Acordei 05:45hs da manhã. Após uma breve refeição à base de iogurte, achocolatado e banana, saí de casa às 06:30hs porque o combinado era tomarmos um café na panificadora. Quando cheguei na casa do Marcelo percebi que só faltava o Diego, pois o Marcos lá estava. Fui encontrar o caboclo então. Na casa dele comi um pé de moleque e dei uma carona no quadro da bike, já que o mesmo tinha deixado a sua no casa do Marcão para uma breve revisão. Nesse tempo o Marcelo e o Marcão tomaram café e eu fiquei sem, mas me sentia bem alimentado, então sem problemas. Após calibrar o pneu no posto, pudemos partir às 07:05 da manhã.
O tempo prometia esquentar logo cedo e o sol logo despontou. Antes das 8 já tínhamos cruzado o Rio Negro que faz a fronteira da nossa cidade de Tijucas do Sul (PR) com a cidade de Campo Alegre (SC). Trajeto gostoso, sem grandes dificuldades e com muitas sombras. Na cidade de Campo Alegre as estradas são largas e bem conservadas, além de possuir sinalização com padrão de rodovia pavimentada. Nota 10. Passamos primeiramente pela comunidade de Ximbuva, logo mais por Ribeirão do Meio e às 09:00hs por Bateias de Cima, onde a comunidade preparava-se para o culto dominical. Eram 35 km desde o Rio Negro até o Centro de Campo Alegre, com o calor aumentando cada vez mais. As decidas eram um alento em virtude do forte calor. Entretanto, sempre depois de uma descida vem uma subida.
Ao chegar em Bateias de Baixo pegamos a SC 010. Eram cerca de 10 km até o centro em rodovia pavimentada. Bom pela velocidade, ruim pela temperatura. Tive que calibrar o pneu, o que deu uma atrasada.
Ao chegar ao centro, percebi o quanto a cidade é bonita. Várias ruas são asfaltadas, ao contrário de minha cidade, que se equipara em número de habitantes.
Chegamos à Panificadora às 11:00hs. Me alimentei com dois sanduíches naturais e um hidrotônico. Não resisti e tive de tomar um copo de Coca-Cola oferecido pelo Marcelo e pelo Marcão.
Estava me sentindo bem. Nas subidas poucas vezes utilizei a coroa menor da bike, desta forma partia na frente dos demais. Nas descidas nas estradas de terra, ia na traseira da trupe porque não tenho muita confiança, até por receio de encontrar um carro, mas também porque meu pneu não é muito estável e porque ainda não coloquei freio a disco na bike.
Até então foram 45 km, ainda faltavam 35 km até Jaraguá do Sul. Segundo os demais integrantes que já conheciam o caminho os 10 próximos km eram de forte subida e depois 25km de descida, sendo os últimos 10 km de forte downhill. Por volta de 11:40 partimos. O Marcelo pegou uma carona na Caminhonete do nosso Amigo Gigio que foi fazer o apoio e nos esperava em Campo Alegre. Desta forma ele nos ultrapassou cantando: “...leva meu coração, você é fogo, eu sou paixão...” kkkk
O visual do caminho é muito legal. Em Campo Alegre, mais do que em Tijucas, existem muitos Pinheiros, árvore típica da nossa região e que no inverno oferece o Pinhão, que é a semente da árvore e alimenta apetitosamente pessoas e animais dos mais variados, como esquilos, bugios e diversas aves.
A Serra do Manso então desponta. Passamos por um trecho que pertence ao município de Joinville. O ponto mais alto da Serra fica a cerca de 1030 metros a.n.m. Campo alegre está a 865 metros a.n.m. e Tijucas do Sul a 925 metros a.n.m. A chegada em Jaraguá fica a cerca de 80 metros a.n.m.
O sol está escaldante. Logo no começo vem uma descida espetacular e de altíssima velocidade: alcancei 72 km/h!! Meu Record pessoal.
Logo encontramos o Rio do Manso que serve para um bom domingo de banho e churrasco. Haviam vários banhistas no local. Nosso amigo Marcos completou 20.000km de pedalada, fato muito importante e que merece muita comemoração. Eu não cheguei nem nos 2.000km ainda.
O downhill é show de bola, mas merece muita precaução pelo fato de trafegarem vários veículos no local e por existirem muitas pedras soltas. Para ter noção do perigo existem várias capelas durante a descida, para que quem pela estrada trafegar possa invocar a divina proteção.
Chegamos em Jaraguá 12:50hs. Eu imagina que chegaríamos bem mais tarde. Fomos muito bem nesta pedalada. 80km em 03:55hs. Então era embarcar na F-350 e pegar a BR 101 para o caminho de volta, para comer aquele macarrão e dormir aquele sono! Abração!
