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NicksAlmeida

De Mendoza (Arg) à Santiago (Chile) de bike. E sem preparo físico hehe :P (COM FOTOS)!!!!!

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Faz tempo que estou para escrever alguns relatos de viagens que fiz, mas sempre me dou a desculpa de que "estou sem tempo"... Até que hj decedi retribuir um pouco do que este forum já fez por mim e escrever meu primeiro relato ::otemo::

 

Eu e um amigo, Ramon, estávamos combinando uma viagem de bike fazia uns 6 meses, mas nunca tinha dado certo. Até que vimos que teríamos uns 10 dias livres nas mesmas datas, então começamos a planejar nossa cicloviagem. O problema é que já estava muito em cima da hora e a única coisa que tínhamos eram as bikes ::lol4:: Faltava tudo! Desde garupa e alforjes até preparo físico, já que não tínhamos nenhum. Juro. Uso a bike em alguns finais de semana, mas acho q nunca tinha pedalado mais do que 10km hehe

 

Queríamos ir para algum lugar foda e quase fizemos a besteira de fazer uma parte da Carretera Austral. Sorte que uns dias antes um vulcão ali perto entrou em erupção, inviabilizando nossa idéia. Foi sorte mesmo, pq fazer a Carretera sem preparo físico nenhum seria loucura! ::dãã2::ãã2::'>

 

Então, quando estávamos quase desistindo da viagem (mais uma..), li alguma coisa aqui no Mochileiros sobre alguém que fez o trajeto Mendoza/Santiago. Foi a chave: é pra lá que vamos ::otemo::

 

No outro dia estávamos no ônibus com nossas bikes indo pra Mendoza e, aí, inicia nossa viagem.. (continua)

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Dia 1 - Buenos Aires - Mendoza

Total percorrido: +/- 1300 km em bus

 

Somos estudantes e vivemos na Argentina (eu em Buenos Aires e meu amigo em Córdoba). Decidimos nos encontrar em Mendoza, mas pra nossa sorte, o ônibus que peguei era o mesmo dele (passava em Córdoba antes de ir pra Mendoza).

 

Aqui na Argentina as coisas são um pouco difíceis. Na hora de comprar a passagem perguntei se poderia levar a bike no bagageiro (no mala bike - depois explico essa parte) e disseram que sim, mas é claro que as coisas não poderiam ser assim tão fáceis... Qdo estava colocando a bike no ônibus o motorista me diz que não vai levar e que eu teria que enviar ela "por encomenda" ::grr::::grr::

Ficamos discutindo, mas já era de madrugada e não tinha ninguém na rodoviária. Percebi que o cara iria me deixar pra trás e acabei dando 100 pesos pra ele e fomos embora.

Encontrei com meu amigo (que tbm teve que pagar pra colocar a bike no ônibus) de madrugada, e chegamos em Mendoza por volta das 11 da manhã.

 

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Montamos as bikes e fomos procurar um hostel. Quase todos estavam lotados, pq tava tendo a maior festa da cidade justo nesse fds (Fiesta de la Vendimia) e tava tudo lotado!!! Encontramos um hostel que estava por inaugurar e acabamos ficando lá mesmo.. foi bom pq só tinha a gente, já que o hostel ainda não tinha inaugurado, e conseguimos descansar da viagem estressante de bus. ::hãã2::

Lá pelas 3 da tarde saímos pra comprar as coisas da bike (garupa, barraca, etc) , mas descobrimos que a "sesta" deles vai até as 17:00h ::ahhhh:: !!!!!!!! Eu já conhecia Mendoza e já gostava da cidade, mas depois disso quero me mudar pra lá!!! Amo aquele lugar ::love:::lol:

 

Tivemos que voltar pro hostel e esperar as até as 16:30h pra começar a procurar uma bicicletaria, encontramos uma bem legal e o cara nos deu várias dicas. Instalamos o bagageiro, alforjes e etc e fomos para o Jumbo/Easy comprar barraca, saco de dormir, fogareiro, etc e etc.

