[Ok, Helsinki não faz parte do chamado Leste Europeu, mas foi lá que a viagem começou, por uma questão de logística apenas. E ainda deu tempo para uma caminhada por Paris na volta.]
Viagem realizada em abril/2011 durante três semanas. Vou primeiro escrever as informações gerais, depois vou postando paulatinamente sobre cada lugar, incluindo fotos.
Por que o Leste Europeu?
Depois de ter conhecido boa parte da Europa Central no ano passado, decidimos conhecer o Leste dessa vez. Mas não queríamos ficar restritos ao Leste tradicional (Budapeste, Cracóvia), queríamos aprofundar um pouco a viagem. Queríamos conhecer países menos badalados no roteiro turístico. Acabou que conhecemos vários países e, embora talvez pareça, não foi nada corrido. Pelo contrário, sobrou tempo em todos os lugares em que estivemos. E foi ótima!
Por onde estivemos
Finlândia (Helsinque)
Estônia (Tallinn)
Letônia (Riga)
Lituânia (Vilnius, Trakai)
Polônia (Varsóvia, Cracóvia, Oswiecim, Wieliczka)
Hungria (Budapeste, Szentendre)
Croácia (Zagreb)
Eslovênia (Ljubljana, Bled)
[Na volta ainda deu tempo de passear umas duas horas em Paris]
O roteiro no Google Maps (foi mais ou menos assim...)
Minha idéia inicial era conhecer mais países da antiga Iugoslávia, mas a Sérvia estragou meus planos com a necessidade de visto prévio e cheio de burocracia. Acabei retirando a Sérvia (e Bósnia subsequentemente, por logística) do roteiro e incluí os países Bálticos. Como era complicado chegar de avião até Tallinn, incluí um dia em Helsinki, de onde pegamos facilmente um ferry até lá. De quebra curtimos algum tempo na bela cidade de Helsinki, onde já estivemos antes. Todos os trajetos internos no Leste foram realizados por terra ou mar.
O roteiro mais detalhado:
Dia 1 - Rio-Paris (avião)
Dia 2 - Paris-Helsinki (avião, conexão)
Dia 3 - Helsinki-Tallin (ferry à tarde)
Dia 4 - Tallin
Dia 5 - Tallin-Riga (ônibus de manhã)
Dia 6 - Riga
Dia 7 - Riga-Vilnius (ônibus de manhã)
Dia 8 - Vilnius (ônibus noturno para Varsóvia)
Dias 9/10 - Varsóvia
Dia 11 – Varsóvia-Cracóvia (trem de manhã)
Dia 12 – Cracóvia
Dia 13 – Cracóvia-Oswiecim-Cracóvia (ônibus)
Dia 14 – Cracóvia-Wieliczka-Cracóvia (ônibus; trem noturno para Budapeste)
Dias 15/16 – Budapest
Dia 17 – Budapest-Szentendre-Budapest (trem, ônibus)
Dia 18 – Budapest-Zagreb (trem de manhã)
Dia 19 – Zagreb
Dia 20 – Zagreb-Ljubljana-Bled (trem, ônibus)
Dia 21 – Bled
Dia 22 – Bled-Ljubljana (ônibus)
Dia 23 – Ljubljana-Paris-Rio (avião)
Livros/Guias de viagem
Usei majoritariamente um guia Lonely Planet do Leste Europeu. Serviu sobretudo para eu escolher os lugares para ir e, assim, poder organizar a viagem. Como fontes secundárias, usei também o Guia do Viajante, In the pocket, City Spy e Wikitravel (em inglês), além de outras fontes mais pontuais.
Em todos os lugares ficamos em quarto de casal com banheiro dentro e todos os lugares atenderam às nossas expectativas (tenham em mente que somos muito tranquilos em relação a onde dormir, e praticamente só damos as caras nos hotéis/albergues para dormir mesmo!). O único que tivemos algum tipo de problema foi o Nathan’s, mas relatamos os problemas e eles foram receptivos para saná-los.
Para escolha dos lugares, em primeiro lugar eu focava numa determinada área -- com distância caminhável (até 2 km) dos pontos de chegada e saída e das atrações. Isso porque preferimos *sempre* andar. Seja da, ou para, a estação (de trem ou ônibus), seja para o coração das atrações da cidade.
