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SP ao Sul: BC (pernoite), Cânions (Cambará), Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Bento G. e 3 Coroas, 12/2016 com custos

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Roteiro: SP ao Sul: Camboriú (pernoite), Cânions (Cambará do Sul), Canela, Gramado, Nova Petrópolis, Bento Gonçalves e Três Coroas (Templo Budista)

 

Viagem realizada de carro, de 29/11/16 a 10/12/16, incluindo os deslocamentos.

 

Gostaria de destacar a simpatia, educação e hospitalidade dos catarinenses e gaúchos em todas as cidades pelas quais passamos. A viagem foi ainda mais prazerosa com tudo que aprendemos com vocês, foram muitas dicas de lugares, histórias, cervejas, comidas...

 

29/11/16 – DESLOCAMENTO DE SP A BALNEÁRIO CAMBORIÚ

 

Como estava um trânsito infernal em São Paulo (novidade) e estávamos próximos da Imigrantes, optamos por descer via litoral, pela Rodovia mencionada, passando pela Rio-Santos e Registro, até alcançar a Regis. Trajeto realizado com tranquilidade. Foram cerca de 650 km. Fizemos reserva no Melo Hotel, localizado na Avenida Brasil, que é uma avenida paralela à Avenida Atlântica, que é a da praia. Não tínhamos intenção de aproveitar a cidade, uma vez que planejamos parar ali para descanso mesmo, mas claro que não é possível deixar de dar uma volta pela praia e ver o movimento. Não há estacionamento neste hotel, mas nas vias próximas não foi difícil estacionar o carro.

 

Chegando em BC, demos uma volta à noite pela orla da praia e depois voltamos para o hotel.

 

Melo Hotel – reservado pelo Hoteis.com – R$ 173,74 por noite (com café), ressaltando que no booking estava mais caro.

Preço do combustível em SP: RS 3,39 litro da gasolina/R$ 2,49 litro do álcool.

 

30/11/16 – MANHÃ EM BC E À TARDE DESLOCAMENTO PARA CAMBARÁ DO SUL

 

No dia seguinte, após o café da manhã no hotel, andamos um pouco pela orla da praia, até alcançar a ponta onde estão as passarelas de madeira que se situam o bosque e o mar. Vale muito a pena percorrer por essas passarelas, que oferecem uma bela paisagem. Feito o check-out no hotel, de carro, passamos por alguns pontos turísticos da cidade, como a parte de onde saem os barcos piratas (barcos utilizados para passeios), próxima do teleférico. A cidade não estava muito cheia nem havia tanto trânsito. Após almoço no restaurante Olho d’água, buffet livre por R$ 27,00, com carnes e peixes (ótimo custo benefício), por volta das 15h00, pegamos a estrada rumo à cidade de Cambara do Sul/RS. Chegamos em Cambará junto com a noite. Foram cerca de 450 km percorridos, sem problemas. A pista não estava ruim. Há trechos com muitos radares e também com possível passagem de animais pela pista, bom se atentar a isso. Fomos pela RS 486, que é conhecida pela Rota do Sol, caminho todo asfaltado, porém mais longo. A reserva foi realizada na Pousada Aparados da Serra, situada numa travessa da Avenida Principal. À noite, já em Cambará, com poucos locais abertos para jantar, optamos por uma lanchonete que também serve pratos chamada Bom Gosto, situada na Avenida Principal, pagamos R$ 27,00 por prato de peixe com arroz e salada e R$ 13,00 por X-salada. Comida simples, mas com a fome que estávamos, nada a reclamar.

 

Custos:

 

Pousada Aparados: R$ 140,00 a diária, com café da manhã incluso.

 

Alimentação: R$ 27,00 por prato de peixe com arroz e salada e R$ 13,00 por X-salada, ambos na lanchonete Bom Gosto, que era uma das poucas coisas que encontramos abertas.

