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lourencobj

Rio de Janeiro: um ledo engano [6 noites] [vôo de asa delta - vídeo] [Primeira vez no RJ]

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Olá pessoal!

 

Venho fazer um relato de uma visita por 06 noites ao Rio de Janeiro durante a última semana santa.

 

Essa viagem foi planejada meio que "por acaso", de última hora. Estava acompanhando os preços de passagens para Europa e vi que aumentaram bastante nos últimos 3 ou 4 meses, o que me desanimou muito. Então resolvi me aplicar ao visto americano para ter mais opções e poder aproveitar possíveis oportunidades de promoções para viajar aos EUA.

 

Como a instituição que trabalho é católica, ela para durante toda a semana santa. Seria então uma ótima oportunidade para fazer a entrevista no Rio de Janeiro (já que em BH não tem um consulado; apenas um CASV). E para minha sorte, as primeiras datas disponíveis para agendamento da entrevista no RJ foram justamente durante a semana santa.

 

Então uni o útil ao agradável: visitar pela primeira vez a cidade do Rio de Janeiro.

 

Aproveitei e levei meu pai.

 

HOSPEDAGEM:

Hotel Atlântico Rio (Copacabana)

06 noites por R$1.450 (quarto com duas camas)

 

O hotel tem excelente localização! Fica literalmente ao lado da Estação de Metrô Cantagalo (a umas 3 quadras da praia). Escolhi esse hotel justamente por estar ao lado da estação de metrô, que é uma estratégia que venho adotando e que vou continuar sempre que for possível, pois andar de metrô é a melhor opção de translado na maioria das grandes cidades (no RJ não é diferente).

 

"RESUMO" EM VÍDEO:

 

 

Dia 1 (09/04 - domingo): Forte de Copacabana, Confeitaria Colombo e restaurante Nova Capela

Pegamos um Uber do Galeão até o Hotel Atlântico Rio. Fizemos o Check-In no hotel por volta de 14:30 e saímos para almoçar uma excelente e bem-servida parmegiana de frango no Bar Belmonte (Copacabana) - R$67 por pessoa. Seguimos pelo calçadão de Copacabana em direção ao Forte de Copacabana, e atravessamos até a pedra do Arpoador. Voltamos e entramos no Forte de Copacabana; passeamos um pouco pelo complexo até que nossa mesa do lado de fora da Confeitaria Colombo estivesse disponível; tomamos um sunday curtindo o pôr do sol. Logo que anoiteceu surgiu uma agradabilíssima roda de choro em frente a Confeitaria Colombo. Mas não podíamos ficar muito pois queríamos ir à Lapa à noite.

 

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Fomos para o hotel, tomamos um banho e fomos na região da Lapa. Queríamos ir no bar Carioca da Gema, mas faltava uns 20 minutos para ele abrir, e o show só iria começar depois de mais de 1h30min… resolvemos atravessar a rua e comer uns aperitivos (pois estávamos cheios e não iríamos conseguir jantar) no famoso Nova Capela. Comemos os tradicionais pastéis de cabrito e bolinhos de bacalhau (~R$40 por pessoa). Comida e restaurante top!!! Tanto que depois voltaríamos para comer o tradicional arroz com brócolis e carne de cabrito.

 

Dia 2 (10/04 - segunda): Pão de açúcar e churrascaria Fogo de Chão

Tomamos um excelente café da manhã no hotel - mesa enorme com muuuita variedade.

 

Pegamos o ônibus para ir no Pão de Açúcar; sem filas, subimos rapidamente. Estava meio nublado.

Ingresso: R$80.

DICA: ao pegar o segundo teleférico para ir na última parte da subida, procure ficar na parte da frente do teleférico para tirar belas fotos ou filmagens da pedra se aproximando.

 

De lá vimos que na região do Cristo Redentor estava muuuito nublada… o Cristo estava completamente encoberto, e nuvens carregadas em volta… Desistimos de ir no Cristo;

 

Voltamos de ônibus em direção a Ipanema e almoçamos no Boteco Stambul Ipanema (comidas típicas árabes). Comemos arroz com lentilhas e cafta de carne e uma porção de fritas (~R$51,00 por pessoa). Comida muito boa.