No final do dia estávamos exaustos. Até demos uma passada na tal festa, mas acabamos comprando umas cervejas e ficamos tomando no hostel mesmo...

 

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Dia 2 - de Mendoza a Dique Cipolletti

Total percorrido: 38km

 

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Acordamos por volta das 10h (nosso primeiro erro!), tomamos café, arrumamos as coisas nas bikes e saímos do hostel por volta das 11h. A cidade é grande e, pra ajudar, a tal festa é tipo um carnaval, tinha vááárias ruas bloqueadas, por onde passavam os "trios" com umas meninas distribuindo garrafas de vinho ::otemo:: Resumindo: era 13h e ainda estávamos em Mendoza :cry:

 

Paramos pra comer e todo mundo vinha conversar com a gente. As pessoas de Mendoza são simpáticas (bem diferente de Buenos Aires!!) e algumas pessoas na lanchonete salvaram nossas vidas. Explico: primeiro pq nossos alforjes estavam pegando nas rodas, então 2 caras se deram ao trabalho de ir buscar uns ferros de construção e arame pra fazer uma gambiarra bem elaborada que nos ajudou demaisss durante toda a viagem. E, segundo, pq estávamos indo em direção aos Termas de Cacheuta e esperávamos passar de lá para a rodovia que dava acesso ao Chile, mas um outro cara da lanchonete escutou a conversa e nos alertou que essa passagem estava bloqueada e não dava pra passar nem de bike. Sorte nossa, seria uns 80 km (ou uns 2 dias, no nosso caso) perdidos. O cara ainda desenhou um mapa super detalhado num guardanapo, explicando passo a passo o caminho para conseguir chegar a um tal de Dique Cipolletti, onde teria uns campings e daria pra dormir tranquilo.

 

Pelo caminho, até chegar ao Dique Cipolletti, juro que pensei em desistir da viagem umas 10 vezes. O sol estava MUITO forte, as subidas eram muito difíceis e quase não tinha sombra pelo caminho (Mendoza fica em uma região desértica, o sol é muito intenso durante o dia e faz frio à noite).

 

Mas, de repente, fizemos uma curva lá e apareceu caminho cheio de sombras e barris de vinho. Incrível !!

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Por este caminho cheio de sombras andamos uns 15 km, o que foi mil vezes mais fácil do que quando estávamos com o sol à pico. Nessa hora descobrimos que o sol (e nem tanto as subidas) seria o nosso maior problema durante a viagem.

 

De tardezinha ainda encontramos com 3 ciclistas que estavam vindo do Dique, eles nos levaram até um camping bom e barato e nos deram mais dicas.

O Dique é uma espécie de represa e o camping ficava bem ao lado, tinha uma boa estrutura e água quente nos chuveiros. Tomamos um banho, armamos a barraca, cozinhamos um arroz com atum e tomate e apagamos. Ou melhor, o Ramon apagou.. pq eu não consegui dormir quase nada ::essa:: (explico no próximo post).

 

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Dia 3 - de Dique Cipolletti até Dique Potrerillos

Total percorrido: 46km

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Quando compramos as coisas em Mendoza, decidimos comprar só uma barraca de 2 lugares pra tentar economizar um pouco ::putz:: E esse foi o segundo erro da viagem, que me custou caro, bem caro! O problema é que o Ramon ronca igual uma porca véia ::lol4:: , e eu tenho o sono muito leve. Mesmo muito cansado, não consegui dormir nada. Qdo foi por volta das 3 da manhã já estava desesperado ::hein: , então peguei meu saco de dormir e fui dormir ao relento.. bem longe da barraca! Só assim consegui dormir, mas isso nos causou outro problema: nós dormimos demais! Tínhamos combinado de acordar por volta das 5 da manhã, mas só acordamos às 8:30h. Até arrumar as coisas e sair do camping, ja era quase 9:30h.. Em pouco tempo o sol viria com tudo ::essa::

 

De Cipolletti até o pé da Cordilheira quase não tinha subidas muito significativas, então conseguimos avançar bem, porém chegamos na Cordilheira justo ao meio dia!!! Daí até em Las Cuevas (divisa com o Chile) seria só subida. Ou quase...

