Em 1892, a expedição Cruls, a mando do presidente Floriano Peixoto, veio ao Planalto Central estudar a área onde deveria ser erguida a capital do país. O grupo de 22 homens, chefiado por Luiz Cruls, passou por Planaltina, que à época chamava-se Mestre D’Armas por causa de um armeiro que morava lá.
Há nove quilômetros de Planaltina, no Morro do Centenário, está fincada a pedra fundamental de construção da Capital da República. O monumento, erguido em 1922, a mando do presidente Epitácio Pessoa, marca o centro geográfico da América do Sul. É composto por 33 pedras de concreto, que representam os 33 primeiros anos da República (de 1889 a 1922). Para inaugurá-lo, no dia 7 de setembro de 1922, o então presidente e a comitiva vieram do Rio de Janeiro para cá em 15 caminhões. Sessenta anos depois, em 1982, o Governo do Distrito Federal decretou o tombamento provisório da Pedra Fundamental.
Em 1892, a expedição Cruls, a mando do presidente Floriano Peixoto, veio ao Planalto Central estudar a área onde deveria ser erguida a capital do país. O grupo de 22 homens, chefiado por Luiz Cruls, passou por Planaltina, que à época chamava-se Mestre D’Armas por causa de um armeiro que morava lá.
Há nove quilômetros de Planaltina, no Morro do Centenário, está fincada a pedra fundamental de construção da Capital da República. O monumento, erguido em 1922, a mando do presidente Epitácio Pessoa, marca o centro geográfico da América do Sul. É composto por 33 pedras de concreto, que representam os 33 primeiros anos da República (de 1889 a 1922). Para inaugurá-lo, no dia 7 de setembro de 1922, o então presidente e a comitiva vieram do Rio de Janeiro para cá em 15 caminhões. Sessenta anos depois, em 1982, o Governo do Distrito Federal decretou o tombamento provisório da Pedra Fundamental.
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