 

01/12/16 - CÂNION ITAIMBEZINHO

 

Café da manhã na Pousada Aparados. Gostei do café, sobretudo do pão e do bolo caseiros. Andando um pouco pela cidade, parei em um estabelecimento, na avenida principal, onde havia uma placa de "informações turísticas". O local era uma agência que realiza passeios, lá me deram várias dicas sobre os cânions, inclusive comprei um livro ali que descreve as belezas da região. Neste dia, com muito sol, a intenção era visitar o Cânion Itaimbezinho, situado no Parque Nacional Aparados da Serra, cujo acesso é muito fácil da pousada, que fica no final de uma travessa da Avenida Principal. Aliás, por falar em tempo, a previsão não acertou na maioria dos dias nos quais visitei o sul, ainda bem, pois havia previsão de chuva para vários dias nos quais na realidade fez sol. Voltando ao Itaimbezinho, seguindo a rua da Pousada até o final, basta entrar à esquerda na avenida asfaltada, pouco adiante, ela se torna de terra. São cerca de 18 km, a estrada é facilmente percorrida com carro de passeio. Na entrada do Parque onde fica o Cânion Itaimbezinho, do outro lado da rua, há uma estradinha para a Praia Grande, sendo 20 km de terra, caminho que não fizemos – pelo que nos disseram a estrada está ruim, sendo que tal caminho é percorrido por quem deseja, entre outras coisas, fazer a trilha do Rio do Boi, que é pela parte de baixo do cânion. Não houve cobrança de ingresso no parque, porém este é um mau sinal. Notamos que são os próprios moradores que estão se desdobrando ao trabalhar de forma voluntária para que o parque não feche, uma vez que os contratos de prestação de serviços firmados entre governo e terceirizadas não foram renovados. No parque há duas trilhas, do Cotovelo e do Vértice. A primeira com duração de 3 horas – ida e volta; a segunda, mais curta, estruturada e com ótimos pontos de visibilidade da cachoeira. Qual a melhor? Se você já está lá, faça as duas trilhas, são pontos de vista diferentes, vale a pena, as trilhas são fáceis e sinalizadas. À tarde, após nosso retorno, com todos os restaurantes fechados, passamos na Chocolates Sil, situada na Avenida Principal, uma espécie de café com produtos caseiros. Comemos duas mini pizzas, duas torradas (é um lanche), 2 cafés, 2 chocolates quentes e levamos 3 chocolates trufas, tudo por R$ 50,00. Lugar bom para bater um papo e conhecer alguns segredos e histórias da região. Lá também tem cerveja artesanal, mas não bebemos. Nesse café nos indicaram um bom lugar para beber cerveja artesanal, o Pub no Vinicius, situado no início da Avenida Getúlio Vargas, a que chamei de principal. À noite, fomos ao pub. Tomamos ótimas cervejas indicadas pelo Vinicius. Os lanches de lá também são muito bons. Gastamos R$ 127,00 no total para duas pessoas por dois lanches de contra-filé na baguete, uma porção de batatas fritas e algumas cervejas artesanais, não lembro quantas. Estava muito bom, e é um local que fica aberto até mais tarde, mesmo se a pessoa não bebe, se caso estiver com fome e já não houver nada aberto, vale a visita para comer um lanche. Lá fui apresentado a algumas cervejas artesanais da região, como a we heavy, da Edelbrau, de Nova Petrópolis e a IPA Cachorra Ovelheira, feita na Praia Grande-SC, salvo engano. Muito bom.

