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  1. Olá! Estou fazendo esse relato não somente com a intenção de contar a história, mas também de ajudar a quem procura uma trip mais simples, de poucos dias. Quando estava querendo dar essa escapada eu procurei algo sobre algum lugar legal por perto para ir e não achei muita coisa, então espero que isso aqui ajude alguém. O Recanto dos Papagaios leva esse nome pois em um certa época do ano (agora) vários papagaios vão para lá. Pelo menos foi o que contou a Dna. Maria, moradora de uma propriedade dentro do recanto. Segundo ela o local fica realmente cheio de papagaios. Nós levamos azar e não vimos nenhum se quer, mas ela nos disse que era devido a quantidade de gente e barulho no local. O lugar bomba final de semana, na entrada tem churrasqueira e etc que só da farofada! Mas não foi por ali que ficamos não! Mapa para chegar ao Recanto dos Papagaios Segue abaixo o mapa de Curitba até o recanto. Ele fica em direção a Ponta Grossa, alguns kilometros após o pedágio (R$5,90) http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=Curitiba+-+Paran%C3%A1,+Brazil&daddr=BR-277&hl=en&geocode=FXz-e_4dXCYQ_SnxDwn89ePclDFHtysJsIN6PA%3BFd9we_4dzp4I_Q&mra=me&mrsp=1&sz=17&sll=-25.465313,-49.764719&sspn=0.004301,0.009645&ie=UTF8&ll=-25.420331,-49.516754&spn=0.275354,0.617294&z=11 http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=Curitiba+-+Paran%C3%A1,+Brazil&daddr=BR-277&hl=en&geocode=FXz-e_4dXCYQ_SnxDwn89ePclDFHtysJsIN6PA%3BFd9we_4dzp4I_Q&mra=me&mrsp=1&sz=17&sll=-25.465313,-49.764719&sspn=0.004301,0.009645&ie=UTF8&ll=-25.465071,-49.766816&spn=0.00215,0.004823&t=h&z=18 Eram umas 15hrs quando começou o toró, uma puta trovoada, chuva pra caralho e tudo o que não precisávamos, mas não abalou a galera não, tava todo mundo na pira, mesmo que fosse pra dormir no lago. Partimos tarde. Fomos em três, eu, Kalil e o Thiago. Sai do trabalho as 19hrs numa fissura do caralho! Já estava a semana toda na vibe, mas na sexta, foi exepcional! Cheguei em casa pra dar os ajustes finais na mochila (uma Acampar Itatiaia 75) e parti rumo a casa do Thiago! Esse ai foi meu checklist, na segunda foto é a mochila que emprestei pro Kalil, uma Hummer 45 (PÉSSIMA) mas era tudo o que tínhamos! (Foto celular = ) Passei no Thiago e fomos pegar o Kalil na facul, isso já eram 9hrs. Era pra ele sair mais cedo mas deu que ficamos até umas 10 e pouco lá esperando, eu já tava pirado. Mas enfim estava todo mundo no carro rumo ao recanto, a chuva tinha acabado. Se não tivéssemos andado 40km na direção errada tudo teria sido mais simples, mas fazer o que. Era só 127 hours feelings naquele momento. Acabou que chegamos no recanto era 1h da manhã! Um puta brêu, não dava pra ver nada. Chegando lá já se da de cara com o bar/mercearia/aluguel de bóias que fica ali. Eles vendem algumas coisas com uma faquinha de brinde e alugam bóias, aquelas de pneu de caminhão, para os farofeiros tirarem uma pira no rio (cuidado com a corredeira 3, ela é mais do que parece!). Enfim, estava tudo fechado e com certeza o seu Russo e a Dna. Maria estavam no 10° sono. Ficamos lá na frente um pouco, fizemos um barulho e nada. O esquema é que ali tem um portão com um estacionamento, e é ali o caminho para onde iríamos. Eles cobram R$15,00 por carro, mas acho que não é por dia não. Não queríamos acordar os dois e acabamos indo procurar um lugar por ali mesmo, atravessamos a ponte e estacionamos o carro ali por perto. Achamos um lugar ótimo para ficar, umas árvores boas e do lado de uma nascente irada. Não podia ser melhor, tinha um latão para mandar ver em um fogueira e muita lenha pelo chão. A lanterninha de cabeça que adquiri no mesmo dia não podia ter servido de maneira melhor. Depois de não muito tempo fizemos um miojão para testar as espiriterias recém fabricadas e meu novo fogareiro (Guepardo alguma coisa), Depois do rango já fiquei meio podre e acabei indo dormir, o Kalil e o Thiago ficaram lá um bom tempo, tomando umas biritas e tocando viola. Da esquerda pra direita, Eu, Kalil e o Thiago. Acordei cedo, fui o primeiro é claro, eram umas 6:30h e tava friozinho. Nada de sol mas também nada de chuva, tempo nublado, ótimo para começar a nossa caminhada. Mandei ver em umas barrinhas de cereais e começamos a ajeitar as coisas para partir. Local onde passamos a noite. Chegando no bar/mercearia/etc a Dna. Maria já estava ali, mulher mais simpática tá pra nascer ainda, é incrível como essa galera mais distante da cidade é gente boa, não tem essa poluição urbana da maioria. Conversamos um pouco com ela, e depois já encontramos o seu Russo, (Ainda to em dúvida se é mesmo Russo pois é meio complicado de entender quando ele fala ). Tentamos arrancar o estacionamento mais barato, mas foi tudo em vão. Logo partimos explorar o lugar, já havíamos estado ali antes mas não fomos muito longe, dessa vez o objetivo era outro! Eu tava louco para testar a minha Nômade que havia comprado no dia anterior! Nota para o Thiago lá na frente com sua mochila escolar