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Final de Semana em Bragança e Canela


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  • Membros de Honra

Relato detalhado da viagem a Bragança-PA, Ilha de Canela e Praia de Ajuruteua.

 

Data: 23/09/2005 (15:00) à 26/09/2005 (11:00)

 

No final de tudo, daremos mais informações de preços e como chegar.

 

INTRODUÇÃO

 

Localizada a 210 quilômetros de Belém, capital do Pará, a cidade de Bragança tem muito que mostrar aos turistas. Praias abençoadas pelas águas do Oceano Atlântico, monumentos históricos e a cultura forte do povo bragantino são alguns dos irresistíveis convites para conhecer a bela do nordeste paraense.

 

Sua localização, à margem do rio Caeté, foi o que lhe rendeu o apelido carinhoso de "Pérola do Caeté". A cidade é uma das mais antigas do Estado. História que começou no século 17, mais precisamente em 1622.

 

Passeando pela cidade...Um dos mais importantes pontos turísticos é o da Igreja de São Benedito, do século XVIII. Também vale conhecer a igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, a mais antiga da cidade, erguida também no século XVIII. Tem ainda o Instituto de Santa Terezinha, tradicional educandário da região. E, fora da sede municipal, em uma ilha, em frente ao litoral de Bragança, há o histórico Forte do Caeté, construído em 1614 pelos portugueses.

 

Além da história, Bragança guarda ainda outros atrativos aos turistas. A cultura é um dos mais fortes deles. Católicos por tradição, os bragantinos realizam ao longo do ano suas festas religiosas. Dentre as festividades destacam-se a de São Sebastião, comemorada no dia 20 de janeiro, e o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, que acontece no mês de novembro com ladainhas, procissões e até arraial. Porém, a mais forte expressão cultural e religiosa de Bragança está na festa de São Benedito, uma das mais tradicionais e antigas do Pará, introduzida pelos escravos em 1798 e que também é conhecida como a Festa da Marujada.

 

A beleza natural é outro ponto forte do município, que possui uma das mais belas praias da costa atlântica paraense: a praia de Ajuruteua. A 30 minutos de carro da cidade, a praia é um lugar paradisíaco que guarda ainda ares primitivos. Além dela, existem os manguezais, rios, igarapés e ilhas, como a de Canela, um santuário ecológico que possui o maior ninhal de guarás do mundo. Com um cenário natural privilegiado, Bragança é, sem dúvida, uma das mais belas cidades do Pará. Um convite para conhecer um pedaço da história e das belezas paraenses.

 

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Foto de um Vôo do Guará

Retirado do site http://www.pa.gov.br/conhecaopara/braganca.asp (com adaptações).

 

MEU ROTEIRO DE VIAGEM

 

1º dia: sexta, 23/09

 

Saída de Belém a Bragança-PA

Esta viagem era um dos velhos sonhos de rever Bragança-PA, a praia de Ajuruteua, e finalmente conhecer a Ilha de Canela. Saímos de Belém às 14:30 através da BR-316, eu e minha namorada Giselle. Devido o tempo e a facilidade, resolvemos ir de carro. O percurso foi Belém, Ananindeua, Marituba, Santa Izabel, Castanhal, Santa Maria, depois seguimos pela PA-242 através de Capanema e finalmente chegamos a Bragança, totalizando 210 km em 2:45 h.

 

Chegada a Bragança

Foi uma viagem tranqüila. Chegamos por volta das 17:45. Ficamos no Hotel Solar do Caeté. É um dos melhores da cidade. Não pagamos nada [:D];, pois minha mãe participa de um plano de férias e tinha 3 diárias que iriam vencer esse mês. O Hotel fica localizado às margens do Rio Caeté, com uma visão muito linda!

 

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Como um dos objetivos maiores da viagem era conhecer a Ilha de Canela, Fomos deixando as coisas no hotel e logo saindo em direção ao Porto de Taperaçú que fica localizado na Vila de Bacuriteua. Então seguimos a PA-112 (toda asfaltada - é a mesma que te leva até Ajuruteua) por uns 20 minutos dobrando em uma rua de piçarra que te leva até o porto (fomos perguntando). Chegando ao porto onde existe uma pequena vila de moradores. Falamos com um Senhor simpático que nos indicou um pescador (Zé Tonho) que faz esta viagem diariamente. Conversamos por uns 5 minutos onde ele explicou que o barco só saía na maré alta e que como era final de semana ele não costumava fazer essa viagem. Cobrou-me pelo frete do barco R$ 80,00 reais. Achei muito caro e não fechei. Fiquei de ligar pela manhã novamente. Pegamos os horários das marés e saímos do porto em direção ao Hotel.