Só no último dia é que fomos descobrir que existia uma unidade desse restaurante a duas quadras do hotel...

Obs.: só uma coisa me deixou meio desanimado nesse restaurante: fui no banheiro lavar as mãos e vi uma "cafta" ( ::lol4:: ) na privada... Nem para o cidadão dar descarga... é foda...

 

O cansaço bateu forte.

 

Voltamos para dar uma cochilada no hotel e por volta das 16h tomamos um ótimo café no Stalos (cappuccino e pastel de Belém ~R$25,00 por pessoa), em seguida fomos ficar na beira da praia de Copacabana. Ficamos só observando o mar, que estava bastante agitado, com o ventos fortes e tempo nublado.

 

Fomos jantar por volta das 20h na churrascaria Fogo de Chão (em Botafogo) - rodízio de primeiríssima qualidade (nunca tinha ido na unidade de BH)!

DICA: ao ir num rodízio desse porte, procure apenas almoçar algo leve, e não comer nada à tarde… Tem que fazer valer a pena os R$135,00 por pessoa (fora as bebidas)! haha

 

Dia 3 (11/04 - terça): Confeitaria Colombo (centro), vôo de asa delta e Cristo Redentor

Fomos tomar café da manhã na tradicionalíssima Confeitaria Colombo no centro da cidade. Tomamos o “Colombo Tradicional” (R$47,50). Excelente café, num ambiente agradabilíssimo, que é um espetáculo só pela arquitetura e decoração. Visita obrigatória!

 

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Partimos em direção ao Museu do Amanhã (DICA: entrada gratuita toda terça-feira!); chegamos nele por volta das 10:20 e praticamente não havia filas.

 

Porém, logo após assistirmos uma apresentação da exposição principal, recebi uma mensagem de retorno do Mosquito, famoso instrutor de vôo de asa delta, falando que era para eu ir lá de manhã pois o tempo estava excelente. Abandonamos o museu rapidamente e corremos em direção a estação São Conrado, onde nos buscaram em direção ao Clube de Vôo e em seguida para o alto da Pedra da Gávea;

 

Por volta das 13:30... Sonho realizado: vôo perfeito, por aproximadamente 18 minutos, com condições de tempo excelentes! Pura adrenalina! E uma vista exuberante! Recomendadíssimo!!!

 

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DICA: recomendo fortemente procurarem o Mosquito, que me cobrou R$550,00 com filmagem com duas câmeras (uma lateral e outra frontal). Ele é super profissional, me passou todas as instruções antes e durante o vôo, me auxiliando o tempo todo para tentar manter um vôo seguro e tranquilo (relaxar é essencial durante o vôo).

 

Aproveitando que o dia estava ensolarado, e sem nuvens em volta do Cristo, corremos para a Estação Largo do Machado e pegamos o ônibus em direção ao Trem do Corcovado: uma experiência fascinante! Acredito que esse é o jeito mais bacana de subir até o Cristo! Chegamos por volta das 16h. A subida pelo bondinho dura entre 25 e 30 minutos.

DICA: pegando a dica da Bárbara Fachinelli: ao subir pelo bondinho, fique do lado direito (no sentido de quem está subindo; digo isso pois tem bancos virados em sentidos contrários) para pegar as melhores vistas da cidade. Ao descer, fique do lado esquerdo.

 

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Embora fosse uma terça-feira ~16h… estava bem cheio (esperava menos pessoas). Mas acredito que em geral o horário de pico mesmo é entre 10h e 14h; sexta, sábado, domingo e feriados deve ser impossível conseguir andar lá em cima. Enfim, se tiver oportunidade, vá de segunda à quinta-feira.

Curtimos o pôr do sol lá do alto, vendo a cidade se iluminar. Vista espetacular!

SUGESTÃO: talvez o programa “ideal” fosse subir no Cristo bem cedo pela manhã, curtir almoçar e curtir a região de Flamengo e Botafogo, terminando a tarde no Pão de Açúcar (para curtir o pôr do sol), que é onde se tem a melhor vista (em relação ao Cristo Redentor).

