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Guerrilha grega ameaça perturbar o turismo

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Uma guerrilha urbana ameaçou na quarta-feira ampliar seus ataques e perturbar a alta temporada turística na Grécia, por meio de um panfleto em que o grupo autointitulado Seita Rebelde assume a responsabilidade pelo assassinato de um jornalista na semana passada.

 

Fonte: O Globo

 

A nota foi publicada na quarta-feira pelo jornal esquerdista Ta Nea, e a polícia disse acreditar na sua autenticidade.

 

Sokratis Giolias, 37 anos, que escrevia para um popular blog noticioso, foi morto a tiros em 19 de julho em frente à sua casa. Foi o primeiro profissional da imprensa a ser assassinado no país em várias décadas.

 

A Seita Rebelde, que também reivindicou o assassinato de um policial especializado no combate ao terrorismo, ocorrido no ano passado em Atenas, disse que irá realizar mais ataques contra policiais, jornalistas e agentes prisionais.

 

"Os turistas deveriam saber que a Grécia não é mais um porto seguro do capitalismo. Almejamos transformá-la em uma zona de guerra dos processos revolucionários, com incêndios, sabotagens, demonstrações aguerridas, ataques com bombas e homicídios armados", disse o grupo na nota. "Estamos em guerra contra a sua democracia."

 

A guerrilha, surgida após os distúrbios que paralisaram Atenas em dezembro de 2008, disse que não realizará homicídios indiscriminados, e não fez ameaças de atacar diretamente os turistas neste verão europeu.

 

Seis pessoas morreram em atentados neste ano na Grécia. Em junho, uma carta-bomba explodiu no Ministério de Proteção da Cidadania, matando um dos principais assessores do ministro.

 

A ameaça guerrilheira ocorre num momento de protestos trabalhistas e sociais na Grécia, por causa das medidas de austeridade adotadas pelo governo para enfrentar a crise nas finanças públicas.

 

Nos últimos meses, sindicatos organizaram várias greves contra os cortes no orçamento e nos benefícios sociais, recomendados pelo Fundo Monetário Internacional e por outros governos europeus em troca de um pacote de ajuda de 110 bilhões de euros (138 bilhões de dólares) para o endividado país.

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