Antes de encarar a Cordilheira, paramos pra almoçar embaixo de uma das poucas árvores que iríamos encontrar pelo caminho. Fizemos um sanduíche de pão com tomate e salamin (uma espécie de salame que vende aqui na Argentina). Sobremesa? Dulce de leche, claro!

 

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Descansamos um pouco e começamos a subida. Putz, a subida era gigannnnte!!! Em váááários lugares tivemos que descer da bike e ir empurrando. Parecia que não avançava nada, pedalávamos, empurrávamos, mas qdo olhava no ciclocomputador, não tínhamos pedalado nem 3km .. :cry:

As árvores sumiram todas, as nuvens também desapareceram... o sol estava gritante e as únicas sombras que tinham pelo caminho era qdo uma montanhã fazia sombra na estrada, o que raramente acontecia entre o meio dia e as 3 e meia da tarde...

Neste momento já não sabia mais o que fazer, o sol junto com o capacete tavam torrando meu cérebro, os pensamentos já começavam a se embaralhar, queria voltar, mas já havíamos andado uns 30 km e não tínhamos encontrado nada pelo caminho, nem uma casa sequer. O protetor fator 50 parecia fraco demais e as subidas cada vez mais íngrimes.. Levamos 4 litros de água cada um, mas a essa altura já estava quase acabando tudo..

Encontramos um ciclista no caminho que nos disse que faltava "só" 15 km, e que uma hora iria ter uma descida boa. Foi um pouco reconfortante ouvir isso, mas juro que não sabia se eu aguentaria mais 15km naquela situação.

Andamos mais um pouco e encontramos uma mini-sombra que a montanha tava fazendo e ficamos lá por uns bons minutos.

Continuamos assim, andando devagar, empurrando as bikes e tentando apoiar um ao outro, mas os tais 15 km pareciam ser eternos. Em um certo ponto a água acabou, sabíamos que faltava pouco pra chegar, mas mesmo assim bateu um desespero...

 

Mas, de repente, depois de contornar uma montanha gigante, Ramon (que estava uns 100m na frente) deu um grito: "Nicks!! Vem ver isso aqui, corre!!!"

Era o nosso premio...

 

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Sim, existia a tal descida e era uma descida gigaaaaaaaaante (6 km, pra ser mais exato), com uma vista linda e um lago todo azul lá embaixo: o Dique Potrerillos! Um dos lugares mais bonitos de toda a viagem ::mmm:

 

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Deixamos as bikes e entramos no lago, foi sensacional!! Era sábado, tinham várias famílias fazendo churrasco ao lado da represa, nos deram algumas coisas de comer, foi demais!!!

Ficamos nadando no lago por quase 1 hora.. depois fomos até a cidade (que era mais 5km dali) a procura de um camping. O lago seguia entre as montanhas e tivemos a sorte de encontrar um camping bem na frente do lago. Armamos a barraca, deixamos as coisas e fomos comer num restaurante bem simples e gostoso. Na volta compramos uma garrafa de vinho e ficamos tomando e trocando ideia em frente ao lago, no meio das montanhas, enquanto se armava uma chuva.

Que viagem foda que estávamos fazendo!!!

 

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Dia 4 - De Potrerillos até Uspallata

Total percorrido: 63km

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A noite foi pior que a anterior. Caiu uma chuva torrencial, todas as barracas do camping molharam e todo mundo foi dormir em uma parte coberta que ficava ao lado do banheiro. Não tinha como fugir dali, chovia muito. E parecia que todo mundo roncava igual uma britadeira.. ::hein: foi tenso!

