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Ushuaia 2007/2008

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Fala galera, blz ?

 

Desculpem os erros de português que não são poucos, os de Espanhol que são maiores ainda.... hehehehehehehehehehehehehehehehe.....

 

Enfim, já fazia um tempo que estava pensando em trazer esses relatos para cá e espero que ajudem a galera.

 

Grande abraço,

 

P.s.: Vou fazer da mesma maneira que da outra vez, cada dia uma parte assim, fica mais fácil até para mim.... heheheheheheheeheheheheh

 

Atualização:

 

Bom, todos que utilizavam como base de fotos o Photobucket sabe como estão os links de fotos e suas referências.

como tudo indica que o Photobucket não vai retornar, resolvi reeditar as imagens da viagem e postei no youtube (que ele não entre na mesma ideia do Photobucket heheheheheh) e vou postar de acordo com os escritos.

 

Fiz o mesmo no relato de viagem para o Atacama e Machu Picchu e lá já está tudo certinho, nesse vou arrumando com calma.

 

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Vídeo 1 - Ushuaia 2007/2008

 

 

 

1º dia 03/12/2007

 

Plena Segundona(aahhh, segundona hehehehehehee), fizemos os últimos preparativos da viagem, nossa idéia inicial seria sair no dia 02/12, porém não foi possível, na sexta feira fomos buscar o passaporte da patroa e tentamos chegar a tempo no Detran-SP para retirar a Carteira de Habilitação Internacional (colocarei foto e detalhes de como adquirir no final do relato na parte de dicas), como chegamos 17:10 hs. não havia mais ninguém e tivemos que esperar a segundona :roll: , foi bom por um lado, pude ir na G.O. e comprar alguns ítens que estava pensando em comprar no caminho.

 

Saímos no comecinho da tarde, estava um tempo quente e com Sol.

 

Essa foto tiramos no primeiro posto/restaurante na BR-116, após terminar a Serra, na região de Miracatu.

 

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Aqui vão os ítens que trocamos na Fazer, nessa primeira foto, sugestão muito útil e importante dada pela Marlene e pelo Gilberto, adquirimos uma bolha Givi, que era maior do que as que o pessoal coloca normalmente na Fazer.

E o adesivo que fizemos para a viagem.

 

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Detalhe da moto carregada, levamos muitas coisas que infelizmente só ocuparam espaço e acabaram com o pneu.

Numa próxima viagem não levaremos metade das coisas que levamos, o lado bom é que o bagageiro Manivela que compramos para a Fazer se mostrou confiável como já era esperado, pelos relatos no Fórum XT600.

 

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O famoso banco de gel, na verdade uma almofada de gel que serve para equitação, vai entre a Sela e o lombo do cavalo, para mim foi ótimo, a patroa ainda não sabe se ajudou o não.

 

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Adesivo grande que afixamos no bauleto para "propagar" os fóruns e a viagem, pena não ter resistido muito tempo, a "teia de aranha" foi aos poucos apagando a imagem, uma pena, chegando em casa troquei por um menor.

 

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Foram trocados os pneus dianteiro e traseiro na Casa Fernandes, ao todo foram gastos com os pneus 405 dinheiros (montagem e balanceamento inclusos).

No pneu traseiro coloquei aquela vacina (tubo com "gosma" verde), foi ótimo o pneu não baixou nenhum dia e na volta de Ushuaia vi que tinha entrado um prego, mas ele resistiu até Chuí, sem baixar nada, mesmo com o prego que sumiu.

Optamos pelos originais pois também trocamos a relação da moto para a viagem, só que não encontramos a corrente original (428 V) e instalamos uma original DID 428 VHC(outro modelo) sem emendas, mas com retentor o'ring, sendo assim não queriamos comprometer a relação com um pneu mais pesado, no final a relação durou até Porto Alegre, ou seja, cerca de 10.500 km, se fosse original acreditamos que teria durado mais.

 

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Compramos uma mala tanque magnética da Givi, que além dos imãs, também utiliza 4 ganchos para fixar melhor no tanque, optamos por não colocar o papel contact, pois na viagem "teste" que fizemos na Canastra a mala tanque se mexia no tanque(nas estradas de terra), ficamos com receio disso voltar a acontecer, por causa dos fortes ventos que iríamos enfrentar, ou por causa do temido rípio.

