em 2012 eu fiz a minha melhor viagem de férias, e contei muito com a generosidade dos mochileiros que partilham suas experiências aqui. Voltei da viagem, iniciei meu relato, e a vida virou de cabeça pra baixo - tanto que só estou viajando de férias novamente agora, em 2015. No meio das confusões, não consegui concluir o texto (falta Jeri!!!), e acabei não publicando na época (também não tenho ideia de onde esteja a dita-cuja da caderneta, com todas as anotações).
Como dica é dica, independente da época, compartilho aqui o relato incompleto. Espero poder retribuir um pouquinho. E prometo que o relato da mochila deste ano vem fresquinha, jajá.
Definindo o roteiro:
Eu tinha algumas milhas vencendo antes do final do ano, e vi a promoção da Gol das férias planejadas - 3 mil milhas para vários destinos dentro do Brasil, com 60 dias de antecedência. Pensei em aproveitar para conhecer lugares mais distantes, cujas passagens são sempre muito caras, como os estados da região norte. Numa madrugada de insônia, Guia 4 Rodas aberto no chão da sala, site do Mochileiros de um lado, página da Gol de outro, às 4h30 da manhã eu concluí a compra das passagens. Ficou assim:
19 de agosto – Guarulhos x Manaus (milhas + $)
24 de agosto – Manaus x Belém (milhas)
29 de agosto – Belém x São Luís (milhas)
11 de setembro – Fortaleza x Guarulhos (milhas)
Depois das passagens compradas, comecei a ler os vários relatos aqui no Fórum, para cada um destes destinos, as dicas, as furadas, as indicações de hospedagem, e anotei algumas referências que me ajudaram ao longo destes 24 dias. Vamos lá:
Acabei conhecendo menos lugares do que pretendia em Manaus, por conta de uma gripe, que me pegou de jeito: dor de garganta, de ouvido, febre... como era só o início das férias, preferi me preservar um pouco, para não comprometer a viagem toda. Dormi muito... rsrsrs.
1º dia
Cheguei em Manaus às 13h, com uma baita gripe, e vi meus óculos embaçarem logo no aeroporto. Calor! Já estava com reserva no Hostel Manaus, e me informei no aeroporto sobre o ônibus para chegar lá. Esperei mais de uma hora pelo ônibus (domingo), que seguiu para o centro e me deixou na Praça São Sebastião. Caminhei algumas quadras até o hostel e fui recebida pelo Willian. Eu havia confirmado a reserva por telefone, porque não me responderam por email. A reserva estava lá, mas ao chegar no quarto vi que não era exatamente o que eu pedi: o quarto coletivo com ar-condicionado é misto, e o feminino é com ventilador – tinha que escolher entre uma coisa ou outra. Considerando a gripe que me pegou na véspera, preferi o feminino com ventilador.
Dormi algumas horas, saí para jantar e procurar uma farmácia, e voltei para dormir. A cidade estava bem deserta.
2º dia
Fui ao Centro de Atendimento ao Turista que fica na Praça São Sebastião. Fui muito bem recebida, e recebi da atendente várias dicas de passeios, além de ganhar um guia do estado do Amazonas bem legal; eles estavam sem mapas da cidade, por conta de atrasos burocráticos na impressão destes. Como era segunda-feira, apenas o Teatro Amazonas estava aberto ao público. Realmente é uma construção que impressiona, principalmente para quem é do Sudeste e sabe muito pouco sobre a região Norte, o ciclo da borracha e outros detalhes da história de uma região com tantas riquezas. A visita guiada é bem legal, e ainda assistimos a um pedaço do ensaio da Sinfônica. Fui até à Rodoviária me informar sobre os horários de ônibus para Novo Airão e Presidente Figueiredo, e de lá fui até o Ceasa, para ir ao encontro das águas.
