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Ásia

Promessas de ano novo? A Índia pode ajudar a cumprir!

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Está chegando aquela data em que novamente prometemos ter uma vida mais saudável, fazer dieta, viajar mais, fazer exercícios, cuidar mais de nós mesmos… Se você não quer finalizar mais um ano sem cumprir as mesmas promessas, uma viagem à Índia pode lhe ajudar!

Você pode estar se perguntando, mas como a Índia vai me ajudar se ela é pobre, desorganizada e cheia de gente??? Bem, sim, isso é parcialmente verdade. Mas em meio a tudo isso, existem recantos de paz, onde turistas do mundo inteiro vêm em busca de autoconhecimento, técnicas de medicinas naturais, yoga, meditação e diversas outras atividades.

Este ano passei mais de quatro meses na Índia e resolvi me formar em terapia ayurveda, -medicina indiana com mais de 7 mil anos- que trabalha o corpo de forma holística, começando pela alimentação e chegando em tratamentos alternativos com ervas e óleos naturais.

Minha aula prática de Shirodhara, técnica de tratamento ayurvédica | Foto: Arquivo pessoal

Pelo caminho encontrei diversos brasileiros, que vieram estudar yoga. É o caso de Luciano Weber e Lucas Ramalho, ambos deixaram, em março, na Bahia, trabalho e faculdade para fazerem o curso de formação de professores de yoga na Índia, o plano deles agora é voltar para uma temporada no Brasil e depois viajar o mundo ensinando as técnicas.

Outra brasileira que cruzou o meu caminho é a paulista Carolina Saraiva. Ela veio para a Índia fazer diversos cursos, entre eles, o TTC, como é conhecida a formação para professores de yoga. No final do curso ela foi convidada para ser professora assistente na escola em que se formou, atualmente mora e ministra classes em Goa.

Mas se o objetivo não é se profissionalizar, você pode passar um tempo em um ashram de yoga, por exemplo. São espaços com rotina de yoga, que oferecem alimentação e hospedagem, os mais baratos cobram uns US$15,00  por dia com tudo incluído. Diversos centros de ayurveda também oferecem tratamentos de purificação e detox do corpo para quem vem para curtos períodos, os chamados panchakarma.

Cursos e práticas de meditação são outro atrativo para quem está em busca de autodesenvolvimento. E não, meditação não é só ficar parado, de olhos fechados e tentando não pensar em nada. Existem diversos métodos, alguns envolvem silêncio, outros respiração e tem alguns, creia você ou não, que envolvem muitos, mas muitos movimentos, a chamada meditação ativa, que experienciei por 10 dias.

As terapias e cursos encontrados aqui são os mais variados. A terapeuta brasileira Deva Geeta trouxe este ano um grupo para um tour e para participar de um workshop de tantra como caminho de desenvolvimento para o autoconhecimento.

Terapeutas e estudantes de tantra em visita à India  | Foto: Arquivo pessoal.

 

Se você estiver em busca de autoconhecimento, pode ter contato com os babas, palavra que significa pai, a maioria dos ashrans (centros espirituais) possui um baba, o que podemos definir com um mestre espiritual, um professor.Em geral, os babas realizam diariamente satsangs (palestra) onde são tratados assuntos da vida cotidiana.

Entre os mestres está o brasileiro Sri Prem Baba, que fará uma temporada na cidade de Rishikesh entre fevereiro e março de 2017.

Esse é só um resumo entre as opções de estudos espirituais e do corpo que a Índia oferece. Seja bem-vindo ao paraíso dos ensinos terapêuticos.

O que você precisa saber?

Curso de Professor de Yoga: Rishikesh é conhecida como a capital da yoga, mas como a cidade fica fria no inverno, algumas escolas dão aula no sul nesse período, na região de Goa.

Existem formações para professores de 200 horas a 500 horas. O curso mais procurado é o de duzentas horas, aproximadamente 30 dias, esse curso incluindo alimentação e hospedagem custa em média de US$ 1.200,00 a 1.800,00.

Os professores de yoga Luciano, Lucas e Carolina durante prática | Foto: Arquivo pessoal.

Tratamentos e cursos de Ayurveda: o preço também varia muito, mas um tratamento completo, não vai sair por menos de US$ 50,00 por dia. Já massagens podem ser encontradas a partir de US$ 12.

Sobre os cursos, eles possuem diversos módulos, variando de dias a meses. O curso completo para ser terapeuta de Panchakarma leva, no mínimo, 12 semanas.

A ayurveda está espalhada por toda a Índia, mas o polo é em Kerala (Sul).

Os Babas/Gurus: a Índia possui gurus famosos, alguns fazem uma conexão com o ocidente e conseguem nos traduzir os ensinamentos do hinduísmo, no começo do ano, vários deles viajam até Rishikesh. Geralmente, as palestras são em inglês e há tradutores para outras línguas. Com exceção do guru brasileiro Sri Prem Baba, que fala em português e é traduzido o para inglês. As palestras no geral são abertas e gratuítas, mas alguns centros pedem doações.

O budismo também tem seu espaço, Dalai Lama, passa uma temporada na cidade de Dharamshala, outro polo de estudos.

O guru brasileiro Sri. Prem Baba celebrando o Holi Festival no Ganges em Rishikesh | Foto: Arquivo pessoal.

Preços na Índia: A Índia é um país barato, o mais caro é a passagem, o voo custa cerca de US$ 1.000,00 dólares. É possível encontrar hostel por US$ 4/5 dólares a noite e para comer, no estilo mochileiro, uns US$ 1,5.

Turismo: a viagem pode ser acompanhada por pontos turísticos famosos, como o Taj Mahal, situado e Agra, os fortes e palácios do estado do Rajastão, com a espiritual Varanasi ou outras atrações.

Mulher sozinha:  Estou viajando na Índia por mais de quatro meses sozinha e não tive nenhum incidente. Os indianos e indianas, costumam olhar muito para os turistas, às vezes pedem foto. Eles são bastante curiosos e gostam de puxar assunto. Não tive nenhum problema grave com assédio e o país é bem seguro em relação a assaltos.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Tem alguma outra dúvida? Coloca aqui nos comentários! Está com vergonha? Me manda inbox na página  GirlsGo que terei prazer em ajudar.

Namastê ( o Deus que habita em mim, saúda o Deus que habita em você) e feliz 2017!!!

