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19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 5: Natal

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Período: 23 a 30/01/2009

Cidades: Natal

 

Natal é um pouco menor que Fortaleza e com isso é mais tranqüila, porém igualmente bela e preparada para o turismo. É conhecida como a "Cidade do Sol" ou "Noiva do Sol" por ser uma das cidades com o maior número de dias de sol no país. Os potiguares apregoam que são 365 dias de sol por ano... Exageros à parte, mas eu fiquei uma semana lá com sol radiante o tempo todo.

 

Deve ser interessante ficar hospedado pelo menos 1 noite em Pipa, para ter tempo de curtir a vila, ver as praias do local e até ir no Santuário Ecológico de Pipa. Talvez seja interessante ficar em São Miguel do Gostoso também, para aproveitar melhor as belezas da região. É possível ficar em Natal e fazer a maior parte dos passeios no esquema bate-e-volta. O bom de ficar em Natal é que a noite você tem muita opção de restaurante para experimentar. Pirangi do Norte é legal a título de curiosidade, por causa do cajueiro e aproveite para experimentar a comida regional do Paçoca de Pilão. O que mais gostei de Baía Formosa foi o passeio de buggy até Sagi. O passeio de buggy pelo litoral norte é imperdível, o passeio pelo litoral sul também deve ser muito bom. Acho Praia de Maracajaú dispensável, a menos que você seja aficionado por mergulho, Barra do Cunhaú também é dispensável. Galinhos deve ser interessante.

 

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Ficamos hospedados na Praia de Ponta Negra.

 

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

 

A cidade

 

Faz limite com as cidades de Parnamirim, Extremoz, Macaíba e São Gonçalo do Amarante. Possui cerca de 774mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 170Km². Apresenta clima tropical.

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Natal está localizada a 2947Km da cidade de São Paulo. O acesso pode ser feito de avião, carro ou ônibus.

• Terminal Rodoviário de Natal, Av. Capitão-mor Gouveia, 1270, Cidade da Esperança, (84) 3232-7311

• Aeroporto Internacional Augusto Severo, s/n, bairro Emaús, em Parnamirim, (84) 3087-1200

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Dizem que é alta temporada o ano inteiro, tal o fluxo de turistas, mas acredito que janeiro, fevereiro e julho concentrem os picos de visita à cidade, com destaques para o ano Novo, Carnaval e o Carnatal. Alguns usam o critério das estações de ano, para se decidir. Localmente, o "verão" é o período que vai de janeiro a julho, época chuvosa, e o "inverno" compreende o período de agosto a dezembro, época de seca. No entanto, normalmente as chuvas são esparsas e o sol e o calor são garantidos o ano todo.

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Praias:

• Praia de Ponta Negra, dar uma caminhada pelo calçadão, vendo as lojas de artesanato. Ir até o Morro do Careca, que não é nada demais, mas passe lá e comprove você mesmo

 

• Litoral Norte, de buggy. Passa pela Via Costeira, Praia da Redinha, Praia de Santa Rita, Dunas de Genipabu, Lagoa de Genipabu, Praia de Barra do Rio, Praia de Graçandú, Dunas de Pitangui, Lagoa de Pitangui, Dunas de Jacumã, Lagoa de Jacumã, Praia de Porto Mirim, Praia de Muriú. Opcionais: Prainha, Barra de Maxaranguape, Cabo de São Roque. Sai de buggy do hotel em direção a Genipabu. A primeira parada foi no Aquário de Natal. Depois paramos nas dunas de Genipabu, onde se avista a Lagoa de Genipabu e a Praia de Genipabu. Lá você encontra os famosos dromedários para dar uma voltinha. Depois da travessia de balsa, chegamos a Lagoa de Pitangui, que fica no meio das dunas. Lá tem restaurante e aerobunda, mas não tem muita graça. O local é bom para banho. Saindo da lagoa passamos pelas Dunas Douradas de Pitangui alaranjadas que são demais. Fica um pessoal lá com uns micos e uns lagartos para quem queira tirar fotos. Numa das pontas tem-se um belo visual, de um lado as dunas, do outro lado vegetação, coqueiros e mar azul. Normalmente, desse ponto, o pessoal vai para Jacumã, mas decidimos esticar até o Cabo de São Roque. Dessa forma, fomos até a Barra de Maxaranguape, onde pegamos outra balsa. Cabo de São Roque é o ponto mais perto do continente africano em nosso país (continente, pois tem Fernando de Noronha) e eles chamam de “esquina” do Brasil. Perto do Farol de São Roque, encontramos as árvores tortas, destacando-se a "Árvore do Amor", duas árvores que se uniram e deixaram um grande vão ao meio, onde é possível posar para uma foto. Subindo mais um pouco chegamos a um local muito bonito, onde dunas com certos pontos cobertos por vegetação formam um contraste entre a areia clara e o mato verde. A vista que se tem do alto das dunas, da praia emoldurada por uma larga faixa de coqueiros é incrível. Essa esticada vale muito a pena para quem gosta de passear e ver diferentes paisagens, para quem quer curtir uma praia ou lagoa e ficar tomando uma cerveja, uma caipirinha, é melhor ficar na Lagoa de Pitangui ou na Praia de Jacumã. Na volta paramos na Lagoa de Jacumã. Lá tem aerobunda alto que vai dar numa lagoa bem grande. Depois passamos pelas Dunas de Jacumã e vimos aquela paisagem que parece um deserto, cercados de areia por todos os lados. A última parada foi na Praia de Jacumã, para almoço

 

