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  1. Olá Michel! Eu utilizei as duas formas de pagamento: Dinheiro e VTM (mais seguro). Para os restaurantes, sempre que aceitavam, eu usava o cartão de crédito. Obrigada por estar acompanhando o relato! :'> Tá aí, hoje atualizei e postei sobre Veneza.
  2. Oi Michel! Hum, eu não fui no Museu de Nápoles, então não posso comentar nada Mas o meu marido já foi e disse que gostou muito. Ele não lembra o preço, mas talvez tenha alguma coisa no site do museu. Se tiver mais alguma dúvida, pode perguntar! :'> Ficarei feliz se puder ajudar!
  3. Oi Sunny! Que legal que você gostou das fotos! Pois é, às vezes é difícil tirar uma foto boa com tanta gente no meio, luz que não ajuda. Mas enfim, acho que o importante é a recordação da viagem Eu não tive nenhum grande problema com os dois vôos que fiz pela Ryanair. Só um pequeno contratempo com relação ao peso da mala. O que acontece é que eles são mesmo rígidos com isso. Se você pagar a taxa relativa a uma bagagem de 10kg, eles só vão aceitar que você despache uma bagagem com, no máximo, 10,3kg (sim, tem uma pequena folga). No meu caso, no último voo a mala estava com quase 11kg. Aí tive que abri-la (ali mesmo, na fila do check in) e retirar alguns objetos para que pudesse dar o peso certo e despachar. Os objetos que tirei, guardei na minha bolsa de mão. Então é isso, só fica ligada com relação ao peso da mala. Tudo o mais é tranquilo. Ah, e aproveita pra comprar uma raspadinha com as aeromoças
  4. Oi SCristina! Fui em junho/2011. Por nada, se tiver mais alguma dúvida, pode perguntar :'>
  5. Oi hardaway! Legal que está gostando do relato. :'> Pois é, minha câmera não é profissional e a fotógrafa aqui também não é lá grandes coisas, por isso as fotos não saíram incríveis. Mas, mesmo assim, valem a pena, afinal são recordação da minha viagem
  6. Olá SCristina! Sim, comprei tudo por aqui. Hospedagem (albergues) pelo site Hostels.com; passagens de trem pela Trenitalia e passagens de avião (Veneza-Paris e Paris-Barcelona) pela Ryanair. Olha, comprei tudo com uma semana de antecedência (loucura!) e ainda consegui encontrar bons preços (mas fui em baixa temporada). A única coisa que me dei mal foi com o hostel em Paris. O único que ainda tinha vagas era uma porcaria!
  7. Introdução [align=]Oi pessoal! Aqui vai o relato da viagem que fiz à Europa em junho/2011. Espero que seja útil aos mochileiros que pretendem visitar o Velho Continente.Também agradeço pelas informações que vocês disponibilizaram aqui, pois ajudaram muito no planejamento da minha viagem! Tenho que dizer que fiz essa trip na cara e na coragem... Passei meses montando o roteiro, mas por “forças maiores”, somente pude confirmar a viagem (comprar as passagens, hospedagem, seguro, etc.) com uma semana antes de embarcar! Tive que diminuir a quantidade de dias da viagem e acabei cortando duas cidades (Madrid e Florença). Mas enfim, aproveitei muito e apesar de ter sido em cima da hora, acho que consegui um bom preço (apesar de ter entrado numa furada com o hostel em Paris). Passagem Aérea Ida: Rio – Roma, com conexão em Lisboa (TAP) Retorno: Barcelona – Rio, com conexão em Lisboa (TAP) Preço: R$ 1906,70 Seguro Viagem Fiz pela internet com a Mondial Travel. Preço: R$145,38[/align] Roteiro Roma – 4 dias Nápoles – 3 dias Veneza – 1 dia Paris – 4 dias Barcelona – 3 dias Roma Hospedagem Fiquei hospedada numa pequena pousada, chamada La Farfalla B&B. A diária foi €45, em quarto duplo. Localização maravilhosa, na Via Giovanni Lanza, perto do metrô e a 10 minutos de caminhada do Coliseu. Preço: €22,50 a diária (Por pessoa em quarto duplo) Pontos positivos: Localização, limpeza. Pontos negativos: Não tinha café da manhã. La Farfalla B&B – Via Giovanni Lanza, 99 - Roma, Itália No geral, recomendo! :'> Chegada - 20/06/2011 [align=]Desembarquei em Roma no início da tarde, após o voo de conexão em Lisboa. Foi bem fácil ir do aeroporto para o centro da cidade, com o trem Leonardo Express. A estação de embarque fica praticamente dentro do aeroporto, com acesso por uma escada rolante. Depois de 30 minutos de viagem, chega-se à estação de Termini. De lá até a pousada onde fiquei hospedada foram apenas 10 minutos de caminhada. Neste dia, o programa para a noite foi uma pizza num barzinho perto da pousada. Gastos do dia Trem Leonardo Express: €14 Alimentação: €12 (jantar: pizza + vinho da casa)[/align] Passeios Dia 1 - Coliseu, Fori Imperiali, Trastevere - 21/06/2011 [align=]Comecei o dia visitando o Coliseu, muito imponente visto de fora, já o interior está bem deteriorado. Agradeci milhões de vezes por ter me lembrado de comprar, em uma banca de jornal, o Roma Pass, o cartão turístico da cidade. Custou mais caro que a entrada ao Coliseu, mas tinha acesso diferenciado (“furei” uma fila gigantesca na entrada, devo ter economizado umas 2 horas). O cartão também dava acesso a outras atrações e transporte gratuito na cidade. Mais tarde, segui para o Fori Imperiali. Particularmente, não gostei. Achei muito sem graça. O local está totalmente em ruínas, é preciso muita imaginação pra perceber como era antigamente. À noite, fui conhecer a área de Trastevere, pois tinha lido que era um dos melhores locais em Roma para ir à noite. Realmente, o bairro é maravilhoso, com vários barzinhos, uma feirinha