 

Pegamos o ônibus de volta em direção a Estação Largo do Machado e fomos fechar o dia num restaurante que me recomendaram: Restaurante Estação Largo do Machado (fica numa das esquinas da praça). O restaurante/bar é simples, com algumas cadeiras na calçada, mas opção de ficar dentro (com ar condicionado, que traz alívio após um dia cansativo).

Olha… o restaurante é excelente!!! O atendimento foi perfeito! Pedimos uma porção de camarão, experimentamos um bolinho de bacalhau e para fechar a conta, pedimos um filé de truta grelhado com arroz com brócolis, purê de batata e salada tradicional (alface, tomate e cebola). Preço de ~R$95 por pessoa.

 

Dia mais que perfeito!!!

 

Dia 4 (12/04 - quarta): restaurante Nova Capela e show de choro no Rio Scenarium

Tomamos café da manhã no hotel e partimos para o Consulado Americano às 10h. Chegamos 10:30 no Consulado. Embora a entrevista estivesse agendada para 11:30, me permitiram entrar, pois o movimento estava bem tranquilo, com poucas pessoas.

Após ser chamado para as filas nos guichês para entrevistas, me mandaram aguardar num guichê… Mas a mulher que estava sendo entrevistada estava demorando muito, e o funcionário perguntando bastante coisa… a situação não estava indo muito bem para ela… Então o funcionário que estava organizando a fila me chamou e mandou ir a um outro guichê que foi liberado.

 

A moça me pediu o passaporte e perguntou para onde eu ia. Respondi que por enquanto não tinha nenhuma viagem planejada. Ela só perguntou para confirmar sobre minha ocupação profissional (respondi com os detalhes que pediu) e me entregou um panfleto e disse algo como “OK”. Peguei o panfleto e fiquei sem entender, olhando para ela; aí perguntei se havia mais algum procedimento de minha parte e ela disse que não. Aí perguntei espantado “o visto foi aceito” e ela disse “sim” e abriu um sorriso, achando graça da minha reação. haha

Foi muuito engraçado… Literalmente, eu não fiquei nem 1 minuto na entrevista. Sério, não estou exagerando. Não é força de expressão.

 

Saímos do Consulado e nos dirigimos à pé ao Mural Etnias. Andamos um bocado, e ficamos lá por uns 30 minutos.

 

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Depois tomamos o VLT em direção a Cinelândia para voltar ao restaurante Nova Capela para comer o tão tradicional prato: carne de cabrito com arroz com brócolis e batatas coradas - ESPETACULAR! (~R$75 por pessoa).

 

Voltamos ao hotel já umas 14:30 e cochilamos até a hora do jogo Bayern de Munique vs Real Madrid pela Champaions League. ::tchann::

 

Ao fim do jogo tomamos um rápido café no Stalos (péssimo atendimento, por sinal, embora as guloseimas sejam boas). Estava chovendo bastante. Voltamos ao hotel para nos arrumarmos e fomos ao Rio Scenarium.

 

Reservamos uma mesa no Rio Scenarium para as 20h, já sabendo que haveria um show do grupo Prata do Choro. Foi muuuuito bom! Lugar extraordinário, um belo prédio com decoração incrível e um show de chorinho bem bacana. Pedimos porções de pastéis de camarão e bolinhos de mandioca com carne seca, e depois uma torta Scenarium para fechar (sim, estávamos sem fome). A conta fechou em torno de R$130 (com couver incluso). Saímos às 22h.

 

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Dia 5 (13/04 - quinta): Escadaria Selarón, Santa Teresa, bondinho, Bar do Mineiro e Bar do Adão ("o melhor pastel do RJ")

Tempo chuvoso… Chegamos ~10h na Escadaria Selarón e a chuva deu uma trégua; subimos a escadaria e fomos ao Parque das Ruínas. Mesmo com o tempo bastante nublado deu para curtir uma boa vista da cidade, do pão de açúcar, até Niterói. Na realidade ficamos batendo papo com um guarda municipal do Parque das Ruínas, o Raul, super bacana, gente boa! Ficamos conversando por mais ou menos 1h, e ele nos contou várias histórias de sua carreira de guarda municipal, deu dicas do que fazer e onde ir “sem problemas”.