• Praia de Maracajaú. Achei um dos passeios mais fracos que eu fiz, nessa viagem. Não vi grande coisa nos parrachos de Maracajaú, mas não sei se isso se deve as condições (maré, vento, etc), embora a placa na entrada mostrasse que as condições eram boas, ou se foi inabilidade minha mesmo. Acho que a maré estava alta e tinha correnteza que te puxava. Eles falam que o passeio pode ser feito por quem não sabe nadar, mas acho que quem não sabe não aproveita nada. Pensei que a água fosse mais parada, você tem que nadar para a correnteza não te levar. Em minha opinião, só faça esse passeio se você for aficionado por mergulho, pois ele fica caro por causa do mergulho que é pago a parte. caso contrário escolha outro passeio A praia não tem nada diferente na paisagem que chame a atenção e o Ma-Noa parque deve ser bom para as crianças pequenas apenas. O mergulho saiu do Ma-Noa Parque, mas acho que existem outras operadoras na região. Parece que existe passeio de buggy pelas dunas e lagoas do local, mas fiquei na área próxima ao Ma-Noa e lá não tinha ninguém oferecendo passeio de buggy

 

• Há agências que oferecem passeio Maracajaú com Barra do Punaú. Barra do Punaú parece bonito

 

• Praia de Pirangi do Norte, a praia não tem nada demais. De lá parte o passeio aos Parrachos de Pirangi da Marina Badauê, mas não sei se é bom. Aproveite e vá ao Cajueiro, não tem muito o que fazer lá, além de ver á árvore enorme, mas vale a título de curiosidade, pois ela é realmente enorme. Perto do cajueiro fica o famoso Rest. Paçoca de Pilão

 

• Praia de Cacimbinhas e Pipa, fui de bate e volta com agência de turismo, mas acho que vale a pena dormir lá 1 noite. Disseram que é bom ir para lá de carro, pois o melhor do passeio está nas paisagens do caminho, parando, por exemplo, em Tibaú do Sul. A Praia de Cacimbinhas oferece uma vista bonita do alto, mas acho que o diferencial do lugar são as falésias e para admirá-las desça a longa escadaria que te leva para a praia e depois caminhe para a direita ou para a esquerda. Da Vila de Pipa, sai uma condução chamada de “tratrem”, que é um trenzinho puxado por trator, para o Chapadão. Do Chapadão, temos a vista da Praia do Amor, que do alto parece formar um coração. A famosa Praia de Pipa deve ser boa para quem gosta de agito. Para quem gosta de curtir a paisagem deve ser mais interessante caminhar para os lados. À esquerda, fica a Praia do Curral e á direita fica a Praia do Amor, mas acho que para caminhar para lá precisa ser na maré baixa. A Av. dos Golfinhos é cheia de lojas e restaurantes e parece um local agradável para passear a noite. Parece que a noite de lá é agitada. Disseram que a comida na praia é cara, mas vi que ali perto, na vila, tem muita opção de restaurante, tem uns crepes e uns PFs. Indicaram ir ao Santuário Ecológico de Pipa, que tem trilhas de até 2h de duração e cujos nomes são de alguns animais que podem ser encontrados durante o percurso. Dizem que as paisagens lá de cima são lindas e tartarugas marinhas podem ser avistadas na maré alta. Disseram que há passeio de buggy até Sagi. Fiz esse passeio, mas saindo mais de baixo, da Baía Formosa

 

• Barra de Cunhaú. Achei que foi o outro passeio fraco que eu fiz, nessa viagem. Não sei se o melhor do passeio está no passeio de barco pelo Rio Curimataú, conhecendo o manguezal e Praia da Restinga, que eu não fiz. A praia tem muitos recifes e muitos locais são inapropriados para banho, pois é perigoso, por causa da correnteza que pode te puxar e depois te jogar em cima dos recifes. Na maré há poucos lugares para banho, mas em compensação há um buraco nos recifes que pode ser atravessado como se fosse uma pequena caverna submersa. Na maré alta formam-se piscinas que são boas para banho. Para mim, o melhor da praia foi o Pastel do Valmir. O local é muito simples e pequeno, mas é limpo e “honesto”, como meu cunhado diz. Oferecem pastéis muito recheados e gostosos por um preço justo

 

• Há agências que oferecem passeio Barra do Cunhaú com Baía Formosa. Vale passar mais tempo em Baía Formosa

 

• Baía Formosa, a praia é bonita, mas o mais interessante está no passeio de buggy até a Praia de Sagi. Pelo caminho vemos várias praias com dunas. Gostei do visual que se tem do acesso para a Lagoa da Coca-Cola, ali se vê de um lado o mar azul e do outro, as dunas com vegetação e coqueiros. A lagoa é muito bonita, mas acesso só pode ser feito por buggys, tem uma guarita que barra outros tipos de veículos. Para ir a pé da guarita, acho que é longe. Dizem que lá perto fica a árvore do perfume Chanel número 5

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Outras opções:

• Litoral Sul, de buggy. Passa por Praia do Cotovelo, Praia de Pirangi (cortada pelo Rio Pirangi, que a divide em Pirangi do Norte e Pirangi do Sul, tem o Cajueiro do Mundo), Praia de Bertioga, Praia de Barra da Tabatinga (Mirante dos Golfinhos), Praia Camurupim (Pedra Oca, gruta no meio dos recifes, visitada na maré baixa), Lagoa de Arituba, Praia de Barreta, Praia de Malembá (travessia de balsa), Praia de Tibaú do Sul, Praia de Cacimbinhas, Baía dos Golfinhos e Praia da Pipa

 

• Redinha, disseram que o programa do local é comer "ginga" com tapioca no mercado municipal e olhar o Forte do outro lado do rio