 

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Ufa, chega de tanta informação....heheheheheheheeh

 

Rodamos até Curitiba nesse dia, pegamos chuva da divisa de SP/PR, mas chegamos lá no final da tarde, tinhamos a opção de seguir um pouco mais adiante mas como estavam formando mais nuvens a frente, optamos por dormir em Curitiba, no final rodamos, rodamos e rodamos para encontrar um hotel bom e barato.

Acabamos ficando no Hotel Meridional V.

Comemos ali perto no Restaurante Brutus pois estavamos cansados e queriamos sair cedo.

 

Os custos nesse dia:

 

Hospedagem: 65,00

Combustível: 72,00 (Abastecemos em SP e em Curitiba)

Alimentação: 22,00

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No Restaurante Brutus o assunto era futebol (foi uma constante na viagem) as pessoas que estavam lá, comentavam sobre o Corinthians, me assustei afinal, estavamos em terras paranaenses, mas o assunto foi a segundona, com essa conversa comemos um belo de um bife e voltamos para o hotel.

 

2º Dia 04/12/2007 - Curitiba - PR/Caxias do Sul - RS

 

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No outro dia de manhã olho para o céu com esperança de uma dia limpo, mas a imagem que vejo não é muito animadora...hehehehe

 

 

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Pensei putz, deve estar frio, mas aí vejo as pessoas na rua, e penso bom pelo menos não vai estar frio...hehehehehehehehehehe

 

 

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Olho no GPS o quanto andamos no dia anterior, tentei fazer esse levantamento todos os dias, mas em alguns furou...hehehehehehe

 

Enfim após um belo café da manhã, pegamos toda a bagagem (bauleto, alforges e mala tanque) e montamos na moto, foi aí que um rapaz com um Monza (antigo e bem usado) reclamou com o atendente do hotel que a moto estava ocupando uma vaga do estacionamento, ainda pior, uma vaga coberta.

Olhei a placa e vi que era de Londrina (pensei deve ser amigo do Samurai...heheheheheheheehehhe).

O atendente que já estava com aquela cara, por ter que sair da recepção e ir até o estacionamento, respondeu algo pra ele e voltou para a recepção, quando voltei para pegar o resto das coisas perguntei, o rapaz achou ruim deu estar usando uma vaga ?

Ele respondeu, ah, não tem problema pode usar a vontade, com um sorriso sarcástico no rosto....heheheheheh

Depois de montar tudo na moto, saímos de Curitiba e combinamos de na volta "perder" um tempo nessa cidade quem sabe encontrar os amigos [email protected], uma pena que na volta chegamos muuuuiiitooo cansados e com muita pressa para chegar em SP.

Vamos guardar para o Churrastiba.

Chegamos na BR-116 e logo mais a frente já parada, tivemos que sair por umas ruas locais e contornar um acidente que impedia a passagem do tráfego.

Nesse dia a paisagem mudou diversas vezes.

Até a divisa muita mata.

 

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Após a divisa as matas vão dando lugar as plantações de Eucalipto e Pinus para as indústrias de celulose.

Vimos bem isso na subida da Serra do Espigão, uma pena.

 

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A Fazer nesse dia enfrentou Sol e chuva, mas nada tão forte como no dia anterior.

 

Um detalhe bacana na BR-116 é que apesar dela ser de dupla mão com pista única, existem trechos de subida que ela tem faixas adicionais, o que é ótimo pois não precisamos "arriscar" uma ultrapassagem, é só ter um pouco de paciência que logo à frente temos essa faixa adicional.

Além da BR em sua extensão apresentar poucos buracos, apesar de existirem trechos ruins com remendos, ainda assim não existem "crateras" no meio da pista.

 

Depois de atravessarmos a fronteira com o RS, veio uma das muitas supresas boas da viagem.

 

O povo gaúcho, que para nós parecia ser mais sério e reservado, se mostrou um povo extremamente atencioso e extremamente receptivo conosco.

 

Logo na cidade de Vacária no primeiro posto que paramos, um Petrobrás, o senhor da lanchonete, nos deu várias dicas de lugares para se hospedar, lugares para fotografar, nos avisou sobre as condições da pista e até comentou que tinha uma filha que andava de motocicleta e que o pessoal não respeitava muito.

Antes de sair o senhor nos presenteou com um "regalo", um porta lixo para carro (daqueles que ficam no câmbio), foi ótimo pude colocar lá duas chaves que sempre usava (para esticar a corrente) e carrega-las no bolso da calça.