 

02/12/16 - CÂNION FORTALEZA E DESLOCAMENTO PARA CANELA

 

Após o café na pousada, rumamos para o cânion Fortaleza. Chegamos por volta do meio-dia, uma vez que não acordamos lá muito cedo no dia. No céu, mais nuvens que no dia anterior, porém não se deve brincar com o sol nos cânions. Não fui muito generoso na quantidade de protetor e, no final do dia, senti as consequências: queimaduras de sol de doer ao se encostar em algo. Bem, voltando ao Fortaleza, a entrada é gratuita. Há uma funcionária na porta que controla o fluxo de visitantes do parque, além de apresentar algumas informações sobre as trilhas. Percorrendo a estrada de carro, já depois da portaria, a primeira parada é na trilha para a Pedra do Segredo. Há placas indicando o início da trilha, o carro é estacionado na estrada. Há vários pontos interessantes de observação na trilha, que percorre lateralmente ao cânion. É necessário atravessar as corredeiras, mas não foi preciso molhar os pés, pois é possível fazê-lo pisando sobre as pedras secas. Atravesse com cuidado o local. Se você possuir botas de trilha, leve-as. A pedra do segredo, que é uma pedra que curiosamente aparenta equilibrar-se sobre a rocha, pode ser vista de dois ângulos, o primeiro deles no sentido de quem vai da trilha, o segundo no final da trilha, de outro ângulo. De volta para o carro, continuamos na estrada de terra, que desemboca na entrada no cânion Fortaleza, há um espaço para estacionar o carro. Logo na entrada, é possível ver a placa que indica a borda do cânion à esquerda e a trilha do mirante à frente da estradinha de terra. Caminha-se pouco, talvez uns 5 minutos, para chegar à borda do cânion. No dia havia muitos bois por ali, alguns bem no meio da trilha, eles encaravam o povo, mas só, sem outras reações rs. Já a trilha até o mirante tem cerca de 1,5 km, porém ela se torna meio cansativa sob o sol intenso, considerando ainda que é um aclive considerável, você segue a estradinha de terra e contorna um morro, subindo-o, para no final se deparar com a visão clássica do cânion Fortaleza, se você chegou até a entrada no Fortaleza, ainda que cansado, faça um esforço para fazer a trilha do mirante, pois a visão compensa muito. Leve água, mais de 1 litro por pessoa, protetor solar e lanche, você vai precisar. Há pessoas que fazem os dois cânions - Itaimbezinho e Fortaleza no mesmo dia, mas, sinceramente, programe-se para fazer um por dia e tente ir pela manhã, pois à tarde o céu pode ficar coberto de nuvens e a visão não é a mesma. Abasteci neste dia pagando em Cambará R$ 3,88 pelo litro da gasolina. Já em Canela, para aonde fomos à tarde, estava R$ 3,95 o litro da gasolina, no posto BR.

Ainda sobre Cambará do Sul, fiquei na vontade de realizar a trilha do Rio do Boi, que fica na parte de baixo do Itaimbezinho. Cheguei a me informar sobre o passeio numa agência, mas me esqueci do preço, não era barato, lembro-me de que se você se encontrasse com o guia na porta da agência era um valor, ao passo que se você se encontrasse com ele já em Praia Grande-SC seria mais barato. O problema é que a estrada até Praia Grande-SC está com a fama de estar ruim. Após algumas dicas que recebi, também fiquei com vontade de visitar São José dos Ausentes e Urubici, mas são locais que não estavam no roteiro e ficarão para a próxima, ou seja, há muito o que explorar na região dos cânions, dois dias é muito pouco.

 

Por hoje é só, mas vou continuar a postagem nesta semana para relatar a visita as demais cidades.

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06/12/16 - Pinheiro multissecular, Bento Gonçalves (Casa Valduga e Cave de Pedra)

 

Dia de sol destinado para uma visita de um dia “bate-volta” à cidade de Bento Gonçalves. De Canela até o referido destino são cerca de 120 km. A estrada é bem sinalizada, mas por via das dúvidas lancei mão do aplicativo de celular waze.