 

No caminho, paramos em um comércio onde recarregamos com gelo nossa bolsa térmica que continha cerveja, ice, refrigerantes, água, que troxemos de Belém para economizar. Descarregamos nossas coisas para o quarto, tomamos um banho maravilhoso e descansamos por umas 2 horas. Saímos para conhecer um pouco da cidade e paramos em um restaurante chamado "Fantástica". Ficamos impressionados com a tranqüilidade do local. O mesmo possui um terraço com mesas bonitas e uma visão privilegiada da praça da Igreja do Rosário. Tomamos uma skol hiper gelada e deliciamos um prato de filé que achei muito barato R$ 13,00 reais para duas pessoas. Batemos algumas fotos, conversamos com alguns garçons, onde nos deram outras dicas e voltamos para o Hotel. Um quarteirão após o hotel, estava ocorrendo uma festividade na praça da Igreja de São Benedito. Ficamos por lá assistindo a um show regional. Depois ficamos apreciando a orla do rio Caeté ouvindo uma música legal e tomando uns Ice´s. Fomos dormir às 01:00.

 

2º dia: sábado, 24/09

 

Acordamos às 08:00 h pois precisávamos confirmar a ida em Canela. Fomos tomar café às 8:30. Pense em um café maravilhoso no estilo paraense, com tapioquinha, bolo de milho, doces, sucos, etc. Ligamos às 09:00 para Zé Tonho que nos informou que estava indefinida a ida para Canela nesse dia. Foi quando pedimos que ele indicasse o outro pescador que fazia a viagem. Então falamos com o pescador Zenito, que pescava na região. Obs: a única forma de chegar lá é através dos pescadores. Consegui fechar a R$ 30,00 reais nós dois, ida e volta. Obs2: não mencione "frete". Diga que quer ir quando eles forem. Mas combine direitinho que horas será a ida e que horas será a volta e se volta no mesmo dia ou somente no outro dia. No nosso caso a saída seria em torno das 11:00 e o retorno somente as 11:00 do dia seguinte. Perfeito.

 

Então já sabendo da viagem, arrumamos nossa mochila que continha barraca, colchão inflável, fole, panelinha, fogareiro (desses de R$ 10,00 reais), protetor solar, repelente, óculos escuros, lanternas, bebidas e comidas rápidas, barras de cereais, etc.

 

Saímos em direção ao Porto de Taperaçu. Recarregamos de gelo a bolsa térmica, pois lá não tem nenhuma estrutura de banheiro, água potável. Só há ranchos (espécie de maloca onde os pescadores dormem provisoriamente quando estão no local). Descobrimos depois que era um pouquinho melhor.

 

Saída a Canela

Chegamos ao local às 10:45. Fomos apresentados ao Zenito que informou que em 20 minutos estávamos partindo. Aguardamos os últimos detalhes,batemos algumas fotos e entramos no barco. Pense num barco bem pequeno do tamanho +- de uma pick-up. Colocamos nossas coisas no barco e seguimos uma viagem de 2 horas rumo à Ilha de Canela. Durante o percurso fomos conversando com alguns tripulantes como o próprio Zé Tonho (que pegou carona) e o Zenito que comandava o barco que tinha como braço do leme um pedaço de madeira. Já na saída descobrimos que existe um outro porto próximo ao Taperaçu, chamado de "Castelo" e que faz também saída de barcos para Canela. Na partida não foi tão simples pois o local estava um pouco raso. Na viagem, passamos por vários furos e pudemos observar muitos pássaros como os famosos e maravilhosos Guarás (não os vi no Marajó devido a época que estive, mas ainda bem que pude vê-los de perto e fotografá-los desta vez. Antes de chegarmos à Ilha, paramos em uma outra chamada "Ilha Maciel", onde os pescadores costumam pescar também.

 

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Barquinho "pôpôpô"

 

Chegada a Canela

Chegamos por volta das 13:30, andamos uns 300 metros onde fomos apresentados a uma senhora de nome Socorro, que tem um rancho na Ilha e pra nossa surpresa comercializa algumas coisas como bebidas (geladas), cigarro, comida, etc. Não existe energia elétrica, mas isso não impediu que ela adquirisse isopor de vários tamanhos onde ela guarda peixes, e o restante que precisa de refrigeração.

 

No local existe em torno de uns 20 ranchos de pescadores, habitado por alguns moradores fixos e outros não. Estávamos famintos, então perguntamos se ela tinha alguma coisa pra comermos. Não tinha peixe, mas ainda bem que um pescador estava com 3 kg de um peixe chamado "banderada". Experimente também um chamado de "Curvina". Compramos 2 kg que saiu por R$ 3,00.