Ficamos tão contentes com a forma que aquele senhor nos atendeu que fizemos questão de na volta parar no mesmo posto e falar para ele que tinhamos conseguido e deixar um adesivo para ele e outro para fixar no posto(o senhor infelizmente não sabia se poderia ou não colocar lá, pois não era o dono, mas de qualquer forma ia falar com a chefa).

 

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Vista do posto para a BR-116.

 

Nesse dia tentamos ir o mais longe possível, mas acabamos ficando admirando a paisagem das Serras Gaúchas e somente conseguimos chegar em Caxias do Sul - RS, novamente perdemos um tempão para arrumar um lugar para dormir, os hotéis da cidade estavam bem cheios e os que tinham vagas, não possuíam estacionamento no hotel.

Acabamos ficando em um localizado mais no centro, com estacionamento conveniado.

Almoçamos em um Posto Texaco na cidade de Papanduva e jantamos em um McDonald's.

Em Caxias do Sul as boas surpresas continuaram, um rapaz de um hotel veio nos pedir informações do intercomunicador que usamos em nossas viagens.

E um senhor, ao pararmos no farol, nos elogiou de dentro do carro e nos desejou sorte, como já disse anteriormente(em outros tópicos) viajar de moto é assim, as pessoas ficam admiradas e até felizes.

 

Os gastos nesse dia:

 

Hospedagem: 79,00

Combustível: 30,00 (lembre-se enchi o tanque em Curitiba)

Alimentação: 46,00

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3º dia - 05/12/2007 - Caxias do Sul - RS/Chuí - RS

 

Levantamos cedo, tomamos um belo café, o refeitório ficava no último andar do hotel, foi aí que vimos que lugar lindo e como a cidade de Caxias era grande.

 

Infelizmente não levei a câmera para o café da manhã e acabamos perdendo a oportunidade de registrar aquela imagem.

 

Fui buscar a Fazer e ao carregá-la vi que precisava esticar a corrente, nem me fiz de rogado, abri o alforge e peguei as duas chaves, e sentei na calçada, enquanto isso a patroa foi a banco, sacar um dindin para as despesas da viagem.

 

Após esticar e lubrificar a corrente, saímos.

 

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O GPS registrava esses dados para o dia anterior.

 

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Apesar do dia ter amanhecido nublado, não pegamos chuva, nem garoa.

 

Mas, pegamos um acidente que parou a BR-116 cerca de 1 hora depois, como não tinhamos o que fazer saquei a câmera fotográfica e peguei essas imagens:

 

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E se vc tinha curiosidade de saber como era do lado de lá do guard rail, veja aqui:

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Ou aqui:

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E andando um pouquinho mais a frente vi essa paisagem:

 

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Depois de um tempinho tentamos ir mais a frente, mas logo após andarmos um pouquinho vimos que teríamos problema paramos a moto ao lado de outra:

 

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Esse grupo chegou um pouco depois, tomou um "pito" de um guarda e teve que parar um pouco atrás da gente, estavam indo para um encontro de harleyros em Punta Del Este - UR, conversamos um tempinho, foram muito simpáticos, queriam que nós os acompanhassemos, mas sabiamos que iríamos acabar atrasando eles.

Ficaram surpresos com nosso destino, ainda mais com uma Fazer, nos desejaram sorte e nos despedimos o trânsito estava sendo liberado.

Passaram por nós e só os ultrapassamos mais a frente, pois tiveram que parar para abastecer (a Fazer é mais lenta, mas para menos....heheheheheheehheh).

 

Após as belíssimas imagens das Serras Gauchas, chegamos em Porto Alegre, optamos por passar por fora, pois não queriamos atrapalhar ninguém, já que era Quarta-Feira e era umas 13 hs., o melhor seria ter história para quando encontrassemos o pessoal, fomos até Guaíba onde almoçamos.

 

Lá fomos encontramos dois senhores que conversaram conosco o tempo todo, um deles era harleyro e estava nos falando sobre o encontro, sobre as dificuldades do caminho que teríamos, falou que 3 amigos dele tinham ido em Novembro para Ushuaia, levaram 19 dias e enfrentaram vento de 140 km/h, com neve na pista, dois deles griparam forte e tiveram que voltar de navio.

 

Quando perguntou onde pretendiamos dormir, respondemos que em Chuí, ele falou nossa, mas vcs estão longe, falamos que sabíamos, mas que íamos tentar chegar, ele nos contou que uma vez saíram para Chuí as 5 hs. da manhã, chegaram lá era 21 hs., levaram 11 horas de viagem.