Acordei 05:45hs da manhã. Após uma breve refeição à base de iogurte, achocolatado e banana, saí de casa às 06:30hs porque o combinado era tomarmos um café na panificadora. Quando cheguei na casa do Marcelo percebi que só faltava o Diego, pois o Marcos lá estava. Fui encontrar o caboclo então. Na casa dele comi um pé de moleque e dei uma carona no quadro da bike, já que o mesmo tinha deixado a sua no casa do Marcão para uma breve revisão. Nesse tempo o Marcelo e o Marcão tomaram café e eu fiquei sem, mas me sentia bem alimentado, então sem problemas. Após calibrar o pneu no posto, pudemos partir às 07:05 da manhã.
O tempo prometia esquentar logo cedo e o sol logo despontou. Antes das 8 já tínhamos cruzado o Rio Negro que faz a fronteira da nossa cidade de Tijucas do Sul (PR) com a cidade de Campo Alegre (SC). Trajeto gostoso, sem grandes dificuldades e com muitas sombras. Na cidade de Campo Alegre as estradas são largas e bem conservadas, além de possuir sinalização com padrão de rodovia pavimentada. Nota 10. Passamos primeiramente pela comunidade de Ximbuva, logo mais por Ribeirão do Meio e às 09:00hs por Bateias de Cima, onde a comunidade preparava-se para o culto dominical. Eram 35 km desde o Rio Negro até o Centro de Campo Alegre, com o calor aumentando cada vez mais. As decidas eram um alento em virtude do forte calor. Entretanto, sempre depois de uma descida vem uma subida.
Ao chegar em Bateias de Baixo pegamos a SC 010. Eram cerca de 10 km até o centro em rodovia pavimentada. Bom pela velocidade, ruim pela temperatura. Tive que calibrar o pneu, o que deu uma atrasada.
Ao chegar ao centro, percebi o quanto a cidade é bonita. Várias ruas são asfaltadas, ao contrário de minha cidade, que se equipara em número de habitantes.
Chegamos à Panificadora às 11:00hs. Me alimentei com dois sanduíches naturais e um hidrotônico. Não resisti e tive de tomar um copo de Coca-Cola oferecido pelo Marcelo e pelo Marcão.
Estava me sentindo bem. Nas subidas poucas vezes utilizei a coroa menor da bike, desta forma partia na frente dos demais. Nas descidas nas estradas de terra, ia na traseira da trupe porque não tenho muita confiança, até por receio de encontrar um carro, mas também porque meu pneu não é muito estável e porque ainda não coloquei freio a disco na bike.
Até então foram 45 km, ainda faltavam 35 km até Jaraguá do Sul. Segundo os demais integrantes que já conheciam o caminho os 10 próximos km eram de forte subida e depois 25km de descida, sendo os últimos 10 km de forte downhill. Por volta de 11:40 partimos. O Marcelo pegou uma carona na Caminhonete do nosso Amigo Gigio que foi fazer o apoio e nos esperava em Campo Alegre. Desta forma ele nos ultrapassou cantando: “...leva meu coração, você é fogo, eu sou paixão...” kkkk
O visual do caminho é muito legal. Em Campo Alegre, mais do que em Tijucas, existem muitos Pinheiros, árvore típica da nossa região e que no inverno oferece o Pinhão, que é a semente da árvore e alimenta apetitosamente pessoas e animais dos mais variados, como esquilos, bugios e diversas aves.
A Serra do Manso então desponta. Passamos por um trecho que pertence ao município de Joinville. O ponto mais alto da Serra fica a cerca de 1030 metros a.n.m. Campo alegre está a 865 metros a.n.m. e Tijucas do Sul a 925 metros a.n.m. A chegada em Jaraguá fica a cerca de 80 metros a.n.m.
O sol está escaldante. Logo no começo vem uma descida espetacular e de altíssima velocidade: alcancei 72 km/h!! Meu Record pessoal.
Logo encontramos o Rio do Manso que serve para um bom domingo de banho e churrasco. Haviam vários banhistas no local. Nosso amigo Marcos completou 20.000km de pedalada, fato muito importante e que merece muita comemoração. Eu não cheguei nem nos 2.000km ainda.
O downhill é show de bola, mas merece muita precaução pelo fato de trafegarem vários veículos no local e por existirem muitas pedras soltas. Para ter noção do perigo existem várias capelas durante a descida, para que quem pela estrada trafegar possa invocar a divina proteção.
Chegamos em Jaraguá 12:50hs. Eu imagina que chegaríamos bem mais tarde. Fomos muito bem nesta pedalada. 80km em 03:55hs. Então era embarcar na F-350 e pegar a BR 101 para o caminho de volta, para comer aquele macarrão e dormir aquele sono! Abração!