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  1. Salve Salve amigos e amigas do seu, do meu, do nosso BRASIL VARONIL E MUNDO. Pra quem não me conhece, sou mochileiro de berço e criador, editor e barman do blog De Mochila e Bota e um mundo para desbravar. Bom, fiz um mochilão pela Bolívia, Chile e Peru de novo esse ano, só que em Julho. Falo de novo porque fiz quase o mesmo roteiro em janeiro de 2013, e dessa vez repeti a dose com muita coisa a mais. Dessa vez passei 37 dias viajando de ônibus e avião e fui para a tão esperada cidade de Huaraz, localizada a uns 400 km de Lima no Peru. Eu fiquei sabendo da existência desse lugar por um amigo meu chamado Adriano Elisei e suas fotos. Só de olhar as fotos você fica maluco de ir. Então, como bom trilheiro que sou, não poderia deixar Huaraz para fora dessa viagem. 1º Dia - De Lima a Huaraz, encontrando o Scheler e me preparando para a Laguna 69 Resumindo a história, dia 22 cheguei em lima as 22hrs sem hostel, sem dinheiro trocado e sem saber para onde ir. Desci no terminal de bus da Cruz del Sur(acho) ou outra empresa que não me lembro agora, fiquei meio perdidão. E é claro, aquela clara de perdido , acaba de descer do busão com mochila, é alvo certeiro para os taxistas do terminal. Claro que eu não caio na lábia desses caras, pois sei que são mais caros e tal, mas sei também que são confiáveis, por isso, na situação que estava, decidi pegar um, e ele me levou para o hostel mais barato que encontrou em Miraflores, ou seja, as 23 hrs da noite consegui o hostel por 25 soles. Tá bom né? Fui para o hostel por precisar de um banho urgentemente(não vou contar o porque, pois faz parte do relato que estou escrevendo que vocês podem encontrar no BLOG). Tomei aquele banho e fui dormir, para tentar no outro dia pegar o bûs cedo para Huaraz, pois não havia no horário que cheguei. Acordo cedo, barari bararu consigo trocar dinheiro e parto para o terminal da Cruz del Sur, pois era a única que sabia que fazia o trajeto Lima > Huaraz. Peguei um taxi por 10 soles. e lá chegando, para minha surpresa, não havia mais passagens para o bus das 07:00. . Só alegria. Logo perguntei para a moça se havia mais alguma empresa que fazia, ai ela me disse que na MovilTours podia ter, então, #partiuMovilTours. Só para vocês entenderem, lá no Peru e Chile, em algumas cidades não existe uma rodoviária propriamente dita, e sim o ônibus saem das próprias empresas. Em lima era desse jeito, por isso, se tu vai pegar um bus de tal companhia, tem que ir até loja dela, e lá fica a rodoviária só de ônibus dela. Entendeu ? Beleza, seguindo em frente, paguei mais 10 soles e fui para a MovilTours. Quando chego lá, para minha felicidade, havia um bus saindo de lá as 11hrs direto a Huaraz, sendo umas 9 horas de viagem e por incríveis 35 soles. Sim, 35 soles ou 30 reais mais ou menos. MANO, amo o PERU !!! Hahahah Sinceramente eu fiquei com medo do busão, mas graças a Deus estava enganado. Bom, eram 08:00 da "madrugada" de uma Quarta Feira e eu estava no centro, em frente ao estádio de futebol de lima, sem nada para fazer. Despachei minha mochila, o tempo estava chuvoso(como sempre em lima) e fui andar um pouco. Tentei saber sobre algum shopping ou coisa do tipo perto, mas não havia muita coisa, só uma feirinha que abria as 10 hrs mais ou menos. Comecei a andar pela rua, sem absolutamente nada para fazer. Vi o movimento, muito grande, muitas businas e tal. Aquela caos de cidade grande. O tempo passou devagar, pois a ansiedade pesou e o tempo se arrastou. As 11:00 da manha embarquei no busão panorâmico(sempre curto ir na frente) com meu banco sendo o primeiro da fila, a direita, com visão privilegiada da estrada, pois eu li por aqui que a estrada de Lima até Huaraz é fantástica, e foi até mesmo por isso que decidi pegar o bus de manha, pois sempre prefiro viajar de noite para economizar tempo e hospedagem. Bom, a estrada é FODAAAAAAA. Sério, fantástica. FANTÁSTICA. Vá de dia, se puder. Não vai se arrepender. Olha um pouco