na margem do rio e muita gente nas ruas. Recomendadíssimo! Gastos do dia Alimentação: €24,50 (Café da manhã, almoço - lasanha, sorvete e jantar – pizza+cerveja) Roma Pass: €25 Táxi: €10 (De Trastevere para o hostel)[/align] Dia 2 - Vaticano e Fontana di Trevi - 22/06/2011 [align=]Esse dia era uma quarta-feira, dia da semana em que o Papa faz celebração na Praça de São Pedro, quando ele está na cidade. Então, é claro, aproveitei a minha sorte e fui conhecer o Vaticano. Peguei o metrô para ir ao Vaticano e enfrentei a multidão para conseguir um espaço na Praça. Valeu a pena, pois deu pra ver o papa bem de pertinho, circulando a praça com o “papa-móvel”. Já com o Museu do Vaticano, não tive tanta sorte...Saí da praça e fui em direção ao museu. A fila estava quilométrica! Tentei dar o “golpe do Roma Pass”, mas não funcionou. O cartão não era válido para o Vaticano. Quando retornei, após almoçar e visitar a Basílica, a bilheteria já estava fechada, às 16:15hs...Enfim, desencanei e resolvi voltar pra pousada e descansar um pouco. Reservei a noite deste dia para conhecer a área da Fontana di Trevi. Tenho que deixar registrado aqui que amei o lugar, acredito que foi o monumento que mais me impressionou em Roma. Não sei por quê. Talvez pela lenda que envolve o local, e por ver que tantos e tantos se encantaram pela cidade e tem o desejo de retornar. Ah sim, é claro, eu também joguei a minha moedinha. Se a lenda for verdadeira, gostaria de voltar a Roma nem que fosse para jogar outra moeda na Fontana... Mas não só o monumento, também a área ao seu redor é bastante interessante. Várias opções de bares e restaurantes no melhor estilo “cantina” italiana.[/align] Gastos do dia Alimentação: ≈€35 (Café da manhã, almoço - pizza, sorvete e jantar – gnocchi+vinho) Moedinha jogada na Fontana: €0,10 Dia 3- Área antiga de Roma - 23/06/2011 Peguei o metrô até a Escadaria Espanhola, e de lá fui caminhado a outras atrações como o Villa Borghese, Panteão, Campo de Fiori (tinha uma feirinha bem bacana, com frutas fresquinhas, milhares de tipos de massa, entre outros) e Piazza Navona. Voltei de ônibus para o Termini, a tempo de pegar o trem para Nápoles. Gastos do dia Alimentação: ≈€15 (Café da manhã, lanche/almoço – sanduíche e jantar – pizza) Trem Roma – Nápoles: €11,50 – Em horário promocional (Trenitalia) Dicas 1. A imigração acontece só no país de entrada (no meu caso, foi em Portugal). Uma vez em território europeu, não vi nenhum controle na chegada ou saída dos países. 2. Como a dona da pousada em Roma explicou, a área ao norte da estação de Termini (oposta ao Coliseu) é perigosa e deve ser evitada! 3. A cidade de Roma possui várias fontes de água potável nas ruas. Dá pra aproveitar e economizar com água! 4. Ainda bem que não é preciso gastar dinheiro comprando água, pois os refrigerantes na Itália são caríssimos. €3,5 por uma latinha de Coca-cola! 5. Já o sorvete (gelati), vale a pena comprar. Além de barato (cerca de €2 o copinho), é uma delícia... Confesso que tomava uns 3 por dia. 6. A Via Cavour tem várias lojinhas de souvenir por um bom preço. €1 a miniatura do Coliseu. 7. O controle de entrada na Basílica de São Pedro é bem rigoroso. Quem está vestindo shorts, camiseta ou decote não entra. 8. Depois da minha tentativa frustrada, acredito que vale a pena fazer uma reserva antecipada para o Museu do Vaticano. 9. Prepare-se para “enfrentar” os vendedores ambulantes ao redor de atrações como a Fontana di Trevi e Escadaria Espanhola. É preciso muita paciência... Contatos Restaurante em Trastevere –Birreria Trilussa Via Benedetta, 19 00153 Roma, Itália Restaurante perto da Fontana di Trevi - Vineria Il Chianti Via del Lavatore, 81 00187 Roma, Itália Nápoles Hospedagem Reservei o Hostel Bella Capri para minha hospedagem em Nápoles. Esse albergue fica localizado pertinho do Porto Turístico da cidade (de onde partem as barcas para Capri, Ischia, Sorrento, etc.), então é uma ótima opção para quem deseja usar a cidade como ponto de partida para a Costa Amalfitana. Preço: €20 a diária (Por pessoa em quarto duplo) Pontos positivos: Bons quartos (com vista para a Baia de Nápoles) e staff prestativo Pontos negativos: Café da manhã muito simples. Hostel Bella Capri – Via Guglielmo Melisurgo, 4 – Napoli, Itália No geral, recomendo! :'> Chegada - 23/06/2011 Depois de embarcar no trem em Roma, cheguei em Nápoles e me assustei com o que vi. Apesar de já ter ouvido vários comentários sobre a sujeira e periculosidade da cidade, não esperava que fosse para tanto. Na área ao redor da Estação “Napoli Centrale” havia lixo para todos os lados. E quando falo lixo, me refiro a montanhas “enormes” de sacolas e dejetos para todos os lados. Fiquei me perguntando se não existia lixeiro naquela cidade... Além disso, havia várias pichações, muita gente mal encarada e motoristas que pareciam estar treinando pra disputar uma corrida de F1! Passeios Dia 4 - Capri - 24/06/2011 Depois de passar mal com o suco servido no café da manhã do hostel, ainda tive tempo de me recompor e pegar a barca de 10:30hs para Capri. A viagem durou cerca de 1 hora e a barca partiu lotada, tanto de “day-trippers” quanto de turistas com bagagem suficiente para passar um mês de férias na Ilha. Ao desembarcar, comprei o ticket para fazer o passeio “Giro della Isola”, que partiria às 