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#1187330 por bruna.cantarelli
12 Mai 2016, 22:56
Olá pessoal, estou indo para Colômbia no final do mês, é meu primeiro mochilão e estou com dúvida em relação ao dinheiro, vou ficar 21 dias no país e irei visitar as cidades: Bogotá, Salento, Guatapé, Medellin, Cartagena, Santa Marta, e estou em dúvida sobre levar tudo em dinheiro vivo do Brasil ou utilizar o cartão de crédito, alguém sabe me dizer o que é melhor? Já que além da segurança, tenho medo de não encontrar caixas eletrônicos com facilidade.

Obrigada!

#1187364 por guisrd
13 Mai 2016, 00:43
Cara Bruna, pelo que andei pesquisando (vou pra Colômbia TB só que em julho) está valendo a pena comprar dólar no Brasil e trocar por lá, mas não no aeroporto, se for trocar no aeroporto troque o mínimo possível, pois em qualquer lugar aeroportos tem péssimas cotações.
#1187365 por guisrd
13 Mai 2016, 00:47
Diz que em Bogotá o melhor câmbio é perto da rodoviária da cidade, talvez não seja rota passar por lá, mas não sendo no aeroporto pelo que me informei Bogotá achará a melhor cotação da Colômbia
#1187555 por LF Brasilia
13 Mai 2016, 23:15
Bruna, voltei de Medellín há pouco menos de 1 semana.

Levei dólares e um cartão VTM carregado em euros. Normalmente a relação euro/dólar é mais baixa na Colômbia do que no Brasil (ou seja, levar dólares é mais interessante que levar euros), porém eu já tinha esse cartão e aproveitei. Além disso, hoje a relação euro/dólar está bem parecida nos dois países.

Para sair do aeroporto de Medellin, troquei dinheiro já no aeroporto de Brasília, no salão de embarque. Troquei R$161 por COL100.000, o que dá uma cotação nem um pouco simpática de COL621/R$. Troquei reais porque não sabia se meus dólares e euros seriam suficientes, mas foram.

No shopping Unicentro vi várias casas de câmbio. As variações entre elas eram grandes. Troquei alguns dólares numa casa que fazia COL2.670 para compra e R$3.000 para venda, isso no início de abril.

Para a hospedagem eu tinha feito um adiantamento pelo PayPal. Quando cheguei paguei o restante em dólares mesmo. O dono aceitou numa boa e evitei perder dinheiro em mais uma conversão.

No final das contas optei por priorizar os gastos com o cartão VTM, já que no Brasil não tem grande utilidade. Também usei o VTM para sacar. Como existe uma tarifa de 2,50 euros/saque, procurei retirar valores da ordem de 400.000 a 600.000 pesos. Deu uma taxa de COL 3.250/euro, fora a tarifa de saque. A casa de câmbio anunciava COL3.370/euro, mas não sei se para compra ou para venda.

Não tive dificuldades para encontrar terminais de saque. A escola de idiomas ficava perto de um shopping com terminais de vários bancos, e no campus havia terminais também. Mas talvez em algumas cidades menores seja mais difícil.

Quanto à segurança: de modo geral senti-me bastante segura, sim, mas alguns lugares (ex: Plaza Botero) exigem um pouco de atenção. Nada que nós brasileiros não possamos tirar de letra. Também vale a pena observar que a cidade acorda e dorme mais cedo: por exemplo, o shopping perto do curso fechava às 21h e não às 22h.

Li alguma coisa a respeito de risco de clonagem de cartões; não sei se é um risco maior do que o que corremos no Brasil; mas bem, só para dizer que o cartão não necessariamente é mais seguro que dinheiro vivo.

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