 

Tínhamos combinado de acordar por volta das 4, pra conseguir sair bem cedo e não pegar muito sol, mas já era 3:30h e eu não tinha dormido nada, então decidi já começar a arrumar as coisas.. A chuva tinha parado e logo em seguida o Ramon acordou. Tomamos um café e saímos bem cedo, por volta das 4:30h.

 

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Logo saindo do camping pegamos a maior subida da viagem até naquele momento, foram uns 3 km de subida. Seguimos pedalando até amanhecer o dia e, sem o sol torrando a cabeça, deu pra avançar bastante. Parecia que iríamos chegar cedo em Uspallata, mas nem tudo ocorreu conforme o planejado :|

Por volta das 8:00h minha corrente quebrou ::grr:: Demoramos mais de meia hora até conseguir arrumar (marinheiros de primeira viagem, sabe como é..), pedalamos mais um pouco e estourou meu pneu ::grr::

Aproveitamos que estávamos em frente um sítio cheio de árvores, embaixo de uma sombra e, enquanto eu consertava o pneu, o Ramon preparou um café da manhã. Quando estávamos terminando, eis que surge uns 20 cachorros correndo atrás da gente hahaha ::hahaha::::hahaha:: Eu gosto bastante de cachorro, então meio que tentei acalmar eles dando alguma coisa de comer, etc. E até que resolveu, mas do nada veio um por trás e fez xixi em mim! ::vapapu::::vapapu::::grr::

 

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Já não podia acontecer mais nada no dia, tava foda! Apesar dos problemas, até que avançamos bem no período da manhã. Por volta do meio dia encontramos um túnel e paramos ali mesmo pra fazer nosso almoço e dar uma descansada, já que não víamos uma árvore há um bom tempo. O sol, como sempre, estava insuportável e quanto mais subíamos, mais forte ele ficava..

 

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Eu queria ter ficado mais um dia em Potrerillos, pq não dormia direito há 2 noites e estava morto, mas trocamos uma ideia e decidi pedalar até Uspallata com a condição de darmos uma boa descansada na hora do almoço, tipo umas 2 horas pra eu poder tirar um cochilo. Mas acho que o sol torrou um pouco a cabeça do meu brother e, assim que acabamos de almoçar, ele me disse que tava indo, pq queria chegar rápido, q já não aguentava mais o sol, etc e etc. Pra mim não fazia nenhum sentido, já que era 13:00h e ele pegaria o pior sol de todos, o que vai até as 3, e tbm pq estávamos juntos nessa viagem, se acontecesse alguma coisa com um, o outro estaria ali para socorrer. Mas parece que o sol tinha torrado mesmo uns miolos dele.. Ele não pensou em nada disso e vazou. Eu fiquei bem puto, mas não falei nada. Fiquei descansando mais um pouco e depois fui num ritmo bem tranquilo. Fazia tanto silencio na estrada que coloquei um som no iPad e fui ouvindo, de boinas.. Parei várias vezes pra tirar umas fotos iradas e, em certo momento, encontrei umas árvores ao lado do rio (a estrada sempre ia seguindo o rio). Nunca fiquei tão feliz em ver umas árvores!!! ::lol4::::lol4:: Claro que parei lá, entrei no rio, dei uma booooa descansada e segui viagem.

 

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Cheguei na entrada de Uspallata de tardezinha e meu amigo tava me esperando lá fazia umas boas horas haha

Depois conversamos e ficou tudo bem.