 

Na hora contive o riso, a patroa sem entender, perguntou, mas não são 500 km daqui, ele respondeu que sim, aí veio a pergunta, mas o que tinha acontecido para demorarem tanto.....hehehehehehehehe

 

O senhor respondeu, olha a gente quando anda em grupo, tem que parar muuuuuuiittoooo....hehheheheehhee É uma dor aqui, outra vontade de ir ao banheiro ali, enfim, demoraram 11 hs.

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Mas, uma informação importante que nos deram era que se chegassemos em Pelotas por volta das 20 hs. deveríamos dormir em Rio Grande, pois caso tentassemos seguir adiante pegariamos a estrada cheia de bichos atravessando.

 

Outra informação importante é que os postos na estrada de Rio Grande para Chuí, ou tem falta de combustível ou tem gasolina batizada, portanto deveríamos abastecer em Rio Grande na bifurcação.

 

No caminho pegamos muito vento, foi um vestibular para o que iríamos encarar pela frente na Argentina, a moto já teve que andar um pouco de lado.

 

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Reparem nas copas das árvores, como estava ventando.

 

Aqui é uma região produtora de arroz, nesse caminho ficam as fábricas do Arroz Tio João e do Arroz Camil, pena estar ventando tanto, não paramos para fotografar.

 

Depois de Pelotas entramos na estrada para Chuí, são vários kms com essa vegetação e pastagens, com pouquíssimas cidades nesse trecho, no caminho passamos pela Estação Ecológica do Taim, um lugar muito bonito

 

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Esse deve ser o trecho mais arriscado de trafegar no escuro, vimos muitas carcaças de Capivaras atropeladas, portanto sigam o conselho dado lá em cima, pelos amigos de Guaíba.

 

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Não se preocupem a falha foi nossa, ao bater as fotos andando a patroa acidentalmente mudou a configuração da câmera fotográfica, o efeito ficou tão bom, que resolvemos mostrar.

 

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Esses adesivos ficam num posto Ipiranga um pouco mais a frente à Estação Ecológica Taim, nesse dia tinha combustível, mas como tinhamos abastecido em Pelotas, não precisamos abastecer, valeu pela oportunidade de tirar essas fotos, alguns adesivos aqui são de outros fóruns que os @migos [email protected] participam.

 

Infelizmente um pouco antes desse posto tem um casa abandonada com uma árvore dentro lindíssima, o infelizmente é pq não registramos a imagem na ida e na volta achamos que já tinhamos registrado, vai ficar para a próxima.....hehehehehe

 

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Essa era a paisagem em frente ao posto Ipiranga.

 

Depois disso não paramos mais até a Alfandega brasileira, onde fizemos a declaração de bens, já que não tinhamos levado as NFs de todos os ítens.

Eram por volta de 21 hs e ainda não tinha escurecido, estavamos indo para o Sul, onde o dia dura mais.....hehehehehehehehehehe

 

Chegamos em Chuí e paramos no hotel Bianca, o único com propaganda na cidade, não recomendamos, além de ter sido mais caro, era muito estranho, porém tinha estacionamento.

Jantamos num restaurante chamado Marianella(muito bom e barato, mas modesto, para nós sem problema), foi onde tivemos o primeiro contato com o Castelhano, mas nada que fosse tão difícil de entender, afinal estávamos no lado "brasileiro" de Chuí....heheheheh

Eles falavam português com sotaque.....hehehehehehe

 

Gastos do dia:

 

Hospedagem: 50,00 (era caro para o Chuí...hehehe)

Alimentação: 40,00

Combustível: 67,00

 

Gente vamos parando por aqui amanhã continuo o relato, já na parte boa, o Uruguai....hehehehehehehee

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caaaara, muito legal o relato, meus planos são de ir para o chile, cordilheira dos andes

ai mais tarde ir para ushuaia, deve ser muito legal, ja estou começando a planejar

parabéns!

continua o relato ai que vou ver tudo

 

tenho uma fazer também, vai ser com ela que vou ;D :

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Gente faltou contar um detalhe sobre o trecho Guaíba-Pelota-RS.

 

A estrada é um tapete, vc vê em diversos pontos avisos de que lá se usa borracha na construção, os especialistas afirmam que o custo no curto prazo é menor, mas no longo prazo é melhor.

 

Imagino que sim, pois a moto foi tranquila nesse trecho com pavimento "emborrachado".....hehehehe

 

Detalhe importante, também nesse trecho, encontramos diversas tendas na beira da estrada, com artesanatos indígenas.