do que tirei fotos. Bom, cheguei lá de noite e encontrei o Scheler. Ele tem uma empresa de turismo lá e é um ótimo guia de alta montanha. Achei ele através de indicações aqui no fórum da Carla, que fez o circuito Huayhuash e indicou muito bem ele, além de vários outros relatos aqui no fórum falando bem dele(só digitar Scheler que tu vai ver). O Scheler é baixinho como todos os peruanos(A título de informação, tenho 1,90m de altura) e um dos peruanos mais bacanas e que passou confiança da viagem. O cara é super simples, sincero e parceiro, vocês não tem idéia. Tinha adicionado ele no e-mail e ele me encontrou na rodoviária de Huaraz. Ele ficou de me levar a um hostel lá em huaraz bem barato, e foi isso que aconteceu. O nome era Alkipo e paguei somente 15 soles na estadia. Não tinha café da manha mas era um preço junto por um quarto compartilhado bacaninha. Quando estava tudo certo, combinei com o Scheler que iria fazer a laguna 69 no outro dia. Ele combinou com o dono do hostel e para a minha sorte um grupo do hostel iria ir pra lá no outro dia. Foi cobrado 45 soles que paguei só depois. Feito o Check in, o Scheler disse que iria voltar no outro dia de noite para ver como eu iria estar e ver as coisas do trekking sta. Cruz também. Ah, esqueci de dizer que o SCHELER fez a coisa mais fantástica que um guia fez pra mim em todas as minhas viagens. E por isso, ganhou minha confiança e minha simpatia no ato. Vou explicar. Comecei a conversar com ele uns 2 meses antes, através do facebook, sobre o trekking, qual fazer, o que iria precisar e tal. Ele me passou o orçamento e me disse, de começo, que iria ser entre U$ 220 a U$ 250 dólares o trekking Sta. Cruz. Ok, até ai tava mais ou menos o valor que pesquisei. Bom, no dia que cheguei, ele me disse que por sorte, o próximo final de semana e segunda e terça seriam comemoradas as festas pátrias e um grupo de peruanos iria vir pra fazer o trekking sta. cruz, começando no sábado, e por ter um grupo maior, o preço cairia de U$ 240 para U$ 150 dólares. Tu não tem noção como é lindo economizar 90 dólares, tu não tem ideia mesmo. Por isso ele me conquistou(do modo não homoafetivo). hahaha !!! Nisso, já paguei pra ele os U$ 150 dolares, naquela mesma coisa, sem nenhuma garantia, só a boa e velha confiança. Ele foi embora, eu me ajeitei no hostel e sai direto pro mercado pra comprar comida para o trekking no outro dia. Esse Alkipo Hostel fica muito bem localizado, tanto que chegamos com 15 minutos de caminhada tranquila da rodoviária até o hostel, e até o mercado era mais 2 quadras. Muito prático. Comprei suco, pão, queijo branco, bolachas, miojo e atum, claro, e a alimentação do outro dia. Voltei ao hostel, estava bem cansado. Tomei aquele banho maroto, como sempre brigando com o chuveiro(em todos os países eu brigo com o chuveiro e suas válvulas quente e frio), dei um tempo e fui dormir. Estava sozinho, sem amigos(por enquanto) e cansadão. É Jovens, no próximo relato tem mais.
  2. Olá amigos, meio atrasado, mas finalmente tomei coragem de escrever meu relato da minha viagem até Huaraz, esse mochilão ainda teve continuidade em Lima e depois na Colômbia (Bogotá e Medellín) e quando eu fizer o relato dessa continuidade editarei esse post e colocarei o link aqui. No meu caso como sou montanhista busquei Huaraz com esse objetivo, mas a cidade é muito bonita e também tem a opção de passeios leves, mas igualmente recompensadores. A cidade é pequena, mas bastante acolhedora e de um povo bem simpático de uma forma geral. Comecei na vida de mochileiro em 2012 e desde então faço um a cada ano, o relato abaixo é a metade do que foi feito em 2014. Local de viagem: Peru Objetivo: Montanhismo, Trekking, Escalada e Trilhas Cidades: Huaraz Data: 01/09/2014 a 11/09/2014. ROTEIRO: 01 e 02/09 – Lima 02 a 11/09 – Huaraz Depois: 12 a 14/09 - Lima (Peru) - Ver relato aqui: lima-peru-com-valores-e-dicas-t114228.html Depois: 14 a 23/09 - Bogotá e Medellín (Colômbia) - Ver relato aqui: colombia-bogota-e-medellin-com-valores-e-dicas-t114162.html