*Gilsimara Caresia acredita que lugar de mulher é onde ela quiser. Brasileira, jornalista, turismóloga e uma apaixonada por viagens, ela já viajou por mais de 70 países sozinha. Atualmente está dando uma volta ao mundo há 20 meses e compartilha suas experiências na página GirlsGo.

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  1. Deva Geeta

    5 de janeiro de 2017 em 2:22

    Sou muito agradecida por ter conhecido cada um dos queridos amigos citados, o Universo providenciou que nos cruzássemos para que a estória de vida de cada um somasse na do outro.
    Foi linda a experiência de levar para a Índia um grupo de brasileiros para um tour e fazer um workshop de tantra, o Caminho do amor conduzido pelo Terapeuta Tântrico e Coach de Sexualidade, Jivan Pramod.
    O próximo workshop será de 20 a 22 de outubro em Khajuraho, mas antes faremos um tour por cidades onde poderemos vivenciar Meditações Ativas do Osho, Aulas de Yoga, conhecer o Taj Mahal e praticar meditações tântricas nos templos de Khajuraho.
    Confere o link as informações sobre o workshop e sobre o tour entre em contato direto comigo!
    https://www.facebook.com/events/347503448940246/
    Com amor,
    Deva Geeta

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Indonésia

A diária nessa casa em Bali custa 20 dólares por pessoa!

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Não sei quanto à vocês, mas assim que eu fiquei sabendo que existia uma casa em Bali, em cima de uma árvore, e que era possível passar a noite lá, quase enlouqueci!

Poucas pessoas sabem, mas Bali não se limita só à uma ilha, o arquipélago abriga na verdade 4 ilhas sob a sua jurisdição!

Se você ainda não sabe do que estamos falando, recomendo a leitura:

Bali: 8 coisas que ninguém te conta sobre a ilha dos deuses!

Pois bem. A danada dessa casinha deu um pouco de trabalho para achar, mas nada como um espírito mochileiro open mind nessa vida, né?

casa em Bali

Bali guia definitivo – Reprodução Proibida

Esses “achados” levam sempre um pouco de tempo pra descobrir (estivemos em Bali 5 vezes antes de descobrir essa pérola), mas uma vez familiarizados com as ilhas, tudo ficou mais fácil!

Estamos falando de Nusa Penida, e para chegar lá você vai precisar tomar um ferry diretamente de Sanur (ilha principal de Bali)!

Veja aqui os horários e preços do ferry.

Chegando à Nusa, você vai precisar de uma scooter (ou um táxi) para se dirigir à região OPOSTA à onde estão todas as outras atrações da ilha! Isso mesmo… você vai precisar fugir do reduto turístico do lugar.

Não me digam agora que estão achando ruim.. he he 😬

Nusa Penida – Wikimedia Commom

Para quem não está familiarizado, você precisará sair fora da região de Crystal Bay (em face às ilhas de Lembongan e Cenigan), e chacoalhar nas estradas mal conservadas de Penida por umas boas horas, até chegar próximo à região de Pendem.

Maiores detalhes de como chegar lá podem ser encontrados no post:

O que fazer em Bali, guia definitivo!

Para chegar na casinha, um mini trek é necessário, portanto mochilas leves (e muita água) se fazem necessárias!

Veja abaixo se você consegue ver as duas casinhas na península abaixo.

Obs: uma terceira casinha já está em construção… portanto corra!

Foto: Reproduzido de Bali, Guia Definitivo.

Semana que vem estarei escrevendo muito mais sobre essa extraordinária (e um pouco desconhecida) região de Bali, com dicas exclusivas que só quem mora na área pode dar!

Para quem não conhece ainda nosso blog, moramos em Singapura há 3 anos e 80% do conteúdo do Tripping Unicorn é focado no Sudeste Asiático, lado B!

Portanto fiquem ligados que o post sobre Nusa Penida já está à caminho!

Você pode também receber todas as novidades diretamente no seu email, e para isso basta assinar nossa newsletter.

Leia: 6 Hostels Baratos e Estilosos no Sudeste Asiático.

Tem perguntas, quer saber mais detalhes?

Fique à vontade para entrar em contato direto comigo no Tripping Unicorn!

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Ásia

Viver fora: um casal mochileiro (brasileiro) no Butão

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Mochileiros no Butão? Talvez essa seja a primeira vez que tenham ouvido essas palavras escritas juntas. Já faz quase um ano que nós do Mochilão a Dois decidimos largar nossa vida no Brasil e embarcar nessa aventura na “Terra da Felicidade”!

Mochileiros no Butão

Ser mochileiro no Butão, para quem não mora aqui, não é a coisa mais fácil do mundo. Primeiramente, o custo antes de vir já é bastante alto e, segundo, é burocrático. (Mas continuem lendo! Existe esperança!)

Mochileiros no Butão

Mas vir para o Butão também é uma das únicas chances que mochileiros tem para se sentirem um pouco como “desbravadores”, ir para um lugar onde muitas pessoas ainda nem sabem localizar em um mapa.

Custos de Uma Viagem Para o Butão

Vir para o Butão requer desembolsar um dinheiro bom:

  • Existe um custo diário de US$250(alta temporada)-US$200(baixa temporada)/noite para visitar o país;
  • Tudo precisa ser feito através de uma agência de turismo local;
  • Você não consegue ir no skyscanner ou expedia e comprar uma passagem para o Butão;

São apenas três pontos importantes, mas que carregam um baita peso na organização de uma viagem.

O Que Está Incluso Na Taxa Diária?

Essa taxa diária é cobrada por todos os turistas internacionais, exceto Indianos. Nela inclui:

  • Imposto para conservação do meio ambiente e educação de US$65/noite;
  • Todas as acomodações em hotel 3 estrelas/homestays/guesthouses;
  • Refeições;
  • Um motorista;
  • Um guia (post).

Mochileiros no Butão

Infelizmente, ter guia não é negociável. Sei que isso não faz o estilo de 90% dos mochileiros do mundo, mas nem tudo é ruim. Através de negociações e boa convivência, guias dão uma certa liberdade para os turistas explorarem alguns lugares sozinhos. Nem tudo é ruim! Ser legal é essencial!

Vale a Pena Vir Como Mochileiros para o Butão

Em uma palavra: Vale! Em duas palavras: Vale MUITO!

O Butão recebe por volta de 150mil turistas por ano. É um país ainda bastante desconhecido pelo resto do mundo e ainda muito inexplorado. Antes de vir pra cá, já tinha visitado 45 países e, em todos, encontrei turistas por todos os cantos. Aqui no Butão, mesmo em alta temporada, você sente que tem o país só para você!