 

Pois é, infelizmente não tiramos nenhuma foto, para não causar nenhum problema, mas eles estão lá, são índios que vivem ali.

 

Nos impressionou bastante isso.

 

4º dia - 06/12/2007 - Chuí - RS/Colonia del Sacramento - UR

 

Enfim, estávamos prestes a atravessar a fronteira imaginária que divide Chui de Chuy, ela estava ali, no meio da cidade, de um lado a Av Brasil do outro o Uruguai, para quem foi, não passa de uma calçada no meio da avenida.

 

Pois é, é assim mesmo, uma calçada divide o Brasil do Uruguai naquela cidade.

 

Acordamos cedo e fomos tomar o nosso café da manhã, na lanchonete Marianella, já que no hotel não serviam.

 

Nesse dia tivemos o primeiro contato com a escrita também

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O céu estava lindo, de um Azul bonito

 

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Após carregarmos a moto com todas as bagagens, abasteci a Fazer no Posto Ipiranga que tem na av. de entrada de Chuí(Brasil), tive receio de abastecer logo de cara a gasolina Uruguaia, principalmente depois de ler o relato do tópico da Kaká, na sua bela viagem pelo Uruguai (link: http://www.forumnow.com.br/vip/mensagens.asp?forum=94106&grupo=191948&topico=2979772&nrpag=1).

 

E após isso lá fomos nós, nos aventurando pela primeira vez de motocicleta fora do Brasil.

 

Cruzamos um grupo de 20 Harleys indo para o tal encontro em Punta del Este.

 

Na verdade eles passaram por nós, eu fui devagarzinho, queria curtir aquele momento.

 

Chegamos na fronteira, paramos para as fotos e depois fomos resolver os documentos (o primeiro carimbo no passaporte).

 

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Vejam que o pessoal das Harleys já ficaram alinhados lá no fundo.

 

Enfim entramos na aduana Uruguaia e tivemos uma certa dificuldade com os papéis, um rapaz do grupo da Harley nos ajudou bastante, depois nos deu dicas, sobretudo falou para evitar a região de Corrientes e Entre Rios.

 

Elogiou muito a Argentina e nos desejou sorte.

 

O que fechava a fila nos perguntou se iamos acompanhar o grupo, falei que não, que iriamos mais devagar e que iriamos para outras bandas (nem fazia idéia do caminho deles....heheheheh).

 

Bom, esperamos eles saírem e fomos em frente, sem perceber fomos ultrapassando eles e fomos embora, mas um pouquinho mais a frente, lá foram eles nos passando, foi bom pois iriamos aproveitar o caminho para tirar fotos e eu achando que estava quente, deixei a jaqueta aberta, p... frio....heheheheheheheehhe Um Sol forte, mas um ventinho frio....hehehehehee

 

A paisagem era predominante de pastos, inclusive um pouco a frente na Ruta 9, tinha uma área de preservação, nos surpreendeu é que só tinham Eucalipto e Pinus, a diversidade de espécies arbóreas é muito baixa.

 

Vimos muito desses pássaros, achamos que eram avestruzes, mas ficamos na dúvida....hehehehe

 

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As estradas eram perfeitos tapetes, não se tinha nem emendas, e eram retas e mais retas.

 

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O terreno plano, plano de não conseguir se enxergar onde terminava.

 

As estradas bem sinalizadas

 

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Paramos em Posto Esso em Rocha - UR para fazer um pequeno pit stop, foi uma surpresa grande, pois aceitavam reais (e o tapado aqui achando que seria assim o resto da viagem, nem se preocupou em cambiar, achava que seria rápido e fácil trocar reais em pesos uruguaios no caminho).

 

Compramos um lanchinho e um mapa, a atendente foi super atenciosa, não só conosco mas com todos, dava para entender os elogios, partindo de nós, Uruguaios e até de Argentinos.

 

Cara até o banheiro era limpo, tinha uma placa (faltou foto) que dizia algo assim, se vc não encontrar o banheiro limpo, aperte um botão que um funcionário ira limpá-lo imediatamente, pedia desculpas e agradecia (pensei, igualzinho no Brasil....hehehehhehe).

 

Também foi lá que tivemos a primeira conversa em Castelhano, a moça ficou tentando entender o portunhol (ou seja, português) e nos atender, foi engraçado, pois ela perguntou se queriamos que "calientasse" o hamburguer....hehehehehehe

 

Como achou que não entendiamos, perguntou se queriamos que ela usasse o microondas.

