Eu tenho mais uma pra contar. Juntou trilha, praia e cidadezinha histórica e pronto: tá formado um roteiro pra se apaixonar e querer repetir sempre! Fui pra Paraty, Trindade e Ilha Grande no carnaval/2016, de 06/02 a 13/02, então segue aí um relato fresquinho pra vocês. Sou de Vitória/ES, e fui de avião até o Rio de Janeiro, e de lá segui de ônibus até Paraty, meu primeiro destino. De lá dei uma escapadinha pra Trindade, e depois segui pra Ilha Grande. Todos os gastos estarão discriminados para uma pessoa.
DIA 01 - 06/02 - Vitória x Rio de Janeiro x Paraty
Saída do aeroporto de Vitória às 06h da matina, 07:30h estava desembarcando no Santos Dumont. Fui de cargueira levinha e relativamente vazia, e deu pra levar ela na cabine tranquilamente, pra agilizar a chegada e não ter que esperar por ela na esteira. Saindo do aeroporto, é aquela história: se estiver sozinho, tem ônibus rapidinho pra rodoviária por (acho) R$ 14,00, não tem necessidade de táxi. Mas se estiver em dois, aí já vale pegar um táxi (R$28,00). Sábado de carnaval, muitas avenidas do Centro já estavam fechadas pros desfiles, então foi uma zona geral! Rodoviária cheia, ônibus atrasados.. mas paciência: é carnaval e estamos viajando!
O ônibus até Paraty foi pela viação Costa Verde, comprado antecipadamente pelo site (R$77,50). Aliás, fica a dica: comprando pelo site da Rodoviária Novo Rio, tem taxa administrativa, que não tem comprando diretamente no site da Costa Verde. O horário do ônibus era às 9:00, mas foi sair só 9:40h. Pelo menos era super confortável, com ar condicionado e janelas panorâmicas. A previsão de chegada em Paraty era 13:30, mas chegamos só 16h, uma viagem longa, mas que dormi todo o trajeto.
Chegando em Paraty, na rodoviária pequenininha, você tem duas opções: os táxis super careiros, ou suas próprias canelas! Claro que se você estiver no Centro Histórico ou nas redondezas dele, suas próprias canelas darão conta do recado com louvor, mas pode ser que, como eu, você encontre uma hospedagem barata mais afastada e talvez isso aperte um pouco no final. Deixa eu explicar: Paraty é bem pequena, tudo dá pra se fazer a pé. Mas eu encontrei uma boa oferta de última hora em Jabaquara, que é um bairro mais novo, um pouco mais afastado do Centro, coisa de 20 minutos caminhando. A princípio parece pouco, mas tem uma ladeira no meio do caminho até lá, mas no final da viagem isso já tava enchendo o saco, e um táxi do Centro até lá sai por R$25 (que óbvio, não estava disposta a pagar!). Então fica a dica: só fique em Jabaquara se estiver de carro. A pé, ainda que mais caro, as proximidades do Centro dão a melhor opção.
Eu fiquei na Tulipa Hospedagens, um local que é a casa da proprietária, Lucy, que fez um puxadinho e criou uns quartos pra servir de pousada. O local é simples, mas o preço foi barato, então nem recomendo nem "desrecomendo". O quarto é privado, tem café da manhã simples, e ar condicionado. Atende à necessidade, mas não espere nada luxuoso.
Depois de deixar as coisas na pousada, Centro Histórico! Paraty é linda e não decepciona ninguém. Durante todo o carnaval teve bloquinhos pelas ruas, gente andando, aquele clima super gostoso de cidade pequena. Em algumas ruas, barulho e movimento das marchinhas; duas ruas acima, silêncio total e nem parecia que era a mesma cidade. Ou seja: tem Paraty pra todos os gostos
Dica: como já é de se esperar, os restaurantes do Centro Histórico são caros! Se quiser fugir deles, pegue a avenida principal em direção à rodoviária, e nessa região vai encontrar muitos barzinhos e restaurantes por um preço mais justo. Ainda assim, achei alimentação em Paraty muito cara!
Fala, gente bonita! Muitas viagens?