 

Enquanto Dona Socorro preparava o peixe frito a lenha, eu montava a barraca, que fico a uns 20 metros do rancho dela. Dona Socorro preparou-o acompanhado de arroz, feijão e farinha d´agua e uma pimenta bem forte!!!. O curioso é que a quantidade de cachorros é muito grande também. Enquanto comíamos tínhamos em nossa volta em torno de uns 20 cachorros (um mais feio que o outro) competindo os restos de comida que jogávamos eheeheh.

 

Após o almoço, resolvemos tirar uma cesta (dormimos) por umas 2 horas lá no piso de um dos ranchos que não tinha ninguém (alguns são somente cobertos de palha no teto e na lateral e abertos na frente. O piso de madeira tipo de galho de árvore pregado (ou amarrado) um ao lado do outro. A altura fica a uns 2 metros do solo devido às cheias (geralmente no meio de setembro dá 3 dias de enchente).

 

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Ilha de Canela

 

Depois de estarmos recarregados (apesar de eu não ter conseguido dormir direito), fomos até o outro lado da ilha (que é melhor para banho). Andamos uns 500 metros e tivemos uma praia só nossa uma imensidão de areia e mar....se tivéssemos mais tempo teríamos visto o ninhal dos guarás. Pra isso precisaríamos percorrer uma trilha e acompanhados de um guia. Já estava anoitecendo e precisava encher o colchão (quem conhece sabe que demora um pouco com fole manual) e deixar tudo pronto para dormirmos.

 

Ficamos atentos pra assistir a revoada de guarás (acontece sempre as 06:00 e 18:00), mas não sei por qual motivo não aconteceu. Vimos somente um pôr-do-sol maravilhoso, registrado com várias fotos.

 

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Preparando a Barraca

 

Das 18:30 às 19:30 passamos por maus momentos. Neste período não sei por que aparecem uns insetos muito chatos chamados de "mutucas" que picavam as nossas canelas e às vezes deixavam até marcas. O repelente não fazia quase efeito.

 

Já lá pelas 20:00 horas resolvemos fazer nossa comida apesar de ainda ter peixe, resolvemos fazer um sopão de feijão daqueles rápidos da maggi. Nunca tínhamos usado o mini fogareiro e tivemos um certo trabalho para aprontar, mas depois de uns 30 minutos [:D][:D]; conseguimos deixá-lo no ponto! Tacamos pimenta e vapt!

 

Logo após todo esse processo, limpamos tudo e começamos a beber, admirando um céu super estrelado com direito a estrela cadente e tudo! Ouvimos música sertaneja estilo Almir Sater através de nosso disk-man. Apesar de alguns pescadores estarem jogando dominó bem próximo a nós, Imaginem o silencio que estava no local pois usamos o fone de ouvido pendurado na nossa frente. Após muita bebida e conversa, estávamos exaustos e fomos dormir.

 

Foi uma noite maravilhosa de sono e não tivemos problemas com carapanãs (mosquito) ou outros insetos. Não usamos repelente e a barraca também protege. Noite maravilhosa de sono maravilhosa com direito a céu estrelado e meia lua!

 

3º dia: domingo, 25/03

 

Acordamos às 7:00 por Zenito informando que já estava dando maré e que já íamos partir em menos de uma hora. Ficamos desesperados pois não tínhamos arrumado nada. Mas enfim deu tempo de arrumar a barraca, esvaziar colchão, ajeitar a mochila, e tomar um achocolatado lá no rancho da Socorro. Acabamos saindo às 8:30. A viagem de volta foi idêntica à ida apesar de termos achado que demorou um pouco mais, mas o sol castigou muito. Quem se dispor a ir, deve levar boné ou algo pra proteger. Batemos algumas fotos de garças e guarás . Chegamos em torno de 11:00 e não foi possível parar bem no porto pois estava muito raso. Paramos a alguns passos do porto.

 

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Giselle (minha namorada - em pé),Zenito e Dona Socorro (sentados), Filhos de Zenito (em pé)

 

Saímos do porto com a intenção de chegar no hotel, deixar as coisas e seguir para a praia de Ajuruteua, mas o cansaço e a própria insolação falou mais alto e acabamos dormindo depois de um bom banho de água doce e uma barriga forrada. Acabamos almoçando no próprio hotel. Definitivamente a comida não é cara em Bragança, pelos lugares que estivemos. Pagamos por um prato de filé R$ 15,00 reais para duas pessoas. O conselho que eu dou pela experiência que tivemos, foi que a carne não é o forte da cidade, pois em ambos lugares que comemos, achamos o filé duro. Experimente o caranguejo (o forte da cidade), o peixe e quem sabe camarão. Existem muitos restaurantes na cidade com preços bem mais em conta também.