Como disse antes, é um dos únicos e últimos países onde um mochileiro terá essa sensação durante a estadia inteira. Alguns destinos oferecem esse mesmo sentimento, mas nunca dura tanto, pois sempre tem que retornar pra alguma cidade grande no meio. Aqui, mesmo em cidades grandes, é muito difícil trombar com alguem falando alto na sua língua materna, seja ela qual for!

Já fui para Tailândia e Camboja, lugares onde o budismo é uma religião muito forte, mas sempre tive a impressão (talvez bastante verdadeira) de que os templos mais importantes viraram atrações turísticas. No Butão, até o templo mais visitado do país, o Ninho do Tigre (Taktsang), é um templo onde a religião é extremamente levada a sério. Quando mais remoto o lugar onde visitar, mais seriamente a religião é levada. Se decidir ficar ou visitar um monastério, terá que seguir a rotina deles. Nada será feito para acomodar o turista. Tudo é feito para eles. Você será apenas um espectador.

Mochileiros no Butão

O maior festival religioso do Butão, o Paro Tshechu, é um exemplo perfeito. Temos muitos amigos Butaneses que fizeram questão de ir ao festival para serem abençoados pelos rituais e danças de lá. Nada é feito para turistas. O que acontece lá sempre aconteceu desde muito antes do Butão abrir as portas para o turismo, em 1973.

Trilhas no Butão

Butão está, cada vez mais, se tornando um destino para aventureiros e turistas que adoram fazer trilhas e acampar. Trilhas aqui ainda são, em grande parte, quase intocadas. Visitá-las realmente faz com que você se sinta em contato com a natureza, sem lojinhas de conveniência, vendedores te oferecendo água a cada km. Você pode passar dias e mais dias sem contato com ninguém além de quem está no seu grupo. Passar dias sem contato com tecnologia, sem ouvir música, apenas se perder pela natureza e apreciar as paisagens oferecidas pelos Himalaias.

Mochileiros no Butão

Desde quando chegamos aqui, fizemos algumas trilhas, a principal foi a The Owl Trek (Trilha da Coruja). O que vimos mais próximo de civilização foram vilas de pastores de yaks. Vilas itinerantes, sempre a procura de pastos para alimentar seus animais. Isso está se tornando cada vez mais raro, pois pastores estão trocando a vida do campo para tentar a vida na cidade. Será que isso já aconteceu em algum lugar no mundo?

Seu camping pode incluir acampar num monastério, até ficar em um. Acreditem, a experiência é fantástica!

Trilhas no Butão estão inclusas na taxa diária, o que faz essa taxa não ser tão cara assim (ainda sendo cara).

Mochileiros no Butão

São apenas resumos do que mochileiros no Butão podem fazer em uma estadia aqui.

Como Vocês Foram Parar no Butão?

Ótima pergunta! Como disse no começo, visitar o Butão não é a coisa mais fácil de se fazer no mundo. O que fazer quando a oportunidade de morar no país aparece? Temos que abraçá-la, não acham?

Uma coisa que fiz muito na vida, além de viajar, foi estudar. Fiz bacharelado, mestrado, doutorado e licenciatura tudo seguido um do outro. Na minha licenciatura, tive uma co-supervisora que tem laços com escolas de vários lugares do mundo, como Serra Leoa, Papua Nova Guiné, Kênia e o dito cujo: Butão. Sempre fiz muitas perguntas sobre as experiências que ela teve como professora nesses lugares e as histórias sempr eme fascinaram. Terminei a licenciatura, voltei para o Brasil depois de 16 anos morando fora para dar aula em uma das melhores escolas internacionais da América Latina.

Mochileiros no Butão

A vida estava bem tranquila, tudo indo bem e o Butão já não estava mais na minha mente. Até que um dia recebi um email com o final .bt e o li. Estava sendo convidado para uma entrevista para dar aula próximo a Paro. O que fazer agora?

Depois de muitas conversas com a minha esposa, a Liany, que aconteciam depois de toda entrevista (8 entrevistas no total), finalmente me ofereceram o emprego e decidimos tentar! Vale mais a pena se arrepender de fazer do que de não fazer, concordam?

Loucura?

Largamos os nossos empregos. Eu de professor e ela de monitora de pesquisa clínica e para cá viemos. Em breve, completará um ano desde que chegamos aqui. Muitas experiências foram vividas, muitas dificuldades enfrentadas diariamente. Viemos para cá sem sabermos nada sobre o país, sem saber se ia conseguir viver com o salário, sem saber onde iamos morar… foi um baita tiro no escuro, mas fazer o que?

Mochileiros no Butão

Quem já morou fora ou fez intercâmbio sabe como é difícil… podem imaginar como é ir morar num lugar onde nem a sua passagem você pode comprar?


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Ásia

Viajando pela Indonésia além de Bali

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É com muita frequência que ouvimos alguém, ao se referir à uma viagem pelo sudeste asiático, dizendo que irá visitar Bali. Não é muito comum que brasileiros visitem a Indonésia, mas sim Bali. E facilmente as pessoas podem ficar 3 semanas por lá!

Não conheci Bali, mas por todas as fotos e relatos que já li a respeito, é sem dúvida, um destino incrível para ser visitado. E acho que vale a pena sim, passar um bom período por lá, aparentemente há atrações suficientes para te manter ocupado por um bom tempo.

Eu ainda voltarei pra Indonésia para visitar Bali com certeza. Mas o ponto aqui é que a Indonésia tem outras ilhas incríveis para serem visitadas. E por que não começamos a experimentar esses outros locais maravilhosos?

O que mais a Indonésia tem a oferecer?

Acabo de voltar de uma viagem pela Indonésia de quase um mês. Durante esse período, passei uma única noite em Bali e foquei todo o meu tempo restante em lugares um pouco mais desconhecidos, principalmente por brasileiros, mas que me encantaram completamente.

Eu visitei nesse período as ilhas de Wakatobi, Flores (cidade de Moni – para visitar o Monte Kelimutu e Labuan Bajo – região onde os dragões de Komodo são encontrados), Lombok (incluindo uma escalada ao Monte Rinjani) e Java (a cidade de Yogyakarta).

