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Viajar Sozinha

Ela cumpriu a promessa que fez a si mesma: conhecer 100 países antes dos 30 anos

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Depois do que ela chama de uma infância “traumática” com restrições e batalhas de custódia a americana Melissa Roy, agora com 31 anos se propôs a visitar 100 países de todos os continentes antes de completar 30 anos. E conseguiu.
“Eu nunca gostei de estar em casa. Sempre quis sair e tirar minha mente das coisas [que aconteciam ali]”, comenta acrescentando “eu estava tendo uma crise de meia-idade já aos 30 e eu sou tipo ‘não me casei, não tive filhos, preciso fazer algo realmente legal antes de completar 30 anos – o que devo fazer?’. Daí a mola propulsora.
O primeiro passo para viajar para fora dos Estados Unidos foi passar o segundo ano da faculdade estudando em Buenos Aires, na Argentina. Enquanto a maioria dos estudantes ia para casa durante as férias, Melissa conhecia a vizinhança: Brasil, Chile, Bolívia e Peru.
Ela fez tudo com as próprias economias. Depois de formada investiu no mercado de ações, fez comerciais e trabalhou em Hollywood (ela é atriz). Trabalhos que viabilizavam as viagens. Chegou a fazer uma campanha em um site de financiamento coletivo visando entrar para o Guiness book como “a mulher mais nova a visitar todos os países do mundo e criar uma série de viagens”.

Comercial com ator Alec Baldwin | Foto: Reprodução YouTube.

Para economizar com hospedagem, utilizava-se do Couchsurfing. “É bom porque você tem a perspectiva de um [morador] local e é como ter um host VIP em um país”, comentou sobre a plataforma.
Melissa comemorou o aniversário de 30 anos na Antártida. Ela espera conhecer todos os países do mundo, mas já não colocou prazo para isso.
“Não quero começar uma vida ‘normal’ onde você tem filhos, uma hipoteca, um marido e um trabalho no escritório. Só quero continuar [viajando] porque amo essa vida”.

Ai-Ais – Karas – Namíbia | Foto: @MelissaSRoy

Um feliz aniversário de 30 anos bem comemorado | Foto: @melissasroy

Belo passaporte! | Foto: @melissasroy

Com os amigos que fez em Kuala Lumpur | Foto: melissasroy

Islândia | Foto: melissasroy

Para saber mais sobre a história da viajante acesse o blog, Instagram e ou o canal dela no YouTube.

Com informações de MelissaRoy.com, Travel + Leisure e Indiegogo.

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Viajar Sozinha

Como pegar carona durante mochilão sozinha

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Por Kamila Queiroz*

Primeiramente quero deixar claro que: Eu não tenho garantias nenhuma, sobre viajar de Carona, é algo que a estrada vai te ensinando e mostrando para cada um: o que e como fazer.
Cada viagem é consigo mesmo e, é única.
Fé cega, olho vivo, faro fino e principalmente: Use a intuição. Sinta!

Como pegar carona durante o mochilão sozinha?

Onde pegar carona?

Posto de Gasolina: é um ponto legal para abordar as pessoas, com sorriso e respeito no espaço do outro. Nem todos entenderão que você esta numa grande aventura, louca para dizer tudo e dizer que é uma boa pessoa para eles levarem, porque as pessoas estão vivendo a viagem delas, curta ou da vida normal, estão lá vivendo. Então, chegue na boa, com boa vibração. Fique, se precisar, muito tempo observando quem chega, abastece e para, ou quem você sinta que vai continuar. No posto é um bom lugar para abordar caminhão também e várias pessoas estão dando pausa, câmeras, caminhoneiros conhecidos, etcs.

Rutas, Estrada: sempre fora ou saída da cidade. Não adianta muito, pedir carona, dentro da cidade porque, maioria das vezes, as pessoas estão indo perto, ou dentro da própria cidade (ai fazem gestos que você pode demorar meses para entender)

 

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Couchsurfing, Blablacar ou Grupos de caronas Facebook: sim, existem várias pessoas viajando de carro, motorhome ou simplesmente querendo compartilhar informações sobre caronas.

 

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Com quem pegar carona?

