isso, enquanto eles descansavam, tomei um litro de leite e coloquei a roupa impermeável para a caminhada. Pouco depois surgiu o sol, que me obrigou a trocar as vestimentas novamente.
       
      Continuei ao longo do belo Lago Nordenskjöld, já mirando o Cerro Paine Grande.
       

       
      Passei o acampamento Italiano, onde começava a subida do Vale do Francês. A difícil ascensão margeava um rio, geleiras e o cume da montanha, de impressionantes 3050 metros, ligeiramente superior à mais alta montanha brasileira.
       

       
      Nessa hora tive que pôr novamente uma roupa mais propícia ao frio e vento que fazia. Parei para comer uma maçã no mirante intermediário, de onde a maioria dos caminhantes e seus bastões não passam, e continuei subindo. Já estava bastante cansado e até um pouco atrasado no horário, quando fui agraciado por uma precipitação diferente. Pela primeira vez na vida presenciei a neve caindo sobre mim!
       

       
      O êxtase me deu forças para o trecho final mais duro, até o Mirador Británico. Infelizmente o clima frio e nublado não ajudou nas fotos e esgotou a bateria da minha câmera novamente, restando o guerreiro celular. Paciência, mas fiquei bem de boa lá no topo enquanto almoçava e admirava a paisagem sem uma viva alma em volta.
       

       
      A possível continuação da trilha estava fechada, então tive que descer. Atravessei a extensa floresta carbonizada, resultado de um incêndio de grande proporção causado por um israelense em 2012, fato que motivou a proibição de fogueiras no parque.
       

       
      Novamente no final da tarde, cheguei ao acampamento. Depois do jantar provamos o excelente licor de calafate que tínhamos comprado na fronteira, recomendo!
       
      Como não havia árvores no camping, o vento soprava mais forte, tanto que praticamente destruiu nossa outra barraca.
       
      Distância percorrida no dia: 23 km.
       
      5° dia
       
      Esgotado das noites mal dormidas e caminhadas sem fim, partimos para o terceiro e esperado último dia de trilhas.
       
      Um aviso de amigo, não experimentem brincar com a flor da foto abaixo. Isso me custou um bocado de tempo para conseguir remover os espinhos que grudam individualmente na roupa.
       

       
      Continuando, avistamos belos icebergs na borda do Lago Grey, sinal de que a geleira estava se aproximando.
       

       
      E foi bem isso. Um pouco depois chegamos ao mirador do Glaciar Grey, onde a longuíssima geleira avança sobre o lago de mesmo nome e sobre uma ilha que a contém.
       

       
      Naquele momento, decidimos que não iríamos até o refúgio Grey, pois o horário do barco não era compatível com o nosso. Assim, voltamos até o Paine Grande e descemos até o acampamento Las Carretas, um dos trechos menos frequentados do parque e já fora do circuito W.
       

       
      Apesar das belas paisagens iniciais, a maior parte dos 17 km seguintes seria bastante monótona, uma pradaria sem fim, com poucas aves passando. Ao menos o trajeto era plano.
       

       
      Ao chegar ao camping desprovido de qualquer infraestrutura, a decisão mais difícil: ter outra péssima noite ali ou arriscar seguir caminho e conseguir carona para voltar à outra portaria onde estava o carro, há quase 50 km dali? Escolhemos a segunda opção. Chegamos à sede do parque onde passava a estrada, mas os poucos veículos que passavam em sentido norte naquele fim de dia eram transportes dos hotéis. Com isso, tivemos que pedir clemência ao responsável pela sede, um senhor que nos deixou acampar ao lado do prédio que fica na margem do Lago Toro. O senhor foi tão gentil que até me passou a senha do wifi, e eu pude avisar para minha mãe que ainda estava vivo.
       
      Improvisamos um conserto para que a segunda barraca pudesse passar sua última noite conosco antes de ir dessa para melhor. Os únicos ruídos dessa noite foram dos ventos uivantes e dos roncos do Vini.
       
      Distância percorrida: 29 km. Total: Cerca de 78 km, com um baita peso nas costas e elevações constantes de 50 a 850 metros!
       