 

Continuamos a caminhada Santa Teresa à dentro, em direção ao Largo do Curvelo. Em seguida fomos ao Largo dos Guimarães e paramos para almoçar no famoso Bar do Mineiro. Comemos um ótimo tropeiro com fritas; ambiente agradabilíssimo, com decoração única! De mineiro para mineiro: aprovado e fortemente recomendado! (~R$70 por pessoa). Eles têm várias opções de petiscos que parecem deliciosos, mas não comemos pois se o fizéssemos, a única maneira de voltar ao centro seria rolando ladeira à baixo. haha

Sem contar as várias opções de cervejas artesanais muito bacanas. A conta fechou em uns R$50,00 para cada.

DICA: procure chegar no Bar do Mineiro no horário de abertura (12h) para garantir uma mesa fácil, pois ele fica lotado rapidamente.

 

Saímos por volta de 13h e aguardamos o bom e velho bondinho de Santa Teresa no Largo dos Guimarães para descer em direção ao centro (de graça, hein?!), uma viagem de aproximadamente 10 minutos. A parada final/inicial se dá bem próximo a Estação de Metro Carioca, exatamente atrás da sede da Petrobrás. Fica a dica para quem quer chegar ou sair de Santa Teresa.

 

Santa Teresa é um bairro histórico, com grafites por quase todas as ruas e ruelas. Bares bastante atrativos por todos os lados e várias lojas de souvenirs. Foi um dos melhores passeios que fiz, e recomendo fortemente.

 

Curiosidade: no Cristo Redentor, ao tentar tirar uma foto do meu pai, a escadaria estava lotada, congestionada! E um gringo mais velho grandalhão parou atrás do meu pai e deu um “joinha” para a câmera. Eu tirei a foto e o cumprimentei de volta, dando risada. Na Escadaria Selarón eu tive a impressão de que tinha visto um “gringo meio familiar”, até que o mesmo apareceu na porta do Bar do Mineiro; ficou zanzando pra lá e pra cá… olhou para dentro do bar, me viu, reconheceu e deu outro “joinha”! haha ::lol4::

 

Chegamos por volta das 14:30 no hotel, bastante cançados e novamente fomos dar uma relaxada, pois a chuva voltou…

 

À noite descemos para o Leblon, para ir comer os famosos pastéis do Bar do Adão. Os pastéis são realmente muuuito bons, com muitas variedades, e o melhor: são todos frescos, tudo preparado na hora!

Mas uma coisa que estranhei: não sei se é comum nessa unidade do Bar do Adão (que fica dentro de uma galeria de lojas), mas estava bastante vazio. Só havia um grupo de 6 mulheres e nós dois. Não sei, mas talvez outras unidades sejam mais “badaladas”.

Importante saber: os pastéis são muito bons, mas não são baratos. Só vendem a unidade (são de tamanho médio), e os preços começam na faixa dos R$6,70. A nossa conta fechou em uns R$50,00 por pessoa.

 

Dia 6 (14/04 - sexta): praia do Pepê (Barra da Tijuca), Parque Lage e Barra Shopping

O dia amanheceu com tempo bom, mas com algumas nuvens. Após o café no hotel partimos para a Barra da Tijuca. Chegamos na praia do Pepê por volta das 10h; ficamos em frente a Barraca do Pepê.

 

É um ponto bastante “badalado”, e foi lotando aos poucos.