Esses foram os destinos que selecionei por encaixarem no meu roteiro dentre muitos que me chamaram a atenção. Outros lugares que estavam na minha lista, mas não puderam ser visitados agora eram Borneu, Raja Ampat, Papua e Manado, além de alguns outros vulcões como o Tambora, Ijen e Bromo!

Fora os destinos que nem tinham entrado na minha lista no começo, mas que depois de algumas semanas num lugar tão gostoso e com pessoas tão agradáveis, já estão pipocando na minha mente!

Indonésia realmente é um lugar que você deve visitar.

Vou falar um pouquinho sobre cada lugar que visitei na Indonésia.

Wakatobi

Wakatobi

Nosso primeiro destino e já fomos super bem recebidos. Apesar de ser bem longe e termos pego 3 voos a partir de Bali para chegarmos lá. Wakatobi é um parque nacional e o nome é formado pelas iniciais das 4 ilhas que compõem o parque: Wangi-Wangi, Kaledupa, Tomia e Binoko.

Ficamos lá 4 dias, mas uma semana teria sido o ideal para conhecermos todas ilhas e aproveitarmos com mergulhos, praias e relaxamento. O lugar é um verdadeiro paraíso para mergulho. Os corais são incrivelmente coloridos e é ainda muito preservado.

Durante nosso período lá, encontramos somente mais um casal de turistas. O oceano era só nosso!

Conhecemos Wangi-Wangi e Tomia e, definitivamente, quero conhecer as outras ilhas!

Flores – Moni

Flores – Moni

A ilha de Flores é muito grande é possível passar mais de um mês lá com tranquilidade. Viajando por terra, visitando comunidades locais, lindas praias, campos de arroz e muitas trilhas dentre a floresta.

Nós viajamos para Moni porque queríamos visitar o Monte Kelimutu, um vulcão que possui em sua cratera 3 lagos de cores diferentes. O mais interessante é que a cor dos lagos muda constantemente devido a todos os minerais e processos químicos que ocorrem ali.

Quando fomos, um dos lagos estava azul, outro verde e o outro preto. Mas vi uma foto dos lagos em 2006, e as cores eram azul, vermelho e branco.

Flores – Labuan Bajo

Flores – Labuan Bajo

Na ilha de Flores, a cidade de Labuan Bajo é a cidade base para quem quer visitar os incríveis dragões de Komodo que habitam a ilha de Komodo e Rinca.

A cidade é pequena e ainda com pouca infraestrutura e não tem muito a oferecer. É necessário escolher sua atividade preferida e fechar os passeios com as agências.

Ali, nós optamos por mergulhar novamente! O que foi simplesmente incrível! Vimos arraias enormes e muitas tartarugas!

E para o passeio entre as outras ilhas, optamos por fechar uma viagem de barco que nos levaria até Lombok e íamos parando em várias ilhas no caminho, inclusive a de Komodo e a Padar, que tem uma incrível vista!

A viagem de barco levou 4 dias e, nesse período, conseguimos visitar várias ilhas, fazer snorkeling e nadar em um mar de água cristalina e verde!

Lombok – Monte Rinjani

Lombok - Monte Rinjani

A Ilha de Lombok é mais turística, por ser bem perto de Bali. Ainda assim, a grande maioria dos turistas que visita Lombok, vai direto para as Ilhas Gili (que também não conheci).

Chegando em Lombok, fomos diretamente para a pequena cidade de Senaru (estava em todos os jornais recentemente por ter sido um dos principais alvos dos últimos terremotos que aconteceram na Indonésia em julho/agosto de 2018), para a subida do Monte Rinjani, considerado o vulcão mais difícil de subir da Indonésia.

A subida realmente é difícil e foram 3 dias muito pesados nessa empreitada. Mas conquistamos o cume e orgulho de não termos desistido! Apesar do parque estar temporariamente fechado agora, eu ainda recomendo para todos aqueles que gostam de um pouco de aventura. É uma viagem e tanto.

Também visitamos as principais praias de água cristalina e areia super branca de Lombok! Só posso dizer que as fotos refletem a realidade!

Java – Yogyakarta

Java – Yogyakarta

Nossa última parada na Indonésia foi em Yogyakarta! Cidade que guarda um dos templos budistas mais famosos de todo o mundo, o Borobudur!

A visita a esse templo é quase que obrigação para qualquer viajante que goste um pouco de história e cultura religiosa! É realmente impressionante!

Existem ainda muitos outros templos em Yogyakarta, além de muitas outras atrações, como templos e cavernas subterrâneas, cachoeiras e mais! Se tiver tempo, dedique uns 5 dias para essa cidade! Para a Ilha de Java, pode dedicar muito mais, porque coisas incríveis para serem vistas na Indonésia é o que não falta.

Informações detalhadas de cada um desses lugares e de como o itinerário dessa viagem foi organizado, incluindo todos os custos, podem ser encontrados no nosso post bem detalhado sobre a Indonésia!

Entrem em contato com o Mochilão a Dois pelo nosso Facebook, Instagram ou pelo nosso email!


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Ásia

O que Fazer no Sri Lanka em 1 Semana!

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Ainda não sabe o que fazer no Sri Lanka?

Conhecida como a pérola do Oceano Índico, o Sri Lanka tem muito à oferecer à todos os tipos de viajantes.

A primeira idéia que vem à cabeça quando pensamos em visitar um país tão longíquo, é que uma semana seria muito pouco para explorar qualquer coisa. E com certeza, eu poderia ter passado muito mais tempo por lá, se pudesse!

Mas é possível ver um pouquinho do país somente em uma semana. E para isso, a rota do chá é perfeita.

Para ver o roteiro completo (incluindo templos e roteiros detalhadas de trekking, consulte):

O Que Fazer No Sri Lanka: 13 Imperdíveis

 href="https://trippingunicorn.com/pt/blog/cafe-da-manha-com-elefantes-no-sri-lanka

Elefantes do Pinawalla. Foto e texto: Patti Neves – reprodução proibida

O que fazer no Sri Lanka em 1 Semana!

A road trip começou com meu parceiro nos primeiros 4 dias, mas depois continuei sozinha pelos últimos 3 dias.

Aterrisamos no Aeroporto Internacional Bandaranaike e rumamos para Negombo, onde passamos a primeira noite antes de seguir para Pinawalla (2º dia).

No 3º dia, fomos de  Nuara-Ellyia à Ella de trem, onde ficamos até o 5º dia.

