Engana-se quem pensa que a Guarda do Embaú só merece uma visita no auge do calor do verão! Nã, na, ni, na, não! Durante os meses mais amenos, você também pode curtir aquele passeio tradicional de gôndola, caminhar pela beira mar com os pés na areia, rolar pelas dunas, passear de buggy pela costa praiana, pedalar pelos arredores do vilarejo, curtir o pôr-do-sol petiscando alguns quitutes ou ainda, fazer uma trilha pela região!
” – Ah, mas esse negócio de trilha é só para os fortes! Eu nem tenho fôlego, que dirá os equipamentos necessários pra fazer esse tipo de coisa!”
Calma lá que não é bem assim! Eu também não sou super “expert” em trilhas: não tenho os calçados apropriados e tampouco ando munida de canivetes, moringas e kit de sobrevivência na selva. Mesmo assim, eu AMO viver alguns momentos de afastamento da rotina da “cidade grande” e me ver em meio a natureza, respirando o ar puro produzido direto da fonte!
Na Guarda do Embaú você tem essa oportunidade e hoje eu vou compartilhar com você a trilha que talvez seja a mais conhecida na Guarda, já que beira a costa praiana, é de fácil acesso e super popular entre os turistas que visitam a região…
A TRILHA DA PRAINHA
Como o próprio título do post diz, essa trilha é de nível picolé, o que significa que qualquer pessoa com disposição e com um mínimo de equilíbrio pode aproveitar esta trilha!
O acesso principal é contornando o costão: se você está no “centrinho” da vila, basta seguir na direção esquerda e pronto! Ali mesmo tudo começa. Não tem erro!
O tempo de trajeto é relativamente curto – cerca de 40 minutos a 1 hora dependendo do seu ritmo e considerando as paradas para fotos e apreciação da natureza.
E vale dizer que a rota tem um acesso bem aberto e demarcado na sua maior parte.
O maior desafio a ser enfrentado é de vez em quando ter que saltar de uma pedra à outra e atravessar pequenas passarelas improvisadas de madeira, mas nada muito hardcore!
Se você tiver a sorte de um cãozinho local grudar em você, você está feito! O “Zeca” – como o apelidamos – ia na nossa frente guiando o caminho. Certeza que o bichano já fez a trilha umas trocentas vezes! E o engraçado é que sempre que parávamos pra tirar fotos, ele nos aguardava pacientemente – um querido!
Voltando à trilha, você pode ter certeza de algo: o visual do caminho é lindo demais e será recompensador! Na dúvida, deixe toda a preguiça de lado e vá… só vá!
Logo no começo já fomos presenteados com aquela visão tradicional do Rio da Madre encontrando-se com o Oceano Atlântico.
Os pescadores por ali nas pedras tornaram a cena ainda mais peculiar, demostrando uma das atividades mais típicas na região.
Você passará pela mata nativa sempre beirando o mar e passará por algumas praias – inclusive a chamada “Prainha” que dá nome à trilha – uma praia realmente pequenina, rústica e sem qualquer infraestrutura, embora muito fotogênica!
O verde das árvores misturado ao azul do mar (e neste dia, o azul de calça jeans no céu também!) nos dão uma sensação de privilégio por estar naquele lugar, naquele momento!
Enquanto você tira fotos pelo caminho, não se esqueça: respire fundo, encha o pulmão! O ar sem igual da Mata Atlântica vai te recompensar!
No decorrer da trilha, você também terá uma visão privilegiada da praia principal da Guarda do
Embaú!
Ao final da trilha, a cereja do bolo: um pequeno morro com um gramado e rochas que do alto, lhe dão uma visão sensacional da praia, da trilha e do rochedo.
Como o nosso dia começou bem cedinho, nós não pegamos tantas pessoas fazendo a trilha durante a ida, mas na volta… aí a história tinha mudado de figura!
O povo tinha enfim despertado e em certos trechos em que passam apenas um por vez ficaram um pouco mais “congestionados”, mas nada que pudesse estragar o clima do lugar!
Para os que preferem trilhar lentamente, talvez valha a pena levar uma garrafa de água para ir se hidratando no caminho… Não conte com nenhuma “vendinha” pela área!
Enfim… volto a repetir o conselho inicial: SÓ VÁ!
O dia que eu voltar pra lá (o que eu espero não demorar muito!), certamente farei essa trilha novamente! O passeio é uma delícia e o recomendo fortemente – VALE MUITO A PENA!
* Se você gostou do meu relato, dá uma passadinha lá no meu blog e deixe um comentário!