Caminhoneiros: Fora Temer e viva os caminhoneiros. Sim, existem muitos caminhoneiros “maneiros”, gente boa e respeitador. E eles viajam sozinhos, tem muita histórias, são praticamente Mochileiros levando a vida na costas também, mas através de carga pesadas dos seus caminhões.
Casais: Dependente, pode ser que tenha alguns com filhos, é mais difícil, mas existem muitos casais que são aventureiros e gostam de levar outros aventureiros com eles.
Senhores/Senhoras: esses aí têm mesmo feeling do caminhoneiros, e também têm muita histórias boas. Vale muito a pena.
Qualquer outro tipo de pessoa: ABRA A MENTE E O CORAÇÃO e CONFIA que AINDA tem muita gente BOA nesse mundo. Acredite.

 

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DICAS ÚTEIS DURANTE E ANTES DA CARONA:

– Quando um carro parar: pergunte primeiro o destino da carona, não fale onde você vai antes de saber onde vai a carona. (vai que o caroneiro muda a rota por causa de você, né?)
– Ir cedo para Rutas: sempre ir cedo, mas observe o comportamento da cidade durante o tempo que você ficar, observe as saídas. Cada lugar muda a rotina. Mas geralmente cedo, as pessoas estão transitando entre os povoados para trabalho ou algo do tipo. Mas não é regra. Observe!
– Pergunte o nome das pessoas: quando entrar no carro, seja educado, pergunte o nome das pessoas de dentro do automóvel;
– Quando sentir medo ou algo errado: Se você sentir que tem medo ou um ar estranho(você vai sentir), digite no celular algo e finja tirar uma foto com a pessoa e enviar para alguém e diga: “ah que legal que consegui, obrigada, estou enviando que estou bem para meu amigo aqui da cidade(onde saiu)”.
– Segurança e instinto: de verdade, se sentir medo, escreva para seus amigos/hosts do destino que você deixou e avise que esta bem, carro/caminhão tal e pessoa tal.
– Placas de informações para o motoristas: Faça uma PLACA para onde você quer ir ou simplesmente: Até a Próxima Cidade. Ás vezes avançar 30,50km para frente pode mudar muitas coisas.
– Equipamentos de mochileira sempre: Tenha sua barraca sempre, pode ser que você durma nela, caso ninguém te leve. Dúvidas de equipamentos, tenho aqui algumas soluções para seu dilema: Mochila Cargueira, Check-list básico, O que é um Mochileiro.
– Conversação: Fale o necessário e principalmente escute, aprenda o idioma e observe o caroneiro! Se sentir boa vibe, torne-se uma pessoa receptiva e aproveite a amizade.

Qualquer informação que eu escrever, pode ser útil ou não, e eu não tenho garantias de nada, por isso meninas usem seus instintos femininos e sentidos.
Eu fiz muitas amizades e, uma grande amizade na Carretera Austral que me levou por mais de 1.000KM junto. Abra mente que boas caronas surgem.
Força! E voem!
Buenas Rutas. Suerte.

*Kamila Queiroz é viajante, fotógrafa, embaixadora Worldpackers e autora do blog S.O.S Mochileiras.
Você pode saber mais sobre ela e suas viagens no site, página do Facebook e Instagram.


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Viajar Sozinha

Mochileira croata dá volta ao mundo de carona

Mochileiros.com

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Foi uma jornada cheia de perigos, mas ela conseguiu: uma volta ao mundo confiando inteiramente na bondade do próximo.

Ana Bakran, uma viajante croata de 34 anos, fez sua épica jornada solo de sua cidade natal, Zagreb, até Bora Bora, na Polinésia Francesa, em um feito surpreendente que a levou três anos e oito meses, e a levou por 25 países.

Em entrevista ao Jornal DailyMail, Ana contou como conseguiu dar a volta ao mundo pegando carona em carros, caminhões, motos, balsas, barcos a vela, navios de pescadores, um helicóptero e até um cavalo no Quirguistão.

Ana, que deixou seu emprego em uma empresa de marketing digital em 2013 para perseguir seu desafio e documentá-lo em seu blog , conseguiu no melhor estilo mochilão roots,  dar a volta ao mundo com poucos recursos.

“Eu me acostumei a dormir em movimento”, diz ela. “Nos parques, praias, postos de gasolina, mesquitas e templos, albergues baratos e inúmeras casas dos habitantes que me convidaram para entrar. Não sou exigente, fico em qualquer lugar desde que me sinta segura.”

Ao longo da viagem, ela ficou em todo tipo de lugar, com 63 jovens órfãos na Tailândia, em um iate milionário em Montenegro e debaixo de uma árvore no Parque Gezi, em Istambul, durante as manifestações de 2013.

Em quase todos os casos, a carona foi seu meio de transporte.

