Para quem mora em regiões mais afastadas do Rio, é preciso começar a planejar com mais antecedência. Como moro no Nordeste, eu costumo ligar o alerta do Skyscanner em setembro e tento fechar a passagem em dezembro. Em outras datas eu pago entre R$ 400 e R$ 500 reais pela passagem, mas no Carnaval o preço é bem salgadinho, por volta de R$ 700.
Onde Ficar
Não é preciso dizer que os preços sobem muito nessa época do ano. Como até os hostels colocam preços bem salgados, a melhor relação custo-benefício, na minha opinião, é alugar um apartamento caso você vá em um grupo grande.
Para quem vai sozinho, vale tentar cuch surfing.
Transporte
Esqueça carro durante o Carnaval. Muitas ruas são fechadas e não tem Waze que dê conta de tantas mudanças no trânsito. Além disso, os estacionamentos são caros e difíceis de achar. E eu não teria coragem de deixar o carro na rua.
Tentar pegar um táxi durante os blocos é bastante difícil, já que eles são super disputados. Não é impossível, mas tem que ter um pouco de paciência.
Os ônibus vão estar quase sempre muuuuito cheios e demoram uma eternidade para passar.
A opção mais viável é o metrô. Assim que chego faço uma recarga no cartão no metrô . A passagem custa R$ 4,10.
Blocos
O mais bacana do carnaval do Rio são os mais de 500 blocos espalhados pela cidade. Tudo é gratuito e, no máximo, você vai ver algumas pessoas vendendo camisetas do bloco.
Eu sempre baixo um aplicativo tipo "guia da Boa" ou "Carnaval O Globo", que em os horários e locais de saída.
Segurança
Em geral, acho o Carnaval do Rio bem seguro. Quase todos os blocos que fui tinha um bom policiamento e nunca tive maiores problemas.
Claro que é preciso ter em mente que uma multidão de pessoas nos blocos e nos transportes públicos é o cenário ideal para os batedores de carteiras. Por isso, eu sempre levo uma doleira, dinheiro trocado ( que deixo parte na doleira e parte no bolso da frente). Na bolsa levo cópia de documentos. Eu nunca levo camêra ou celular, a não ser que seja um aparelho bem velho que não vá me fazer falta.
Fiz alguns posts falando sobre o Carnaval do Rio aqui: https://pelosquatrocantos.com/tag/carnaval/
Passagem
Para quem mora em regiões mais afastadas do Rio, é preciso começar a planejar com mais antecedência. Como moro no Nordeste, eu costumo ligar o alerta do Skyscanner em setembro e tento fechar a passagem em dezembro. Em outras datas eu pago entre R$ 400 e R$ 500 reais pela passagem, mas no Carnaval o preço é bem salgadinho, por volta de R$ 700.
Onde Ficar
Não é preciso dizer que os preços sobem muito nessa época do ano. Como até os hostels colocam preços bem salgados, a melhor relação custo-benefício, na minha opinião, é alugar um apartamento caso você vá em um grupo grande.
Para quem vai sozinho, vale tentar cuch surfing.
Transporte
Esqueça carro durante o Carnaval. Muitas ruas são fechadas e não tem Waze que dê conta de tantas mudanças no trânsito. Além disso, os estacionamentos são caros e difíceis de achar. E eu não teria coragem de deixar o carro na rua.
Tentar pegar um táxi durante os blocos é bastante difícil, já que eles são super disputados. Não é impossível, mas tem que ter um pouco de paciência.
Os ônibus vão estar quase sempre muuuuito cheios e demoram uma eternidade para passar.
A opção mais viável é o metrô. Assim que chego faço uma recarga no cartão no metrô . A passagem custa R$ 4,10.
Blocos
O mais bacana do carnaval do Rio são os mais de 500 blocos espalhados pela cidade. Tudo é gratuito e, no máximo, você vai ver algumas pessoas vendendo camisetas do bloco.
Eu sempre baixo um aplicativo tipo "guia da Boa" ou "Carnaval O Globo", que em os horários e locais de saída.
Segurança
Em geral, acho o Carnaval do Rio bem seguro. Quase todos os blocos que fui tinha um bom policiamento e nunca tive maiores problemas.
Claro que é preciso ter em mente que uma multidão de pessoas nos blocos e nos transportes públicos é o cenário ideal para os batedores de carteiras. Por isso, eu sempre levo uma doleira, dinheiro trocado ( que deixo parte na doleira e parte no bolso da frente). Na bolsa levo cópia de documentos. Eu nunca levo camêra ou celular, a não ser que seja um aparelho bem velho que não vá me fazer falta.