Depois de selecionada a área, procuro o local com melhor custo benefício (menor custo!), com preferência para albergues, desde que o quarto seja privativo e com banheiro e que não seja esculhambado nas avaliações. A única exceção a essas regras foi em Bled, que eu queria ficar num lugar melhor.
Sempre verifico avaliações anteriores em 3 sites: Booking.com, Hostelworld.com (e quase todas as reservas foram feitas através desses dois sites) e Tripadvisor.com.
Estilo de viagem
Andamos muito, o dia inteiro. Viajamos essencialmente para conhecer os lugares (andando!), por isso acordamos e saímos cedo para passear (9hs no máximo) e dormimos cedo (com exceções, claro). Preferimos essencialmente o ar livre a lugares fechados e só entramos em museus se for de efetivo interesse -- ou, claro, em casos de chuva forte, quando ativamos o plano B (Plano B = lugares fechados). Evitamos ao máximo comprar tours, pacotes, o que for. Preferimos fazer tudo por conta própria -- mais pela liberdade e pelo barato da coisa do que por questões financeiras.
Almoçamos cerveja (com eventual tira-gosto) e jantamos bem. Curtimos comer bem, sobretudo pratos locais, mas isso não é regra: podemos comer num restaurante mais bacana num dia e na barraquinha da rua no outro.
Tempo
Esperávamos por algo entre 0 e 10 graus nos primeiros lugares, com grandual aquecimento ao longo da viagem. Saiu como esperado. Frio na primeira semana (Bálticos), surpreendentemente quente na segunda (Polônia, Hungria), chuvinha e algum friozinho na terceira (Croácia, Eslovênia). Raras vezes a chuva nos impediu de passear, e, ainda assim, somente por minutos. Havia boa quantidade de neve ainda em Tallinn, mas de Varsóvia em diante não mais.
Moedas
Muitos países, muitas moedas, muitos câmbios a ficar calculando. Levei euros e usei nos países que já adotam o Euro (Finlândia, Estônia e Eslovênia), nos outros eu preferia sacar nos ATMs da vida. Quando sobrava, trocava na cidade seguinte pela moeda local. Os hotéis onde reservei em euros (todos, exceto os da Polônia) aceitaram o pagamento em euros. Achei a Riga e Budapeste especialmente caras para o que eu esperava. As demais cidades do Leste foram mais em conta -- tendo sempre o euro como parâmetro. Usar o real como parâmetro faz mal à sua viagem.
Vistos/fronteiras
Além da entrada da Europa, só houve verificação de passaporte na entrada/saída da Croácia, que ainda não faz parte da EU.
Línguas
Problema zero. O inglês é tudo. Sem inglês, e sem saber as línguas locais (lembre-se de que cada país desta viagem tem sua própria língua), sugiro não fazer esta viagem por conta própria. Até levamos um impresso com algumas figuras indicativas (icoon!) para eventuais emergências, mas jamais usamos. Todos com quem tivemos contato falavam inglês, até mesmo quem não precisava (caixas de mercado, farmácia, etc.). Até onde me lembro, todos os atrativos turísticos em que estivemos tinham informações também em inglês.
Transportes
Rio – Paris – Helsinki (avião, Air France)
Ljubljana – Paris – Rio (avião, Air France) – o aéreo total saiu por cerca de R$ 2,2 mil.
[trajeto (forma, valor individual, cia)]
Helsinki – Tallin (ferry, 36 euros, Viking Line)
Tallin – Riga (ônibus, 18 euros, Eurolines)
Riga – Vilnius (ônibus, 16 euros, Eurolines)
Vilnius – Varsóvia (ônibus, 17 euros, Eurolines)
Varsóvia – Cracóvia (trem, 37 zloty)
Cracóvia – Budapeste (trem, 159 zloty)
Budapeste – Zagreb (trem, 8.100 florint)
Zagreb – Ljubljana (trem, 101 kunas)
Ljubljana – Bled – Ljubljana (ônibus, 7 euros cada)
Dicas:
Reservei daqui o ferry para Tallinn (basta um e-mail, mas você paga 5 euros pela reserva). Fora isso, só tinha comprado o trecho Vilnius-Varsóvia (era um único ônibus noturno e era possível comprar pela Inet, achei melhor garantir). Os demais, comprei lá.