“Eu só precisei pagar pra me locomover em poucas ocasiões”, ela explica. “A polícia de fronteira do Turcomenistão com a China, por exemplo, não me deixava andar entre dois pontos de controle para entrar no país, então precisei pagar um micro-ônibus para chegar do outro lado da fronteira.”

No início, Ana disse que precisou passar um tempo aprendendo como pegar carona com outros viajantes mais experientes, mas logo passou a se aventurar sozinha e  é claro quem nem tudo são (ou foram) flores.

“Houve momentos em que fiquei na estrada no meio do nada, ou que acabei pegando carona com homens ‘sem noção'”, lembra ela.

– Alguns me mostraram o pênis do nada, tocaram meu joelho ou se recusaram a me deixar sair do carro. Mas eu consegui sair ilesa de todas essas situações por ficar calma e conversar seriamente com eles – às vezes com a ameaça de usar spray de pimenta que sempre carrego comigo.

Ela acrescenta: ‘Eu não acho que esses caras fossem pessoas más. Acho que eles fizeram julgamento errado sobre mim. São de outra cultura e não estavam acostumados com uma mulher pedindo carona.  Espero que eles tenham aprendido com o erro.

“Nenhum desses incidentes me desencorajou a pegar carona, e 99% das viagens não foram nada além de incríveis.”

Ela disse que enfrentou a maioria destes problemas em países muçulmanos, mas diz que neste mesmos locais foi recebida com “extrema hospitalidade e gentileza”.

Ana em um barco de pescadores pegando carona de Maupiti a Bora Bora. – Foto: Arquivo Pessoal

Ana passou sete meses em um barco da Malásia para a Austrália. Ela conseguiu se juntar à tripulação depois de encontrar um capitão australiano que estava procurando uma equipe para ajudá-lo a navegar de volta para a Austrália.

“Eu estava procurando um barco para pegar carona para a Austrália, então foi perfeito”, explica ela.

De lá, ela fez talvez sua mais improvável viagem – uma carona em um helicóptero.

“Eu me aproximei de uma empresa charter no oeste da Austrália e contei a eles minha história”, diz Ana. ‘Quando eles viram o mapa da minha jornada, eles concordaram em me deixar pegar carona. Eu só tive que esperar  quarenta e cinco minutos, que não eram nada comparados às minhas horas habituais esperando carona na estrada.”

Da Austrália Ana partiu para outras ilhas e sua última postagem no Facebook foi feita 28 de fevereiro em Nuku Hiva,  a maior das Ilhas Marquesas na Polinésia Francesa. Na capa do seu perfil há uma mensagem dizendo que ela irá escrever um livro sobre a jornada e temos que admitir que assunto é o que não vai faltar!

Percurso da viagem

Pegando carona em um helicóptero na Austrália

Embora não pareça, estava frio na Austrália e ela teve que pegar carona vestida com seu saco de dormir

Em Pamukkale, uma cidade no oeste da Turquia conhecida por suas águas termais ricas em minerais e impressionantes terraços brancos


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Cicloturismo

Ela viaja de bicicleta pelo mundo atrás de Arte urbana

Mochileiros.com

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“Com sede de aventura e paixão pela arte, eu rodo o mundo para conhecer e documentar artistas de rua, seu trabalho e suas diferentes abordagens.” Assim a designer gráfica, fotógrafa e cicloviajante alemã, Nina Schwarzenberg abre o site onde mostra um pouco do seu trabalho fotográfico fruto de suas andanças, ou melhor, pedaladas mundo afora.
Nina trabalhava num jornal quando decidiu deixar a Alemanha para conhecer diferentes culturas. Levou consigo coragem, curiosidade e a paixão pela arte – sobretudo a Arte de rua – além de seu equipamento fotográfico e uma bicicleta, com a qual conquistou uma “liberdade inexplicável”. À Lonely Planet ela comenta sobre a flexibilidade conseguida com a bike “não precisamos esperar por transporte, podemos sair das estradas principais e explorar lugares remotos; não ficamos presos no trânsito ou perdendo tempo para encontrar um lugar onde estacionar o carro. Conhecemos a vida selvagem e as pessoas mais de perto”.
A viagem de Nina começou em Veneza, na Itália. Dali ela percorreu a costa italiana e conheceu um pouco da Croácia, Bósnia, Montenegro, Albânia, Eslovênia, Grécia entre outros. Canadá e Japão são os próximos na sua lista de viagem. Agora ela está pedalando pelo Marrocos.

Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Abertos, muitas vezes os artistas convidam a cicloviajante a participar de algumas obras | Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Artista em Dubrovnik, Croácia | Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Para ela, viajar de bicicleta proporciona “liberdade inexplicável” | Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Em Israel, um dos países que ela conheceu | Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Ela encontra pelo caminho outros apaixonados pela bicicleta | Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Foto: Nina Schwarzenberg/Arquivo pessoal.

Para saber mais sobre a cicloviagem da fotógrafa e conferir mais sobre seu trabalho, acesse o site ou siga o perfil dela no Instagram.


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América do Sul

Uma mulher, 8 meses, 4 países, de carona, vivendo intensamente

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A minha história são recortes do que projetei ser, até simplesmente Ser. Sem planos, sem projeções. Eu apenas me tornei o que a minha essência pediu para ser: Uma aventureira, uma viajante.

Eu poderia lhes contar sobre meus sonhos, mas essa história trata de realidade.

Eu vivia uma vida tradicional, me falaram que eu deveria estudar, entrar na universidade, de preferencia pública, trabalhar, ter uma carreira de renome, poder aquisitivo para andar na moda, tirar férias em dezembro, pensar em família, me casar com quem fosse conveniente, ter uma boa casa, um carro, condições para ter filhos… Não foi a minha família que me falou isso, foi a cultura. Mas oras, eu não queria isso. Confesso, tentei: anos de cursinho, uma graduação pública em uma carreira de concorrência, eu confesso, gosto de Arquitetura, principalmente de Urbanismo, mas não gosto de instituição, não gosto de organização linear.

Um dia eu disse basta, em fevereiro de 2017, e fugi com uns Jovens Franceses Malucos, eu realmente eu sentia em um conto de Fadas do Peter Pan, indo para Terra do Nunca, logo eu, já com 20 anos embarcando em uma insanidade. Fugir é complexo, eu fugi de viver uma vida linear que eu não me identificava. Fui com os Franceses até a Fronteira Brasil – Argentina, toda essa história durou por um mês … E na fronteira fiquei sozinha, creio que por objetivos diferentes.

E de lá, entre muitos de: Como você vai sozinha pro exterior? Você nem fala o idioma! Você nem tem dinheiro! Você é uma mulher, é muito perigoso pra uma mulher. Pegar carona sozinha? Tá pedindo pra ser estuprada. Sua louca, quer morrer. Uma resposta: Eu posso.

Na verdade, o ato de rebeldia de viver a vida dos meus sonhos foi a melhor coisa que eu podia fazer por mim. Eu sim, fui e peguei inúmeras caronas sozinhas, porque eu tenho fé que o mundo melhor só começa quando eu não me conformo com as coisas como estão. Eu quero poder fazer o que quero, e farei.

Cruzei a fronteira, e logo de cara, um conselho para as mulheres: Só peguem carona sozinhas quando realmente estiverem confiantes para fazer isso, seguras de si. Eu comecei a fazer isso depois de mais de 2 meses viajando sozinha, depois de pegar carona com outras pessoas, um dia eu me sentia forte para pegar caronas sozinha, fiz isso na Argentina, por todo o Peru, e muitos estados Brasileiros.

Viajei sozinha, viajei com Brasileiras, fiquei em casa de Argentinos, conheci a minha família de Estrada, minha amada Delegação Clandestina, um Grupo de Argentinos, Franceses, depois Belgas, e eu, A Brasileira bruxa louca. Claro, é raro uma Brasileira que pega carona sozinha, faz tarot, acredita em Sagrado Feminino e fala de Espiritualidade, mas essa sou eu. Viajei por quase 3 meses na Argentina, com a Delegação como 2 semanas na Argentina, depois 1 mês pela Bolívia, e mais 2 meses no Peru.

Vendi comida na rua, vai me dizer que só viaja quem tem dinheiro? Ah meu bem, eu trabalhei, não tanto porque realmente eu contava com a minha família quando queria conforto, já que luxo pra mim não era necessário, eu não me importo de dormir em beira de estrada, acho divertido! Eu não me importo de dormir em hospedagem mequetrefe. Eu não me importo de cozinhar a minha própria comida, aliás, até prefiro. Não me importo de não ir a lugares turísticos caros, aliás, para mim, isso retira a essência. Mas sim, eu me importo em viver intensamente e provar para eu mesma que é possível. E assim, eu descobri que é possível viver viajando, você só tem que encontrar a sua forma de fazer isso, seja vender comida, seja tocar em bares, trabalhar de garçonete…

Viajei por 8 meses, 3 com a Delegação, 1 com Brasileiras, os outros foram divididos entre morar um mês na Amazônia, um em povoado alternativo na Argentina, algumas viagens com outros amigos, muitas sozinha.