No caminho, aproveitamos para visitar o Pinheiro Mutissecular, pois, conforme narrei, quando visitamos Nova Petrópolis em outro dia, a travessa da rodovia utilizada para acessá-lo estava interditada. A entrada é sinalizada, fica próxima a um radar. Seguimos de carro até o momento em que a pista termina, e você se depara com uma placa anunciando o pinheiro de 1000 anos de idade. A partir dali é necessário seguir a pé por uma passagem lateral, que desemboca no local onde está o pinheiro. Ele é realmente gigantesco. Ficamos pouco tempo ali, pois praticamente fomos expulsos pelos insetos que nos atacavam. Portanto, recomendo repelente para os que ficarem curiosos de visitar o pinheiro multissecular.

Voltando a rodovia, seguimos rumo a Bento Gonçalves. Logo na entrada da cidade, próximo da igreja, almocei num restaurante por quilo de que gostei bastante, com sobremesa à vontade, chama-se Bene Mangiare, paguei menos de R$ 40,00 pelo quilo. De lá, voltamos para a rodovia e seguimos a rota do vinho, a Casa Valduga seria nossa primeira parada. Não agendamos a visitação, ao chegarmos na recepção com esse intento, disseram que a visitação começaria em poucos minutos, intervalo no qual se somou a nós outros três casais. A guia que nos recebeu foi a Karen, ela que, além de divertida, é formada em enologia e nos apresentou muitas informações sobre o assunto. Preliminarmente, um vídeo é exibido sobre a Casa Valduga. Em seguida, a guia nos conduz pelo interior da vinícola, apresentando informações sobre a história da família que fundou o local, além de outras curiosidades sobre o vinho. Visitamos o local aonde o vinho é armazenado e também as videiras. Foram cinco experimentações, sendo de 2 espumantes e de 3 vinhos. No final da visita, já do balcão da loja, experimentei mais uns 3 vinhos. Havia conhaque também, dois tipos, o pessoal que nos acompanhou na visita gostou bastante do mais envelhecido, mas não os experimentei. Já adianto que não sou especialista em vinho, mas gostei do Terroir, merlot (2013) e também do mundvs, cabernet sauvignon, 2010, este que é produzido no Valle del Maipo, Chile. Findada a visita, seguimos em direção a loja de geléias da Casa Valduga, a Casa Madeira, aproximadamente a 1,5 km da vinícola de mesmo nome. Nela há experimentação de geleias e de suco de uva. Há vários tipos de geléia, inclusive orgânicas. Fiquei na vontade de experimentar a cerveja leopoldina, a cerveja da Casa Valduga. Apesar de haver essa cerveja na loja de geléias, deixei para comprá-la numa possível visita a loja de fábrica, porém, na volta, me deparei com ela fechada. Quanto a cerveja Leopoldina, infelizmente não a encontrei em Gramado, ficando só na vontade mesmo. Normalmente, cada cidade tem sua cerveja, a Edelbrau, de Nova Petrópolis, também não encontrei em Gramado, sorte que havia comprado algumas na loja de fábrica. Aproveitando, ressalto que das cervejas Edelbrau só não gostei da IPA, as demais eu aprovei.

Voltando ao vinho, após a Casa Madeira, com tempo disponível para mais uma vinícola, fomos a Cave de Pedra, instalada num castelo. Na loja, informaram-nos que a visitação poderia ser inicializada em poucos minutos, sem agendamento. Não me recordo bem do nome do guia que se apresentou para nós, mas acredito que seja Alessandro, um jovem estudante de enologia, muito atencioso e focado em satisfazer os visitantes. Ele nos levou a vários espaços do castelo, como o salão que é alugado para festas, a torre, o local de armazenamento, além de comentar sobre várias curiosidades, seja a respeito do local, seja a respeito do vinho. Também conhecemos um espaço de videiras destinado à visitação. Foram cinco experimentações, salvo engano...rs.