Os Eurolines podem ser comprados antecipadamente pela Inet. Os trens eu deixei para comprar por lá. O site geralmente indicado para se comprar daqui do Brasil, raileurope, tem preços assustadoramente caros. Como exemplo, o trecho Cracóvia-Budapeste aparecia por pouco mais de 100 euros (equivalentes) no site. Compramos por cerca de 40 euros na Polônia.
Na Polônia, assim como em outros lugares, procure pelos guichês de “International”, onde falam inglês. Ajuda também se você já tiver pesquisado e impresso as suas rotas, inclusive com horários e os trens -- isso poderá livrá-lo de uma longa fila no balcão de informações e/ou no guichê internacional!
Havia uma certa apreensão quanto ao trem noturno Cracóvia-Budapeste (fala-se de roubos em trens noturnos na Polônia), mas o problema foi zero. Pelo contrário, foi até muito divertido porque felizmente ficamos numa cabine com uma dupla festeira de americanos.
Transportes internos
Exceto táxi, acho que usamos todos os tipos de transporte na viagem, tanto entre cidades como dentro das cidades. Nunca tinha sido solicitado a mostrar meus bilhetes em transportes dentro das cidades, mas dessa vez um fiscal me pediu em Budapeste -- e duas vezes numa mesma viagem de tram! Parece que andaram dando muito calote por lá, então eles reforçaram a fiscalização. Os ficais falavam um inglês básico, mas, claro, davam um desconto para uns turistas que não sabiam validar os bilhetes na maquininha manual de lá.
Viagem mochileira: chegando a Budapeste em trem noturno desde a Cracóvia
=> Na próxima postagem: depois de uma rápida passagem por Helsinki, a bela Tallinn.
[Ok, Helsinki não faz parte do chamado Leste Europeu, mas foi lá que a viagem começou, por uma questão de logística apenas. E ainda deu tempo para uma caminhada por Paris na volta.]
Viagem realizada em abril/2011 durante três semanas. Vou primeiro escrever as informações gerais, depois vou postando paulatinamente sobre cada lugar, incluindo fotos.
Por que o Leste Europeu?
Depois de ter conhecido boa parte da Europa Central no ano passado, decidimos conhecer o Leste dessa vez. Mas não queríamos ficar restritos ao Leste tradicional (Budapeste, Cracóvia), queríamos aprofundar um pouco a viagem. Queríamos conhecer países menos badalados no roteiro turístico. Acabou que conhecemos vários países e, embora talvez pareça, não foi nada corrido. Pelo contrário, sobrou tempo em todos os lugares em que estivemos. E foi ótima!
Por onde estivemos
Finlândia (Helsinque)
Estônia (Tallinn)
Letônia (Riga)
Lituânia (Vilnius, Trakai)
Polônia (Varsóvia, Cracóvia, Oswiecim, Wieliczka)
Hungria (Budapeste, Szentendre)
Croácia (Zagreb)
Eslovênia (Ljubljana, Bled)
[Na volta ainda deu tempo de passear umas duas horas em Paris]
O roteiro no Google Maps (foi mais ou menos assim...)
Minha idéia inicial era conhecer mais países da antiga Iugoslávia, mas a Sérvia estragou meus planos com a necessidade de visto prévio e cheio de burocracia. Acabei retirando a Sérvia (e Bósnia subsequentemente, por logística) do roteiro e incluí os países Bálticos. Como era complicado chegar de avião até Tallinn, incluí um dia em Helsinki, de onde pegamos facilmente um ferry até lá. De quebra curtimos algum tempo na bela cidade de Helsinki, onde já estivemos antes. Todos os trajetos internos no Leste foram realizados por terra ou mar.