 

DICA: se for procurar alguma barraca para alugar cadeiras e consumir serviços, procure a do Dudu. A do Jabá (que usamos) é péssima, com poucos garçons e eles não davam nenhuma assistência. A do Dudu tinha um número enorme de garçons, que ficava o tempo todo dando assistência aos clientes, oferecendo/servindo bebidas e comidas o tempo todo, sempre querendo saber se o cliente precisava de algo. Já a barraca do Jabá… os caras só ficavam sentado em volta da barraca, e você é quem tinha que correr atrás deles para ser atendido; sem contar que a barraca não continha nem uma ducha (o que tinha na do Dudu). Então fica a dica: fuja do pessoal do Jabá; procure a turma do Dudo (de vermelho).

 

Exatamente 12h saímos em direção ao Bar do Adão (unidade bem próxima ao “quebra mar”) para comer mais alguns pastéis.

 

Considerações sobre a Barra da Tijuca (embora tenhamos ido apenas na praia do Pepê): lugar muito bacana! Região nobre da cidade, com diversidade boa de bares e restaurantes. E fácil acesso: basta sair da Estação de Metrô Jardim Ocêanico, e caminhar por uns 5 minutos. Mansões e condomínios de luxo por todo lado. Mas o melhor de tudo: sensação total de segurança. Não vimos nenhum “manolo” nas redondezas.

Sem dúvida alguma é um lugar que irei com mais calma numa próxima oportunidade.

 

Voltamos para o hotel para tomar um banho e saímos novamente às 15:30 em direção ao Parque Lage, percorrendo à pé a Lagoa Rodrigo de Freitas.

 

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Chegamos lá às 16:30; foi a conta de tirar umas meia dúzia de fotos e uma volta rápida em torno do Palácio, que os vigias já começaram a tocar o pessoal pra fora (horário de fechamento é às 17h). Embora tenha visto pouco do parque, posso dizer que é um ótimo lugar. Tinha muita gente fazendo piquenique, famílias e crianças brincando pelos jardins. Muuuito bacana mesmo. Passeio mais que recomendado.

 

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Tomamos um Uber para o hotel e rapidamente partimos para o Barra Shopping. Descemos na Estação de Metrô Jardim Oceânico e pegamos o BRT. O objetivo era simplesmente ir ao Outback. Mas como o guarda do Parque das Ruínas nos disse “o shopping é enorme!”, e realmente é! Na realidade só vimos sua imensidão por fora, através das janelas do BRT, pois entramos pela impressionante “New York City Center” e fomos direto ao Outback.

 

Eu confesso que não sou do tipo “turista de shopping”. Pra mim não faz sentido algum gastar horas passeando entre corredores olhando vitrines de lojas. Mas esse shopping deu vontade de “explorar” um pouco (o que, literalmente, levaria horas e horas).

 

Dia simples: início e fim pela Barra da Tijuca.

 

Dia 7 (15/04 - sábado): praia de Copacabana e Officina Del Gelato

Acordamos cedo, terminamos de arrumar as malas e fomos para a praia de Copacabana. Ficamos ali umas 2h e voltamos ao hotel para fazer o check-out.

 

Deixamos as malas no hotel e fomos almoçar no Boteco Belmonte novamente. Comemos um bom filé com batatas portuguesas e farofa (~R80 por pessoa).

 

Para finalizar com chave de ouro, fomos ao Officina Del Gelato (na rua de trás do Boteco Belmonte, em Copacabana). Pena que só fui “descobrir” o lugar no último dia… caso contrário teria ido lá todos os dias! Tomei um com três sabores: avelã, café com chocolate, e cheesecake. Só uma dica: você pode experimentar uns dois ou três sabores antes de decidir. Mas recomendo fortemente o de avelã - é simplesmente perfeito!

 

Voltamos ao hotel para buscar as malas e tomamos um Uber para o aeroporto.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

 

A cidade do Rio de Janeiro faz jus ao título de "Cidade Maravilhosa".

 

Questões de segurança: sinceramente, fiquei muuuuuuito supreso com a estrutura e tranquilidade que senti nos pontos (turísticos) que visitei. Em absolutamente nenhum momento nos sentimos "ameaçados" por algum "manolo". Mas também não "facilitamos": o único acessório que meu pai costuma usar é relógio, mas pedi para que ele não usasse em nenhum dia; e eu levei apenas uma câmera GoPro, que ficava quase o tempo todo na mochila com cadeado. E o principal: não ficávamos com celular exposto ao andar na rua sem prestar atenção; só usávamos celular ao entrar em alguma loja ou próximo de guardas ou policiais.