12hs. Foram cerca de 2 horas num pequeno barco (com capacidade para umas 20 pessoas), dando uma volta completa na ilha (daí o nome do tour). Já quase no final do passeio, a embarcação parou em frente à principal atração de Capri, a Grotta Azzura. Para entrar, era preciso desembolsar 12€. Não fui. Achei o preço um absurdo, e até hoje não me arrependo. Principalmente, ao me lembrar do olhar de descontentamento dos que pagaram para dividir uma canoazinha minúscula com outras 3 pessoas e mais o barqueiro, e ainda ter que ficar aguentando o mesmo cantando lá dentro (imagino que muito mal). Tudo isso pra passar míseros 2 ou 3 minutos dentro da tal gruta. Quando o passeio terminou, perambulei pela parte baixa da ilha procurando um lugar para almoçar. Comprovei que todos os restaurantes eram do mesmo estilo e com o preço bem salgado (pelo menos se comparado a Roma e Nápoles). Mais tarde, fui aproveitar a minúscula praia de Capri. Desisti de ficar na água após escorregar umas 4 ou 5 vezes ao tentar ficar em pé. A praia pode até ser bonita, mas é muito ruim, por ser praia de pedras, em vez de areia. Então, decidi subir à parte alta da Ilha. Só faltava descobrir como... Vi uma placa indicando “trilha para o Centro”, que levava a uma escadaria. Após uns 25 minutos de subida, já quase morrendo sem ar, perguntei a um grupo que vinha descendo quanto tempo mais havia de caminhada. “Ah... Mais uns 20 minutos. É bem cansativo”. Ok, me convenceu. Desisti de subir e retornei à Marina. Só lá percebi a entrada para o funicular que levava ao topo da Ilha. Burra! Aí sim, foram confortáveis 5 minutos de subida admirando a paisagem. Gastos do dia Almoço: €15 (pizza de frutos do mar+cerveja) Jantar: €8 (arroz+frango chinês+coca-cola; sim, finalmente algo diferente de massa...). Barca para Capri: €34 (Ida e volta) Passeio Giro della Isola: €15 Funicular: €4 Dia 5 - Pompéia - 25/06/2011 Este foi o primeiro dia da viagem em que a temperatura estava mais agradável, diferente do calorão abafado dos outros dias. Com o tempo mais ameno, decidi ir à Pompéia, a famosa cidade destruída pela erupção do Vesúvio. Para chegar lá, tive de pegar um ônibus do hostel até a estação Napoli Centrale, e de lá o trem da Circumvesiana até a estação “Pompei Scavi Villa Misteri” (Linha Napoli – Sorrento). A entrada do “Parque” onde estão localizadas as escavações fica localizada em frente à estação. Ao chegar, o visitante recebe um livreto guia e pode, também, alugar um áudio guia. Eu optei por não alugar o áudio, mas tive de comprar um mapa, para ajudar a percorrer as escavações e entender as ruínas. As ruínas de Pompéia são incríveis e estão em ótimo estado de conservação, o que faz com que o visitante se sinta realmente transportado para aquela época. À tarde, de volta a Nápoles, resolvi caminhar pelo centro turístico da cidade. Valeu muito a pena! Pois vi um lado da cidade diferente do lixo, barulho e confusão da chegada. Nápoles pode ser sim, encantadora! Principalmente a área ao redor do Castel Dell´Ovo, com vários bares e restaurantes servindo uma comida deliciosa! Gastos do dia Alimentação: ≈30€ (almoço, na lanchonete de Pompéia: pizza+refri; Jantar: spaghetti com mexilhões) Ônibus: €4 (Ida e volta) Trem: €4,50 (Ida e volta) Entrada para Pompéia: €11 Mapa em Pompéia: €2 Dia 6 – Sorrento/Positano - 26/06/2011 Este dia foi um desastre só! Sabe aquele famoso ditado sobre querer abraçar o mundo? Pois é... A idéia era visitar Sorrento e Positano em um dia, mas já fica aqui a dica. Não vale a pena. Simplesmente porque não dá tempo, fica tudo tão corrido, que fica difícil aproveitar o passeio. O tempo de viagem de trem da estação Napoli Centrale até Sorrento é de uma hora, mais ou menos. A cidadezinha de Sorrento, porta de entrada da Costa Amalfitana, é encantadora! Muito charmosa. Em Sorrento, é possível pegar uma barca (cara, 13 euros por trecho!) ou ônibus até Positano. O bilhete de ônibus só é vendido numa loja na estação de trem ou em bancas de jornal. Sendo que todas as lojas da cidade fecham para o horário de almoço, que é de 12hs às 16hs. Ou seja, é praticamente impossível comprar o bilhete neste horário! E nem adiantou pedir, implorar, ajoelhar para os motoristas aceitarem em dinheiro. Eles não cederam. Já tinha desistido de ir até Positano até que encontrei uma pequena loja na parte baixa da cidade que vendia o bilhete – 7 euros ida e volta. Só que ficava a meia hora de caminhada da estação de ônibus... Aí foi mais uma hora de ônibus até Positano. Acabou sobrando pouco tempo para conhecer a cidade – que aliás, é maravilhosa. Merece ser vista com calma, como as outras cidades da região. O que “salvou” o dia foi o restaurante onde jantamos em Nápoles, perto do Hostel. Uma pizza deliciosa, realmente os napolitanos são nota 1000 em fazer pizza! (E não foi o “Da Michele”). Gastos do dia Alimentação: ≈15€ (lanche: hambúrguer+refri; Jantar: pizza+refri) Ônibus: €4 (Ida e volta) Trem: €6,50 (Ida e volta) Ônibus de Sorrento para Positano: €7 (ida e volta) Dicas 1. Quem visitar Capri em grupo (pelo menos umas 4 pessoas), vale a pena alugar um barco. Assim há mais liberdade para fazer o roteiro que quiser, e ainda aproveitar para mergulhar com tranquilidade. O preço compensa. 2. Existem duas estações em Pompéia: “Pompei” e “Pompei Scavi”. As escavações ficam localizadas em frente a esta última estação. 