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Parques nacionais terão padrão internacional para ecoturismo

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:arrow: FONTE: O DIA

http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/vidaemeioambiente/html/2010/3/parques_nacionais_terao_padrao_internacional_para_ecoturismo_69196.html

 

 

[align=Justify]Parques nacionais terão padrão internacional para ecoturismo

Parceria entre os ministérios do Meio Ambiente e Turismo quer fazer do Brasil um destino verde, como os oferecidos na África do Sul e nos EUA. Proposta permitirá a privatização de serviços, como hospedagem, lazer e gastronomia

 

Rio - A licitação de serviços de uso público em 30 parques nacionais e algumas das unidades de preservação ambiental promete transformá-los em áreas de visitação com infraestrutura semelhante à oferecida em países como Estados Unidos, Austrália e África do Sul. O projeto foi lançado na semana passada pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) — que administra os parques — e faz parte do Programa Turismo nos Parques, parceria dos ministérios do Meio Ambiente e Turismo.

 

A ideia é atrair “bons usuários” e afastar exploradores predatórios, explica Julio Gonchorosky, coordenador-geral de visitação dos parques do ICMBio. “A medida vai atrair mais visitantes. E a presença de pessoas informadas, ao contrário do que se pensa, não impacta negativamente. Será bom para expulsar pessoas que entram para praticar irregularidades, como caçar e desmatar”, observa.

 

O projeto prevê que as concessões dos parques tenham prazo de 10 anos. Para manter o controle dessas áreas, as empresas vencedoras das licitações deverão investir, no total, R$ 80 milhões em infraestrutura.

 

Serviços como alimentação, hospedagem, cobrança de ingressos e passeios serão repassado à iniciativa privada. “Há quem já trabalhe bem, mas às vezes a atividade é irregular. Experiências no mundo mostram que, com essa proposta, ganha-se qualidade nos serviços”, argumenta o coordenador. Decisões, proteção e administração continuarão sob responsabilidade do Instituto Chico Mendes.

 

As 11 unidades incluídas no primeiro lote de licitação são os parques nacionais do Iguaçu (PR); Tijuca (RJ); Abrolhos (BA); Fernando de Noronha (PE); Restinga de Jurubatiba (RJ); Caparaó (ES); Serra dos Órgãos (RJ); Ubajara (CE); Sete Cidades (PI); Itatiaia (RJ) e Chapada dos Guimarães (MT). Dos 64 parques nacionais, 18 estão abertos à visitação pública, com cobrança de ingresso, e recebem cerca de 3,8 milhões de visitantes por ano . Outros 12 estão abertos, mas sem controle. Os demais 34 são fechados. “Nos que estão abertos à visitação, podemos chegar a 10 milhões, até 20 milhões, tranquilamente”, assegura Gonchorosky.

 

Segundo ele, a iniciativa terá grande impacto para os parques do Rio de Janeiro: “No Rio, o potencial é gigantesco. O estado tem dois dos três parques mais antigos — Serra dos Órgãos, o terceiro, e Itatiaia, o primeiro — e um dos maiores urbanos, o da Tijuca, mais Bocaina e Restinga de Jurubatiba. É um estado relativamente pequeno, mas bem servido de parques, com o benefício da montanha. Esse perfil permite atividades como caminhadas, escaladas e banho de cachoeira”.

 

Técnicos brasileiros e dos EUA trocaram experiências

 

Para aprimorar o projeto nos parques nacionais, técnicos do ICMBio chegaram a trocar experiências com colegas norte-americanos da área ambiental. O intercâmbio teve o objetivo de coletar informações sobre concessões e parcerias público-privadas voltadas ao ecoturismo. Os ambientalistas visitaram parques ecológicos norte-americanos, como Golden Gate National e Point Reyes National Seashore, no estado da Califórnia, e Siuslaw National Forest, no Oregon.

 

No Brasil, desde 2008, foram estabelecidos 6,2 milhões de hectares para a composiçãode áreas protegidas Unidades de Conservação (UCs) federais no País. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou ampliação e a criação de novas UCs nos estados da Bahia, do Espírito Santo, do Piauí e de Roraima.[/align]

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Não basta apenas criar parques nacionais. É preciso dar toda uma infra-estrutura (funcionários, veículos, equipamentos, etc.) que garanta o cumprimento dos seus objetivos (proteger a natureza e promover o uso consciente).

Tudo o que for feito nesse sentido, deve ser apoiado.

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