Eu me cadastrei neste site para buscar informações para armar a minha primeira viagem para o Brasil e me ajudou bastante, pois peguei um monte de dicas e informação que fizeram a viagem dos meus sonhos se tornar realidade. Logo voltei mais uma vez e em março de 2015 surgiu uma nova oportunidade de visitar o Brasil e desta vez não tinha limite de tempo (mas sim de dinheiro).
Em março comecei um mochilão pela América Latina visitando países como Chile, Argentina, Uruguai, Bolívia e de novo o Brasil. Mas desta vez queria ficar mais tempo no Brasil, tentando visitar o mais que pudesse nos três meses iniciais que tinha planejado ficar no país.
ROTA
Durante meu planejamento pensei em duas maneiras de entrar no Brasil: uma entrando pelo Uruguai e a outra entrando pela Bolívia. Durante o mochilão acabei definindo que a entrada ao país seria pela fronteira boliviana.
Definido isso, comecei armar a rota e vi que para conhecer o mais que puder no país o melhor seria ir até Porto Alegre e daí começar subir pelo litoral sul e o interior dos estados do sudeste (SP, MG, RJ) e depois subir pelo nordeste até chegar em Manaus, de onde iria para o Peru. Mas com a desvalorização do real o câmbio pra mim ficou muito vantajoso, e resolvi ficar mais tempo no país, estendendo a minha estadia por cinco meses.
O roteiro final foi: Corumbá – Pantanal Sul – Bonito – Campo Grande – Foz do Iguaçu – Puerto Iguazú (Argentina) – Foz – Porto Alegre – Gramado/Canela/Cambará do Sul – Florianópolis – Bombinhas – Curitiba – Morretes/Antonina – Paranaguá – Curitiba – São Paulo – Ribeirão Preto – Uberlândia – Brasília – Belo Horizonte – Ouro Preto – Mariana – Juiz de Fora – Muriaé – São João Del Rei – Tiradentes – Ibitipoca – Juiz de Fora – Teresópolis – Petrópolis – Rio de Janeiro – Paraty – Rio de Janeiro 1 – Cabo Frio/Arraial do Cabo – São Paulo 2 - Rio de Janeiro 3 – Búzios – Vitória/Vila Velha – Porto Seguro/Arraial d’ajuda/Trancoso – Salvador – Maceió – Maragogi – Porto de Galinhas – Recife – João Pessoa – Fortaleza – Jericoacoara – Belém – Santarém/Alter do Chão – Manaus.
1,2,3: Voltei para estas cidades para poder visitar amigos mexicanos que estavam no Brasil ou brasileiros que estavam de férias e não pude ver na primeira visita.
MÉDIOS DE TRANSPORTE
Quase todos os trechos interestaduais os fiz de ônibus, exceto os trechos Foz do Iguaçu – Porto Alegre e Santarém – Manaus que fiz de avião pela Azul e o trecho Belém – Santarém que fiz de barco.
DOCUMENTAÇÃO E SAÚDE (para estrangeiros)
Como mexicano, só precisei apresentar o passaporte. Nenhum documento adicional foi pedido pelos funcionários da PF em Corumbá, só me perguntaram o que ia fazer no Brasil e onde ia ficar. Normalmente eles dão um prazo de 90 dias, que podem ser prorrogados por mais 90 dias.
Prorrogação do prazo para ficar no Brasil: o mais fácil é sair do país por alguma cidade limítrofe e entrar de novo ao país, mas no meu caso eu estava no Rio quando ia vencer o prazo e resolvi fazer o procedimento na cidade mesmo. Neste caso, é preciso ir á subdelegacia da Policia Federal mais próxima e apresentar os seguintes documentos:
• Cartão de Entrada e Saída, recebido e preenchido na chegada ao país;
• Outros documentos e comprovantes que o agente de imigração entender necessários (comprovante de local de hospedagem, comprovação de meios de subsistência no prazo em que pretende ficar no país, passagem de volta, etc.)