O roteiro mais detalhado:
Dia 1 - Rio-Paris (avião)
Dia 2 - Paris-Helsinki (avião, conexão)
Dia 3 - Helsinki-Tallin (ferry à tarde)
Dia 4 - Tallin
Dia 5 - Tallin-Riga (ônibus de manhã)
Dia 6 - Riga
Dia 7 - Riga-Vilnius (ônibus de manhã)
Dia 8 - Vilnius (ônibus noturno para Varsóvia)
Dias 9/10 - Varsóvia
Dia 11 – Varsóvia-Cracóvia (trem de manhã)
Dia 12 – Cracóvia
Dia 13 – Cracóvia-Oswiecim-Cracóvia (ônibus)
Dia 14 – Cracóvia-Wieliczka-Cracóvia (ônibus; trem noturno para Budapeste)
Dias 15/16 – Budapest
Dia 17 – Budapest-Szentendre-Budapest (trem, ônibus)
Dia 18 – Budapest-Zagreb (trem de manhã)
Dia 19 – Zagreb
Dia 20 – Zagreb-Ljubljana-Bled (trem, ônibus)
Dia 21 – Bled
Dia 22 – Bled-Ljubljana (ônibus)
Dia 23 – Ljubljana-Paris-Rio (avião)
Livros/Guias de viagem
Usei majoritariamente um guia Lonely Planet do Leste Europeu. Serviu sobretudo para eu escolher os lugares para ir e, assim, poder organizar a viagem. Como fontes secundárias, usei também o Guia do Viajante, In the pocket, City Spy e Wikitravel (em inglês), além de outras fontes mais pontuais.
Onde ficamos
[cidade - lugar - valor diária]
Helsinki – Scandic Grand Marina – 87 euros
Tallinn – Park Inn – 44 euros
Riga - Ekes Konvents – 55 euros
Vilnius – Hostelgate – 34 euros
Varsóvia – Oki Doki Hostel – 209 zloty
Cracóvia - Nathans’s Villa – 184 zloty
Budapeste - Hostel Marco Polo – 47 euros
Zagreb - Fulir Hostel – 45 euros
Bled - Garni Hotel Berc – 70 euros
Ljubljana - Zeppelin Hostel – 50 euros
Em todos os lugares ficamos em quarto de casal com banheiro dentro e todos os lugares atenderam às nossas expectativas (tenham em mente que somos muito tranquilos em relação a onde dormir, e praticamente só damos as caras nos hotéis/albergues para dormir mesmo!). O único que tivemos algum tipo de problema foi o Nathan’s, mas relatamos os problemas e eles foram receptivos para saná-los.
Para escolha dos lugares, em primeiro lugar eu focava numa determinada área -- com distância caminhável (até 2 km) dos pontos de chegada e saída e das atrações. Isso porque preferimos *sempre* andar. Seja da, ou para, a estação (de trem ou ônibus), seja para o coração das atrações da cidade.
Depois de selecionada a área, procuro o local com melhor custo benefício (menor custo!), com preferência para albergues, desde que o quarto seja privativo e com banheiro e que não seja esculhambado nas avaliações. A única exceção a essas regras foi em Bled, que eu queria ficar num lugar melhor.
Sempre verifico avaliações anteriores em 3 sites: Booking.com, Hostelworld.com (e quase todas as reservas foram feitas através desses dois sites) e Tripadvisor.com.
Estilo de viagem
Andamos muito, o dia inteiro. Viajamos essencialmente para conhecer os lugares (andando!), por isso acordamos e saímos cedo para passear (9hs no máximo) e dormimos cedo (com exceções, claro). Preferimos essencialmente o ar livre a lugares fechados e só entramos em museus se for de efetivo interesse -- ou, claro, em casos de chuva forte, quando ativamos o plano B (Plano B = lugares fechados). Evitamos ao máximo comprar tours, pacotes, o que for. Preferimos fazer tudo por conta própria -- mais pela liberdade e pelo barato da coisa do que por questões financeiras.
Almoçamos cerveja (com eventual tira-gosto) e jantamos bem. Curtimos comer bem, sobretudo pratos locais, mas isso não é regra: podemos comer num restaurante mais bacana num dia e na barraquinha da rua no outro.
Tempo
Esperávamos por algo entre 0 e 10 graus nos primeiros lugares, com grandual aquecimento ao longo da viagem. Saiu como esperado. Frio na primeira semana (Bálticos), surpreendentemente quente na segunda (Polônia, Hungria), chuvinha e algum friozinho na terceira (Croácia, Eslovênia). Raras vezes a chuva nos impediu de passear, e, ainda assim, somente por minutos. Havia boa quantidade de neve ainda em Tallinn, mas de Varsóvia em diante não mais.