      6° dia
       
      Começamos bem o dia. O segundo carro que passou, com um simpático casal de italianos, deu carona para nós e para nossas mochilas até a portaria do parque.
       
      Uma hora depois lá estávamos de volta. Juntamos os últimos 8 dólares que tínhamos para pagar o translado até o hotel para eu retirar o carro.
       
      No caminho até a fronteira, flagramos um bando de condores andinos.
       

       
      Depois do almoço e e da aduana, voltamos por um atalho de estrada de chão, frequentado mais por animais do que humanos.
       

       
      De volta à cidade no meio da tarde, fomos direto para o Parque Nacional Los Glaciares. O parque, pago, consiste em uma estrada que costeia um rio até a principal atração de El Calafate, o Glaciar Perito Moreno.
       
      Plataformas te deixam bem próximo da geleira, a ponto de ver e ouvir com clareza os pedaços de gelo se partindo e desabando na água.
       

       
      As colunas de gelo de 60 m de altura que se estendem por até 5 km e que crescem e se despedaçam constantemente, são mais uma paisagem indescritível, especialmente durante o pôr-do-sol.
       

       
      Quando saímos do parque já anoitecia. A quantidade de lebres que passa pela estrada é surpreendente. Especialmente pela rota 60, que é de chão em meio a fazendas. Cruzamos por dezenas delas, felizmente nenhuma atropelada.
       

       
      Eu e Vini dormimos no mesmo hostel de antes, enquanto que Raquele, que ficaria mais um dia na cidade, foi para outro.
       
      7° dia
       
      Cedinho pegamos o voo para Ushuaia, ou “Uçuaia”, como dizem os argentinos. Peguei umas dicas valiosas no centro de informações do aeroporto e, claro, carimbei meu passaporte com o selo do fim do mundo.
       
      Como Ushuaia é uma zona franca, as coisas custam consideravelmente mais barato que em El Calafate. Sendo assim, consegui finalmente almoçar de verdade, no restaurante El Turco, que fica na principal avenida do centro, a San Martín. Ushuaia não tem o mesmo charme de El Calafate, mas ainda assim é agradável. Dentro das construções climatizadas, claro, pois os ventos e baixas temperaturas limitavam as caminhadas, sobretudo em dias nublados e à noite.
       

       
      Reservamos o passeio pelo Canal de Beagle, escolhendo o de 750 pesos, que passava pelas ilhas dos passeios padrão e mais a dos pinguins. Estava um pouco receoso pelo alto custo, mas posso dizer que valeu muito a pena. O passeio de quase 7 h começa passando por ilhotas cobertas de colônias de aves, principalmente o cormorão, que à distância parece um pinguim. Além destes, há gaivotas, trinta-réis, albatrozes, entre outras espécies menos frequentes.
       

       
      Pouco à frente fica a Ilha dos Lobos Marinhos, que abriga algumas dezenas desses animais tranquilos.
       

       
      Continuando, se passa pelo Farol Les Eclaireurs e mais outro bando de aves iguais continuando por um bom trecho sem ilhas, com raros povoados no lado argentino do canal e o vilarejo de Puerto Williams, que disputa com Ushuaia o título de cidade mais austral do mundo, e talvez não o seja pelo fato da população ter menos de 3000 habitantes, sendo a maioria militares e pescadores.
       

       
      Em seguida a embarcação passa por uma estrutura geológica formada na glaciação, e após contorná-la, chega ao destino final, a Ilha Martillo, mais conhecida como Pinguinera.
       

       
      Incontáveis pinguins-de-magalhães se reúnem nesse pedaço de terra como parte do seu ciclo de vida, e nos brindam com essa exibição incrível. Junto a eles aparecem algumas aves oportunistas, como escuas e urubus, além de 2 outras espécies de pinguim: o Papua, que é a ave mais veloz na água, e o Rei, que é mais raro e maior que os outros que passam por lá.
       

       
      Quem tem muita sorte, como a Raquele que foi no dia seguinte, consegue ver alguma baleia pelo meio do canal. Para os demais, resta o longo retorno assistindo documentários sobre a Terra do Fogo e os pinguins na cabine climatizada, ou então babando no sofá como meu amigo.
       