Eu tenho mais uma pra contar. Juntou trilha, praia e cidadezinha histórica e pronto: tá formado um roteiro pra se apaixonar e querer repetir sempre! Fui pra Paraty, Trindade e Ilha Grande no carnaval/2016, de 06/02 a 13/02, então segue aí um relato fresquinho pra vocês. Sou de Vitória/ES, e fui de avião até o Rio de Janeiro, e de lá segui de ônibus até Paraty, meu primeiro destino. De lá dei uma escapadinha pra Trindade, e depois segui pra Ilha Grande. Todos os gastos estarão discriminados para uma pessoa.
DIA 01 - 06/02 - Vitória x Rio de Janeiro x Paraty
Saída do aeroporto de Vitória às 06h da matina, 07:30h estava desembarcando no Santos Dumont. Fui de cargueira levinha e relativamente vazia, e deu pra levar ela na cabine tranquilamente, pra agilizar a chegada e não ter que esperar por ela na esteira. Saindo do aeroporto, é aquela história: se estiver sozinho, tem ônibus rapidinho pra rodoviária por (acho) R$ 14,00, não tem necessidade de táxi. Mas se estiver em dois, aí já vale pegar um táxi (R$28,00). Sábado de carnaval, muitas avenidas do Centro já estavam fechadas pros desfiles, então foi uma zona geral! Rodoviária cheia, ônibus atrasados.. mas paciência: é carnaval e estamos viajando!
O ônibus até Paraty foi pela viação Costa Verde, comprado antecipadamente pelo site (R$77,50). Aliás, fica a dica: comprando pelo site da Rodoviária Novo Rio, tem taxa administrativa, que não tem comprando diretamente no site da Costa Verde. O horário do ônibus era às 9:00, mas foi sair só 9:40h. Pelo menos era super confortável, com ar condicionado e janelas panorâmicas. A previsão de chegada em Paraty era 13:30, mas chegamos só 16h, uma viagem longa, mas que dormi todo o trajeto.
Chegando em Paraty, na rodoviária pequenininha, você tem duas opções: os táxis super careiros, ou suas próprias canelas! Claro que se você estiver no Centro Histórico ou nas redondezas dele, suas próprias canelas darão conta do recado com louvor, mas pode ser que, como eu, você encontre uma hospedagem barata mais afastada e talvez isso aperte um pouco no final. Deixa eu explicar: Paraty é bem pequena, tudo dá pra se fazer a pé. Mas eu encontrei uma boa oferta de última hora em Jabaquara, que é um bairro mais novo, um pouco mais afastado do Centro, coisa de 20 minutos caminhando. A princípio parece pouco, mas tem uma ladeira no meio do caminho até lá, mas no final da viagem isso já tava enchendo o saco, e um táxi do Centro até lá sai por R$25 (que óbvio, não estava disposta a pagar!). Então fica a dica: só fique em Jabaquara se estiver de carro. A pé, ainda que mais caro, as proximidades do Centro dão a melhor opção.
Eu fiquei na Tulipa Hospedagens, um local que é a casa da proprietária, Lucy, que fez um puxadinho e criou uns quartos pra servir de pousada. O local é simples, mas o preço foi barato, então nem recomendo nem "desrecomendo". O quarto é privado, tem café da manhã simples, e ar condicionado. Atende à necessidade, mas não espere nada luxuoso.
Depois de deixar as coisas na pousada, Centro Histórico! Paraty é linda e não decepciona ninguém. Durante todo o carnaval teve bloquinhos pelas ruas, gente andando, aquele clima super gostoso de cidade pequena. Em algumas ruas, barulho e movimento das marchinhas; duas ruas acima, silêncio total e nem parecia que era a mesma cidade. Ou seja: tem Paraty pra todos os gostos
Dica: como já é de se esperar, os restaurantes do Centro Histórico são caros! Se quiser fugir deles, pegue a avenida principal em direção à rodoviária, e nessa região vai encontrar muitos barzinhos e restaurantes por um preço mais justo. Ainda assim, achei alimentação em Paraty muito cara!
Gastos do dia:
28,00 - táxi Santos Dumont x Rodoviária
77,50 - ônibus Rio de Janeiro x Paraty
88,00 - Tulipa Hospedagens
45,00 - Restaurante Varanda Espetinhos
5,00 - cerveja na barraquinha
3,00 - água na barraquinha
4,00 - churros na barraquinha