Uspallata já não é um "pueblo", como eles chamam as cidades minúsculas q passamos. Já é uma cidadezinha de uns 10 mil habitantes e é uma cidade turística, tem até farmácia (deu pra comprar um protetor auricular e uns dramim pra ver se consiguia dormir mesmo com o ronco do Ramon)!!! ::lol4::

Escolhemos um camping legal (tem vários, pq é uma cidade turística) e nos instalamos. Depois comemos uma parrillada e tomamos uns vinhos, já que ninguém é de ferro! ::otemo::

 

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Apesar dos percalsos, o dia terminou bem e foi um dos trechos mais bonitos da viagem :P

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Obrigado por não terminarem o relato... :cry:

Hahahahaahaha

Inspirado em vocês eu parti na mesma aventura. To aqui em Potrerillos pensando se fico ou não mais um dia. O lugar é lindo, mas eia cheguei tão na merda que não aproveitei NADA. Deppis eu conto o que eu fiz.

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Putz, tô tão corrido aqui que só vou conseguir terminar o relato em dezembro, nas férias ::hein:

Foi mal.. Hehe

 

Will_BR, conte aí onde vc tá e como tá sendo a viagem :D aproveita bastante pq é uma viagem incrivel!! Se vc for dormir em Las Cuevas (ultima cidade da Argentina, que tá na divisa com o Chile), fica no hostel do Juan Pablo, acho que chama Portozzuelo, ou algo assim. O cara é 10 e dá varias dicas boas. Aproveita e fala que eu mandei um abraço pra ele, fala q sou um brasileiro que ficou lá e que contei algumas historias de quando morei na Africa q ele vai lembrar.

Abração e curta muito sua trip

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Hahahaha Na real cheguei em Santiago faz uns 3 dias, dei uma rodada por lá e acabei voltando mais cedo porque minha esposa tá indo pro Haiti pela ONU agora dia 20. Em Las Cuevas cheguei às 22:30 debaixo de muita chuva e acabei encontrando um ciclista que me levou pra casa de um amigo que já estava abrigando um outro biker viajante e tinha uma casa que parecia o museu das bikes! Hahahahahaha

Só mais um dos causos dessa viagem foda! A metade do seu relato me serviu de inspiração e eu não me arrependo de ter feito essa loucura! Obrigado, mano!

Tem coisa pra caramba pra relatar mesmo... Vou levar um tempo preparando, mas pelo caminho fui fazendo anotações pra facilitar.

Quando eu fizer o relato linko aqui também.

Bora marcar um pedal, pô!

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Will, que maneiro!!! Haha eu tbm nem fiquei mto em Santiago, acho q fiquei 1 noite só, tava muito cansado e passando mal, depois explico melhor ::lol4:: . Cara, assim q escrever seu relato coloca o link aqui, to ansioso pra ler hehe.

Bora marcar o pedal pô. Tô pensando em fazer a costa do uruguai desde o Chuí até Colonia. Talvez no final de janeiro. Se animar, bora fazer juntos! Me passa seu contato ae q a gente marca

Abração!

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    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
    • Por BrunaKC
      Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia!
      Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta.
      Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem.
      A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena.
      Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo.
      Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. 
      Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. 
      Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias.
      Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito!
      Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa.
      Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. 
      O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. 
      Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos.
      Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia.
      O melhor ainda está por vir!
      Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo.
      Até logo, aventureiro!








    • Por emanuelle.ec
      01/05 a 01/06 – EURO = R$ 4,41
      Oii galera ! 
       Minha primeira postagem aqui ! Resolvi compartilhar com vocês a minha primeira eurotrip ! Fiz a viagem em Maio/2018 .
      Vou deixar bem curtinho os posts com os valores e um pouco de cada cidade e algumas fotos , mas antes um resumo porque sempre tem os zé preguiça kkkkkk 
       
      Quem quiser acompanhar essa e outras viagens : @emanuelle_ec
       
      GASTOS :
      Passagem aérea :
      - Joinville – São Paulo : 5.770 milhas – GOL
      - São Paulo – Dubrovnik : R$ 1.478,47 – Turkish Air (Promo 123 milhas)
      - Bruxelas – São Paulo : R$ 1443,72 - TAP
      - São Paulo – Joinville: 4.000 milhas + R$ 31,27 – GOL
      Total : R$ 2953,46
      - Transporte (ônibus, blablacar,tram,etc) : € 269,44
      - Hospedagem :  € 475,41
      - Alimentação e extras : € 651,21
      Total : € 1396,06    Total em reais : R$ 6156,62
      TOTAL DA VIAGEM : R$ 2953,46 + R$ 6156,62 = R$ 9110,08 
       
