Confesso que muito pouco sabia sobre essas duas cidades, e por isso mesmo a tempos me aguçavam a curiosidade. Duas cidades do Vale da Felicidade com nome de Políticos. Lava jato a parte, lá me fui, passando por N Petrópolis e Picada Café (destinos já conhecidos), chego a:
Presidente Lucena: Desculpe minha ignorância, mas nem sabia que existiu presidente com esse nome, mas enfim. No começo me perdi um pouco, pois não existe nenhuma placa indicando os atrativos turísticos na cidade, e dei umas voltas perdidas. PL até possui algumas casas bonitinhas, e a maior atração na rua principal é o restaurante Dheinhaus, o mais famoso da cidade, e com boa fama na região também. Tirei umas fotos do prédio do restaurante, das igrejas, até que encontrei a prefeitura, estilo Emxaimel, depois a Câmara de Vereadores, bem legal com um lago no entorno. A cidade possui muitas lojas de roupas, principalmente de lã, mas como esse não era o foco, segue o baile, mais umas fotos do bonito Pórtico, e se vamos passar por Lindolfo Collor.
Lindolfo Collor: Confesso que quase nada sabia, e não fiz a lição de casa, apenas dei uma olhada rápida no site da setur, e vi que a cidade possuía vários atrativos, então deveria ser coisa boa. De Presidente a Lindolfo o acesso é por estrada de chão, uns 5 km, estrada boa até. E o passeio é muito interessante, várias casinhas bem antigas, com arquitetura muita bonita, algumas estilo alemão, outras não consegui identificar. Mas é ruim tirar foto das casas das pessoas, se tirando dos pontos turísticos, muitos ficam desconfiados. Imagina parar o carro em frente a uma propriedade e tirar fotos das casas dos colonos. Quando vê me sai um tiozinho, com uma espingarda achando que eu quero roubar gado, ou algo assim. Apesar de me chamarem muito a atenção, nesse primeiro momento passei reto pelos atrativos interioranos de LC, achando que o centro da cidade me reservarias muitas surpresas. Mas ao chegar a parte central, é muito difícil se localizar, não tem placa de nada e a cidade é uma tripa cumprida, costeando um morro. Fui seguindo o asfalto sem nada me ater o olhos, até depois de vários km, chegar a uma bonita praça com chafariz, mas achei estranho, e perguntei pra dois garotos que estavam no local, que cidade era aquela, e a resposta: Ivoti. Tinha passado reto por Lindolfo Collor. Poxa vida! O jeito foi voltar, e parar no posto de combustível pedindo sobre o que ver na cidade. A indicação foi a Igreja Luterana, que segundo a frentista é a mais antiga do Brasil, e era isso. Pois é... Sempre tive pra mim que todo lugar tem suas belezas, e seus atrativos turísticos, por mais simples que sejam, mas essa cidade, estava quase queimando minha língua. Fui na tal igreja que fica nos fundos do Clube Atiradores, um bonito prédio amarelo antigo, a igreja fica atrás, e esta pintada de verde, e possui um cemitério ao fundo, e a placa diz que foi fundada em 1850. Realmente se isso for verdade, deve ter muito valor, afinal ser a igreja luterana mais antiga do Brasil, não uma coisa corriqueira, tem lá seu peso histórico. Tentei ainda tirar mais umas fotos na cidades, mas não rendeu muito, uma casa antiga que outra. Vi uma placa escrito artesanato, entrei, e a senhora me disse que não tinha nada com o nome da cidade, e a casa do artesão do centro, só abre quarta, quinta e sexta. Poxa vida, Lindolfo Collor não facilitou mesmo minha vida. Perdi um tempão com pouco proveito. Então meio acabrunhado o jeito foi voltar pelo mesmo caminho que fui, mas aí que vi a real beleza de Lindolfo Collor, e seu grande potencial, o turismo rural e as belas paisagens bucólicas. Muitas casas antigas, feitas pelos primeiros colonizadores, algumas no estado original, outras reformadas, que em seu conjunto compõem um belo roteiro rural, com lagos, açudes, lagumas coxilhas, pasto bem verde, e gado na maioria Holandês pelo que vi. E daí tive sim que cometer meu crime, de parar o carro, e roubar cenas, roubar imagens daquelas casinhas. Mas se for pra ser ladrão, que seja para ser Robim Hood, flagrando cenas particulares, exaltando o capricho e belezas desses lugares, e compartilhando com quem gosta do que é belo.