 

• Touros, atrativo histórico. Farol do Calcanhar marca o início da BR-101 que se estende até o RS

 

• Galinhos parece interessante. O acesso é feito por barco a partir do porto de Pratagi ou por buggy que segue pelas dunas na maré baixa

 

• Barra de Tabatinga. No Mirante de Tabatinga, na parte mais alta da praia, é possível ter visão panorâmica das praias vizinhas e observar os golfinhos que aparecem ao final da tarde

 

• Nísia Floresta parece interessante, as ruínas dos antigos engenhos, a velha estação de trem, a Igreja de N. Sra do Ó, o baobá com15 m de diâmetro, plantado em 1877. Dizem que esse baobá inspirou o escritor do livro “O Pequeno Príncipe”, que vendo a árvore tão grande, fez o príncipe ficar sempre escavando as sementes de baobá, por ter medo que as árvores gigantescas destruíssem seu pequeno planeta

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Cidade de Natal:

• Fiz apenas o city tour de ônibus, que passa pelo centro, mas pára apenas no Forte dos Reis Magos e no Centro de Turismo, antiga Casa de detenção

 

• Forte dos Reis Magos, Praia do Forte, Bairro de Santos Reis, é muito bonito e de lá tem-se uma bela vista da Ponte de Todos - Newton Navarro e da Praia do Forte. Um guia mirim acompanha o grupo e conta histórias do local

 

• Ladeira do Sol, acesso pela Praia dos Artistas, bela vista das praias centrais: da Areia Preta, dos Artistas, do Meio e do Forte

 

• Ponta do Morcego, Pequeno mirante, Av. Café Filho, s/n, Praia dos Artistas

 

• Museu Câmara Cascudo, Av. Hermes da Fonseca, 1398, 3215-4195. Possui um dos mais completos acervos de pinturas rupestres do país

 

• Teatro Alberto Maranhão, Praça Augusto Severo, Ribeira

 

• Parque das Dunas, atrás da Via Costeira. Aberto diariamente, mas parece que as trilhas só podem ser percorridas ao sábados, com acompanhamento de guias. Trilhas: a Ubaia-Doce, com 2.800 m, a Peroba, com 1.400 m, e a Perobinha, com 800 m. Nas trilhas pode ser observada a vegetação nativa, além de dunas e animais, como sagüis, aranhas e aves

 

• Farol da Mãe Luiza, acima do Parque das Dunas

 

• Casa do Historiador

 

• Solar Bela Vista

 

• Capitânia das Artes

 

• Igreja do Rosário

 

• Igreja Matriz (N. Sra da Apresentação)

 

• Praça dos Três Poderes (onde estão localizados os prédios da Prefeitura, Assembléia Legislativa e do Tribunal de Justiça), Catedral Metropolitana

 

• Pórtico dos 400 anos, Rodovia BR 101

 

• Capitania das Artes, Av. Junqueira Aires, 434, Cidade Alta

 

• Espaço Cultural Potengi, Praça Sete de Setembro, s/n, Cidade Alta

 

• Museu de Arte Sacra, R. Santo Antônio, 698

 

• Aquário Natal, do outro lado da Ponte de Todos - Newton Navarro

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• No calçadão de Ponta Negra tem várias lojas “verde-amarelas” com artigos bem típicos que os estrangeiros gostam de levar de lembrança. Tem várias outras lojas de artesanato e também tem pessoas vendendo camisetas, cangas, quadros, na beira do calçadão

 

• Centro Municipal de Artesanato, Av. Presidente Café Filho, s/n, Praia do Meio, Natal. Disseram que é o local de compras com o melhor preço de Natal. Não conferi preço de artesanato, preço da castanha estava bom

 

• Centro de Turismo, antiga Casa de detenção, R. Aderbal de Figueiredo, 980, Bairro de Petrópolis. O local é bem interessante, as celas viraram lojas de artesanato e restaurante. Nas quintas feiras a noite acontece o Forró do Turista

 

• Shopping do Artesanato Potiguar, Av. Engenheiro Roberto Freire, 8000, Ponta Negra, próximo ao Praia Shopping, Natal

 

• Mercado de Artesanato Ponta Negra, Av. Engenheiro Roberto Freire, 2622, Ponta Negra, Natal, perto do Praia Shopping e do Rest. Farofa d’Água

 

• Vilarte, Av. Engenheiro Roberto Freire, 2107, Ponta Negra

 

• Casa do Nordeste, é muito bonita e tem vários artigos, mas achei preços meio salgados. Ao lado do Vilarte

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• Natal Dunnas Hotel, Av. Eng Roberto Freire, 3180. Tem bons quartos, mas dava para ouvir barulho dos outros quartos. Elevador vivia desligado, um problema principal/te p/ quem tava no 4.o andar ou com crianças pequenas. Entretanto o principal problema do hotel era o número insuficiente de funcionários e falta de estrutura para a quantidade de hospedes. Era complicado p/ tomar café da manha, poucas mesas e eles não davam conta de limpar as mesas, repor os itens do café, repor as louças, etc. Tinha que tomar café cedo, pois mais tarde eles deixavam de repor, então faltava algum item. São detalhes, mas é que a gente ficou mal acostumado depois do Hotel Diogo e também acho que o hotel deveria ser melhor pelo preço cobrado. Localização não é ruim, mas eu preferiria ficar no noutro lado da Ponta Negra, mais longe do morro do Careca e mais perto da Via Costeira, pois fica mais perto de restaurantes, shoppings e lojas

 

Outras opções:

• Visual Praia Hotel, Rua Francisco Gurgel, 9184 - Ponta Negra. Uma amiga minha ficou hospedada nesse hotel e gostou muito

 

• Hotel Olimpo, Av. Eng. Roberto Freire, 9048 Praia de Ponta Negra. Parece bom, tem uma localização boa

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• Rest. Mangai, Av. Amintas Barros, 3300. Lagoa Nova, Natal. Self-service por Kg, local simples, mas agradável, comida regional muito boa e variada, custo médio. A jarra de água de coco é enorme e barata. O prato é enorme e como tem muitas opções, se não tomar cuidado, acaba colocando muita comida no prato, mais do que agüenta comer... Experimentei o famoso sovaco de cobra e até buchada de bode. Dos restaurantes regionais, é um dos mais recomendados. Fica longe de Ponta Negra, mas dá para ir de ônibus. Recebi a indicação de pegar um ônibus que passasse na Av. Salgado Filho, descer em frente a uma Pizzaria e ao hotel Maine e andar um pouco até chegar ao restaurante. Ou pegue dois ônibus e desça mais perto

 

• Rest. Farofa d’Água, Av. Praia de Ponta Negra, 8952, Ponta Negra, Natal. À la carte, local bastante agradável, comida regional muito boa, porção muito grande, bem servida para 3 pessoas, custo médio. Oferecem translado gratuito hotel/restaurante/hotel

 

• Rest. Camarões Potiguar, R. Pedro Fonseca Filho, 8887, Ponta Negra, Natal. Esse é o mais novo, o outro fica lá perto, na Av. Eng. Roberto Freire e parece que tem a versão a Kg no Natal Shopping. À la carte, local “chique” (pelos meus padrões), comida muito boa, porção serve 2 pessoas, custo médio-alto, mas apesar de ser um pouco mais caro oferece muito mais na qualidade do ambiente, do atendimento e da comida, vale a pena experimentar, 10 entre 10 turistas vão e recomendam. Um dos melhores restaurantes que experimentei em Natal. Dica: ir cedo (de preferência até às 19h30, um dia já tinha fila nesse horário, mas normalmente o horário de pico é mais tarde um pouco), pois depois forma lista de espera e eles não reservam mesas, é chegar, dar o nome e esperar. Fica um alvoroço de gente na porta, esperando

 

• Rest. Guinza, R. Ana Porto, 4, Ponta Negra, Natal. À la carte, considero no mesmo nível do Camarões, comida muito boa, porção serve 2 pessoas, custo médio-alto

 

• Rest. Pinga Fogo, Av. Eng. Roberto Freire, 8956, Ponta Negra, Natal. Self-service por Kg, com duas opções diferentes e preços diferentes, há um buffet de comida variada (que eu não verifiquei) e outro de comida japonesa (praticamente sashimi e sushi), muito bom para quem gosta de um peixe bem fresquinho e cru. Local simples e agradável, o quilo é caro, mas a comida é boa

 

• Pastel do Valmir, Barra de Cunhaú. Fica atrás dos quiosques da praia. O local é muito simples e pequeno, mas é limpo, o atendimento é bom e rápido, os pastéis são muito bons, os mais recheados que já vi na vida, tudo isso por um preço justo

 

• Rest. Paçoca de Pilão, Av. Deputado Marcio Marinho, 5.708, Pirangi do Norte, a algumas quadras do cajueiro. À la carte, local simples, mas agradável, comida regional muito boa, porção muito grande, bem servida para 2 pessoas e sobra. A Paçoca de Pilão com manteiga de garrafa é 10!

 

• Rest. Chalemar Hotel Pousada, Via Costeira, s/n, Baía Formosa. À la carte, local bem simples, à beira da praia. Comemos apenas fritas e tapioca com recheio de peixe, apenas para “enganar” o estômago

 

• Rest. Naf Naf, Av. Jacumã, 242, Praia de Jacumã, Ceará-Mirim. À la carte, local bem simples, à beira da praia. Comemos pastel de camarão (tipo fogazza, massa grossa), apenas para “enganar” o estômago. Tem almoço self-service com churrasco, cobrado por pessoa

 

• Ma-Noa Parque, Ponta dos Anéis, s/n, Maxaranguape. Fui de self-service por Kg, mas há outras opções. Local simples, mas agradável, comida boa, custo médio

 

Outras opções:

• Tábua na Carne, Av. Engenheiro Roberto Freire, 3.241, Ponta Negra. Cozinha regional, carne de sol. Muito bem recomendado

 

• O Farol, em Areia Preta. Cozinha regional, carne de sol

 

• Brocoió, www.restaurantebrocoio.com.br Cozinha regional

 

• Abade, é bem recomendado, mas disseram que é mais sofisticado que o Guinza e Camarões e, portanto mais caro também

 

• Barraca do Caranguejo, Ponta Negra

 

• Beterraba, Ponta Negra pertinho do morro do careca

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Contatos úteis:

• Secretaria de Turismo do Estado do Rio Grande do Norte, Av. Gov. Juvenal Lamartine, 205, Tirol, Natal, (84) 3232-2519 / 2502, info@brasil-natal.com.br

 

Links úteis:

Portal de Turismo - Prefeitura Municipal do Natal

SETUR - Secretaria de Turismo do RN

NATAL

Praia de Pipa

 

Dicas:

• Em Natal, as coisas são um pouco mais caras do que em Fortaleza, passeios principalmente, embora o trajeto seja menor, os translados de ônibus para as praias são mais caros. O passeio de buggy também é mais caro, mas ele tem duração maior. Disseram que taxi e alimentação também é mais caro, mas fica difícil comparar, pois não usei taxi em Fortaleza e quanto à alimentação, realmente gastamos mais em Natal, mas fomos a restaurantes melhores também, tipo o Camarões. Quanto às compras, não sei dizer dos preços do artesanato, rendas, mas castanha de caju é bem mais cara em Natal

 

• Natal é mais tranqüila. Andei muito a pé pelo calçadão da Ponta Negra e pela Av. Eng. Roberto Freire, para ir a lojas e restaurantes, mas voltava cedo para o hotel. Ouvi apenas um comentário que era para evitar a Via Costeira, pois é mais deserto

 

• Ônibus: Natal tem um sistema parecido com o de Curitiba, as estações de transferência, onde você pode descer e pegar outro ônibus sem pagar uma nova passagem. Gostei, os cobradores e motoristas são muito atenciosos e explicam onde descer e como fazer. Para quem está hospedado na Via Costeira há uma linha de ônibus gratuita entre a Via Costeira e shoppings da cidade

 

• Existem agências que oferecem passeios que saem de ônibus ou vans e cobrem apenas o translado até às praias e lá você poderá contratar um passeio opcional de buggy. Existe também a opção de sair direto do hotel de buggy e esse passeio normalmente dura o dia inteiro. Os preços são praticamente tabelados. Há várias pessoas oferecendo esses passeios no calçadão da Ponta Negra

 

• Indicaram alugar carro e ir para as praias, pois acesso é fácil. Chegando às praias, contrate guias locais para não perder os atrativos da região ou contrate um bugueiro para fazer os passeios

• Os buggys são mais espaçosos dos que os do Ceará, mas a pressa parece ser a mesma, fiquei com a impressão de que os bugueiros querem terminar logo o passeio

 

• Fiz o passeio “litoral norte”, saindo de buggy do hotel até Cabo de São Roque, passando por Genipabu e digo que vale a pena. O passeio “litoral sul”, de Ponta Negra a Praia da Pipa, estava inoperante, ou melhor, estava operando, mas passando apenas por 3 praias e com o mesmo preço do passeio completo. Segundo, uma funcionária de uma agência, houve um atropelamento em uma das praias e a secretaria de turismo determinou que era proibido passar de buggy por várias praias, que estavam lotadas devido à alta temporada. Acredito que passando esse período, esse passeio seja liberado

 

• Visitei o litoral sul, contratando os passeios de agência, que vão de ônibus até as praias

 

• Há vans que te levam ao Centro de Turismo e te buscam nas noites de 5.a feira quando acontece o Forro com Turista. Não fui lá, mas deve ser uma boa opção, uma vez que não deve ter ônibus na volta e táxi é mais caro

 

• Considero Ponta Negra uma localização boa para ficar hospedado, mas do lado próximo à Via Costeira, pois fica mais próximo de bons restaurantes, do Praia Shopping e de lojas de artesanato. O outro lado, perto do Morro do Careca, é bom, mas fica-se mais restrito ao calçadão

 

• Não faltam opções de bons restaurantes na cidade

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Em edição!!!

 

Sexta, 23/01/2009 - Manhã nublada em Fortaleza, tarde ensolarada com algumas nuvens em Natal

Aeroporto de Fortaleza, Aeroporto de Natal, Praia de Ponta Negra, Morro do Careca

 

Acordamos, tomamos café e enrolamos um pouco no hotel até dar a hora do translado até o aeroporto. O Aeroporto de Fortaleza estava tranqüilo e pegamos o vôo para Natal. Chegamos ao Aeroporto de Natal e encontramos o receptivo que iria nos deixar no Hotel Natal Dunnas. A minha primeira providência foi passar no Centro de Informações Turísticas e pegar um mapa da cidade. A guia deu informações básicas sobre a cidade, disse que a Praia de Ponta Negra era apropriada para banho e que poderia caminhar pela cidade tranquilamente, tomando os devidos cuidados. Deixamos a bagagem no hotel e fomos para a Praia de Ponta Negra. Ela é uma praia urbana, seus atrativos não são naturais, com exceção do Morro do Careca. A praia tem um bom calçadão para caminhada, vários restaurantes, bares, quiosques e lojas de souvenires. Fomos até o Morro do Careca, que está interditado, não é possível subir nele. Faz tempo que está interditado, mas o pessoal continuava subindo. No entanto, das vezes que fui lá, não tinha ninguém subindo, talvez por que eles tenham intensificado a fiscalização. Do Morro do Careca, resolvemos seguir o calçadão até o final, onde subimos uma escadaria até a avenida em cima. Estávamos cansados e com fome, então resolvemos ligar para o Rest. Farofa d'Água, para eles nos buscarem, pois no folheto que recebemos dizia que eles faziam o translado hotel/restaurante/hotel. Porém ao ver o folheto e dar uma olhada no mapa, achamos que estávamos bem perto do restaurante, então seguimos e depois de umas 2 quadras, chegamos lá. Pedimos o prato tradicional de carne de sol e o garçom sugeriu pegar meia porção de arroz normal e meia de arroz com leite. Com leite é bom, mas meio forte. Sobrou muita comida, pois o prato é bem servido para 3. Depois de alimentados, resolvemos continuar a pé. Como era cedo, passamos no Praia Shopping e no Mercado de Artesanato Ponta Negra, que são várias lojinhas numa esquina bem em frente ao Rest. Farofa d'Água. Depois retornamos ao calçadão, seguimos até a outra ponta e paramos num mercadinho para comprar água antes de voltar o hotel.