3. Em toda a Itália, os ônibus não possuem catraca. O ticket deve ser comprado anteriormente, e validado dentro do ônibus. É importante ter cuidado para não se esquecer de validar, senão os fiscais dos ônibus certamente irão aplicar uma multa(bom, vc pode também tentar fugir, como 99% dos usuários de ônibus por lá fazem...) 4. As pizzas em Nápoles são mesmo muito boas! E por lá não existe tamanho de pizza: pequena, família, gigante, etc. São todas tamanho padrão (equivalente ao nosso “médio”) e custam a partir de €4,50. 5. Se planejar conhecer a Costa Amalfitana, dá pra fazer um bate e volta para Capri ou Sorrento a partir de Nápoles. Já Positano e as cidades mais afastadas não rola. Contatos Pizzaria em Nápoles: Trattoria Castel Nuovo Piazza Francese, 42, 80133 Napoli Veneza Hospedagem Tive certa dificuldade em encontrar hospedagem em Veneza com preço decente e qualidade razoável. Todos os locais que eu encontrava, tinham avaliações medianas e alguns comentários negativos, além de preços exorbitantes! Na falta de muitas opções, acabei escolhendo o Hostel Ca´Contarini, por conta da localização e preço um pouco mais em conta que os demais. O hostel é pequeno e simples, mas foi confortável para uma noite. Fica localizado na Sestiere San Marco, próximo à Gallerie dell´Accademia. Preço: €32 a diária (Por pessoa em quarto coletivo) Pontos positivos: Localização. Apesar de Veneza ser pequena, foi ótimo ficar na principal área da cidade, a Sestiere San Marco. Pontos negativos: Como os quartos estão no segundo e terceiro andar e o hostel não possui elevador, é chato ter que subir as escadas com a bagagem. Hostel Ca´Contarini: Calle dei Orbi, 3025, 30124 Venezia, Itália Chegada - 27/06/2011 Como estava saindo de Nápoles e não queria perder tempo no deslocamento, acabei optando pelo trem noturno. E claro, a passagem era metade do valor do trem rápido (Ferraciosa). Então o fator econômico acabou pesando na escolha. Mas olha... Se eu tivesse que escolher de novo, pagaria mais caro e ficava com o trem rápido. Além de o trem noturno ser desconfortável, ainda achei perigoso. Muita gente mal encarada e outras visivelmente em constante “estado de alerta”. Não aconselho! Passeios Dia 7 - Veneza- 27/06/2011 Desembarquei na estação de Santa Lucia em Veneza de manhã bem cedo. Assim que vi o Grande Canal, as inúmeras pontes e construções antigas, fiquei de boca aberta! Realmente, não existe outra cidade no mundo com Veneza... O lugar é mesmo muito especial. Mas claro, toda essa exclusividade e apelo turístico a tornam cara. O primeiro susto que eu tive foi com o preço da passagem do vaporetto, o “ônibus” da cidade. Sim, ônibus. Afinal de contas, se os canais podem ser comparados com ruas, o vaporetto tem a mesma finalidade de um ônibus. Mas enfim, em alguns casos não dá pra fazer economia. A cidade pode ser percorrida totalmente a pé, então o vaporetto não é 100% necessário. Porém, dependendo da distância e da quantidade de bagagem, o transporte vale a pena. Por exemplo, leva-se cerca de meia hora para ir da área da Piazza San Marco até a estação de trem. Isso sem se perder, é claro. Então, às vezes, não vale a pena o sacrifício. Após o check-in no hostel, saí pra conhecer a cidade. No meu itinerário estava, claro, a Piazza San Marco e a Basílica. Enfrentei uma pequena fila para entrar na Igreja (com arquitetura muito interessante por sinal) e rodei um pouco pela Praça. Depois, segui para a Ponte Rialto e aproveitei para realizar outra atividade que estava no meu itinerário: me perder! Sim! Não tem coisa melhor do que se perder em Veneza A cidade em si já é uma atração: cada casa, canal, ruela. Vale a pena tentar. Além do mais, é fato que a maioria dos turistas irá se perder mesmo sem querer. A cidade é um delicioso labirinto e chega uma hora que nem adianta seguir o mapa. Sério, eu até tentei, mas desisti. Cheguei à conclusão que era mais fácil andar sem rumo mesmo. Sem problema. Veneza é uma ilha pequenininha, só tem uma entrada/saída, então nem dá pra ficar muito perdido. Fui andando, admirando a cidade. Volta e meia perguntava a algum morador a direção para a Ponte Rialto. E eu cheguei lá. À noite, dei uma volta pelas ruas ao redor do hostel e lanchei. Depois, fui descansar, pois partiria de manhã bem cedo para Paris. Foi apenas um dia, mas acho que foi bem aproveitado e eu adorei a cidade. Tomara que a moedinha que eu joguei na Fontana di Trevi também seja válida para Veneza Gastos do dia Passagem de trem Nápoles – Veneza: €48 (trem noturno) Alimentação: ≈€20 (pizza+refri; sanduíche) Vaporetto: €18 (Bilhete 24 horas) Lenço para entrar na Igreja: €1 PARIS Hospedagem Como já tinha comentado anteriormente, a hospedagem em Paris foi a pior parte da minha viagem! Este era o único hostel disponível na área turística da cidade quando fiz a reserva. Pelas avaliações, eu sabia que seria horrível, mas não imaginava tanto! Preço: € a diária (Por pessoa em quarto coletivo) Pontos positivos: NENHUM. Ok, o único ponto “neutro” é a localização, mas não vale a pena. Todo o resto é horrível. Pontos negativos: Vamos começar a lista: Faltam educação e cordialidade em todos os funcionários. [list=]O local funciona também como uma espécie de bar, mas bem “pé sujo”, com vários frequentadores “estranhos”. Segurança