 

Falamos que "sim", sem a menor cerimônia.....hehehehehehe

 

Comemos do lado de fora, tinha um restaurante ao lado, e foi aí que vimos o pessoal das harley.

 

Ao lado tinha esse dog muito bonito, dormindo tranquilamente, até que a dona chamou (bem na hora que fui bater a foto):

 

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Compramos uns Nutris e um refrigerante a patroa já arrumou um cantinho (que virou o cantinho oficial na viagem toda) para amarrá-los:

 

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O pessoal desses carros vieram conversar conosco, tinham passado pelo Brasil e estavam voltando para casa, era aniversário de uma neta de um deles, ficaram acho que 3 meses viajando pela América do Sul, não me recordo mais, no carro tem o site.

 

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Terminamos de comer e seguimos adiante, os amigos harleyros ficaram por lá, impressionante é que tinha um que pegava as motos e uma a uma teve que abastecer e estacionar (acho que era a primeira viagem dele no grupo, deve ser um ritual do tipo "engraxar" as chuteiras....hehehehe).

 

Pois é, lembrem-se que não cambiamos o dinheiro, nem em Chui/RS ou Chuy/UR.

 

Enfim, passamos grandes sustos ao cruzar mais a frente 3 pedágios, ainda bem que moto não paga pedágio....heheheehheehheehe

 

Paramos para descansar novamente numa cidade chamada Pan de Azúcar.

 

Aproveitei para tirar foto dessas flores que nos acompanharam em quase todo o caminho até ali:

 

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Desconfio que o nome da cidade seja por causa desse morro:

 

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Mas no alto do morro, faltou um detalhe, mas tinha essa cruz:

 

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Aqui vimos uma serrinha, mas são tão poucas no Uruguai que resolvemos fotografar:

 

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Enquanto isso a patroa aproveitava para descansar na grama:

 

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Tinha até uma curva pertim....hehehehehe:

 

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Depois tocamos em frente, em Pan de Azúcar, encontramos o primeiro posto PETROBRÁS fora do Brasil, pois é, se lá era Pan de Azúcar, tinha que ter um Posto BR.

 

Um pouco mais a frente a Ruta 9, vira uma pista duplicada, com um guard rail entre as pistas, mais a frente temos a opção de seguir pela Ruta 1 ou pela 9, resolvemos seguir a Ruta 1, e passamos por diversas pontes, com um visual bem interessante:

 

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Mas a frente um espanto, estavamos indo para o lugar errado ?

 

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Galera continuamos amanhã

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Pois é, vcs lembram que eu não cambiei dinheiro nem em Chuy/UR, nem em Rocha/UR.

 

Bom, seguimos a Ruta 1 até Montevideo, com receio de tomarmos uma multa, pois a velocidade máxima permitida é de 60 km/h, no trecho final.

 

Mas, enfim, achando que olhando o GPS, um mapa de Montevideo e com o cartão de débito, conseguiríamos nos virar.

 

Doce ilusão.....hehehehehehe

 

Seguimos a Ruta 1 até o final dela e fomos seguindo placas para o Centro de Montevideo, daí começou a encrenca, não há tantas placas como em SP, por exemplo.

 

Vimos uma única placa que falava de Colonia del Sacramento, e fomos nós atrás dela, perguntamos nos postos que caminho seguir.

 

Mas, sem experiência com castelhano, não conseguimos nos virar.

 

Para ajudar a Fazer entrou na reserva, nenhum problema, ela aguenta 130 km tranquilo e ainda estávamos com gasolina brasileira.

 

Bom, rodamos em Montevideo por cerca de 1h30, usando o mapa e o GPS, foi aí que pintou uma angustia, as placas informavam um caminho que estava bloqueado, o GPS indicava um caminho que não se achava.

 

Paramos em um banco e tentei sacar, doce ilusão, o cartão não funcionou.

 

Mas, como o horário dos bancos lá é diferente, um gerente me atendeu e indicou um caminho para uma casa de câmbio, seguimos até lá, pois eles não faziam câmbio naquele banco.

 

Fizemos um cambio de reias para pesos uruguaios, abasteci a moto (pensei seja o que Deus quiser) num posto ANCAP, ainda bem que alguns dias antes li no tópico do Spidi, sobre a Nafta e pedi para abastecer com Nafta, mais uma vez preocupado em ter entendido direito....hehehehehe

 

Enfim a moto pegou, pegamos informação com o pessoal do posto e lá fomos nós pelo caminho, de repente uma placa indicando Colonia e finalmente o GPS "achou" o caminho....heheheheheheheheheheeh

 

Tanque cheio, rotação perfeita da Fazer (sem nenhuma alteração por causa da gasolina pura) e fomos nós seguindo Ruta 1 com direção a Colonia del Sacramento.