      Como essa iria ser a minha primeira viagem pra Europa eu não estava muito afim de fazer o clichê Paris, Roma, Barcelona e tudo mais, então resolvi ir para o Leste Europeu . Eu não tinha nada planejado, tinha pesquisado claro algumas cidades que queria ver, mas não comprei NADA antecipado (fora as passagens de ida e volta claro kkk) , ia reservando ao longo do caminho os hostels e comprando as passagens de ônibus via FLIXBUS pelo app deles mesmo e as passagens de barco na Croácia foi tudo direto no local.
      Consegui uma promoção de passagem pra Croácia na 123 milhas, fiquei com receio de comprar por milhas e pelo site ser novo e tudo mais, mas olha ! Deu tudo certo !!! Como a passagem era pela Turkish eu tinha um stopover em Istambul de 21 horas, não me perguntem se eu tinha direito a hotel ou qualquer outra coisa porque nem perguntei ( mals ai), mas é que eu tenho um amigo que mora lá então ficou combinado que eu ficaria na casa dele e ele me mostraria a cidade no dia seguinte. Cheguei em Istambul as 22hrs e meu voo pra Dubrovnik só sairia as 19hrs do dia seguinte então deu tempo pra ver os principais pontos da cidade.  Não gastei quase nada em Istambul porque o maluco resolveu pagar tudo e ainda conseguimos umas pizzas free logo na noite que cheguei porque tinha sobrado e o cara da pizzaria não queria jogar fora, muita sorte !! 
       
      ISTAMBUL (01/05 a 02/05):
      Troca : 30 euros  = 141.30 liras
      Ônibus p/ aeroporto : 12 Liras
      Chocolate aeroporto : 8 Liras
      Lembrancinha: 3.50 liras
      Troca : 118 Liras = 22 euros
      Total Istanbul:  23,50 Liras - 8 euros
       
       


       
       Segui pra Croácia no dia seguinte.
      Cheguei em Dubrovnik as 21 hrs e peguei o busão do aeroporto pra cidade velha. Apesar de ser tarde já a cidade ainda tava lotada de turistas, coisa de doido mesmo, nunca vi tanta gente por m². Fiquei pouco tempo em Dubrovnik, porque pra mim foi a cidade mais cara da croácia. Passeia pela cidade, subi na muralha, tentei não enlouquecer com a senhora do mercado que não queria me vender as coisas porque eu não tinha dinheiro trocado.   O hostel que eu fiquei é super simples mas o dono é mega gente boa e já chegava recepcionando a galera com Rakia, uma bebida tradicional deles, forte do c* hahahha
       
      DUBROVNIK (02/05 a 04/05):
      Hostel (The City Place Guesthouse – 2 diárias 😞 31,44 euros ( cartão de crédito)
      Troca : 20 euros = 140 kunas
      Ônibus aero: 40 kunas
      Taxa turista : 2 euros
      Mercado – 26.81 kunas
      Almoço- 57 kunas
      Troca : 60 euros - 432 kunas
      Ônibus p/ Porto: 27 kunas
      Janta (Foccacia+Croissant): 20 kunas
      Ticket Muralha: 150 kunas
      Almoço:24 kunas
      Ônibus p/ Porto: 15 kunas
      Barco p/ Hvar: 210 kunas
      Troca : 10 euros - 72 kunas
      Mercado: 27 kunas
      Sorvete: 20 kunas
      Total Dubrovnik : 616,81 kunas = 90 euros dinheiro e 31,44 euros cartão = 121,44 euros

       


       
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