No Ceasa, depois de conversar com alguns barqueiros, fechei com o Romualdo, que me levou até o encontro das águas por R$40,00; outros dois me pediram R$80,00. Na volta, como ele iria guardar seu barco no centro, acabou me levando até lá e me deixando no Porto. Lancha nova, bem cuidada, equipamentos em ordem, e o Romualdo é gente boa. Recomendo.
Curiosidade: fui parada por várias pessoas na rua, para fazer algum comentário sobre o meu cabelo (black), que não é nada comum por lá. Algumas pessoas, inclusive operadores de turismo, achavam que eu era norte-americana, e me abordavam em inglês. Isso rendeu algumas situações engraçadas.
Fui cedo para o INPA, com um ônibus que passa na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao hostel. Gostei do passeio, o lugar é bem agradável, e tem muitos bichos. Cheguei logo depois dos filhotes de peixe-boi terem mamado... um rapaz que estava lá fotografou e me mostrou. No calor de Manaus, ali é um lugar bem gostoso, fresquinho.
No hostel, me informaram que era possível seguir do INPA para o Cigs com um ônibus, mas confirmando a informação, descobri que não era bem assim; tinha que ir até um terminal, e de lá pegar outro ônibus. Seria simples, se eu não tivesse pegado o ônibus no sentido contrário!... Fui para um terminal mais distante, e lá fiquei esperando o ônibus que me deixaria na porta do Cigs. Algumas horas e quilômetros depois (rsrsrsrs), fazendo um city-tour forçado, cheguei ao Cigs. Achei um pouco deprimente. O lugar está meio abandonado, os bichos são tristes, jaulas pequenas, falta sinalização, informações... Valeu por ter conhecido um casal de holandeses, muito gente boa, com os quais me encontrei depois.
Do Cigs aproveitei para conhecer a Praia da Ponta Negra, tão pertinho. Uma praia urbana, com uma estrutura impressionante. Encontrei-me com uma amiga de uma amiga, tomamos uma cerveja e fomos jantar um escondidinho de pirarucu, num restaurante que eu não anotei o nome =(.
4º dia
Resolvi ir para Novo Airão, já que ninguém no hostel iria a Figueiredo antes do final de semana, e sozinha seria um pouco complicado por conta do transporte – eu não dirijo, e para contratar tudo ficaria muito caro. Fui pra rodoviária e peguei o ônibus. São 4h de viagem, cruzando o Rio Negro pela ponte nova, e passando pelo município de Manacapuru.
Fui para a Pousada Bela Vista, que eu havia reservado por telefone. Bem arrumadinha, quarto bacana, o rio no fundo. No cair da tarde, a cantoria dos pássaros e dos outros bichos chega a ser ensurdecedora durante um certo tempo, e depois só se ouve o silêncio. Como cheguei à cidade no meio da tarde, não encontrei lugar para almoçar e tive de me contentar com os quitutes da padaria, animada pela concorrida propaganda eleitoral da cidade. Aff!
Fui ver o pôr do sol no cais, e conversar com alguns barqueiros que fazem os passeios para Anavilhanas e Grutas de Madadá. Os valores são meio tabelados, e, para quem está sozinha, não tem muita opção pra baratear. Acabei fechando pela pousada mesmo, por R$350,00 para as Grutas, passando por Anavilhanas na ida e na volta.
Acordei às 6h, tomei café e às 7h já estava pronta para a saída; seu Sebastião já estava me esperando. O barco fica atracado nos fundos da Pousada, descendo uma escada se chega a um flutuante. Não me arrependo da extravagância. Apesar de o Rio Negro estar muito cheio e não ser possível ver as praias, a paisagem é inacreditável! Eu tinha que fazer isso. A trilha para as grutas é muito tranquila, e as grutas são incríveis. O chão parece um xaxim gigante, muito diferente de outros lugares que conheço. Adorei. Na volta, vimos muitos botos pelo caminho, brincando à nossa frente.
Depois do almoço, passei a tarde na casa da “encantadora dos botos”, conversando com ela e ouvindo as histórias dos turistas e pessoas do local que estavam ali. Até que os botos apareceram, brincaram, posaram para as fotos, foram alimentados, e depois foram embora. Lindos! Fofurice!