 

Andamos uns 80 kms e paramos em posto que tinha um restaurante (queria recuperar o tempo perdido, mas fiquei preocupado com o fato de estarmos muito tempo andando direto na moto).

 

Comemos um lanche e tomamos uma "gaseosa" (refrigerante) e seguimos nossa viagem, a dona do restaurante e a atendente aproveitaram que fomos embora e também pegaram seu caminho.

 

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Vista da Ruta 1 do Posto.

 

Chegamos em Colonia del Sacramento no finalzinho da tarde, logo na entrada da cidade tem uma placa Porto e BuqueBus, olhando o GPS e um mapa de Colonia del Sacramento (que veio no mapa que compramos do Uruguai).

 

Parei numa loja que tinha a indicação de informações turísticas e BuqueBus, na verdade era uma casa de Câmbio....hehehehehehehe

 

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O atendente pensando que era estrangeiro(foi uma constante na viagem toda, achavam que eu era um japonês, vindo do Japão....heheheh) me respondeu em inglês nada daquilo que tinha perguntado....heheheheheehheheehhe

 

Caçamos onde seria o BuqueBus, meio desesperados por causa do horário, pois era mais ou menos a hora de saída do último ferry naquele dia.

 

Foi aí que nos indicaram que tinhamos que entrar no porto para adquirir as passagens.

 

E lá foi a patroa para dentro do prédio da FerryLiners, tem dois prédios lá, um é do FerryLiners e o outro é o do BuqueBus, enquanto eu tomava um pito de uma policial do porto que falou que estava em local proibido....hehehehe

 

A patroa teve que se virar com o portunhol (coitada, estava um pouco mais perdida do que eu, pois não sabia direito o que iamos fazer lá).

 

Lembrem-se do diálogo, pois faltou ela entender direitim o que era o tal ferry boat e o que tinha que comprar e como ela ficou encarregada da parte de "relações públicas", ela teve que aprender rapidinho como se virar, no final da viagem estava tudo perfeito, se comunicava muy bien.

 

Nesse meio tempo veio um Uruguaio que saiu de um prédio e ficou olhando a Fazer, perguntou muitos dados sobre a Fazer e falou que tinha uma Falcon, adorou a Fazer e viu que eramos do Brasil, depois de um tempo, falou "Voltem para o Brasil, lá sim é muito bom, acá no tiene muitas coisas belas como lá".....heheheheheheheh

 

A patroa finalmente conseguiu se entender com o atendente, comprou as passagens para o Ferry das 10h30 do outro dia.

 

Pegamos a moto e fomos na casa de câmbio que era informações turísticas, mas que só tinha o atendente da casa de câmbio, trocamos reais em pesos argentinos e pegamos indicações de hospedagem baratas na região.

 

Indicaram para a patroa uma hostelaria (tinha um panfleto num dos balcões) e um hotel, o atendente recomendou o hotel e falou que a hostelaria não era muito boa.

 

Fomos nos dois, no hotel ficaraia em 120 pesos argentinos com estacionamento (não me recordo como se fala estacionamento no Uruguai, mas é diferente de cochera que é como se fala na Argentina).

 

Fomos na hostelaria do panfleto, foi ótimo, o clima era legal, tinha um quarto para casal e a moto ficou estacionada dentro da hostelaria, tinham pessoas de várias partes do mundo, e aproveitamos para "lavar" as roupas, já que tinhamos um quarto só nosso, com 3 beliches e 1 cama de casal, com banheiro privativo.

 

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Deixamos nossas coisas de valor trancadas no bauleto da moto e saímos para "jantar" e ligar para os parentes, foi um trabalho, não sabiamos como ligar a cobrar do Uruguai (aliás não sabemos até hj), mas compramos um cartão numa banca que custava 100 pesos uruguaios, algo como 10 reais (menos até) e dava 40 minutos de conversa com o Brasil, foi aí que conseguimos avisar os parentes.

 

Feito isso comemos 3 super panchos num quiosque ali mesmo (2 cachorros quentes para mim e 1 para a patroa).