Moedas
Muitos países, muitas moedas, muitos câmbios a ficar calculando. Levei euros e usei nos países que já adotam o Euro (Finlândia, Estônia e Eslovênia), nos outros eu preferia sacar nos ATMs da vida. Quando sobrava, trocava na cidade seguinte pela moeda local. Os hotéis onde reservei em euros (todos, exceto os da Polônia) aceitaram o pagamento em euros. Achei a Riga e Budapeste especialmente caras para o que eu esperava. As demais cidades do Leste foram mais em conta -- tendo sempre o euro como parâmetro. Usar o real como parâmetro faz mal à sua viagem.
Vistos/fronteiras
Além da entrada da Europa, só houve verificação de passaporte na entrada/saída da Croácia, que ainda não faz parte da EU.
Línguas
Problema zero. O inglês é tudo. Sem inglês, e sem saber as línguas locais (lembre-se de que cada país desta viagem tem sua própria língua), sugiro não fazer esta viagem por conta própria. Até levamos um impresso com algumas figuras indicativas (icoon!) para eventuais emergências, mas jamais usamos. Todos com quem tivemos contato falavam inglês, até mesmo quem não precisava (caixas de mercado, farmácia, etc.). Até onde me lembro, todos os atrativos turísticos em que estivemos tinham informações também em inglês.
Transportes
Rio – Paris – Helsinki (avião, Air France)
Ljubljana – Paris – Rio (avião, Air France) – o aéreo total saiu por cerca de R$ 2,2 mil.
[trajeto (forma, valor individual, cia)]
Helsinki – Tallin (ferry, 36 euros, Viking Line)
Tallin – Riga (ônibus, 18 euros, Eurolines)
Riga – Vilnius (ônibus, 16 euros, Eurolines)
Vilnius – Varsóvia (ônibus, 17 euros, Eurolines)
Varsóvia – Cracóvia (trem, 37 zloty)
Cracóvia – Budapeste (trem, 159 zloty)
Budapeste – Zagreb (trem, 8.100 florint)
Zagreb – Ljubljana (trem, 101 kunas)
Ljubljana – Bled – Ljubljana (ônibus, 7 euros cada)
Dicas:
Reservei daqui o ferry para Tallinn (basta um e-mail, mas você paga 5 euros pela reserva). Fora isso, só tinha comprado o trecho Vilnius-Varsóvia (era um único ônibus noturno e era possível comprar pela Inet, achei melhor garantir). Os demais, comprei lá.
Os Eurolines podem ser comprados antecipadamente pela Inet. Os trens eu deixei para comprar por lá. O site geralmente indicado para se comprar daqui do Brasil, raileurope, tem preços assustadoramente caros. Como exemplo, o trecho Cracóvia-Budapeste aparecia por pouco mais de 100 euros (equivalentes) no site. Compramos por cerca de 40 euros na Polônia.
Na Polônia, assim como em outros lugares, procure pelos guichês de “International”, onde falam inglês. Ajuda também se você já tiver pesquisado e impresso as suas rotas, inclusive com horários e os trens -- isso poderá livrá-lo de uma longa fila no balcão de informações e/ou no guichê internacional!
Havia uma certa apreensão quanto ao trem noturno Cracóvia-Budapeste (fala-se de roubos em trens noturnos na Polônia), mas o problema foi zero. Pelo contrário, foi até muito divertido porque felizmente ficamos numa cabine com uma dupla festeira de americanos.
Transportes internos
Exceto táxi, acho que usamos todos os tipos de transporte na viagem, tanto entre cidades como dentro das cidades. Nunca tinha sido solicitado a mostrar meus bilhetes em transportes dentro das cidades, mas dessa vez um fiscal me pediu em Budapeste -- e duas vezes numa mesma viagem de tram! Parece que andaram dando muito calote por lá, então eles reforçaram a fiscalização. Os ficais falavam um inglês básico, mas, claro, davam um desconto para uns turistas que não sabiam validar os bilhetes na maquininha manual de lá.
Viagem mochileira: chegando a Budapeste em trem noturno desde a Cracóvia
=> Na próxima postagem: depois de uma rápida passagem por Helsinki, a bela Tallinn.
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