Bem, planejei minha viagem de volta ao mundo por 1 ano e comecei aqui pela América do Sul.
Estou dando uma pausa porque tive que voltar ao RJ para resolver um pepino, mas vou deixar um breve relato desses 50 dias.
Primeira coisa é falar que por mais que a gente leia sobre as viagens, na prática sempre acontecem situações inesperadas e o que vale para um determinado viajante, não vale para outro, por isso, hoje acho muito importante levar em consideração mais nossas necessidades do que conselhos de outros viajantes. Estou dizendo isso porque li e reli várias vezes sobre levar somente o essencial para evitar excesso de peso na mochila, pois bem, descobri que uma das coisas que fazem parte do meu essencial é um hidratante corporal, rssss... para muitos um supérfulo ou frescura de mulher... mas ver minha pele seca como o chão do agreste foi terrível.
Mas vamos ao relato...
Saí do interior do RS com um amigo rumo ao Rio Grande, esse seria o ponto final do dia... fomos para a estrada umas 6 da manhã e caminhando, sem pedir carona, um veterinário fez a curva e perguntou para onde estávamos indo. Falamos e ele nos levou até Santa Maria...de lá paramos para ir ao banheiro e voltamos para a estrada onde fui pegar o caderno para colocar o nome do local para onde iríamos, nem cheguei a levantar o caderno e um gerente da Johnson e Johnson parou para nos oferecer mais uma carona até Canguçu. Paramos para um lanche e de lá conseguimos um caminhoneiro para nos levar ao Rio Grande. Como foi mais rápido que o esperado, resolvemos caminhar para chegar logo ao Chuí...andamos cerca de 3km quando um senhor parou e nos levou. Conversa vai, conversa vem, ele nos ofereceu a casa dele para dormir e comer... então na primeira noite acabamos parando em Curral Alto, dormindo e comendo na casa desse senhor.
A noite foi chuvosa e saímos para a estrada com uma garoa chata...dali para o Chuí foi suuuuuper difícil conseguir carona. Carros lotados, os caminhoneiros não podem parar porque as empresas proibiram caronas...enfim, foi um custo. Conseguimos caronas curtas e andamos bastante. Chegamos em Santa Vitória do Palmar onde resolvemos pegar logo um ônibus pro Chuí porque a chuva não parava e custou baratinho. Lá no Chuí eu dei bobeira, devia ter parado para comprar alguns itens, mas acabei passando direto para procurar logo a aduana. ****No Uruguai aceitam muito bem o real. Caí na conversa fiada de uma funcionária de padaria que disse que era melhor trocar ali na casa de câmbio e levei preju.**** A aduana de entrada pro Uruguai é horrível, funcionários mal humorados, nem olharam nossas coisas nem nada. Nós mesmos preenchemos o papel de entrada e ele só carimbou, nem prazo de permanência tinha. Enfim, como já estava tarde acabamos acampando numa fazenda uns 5 km da aduana.
Olá, mochileiros...
Bem, planejei minha viagem de volta ao mundo por 1 ano e comecei aqui pela América do Sul.
Estou dando uma pausa porque tive que voltar ao RJ para resolver um pepino, mas vou deixar um breve relato desses 50 dias.
Primeira coisa é falar que por mais que a gente leia sobre as viagens, na prática sempre acontecem situações inesperadas e o que vale para um determinado viajante, não vale para outro, por isso, hoje acho muito importante levar em consideração mais nossas necessidades do que conselhos de outros viajantes. Estou dizendo isso porque li e reli várias vezes sobre levar somente o essencial para evitar excesso de peso na mochila, pois bem, descobri que uma das coisas que fazem parte do meu essencial é um hidratante corporal, rssss... para muitos um supérfulo ou frescura de mulher... mas ver minha pele seca como o chão do agreste foi terrível.
Mas vamos ao relato...
Saí do interior do RS com um amigo rumo ao Rio Grande, esse seria o ponto final do dia... fomos para a estrada umas 6 da manhã e caminhando, sem pedir carona, um veterinário fez a curva e perguntou para onde estávamos indo. Falamos e ele nos levou até Santa Maria...de lá paramos para ir ao banheiro e voltamos para a estrada onde fui pegar o caderno para colocar o nome do local para onde iríamos, nem cheguei a levantar o caderno e um gerente da Johnson e Johnson parou para nos oferecer mais uma carona até Canguçu. Paramos para um lanche e de lá conseguimos um caminhoneiro para nos levar ao Rio Grande. Como foi mais rápido que o esperado, resolvemos caminhar para chegar logo ao Chuí...andamos cerca de 3km quando um senhor parou e nos levou. Conversa vai, conversa vem, ele nos ofereceu a casa dele para dormir e comer... então na primeira noite acabamos parando em Curral Alto, dormindo e comendo na casa desse senhor.
A noite foi chuvosa e saímos para a estrada com uma garoa chata...dali para o Chuí foi suuuuuper difícil conseguir carona. Carros lotados, os caminhoneiros não podem parar porque as empresas proibiram caronas...enfim, foi um custo. Conseguimos caronas curtas e andamos bastante. Chegamos em Santa Vitória do Palmar onde resolvemos pegar logo um ônibus pro Chuí porque a chuva não parava e custou baratinho. Lá no Chuí eu dei bobeira, devia ter parado para comprar alguns itens, mas acabei passando direto para procurar logo a aduana. ****No Uruguai aceitam muito bem o real. Caí na conversa fiada de uma funcionária de padaria que disse que era melhor trocar ali na casa de câmbio e levei preju.**** A aduana de entrada pro Uruguai é horrível, funcionários mal humorados, nem olharam nossas coisas nem nada. Nós mesmos preenchemos o papel de entrada e ele só carimbou, nem prazo de permanência tinha. Enfim, como já estava tarde acabamos acampando numa fazenda uns 5 km da aduana.
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