O caminho de volta foi um pouco demorado, pois a rodovia apresentava pontos de parada para manutenção, uma vez que se trata na maior parte de pista de mão dupla. À noite, compramos no site laçador de ofertas um combinado para casal no restaurante japonês El Barco por R$ 75,00, não me lembro da quantidade de peças mas foi o suficiente para satisfazer ao casal. Havia chopp e suco de uva integral, optei por este último.

 

Esqueci-me de informar: paguei R$ 40,00 pela visita à Casa Valduga e R$ 30,00 pela visita à Cave de Pedra, já incluídas as experimentações que citei. Ambas valeram a pena.

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07/12/16 – Parque da Ferradura, Lago Negro.

 

A intenção era ter visitado o Parque da Ferradura junto com o Parque do Caracol, uma vez que este último está situado no caminho daquele, o que não foi possível, pois conforme já narrei, encontrei o parque da Ferradura fechado numa segunda-feira.

Pagamos R$ 12,00 pela entrada no Parque. Nele há estacionamento, assim como restaurante de comida por quilo, cujo preço é R$ 44,00. Próximo ao restaurante, há uma trilha curta que leva ao mirante Vale da Ferradura, a imagem mais famosa do parque. Há playground e churrasqueira também perto do restaurante. Próximo ao primeiro, há um segundo mirante, também de fácil acesso. Nas placas que identificam as trilhas, consta o tempo necessário para atingir um determinado local. A trilha mais complicada e demorada é a que desemboca na base da cascata, a mesma que é observada de longe no mirante do vale da Ferradura, na placa consta o tempo de 55 minutos para percorrê-la. Recomendo levar repelente para fazer essa trilha, além de bastante água e lanche. Usar bota de trilha também ajuda. A descida dessa trilha é íngreme, havendo alguns pontos com corda para auxiliar o visitante. Após uns 40 minutos de descida, há uma placa na trilha informando que faltam 17 minutos para a cascata. Neste ponto há uma outra placa indicando um caminho alternativo à portaria, de 60 minutos. Os 17 minutos de descida também foram um pouco cansativos, ainda mais para um sujeito meio sedentário como eu. Por fim, encontramos a cascata no final da trilha. Após mais de 1 hora de caminhada em terreno com certa dificuldade, é muito bom se refrescar nas águas da cascata. É possível subir nas pedras também, de onde é possível fazer belas fotos. Ficamos cerca de 40 minutos ali, comemos um lanche e fizemos algumas fotografias. Após a cascata ainda há um pequeno trecho de trilha que leva a um trecho de corredeira. O retorno, por se tratar de subida, é mais cansativo, portanto, quando chegamos no ponto onde há o mencionado caminho alternativo de 60 minutos, resolvemos pegá-lo em vez de fazer o caminho da ida. Esse caminho escolhido é uma trilha mais aberta, com alguns trechos de subida, mas muito mais fácil, o detalhe é que ela exige que você ande mais do que no caminho da ida. A trilha da volta desemboca na casa do guarda do parque, na estrada, a 1 km do estacionamento, segundo uma placa. Exaustos, almoçamos no restaurante do parque. No fundo, considerando minha forma física que não é lá aquelas coisas, não seria recomendável fazer o parque do Caracol e o Parque da ferradura no mesmo dia, ou seja, o programado que deu errado, no final, deu certo, pois associei a visita ao parque da Ferradura, mais cansativo, com o Lado Negro, que é bem tranquilo.

No mesmo dia, por volta das 15h00, fomos ao Lago Negro. A entrada é gratuita, inclusive não há cerca entre o local e a rua. Há lanchonete no parque. O passeio de pedalinho custa R$ 20,00 no cisne para 2 pessoas, já o barco pirata que comporta três pessoas, custa R$ 30,00, ambos para 20 minutos de passeio. Ao redor do Lago Negro há um caminho circular, bastante florido, muito bonito. Havia uma banda tocando folk e rock no dia que fui. A Alemanha Encantada é quase em frente ao Lago Negro, mas não consegui visitá-la, pois fechou antes de sairmos do lago. O horário normal de fechamento da Alemanha Encantada é às 18h00, mas às quartas-feiras o local fecha mais cedo.