Voltei pra Manaus no ônibus das 16h, cheguei à noite, voltei pro hostel, e fui me encontrar com os holandeses na praça, que estava bem movimentada. No dia seguinte, fui para o aeroporto perto da hora do almoço e segui para Belém.
Diárias: R$23,00, quarto coletivo com ventilador. Banheiro coletivo. Fazem reserva sem depósito, mas não avisam que estão te colocando em um quarto misto. Café da manhã básico, mas bem servido. Muita gente circulando o tempo todo, chegando e saindo durante a madrugada, por conta dos passeios para a floresta.
Diária: R$90,00 quarto single. Café da manhã muito bem servido, com tapioquinha quentinha, muitos sucos e bolo quente, olhando para o Rio Negro. Fiz a reserva por telefone, sem depósito, serviço atencioso.
• Passeio Anavilhanas + Grutas de Madadá – R$350,00 (valor do barco, para até 6 pessoas)
Operadora: Pousada Bela Vista, com o guia Seu Sebastião – gente boníssima!. Duração: 6h (saída às 8h).
• Flutuante dos botos (encantadora de botos) – contribuição de R$10,00
Fica na mesma rua da Pousada Bela Vista, depois do porto.
• Ônibus Manaus x Novo Airão – R$34,50
• Restaurante Sabor do Sul – PF a R$18,00, com suco
Av. Tiradentes, 5. (92) 3365-1621.
Atendimento atencioso, PF gostoso e honesto, com Surubim assado, além de outras opções.
Pessoal,
em 2012 eu fiz a minha melhor viagem de férias, e contei muito com a generosidade dos mochileiros que partilham suas experiências aqui. Voltei da viagem, iniciei meu relato, e a vida virou de cabeça pra baixo - tanto que só estou viajando de férias novamente agora, em 2015. No meio das confusões, não consegui concluir o texto (falta Jeri!!!), e acabei não publicando na época (também não tenho ideia de onde esteja a dita-cuja da caderneta, com todas as anotações).
Como dica é dica, independente da época, compartilho aqui o relato incompleto. Espero poder retribuir um pouquinho. E prometo que o relato da mochila deste ano vem fresquinha, jajá.
Definindo o roteiro:
Eu tinha algumas milhas vencendo antes do final do ano, e vi a promoção da Gol das férias planejadas - 3 mil milhas para vários destinos dentro do Brasil, com 60 dias de antecedência. Pensei em aproveitar para conhecer lugares mais distantes, cujas passagens são sempre muito caras, como os estados da região norte. Numa madrugada de insônia, Guia 4 Rodas aberto no chão da sala, site do Mochileiros de um lado, página da Gol de outro, às 4h30 da manhã eu concluí a compra das passagens. Ficou assim:
19 de agosto – Guarulhos x Manaus (milhas + $)
24 de agosto – Manaus x Belém (milhas)
29 de agosto – Belém x São Luís (milhas)
11 de setembro – Fortaleza x Guarulhos (milhas)
Depois das passagens compradas, comecei a ler os vários relatos aqui no Fórum, para cada um destes destinos, as dicas, as furadas, as indicações de hospedagem, e anotei algumas referências que me ajudaram ao longo destes 24 dias. Vamos lá:
Amazonas (5 noites)
https://flic.kr/s/aHsjC7c9Ed
Acabei conhecendo menos lugares do que pretendia em Manaus, por conta de uma gripe, que me pegou de jeito: dor de garganta, de ouvido, febre... como era só o início das férias, preferi me preservar um pouco, para não comprometer a viagem toda. Dormi muito... rsrsrs.
