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Treinadora atacada por orca no Seaworld


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Olha, não sei o que acham os nobres amigos e colegas daqui, não deixa de ser uma tragédia, mas pense no que esses animais passam, confinados numa "banheira" como definiu o PETA...... Fora que, é da natureza deles ficar fazendo peripécias acrobáticas quando são mandados pelos treinadores? ::quilpish:: Acho que não. Podem me chamar de "chatológica" ou "ecochata" rsss, não me importo.

 

http://mais.uol.com.br/view/1522165

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u699017.shtml

 

25/02/2010 - 17h04

Treinadora atacada por orca nos EUA morreu por ferimentos múltiplos e afogamento

 

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da Folha Online

 

Ferimentos múltiplos e afogamento foram a causa da morte da treinadora Dawn Brancheau, 40, conforme o relatório de perícia divulgado hoje pelo Departamento de Polícia do Condado Orange, na cidade de Orlando, Flórida (EUA). Brancheau acariciava uma orca em um tanque do parque SeaWorld, onde trabalhava desde 1994, quando foi agarrada pelo cabelo e puxada para dentro d'água.

 

Treinadora morta por orca trabalhava desde 1994 no SeaWorld

Orca é da família dos golfinhos e pode pesar até 10 toneladas

SeaWorld cancela shows com orcas após ataque

Orca já havia afogado outro treinador, diz jornal

 

Conforme a perícia, os colegas de Brancheau não saltaram logo na água devido à "natureza agressiva" do animal. "Ela foi resgatada da baleia por funcionários do SeaWorld depois de o animal ser trancado em uma piscina menor e tirado da água por uma plataforma", afirmaram os peritos. Os informes do serviço de urgência ainda não foram analisados.

 

Segundo o chefe de treinamento animal dos parques SeaWorld, Chuck Tompkins, Brancheau acariciava a orca Tilikum --que se apresenta como Shamu-- de uma plataforma do tanque no momento em que o animal se ergueu, agarrou seu rabo-de-cavalo com a boca e a levou para debaixo da água.

 

Os outros funcionários correram para salvá-la, mas Brancheau não resistiu ao ataque da orca de 5,5 toneladas, com um histórico violento e com quem trabalhava há vários anos no Estádio Shamu, principal atração do SeaWorld de Orlando. Desde ontem, todos os shows ao vivo com orcas foram suspensos tanto no parque de Orlando quanto no de San Diego, embora os dois parque estejam funcionando normalmente.

 

O ataque ocorreu na tarde desta quarta-feira, pouco após uma atração chamada "Dine with Shamu" (Jantando com a Shamu, em tradução livre) que consiste em realizar truques perto de um local no qual o público pode comer. Alguns turistas que ficaram no local depois de um show assistiram, assustados, ao raro ataque. Minutos depois, um alarme soou e seguranças isolaram a área.

Richard Baum/Reuters

Treinadora interage com orca durante show no SeaWorld, em Orlando; orca teria puxado Brancheau pelo cabelo

Treinadora interage com orca durante show no SeaWorld, em Orlando; orca teria puxado Brancheau pelo cabelo

 

Brasileiro

 

O turista brasileiro João Lúcio de Costa Sobrinho, 28, contou ao jornal "Orlando Sentinel"que tirava fotos do interior do tanque ao lado da namorada, Talita Oliveira, 20, quando percebeu que uma das orcas levava uma pessoa na boca. "Foi terrível. Foi difícil ver a cena", disse o brasileiro. De acordo com o casal, no momento do ataque, Brancheau estava sangrando na área do rosto, e a orca a girava enquanto nadava.

 

Os brasileiros e outras testemunhas, segundo o "Orlando Sentinel", disseram que os animais não se comportaram normalmente no show que havia sido realizado algumas horas antes. Brad Sultan, da cidade de Tampa, também na Flórida, disse que uma das orcas não completou uma formação em triângulo com os treinadores e que, depois, uma delas não deu uma volta no tanque conforme o previsto.

 

Tompkins disse, contudo, que a orca fez uma boa performance no show e que Brancheau a acariciava como recompensa pelo bom trabalho. "Não havia nada que nos indicasse que havia um problema", disse Tompkins á rede de TV CBS.

 

Histórico

 

A orca Tillikum tinha um "histórico violento" e esteve envolvida em dois incidentes anteriores, segundo o jornal "Orlando Sentinel". O animal teria afogado um de seus treinadores em 1991, enquanto fazia um show no Sealand of the Pacific, no Canadá, diz o jornal. Vendido ao parque SeaWorld, Tillikum foi envolvido num outro incidente em 1999, quando autoridades acharam o corpo de um homem em seu tanque.

 

As autoridades disseram, à época, que o homem provavelmente se afogou depois de sofrer hipotermia na água mantida a cerca de 12ºC. Ele teria entrado no parque após o fechamento ou se escondido até que o local fechasse.