CLIMA: A primeira e principal dica, Huaraz fica a 3700m de altitude, portanto dentro de 8h no local você pode ser atacado pelo famoso mal de altitude, que pode ser evitado ingerindo muita água e se alimentando bem. Como em todos os lugares turísticos ligados ao frio nessa região da América do Sul, Huaraz tem sua alta estação entre Jun e Set, quando chegamos lá, estavam bem no final da alta estação para trekking e escalada, o que foi bom porque não havia grande lotação na montanha e os preços estavam mais em conta. Para passeios fora da cidade, trekking mais pesados (que acampem na montanha) ae o frio chega a ser negativo. VESTIMENTA: Independente da estação, vá preparado para o frio, de preferencia com segunda pele, luvas (não deixe de leva-las), casaco, gorro e agasalho prontos para serem usados. Nas cidades tem como comprar também. Uma bota impermeável e uma meia especial para grandes caminhadas serão muito bem vindas, levei uma bota impermeável Snake e dois pares de meias TriLayer Midweight da Looper, é um material caro (um par de meia desses custa cerca de R$90,00), mas realmente vale a pena ter. Por mais que você não vá atrás de aventura, é essencial porque você vai fazer a maioria das coisas a pé. A cidade em si faz um frio muito ameno, nada que um casaco simples não resolva, a noite a temperatura cai, mas nem tanto. Já pra quem pretende ir fazer trekking, acampar na montanha e mais ainda quem vai escalar, prepare para levar algumas camadas, porque o frio é negativo. Levei tudo em dólar U$1,00 = R$2,37 U$1,00 = S$2,60 (soles) Atenção, essa era uma cotação de Ago/2014, o dólar agora (Maio/2015) já passou dos R$3,00 por isso vou tentar ao máximo por o valor em dólares para que vocês, de acordo com a época em que estejam vendo este relato, possam fazer as devidas conversões. PASSAGENS: Como disse anteriormente, esse mochilão passou por Huaraz e teve continuidade em Lima e depois em Bogotá e Medellín, na Colômbia, por isso comprei todas as passagens de uma vez só, então é difícil dizer quanto foi, até porque valor de passagem varia muito com o dólar e a época em que você compra (em promoção ou não, etc.). Eu sempre compro as minhas pelo Decolar.com, ainda não tive problemas, mas uma dica importante é: Acessem o site pelo modo confidencial do Chrome (Ctrl + Shift + N), pois o site detecta que você já pesquisou antes e podem te empurrar passagens mais caras. Para ir para Huaraz você tem duas opções: Avião e Ônibus. Pelos relatos que vi por aqui, a passagem de ônibus custava cerca de R$150,00 em 8h de viagem. Encontramos uma pequena empresa aérea que faz voos entre cidade do Peru, num preço bem em conta pra cotação do dólar à epoca, saiu um pouco mais caro, mas valeu MUITO A PENA, porque além de não perder 8h das nossas férias dentro de um ônibus ainda não chegamos cansados, a viagem dura cerca de 1h, no máximo. O nome da empresa é LCPeru, acessem o site deles e vejam os preços, vale a pena http://www.lcperu.pe/ O aeroporto não fica em Huaraz, portanto preveja também que o translado até a cidade é bem mais longe (e mais caro) que da rodoviária, pra nós valeu a pena porque fechamos um pacote com a agência que iria nos acompanhar no trekking e esse translado estava incluso. Lima - Huaraz - Lima= U$96,00. HOSPEDAGEM: A viagem começou em Lima, onde chegamos de manhã cedo e tivemos que nos hospedar próximo ao aeroporto para poder pegar o voo para Huaraz na manhã seguinte. Em huaraz ficamos num hotel que fazia parte do pacote da agência que nos acompanharia no trekking (em mochilão eu sempre fico em hostel, mas como fazia parte do pacote, acabamos ficando no hotel). Lima Nome: Manhantan Inn Valor: R$64,00 (por pessoa) em quarto triplo por 1 diária com café da manhã. O hotel é muito bom pra você que está fazendo uma escala como essa que fizemos, que precisa achar um lugar para dormir, pois fica relativamente perto do aeroporto (pegamos um transfer que fez por U$50,00 ida e volta para os 3, foi nos deixar no