1º dia
Cheguei em Manaus às 13h, com uma baita gripe, e vi meus óculos embaçarem logo no aeroporto. Calor! Já estava com reserva no Hostel Manaus, e me informei no aeroporto sobre o ônibus para chegar lá. Esperei mais de uma hora pelo ônibus (domingo), que seguiu para o centro e me deixou na Praça São Sebastião. Caminhei algumas quadras até o hostel e fui recebida pelo Willian. Eu havia confirmado a reserva por telefone, porque não me responderam por email. A reserva estava lá, mas ao chegar no quarto vi que não era exatamente o que eu pedi: o quarto coletivo com ar-condicionado é misto, e o feminino é com ventilador – tinha que escolher entre uma coisa ou outra. Considerando a gripe que me pegou na véspera, preferi o feminino com ventilador.
Dormi algumas horas, saí para jantar e procurar uma farmácia, e voltei para dormir. A cidade estava bem deserta.
2º dia
Fui ao Centro de Atendimento ao Turista que fica na Praça São Sebastião. Fui muito bem recebida, e recebi da atendente várias dicas de passeios, além de ganhar um guia do estado do Amazonas bem legal; eles estavam sem mapas da cidade, por conta de atrasos burocráticos na impressão destes. Como era segunda-feira, apenas o Teatro Amazonas estava aberto ao público. Realmente é uma construção que impressiona, principalmente para quem é do Sudeste e sabe muito pouco sobre a região Norte, o ciclo da borracha e outros detalhes da história de uma região com tantas riquezas. A visita guiada é bem legal, e ainda assistimos a um pedaço do ensaio da Sinfônica. Fui até à Rodoviária me informar sobre os horários de ônibus para Novo Airão e Presidente Figueiredo, e de lá fui até o Ceasa, para ir ao encontro das águas.
No Ceasa, depois de conversar com alguns barqueiros, fechei com o Romualdo, que me levou até o encontro das águas por R$40,00; outros dois me pediram R$80,00. Na volta, como ele iria guardar seu barco no centro, acabou me levando até lá e me deixando no Porto. Lancha nova, bem cuidada, equipamentos em ordem, e o Romualdo é gente boa. Recomendo.
Curiosidade: fui parada por várias pessoas na rua, para fazer algum comentário sobre o meu cabelo (black), que não é nada comum por lá. Algumas pessoas, inclusive operadores de turismo, achavam que eu era norte-americana, e me abordavam em inglês. Isso rendeu algumas situações engraçadas.
3º dia
Fui cedo para o INPA, com um ônibus que passa na Avenida Getúlio Vargas, próximo ao hostel. Gostei do passeio, o lugar é bem agradável, e tem muitos bichos. Cheguei logo depois dos filhotes de peixe-boi terem mamado... um rapaz que estava lá fotografou e me mostrou. No calor de Manaus, ali é um lugar bem gostoso, fresquinho.
No hostel, me informaram que era possível seguir do INPA para o Cigs com um ônibus, mas confirmando a informação, descobri que não era bem assim; tinha que ir até um terminal, e de lá pegar outro ônibus. Seria simples, se eu não tivesse pegado o ônibus no sentido contrário!... Fui para um terminal mais distante, e lá fiquei esperando o ônibus que me deixaria na porta do Cigs. Algumas horas e quilômetros depois (rsrsrsrs), fazendo um city-tour forçado, cheguei ao Cigs. Achei um pouco deprimente. O lugar está meio abandonado, os bichos são tristes, jaulas pequenas, falta sinalização, informações... Valeu por ter conhecido um casal de holandeses, muito gente boa, com os quais me encontrei depois.
Do Cigs aproveitei para conhecer a Praia da Ponta Negra, tão pertinho. Uma praia urbana, com uma estrutura impressionante. Encontrei-me com uma amiga de uma amiga, tomamos uma cerveja e fomos jantar um escondidinho de pirarucu, num restaurante que eu não anotei o nome =(.
4º dia
Resolvi ir para Novo Airão, já que ninguém no hostel iria a Figueiredo antes do final de semana, e sozinha seria um pouco complicado por conta do transporte – eu não dirijo, e para contratar tudo ficaria muito caro. Fui pra rodoviária e peguei o ônibus. São 4h de viagem, cruzando o Rio Negro pela ponte nova, e passando pelo município de Manacapuru.