 

Sempre tive um grande pré-conceito (no sentido perjorativo da palavra) em relação ao RJ. Por isso o título do relato como "um ledo engano".

 

É uma cidade fascinante. E que com certeza estará nos meus planos para futuras viagens, para poder ir a outros pontos que não pude visitar (como a região da Marina da Glória, Parque do Flamengo, Jardim Botânico...).

 

Enfim, passeio recomendadíssimo!

  • Gostei! 1

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Lourencobj muito obrigada pelo relato, estou programando minha próxima viagem, que será para o Rio, e com certeza vou usar suas dicas!!

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Lourenço, adorei seu relato !! Estive no Rio em Fevereiro e amei a cidade, eu fiquei com receio porque me falavam que era muito perigoso, a minha família ficou super preocupada rs, mas foi uma viagem bem tranquila ...

Eu fiquei no Bairro Laranjeiras, no Hostel Villa 25 e foi bem tranquilo, o bairro tranquilo, Hostel perto do metrô, a saída de vans para o Cristo praticamento do lado do Hotel.

A região que mais gostei foi Copacabana.

Gostei tanto do Rio que estou indo de novo em Junho.

Realmente a cidade é maravilhosa.

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Parabéns pelo relato, lourenço!! Muitos lugares que ainda estão na minha lista, inclusive o voo de asa delta, terão por base esse seu relato. Abraços!

 

Obrigado, Bárbara! E obrigado pelas suas dicas. ::otemo::

 

Em relação ao voo de asa delta, eu recomendo o Mosquito por vários motivos:

 

1) é o cara que tem mais respaldo no RJ, e um dos mais famosos do Brasil.

2) a gravação dele é com câmera de boa qualidade: usa uma GoPro e coloca bons ângulos. Digo isso porque já vi uns vídeos de alguns saltos, e vi uns instrutores usando câmeras inferiores, que deixavam a imagem completamente distorcida de maneira bizarra. Veja uma filmagem com câmera "simples":

 

 

3) se não me engano, todos vídeos que encontrei no youtube mostram saltos com duração de uns 6 minutos.

Eu sei que o tempo influencia, etc. Mas convenhamos... não é possível que o tempo seja ruim em todos saltos, para durarem apenas 6 minutos. O que concluo disso é que o instrutor quer saltar e mira logo para o pouso, no menor tempo possível.

 

Como falei no meu relato, o meu salto com o Mosquito durou 18 minutos!!! Repito: sei que o tempo influencia, mas ele fez questão de me proporcionar essa experiência no maior tempo possível, diferentemente de outros.

 

4) ele é super profissional! Te dá toda assistência antes, durante e após o salto.

 

Não sei se eu poderia passar o telefone dele aqui abertamente. Mas quem quiser, só me mandar mensagem privada. Porém também acredito que seria fácil conseguir os contatos dele diretamente com o clube de voo livre de São Conrado: http://www.cscvl.com.br/

 

Abraço!

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Adorei o relato!

Anotei todas as suas indicações de restaurantes, já que uma das coisas que eu gosto de fazer quando viajo é comer (rsrsrs)!

Pretendo ficar só dois dias no Rio mas já estou considerando a possibilidade de ficar um dia a mais, tem tanta coisa legal...

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Adorei o relato!

Anotei todas as suas indicações de restaurantes, já que uma das coisas que eu gosto de fazer quando viajo é comer (rsrsrs)!

Pretendo ficar só dois dias no Rio mas já estou considerando a possibilidade de ficar um dia a mais, tem tanta coisa legal...

 

Oi Elaine!

 

Também sou deste time: o melhor jeito de conhecer um lugar é através do paladar. hehehe

 

Desculpe a demora em responder, é que estava corrido no fim do semestre... e já emendei com uma viagem (que está terminando agora).

 

Se precisar de alguma coisa, é só falar.

 

Abraço.

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