hotel e no outro dia veio nos buscar) e tem um preço atrativo, estávamos em 3 pessoas, num quarto triplo com banheiro privativo, não fizemos nada turisticamente falando, só saímos pra almoçar, num shopping que fica la perto e pra comprar um adaptador pra tomada (acredite, você vai precisar). Nota: 9,0 Huaraz Nome: Me fugiu o nome agora, mas assim que lembrar eu edito aqui hehehe Valor: Incluso no pacote É um hotel considerado 3 estrelas, atende as expectativas e é bem perto da principal rua de lá, além disso fica a no máximo uns 10min da plaza de armas da cidade. Nota: 8,0 ALIMENTAÇÃO: Dentro da cidade existe tanto a comida popular, aquele bom e velho "pollo con papas" tão característico da região "andina" quanto restaurantes mais sofisticados ae quem vai dizer é o seu bolso hehehe Um almoço comum (incluindo bebida) vai te custar em média 15/20 soles. Acredito que se você trabalhar suas contas com cerca de 40 soles/dia pra alimentação é tranquilo. HUARAZ (cidade) Bom, dentro da cidade em si, se você não for fazer nenhum trekking, acredito que dois ou três dias sejam mais que suficientes, lembrando que como eu estava em busca de trekking, eu não pesquisei sobre outros passeios mais populares, estou falando do turismo dentro da cidade mesmo, que basicamente se resume ao que tem a redor da Plaza de Armas. Atrações Todas elas vocês faz por conta própria, só os passeios para fora da cidade é que é recomendável que se faça via agência, que tem aos montes no centro da cidade, mas recomendo que você vá já sabendo qual escolher. Eu recomendo a Scheler Artzon Adventure (http://www.schelerhuayhuashtrek.com/), o Scheler é um cara muito gente boa e está sempre disposto a ajudar, fechamos com ele o trekking Santa Cruz (3 dias) e a escalada ao Nevado Pisco (5750m), eu tive problemas no meu joelho e acabei tendo que voltar pra cidade ao final do Trekking Santa Cruz e pra eu não perder parte da grana investida o Scheler me colocou num trekking muito bom para o Nevado Pastoruri (5200m), que vou relatar mais a frente. mas que existe a opção de cavalos para te levar até o topo, caso você não ache que consiga sozinho, o carro já pode te levar bem longe se quiser, mas no finalzinho ou você sobe de a pé ou de cavalo, como eu já estava melhor do joelho e com bom preparo físico pelo Trekking Santa Cruz, fiz a pé sem maiores problemas. Plaza de Armas É a praça principal da cidade, lá é o coração da cidade, tem a igreja e nos arredores o museu Arqueológico de Ancash e a feirinha de artesanato. Museu Arqueológico de Ancash - $5 soles É um museu de arqueologia que conta a história de civilizações antigas da região, é um lugar legal pra visitar se você tiver de bobeira pela cidade, é barato, vale a pena. Feirinha de artesanato A feirinha tem uma entrada bem escondida ao lado da igreja, lá você vai encontrar o lugar certo para comprar aquele presentinho pra família, pra namorada, pros amigos, enfim, se for a Huaraz não deixe de visitar, até porque são presentes relativamente baratos, eu saí de lá com presente pra todo mundo. TREKKING ACLIMATAÇÃO + SANTA CRUZ Como disse anteriormente fechamos com a agência do Scheler um pacote que incluía o Trekking de aclimatação + Trekking Santa Cruz + Escala ao Nevado Pisco, num total de 9 dias de expedição, sendo os 3 primeiros para aclimatação e volta ao hotel e os demais emendados com pernoite em acampamentos base (barracas e alimentação de acampamento incluso), só não estava incluso a alimentação dentro da cidade e o equipamento de escalada, a propósito, lá tem lojas especializadas em montanhismo e trekking com preços muito abaixo do que eu já encontrei por ae, então dica pra você montanhista, deixe espaço na mochila pra fazer uma comprinhas lá que vale a pena. Não recomendo a marinheiros de primeira viagem a não ser que estejam com preparo físico em dia, não precisa ser um atleta, mas não recomendo fazer se for sedentário demais. Investimento (pacote completo trekkings + escalada): U$600,00 Fechamos negócio ainda no