Engana-se quem pensa que a Guarda do Embaú só merece uma visita no auge do calor do verão! Nã, na, ni, na, não! Durante os meses mais amenos, você também pode curtir aquele passeio tradicional de gôndola, caminhar pela beira mar com os pés na areia, rolar pelas dunas, passear de buggy pela costa praiana, pedalar pelos arredores do vilarejo, curtir o pôr-do-sol petiscando alguns quitutes ou ainda, fazer uma trilha pela região!
” – Ah, mas esse negócio de trilha é só para os fortes! Eu nem tenho fôlego, que dirá os equipamentos necessários pra fazer esse tipo de coisa!”
Calma lá que não é bem assim!
Eu também não sou super “expert” em trilhas: não tenho os calçados apropriados e tampouco ando munida de canivetes, moringas e kit de sobrevivência na selva. Mesmo assim, eu AMO viver alguns momentos de afastamento da rotina da “cidade grande” e me ver em meio a natureza, respirando o ar puro produzido direto da fonte!
Na Guarda do Embaú você tem essa oportunidade e hoje eu vou compartilhar com você a trilha que talvez seja a mais conhecida na Guarda, já que beira a costa praiana, é de fácil acesso e super popular entre os turistas que visitam a região…
A TRILHA DA PRAINHA
Como o próprio título do post diz, essa trilha é de nível picolé, o que significa que qualquer pessoa com disposição e com um mínimo de equilíbrio pode aproveitar esta trilha!
O acesso principal é contornando o costão: se você está no “centrinho” da vila, basta seguir na direção esquerda e pronto! Ali mesmo tudo começa. Não tem erro!
O tempo de trajeto é relativamente curto – cerca de 40 minutos a 1 hora dependendo do seu ritmo e considerando as paradas para fotos e apreciação da natureza.
E vale dizer que a rota tem um acesso bem aberto e demarcado na sua maior parte.
O maior desafio a ser enfrentado é de vez em quando ter que saltar de uma pedra à outra e atravessar pequenas passarelas improvisadas de madeira, mas nada muito hardcore!
Se você tiver a sorte de um cãozinho local grudar em você, você está feito! O “Zeca” – como o apelidamos – ia na nossa frente guiando o caminho. Certeza que o bichano já fez a trilha umas trocentas vezes! E o engraçado é que sempre que parávamos pra tirar fotos, ele nos aguardava pacientemente – um querido!
Voltando à trilha, você pode ter certeza de algo: o visual do caminho é lindo demais e será recompensador! Na dúvida, deixe toda a preguiça de lado e vá… só vá!
Logo no começo já fomos presenteados com aquela visão tradicional do Rio da Madre encontrando-se com o Oceano Atlântico.
Os pescadores por ali nas pedras tornaram a cena ainda mais peculiar, demostrando uma das atividades mais típicas na região.
Você passará pela mata nativa sempre beirando o mar e passará por algumas praias – inclusive a chamada “Prainha” que dá nome à trilha – uma praia realmente pequenina, rústica e sem qualquer infraestrutura, embora muito fotogênica!
O verde das árvores misturado ao azul do mar (e neste dia, o azul de calça jeans no céu também!) nos dão uma sensação de privilégio por estar naquele lugar, naquele momento!
Enquanto você tira fotos pelo caminho, não se esqueça: respire fundo, encha o pulmão! O ar sem igual da Mata Atlântica vai te recompensar!
No decorrer da trilha, você também terá uma visão privilegiada da praia principal da Guarda do
Embaú!
Ao final da trilha, a cereja do bolo: um pequeno morro com um gramado e rochas que do alto, lhe dão uma visão sensacional da praia, da trilha e do rochedo.
Como o nosso dia começou bem cedinho, nós não pegamos tantas pessoas fazendo a trilha durante a ida, mas na volta… aí a história tinha mudado de figura!
O povo tinha enfim despertado e em certos trechos em que passam apenas um por vez ficaram um pouco mais “congestionados”, mas nada que pudesse estragar o clima do lugar!
Para os que preferem trilhar lentamente, talvez valha a pena levar uma garrafa de água para ir se hidratando no caminho… Não conte com nenhuma “vendinha” pela área!
Enfim… volto a repetir o conselho inicial: SÓ VÁ!
O dia que eu voltar pra lá (o que eu espero não demorar muito!), certamente farei essa trilha novamente! O passeio é uma delícia e o recomendo fortemente – VALE MUITO A PENA!
* Se você gostou do meu relato, dá uma passadinha lá no meu blog e deixe um comentário!
https://www.vivajando.com/2017/06/29/trilha-da-prainha/