zero. O prédio onde está o hostel tem 6 andares e nenhum elevador. Ou seja, quem fica no último andar, tem que levar todas as malas, sozinho, até lá em cima. Os banheiros são IMUNDOS! Um cubículo de 2m2 com sanitário e outro cubículo (separado) de 2m2 com chuveiro. Ah, e é um banheiro POR ANDAR (para cerca de 10 quartos). Nos quartos não há banheiro. O hostel não tem wi-fi e cobra um preço ABSURDO por internet - €3 por meia hora!!! O café da manhã “incluído” é ridículo! Um mini pão de máquina (sem nada) e um café de máquina. Apenas uma chave por quarto coletivo. Ou seja, quem retorna ao hostel mais tarde (meu caso) tinha que gritar e bater na porta para acordar os outros pra poder entrar no quarto. Resumindo: local PERIGOSO, SUJO, INTERNET ABUSIVA, FUNCIONÁRIOS MAL EDUCADOS, TOTAL FALTA DE RESPEITO! PIOR HOSTEL QUE EU JÁ ESTIVE! FUJAM!!! Blue Planet Hostel: 5 Rue Hector Malot, 75012 Paris, França http://hostelblueplanet.com Chegada Desembarquei em Paris pelo aeroporto de Beauvais, pois comprei uma passagem promocional da Ryanair. O voo foi tranquilo, rápido e não achei a aeronave desconfortável (ok, deixo registrado aqui que eu sou “pequenininha”). Até aproveitei pra comprar uma raspadinha que a aeromoça estava vendendo! (Hahaha, é uma comédia voar com a Ryanair) Aprovado! O único ponto negativo é a localização do aeroporto, na verdade está fora da cidade de Paris. Há um ônibus que faz transfer do aeroporto para o centro, mas leva uma eternidade... Quase 2 horas! Enfim, como tinha desembarcado bem cedo, acabei perdendo só a parte da manhã mesmo. Dia 1 – 28/06/2011 (Paris) Após descer do ônibus no Centro de Paris, peguei o metrô para chegar ao hostel. Quando cheguei, tive vontade de chorar! Na realidade acho que até chorei um pouquinho mesmo... Fiz o check-in, levei “meia hora” pra subir as escadas com a minha mala, e mais meia-hora decidindo se tomar banho no hostel iria realmente me deixar mais limpinha. Enfim, desencanei, tomei meu banho e fui explorar a cidade! Quanto mais tempo ficasse fora daquele hostel, melhor seria mesmo... Peguei o metrô até a Catedral de Notre-Dame, visitei a Igreja. Quando estava tirando fotos do lado de fora, fui abordada duas vezes por golpistas. Como não sou boba nem nada, não caí (explico com mais detalhes abaixo, em “Dicas”). Depois, dei uma volta pelo Latin Quarter, passando pelo Pantheon, Jardin Du Luxembourg. À noite, encontrei com um casal de amigos que mora em Paris. Eles me levaram para um restaurante/bar maravilhoso onde pude provar a típica culinária francesa: tábua de frios com diversos tipos de queijo, um arroz à piamontese com cogumelos e vinho rose. Tudo bem elaborado... Muito bacana! Pena que eu não me lembro do nome do restaurante, mas acho que tem vários neste estilo por lá. Gastos do dia Ônibus Centro de Veneza – Aeroporto Marco Polo: €5 (só ida) Voo Veneza – Paris: €56,99 (sendo €20 para despachar 1 mala) Ônibus Aeroporto Paris Beauvais – Centro: €15 http://www.aeroportbeauvais.com/bus.php?lang=eng 10 tickets metrô Paris: €12,50 Alimentação: ≈€30 (baguete + arroz piamontese e tabua de frios + vinho) Dia 2 – 29/06/2011 (Paris) Como neste dia estava chovendo, resolvi ir ao Museu do Louvre. Cheguei por volta das 9:30hs e já peguei uma fila gigantesca pra entrar, mas que foi rápida. O museu é absurdamente grande e fui direito ao que me interessava: a Monalisa - que por sinal pode decepcionar. Como assim? Explico: o quadro é pequeno e para tentar chegar perto é preciso “lutar” contra a multidão. Ou seja, não há condições para observá-lo com paciência, tentar decifrar ou dar uma opinião sobre o enigmático sorriso... Depois, como sou apaixonada pelo Egito Antigo, explorei a área do museu dedicada a esta civilização. Adorei! Ah, mas não se engane. As peças em exposição são apenas réplicas. As verdadeiras estão muito bem guardadas no “depósito” do museu. Mesmo porque tudo fica muito exposto ao público. Qualquer um pode tocar, rabiscar, quebrar... Muito arriscado perder uma peça milenar ou secular valiosíssima por conta de um vândalo idiota! Quando deixei o museu, já tinha passado da hora do almoço. Aproveitando que a chuva tinha cessado, dei uma volta nas ruas ao redor, seguindo até a área do Museu D´Orsay (que eu decidi não visitar). Almocei uma baguete com queijo quente deliciosa e um croissant, numa pequena lanchonete na área. Passei a tarde no bairro de Montmartre, visitei o Moulin Rouge, os sex-shops na rua (brincadeirinha!) e a Basílica de Sacre-Coeur. Paguei o ingresso para subir até o topo da Basílica, de onde se tem uma vista linda da cidade. À noite, meus amigos me levaram no Restaurante Le Train Bleu, localizado dentro da estação Gare de Lyon. O local é bem antigo, com bonita arquitetura. Valeu pela História, mas é muito caro pelo que oferece. Gastos do dia Entrada Museu do Louvre: €10 Subida Basílica Sacre-Coeur: €6 (Para subir ao Domo, a entrada na Basílica é gratuita) Alimentação: ≈€40 (baguete + pato) Dia 3 – 30/06/2011 (Paris) Reservei a manhã deste dia para conhecer a área ao redor da Champs Elysèe. Passei pelo Arco do Triunfo, fiz compras (estava em liquidação!) e percorri toda a extensão da Avenida mais conhecida da cidade. Que, aliás, é muito bonita e bem arborizada. Na parte da tarde, finalmente fui conhecer a Torre Eiffel! Enfrentei fila, andei pelos