Brasil e fizemos um pagamento adiantado via western union de U$200,00 (somados os três), sem medo depois de ver as boas indicações que ele tem, podem confiar. Pode dizer que foi o Yuri do Brasil que indicou hehehe. Para mais informações acesse: http://www.schelerhuayhuashtrek.com/ Vou por o itinerário oficial enviado pela agência e abaixo faço algum comentário e posto fotos: Día 1: Laguna Wilcacocha 3750 m. - Cordillera Negra. HOTEL EN HUARAZ. Observação: É um trekking leve de aclimatação com um início um pouco mais puxado e que te leva a uma laguna bem bonita e paisagem deslumbrante, depois desce e volta pro hotel. Ele dura mais ou menos uma manhã inteira. Día 2: TREKKING DE ACLIMATACION LAGUNA DE CHURUP: Salida después del desayuno salida a la Laguna de Churup 4450 m., para aclimatar, salida de Huaraz hacia el Pueblo de Pítec, pasando por diferentes pueblos pintorescos como: Nueva Florida, Unchus y Llupa. Desde Pítec se empieza a caminar cuesta arriba en un tiempo aprox. de 2 1/2 horas, pasando por rocas donde es necesario hacer escaladas fáciles para llegar a la laguna, después de estar en la laguna durante 1 hora aprox. se regresara hacia Pitec, para luego regresar a Huaraz, por la tarde libre y verificación del material de Camping para Huayhuash Trek. HOTEL EN HUARAZ. Observação: Esse já dura o dia todo, é bem mais puxado, mas suas beleza é diretamente proporcional, a parte final eu poderia chamar de "perigosa" já que você tem meio que "escalar" a rocha, mas nada que exija qualquer tipo de treinamento ou material específico. Vacilei, bebi muito pouca água nesse dia e acabei sendo pegue pelo mal da altitude, que prejudicou bastante meu desempenho, passei bastante mal no Hotel, mas como já havia tido mal da altitude em La Paz em 2012, reconheci logo e me acalmei porque sabia que logo passaria, mas é horrível, tentem não ter ok? hehehe Día 3: TREKKING SANTA CRUZ - LLANGANUCO: Huaraz - Cashapampa - Llamacorral: Salida a las 7.30 a.m. Traslado de Huaraz a Caraz luego a Cashapampa (2973 m.), desde aquí empieza nuestra caminata hasta el campamento de Llamacorral (3760 m.). Caminata aprox. de 5 a 6 horas. Observação: Já devidamente aclimatados (pelo menos a nível de trekking) partimos para o famos Trekking Santa Cruz, o translado de van dura umas 2 ou 3h, lá somos recebidos pelo nosso "arrieiro" (o cara que cuida dos animais que vão levar todo o equipamento), ele e nossa guia de trekking é quem nos acompanhou todo o tempo, a guia dispensava a ida de um cozinheiro pois ela exercia essa função também (muito bem diga-se de passagem). O arrieiro pega uns atalhos e chega mais rápido que todos nós e quando chegávamos ao acampamento ele já estava sempre com as barracas já levantadas (individuais - de dormir - e as coletivas - de cozinha e refeição, além da barraca que servia de "banheiro"). A propósito, lá não tem nenhuma estrutura física, o banheiro é uma barraca com um buraco pra você fazer suas necessidades e enterrar seus dejetos, banho é com lenços umedecidos (não deixe de levar), para ter água a gente pegava do rio (todos os espaços de acampamento ficavam na beira do rio), esquentava e estava pronta pra uso. Día 4: TREKKING SANTA CRUZ - LLANGANUCO: Llama Corral (3760 m.) - Campo Base de Alpamayo (4270 m.) - Taullipampa (4250 m.): Pasaremos por las lagunas Ichiccocha y de Jatuncocha y podremos observar los nevados de Aguja de Santa Cruz, Caraz de Santa Cruz, Pumapampa, Curuicashajana, Quitaraju, ALPAMAYO, Pucahirca, Rinrinjirca, Taullipampa, Artesonraju, Paria, Millishraju, etc. Caminata aprox. de 5 a 6 horas. Día 5: TREKKING SANTA CRUZ - LLANGANUCO: Taullipampa (4250 m.) - Cachinapampa (3710 m.): Este día se vencerá el paso de Punta Unión (4750) desde donde se tiene una impresionante vista de la Cordillera Blanca como el Taulliraju, los Rinrijircas, los Pucahircas, Quitaraju, los Santa cruz, Artesonraju, Piramide de Garcilaso,Paria, Millishraju, etc. Llegando al campamento de Cachinapampa. Observação: Aqui chegamos ao ponto mais