• Pagamento da taxa correspondente (recolher a taxa correspondente em qualquer instituição bancária, casas lotéricas, agências dos Correios e correspondentes bancários), por meio de GRU (Guia de Recolhimento da União), obtida no site http://www.pf.gov.br/servicos/gru/imigracao-estrangeiros. Obedecendo-se às seguintes regras: Código 140090 Taxa PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DE PRAZO DE ESTADA - R$ 110,44 (Na GRU, o campo "Unidade Arrecadadora" deverá ser preenchido com o nome da unidade do DPF mais próxima de onde se encontra o estrangeiro e onde, por consequência, será pedida a prorrogação).
Vacinas: eu viajei com Certidão de Vacinação Febre Amarela e, mesmo que não precisei apresentar, é importante obtê-lo para a prevenção desta doença, principalmente para quem viaja à Amazônia e o Pantanal e para não serem barrados de países que puderem pedir o documento.
MOEDA E ORÇAMENTO
Meu orçamento original planejado para o Brasil era de mais ou menos R$ 4.000 mensais (considerando que nas minhas viagens anteriores vi que o país não era barato pra mim), mas com a desvalorização do real o país ficou mais em conta pra mim e pude diminuir meu orçamento, gastando máximo R$ 3.000 mensais. Quando cheguei ao Brasil em julho/2015 a cotação era de R$ 3,15 por dólar, e na minha saída do país em dezembro era de R$3,95 por dólar.
O ideal pra mim era levar dólares e trocar por reais (conheço casas de câmbio com cotação muito boa que não cobram nem taxas nem IOF), mas meus dólares acabaram na Argentina e tive que fazer saques nos caixas eletrônicos, o que compensou bastante, pois podia fazer saques de até R$ 1.000 pagando uma taxa de R$ 12 por saque (considerando que o meu cartão é estrangeiro). Quase a metade dos pagamentos os fiz em dinheiro e a outra metade com cartão, já que uma vantagem do país é que muitos negócios pequenos, lanchonetes e camelôs permitem pagamento com cartão de débito.
PLANEJAMENTO DA VIAGEM
Eu me cadastrei neste site para buscar informações para armar a minha primeira viagem para o Brasil e me ajudou bastante, pois peguei um monte de dicas e informação que fizeram a viagem dos meus sonhos se tornar realidade. Logo voltei mais uma vez e em março de 2015 surgiu uma nova oportunidade de visitar o Brasil e desta vez não tinha limite de tempo (mas sim de dinheiro).
Em março comecei um mochilão pela América Latina visitando países como Chile, Argentina, Uruguai, Bolívia e de novo o Brasil. Mas desta vez queria ficar mais tempo no Brasil, tentando visitar o mais que pudesse nos três meses iniciais que tinha planejado ficar no país.
ROTA
Durante meu planejamento pensei em duas maneiras de entrar no Brasil: uma entrando pelo Uruguai e a outra entrando pela Bolívia. Durante o mochilão acabei definindo que a entrada ao país seria pela fronteira boliviana.
Definido isso, comecei armar a rota e vi que para conhecer o mais que puder no país o melhor seria ir até Porto Alegre e daí começar subir pelo litoral sul e o interior dos estados do sudeste (SP, MG, RJ) e depois subir pelo nordeste até chegar em Manaus, de onde iria para o Peru. Mas com a desvalorização do real o câmbio pra mim ficou muito vantajoso, e resolvi ficar mais tempo no país, estendendo a minha estadia por cinco meses.
O roteiro final foi: Corumbá – Pantanal Sul – Bonito – Campo Grande – Foz do Iguaçu – Puerto Iguazú (Argentina) – Foz – Porto Alegre – Gramado/Canela/Cambará do Sul – Florianópolis – Bombinhas – Curitiba – Morretes/Antonina – Paranaguá – Curitiba – São Paulo – Ribeirão Preto – Uberlândia – Brasília – Belo Horizonte – Ouro Preto – Mariana – Juiz de Fora – Muriaé – São João Del Rei – Tiradentes – Ibitipoca – Juiz de Fora – Teresópolis – Petrópolis – Rio de Janeiro – Paraty – Rio de Janeiro 1 – Cabo Frio/Arraial do Cabo – São Paulo 2 - Rio de Janeiro 3 – Búzios – Vitória/Vila Velha – Porto Seguro/Arraial d’ajuda/Trancoso – Salvador – Maceió – Maragogi – Porto de Galinhas – Recife – João Pessoa – Fortaleza – Jericoacoara – Belém – Santarém/Alter do Chão – Manaus.
