Em Berlin ficamos em um hotel da IBIS , próximo da Alexanderplatz. Como era um pouco distante da parte histórica, consegui parar meu carro na rua, sem pagar nada por todo os dias (nas cidades sempre deixo o carro parado). Foram três noites e dois dias completos.
Se ficarem cansados só de ler, lembrem-se que isto foi apenas para o básico, para conhecer sem tanta andança e com mais outros detalhes da cidade, serão necessários uns 4 dias.
No primeiro dia saimos do hotel por volta das nove e caminhamos (como quase sempre fazemos) para a Alexanderplatz, onde começamos pela torre de televisão. É altíssima e tem um restaurante giratório, procure uma mesa perto da janela e peça um daqueles sorvetes enormes. O tempo de tomar o sorvete é o que leva para rodar os 360º.
Descendo, fomos conhecer a praça e a prefeitura. Depois fomos na igreja de Santa Maria (Marienkirche) e subimos em sua torre. Passeamos pelas ruas dos museus (fomos a um deles, na parte da tarde, para uma exposição sobre a Mesopotânia). Passamos na Nikolaiviertel, pequeno aglomerado de casas e restaurantes com aspecto medieval.
Continuamos andando até a Scholssbrucke, ponte famosa (sobre o rio Spree) que liga esta parte da cidade a rua Under den Linden, uma das mais conhecidas. Seguimos por ela, passamos por diversos prédios históricos e pela Bebelplatz até chegarmos ao portal de Brandemburgo. Lá vimos pela primeira vez a marcação (feita no chão com paralelepípedos) de por onde passava o muro de Berlin.
Dali pegamos o metrô e fomos na direção do Checkpoint Charlie, o principal ponto para cruzar a fronteira e também para ver a única parte onde o muro ainda está de pé. Voltamos então para perto da rua dos museus e paramos para a primeira cerveja do dia, em um bar na beira do rio Spree (importante: não é verdade que na Alemanha se beba cerveja quente) e depois fomos ao museu.
No dia seguinte partimos para o Scholoss Charlottenburg, que é um pouco longe, mas tem metrô. Depois fomos para o Spandau, uma das áreas mais antigas da grande Berlin (também de metrô). Na verdade era uma cidade bem antiga que foi anexada por Berlin, com o crescimento desta. Depois partimos para o Tiergarten, um grande parque florestal, por onde caminhamos até achar a coluna triunfal, comemorativa da vitória da Prússia contra a Dinamarca. Ainda demos uma passada na Postdamer Platz.
A noite fomos jantar na região de Nikolaiviertel, com vários restaurantes bem agradáveis. Enquanto esperava minha esposa descer do quarto para irmos, tirei uma foto da galera voltando do trabalho, de bicicleta (é impressionante como tem ciclista em tudo que é canto!!!)
Link da última parte. dresden-e-arredores-t42078.html
Em Berlin ficamos em um hotel da IBIS , próximo da Alexanderplatz. Como era um pouco distante da parte histórica, consegui parar meu carro na rua, sem pagar nada por todo os dias (nas cidades sempre deixo o carro parado).
Foram três noites e dois dias completos.
Se ficarem cansados só de ler, lembrem-se que isto foi apenas para o básico, para conhecer sem tanta andança e com mais outros detalhes da cidade, serão necessários uns 4 dias.
No primeiro dia saimos do hotel por volta das nove e caminhamos (como quase sempre fazemos) para a Alexanderplatz, onde começamos pela torre de televisão. É altíssima e tem um restaurante giratório, procure uma mesa perto da janela e peça um daqueles sorvetes enormes. O tempo de tomar o sorvete é o que leva para rodar os 360º.
Descendo, fomos conhecer a praça e a prefeitura. Depois fomos na igreja de Santa Maria (Marienkirche) e subimos em sua torre. Passeamos pelas ruas dos museus (fomos a um deles, na parte da tarde, para uma exposição sobre a Mesopotânia). Passamos na Nikolaiviertel, pequeno aglomerado de casas e restaurantes com aspecto medieval.
Continuamos andando até a Scholssbrucke, ponte famosa (sobre o rio Spree) que liga esta parte da cidade a rua Under den Linden, uma das mais conhecidas. Seguimos por ela, passamos por diversos prédios históricos e pela Bebelplatz até chegarmos ao portal de Brandemburgo. Lá vimos pela primeira vez a marcação (feita no chão com paralelepípedos) de por onde passava o muro de Berlin.
Dali pegamos o metrô e fomos na direção do Checkpoint Charlie, o principal ponto para cruzar a fronteira e também para ver a única parte onde o muro ainda está de pé. Voltamos então para perto da rua dos museus e paramos para a primeira cerveja do dia, em um bar na beira do rio Spree (importante: não é verdade que na Alemanha se beba cerveja quente) e depois fomos ao museu.
No dia seguinte partimos para o Scholoss Charlottenburg, que é um pouco longe, mas tem metrô. Depois fomos para o Spandau, uma das áreas mais antigas da grande Berlin (também de metrô). Na verdade era uma cidade bem antiga que foi anexada por Berlin, com o crescimento desta. Depois partimos para o Tiergarten, um grande parque florestal, por onde caminhamos até achar a coluna triunfal, comemorativa da vitória da Prússia contra a Dinamarca. Ainda demos uma passada na Postdamer Platz.
A noite fomos jantar na região de Nikolaiviertel, com vários restaurantes bem agradáveis. Enquanto esperava minha esposa descer do quarto para irmos, tirei uma foto da galera voltando do trabalho, de bicicleta (é impressionante como tem ciclista em tudo que é canto!!!)
Abraços,
David