arredores, tirei um milhão de fotos. Valeu muito a pena! No anoitecer, fiz o passeio de barco pelo Rio Sena pela Bateaux Mouches. Simplesmente incrível a vista da cidade, ainda mais no pôr do sol. Nesta hora dá realmente pra entender porque Paris é amada por tantos. Gastos do dia Ingresso Torre Eiffel: €14 Passeio de barco pelo Sena: €11,50 Alimentação: ≈€20 (baguete+batata frita+coca + crepe) Dia 4 – 01/07/2011 (Paris) Reservei o meu último dia em Paris para conhecer o Palácio de Versalhes. Apesar de muitos utilizarem os trens RER para chegar lá, preferi pegar o metrô até a estação de Montparnasse e daí o trem para Versalhes (Mais rápido. O trem leva apenas 15 minutos enquanto o RER, 45 minutos). O Palácio é realmente lindíssimo, mas o que impressiona mesmo são os Jardins. E é preciso um dia inteiro para ver todo o local com tranquilidade, eu só fiquei por lá umas 3 horas e achei pouco. Não deu tempo de ver tudo. De qualquer forma, fechei com chave de ouro minha visita à Cidade-Luz. Gastos do dia Ingresso Versalhes: €18 (Passaporte: Jardins+Palácio) Bilhete de Metrô: €5,10 (3 tickets individuais) Bilhete de Trem para Versalhes: €6 (http://www.voyages-sncf.com/) Alimentação: ≈€15 (crepe+coca+sanduiche) Transfer Centro de Paris – Aeroporto de Beavauis: €15 DICAS 1. Paris é uma cidade linda, mas perigosa. Não por tiroteio ou tal, mas é preciso ter um cuidado especial com os golpes e batedores de carteira! 2. Em frente à Catedral de Notre Dame, fui abordada duas vezes por golpistas! Tentaram puxar conversa e me convidar para um “café”. Como não sou boba nem nada, não caí. Mas é preciso ficar de olho aberto! Tem muitos casos de turistas que são levadas para locais afastados e assaltadas, ou coisa pior. Quem já viu o filme “Busca Implacável” vai saber do que estou falando. 3. Outro golpe conhecido da cidade é o das assinaturas. Umas moças abordam os turistas, pedindo pra colaborar com um abaixo-assinado contra as drogas. Enquanto o turista está assinando, vem outra pessoa e leva tudo! 4. Mesmo no verão, é bom se prevenir e levar um casaco para a noite, pois a temperatura cai bastante e pode chegar a uns 15ºC. 5. Gosta de crepes? Há uma pequena creperia perto da Torre Eiffel, nas imediações do metro Bir Hakeim, que tem os crepes mais deliciosos que eu já experimentei! Além de ser bem baratinho. 6. Para ir ao Palácio de Versalhes, a forma mais rápida é pegando o metrô até Montparnasse e de lá o trem para a cidade de Versalhes. 7. É bom comprar o ingresso de Versalhes com antecedência! A viagem até lá já é longa, e ainda ter que passar mais tempo esperando numa fila gigantesca não rola. Tem uma loja na Champs Elysèe que vende ingressos. 8. Um dos melhores passeios de Paris é o de barco no Rio Sena, principalmente no por do sol. Vale muito a pena! Continua...
  8. Betakiedis, Olha, vai ficar bem apertado fazer essa programação em um dia só... Mas se começar bem cedinho, acho que dá pra encaixar tudo... Sugiro você começar pelo bairro de Belém. Quanto mais tarde, mais cheio vai ficar. Eu levei toda a manhã (9 às 12hs) pra visitar os 3 monumentos: Mosteiro dos Jerônimos, Torre de Belém e Monumento ao Descobrimento. Destes, o que eu achei mais interessante por dentro foi o Mosteiro. À tarde, iria para o Parque das Nações. Tente chegar no Castelo de São Jorge para o pôr do sol, a vista é linda! Como ele fecha às 21hs, acho que dá pra visitar tranquilo. Mas vai ficar corrido hein!! P.S. Já pensou em pegar o ônibus turístico hop on hop off? Acho que poderia te ajudar a economizar tempo... Ele não vai pro Castelo de São Jorge, mas acho que tem uma entrada combinada com o Elétrico.
  9. Oi Marcos, Acho que tá legal seu roteiro sim! :'> Ano passado, fiquei 3 dias em Lisboa e fiz o mesmo roteiro (no terceiro dia fui à Sintra). Como sugestão pro segundo dia, você poderia ir primeiro para Belém, pois quanto mais tarde, mais cheio fica. Dar uma passadinha na Pastelaria de Belém também seria uma boa, fica a uns 300 metros do Mosteiro dos Jeronimos. Aproveite a tarde para ir ao Castelo de São Jorge, a vista do por do sol de lá é linda! Também vale a pena dar um passeio completo com o Elétrico 28. Dá pra fazer tranquilo o seu roteiro em 2 dias, e com certeza vai dar vontade de voltar!
  10. Adoro o Porto!!! Não só porque a minha família é portuguesa e vive lá, mas a cidade é realmente encantadora e o povo muito acolhedor! :'> Algumas dicas: 1. Fazer um mini cruzeiro pelo Rio Douro. No ano passado, fiz o itinerário Porto - Régua - Porto. É possível conhecer uma boa parte do Douro, observar as plantações de uva nas margens e passar por duas barragens (essa é a parte mais legal!). Numa delas, o barco "afunda" cerca de 100 metros para nivelar com o rio e seguir viagem. O passeio tem um preço meio salgado (cerca de 80euros, na época que fui), mas é um passeio de dia todo e vale a pena! 2- Visitar as Caves, em Gaia. Sugiro a Ramos Pinto, foi a primeira casa que exportou o vinho do Porto para o Brasil. 3 - Assistir um jogo do Porto no Estádio do Dragão! O povo português também adora futebol, o estádio é bem interessante, e a torcida muito animada... Só não se assuste com o consumo aberto de maconha dentro do estádio... 4 - Comprar azeite e vinho bom e barato no mercado! Tem um mercado atacadista nas imediações de Campanhã com uns preços imperdíveis!