 

Lá pelas 17:00 horas resolvemos apenas dar uma passada em Ajuruteua e lá se foram 30 minutos até chegar. Pra nossa surpresa as barracas estavam vazias. Havia poucas pessoas na praia. Uma praia muito linda com areia fininha. Batemos algumas fotos e retornamos a cidade. No caminho de ida e volte, tivemos oportunidade de passar por várias pontes de madeira sobre os manguezais, onde pudemos observar novamente os Guarás se alimentando. A curiosidade é que em certos pontos da pista, pode-se encontrar caranguejos atravessando-a e não se espante se vir algum aviso: cuidado! Caranguejos na pista! [:D][:D];

 

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Orla de Ajuruteua

 

Chegamos na cidade lá pelas 18:30, onde ao passar pela praça do Rosário, verificamos que em frente à paróquia do mesmo nome, havia barracas de comidas variadas, como arroz com galinha, vatapá, tacacá e bolos diversos. A faixa de preço de cada prato estava em R$ 1,50! Funciona todo domingo à tarde. Comemos algumas dessas guloseimas e seguimos para o hotel, onde tomamos mais um banho, descansamos um pouco e saímos pra comer de novo [:P][:P];. Pensamos em comer um sanduíche mas acabamos indo até o Restaurante "Fantástica" e provamos um peixe de nome "Pescada Amarela". R$ 13,00 reais para duas pessoas. Uma delícia! Descobri depois que tinha um carrinho de cachorro quente bem na esquina que era muito bom.

 

Fizemos um city-tour rápido pela cidade onde batemos fotos da igreja do Rosário, São Benedito, e outros pontos turísticos. Dormimos.

 

4º dia: segunda, 26/03

 

Dia de 1 ano e meio de namoro, mas infelizmente tivemos que voltar para Belém com um gostinho de quero mais e com a vontade de retornar o mais breve possível para esse cantinho maravilhoso do Pará que se chama Bragança! Resumindo: Ficamos muito impressionados com o povo, com os restaurantes, praças, praias, rios. Não é a toa que a cidade é considerada a "Pérola do Caeté" .

 

Detalhes da viagem para Bragança

 

- No terminal rodoviário, pega-se ônibus ou Van com destino Belém-Bragança, com preço da passagem variando entre R$ 12,00 a R$ 15,00. Leva em torno de 4 horas.

 

- Para quem quiser ir até Canela, ônibus saindo para o porto de Taperaçu. Segundo informações, pega-se perto da feira, próximo a orla do Rio Caeté. Sai todos os dias (exceção de domingo) até as 18:30. Enquanto um está indo o outro está voltando. Passa +- de uma em uma hora.

 

- Para quem quer ir a praia de Ajuruteua, favor se informar no local, mas acredito que seja no mesmo local citado acima.

 

Contato para passeio em Canela

 

Falar com Pescador Zenito (dar preferência a esse) ou

Falar com o Pescador Raiol (pai) ou Zeca (filho)

 

Telefone de recado para qualquer um deles: 0xx91 3837-3002

 

Hotéis e Pousadas

Breve

 

Restaurantes Famosos

 

Restaurante Fantástica Restaurante Pousada do Caeté

Dica: Coma Peixe e mariscos em Bragança

 

Lugares a conhecer

 

Praças e Igrejas (Rosário, São Sebastião, São Bendito), Orla do rio Caeté, Praia de Ajuruteua.

 

Meu site pessoal com mais fotos, vídeos e informações: www.marcelo.fot.br

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  • 4 anos depois...
  • Colaboradores

Ah é??? Que Ótimo Maria Emília!!!!

 

Eu conheci uma cidade vizinha de Bragança chamada de Augusto Corrêa e de lá segui para uma ilha chamada de Perimirim você conhece? Na época que fui perimirim não tinha luz. Agora já deve estar bem evoluído. Eu fui ainda menina, eu devia ter uns 12 ou 13 anos, mas nunca esqueço!!!! Posso até dizer que esta foi umas das viagens mais marcantes da minha vida.

 

Bragança será a minha segunda parada aqui no Pará, em uma viagem que estou planejando fazer nas minhas férias (Novembro/Dezembro). De lá sigo cruzando o litoral do Brasil até chegar no Rio de Janeiro. E vou fazer isso de carro com o meu namorado.

 

Já que és filha de Bragança aceitarei sugestões suas, podes me dar algumas além das que peguei no relato do marcelo?

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