Retornei ao Brasil para rever familiares, amigos, encerrar ciclos e me jogar na estrada sem retorno, porque aliás o que já fui não existe mais, e o que sou, em breve também não mais. Quem sabe, farei visitas, recordarei histórias, mas a minha, essa pertence a Estrada!

Blog pessoal: www.mimimiafuera.com 

Fotos Insta @mirellarruda

Colunista no Blog: www.brasileirapelomundo.com

Gratidão, a vida é uma viagem, aproveite o caminho.


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Viajar Sozinha

Dei uma volta ao mundo e zerei a vida!

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Estou me despedindo de 2017 com a vida zerada!
E por quê? Porque foi quando eu voltei para o Brasil depois de viajar 2 anos, cinco continentes, uns 50 países…

Apesar de me chamarem de louca por largar um emprego de 17 anos, de falarem que o mundo era violento para uma mulher sozinha, de perguntarem se eu tinha dinheiro suficiente e eu ter certeza que não, de vender um carro e gastar todas as economias…

Lá fui eu, viver um sonho, com uma mochila e sem passagem de volta. Sem a certeza de que seria tão fácil torná-lo realidade.
Sim, fiz sendo mulher, sim, viajei sozinha o que chamam de países mais perigosos para mulheres, ao invés de agressões, recebi sorrisos e acolhimento, por onde passei.

Apesar da pouca grana, sempre aparecia alguém para rachar uma coisa, apesar de largar um emprego de carreira concursada, hoje, sei que emprego nunca vai me faltar, por que posso fazer qualquer coisa, em qualquer lugar. Não preciso mais ganhar muito, o que me move não é status, são sorrisos.

Hoje vi na timeline, a notícia da morte de um rapaz da minha idade… já não senti angústia, porque se eu morrer, vou levar comigo o meu maior sonho realizado.
Não acho que esse precisa ser o sonho de todo mundo, mas era o meu!

Então, vou deixar para vocês amigos, um desejo para 2018: que você descubra qual é o seu sonho e, depois, tenha forças para acreditar nele, por mais que ninguém entenda a razão dele, nem mesmo você…

Sonha em fazer o mesmo, uma viagem de longo prazo? Seguem algumas dicas.

  • Escolha países de acordo com o seu orçamento. Europa e América do Norte são bem mais caras do que o Sudeste Asiático e o Leste Europeu, por exemplo. Viajar na Africa, também, não é tão barato quanto se imagina, dependendo do país, é mais caro do que aqui. A Oceania tem preços comparáveis aos da Europa.
  • Quanto gasta? Vai depender muito de quanto você está disposto a abrir mão do conforto. Já vi gente dando volta ao mundo com nada, com US$10,00 por dia ou US$ 100,00 dia. Só você vai conseguir entender em qual se encaixa.

    Voluntariado (work exchange) no Nepal

  • De onde tirar dinheiro? Para bancar uma trip dessas ou você vai ter que ter dinheiro guardado, fazer um bicos na viagem, ser nômade digital ou fazer work exchange.
  • O que é work exchange? São opções de trabalho voluntário onde você ajuda em um lugar e em troca tem hospedagem, às vezes comida e outros benefícios, esses são alguns sites: Worldpackers, Workaway e Wwoof. 
  • Transporte/passagens é um dos itens que mais impactam no orçamento, então, se estiver com pouca grana, dê preferência a países que sejam próximos uns dos outros.
  • Alimentação também é um gasto a ser considerado, cozinhar é sempre uma boa opção para quem vai com pouco orçamento.
  • Sites como BlablaCar (carona) e CouchSurfing (hospedagem) podem ajudar a reduzir muito os gastos.
  • Antes de ir pesquise sobre a cultura local, veja até que ponto você se identifica com o lugar em que está planejando ficar mais tempo.
  • Planejamento pode ser importante, mas nunca limite-se a ponto de deixar a sua viagem inflexível. Você pode perder oportunidades incríveis se estiver com tudo reservado.
  • Fique de olho no clima, quanto mais frio, mais pesada a sua mochila. Sem contar que tem países com temporada de furações, monções, muito calor ou inverno rigoroso… vale pesquisar antes.
  • E por último, lembre-se: você não estará de férias, você estará morando no mundo, o que é bem diferente.

Torço para que seu sonho se realize. E acredite: ele só depende de você.