 

Por causa de seu tamanho e do histórico, treinadores eram orientados a não entrar na água com Tillikum e só 12 dos 29 treinadores do parque podiam trabalhar com o animal, de cerca de 30 anos. Brancheau tinha mais experiência com ele do que a maioria dos funcionários. "Nós reconhecemos que ele era diferente", disse Tompkins, acrescentando que ainda não decidiu o futuro do animal.

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POlá, a baleia não será sacrificada e, lógico, o show ($$$$$$$$$$) deve continuar. Não sei, mas será que o parque com o aquário e mais os atrativos, sem esses shows, não se sustentaria?

 

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u699543.shtml

 

26/02/2010 - 16h03

SeaWorld retoma shows com baleias; treinadores ficam fora da água

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da Folha Online

 

Os shows com baleias orca serão retomados neste sábado no SeaWorld, em Orlando (Flórida), mas os treinadores permanecerão fora da água. As informações foram divulgadas pelo presidente do complexo, Jim Atchison, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira.

 

Segundo ele, os treinadores ficarão fora d'água durante os espetáculos enquanto equipes investigam o incidente com a treinadora Dawn Brancheau, 40, morta pela baleia Tillikum na quarta-feira (24). A necrópsia morte em decorrência de ferimentos múltiplos e afogamento.

 

Atchison não informou em quanto tempo os treinadores poderão entrar novamente na água com os animais. O SeaWorld mantém parques em San Diego, San Antonio e Orlando. O presidente disse ainda que Tillikum continuará a ser um membro da equipe do SeaWorld.

 

"[Tillikum] é um animal extraordinário, é um membro importante no nosso time. Por ser um animal de porte grande, seguimos maiores procedimentos de segurança especiais com ele. No entanto, ele interage com as outras baleias e com os treinadores, não fica separado".

 

De acordo com o presidente, o parque irá revisando as medidas de segurança e trato com os animais, e fará as mudanças que forem necessárias. "Estamos investigando todas as informações a respeito, inclusive os vídeos amadores que foram feitos naquele dia serão analisados. Estamos coletando informações para entender exatamente o que aconteceu".

 

Questionado a respeito de outro incidente envolvendo Tillikum, em 1991, quando a orca foi acusada de afogar um de seus treinadores enquanto fazia um show no Sealand of the Pacific, em British Columbia, ele disse que "foram eventos diferentes em circunstâncias diferentes".

 

"Não teve nada a ver com esse caso e não tem relevância agora", afirmou.

 

Morte

 

Na coletiva de imprensa, Atchison lamentou a morte da treinadora. "Para Dawn, [trabalhar com as orcas] era um sonho de longa data. Ela era a melhor, e era muito mais que isso, era compaixão. Aqueles que conheciam ela, sofreram pela perda terrível", afirmou o presidente.

 

Ele descreveu a funcionária como "incrível, como pessoa e como treinadora". "Dawn era uma pessoa maravilhosa e uma treinadora muito talentosa. Foi um incidente trágico", disse.

 

O presidente disse ainda que os outros treinadores estão consternados com a morte. "É como se tivessem perdido um membro da família", explicou.

 

O ataque ocorreu na tarde desta quarta-feira, pouco após as três sessões de uma atração chamada "Dine with Shamu" (Jantando com a Shamu) que consiste em realizar truques perto de um local no qual o público pode comer. Vários turistas que ainda estavam no estádio presenciassem a cena. Logo depois, um alarme soou, e seguranças isolaram a área.

 

Brancheau acariciava a orca a partir de uma plataforma quando o animal a agarrou pelo seu rabo de cavalo e a arrastou para dentro do tanque, de acordo com informações do chefe de treinamento animal dos parques SeaWorld, Chuck Tompkins. Conforme o relatório da polícia, os colegas de Brancheau não saltaram imediatamente na água para socorrê-la por causa da "natureza agressiva" de Tilikum, que pesa 5,5 toneladas e possui um histórico violento.

 

Testemunhas

 

O turista brasileiro João Lúcio de Costa Sobrinho, 28, contou ao jornal "Orlando Sentinel"que tirava fotos do interior do tanque ao lado da namorada, Talita Oliveira, 20, quando percebeu que uma das orcas levava uma pessoa na boca. "Foi terrível. Foi difícil ver a cena", disse o brasileiro. De acordo com o casal, no momento do ataque, Brancheau estava sangrando na área do rosto, e a orca a girava enquanto nadava.

 

Os brasileiros e outras testemunhas, segundo o "Orlando Sentinel", disseram que os animais não se comportaram normalmente no show que havia sido realizado algumas horas antes. Brad Sultan, da cidade de Tampa, também na Flórida, disse que uma das orcas não completou uma formação em triângulo com os treinadores e que, depois, uma delas não deu uma volta no tanque conforme o previsto.

 

Tompkins disse, contudo, que a orca fez uma boa performance no show e que Brancheau a acariciava como recompensa pelo bom trabalho. "Não havia nada que nos indicasse que havia um problema", disse Tompkins á rede de TV CBS.

 

com agências internacionais

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