com os trecos tudo pendurado (o que importa é a vontade!!) A trilha é muito tranquila, o único problema é a lama, mas minha querida bota resistiu tranquilamente! É um caminho bonito, e passamos por vários locais interessantes. Por fim chegamos no final da trilha, depois de passar por uma parte pelo meio da mata, que não era nenhum pouco demarcada acabamos em uma pedra de cara para o rio. Como não sabíamos o quanto fundo era aquela parte decidi sair para dar uma olhada, tinha locais que deveria estar com 2,5 à 3m de profundidade, então não seria boa idéia passar com mochilas hehe. Acabamos deixando as mochilas na pedra e resolvemos ir nadando para ver o que tinha por ali. Ótima escolha! Dava para ouvir um barulho de água saindo no meio da mata, e queríamos saber o que era. Conseguimos subir pela lateral do rio e entramos na mata. Encontramos uma fonte (ou algo do tipo) irada! A parada saida de dentro de umas pedras, e havia uma certa luminozidade lá no fundo, mas ninguém teve a coragem de entrar lá para ver o que era. Para quem já assistiu LOST, nem preciso falar nada! hahaha. Obs: Como era um tanto perigoso subir por ali sem as botas, acabei entrando no rio com elas, visto que já havia molhado dentro um pouco antes atravessando uma porte. Escolha ERRADA! Minhas botas ficaram enxarcadas! Passei o resto da trip sem poder usar elas, e ainda demoraram uns 5 dias depois que voltei para secar (beleza de clima de Curitiba). Ficamos um pouco por ali, nos abastecemos de água e partimos para um lugar mais alto para tentar achar outros lugares. Foi meio complicado, mas subimos todo o morro que tinha ali, o mato tava bem alto e todo mundo de bermuda, subimos de mochila e correndo pra não ficar muito muito tempo no mesmo lugar naquela porra hahaha, resultado chegamos morrendo lá em cima, rendeu uma bela vista e um belo descanço. Na volta coloquei minha bela calça jeans já que era a única calça comprida que eu tinha em casa, desci bem mais tranquilo, enquanto meu dois queridos amigos estavam fodendo as pernas naquela coisa! Lá em cima achamos uma espécie de plantação, e algo parecido com ervilhas. Não conheço nada dessas coisas mas se não me engano eram feijões, ainda verdes. Mas fazer o que, colhemos a parada e tentamos cozinhar depois. Resultado = FAIL Não fui de cobaia, o Kalil que comeu o primeiro e falo que tava uma merda, jogamos tudo fora e partimos para o miojão! Pelo menos deu pra testar a espiriteira que fabricamos, funcionou muito bem! A água ferveu rapidão! Depois do rango a galera ficou bodiada, eu e o kalil fomos tirar um cochilo, o Thiago ficou perambulando pelo lugar dando uma se selvagem hahaha. Minha bela barraca MOR, realmente horrível, nem sobreteto tem nem nada, mas até que tinha espaço. Ainda bem que ela é apenas passado agora! (Viva Manaslu!) Depois de descançados fomos dar um mergulho que o calor tava massa, finalmente tinha acabado aquele tempo nublado e o sol tava rolando. O esquema do lugar que a gente estava era essa pedra, segundo o que nos falaram era a tal da "pedra cortada" pois parecia que havia um corte mesmo na horizontal do rio, no fim toda a água que vinha lá de cima passava somente por essa parte, pressão do caralho, fui inventar de descer ali pra curtir, o negócio é realmente muito forte! É até tranquilo se segurar, mas não tem como ficar parado sem estar agarrado nas pedras, mas é uma sensação muito legal. Só não tem como fazer sozinho, na hora de levantar não tem como, se você ficar de pé não tem onde se apoiar, precisei de uma mão pra sair, mas foi tranquilo! Valeo a pena a experiência! Logo ali na frente a "pedra cortada" Por fim começou a anoitecer, fizemos uma boa fogueira, e rolou um violão, a galera fico ali trocando uma idéia e logo foi todo mundo dormir Acordamos, arrumamos tudo, tiramos todos os lixos e partimos pra casa! Renovados!
  2. Esse vai ser mais um relato do que não se deve fazer do que o que se deve fazer... Como ir até São Luíz do Purunã ou Recanto dos papagaios de ônibus... Aquela região de São Luíz do Purunã é bastante frequentada por ciclistas, escaladores e pessoas de carro, por isso resolvi por meu relato da trip de busão. Eu já tinha ido para o Recanto dos Papagaios à 3 anos atrás de bicicleta, mas como a magrela ta meio dodói, a gente foi de ônibus dessa vez. O que a gente fez: Pegamos o ônibus Princesa dos Campos até São Luiz do Purunã (linha Curitiba Palmeira) (R$13,74) e descemos antes do pedágio na esperança de que encontraríamos algo para fazer lá. Talvez tivessemos encontrado caso aquelas inocentes e doces vaquinhas não estivessem conspirando contra nós. Como o sol estava forte pra andar no meio do pasto (é sim... a temperatura mais alta dos últimos 6 anos), resolvemos ir pro Recanto dos Papagaios. Carona? Difícil. Ônibus? Difícil também, mas passou. Uma linha da Princesa dos Campos que sai de Campo Largo e passa dentro de São Luíz do Purunã e Colonia Witmarsun e para 3Km longe do Recanto. continua...
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