Se quiser acompanhar um pouco de como foi o meu, essa é minha página no facebook GirlsGo e esse meu instagram GirlsGo.

 

*Gilsimara Caresia acredita na viagem como ferramenta de autoconhecimento e transformação. Brasileira, jornalista, turismóloga e uma apaixonada por viagens. Já viajou por mais de 80 países sozinha. Voltou recentemente de uma volta ao mundo de dois anos, pelos 5 continentes. Compartilha suas experiências na página GirlsGo.


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Notícias

16 mulheres viajantes que inspiraram em 2017

M pelo Mundo

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Há alguns anos encontrar conteúdo específico para mulheres viajantes era uma tarefa árdua e que exigia uma dose de paciência. Isso porque poucos sites, blogs e revistas se propunham a produzir conteúdo de qualidade e com dicas relevantes para nós.

Contudo, as coisas mudaram e 2017 foi, certamente, um ano de muita expansão. Diversas mulheres viajantes arregaçaram as mangas e fizeram trabalhos incríveis. Por isso, a equipe do M pelo Mundo selecionou 16 mulheres que de alguma forma deixaram sua marca ajudando ou inspirando outras mulheres.

Conheça a lista completa de mulheres viajantes que inspiraram em 2017

Larissa Degon

Dandara Degon

Dandara Degon e Larissa Degon, criadoras da rede social Woman Trip

As irmãs Dandara e Larissa Degon reformularam, este ano, todo o site da Woman Trip, que se tornou a primeira rede social para mulheres viajantes. 

 

 

Camila Santos

Camila Santos, criadora da rede colaborativa Na Estrada com as Minas

A universitária Camila Santos é criadora do Na Estrada com as Minas, uma rede colaborativa de apoio às mulheres viajantes e que visa promover um debate sobre a Mulher no Turismo Mundial. Este ano, o projeto promoveu o evento “Um corpo negro pelo mundo: população negra no turismo”.

 

 

Gilsimara Caresia

Gilsimara Caresia, criadora do GirlsGo

Após dois anos viajando por 50 países, Gilsimara Caresia voltou ao Brasil e decidiu lançar o GilrlsGo para incentivar as mulheres a viajarem. O projeto conta com diversas vertentes e uma delas é o encontro entre mulheres viajantes e mochileiras. A primeira edição aconteceu, este ano, em São Paulo e reuniu quase 150 mulheres.

 

 

Gaia Passarelli

Gaia Passarelli, autora do livro “Mas Você Vai Sozinha?”

A autora do blog How to Travel Light lançou, este ano, o livro “Mas Você Vai Sozinha?”, pela editora Globo.  No livro, a escritora conta de maneira leve suas histórias pelo mundo, oferece dicas e incentiva mulheres a viajarem.

 

 

 

Leticia Melo

Letícia Melo, criadora do projeto Do for Love

A escritora realizou uma viagem solo de seis meses pelo Sudeste Asiático e criou o projeto Do for Love, composto por livro e documentário, visando  estimular as pessoas a encontrarem o amor próprio.

 

 

 

Amanda Areia

Amanda Areia, autora do Livre Blog

A autora do Livre Blog é uma viajante solo pelo mundo e está sempre incentivando e compartilhando dicas para mulheres viajantes.

 

 

 

Paula Augot

Paula Augot, autora do blog No mundo da Paula

Moradora de Londres, Paula é uma mulher negra que ama viajar e dividir suas experiências. No blog “No Mundo da Paula”, ela compartilha dicas e levanta um debate importante sobre a questão racial.

 

 

 

Amanda Novente

Amanda Novente, autora do blog Amanda Viaja

Colunista no site Estadão, Amanda é uma viajante experiente, que oferece diversas dicas e levanta algumas questões importantes sobre ser mulher viajante.  

 

 

 

Ana Laura de Queiroz. Crédito: Imirante

Ana Laura de Queiroz, a senhora que largou tudo para viajar

Aos 65 anos, Ana Laura de Queiroz vendeu tudo que tinha e foi realizar seu sonho de viajar sozinha pelo Brasil. Ela já percorreu 18 estados e seu objetivo é passar um ano percorrendo o país para depois lançar um livro com sua experiência.

 

 

 

Equipe feminina do Worldpackers

Andira Medeiros, Ana Quintero, Anna Mota, Camila Agostinho, Fabi Werneck, Karol Andrade, Ludmila Ameni e Paula Ramao fazem parte da equipe feminina do Worldpackers. Juntas criaram um guia gratuito para ajudar mulheres a viajarem sozinhas.