alto (literalmente) do trekking, o cume Punta Union, com a famosa plaquinha, a parte final de chegada ao Punta Union é bem PUNK e vai te exigir bastante, mas o visual lá é absolutamente compensador, porém vale ressaltar que o Punta Union é mais ou menos a metade do percurso do dia ainda, mas logo depois dele é só descida e caminhos mais planos. Lá no acampamento você começa a ter sinal de civilização, pois lá por perto tem povoados, apareceu até uma senhoras pra vender presentinhos e umas crianças bem simpáticas brincando ao redor do acampamento e sempre curiosas em saber o que era aquele equipamento que a gente levava conosco, se ofereceram até a me ensinar o Queshua, lá nos povoados ao redor eles falam o castellano, mas ainda sabem falar o Queshua, que é um idioma indígena antigo, que ainda ensinam na escola. Día 6: TREKKING SANTA CRUZ - LLANGANUCO: Cachinapampa (3710 m.) - Vaquería (3850 m.): Inicio de la caminata Quebrada de Huaripampa apreciando en el trayecto el nevado Chacraraju, llegando al pintoresco pueblo de Vaquería, desde este pueblo nos trasladaremos en bus hasta llegar a Cebollapampa pasando primero por el paso Portachuelo (4767 m.s.n.m.) en este punto observaremos lo nevados del Huascarán, Chopicalqui, Huandoy, Pisco, Chacraraju. Después descenderemos hasta llegar a nuestro campamento Cebollapampa (3900 m.). Observação: Chegamos então ao último dia de Trekking Santa Cruz, é um dia relativamente leve, muito pelo fato de que você já ganhou bastante resistência nos últimos dias, só o final, pra chegar no ponto onde a van vem te buscar é que é uma parte bem íngreme e que vai te exigir uma forcinha final extra. De lá a van nos buscou e no caminho passa por lugares com vistas incríveis para a Cordillera Blanca. De lá voltei para o Hotel, numa viagem de van que durou umas 3h. NEVADO PASTORURI (5200m) O Scheler gentilmente conseguiu me realocar num passeio muito legal que duraria o dia inteiro. A subida ao nevado Pastoruri, fomos de van e lá conheci um trio de brasileiros (um casal e o pai dela) e fomos a viagem toda trocando uma idéia, trocamos contato via whatsapp e fizemos um jantar de despedida de Huaraz e depois coincidentemente os encontrei em Lima. O Pastoruri é muito legal, mas não recomendo que seja seu primeiro passeio assim que chegar em Huaraz, o ideal é estar pelo menos a dois dias na altitude estando assim um pouco mais aclimatado. Um sedentário até consegue subir, mas não é muito recomendável, é meio puxado, mas como disse anteriormente, moradores da região ficam lá na base com cavalos para alugar a subida, isso facilita bastante, mas não te livrará de passar mal caso o mal da altitude chegue, no meu caso, embora com o joelho contundido, como já estava a muitos dias em Huaraz e tinha acabado de fazer o trekking Santa Cruz, pude subir a pé numa boa, embora em intervalos para descansar. A paisagem é absolutamente incrível, até me empolguei me separei dos outros e fiz uma mini escalada para um ponto ainda mais alto pra bater umas fotos, vale muito a pena e a Daniela (parte do casal que conheci) fez umas fotos de mim com a maquina dela de longe usando o mega zoom que tinha. E é isso ae galera, esse é o relato de Huaraz no Peru, uma cidade pequena, mas muito legal de se visitar, principalmente se você gosta de aventura, lá tem muitos outros trekkings pra fazer, tanto de um dia quanto de vários dias, tanto muito fáceis e acessíveis quanto de nível extremo, além é claro das escaladas de vários níveis de dificuldade, inclusive quando estávamos saindo pra pegar um vôo de volta para Lima tinha um casal em lua de mel lá no Hotel que segundo o Scheler iria fazer o trekking Huayhuash (10 dias), considerado um dos trekkings mais bonitos do mundo. Pretendo voltar lá em breve pra escaladas, lá é ótimo pra quem está começando no montanhismo, principalmente pra nevados abaixo de 6000m. Espero que tenham gostado e qualquer coisa só perguntar ae nos comentários. Abraços
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