1,2,3: Voltei para estas cidades para poder visitar amigos mexicanos que estavam no Brasil ou brasileiros que estavam de férias e não pude ver na primeira visita.
MÉDIOS DE TRANSPORTE
Quase todos os trechos interestaduais os fiz de ônibus, exceto os trechos Foz do Iguaçu – Porto Alegre e Santarém – Manaus que fiz de avião pela Azul e o trecho Belém – Santarém que fiz de barco.
DOCUMENTAÇÃO E SAÚDE (para estrangeiros)
Como mexicano, só precisei apresentar o passaporte. Nenhum documento adicional foi pedido pelos funcionários da PF em Corumbá, só me perguntaram o que ia fazer no Brasil e onde ia ficar. Normalmente eles dão um prazo de 90 dias, que podem ser prorrogados por mais 90 dias.
Prorrogação do prazo para ficar no Brasil: o mais fácil é sair do país por alguma cidade limítrofe e entrar de novo ao país, mas no meu caso eu estava no Rio quando ia vencer o prazo e resolvi fazer o procedimento na cidade mesmo. Neste caso, é preciso ir á subdelegacia da Policia Federal mais próxima e apresentar os seguintes documentos:
• Formulário de Prorrogação de Prazo de Estada devidamente preenchido (http://www.pf.gov.br/servicos/estrangeiro/prorrogacao-de-prazo-de-estada-de-turista-e-viajante-a-negocios-temporario-ii-1/FORMULARIO__DE_PRORROGACAO_DE_PRAZO_DE_TURISTA-corrigido-1.docx) Documento de viagem válido: Passaporte, Cédula de Identidade (para cidadãos do MERCOSUL e Estados Associados);
• Cartão de Entrada e Saída, recebido e preenchido na chegada ao país;
• Outros documentos e comprovantes que o agente de imigração entender necessários (comprovante de local de hospedagem, comprovação de meios de subsistência no prazo em que pretende ficar no país, passagem de volta, etc.)
• Pagamento da taxa correspondente (recolher a taxa correspondente em qualquer instituição bancária, casas lotéricas, agências dos Correios e correspondentes bancários), por meio de GRU (Guia de Recolhimento da União), obtida no site http://www.pf.gov.br/servicos/gru/imigracao-estrangeiros. Obedecendo-se às seguintes regras: Código 140090 Taxa PEDIDO DE PRORROGAÇÃO DE PRAZO DE ESTADA - R$ 110,44 (Na GRU, o campo "Unidade Arrecadadora" deverá ser preenchido com o nome da unidade do DPF mais próxima de onde se encontra o estrangeiro e onde, por consequência, será pedida a prorrogação).
Vacinas: eu viajei com Certidão de Vacinação Febre Amarela e, mesmo que não precisei apresentar, é importante obtê-lo para a prevenção desta doença, principalmente para quem viaja à Amazônia e o Pantanal e para não serem barrados de países que puderem pedir o documento.
MOEDA E ORÇAMENTO
Meu orçamento original planejado para o Brasil era de mais ou menos R$ 4.000 mensais (considerando que nas minhas viagens anteriores vi que o país não era barato pra mim), mas com a desvalorização do real o país ficou mais em conta pra mim e pude diminuir meu orçamento, gastando máximo R$ 3.000 mensais. Quando cheguei ao Brasil em julho/2015 a cotação era de R$ 3,15 por dólar, e na minha saída do país em dezembro era de R$3,95 por dólar.
O ideal pra mim era levar dólares e trocar por reais (conheço casas de câmbio com cotação muito boa que não cobram nem taxas nem IOF), mas meus dólares acabaram na Argentina e tive que fazer saques nos caixas eletrônicos, o que compensou bastante, pois podia fazer saques de até R$ 1.000 pagando uma taxa de R$ 12 por saque (considerando que o meu cartão é estrangeiro). Quase a metade dos pagamentos os fiz em dinheiro e a outra metade com cartão, já que uma vantagem do país é que muitos negócios pequenos, lanchonetes e camelôs permitem pagamento com cartão de débito.
Em breve continuarei o relato incluindo fotos.
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