  11. Valeu Wesley! Até me animei e terminei de escrever o relato!
  12. 9º dia - Puerto Madero e Compras (Florida e Once) O nosso último dia de atividades em Buenos Aires foi meio desastroso... Fizemos várias escolhas erradas, ficamos muito cansados e eu até passei mal por ter andando debaixo de um sol tão forte. Mas enfim, fica como experiência e aqui dou as dicas do que não fazer em Baires..rsrs Como fomos dormir tarde no dia anterior, acordamos bem tarde e só fomos sair do albergue bem depois das 11hs da manhã! A idéia era iniciar o dia visitando a Reserva Ecológica, depois da tentativa frustrada. Mas já começamos errando o caminho: como estava muito sol, decidimos não ir à pé. Me enrolei com uma informação do livro de guia de ruas da cidade e achei que tivesse uma estação da linha E perto de Puerto Madero... Enfim, fomos parar quase em San Telmo, e levamos cerca de 40 minutos andando até a Reserva, debaixo de sol forte! Eu já não aguentava mais, mesmo depois de beber muita água... Ainda por cima, me decepcionei muito com a Reserva. É um local pra fazer exercícios, de chão batido e mato em volta. Não tem nada mais de interessante. Ou seja, maior sacrifício pra nada! =( Pra não perder a viagem, acabamos passando no Casino Flotante. É um navio permanentemente ancorado em Puerto Madero, que funciona como um cassino. É bem grande, muito bonito, vários tipos de jogos, nem se compara ao de Tigre. Saímos do cassino já às 15hs, morrendo de fome! Pegamos o transfer de lá até o Centro (um van gratuita). Daí a idéia era fazer compras na Calle Florida. Antes, passamos um "perrengue" pra achar um restaurante legal pra comer - um livrinho guia fez falta nessa hora... Enfim, achamos um pub lá perto, bem mais ou menos, mas deu pra matar a fome, que a essa hora já era grande, eu estava num estado deprimente: insolação, cansaço, fome, sede, dor de cabeça... =( Depois do merecido "pit stop" fomos às compras! Visitamos a Galerias Pacifico, toda a extensão da Calle Florida. Acabei comprando umas coisas na Farmacity - que no final das contas achei o melhor lugar pra compras em Baires, os ítens de perfumaria lá são bem legais. Só pra ter idéia, comprei um pacotão de algodão de 150g pelo equivalente a R$2! Para terminar o passeio, tivemos a pior idéia de todas: ir pro Once! É uma região de comércio popular na cidade, eu achava que fosse encontrar coisas legais e tal, mas foi muito deprimente. As lojas eram feias, velhas, os artigos não eram baratos e a qualidade, sem comentários! Ainda bem que a nossa saída noturna salvou o dia! Fomos nos barzinhos de Palermo Viejo, mais especificamente o entorno da Plaza Serrano. Altamente recomendado! A região é muito legal, cercada de bares e casas noturnas, só coisa boa! Fiquei feliz, pois fechamos bem nossa viagem à cidade! Na volta, passamos em frente ao Obelisco e tiramos umas fotos =) 10º dia - Volta ao Brasil No dia anterior, tinhamos fechado com o albergue o transfer para o aeroporto: AR$50 pesos por pessoa. A van saíria às 7:30 da manhã, nosso vôo estava previsto para as 10hs. Portanto, acordamos bem cedo, pegamos a van. Tomamos café no Mc Donalds do aeroporto, tem umas opções bem diferentes do Brasil. Retornamos para o Rio muito satisfeitos com a viagem, valeu à pena mesmo! GASTOS Subte - AR$1,10 Água 2lts - AR$4 Almoço - AR$35 Subte para Once - AR$1,10 Subte (volta) - AR1,10 Jantar - AR$30
  13. Oi xandekr! Fico feliz que meu relato tenha ajudado (mesmo incompleto ainda...) Olha... 2 dias fica apertado, mas acho que dá pra fazer sim... Separa os locais mais próximos: 1 dia pra Centro, Puerto Madero (manhã), San Telmo e La Boca (tarde) e 1 dia pra Recoleta(manhã) e Palermo (tarde). Vai ficar bem corrido e vcs não vão ter tempo de ver todas as atrações, mas pelo menos dá pra ter uma idéia da cidade! Sugestão: Ir pra Tigres de ônibus demora muito... Melhor encarar o trem mesmo... Dá pra se divertir uma tarde no parque sim! Quando chegar, escolhe logo as melhores atrações (montanha russa, kart, botes, aquele brinquedo que vc sai todo molhado...rs). Abraços e boa viagem!
  14. 8º dia - Zoo de Lujan e Outlets No penúltimo dia de viagem, programamos uma visita ao Zoo de Lujan. Nem preciso descrever a minha empolgação pra ir neste zoo, tinha visto vários posts em outros blogs sobre ele e estava animadíssima pra ver como era! Chegar lá não tem mistério nenhum: pegamos o metrô até a estação Plaza Italia (Linha Verde). Em frente ao Zoo de Buenos Aires é ponto final de diversas linhas de ônibus, entre elas a linha que vai para Lujan. O número de ônibus é o 57, via Lujan (tem outros itinerários). Compramos a passagem no guichê, logo de ida e volta, porque assim podemos pagar em dinheiro. Se deixássemos pra comprar no ônibus na volta, teríamos que pagar AR$10 pesos em moedas! (Tarefa nada fácil!!!). Enfim, pegamos o ônibus, e pedimos pro motorista deixar a gente no Zoo. A viagem levou pouco mais de 1 hora. Descemos no meio da rodovia (ainda bem que já tinha lido sobre isso, senão ia ficar assustada!) e atravessamos para a outra pista, passando por baixo da ponte. E lá estava, a entrada pro Zoo de Lujan =) Pagamos o ingresso e compramos um saquinho de comida pra alimentar os animais. No início estranhei um pouco o zoo, é bem diferente do de Buenos Aires, mais rústico, chão de terra, bem cara de sitio... Mas com o tempo me acostumei, acho que combina mais com o estilo do lugar. O primeiro animal que visitamos foi o dromedário (tá, depois de alimentar loucamente os patos que perseguiam a gente). Fiquei encantadíssima logo de cara! Os visitantes podem fazer um breve passeio "embarcado" no dromedário. Confesso que é meio estranho, você lá de cima sente o bichinho alternando as patas, ele transfere o peso todo... Muito maneiro!!! Depois, fomos para os elefantes =) Lá, vc pega um pedaço de fruta para alimentá-los - o visitante estende os braços e os bichinhos pegam o alimento com a tromba. Um dos elefantes acabou pegando a minha mão e babando toda, eca!!! rsrsrs De lá, fomos ver os animais mais visitados: os felinos! Primeiro, os leões... Eram 2 animais na jaula, eles eram jovens ainda (mas já bem grandinhos...) e estavam dormindo. O