Fui para a Pousada Bela Vista, que eu havia reservado por telefone. Bem arrumadinha, quarto bacana, o rio no fundo. No cair da tarde, a cantoria dos pássaros e dos outros bichos chega a ser ensurdecedora durante um certo tempo, e depois só se ouve o silêncio. Como cheguei à cidade no meio da tarde, não encontrei lugar para almoçar e tive de me contentar com os quitutes da padaria, animada pela concorrida propaganda eleitoral da cidade. Aff!
Fui ver o pôr do sol no cais, e conversar com alguns barqueiros que fazem os passeios para Anavilhanas e Grutas de Madadá. Os valores são meio tabelados, e, para quem está sozinha, não tem muita opção pra baratear. Acabei fechando pela pousada mesmo, por R$350,00 para as Grutas, passando por Anavilhanas na ida e na volta.
5º dia
Acordei às 6h, tomei café e às 7h já estava pronta para a saída; seu Sebastião já estava me esperando. O barco fica atracado nos fundos da Pousada, descendo uma escada se chega a um flutuante. Não me arrependo da extravagância. Apesar de o Rio Negro estar muito cheio e não ser possível ver as praias, a paisagem é inacreditável! Eu tinha que fazer isso. A trilha para as grutas é muito tranquila, e as grutas são incríveis. O chão parece um xaxim gigante, muito diferente de outros lugares que conheço. Adorei. Na volta, vimos muitos botos pelo caminho, brincando à nossa frente.
Depois do almoço, passei a tarde na casa da “encantadora dos botos”, conversando com ela e ouvindo as histórias dos turistas e pessoas do local que estavam ali. Até que os botos apareceram, brincaram, posaram para as fotos, foram alimentados, e depois foram embora. Lindos! Fofurice!
Voltei pra Manaus no ônibus das 16h, cheguei à noite, voltei pro hostel, e fui me encontrar com os holandeses na praça, que estava bem movimentada. No dia seguinte, fui para o aeroporto perto da hora do almoço e segui para Belém.
Contatos e valores
Manaus
• Hostel Manaus
http://www.hostelmanaus.com / (92) 3233-4545
Diárias: R$23,00, quarto coletivo com ventilador. Banheiro coletivo. Fazem reserva sem depósito, mas não avisam que estão te colocando em um quarto misto. Café da manhã básico, mas bem servido. Muita gente circulando o tempo todo, chegando e saindo durante a madrugada, por conta dos passeios para a floresta.
• Encontro das Águas – R$40,00
Lancha Visão de Águia – Romoaldo (92) 9156-6989
• Teatro Amazonas – R$5,00
• INPA – R$5,00
• Cigs – R$4,00
• Ônibus aeroporto x centro – R$4,20
• Ônibus urbano – R$2,75
Novo Airão
• Pousada Bela Vista
http://www.pousada-belavista.com/ (92) 3365-1023
Diária: R$90,00 quarto single. Café da manhã muito bem servido, com tapioquinha quentinha, muitos sucos e bolo quente, olhando para o Rio Negro. Fiz a reserva por telefone, sem depósito, serviço atencioso.
• Passeio Anavilhanas + Grutas de Madadá – R$350,00 (valor do barco, para até 6 pessoas)
Operadora: Pousada Bela Vista, com o guia Seu Sebastião – gente boníssima!. Duração: 6h (saída às 8h).
• Flutuante dos botos (encantadora de botos) – contribuição de R$10,00
Fica na mesma rua da Pousada Bela Vista, depois do porto.
• Ônibus Manaus x Novo Airão – R$34,50
• Restaurante Sabor do Sul – PF a R$18,00, com suco
Av. Tiradentes, 5. (92) 3365-1621.
Atendimento atencioso, PF gostoso e honesto, com Surubim assado, além de outras opções.
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