Meu parceiro precisou voltar para o trabalho em Singapura e eu segui só para os passeios em Pollonaruwa – a segunda capital do país e site da UNESCO (6º dia) – em seguida Minneryia (Reserva natural de animais selvagens) e Sigiriya (site UNESCO) no 7º dia.

Finalmente, retornei ao Aeroporto em Negombo pela manhã do oitavo e último dia de viagem.

Pinawalla

O Sri Lanka é reconhecido pelas inúmeras reservas de elefantes e eles chegam à mais de 3.000 no país. Eles foram dizimados e quase extintos no período de colonização britânica, mas hoje o país se esforça para recuperá-los.

Existem muitas alternativas para observar esses majestosos animais em safáris, mas visitar o orfanato de Pinawalla também é uma delas.

Escrevi um post específico explicando como fazer para conseguir essa experiência única, sem ter que disputar espaço com os  turistas.

Confira no post: Café com Elefantes no Sri Lanka

<a class="snax-figure-source" href="https://trippingunicorn.com/pt/blog/cafe-da-manha-com-elefantes-no-sri-lanka" target="_blank" noopener">https://trippingunicorn.com/pt/blog/cafe-da-manha-com-elefantes-no-sri-lanka</a>

Café mais do que extraordinário com elefantes! Foto e texto: Patti Neves – reprodução proibida

Passeio de trem de Nuara-Ellyia à Ella

Nuwara-Eliya, também conhecida como “Little England” é uma cidade nas montanhas conhecida pela herança inglesa, clima chuvoso constante e as inúmeras plantações de chá, que formam as paisagens características da área.

Considerado por alguns como o passeio de trem mais bonito do mundo, o trajeto não decepciona.

É possível viajar de primeira, segunda ou terceira classe e os bilhetes podem ser comprados à apenas 1,50 US$. A primeira classe é o trajeto mais careta, já que as janelas vão fechadas por causa do ar-condicionado.

Para mais detalhes:

O que fazer no Sri Lanka: roteiro completo!

Nine arch bridge<a class="snax-figure-source" href="https://trippingunicorn.com/pt/blog/o-que-fazer-no-sri-lanka" target="_blank" noopener">https://trippingunicorn.com/pt/blog/o-que-fazer-no-sri-lanka</a>

Nine arch bridge, Sri Lanka. Foto e texto: Patti Neves – reprodução proibida

DIYALUMA FALLS (ELLA)

Este foi o highlight do nosso passeio em Ella, apesar dos pesares, um dos menos conhecidos lugares da área.

Os locais não costumam frequentar esta cachoeira, considerada perigosa e amaldiçoada (um jovem casal se suicidou há um tempo atrás, contribuindo para uma lenda local) e os turistas ainda não chegaram por lá.

Aconselho todos os mochileiros do bem de não perder a oportunidade!

Estávamos lá completamente sozinhos, e a queda de 200m de altura é realmente impressionante.

As indicações não são muito claras (aliás não tem nenhuma), mas você poderá pedir ajuda aos locais e com um pouco de sorte encontrará até um tiozinho para te guiar.

Confira o roteiro completo do trek no post original do Tripping Unicorn.

 

https://trippingunicorn.com/pt/blog/o-que-fazer-no-sri-lanka

Cachoeira de Diyaluma, Sri Lanka. Foto e texto: Patti Neves – reprodução proibida

Pollonaruwa

Declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, a antiga cidade de Polonnaruwa continua sendo o melhor lugar para visitar as relíquias arqueológicas do Sri Lanka.

Ela até aparece em um clipe de Duran Duran, Save a Prayer, (1982)!

Entre magníficos Buddhas entalhados em blocos de pedra e ruínas do século XII, a história do Sri Lanka não deixará ninguém indiferente.

Aconselhamos pelo menos um dia todo para explorar essa magnifica área antes de seguir para Sigiriya. Essa parte da viagem eu já estava sozinha, e encontrei um motorista para me levar conhecer a área. Os tuk-tuks são numerosos e fáceis de achar.

Sigiriya

Site UNESCO número 1 do Sri Lanka, é obviamente o lugar mais visitado do país.

No topo de uma rocha de 370 metros, o lugar foi escolhido pelo rei Kasyapa para a  nova capital do reino em 477-495 DC.

À meio caminho do topo, levando ao palácio real, ele construiu um portal na forma de leão (onde a entrada se dava pela boca), mas infelizmente a estrutura da cabeça não resistiu ao tempo.

 

 https://trippingunicorn.com/pt/blog/o-que-fazer-no-sri-lanka

Sigiriya, Sri Lanka. Foto e texto: Patti Neves – reprodução proibida

Ainda está em dúvida se a viagem vale a pena? Tem perguntas, quer saber mais detalhes?

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Ásia

Qual é o país mais barato para estudar inglês?

Mochileiros.com

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Qual é o país mais barato para estudar inglês?

Todo mundo conhece alguém que está pesquisando opções de intercâmbio para aqueles destinos que fornecem visto de trabalho como Irlanda, Nova Zelândia e Austrália. E se perguntarmos para essas pessoas qual o objetivo da viagem, em 90% dos casos, a resposta será: “quero ser fluente em inglês e o trabalho é só para me manter”. Se você também tem esse plano ou conhece alguém que tenha, esta matéria é para você.

Alguns intercambistas que foram para os destinos clássicos e q ue permitem trabalhar costumam voltar com uma sensação parecida: a viagem foi ótima, fizeram vários amigos, mas o inglês…

Muitas pessoas voltam de intercâmbios longos – 8 meses ou até 1 ano – com inglês ainda no nível ‘upper-intermediate’ ou ‘pre-advanced’. Isso ocorre em função da baixa qualidade dos cursos, da pouca intensidade das aulas e da imersão reduzida no inglês. A imersão no idioma fica prejudicada quando há muitos brasileiros nas escolas e nos destinos, pois os estudantes acabam ouvindo e falando português grande parte do tempo.

A melhor opção é fazer diferente

Apresentamos um novo destino de intercâmbio para você se desenvolver no idioma de forma intensa, rápida e com menor custo: Filipinas! Sim, é isso mesmo! As Filipinas pertenceram aos EUA e o inglês até hoje é um dos idiomas oficiais do país.
Mas, para saber se Filipinas é, de fato, o destino ideal para você estudar inglês, vale uma reflexão sobre o real objetivo do seu intercâmbio, sobre o seu orçamento e a duração da sua viagem, para você tomar uma decisão consciente.