tratador pediu pra gente se aproximar e tocar neles, menos na cabeça! Então fomos ver os tigres, essa foi a parte que eu mais gostei =) Eram uns 5 na jaula, também jovens ainda, cerca de 2 anos. O tratador pegava uma mamadeira, apontava um tigre, e você ia lá dar comidinha pra ele... Ah, e detalhe: a idéia era derramar o leite na sua mão pra ele ir lambendo... Pensei que fosse ficar com medo, mas na hora estava tão emocionada que não senti nada, só aquela lingua áspera do tigre na minha mão... Aí descobrimos o segredo do zoo: tinha um cachorro dentro da jaula. Os felinos são criados com cachorros desde que nascem, para que cresçam pensando que são cachorros também e aí ficarem mais dóceis e domesticados! Por último, fomos à jaula dos filhotinhos de leão. Muito fofos! Eles tinham 3 meses, mas já eram maiores que um cachorro médio =0 Além de dar mamadeira, os visitantes podiam brincar com eles =) Depois do almoço no zoo (pancho e choripan, rs), saímos do zoo super felizes com o passeio, valeu muito à pena! Na volta, comprovamos a importância de ter comprado a passagem com antecedência... Além da gente, tinha outro grupo de brasileiros saindo do zoo, mas que só tinham nota pra pagar a passagem... Deram sorte porque o motorista foi "gente boa" e deixou eles embarcarem, pra descer na próxima parada com guichê, na cidade de Moreno e então comprar a passagem... Depois de 1h e 30min de viagem, estávamos de volta a Palermo e resolvemos ir fazer compras nos outlets! Eu particularmente não gostei muito, não achei que tivessem muitas opções e os preços não eram assim tão convidativos... Acabei só comprando um short mesmo, numa loja que nem lembro o nome...rs. Mas tudo bem, minha intenção não era comprar desesperadamente =) À noite, nosso amigo argentino veio buscar a gente no hostel para nos levar ao Jobs Bar, no bairro de Palermo. Simplesmente A-D-O-R-E-I =D O lugar é muito grande, no primeiro andar tem várias mesas. Neste dia, tinha dose dupla de chopp. Mas o legal mesmo é o segundo andar, onde ficam os jogos. Nunca tinha visto um bar com tantas opções de jogos: sinuca, dardo, arco e flecha, futebol de mesa, vários jogos de mesa... Alguns eram até gratuitos. A gente se divertiu muito, ficamos até a madrugada jogando! Recomendo muito!!! http://www.jobsbar.com.ar/ GASTOS •Subte (Ida) - AR$1,10 •Ônibus para Lujan (Ida e volta) - AR$20 •Entrada do Zoo de Lujan - AR$40 •Comida para animais - AR$5 •Almoço na lanchonete do Zoo - AR$ 18 •Caixa de alfajor Havana (12unidades) - AR$48 •Subte (Volta) - AR$1,10 •Jantar - AR$30 •Bebida no Jobs Bar - AR$10 Total de gastos no dia: AR$173,20
  15. 7º dia - Nuñez e Palermo No nosso 7º dia em Buenos Aires, programamos uma visita ao Estádio do River, que fica localizado entre os bairros de Nuñez e Belgrano. Chegar lá não foi muito fácil, já que não é um bairro turístico e fica mais afastado do Centro. Pegamos o metrô (lotado outra vez...) até a penúltima estação da linha verde - Juramento. Andamos uma quadra até um ponto de ônibus - que pensávamos que passasse lá. Ficamos meia hora esperando, o ônibus passou e não parou... Depois de mais 15 minutos de espera, o próximo ônibus parou - mas o motorista avisou que não passava lá =( E disse que era possível ir andando. Seguimos o conselho dele, e após mais ou menos 1/2 hora finalmente chegamos no estádio! Nossa, que sufoco!!! O Estádio Monumental de Nuñez é bem diferente da Bombonera - maior, melhor infraestrutura. É o maior do país e a casa da Seleção Argentina. O esquema da visita guiada do Monumental é bem parecida com a do Bombonera, mas a maioria dos visitantes são argentinos e não turistas. Almoçamos na lanchonete do estádio. Na volta, fomos andando até a estação do metrô - mas dessa vez a Congresso do Tucumán, que é mais próxima. Vale ressaltar aqui que um mapa da cidade foi essencial! Conseguimos aproveitar mais a caminhada - o bairro é bem bonitinho =) De lá, resolvemos conhecer as atrações de Palermo que não conseguimos ver no último dia: O Hipódromo e os Bosques. O hipismo na Argentina é um esporte bem popular - o país é uma das potências mundiais no pólo e corrida de cavalos. O Hipódromo de Buenos Aires é muito bonito, e em dia de "carrera" fica lotado! Muita gente aposta, é bem popular mesmo! E os jóqueis são muito simpáticos, trouxeram os cavalos pra perto para que pudéssemos ver =) Adorei!!! De lá, em menos de 5 minutos de caminhada, chegamos ao Bosque de Palermo. O lugar é realmente lindíssimo, e tem muitas opções de lazer: pedalinho, bicicleta para aluguel, entre outros. Vale a pena conhecer! Pena que o Rosedal já estava fechado quando chegamos (fecha às 5hs)... À noite resolvemos ir em uma outra milonga, afinal eu tinha adorado o La Viruta Tango! Dessa vez, a casa escolhida foi a Torquato Tasso, no bairro de San Telmo. Estava animadíssima, mas foi muito decepcionante =( Chegamos um pouco tarde e perdemos o horário da aula, então fomos pra assistir o show e dançar. Mas fiquei com vergonha de dançar naquele lugar... Primeiro porque me senti um pouco deslocado, a faixa etária do público era mais velha que o da Viruta Tango (não chegavam a ser velhinhos, mas era o pessoal de meia idade, tipo 35, 45 anos). Segundo que as mesas circundavam a pista de dança - ou seja, se você resolvesse dançar, todo o mundo iria estar te olhando! Terceiro - e principalmente - acho que todas as pessoas naquele lugar estavam 100% aptas a estrelar um show de tango no Tortoni! Caraca, todo o mundo dançava muito bem, mas muito bem mesmo! Cada casal que levantava, era um show! E sem contar que a cada música levantavam casais diferentes, senti que só eu que não sabia dançar lá...rsrsrs Enfim, nem preciso dizer que decidimos não ficar muito... Uma horinha só pra não perder a entrada e já fomos embora! GASTOS Subte (Ida) - AR$1,10 Entrada Museu do River - AR$40 Almoço - AR$27 Água - AR$5 Subte para Palermo - AR$1,10 Sorvete - AR$5 Subte (Volta) - AR$1,10 Jantar - AR$39 Táxi para San Telmo - AR$16 pesos (ida e volta, resultado da divisão por dois) Entrada Torquato Tasso - AR$25 pesos Coca - AR$10 pesos Total de gastos no dia - AR$170,30

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