 

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Sábado, 24/01/2009 - Dia nublado/ensolarado

City tour, Pirangi do Norte, Cajueiro

 

Acordamos, tomamos café e enrolamos um pouco até dar a hora do city tour. Saímos com a guia Marisa, que era muito divertida. Depois de aprender alguns vocábulos regionais dos potiguares, paramos no Forte dos Reis Magos, que é muito bonito. De lá tem-se uma bela vista da Ponte de Todos - Newton Navarro, conhecida também como Ponte Forte-Redinha e do outro lado vê-se a Praia do Forte. Um guia mirim acompanha o grupo e conta histórias do local. Depois a outra parada e no Centro de Turismo, antiga Casa de Detenção, onde há diversas lojas de artesanato e restaurante. Passamos em frente a vários pontos turísticos, porém sem parar e seguimos até a Praia de Pirangi do Norte. De lá nos separamos do grupo, pois queríamos ir no Rest. Paçoca de Pilão. Almoçamos a tal paçoca de pilão, que é uma farofa com a carne de sol desfiada, muito bom. Depois descemos até a praia, que não tem nenhum diferencial e fizemos uma caminhada até o Restaurante Marina Badauê. Não optamos pelo mergulho, pois queríamos fazer o de Maracajaú, que é mais famoso. Saímos em direção ao Cajueiro que é enorme. O cajueiro pode ser visto da rua, mas pagamos a entrada para ter direito a subir num pequeno mirante e olhar o cajueiro do alto. Lá dentro é possível caminhar debaixo do cajueiro e chegar até o seu tronco principal. Um guia acompanha o grupo e dá explicações básicas sobre a árvore. Você pode tirar foto fantasiado de caju, sabe aqueles cartazes onde você coloca a cara num buraco para tirar foto, é muito ridículo, mas é lógico que eu tirei foto, pois turista é muito bobo mesmo. Você também pode colher cajus se conseguir encontrar algum. Não tem muito mais para fazer lá dentro, mas é legal para conhecer, pois o tamanho da árvore é impressionante e ele só não cresce mais porque está cercado por ruas e casas, o que é uma pena. Na entrada tem umas lojinhas vendendo artesanato, castanhas, etc. Compramos os outros passeios da semana com a mesma agência. À noite, saímos para dar uma volta pelo calçadão e pela Av. Eng. Roberto Freire. Passamos em frente ao Rest. Camarões e já vimos uma muvuca, apesar de ser um pouco depois das 19h, já havia uma fila de espera. Perguntei ao maitre se era possível reservar mesa, mas ele disse que não, era chegar e anotar o nome na fila. Também perguntei qual o horário que ainda estava tranqüilo e ele disse que normalmente era tranqüilo naquele horário, mas que naquele dia já tinha fila às 19h. Só sondei para o próximo dia, pois naquele dia estávamos com a barriga cheia de paçoca de pilão.

 

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Domingo, 25/01/2009 - Dia ensolarado com algumas nuvens

Baía Formosa, passeio de buggy para Sagi

 

Como todos os dias, acordamos, tomamos café e saímos para o passeio para Baía Formosa. Paramos em frente a uma casa e descemos para a praia pelo acesso por dentro dos jardins dela. Lá de cima tiramos algumas fotos da praia embaixo. Nosso ponto de apoio era o Rest. Chalemar. Conforme orientações da guia Marisa, fizemos o nosso pedido, para que ele ficasse pronto no retorno do passeio de buggy. Saímos para o passeio e fomos direto até a Praia de Sagi. Do outro lado do Rio Guaju já estamos em Paraíba, então você atravessa o rio e põe um pezinho na duna só para dizer que já esteve na Paraíba. Tem um monte de caranguejos pequenininhos brancos com pata amarela na praia. Depois de um banho no Rio Guaju retornamos, passando por várias praias até uma espécie de Cachaçaria. Depois passamos por mais algumas praias até o nosso buggy parar porque tinha furado o pneu. Aproveitamos para curtir a paisagem e tirar fotos, pois a praia era deserta, sem construções, linda, com dunas cobertas por vegetação rasteira. Depois de consertado o pneu, fomos até a Lagoa de Araraquara, conhecida como Lagoa da Coca-Cola. Na beira da praia tem uma guarita que só deixa passar buggys, outros tipos de veículos são barrados, no acesso para a lagoa. Essa praia é bem bonita, de um lado o mar azul e do outro, as dunas com vegetação e coqueiros. A lagoa é linda, cercada por vegetação e com uma incrível cor de coca-cola. Dizem que a cor da água é resultado da pigmentação das raízes das árvores e da composição química do solo. Guias dizem que é uma espécie de “chá”, que faz bem para a pele e para os cabelos. Dizem que lá perto tem um exemplar da árvore da qual se tira a essência do perfume Chanel número 5. Se não me engano toda essa área é de preservação, a Mata Estrela. Depois paramos numa praia, onde um voluntário explica o seu trabalho de recolher os ninhos de tartarugas e transportá-los para locais mais seguros colocando uma tela em cima para que animais não possam cavar a areia e comer os ovos. É interessante, compramos um DVD da Baía Formosa para ajudar esse trabalho. Passamos por mais algumas praias até retornar a praia de Baía Formosa. Comemos tapioca e fritas para tapear o estômago. Fizemos uma caminhada pela praia pelo lado esquerdo até onde dava para ir por conta da maré, mas avistamos a praia com dunas. Depois voltamos e seguimos pelo outro lado. O ônibus saiu da praia, mas parou logo no início, onde tem um mirante e vimos aquela praia com dunas e a água batia nas dunas, pois a maré já estava bem alta, nem sobrava faixa de areia para andar. Dava para ver vários barcos na água, era muito bonito. À noite jantamos no Rest. Camarões, comemos camarão no jerimum, que estava muito bom.