Filipinas : o país mais barato para estudar inglês

Caramoan island nas Filipinas o melhor e mais barato país para estudar inglês | Foto: Divulgação.

Filipinas : o país mais barato para estudar inglês

Um dos belos cenários filipinos | Foto: Divulgação.

Muito além do cenário paradisíaco que você encontrará no país, considere verdadeiramente alguns pontos no momento de cotar e comparar opções de intercâmbio:

Menos contato com a língua portuguesa favorece a imersão

Esse destino já é consagrado entre intercambistas de vários países, mas ainda é pouco explorado pelos brasileiros, o que garante uma imersão em inglês de verdade. Afinal, se for para conviver com brasileiros e falar português durante e após a aula, qual a diferença entre fazer aulas no Brasil e lá fora?

País com baixo custo de vida

O custo de vida é o resultado do câmbio e do poder de compra da moeda local e esse item pode representar mais de 50% do custo da sua viagem, dependendo do tempo que ficar no país. É comum as pessoas não colocarem na ponta do lápis o quanto gastarão no país de destino com alimentação, transporte, celular, lazer, etc. Apesar das Filipinas não fornecerem o visto de estudante com permissão para o trabalho, o custo de vida no país é menor que o do Brasil (aprox. 36% abaixo). Então, é mais fácil se manter, mesmo sem trabalhar.

Cursos realmente intensivos e customizados

Existem muitas agências e escolas que apresentam um valor superinteressante para intercâmbios de 8 meses ou 1 ano. Porém, quando analisamos a qualidade do curso e a carga horária, vemos que na verdade o custo-benefício não compensa.
Sabemos que a escolha por determinados cursos e destinos se dão por conta da permissão de trabalho ou dos orçamentos apertados dos estudantes. Mas, você já pensou em fazer um intercâmbio mais curto, mais barato e com a mesma carga-horária que faria nos programas clássicos de intercâmbio?
É isso mesmo! É possível encurtar o seu intercâmbio (com a mesma carga-horária), fazer um curso de qualidade e ainda gastar bem menos!

MODO CLÁSSICO: ficar 8 meses ou 1 ano estudando inglês 3 aulas por dia. Esse é o programa de estudo mais vendido pelas agências no Brasil. Para baratear o custo, todas as aulas são em grupo e as turmas e escolas lotadas de brasileiros. Sem contar no tempo e energia que serão gastos na busca por acomodação que caiba no seu bolso e por um trabalho.

NOVA PROPOSTA: diminuir o tempo de intercâmbio e canalizar o foco totalmente para o inglês.
Você otimiza o seu intercâmbio em 2, 4 ou 6 meses, no máximo, com um curso personalizado às suas necessidades, incluindo aulas individuais.
Nessa proposta você dedica o seu tempo somente para estudar inglês e se consolidar no idioma, além de se divertir nas horas livres. Sem contar que alguns pacotes incluem hospedagem e refeição, garantindo um controle maior dos gastos com o intercâmbio.

Confira essa tabela comparativa:

Compare e analise | Foto: Divulgação.

Além da questão do custo e efetividade, muitas pessoas estão repensando seus intercâmbios para não ficarem muito tempo fora do mercado de trabalho no Brasil.
Ficou interessado(a)? A equipe da Go to Paradise está preparada para te ajudar a encontrar um programa de intercâmbio alinhado aos seus interesses pessoais e profissionais.
Entre no site (aqui) ou na página do Facebook (aqui).

Belezas além das praias. Vista do vulcão Mayon | Foto: Divulgação.

Texto e fotos: Equipe Go to Paradise.
Este é um publieditorial.


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Filipinas

Ilha de Boracay, nas Filipinas, será fechada

Mochileiros.com

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Uma das ilhas mais procuradas por viajantes nas Filipinas, Boracay será fechada por 6 meses a partir de 26 de abril de 2018. O anúncio foi feito pelo governo local. Dias atrás você viu por aqui, que outro paraíso no sudeste asiático, Maya Bay, na Tailândia será fechada. Em ambos os casos estes lugares precisam de uma espécie de reabilitação.
O presidente do país, Rodrigo Duterte, chegou a dizer que a ilha poderia se transformar em uma fossa devido ao despejo de poluentes em suas águas.
Segundo o Ministério do Meio Ambiente filipino, 195 estabelecimentos e mais de 4.000 casas não estão conectados à rede de tratamento e despejam esgoto diretamente no mar.

White Beach, uma das belas praias de Boracay – Filipinas | Foto: Alexey Komarov/Sob licença Creative Commons.

Areias claras e águas transparentes típicas do local | Foto sob licença Creative Commons.

O arquipélago tem aproximadamente 300.000 quilômetros quadrados | Foto: Reprodução Google Mapas.

Durante o período de fechamento da ilha, seria suspenso o transporte aéreo e por ferry a Boracay. Somente a polícia poderia dirigir-se para lá caso houvesse alguma necessidade.
De acordo com informações publicadas pela Folha de São Paulo, durante os 6 meses que a ilha passará fechada, o governo pretende demolir construções ilegais, transformar mototáxis em carros elétricos, construir uma rodovia para diminuir o trânsito no centro da ilha e instalar um novo sistema de transformação de lixo em energia elétrica. Também de acordo com a publicação, o orçamento para estas mudanças ainda não foi anunciado, porém já conta com um fundo emergencial para sustentar os 30 mil habitantes da ilha que trabalham principalmente com o Turismo.
Boracay é visitada por quase dois milhões de pessoas anualmente.

Com informações de BioBioChile e Folha de São Paulo.


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Notícias

Maya Bay será fechada

Mochileiros.com

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A talvez mais famosa praia tailandesa, a Maya Bay, na ilha de Phi Phi Leh, será fechada pelo governo local. As autoridades alegam dano ambiental causado por turistas.
A praia apareceu no filme ‘A praia’ (2000), protagonizado pelo ator Leonardo DiCaprio e chega a receber uma média de 4 mil turistas por dia. Para tentar recuperar os recifes de corais e a vida marinha já prejudicadas, o Departamento Nacional de Parques e Vida Selvagem do país decidiu que fechará a praia durante quatro meses do ano, a partir de junho de 2018.
Ao jornal Bangkok Post, o diretor do departamento, Songtham Suksawang comentou que empresários do turismo local protestaram quanto à medida, mas que ela foi aprovada pela maioria das companhias e por acadêmicos.
Além do fechamento da praia, há planos para criação de um estacionamento de botes em Loh Sama Bay, uma praia próxima a Maya Bay, assim os turistas chegarão ali e deverão ir por terra à famosa praia.