 

 

Administradoras do grupo Couchsurfing das Minas

Kelly Pereira, Ana Luiza, Márcia dos Santos, Lisa Huang, Isabela Oliveira e Fernanda Kétsia são administradoras do grupo no Facebook “Couchsurfing das Minas” que conta com mais de 40 mil mulheres viajantes.

 

 

 

Imagem: Fabia e Gabi, no Uruguai/ acervo pessoal

Gabi Torrezani e Fabia Fuzeti, do blog Estrangeiras

Elas são lésbicas, viajantes e lutam por igualdade. No blog “Estrangeiras” publicam conteúdo de viagem voltado para o público LGBTT.

 

 

 

 

Cris Marques

Cris Marques, autora do blog Raízes do Mundo

Cris é uma mulher que não tem mais endereço e decidiu fazer da viagem sua profissão. Ela realiza diversos trabalhos voluntários pelo mundo e divide  suas experiências em seu blog.

Mulheres viajantes gringas

Danny Rivers Mitchell

 

Danny Rivers Mitchel, criadora do Black Girls Travel Too 

Danny é criadora do perfil no Instagram Black Girls Travel Too (Meninas Negras Também Viajam) que visa promover e conectar mulheres negras interessadas em explorar o mundo.

 

 

Haley Woods

 

Haley Woods, criadora da comunidade Girls Love Travel

Haley é fundadora do  Girls Love Travel – uma organização de quase 400 mil mulheres e que conta também com um grupo no Facebook. Este ano, o GLT lançou uma parceria com o site Overnight visando promover hospedagens mais seguras para mulheres.

 

 

 

Jany, criadora da comunidade Soy Viajera

Jany criou Soy Viajera, uma comunidade de mulheres viajantes ao redor do mundo. Com grupo no Facebook e site, a comunidade tem a missão de inspirar, conectar e ajudar viajantes.

 

 

 

Quer informações e dicas de viagem para mulheres? Acesse o site do M pelo Mundo e curta nossa página no Facebook!


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Viajar Sozinha

Mulher viaja sozinha de moto pelo Brasil

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Aos 30 anos paranaense viaja de moto sozinha pelo Brasil e já conhece 25 estados do país.

Quem disse que viajar de moto é coisa exclusiva de homem? Ou que só podemos viajar em grupos?

É possível sim viajar de moto sozinha!!! Sou LUCIMARA MENDES (Luh Mendes),  já percorri 24 estados mais o distrito federal, a bordo da minha moto CB300, na primeira viagem fui do Rio Grande do Sul ate Fortaleza pouco mais de 12 mil kms em 31 dias, fiz a Amazônia, pegando um barco de porto Velho a Manaus e outro de Manaus Belém seguindo até os Lenções Maranhenses  e voltando por Palmas, distrito federal entre outros estados mais ou menos 15 mil kms entre estradas e 3 barcos 33 dias. Com muito planejamento, organização alguns cuidados, é possível viajar muito e ainda gastar pouco.

 

Além da organização e planejamento antecipados usar o hostel como  hospedagem deixa a viagem bem mais barata, o uso de barraca também é uma boa opção,  como o hostel sempre tem cozinha preparar o próprio alimento sempre que possível também diminui os gastos.

O mais incrível de viajar de moto é sensação de que você faz parte da paisagem, outro vantagem de ser motociclista é o apoio recebido, tive problemas com a moto em Vilhena e fiquei pasma com o apoio recebido, conhecer outros motociclistas pode dividir e ouvir historias não tem preço.

Conhecer as diferenças social, cultural, econômica presente nos mais diversos estados do Brasil é algo espetacular, são realidades distintas e maravilhosas, cada qual com suas riquezas entre culturas e costumes.

Em Salvador – BA | Foto: Arquivo pessoal.

Moto embarcada em Porto Velho seguindo a Manaus | Foto: Arquivo pessoal.

10 dias dormindo em rede | Foto: Arquivo pessoal.

Porto de Manaus | Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Em meio a Amazônia | Foto: Arquivo pessoal.

Lençóis Maranhenses | Foto: Arquivo pessoal.

Uma aventura maravilhosa!!! (breve relatos mais detalhados).


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Viajar Sozinha

Viajar sozinha não significa solidão

M pelo Mundo

Publicado

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Por Ana Manuela Borges*

Eu me lembro a primeira vez que viajei sozinha. Foi em 2014. Antes dessa data, eu nunca tinha me permitido gozar da minha própria companhia, sem roteiro pré-definido. Apenas em 2014 fui “iniciada” no que hoje se tornou um dos meus hobbies prediletos: viajar “sola”.