De lá, voltamos para o hotel. Próximo a ele, de forma que era possível ir a pé, na Avenida Osvaldo Aranha, Canela, descobrimos, à noite, o The Beer, um boteco que serve cerveja artesanal. Tomamos algumas por lá, foi muito bom.

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Seguem algumas fotografias do dia 07/12, no qual visitamos o Parque da Ferradura e o Lago Negro

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08/12/16 – Templo Budista na cidade de Três Coroas.

 

Segue a última parte do relato desta viagem.

 

Neste dia, pela manhã, visitamos o Mundo dos Sapatos, uma loja ao lado do Mundo à Vapor. Encontrei alguns sapatos de fabricação do Sul por um bom preço lá. Almoçamos num restaurante chamado Empório da Colônia, buffet livre por R$ 24,90, perto do Kilo e Kilo. Comida simples, mas estava boa, com grelhados.

 

Após o almoço, tocamos para Três Coroas para visitar o Templo Budista. No caminho há um pedágio de R$ 5,90, por isso, reserve uns trocados. Em Três Coroas, seguindo a sinalização, saímos da estrada e seguimos por uma estradinha, subindo um morro. A estradinha é estreita e quase toda asfaltada, com exceção do final, ainda assim é possível percorrê-la sem problemas.

 

Na entrada do Templo, é necessário desligar o carro, tocar o interfone e conversar com a atendente, esta que lhe pergunta quantas pessoas estão no veículo. A atendente informa, também, que é proibido fumar na área do templo.

Não nos foi cobrada a entrada. Após a entrada, o visitante é dirigido para uma sala de vídeo, onde é exibido um filme curto sobre o espaço.

Há dois templos, porém, em um deles só é permitido o acesso aos finais de semana. No que visitamos, antes de se adentrar nele, é necessário retirar os sapatos. Fotos são proibidas no interior dele

 

Abaixo, fotografia do templo visitado.

 

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Há duas Casas de Rodas de Orações, uma delas fechada para o público. Cada casa possui 31 rodas de orações preenchidas com mantras de vários Budas, ao girarem, as bênçãos dessas orações são irradiadas.

 

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Há 8 estupas, que são representações da mente iluminada. Cada estupa representa uma passagem da vida do Buda. Elas estavam em restauração no momento da nossa visita.

 

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No loca, há também um espaço para as esculturas das Taras, que se encontram na fotografia abaixo:

 

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Abaixo, Buda Akshobia, um dos Budas da meditação.

 

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Há um interessante restaurante tibetano, próximo ao local da rodovia de que saímos para acessar a estradinha que conduz ao templo, mas não almoçamos nele.

 

À noite, jantamos novamente no Sushi El Barco, compra realizado no Laçador de Ofertas. Em Gramado, na loja da galeria 2727, compramos mais alguns alfajores e bocaditos no quiosque da loja Mukli, são deliciosos. Abastecemos em Canela, no Posto Ipiranga, R$ 4,04 o litro da gasolina. Na manhã seguinte, após o café, pegamos a estrada de volta para São Paulo, novamente com parada em Balneário Camboriú, para descanso. A viagem de volta foi uma aventura, com muita chuva na rodovia. Em SC, um caminhão tombou na BR e a estrada ficou com mais de 50 km de lentidão. Escapamos por uma estradinha que desembocou no litoral do Paraná. O retorno para casa atrasou um pouco, mas são coisas que fazem parte de uma viagem de carro. Abraços e até a próxima!

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Maravilhoso o relato! Muito obrigado por compartilhar sua experiência as fotos(e que fotos!) Viagem completíssima pelo Sul. Espero poder conhecer o RS assim da mesma forma em breve.

Abraços,

Gustavo Woltmann

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