      À noite, eu e Vini jantamos em um lugar animado da Av. San Martín chamado Chester. Comi eu queria muito comer queijo Roquefort, uma iguaria barata na Argentina, pedi uma pizza de 4 queijos só para mim, já que ele não queria. Enquanto comíamos e tomávamos a ótima cerveja vermelha da marca local Beagle, passava um pot-pourri de clipes de rock das décadas passadas. É um bom lugar para um esquenta.
       

       
      Retornamos em seguida ao bom hostel Yakush para dormir em seus colchões moles.
       
      8° dia
       
      Às 10 h pegamos o transporte que sai de hora em hora da estação rodoviária para o Parque Nacional da Terra do Fogo. Duzentos pesos para ida e volta e mais 100 para entrada no parque.
       
      Começamos pela trilha que segue pela costa da Baía Lapataia, em meio às 3 espécies de árvore do gênero Nothofagus, as mesmas que havia em Torres del Paine. Não possuía grandes novidades, além de alguns passarinhos, chumaços de algas-pardas, mexilhões e grãos de areia acinzentados.
       

       
      Em meio à trilha estávamos morrendo de calor pela quase ausência de vento, mas quando fomos para as demais o tempo virou. Veio uma brisa do capeta e uma chuva bem chata.
       
      Uma das trilhas levava até um observatório de aves, embora nenhuma nova naquele dia. A outra até uma turfeira gigante, causada pela matéria orgânica lentamente sendo decomposta no frio e umidade do lugar.
       

       
      A última trilha nos mostrava o estrago causado pelos castores, resultado de mais uma introdução de espécie exótica desastrosa. A castoreira represa a água em um ponto e alaga uma baita área, onde morrem essas árvores de lento crescimento.
       

       
      Retornando, ainda tivemos sorte de observar uma raposa se alimentando.
       

       
      Nosso transporte de volta sairia às 19 h, como ainda tinha um bom tempo fomos até a cafeteria que ficava um pouco distante. Chegamos às 18:05 h, e para nossa surpresa, já estava fechada! Assim, tivemos que aguardar na sarjeta junto com um chinês maluco que ficava fotografando cavalos em atividade de cópula a nossa frente.
       
      No retorno ao hostel conhecemos uma dupla de brasilienses, Edgar e Conceição. Tentamos ir a um pub, mas o lugar não aceitava cartão de crédito, estava cheio e era quente demais. Com isso, eu e Vini jantamos no mesmo lugar da outra noite e depois degustamos um bom vinho que a dupla nos ofereceu no albergue, enquanto o staff reclamava o tempo todo da nossa conversa que beirava uns 50 decibéis. Apesar desse cara chato, a ruiva da manhã é bastante simpática.
       
      9° dia
       
      Vini partiu de manhã cedo de volta ao Rio.
       
      Depois de um café-da-manhã reforçado, lamentavelmente sem frutas como no albergue anterior, saí para uma caminhada. Infelizmente escolhi o dia errado para as compras, pois no domingo a maioria das lojas, inclusive as de equipamentos de aventura, estava fechada. Consegui apenas comprar souvenires e ir ao supermercado pegar um bocado de alfajores de 4 pesos cada.
       
      Na ida para o almoço, encontrei Raquele voltando de um passeio e ela encontrou outra brasileira que tinha conhecido na viagem. Fomos os 3 almoçar no Banana Bar. O lugar também sai bem em conta, mas precisa urgentemente de mais de uma garçonete para atender todo mundo. Provei a outra marca de cerva, a Cape Horn. Boa, mas ainda fico com a Beagle.
       

       
      No retorno, pausa para um chocolate quente. Depois disso fiquei matando o tempo no albergue, pois estava cansado para ainda visitar o Cerro Martial, a outra atração da cidade, e sem dinheiro vivo para os museus. Peguei o táxi e quando fui embarcar descobri que tinha uma maldita taxa de 28 pesos separada da passagem para pagar em dinheiro.
       
      USH-AEP, EZE-POA e finalmente de volta direto ao trabalho!
       

       
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