Cena do filme ‘A praia’ | Foto: Reprodução.

Acesso por trilha via Loh Sama Bay está prevista pelas autoridades | Foto: Reprodução Google Mapas.

Tradicionais embarcações da ilha | Foto sob licença Creative Commons.

Com informações do Bangkok Post.


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Blog

10 razões para você estudar inglês nas Filipinas

Mochileiros.com

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Você talvez já tenha pensado em fazer um curso de inglês (para dar os primeiros passos no idioma ou para aprimorar seus conhecimentos) em um outro país. Que tal estudar inglês nas Filipinas? Um cenário paradisíaco, com clima tropical e praias incríveis, destino que está no sonho de 10 entre 10 mochileiros. Além da imersão no idioma, por lá o viajante tem a chance de vivenciar um pouco da cultura asiática.
Asiáticos, árabes, russos e europeus já conhecem o destino como opção para os estudos e aqui apresentamos 10 razões para você considerar essa possibilidade também:

1- Fluência

Os filipinos falam um inglês muito bom quando comparamos com outros países que falam inglês como segunda língua. Eles falam o inglês americano (pela colonização passada e influência exercida no país) e com poucas variações.

2- Cenário paradisíaco

O país tem mais de sete mil ilhas e um clima tropical – quente praticamente o ano todo. Então, você pode terminar a sua aula e relaxar em alguma das praias próximas da escola ou pegar um barco no final semana e fazer um Island Hopping, um passeio em que você paga um valor fixo e fica parando em várias ilhas o dia todo.

Estudar inglês nas Filipinas

União do útil ao agradável. Estudar inglês nas Filipinas é boa opção | Foto: Divulgação.

3- Hospitalidade

Os filipinos são muito amigáveis, hospitaleiros e adoram receber turistas. Isso torna a interação com eles fácil, tanto para mergulhar na cultura quanto para se desenvolver no idioma.

4- Rica gastronomia

A gastronomia é muito rica. Eles comem bastante peixe, frutos do mar, arroz, frutas (manga, abacaxi e banana), carne suína e frango. As comidas são muito bem temperadas e, diferentemente, de vários países asiáticos, eles não são muitos adeptos à pimenta.

Gastronomia tem destaque | Foto: Divulgação.

5- Baixo custo de vida

O custo de vida lá é bem baixo (aproximadamente 36% abaixo do Brasil), ou seja, invés de gastar mais lá fora, você economiza. A moeda do país é o peso filipino que é bem desvalorizada com relação ao Brasil, por exemplo, 1 real equivale a 15 pesos filipinos (câmbio de 29/03/18).
Os preços dos passeios, viagens e refeições são incrivelmente baratos quando convertidos para o real. Tanto que é comum as pessoas deixarem generosas gorjetas nos estabelecimentos.

6- Metodologia de ensino diferenciada

As escolas locais costumam oferecer mais aulas individuais que em grupo. O fundamento da metodologia de ensino leva em conta que as pessoas não estão no mesmo nível em todas as habilidades do idioma. Brasileiros, por exemplo, normalmente possuem boa escrita (writing) e gramática e tendem a ter mais dificuldades para compreender (listening) e falar (speaking).
Então, quando você estuda em uma escola que considera esse fundamento, você não é rotulado em um nível, mas sim em vários, um por cada habilidade do idioma. É o que acontece com a principal escola das Filipinas que é conveniada ao Brasil via agência de intercâmbio. Ela recebe alunos de várias partes do mundo e os professores focam em dificuldades específicas em cada habilidade, o que gera resultados surpreendentemente mais rápidos e eficazes.

7- Estudar e morar à beira-mar

Você vai estudar e morar (pelo período que durarem seus estudos) em uma acomodação estudantil localizada em um condomínio com um resort beira-mar, ou seja, livre de qualquer preocupação.
Nessa escola há, por exemplo, opões de 6 ou 8 aulas por dia (2 aulas em grupo e as demais individuais); quarto individual, duplo ou triplo em acomodação estudantil com acesso à estrutura do resort beira-mar (3 estrelas).
Alimentação, serviços de limpeza e lavanderia, toda a estrutura de lazer disponível, Wifi e transfer estão incluídos no serviço da escola, ou seja, o aluno não precisa se preocupar com nada.

No tempo livre, muitas opções paradisíacas | Foto: Divulgação.

8- Maior possibilidade de praticar o idioma

Como essa rota ainda não é conhecida por brasileiros, você não terá muita opção a não ser se comunicar em inglês. Isso parece um detalhe, mas na verdade é bem importante. Todos os dias, inúmeros brasileiros viajam para estudar inglês nos destinos comuns (Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Malta, Austrália e Nova Zelândia), pagam caro e no final do intercâmbio, apesar de terem tido grandes experiências internacionais, muitos não se desenvolvem no idioma conforme o esperado. Isso ocorre em função da grande exposição ao português.

9- Diversão

Muitas opções de diversão: Cebu, região onde fica a escola de inglês, é repleta de opções de entretenimento. Você pode escolher entre baladas, cursos de mergulho, SPAs de massagem, parques aquáticos, bares e restaurantes internacionais, day use em resorts cinco estrelas, entre outros.

Cenário paradisíaco do país e dos países vizinhos é incentivo | Foto: Divulgação.

10- Destino de sonho, vizinho de outros destinos de sonho

Você estará muito perto de vários países exóticos e com passagens baratas partindo das Filipinas.
Imagine poder viajar durante os finais de semana, feriados ou no final do seu curso para Indonésia, Tailândia, Malásia, Camboja, etc.

Saiba mais

São inúmeras outras razões para viajar para as Filipinas e fazer um curso de inglês no país.
Para saber mais sobre o curso, a escola e sobre o destino, incluindo melhores épocas para viajar e a melhor opção de curso para você, consulte o site (aqui) da ‘Go to Paradise’, empresa brasileira, idônea e especialista em intercâmbio fora do habitual.
Você também pode solicitar mais informações ou orçamento no site www.gotoparadise.com.br e seguir a página da empresa no Facebook (aqui).

Texto e fotos: Equipe Go to paradise.

Este é um publieditorial.


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Ásia

Chiang Mai (Tailândia): 6 motivos para conhecer este lugar!