Viajei ao Rio de Janeiro, por apenas um dia em meio, para a Copa do Mundo. Fiz um roteiro adequado ao tempo que tinha (Pão de Açúcar, Lapa e Copacabana). E acreditem: tudo sem planejar, de sopetão, me baseando apenas no velho brocardo “quem tem boca vai a Roma” .

O fato é que ter me permitido viver o desconhecido me abriu portas para um caminho que até então era excêntrico: o de ser feliz viajando, ainda que sozinha. Sempre que viajo, alguém me pergunta com espanto e tom de preocupação: “Ué, mas você está só?”.Essa pergunta sempre me incomodou um pouco.

Afinal, o que é estar só?

Me lembro de ter ido à Lençóis, interior da Bahia, situada na Chapada Diamantina. Lençóis é mágico. Não há como não gostar daquela cidade. Entretanto, viajei para lá com alguns amigos e a viagem, para mim, foi trágica.

Além de mil motivos que renderiam um texto (que poderia ser intitulado “Não é viagem, é cilada”), havia algo que jamais faria com que aquela “trip” fosse bacana. Eu não estava feliz comigo mesma. Embora eu estivesse rodeada por pessoas que amo, a solidão estava dentro de mim. E isso, meninas, é estar só.

Quantas vezes você já abdicou de uma saída apenas por não ter companhia? Quantas vezes você já pesquisou aquele lugar maravilhoso em uma cidade pitoresca que ninguém topa ir contigo? Por fim, quantas vezes você já se tornou refém do “sim” de alguém tão somente para não se sentir só, mas aquele momento não te preencheu?

Eu posso responder para vocês que já passei por isso algumas vezes, até entender que o “ sim” que damos ao outro para afastar o substantivo “solidão”, em detrimento das nossas vontades, é um não que damos para quem realmente somos.

Viajar pode ser transpor limites territoriais. Entretanto, viajar sozinha é se permitir transpor os seus próprios limites, em busca de conhecer o novo e a si mesma. E isso não tem qualquer relação com solidão, mas sim com se sentir em paz com a única pessoa que estará contigo “full time” em sua vida: você mesma.

O viajar sozinha me permitiu esse entendimento. O viajar sozinha me fez entender que nunca estaremos só, não apenas por termos um lugar de origem, mas porque temos a nós mesmas. O viajar sozinha me fez ser mais cautelosa com as minhas escolhas, ser observadora das situações da vida, ouvir o outro, respeitar as diferenças e, o mais importante, e confiar em mim mesma.

É isso que desejo para cada uma de vocês.

Alguns vão te chamar de louca. Alguns vão te chamar de corajosa. Alguns vão te chamar de solitária. Mas, como você vai se enxergar é o que realmente importa.

* Ana Manuela Borges é colunista do M pelo Mundo, portal de informações e dicas de viagem para mulheres.

** Texto publicado originalmente no site M pelo Mundo.


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Viajar Sozinha

Amputada, essa viajante documentou o mochilão de maneira bem criativa

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Boa vibração é algo que se pode sentir ao ver as fotos da viagem de Devon Gallangher pela Europa.
A americana da Filadélfia nasceu com uma doença óssea congênita que exigiu que ela tivesse a perna direita amputada um pouco abaixo do joelho quando tinha somente quatro anos de idade. Agora, aos 23 e recém-formada tirou um mês de férias para conhecer algumas cidades do Velho Continente.
Antes de partir ela pintou a prótese com uma espécie de “tinta lousa” e se muniu de gizes coloridos. Para cada cidade visitada uma foto com o nome gravado na prótese. Um álbum único e inspirador que acabou viralizando quando (há 3 meses) ela decidiu dividir um pouco desta viagem na sua conta no Reddit. Somente por lá foram mais de 1.150.000 visualizações e mais de 3.400 comentários.
Ao DailyMail Devon disse não entender muito bem como as pessoas se surpreendem com sua atitude positiva e comentou: “você pode levar uma vida feliz e satisfatória se você tiver a atitude certa e optar por se concentrar nos aspectos positivos. Você sempre tem que colocar as coisas em perspectiva, eu me considero muito sortuda”.
A gente não poderia deixar de apresentar a Devon para você. Veja as fotos ?

Na conta dela no Instagram você pode conferir fotos de outras viagens.

Com informações de DailyMail | Fotos: Devon Gallangher/Reprodução Reddit


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