 

Voltamos para a hostelaria e fomos descansar, afinal em 1 dia atravessamos de ponta a ponta o Uruguai...hehehehehehe.

 

Gastos do dia:

 

Hospedagem: Hostel El Espanol - 66,00 (pesos argentinos) - 45,52 Reais

 

Combustível:

Ipiranga Chui/RS 40,00

ANCAP Montevideo 304,00 pesos uruguaios - 26,90 reais.

 

Alimentação:

Posto Esso - Rocha/UR 18,00 reais

Posto - Ruta 1 - 50,00 pesos uruguaios - 4,42 reais

Super Pancho/Colonia/UR - Quiosque - 60,00 pesos uruguaios - 5,31 reais

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caaaara, muito legal o relato, meus planos são de ir para o chile, cordilheira dos andes

ai mais tarde ir para ushuaia, deve ser muito legal, ja estou começando a planejar

parabéns!

continua o relato ai que vou ver tudo

 

tenho uma fazer também, vai ser com ela que vou ;D :

normal_fazerys250_2011_8.jpg

 

Fala stkhipnotic, blz ?

 

Cara a minha foi e voltou de Ushuaia e foi e voltou do Atacama e de MP (tô postando o outro relato também), tirando o desgaste de uma relação paralela, do pneu traseiro (viagem para Ushuaia) e uma bateria que arriou (na viagem para o Atacama e MP) não tive problema algum.....

 

Foi subir na moto e andar todos os dias.... heheheheheheheheheheeheheheh

 

Detalhe importante é ir sempre com a moto sempre revisadinha e com peças novas (pneu, relação, etc.) para não correr risco, fora do país é mais difícil de achar peças para a Fazer, mesmo sendo importada na Argentina (lá ela é YBR 250), vc vai ver mais sobre, nesse relato aqui na parte de Comodoro Rivadávia.

 

No mais é isso,

 

Grande abraço,

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Video 2 :

 

 

 

 

 

5º dia - 07/12/2007 - Colonia del Sacramento - UR/Benito Juarez - AR

 

Acordamos cedo, queríamos tomar um desayuno e seguir para o Ferry, tudo isso pq imaginávamos que teríamos alguns problemas com nosso portunhol e com mais uma Aduana (ou duas não sabíamos).

 

O desayuno (café da manhã) no albergue começaria a ser servido às 08:30, estávamos com as coisas prontas na moto, por volta desse horário, mas no Uruguai, as coisas começam mais tarde, portanto a dona do albergue, ainda estava chegando esse horário.

 

Resolvemos ir para a rua e tentar comer numa panaderia(padaria), mas fomos andando e nada de encontrar uma aberta, tudo fechado....hehehe

 

Perguntamos para um senhor que estava varrendo a calçada em frente a delegacia do turista e ele respondeu brincando, aca, aca no tiene nada aberto até as 09 hs.....hehehehehehehe

 

Putz voltamos para o hotel e como estávamos adiantandos resolvi "sacar" uns fotos.

 

Colonia é uma cidade muito arborizada

 

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As ruas são tranquilas e quase não havia movimento naquele horário

 

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Aqui uma foto de uma escola, elas são muito coloridas, não vimos as crianças indo para as escolas em toda a viagem, não sabemos se havia uniforme, mas, as escolas são bem pintadas e aparentemente conservadas, além de que todas(sem distinção de localidade, seja rural ou urbana), tem a bandeira do país, seja na Argentina, seja no Uruguai, chama a atenção esse cuidado com a nacionalidade das crianças, algo que acho que nós perdemos.

 

Conversando com o Gilberto, ele sugeriu que foi por causa do regime militar (o hábito de formar filas em frente a bandeira e cantar o hino, isso tinha na minha infância, ainda sob o regime militar) que agora tentamos desfazer esses costumes, concordo com ele.

 

O grande problema é que parece que perdemos a nossa essência de brasileiros, somos um país extremamente grande, rico e somos tão pobres ao mesmo tempo(isso ficou bem evidente em nossa jornada).

 

Enfim, deixando esses assuntos "chatos" de lado, voltemos a nossa andança em Colônia.

 

Vimos muitas motos pequenas, como a Kaká já tinha mencionado no relato dela.

 

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O engraçado é que lá é permitido andar de motocicleta sem capacete, e vemos as pessoas andando nas ruas de scooter, com crianças, às vezes em 4 na moto, sem problema algum.

 

Vimos bastante senhoras andando de moto também, deu pra sentir que a moto lá não é discriminada como aqui.

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