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Se você está em dúvida sobre colocar ou não Chiang Mai em seu roteiro de viagem pela Tailândia, te daremos 6 bons motivos para não pensar duas vezes e separar uns dias para conhecer esta cidade encantadora. 

Chiang Mai é a segunda maior cidade da Tailândia, mas ainda preserva a atmosfera de uma cidadezinha do interior. Ela serve de base para a maioria dos turistas que chegam ao norte do país e mantém como nenhuma outra a essência do povo tailandês – com uma cultura surpreendentemente rica, moradores extremamente solícitos e uma vasta variedade de comidas típicas. É como se fosse uma Bangkok, só que num ritmo muito menos acelerado.

Antes de tudo é importante saber que Chiang Mai é dividida em basicamente duas áreas: dentro e fora da Cidade Antiga, ou Old City, como dizem por lá.

A Cidade Antiga é cercada por ruínas de uma muralha que foi construída à época de sua fundação, para proteger seus habitantes de invasores. Hoje ainda existem várias partes da muralha original, que podem ser observadas ao caminhar pela cidade.

Curioso (a) para saber o que esta cidade tem de tão especial? Continue lendo!

 

1. Conhecer templos budistas incríveis

Assim como em toda a Tailândia, Chiang Mai possui centenas de belos templos budistas – alguns construídos no século XIII!

Os mais visitados são:

  • Wat Phra That Doi Suthep, conhecido também como o Templo da Montanha;
  • Wat Phra Singh, o maior templo de Chiang Mai;
  • Wat Chedi Luang, que abrigou, entre os anos de 1468 a 1551, a estátua do Buda de Esmeralda, que hoje se encontra em Bangkok, no Wat Phra Kaew;
  • Wat Phant Tao, todo construído em madeira;
  • Wat Srisuphan, também conhecido como o Templo de Prata. 

Em alguns deles é possível conversar com monges, que aproveitam a oportunidade para praticar o inglês. Mas não se esqueça de que, apesar de fazerem parte do roteiro turístico, os templos são lugares religiosos de extrema importância cultural para os locais.

Em sinal de respeito, ao visitar um templo, vista-se com roupas apropriadas – missão não muito fácil, tendo em vista o calor que faz na cidade! Mulheres: leve uma canga ou lenço na bolsa para cobrir as pernas, caso esteja usando short/bermuda, e os ombros, caso esteja com blusa sem mangas. O dress code não é tão rigoroso para homens – em vários templos é possível entrar de bermuda, por exemplo – mas os ombros devem estar cobertos: deixe para usar as regatas mais cavadas na praia, ok?

2. Visitar uma  ONG que atua na proteção de elefantes asiáticos

Imagine só passar um dia com elefantes: alimenta-los, tomar banho de rio com eles e aprender um pouco mais sobre essas criaturas especiais – preciso dizer mais alguma coisa? 

Nós fizemos um passeio assim no Elephant Nature Park e você pode ler o que achamos aqui. O Parque possui diversas opções de passeios, porém é necessário fazer a reserva com pelo menos 40 dias de antecedência, já que a procura é grande e as vagas se esgotam rapidinho! Para mais detalhes, acesse o site do ENP.

Em resumo: apenas vá, e viva a experiência mais incrível e emocionante da sua vida!

3. Economizar nas compras (inclusive nas lembrancinhas)

Em Chiang Mai tudo é muito barato! Desde hospedagem, alimentação, transporte, até aquelas lembrancinhas de viagem que fazem parte de todo orçamento, por mais apertado que seja.

Não deixe de conhecer as feirinhas de rua da cidade: algumas acontecem em dias e locais específicos, como a Saturday Night Market, na Wua Lai Road, e a Sunday Night Market, na Rachadamnoen Road. Ambas são imperdíveis e são um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar na cultura local. Muito artesanato, comidas típicas, itens de decoração, roupas e acessórios são apenas alguns dos itens que você pode encontrar por lá.

4. Ter contato intenso com a cultura tailandesa

Justamente por ter esse ritmo menos acelerado do que Bangkok, Chiang Mai é um destino perfeito para entrar em contato com a verdadeira essência do país, seja através do contato com seu povo e costumes, ou vivenciando sua cultura através dos festivais anuais.

O Songkran, que acontece em meados de abril, celebra o Ano Novo Lanna através de uma divertida luta com ‘armas’ que atiram água, além de desfiles coloridos.

O Yi Peng acontece no final do outono, geralmente em novembro, e é um verdadeiro espetáculo de luzes no céu. Milhares de lanternas são lançadas durante a noite, simbolizando o abandono de todos os males do ano anterior. Os budistas acreditam que se você fizer um pedido ao soltar uma lanterna, ele se tornará realidade.

5.  Conhecer florestas tropicais deslumbrantes

Pensou que Chiang Mai se resumisse a mais de 300 templos e feirinhas? Tem muito verde e cachoeiras incríveis também!

Para conhecer um pouco mais desse outro lado de Chiang Mai, optamos por visitar o Doi Inthanon National Park. O Parque está localizado em uma área que faz parte da cordilheira do Himalaia, e é onde fica o ponto mais alto da Tailândia, com 2565 metros de altitude.

Apesar de ser possível fazer esse passeio por conta própria alugando uma scooter, preferimos contratar um tour para não perder muito tempo procurando as atrações. Logo, logo faremos um post completão sobre o Parque, fique de olho!

Outras opções de passeios que fogem do óbvio e são cheios de natureza:

  • Bua Tong Waterfalls, a 60km de Chiang Mai;
  • Queen Sirikit Botanic Garden, próximo ao Doi Suthep;
  • Royal Flora Ratchaphruek, a 10km de Chiang Mai.

6. Ter aulas de culinária tailandesa

Que tal surpreender os amigos e familiares com pratos típicos da Tailândia e reproduzir em casa pratos como o Pad Thai, o Fried Rice e até um Curry Vermelho?

Ficamos muito surpresos com a culinária tailandesa, que mistura como nenhuma outra o doce, o salgado e o picante em um mesmo prato. Aos que assim como eu não se entendem muito bem com a pimenta, basta pedir para que seu prato seja ‘no spicy’, ou ‘no chilli’ – comigo deu super certo e me apaixonei pelos sabores thai! 

São dezenas de escolas de culinária espalhadas pela cidade, que ensinam desde a escolha dos ingredientes ao preparo de diversos pratos. Infelizmente não conseguimos encaixar uma aula no nosso roteiro. =(

Para mais posts sobre a Tailândia, acesse: viajandonajanela.com 


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