 

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Segunda, 26/01/2009 - Dia ensolarado com algumas nuvens

Passeio de buggy Litoral norte

 

Saímos de buggy do hotel, passamos pela Ponte de Todos - Newton Navarro e seguimos até o Aquário de Natal, mas decidimos não entrar. Fomos direto para as dunas de Genipabu. O visual lá de cima é incrível, a Lagoa de Genipabu e a Praia de Genipabu são lindas demais. Lá você encontra os famosos dromedários e pode dar uma voltinha neles pelas dunas, com direito a turbante, É sem dúvida inusitado, pessoas montadas em dromedários, com turbante, mas usando biquíni e passeando no meio das dunas e com vista para a praia, é hilário, coisa só de turista mesmo. O sol já é escaldante às 10h da manhã, mas o pessoal de lá disse que estava bom ainda, pois às 12h é que era realmente quente. Depois da travessia de balsa entre a Praia de Genipabu e a Praia da Barra do Rio pelo Rio Ceará-Mirim, chegamos a Lagoa de Pitangui, que fica no meio das dunas. Lá tem restaurante e aerobunda, mas não tem muita graça, pois não tem uma duna alta, o ponto de partida da brincadeira é de uma torre construída na beira da lagoa. Saindo da lagoa passamos pelas Dunas Douradas de Pitangui que são demais, para todos os lados que se olha é só areia, é muito bonito. Fica um pessoal lá com uns micos e uns lagartos para quem queira tirar fotos, não tirei, pois tenho dó dos bichinhos que ficam lá o dia todo. Numa das pontas tem-se um belo visual, de um lado as dunas, do outro lado vegetação, coqueiros e mar azul. Um pouco mais a frente passamos por uma praia, que não sei se era a Praia de Porto Mirim ou Praia de Muriú. Na Praia de Barra de Maxaranguape, pegamos outra balsa. Nosso destino era o Cabo de São Roque, que é o ponto mais perto do continente africano em nosso país (continente, pois tem Fernando de Noronha) e eles chamam de “esquina” do Brasil. Os guias brincam dizendo que pode-se ver leões, girafas e zebras, tudo depende da quantidade de cachaça ingerida, é claro. Perto do Farol de São Roque, encontramos um posto do INPE. Nesse local as árvores tortas são um charme a parte, destacando-se a "Árvore do Amor", duas gameleiras que se entrelaçaram e deixaram um grande vão ao meio, onde é possível posar para uma foto. Disseram que o vão antigamente tinha o formato sugestivo de coração, mas que foi modificado do tempo e do vento. Lá encontramos uma barraca como nome sugestivo de “Esquina do Brasil”. Subindo mais um pouco chegamos a um local muito bonito, onde dunas com certos pontos cobertos por vegetação formam um contraste entre a areia clara e o mato verde. A vista que se tem do alto das dunas, da praia emoldurada por uma larga faixa de coqueiros é incrível. Retornamos e fomos para a Lagoa de Jacumã. Lá tem aerobunda alto que vai dar numa lagoa bem grande. Até o Daniel se animou a ir, ele que morre de medo de altura. Eu fiquei apenas fotografando. Depois passamos pelas Dunas de Jacumã e vimos aquela paisagem que parece um deserto, cercados de areia por todos os lados. Depois fomos para a Praia de Jacumã, onde comemos um pastel de camarão no Rest. Naf Naf a beira da praia. Depois disso, retornamos a Natal e à noite jantamos de novo no Rest. Camarões, comemos frutos do mar.

 

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Terça, 27/01/2009 - Dia ensolarado com algumas nuvens

Praias de Cacimbinhas e Pipa

 

Mais um dia de passeio de ônibus. Chegamos à Praia de Cacimbinhas, na parte de cima das falésias e vimos a praia lá embaixo. Tem uma longa escadaria que te leva para a praia. Tem umas mesinhas lá embaixo, mas cuidado ao tomar umas caipirinhas, pois a subida pode se tornar complicada... As falésias são muito altas, com diferentes tonalidades de areia e formam um paredão constante ao longo da praia, é muito bonito. Acho que são as maiores falésias, em altura e em extensão, que eu vi ao longo de uma única praia, nessa viagem. Primeiro, seguimos caminhando pelo lado esquerdo da praia, até chegar a uma curva cheia de pedras. De lá se avista uma bela praia com curvatura acentuada e emoldurada num trecho por falésias encimadas por coqueiros e depois por longas dunas claras. Retornamos e seguimos para o lado direito da praia. Desse lado, no geral, as falésias são de cores mais fortes, alaranjadas, avermelhadas, arroxeadas, mas então de repente ficam branco-amareladas, e ao fundo vemos uma duna coberta de vegetação alta, com uma pequena área descoberta, a qual apelidei de Morro do Carequinha. Depois retornamos para ir a Pipa. Chegando a Vila de Pipa, pegamos uma condução chamada de “tratrem”, que é um trenzinho puxado por trator, para o Chapadão. Do Chapadão, temos a vista da Praia do Amor, que do alto parece formar um coração. O local e a vista que se tem de lá é bastante bonita, diferente. Depois, o tratrem nos deixou na Praia do Centro de Pipa. Essa é a famosa praia conhecida como Praia de Pipa, mas esse não me engano Pipa é o nome do lugar e não da praia em si, pois há várias praias nessa vila. A praia tem uma faixa de água, uma faixa de areia e depois o mar. A faixa de água fica bem rente aos quiosques e os guarda-sóis, mesas e cadeira ficam na faixa de areia, que pode ser alcançada por barquinhos que fazem a travessia ou por caminhada até o final dos quiosques. Não achei local tão bonito assim, acho que é bom para quem gosta de agito, ver gente. Para quem gosta de curtir a paisagem deve ser mais interessante caminhar para os lados. À esquerda, fica a Praia do Curral e à direita fica a Praia do Amor, mas acho que para caminhar para lá precisa ser na maré baixa. Infelizmente, indo com ônibus de agência de turismo, não tivemos tempo de fazer essas caminhadas. A parada maior, para almoço, é na Praia de Cacimbinhas, dessa forma a parada em Pipa é bem curta, não dá tempo para fazer nada, muito ruim. A Av. dos Golfinhos é cheia de lojas e restaurantes. De volta à Natal, jantamos no famoso Rest. Mangai, experimentei o tal do sovaco de cobra e até buchada de bode.