Confesso que muito pouco sabia sobre essas duas cidades, e por isso mesmo a tempos me aguçavam a curiosidade. Duas cidades do Vale da Felicidade com nome de Políticos. Lava jato a parte, lá me fui, passando por N Petrópolis e Picada Café (destinos já conhecidos), chego a:
Presidente Lucena: Desculpe minha ignorância, mas nem sabia que existiu presidente com esse nome, mas enfim. No começo me perdi um pouco, pois não existe nenhuma placa indicando os atrativos turísticos na cidade, e dei umas voltas perdidas. PL até possui algumas casas bonitinhas, e a maior atração na rua principal é o restaurante Dheinhaus, o mais famoso da cidade, e com boa fama na região também. Tirei umas fotos do prédio do restaurante, das igrejas, até que encontrei a prefeitura, estilo Emxaimel, depois a Câmara de Vereadores, bem legal com um lago no entorno. A cidade possui muitas lojas de roupas, principalmente de lã, mas como esse não era o foco, segue o baile, mais umas fotos do bonito Pórtico, e se vamos passar por Lindolfo Collor.
Lindolfo Collor: Confesso que quase nada sabia, e não fiz a lição de casa, apenas dei uma olhada rápida no site da setur, e vi que a cidade possuía vários atrativos, então deveria ser coisa boa. De Presidente a Lindolfo o acesso é por estrada de chão, uns 5 km, estrada boa até. E o passeio é muito interessante, várias casinhas bem antigas, com arquitetura muita bonita, algumas estilo alemão, outras não consegui identificar. Mas é ruim tirar foto das casas das pessoas, se tirando dos pontos turísticos, muitos ficam desconfiados. Imagina parar o carro em frente a uma propriedade e tirar fotos das casas dos colonos. Quando vê me sai um tiozinho, com uma espingarda achando que eu quero roubar gado, ou algo assim. Apesar de me chamarem muito a atenção, nesse primeiro momento passei reto pelos atrativos interioranos de LC, achando que o centro da cidade me reservarias muitas surpresas. Mas ao chegar a parte central, é muito difícil se localizar, não tem placa de nada e a cidade é uma tripa cumprida, costeando um morro. Fui seguindo o asfalto sem nada me ater o olhos, até depois de vários km, chegar a uma bonita praça com chafariz, mas achei estranho, e perguntei pra dois garotos que estavam no local, que cidade era aquela, e a resposta: Ivoti. Tinha passado reto por Lindolfo Collor. Poxa vida! O jeito foi voltar, e parar no posto de combustível pedindo sobre o que ver na cidade. A indicação foi a Igreja Luterana, que segundo a frentista é a mais antiga do Brasil, e era isso. Pois é... Sempre tive pra mim que todo lugar tem suas belezas, e seus atrativos turísticos, por mais simples que sejam, mas essa cidade, estava quase queimando minha língua. Fui na tal igreja que fica nos fundos do Clube Atiradores, um bonito prédio amarelo antigo, a igreja fica atrás, e esta pintada de verde, e possui um cemitério ao fundo, e a placa diz que foi fundada em 1850. Realmente se isso for verdade, deve ter muito valor, afinal ser a igreja luterana mais antiga do Brasil, não uma coisa corriqueira, tem lá seu peso histórico. Tentei ainda tirar mais umas fotos na cidades, mas não rendeu muito, uma casa antiga que outra. Vi uma placa escrito artesanato, entrei, e a senhora me disse que não tinha nada com o nome da cidade, e a casa do artesão do centro, só abre quarta, quinta e sexta. Poxa vida, Lindolfo Collor não facilitou mesmo minha vida. Perdi um tempão com pouco proveito. Então meio acabrunhado o jeito foi voltar pelo mesmo caminho que fui, mas aí que vi a real beleza de Lindolfo Collor, e seu grande potencial, o turismo rural e as belas paisagens bucólicas. Muitas casas antigas, feitas pelos primeiros colonizadores, algumas no estado original, outras reformadas, que em seu conjunto compõem um belo roteiro rural, com lagos, açudes, lagumas coxilhas, pasto bem verde, e gado na maioria Holandês pelo que vi. E daí tive sim que cometer meu crime, de parar o carro, e roubar cenas, roubar imagens daquelas casinhas. Mas se for pra ser ladrão, que seja para ser Robim Hood, flagrando cenas particulares, exaltando o capricho e belezas desses lugares, e compartilhando com quem gosta do que é belo.
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