 

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Quarta, 28/01/2009 - Manhã nublada/ensolarada, tarde ensolarada com algumas nuvens

Praias de Maracajaú e Ma-Noa Parque

 

Achei um dos passeios mais fracos que eu fiz, nessa viagem. Chegamos no Ma-Noa Parque e alugamos um guarda-volumes para deixar as nossas coisas, principalmente as carteiras e objetos de valor. Saímos de barco em direção aos parrachos de Maracajaú. Chegando desembarcamos numa plataforma. Não sei nadar, nunca tinha feito snorkeling e só sobrevivi com a ajuda do Daniel, botei a bóia e o snorkel e fiquei agarrada na beira da plataforma, mas para o meu consolo tinha mais um monte de gente na minha situação, tanto que as beiradas da plataforma estavam concorridíssimas. Uma comédia! Acho que a maré estava alta e tinha correnteza que te puxava. Eles falam que o passeio pode ser feito por quem não sabe nadar, mas acho que quem não sabe não aproveita. Pensei que a água fosse mais parada, você tem que nadar para a correnteza não te levar. Não vi grande coisa, mas não fui para muito longe e disseram que as melhores observações são feitas longe das plataformas. Na entrada do parque, uma tabela mostrava que todas as condições (maré, vento, etc) estavam boas para o passeio, mas acho que não eram boas, não. Entretanto não manjo disso, então não sei se o problema era com a “mergulhadora” aqui. No geral, achei o passeio fraco, não vi muita graça no mergulho e a praia não tem nada diferente na paisagem que chame a atenção. Acho que o parque deva ser bom para as crianças. Voltamos e jantamos no Restaurante Guinza.

 

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Quinta, 29/01/2009 - Dia nublado/ensolarado

Barra de Cunhaú

 

Achei que esse foi outro passeio fraco da viagem. Não vi grandes atrativos em Barra de Cunhaú Não sei se o melhor do passeio está no passeio de barco pelo mangue, que eu não fiz. A praia tem muitos recifes e muitos locais são inapropriados para banho, pois é perigoso, por causa da correnteza que pode te puxar e depois te jogar em cima dos recifes. Na maré baixa há poucos lugares para banho, mas em compensação há um buraco nos recifes que pode ser atravessado como se fosse uma pequena caverna submersa. Na maré alta formam-se piscinas que são boas para banho. O ponto de apoio do grupo era a Pousada e Restaurante do Baiano, porém lá não tinha nenhum petisco ou lanche para enganar o estômago. Fomos até o outro quiosque chamado Canoas’ Grill, que também não tinha nada. Disseram que tinha um pastel numa barraca mais ao fundo, atrás dos quiosques da praia. Procuramos e encontramos o Pastel do Valmir. Um casal já estava lá saboreando o pastel e dizendo que nunca tinham visto pastel com tanto recheio, pois os pastéis paulistas são conhecidos como “pastel de vento”, ficam inflados ao serem fritos, mas quando você morde, o ar quente sai (e te queima) e recheio que é bom, nada. Pedimos o de camarão, que não tinha aquele recheio de molho farinhento com camarão só para dar um cheirinho, ao invés disso estava lotado de camarões, eram pequenos, mas era puro camarão. Depois pedimos o pastel de camarão com queijo, que tinha muito queijo derretendo e muito camarão. O local é muito simples e pequeno e pode parecer suspeito a primeira vista, mas é limpo, o pessoal super preocupado em manter tudo limpo, tanto que pediram licença para recolher os guardanapos usados e em passar um pano na nossa mesa entre os dois pedidos de pastel que fizemos. Um detalhe, ofereceram catchup, que veio gelado, ou seja, estava na geladeira. O atendimento é bom e rápido. Como meu cunhado diz, é um local “honesto”, preço justo, os pastéis não são caros e eles oferecem refrigerantes em garrafas pets também, que saem bem mais em conta, principalmente para quem está em família ou grupos, como disse é um local honesto, pena que fique atrás dos quiosques e acho que muita gente não vê. De volta a Natal, jantamos no Rest. Pinga Fogo. Depois demos uma olhada na R. Dr. Manoel A. B. de Araújo, onde estão localizados o Taverna Pub e a Casa de Taipa.

 

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Sexta, 30/01/2009

Aeroporto de Natal, Aeroporto de Guarulhos

 

Acordamos mais tarde e nos preparamos para ir embora. O ônibus que fez o translado hotel/aeroporto estava lotado, idem o aeroporto. Todos estavam indo embora, com o fim das férias. O vôo atrasou um pouco e Guarulhos/Sampa estava um caos, numa sexta chuvosa. E assim acabou nossa viagem...

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