Na manhã do dia 14/05 a expectativa era grande, pensava como seria aquela semana de folga na Chapada e se eu ficaria maravilhada com o que eu veria, no final de uma semana a conclusão foi positiva. O vôo saiu no horário as 08:30hs da manhã, as 11:00hs eu desembarcava em Salvador. A caminho do setor de bagagens, eu estava descendo as escadas rolantes e ouvia um burburinho de uma mulher brincando com sua bebê de poucos meses de vida. Eu olhava para o nada e quando virei e dei de cara com aqueles olhos negros daquela bebezinha, a danadinha abriu um sorriso largo e deu aquela gargalhadinha que só crianças têm o dom de proporcionar. Sorri de volta e constatei que a viagem havia começado muito bem. A Fernanda iria me buscar no aeroporto e ficariamos matando o tempo em Salvador já que o ônibus para Mucugê só sairia as 20:30hs. A guria estava atrasada e combinamos que nos veriamos a noite na rodoviária, e eu que não perderia tempo, fui logo caçar o que fazer em Salvador.
Decidi visitar o Elevador Lacerda, que do Aeroporto para lá basta pegar o ônibus Praça da Sé que sai dos arredores do Aeroporto, o valor era R$ 3,00 e levei 2 horas e meia para chegar ao elevador (ponto final). Vi por diversas vezes, mulheres carregando baldes, bacias e etc na cabeça, costume comum acredito eu. Você paga miseros 0,15 cents para descer e mais 0,15 cents para subir. Não curti o lugar, o que trago de bom dali foi apenas a Torta de chocolate que comi em frente a entrada do elevador.
No caminho, vi dois lugares que me interessaram. O forte, e o Museu Naútico (farol) ambos na Barra. Passei no forte e tirei algumas fotos e em seguida, caminhando fui ao museu e a parte de cima é muito bacana para papear e tirar algumas fotos. O vento era tanto que o cabelo não colaborava e as fotos ficaram digamos, em movimento rss. Como achei que demoraria para chegar na rodoviária, parti para lá para não atrasar. Eram 17:30 e já estava esperando a Fernanda que só chegou as 19:30hs.
O ônibus saiu no horário e desceriamos em Itaberaba para subir no outro bus com destino a Mucugê pois no Sábado o bus não vai direto. Chegamos em Itaberaba no horário previsto, 23:45hs mas, após algum tempinho percebi que a funcionária estava conversando com um casal que também iria para Mucugê, e ouvi ela dizer que não havia ônibus reservado para essa viagem.Ao total, eram 6 pessoas sem ônibus e motorista. A Aviação Águia Branca finalmente resolveu o problema e partimos uma hora após o previsto.
Chegamos em Mucugê as 04:30hs com um friozinho tipico da região por ser serrana. Eu já estava encoberta com meu saco de dormir e ficamos em frente a padaria esperando o Fabricio, que me foi apresentado pelo Clayton. Fabricio vive em Mucugê e após alguns dias de conversa pela internet, se prontificou em auxiliar e acompanhar Fernanda e eu nos passeios pelos arredores. Aqui, deixo um adendo de que grande parte da viagem, e a perfeição pela maneira como ela aconteceu, devo aos amigos Clayton, Fabricio, Tchê e Marcelo que ajudaram com que minha trip fosse perfeita, me proporcionando conhecer lugares incriveis que citarei no decorrer do relato.
Estava combinado as 06:00hs com o Fabricio que fez questão de chegar antecipadamente. Imagino a sua surpresa ao chegar e ver duas gurias enroladas em saco de dormir e a outra com cobertor em frente a padaria que custou a abrir. As apresentações foram feitas e a primeira impressão que depois foi confirmada é que estavamos em boas mãos. Partimos para o posto local para abastecer e tomar um café já que a padaria insistia em nos ignorar, tudo pronto e partimos para o primeiro passeio fantástico. O Buracão.
Chegamos em Ibicoara e precisavamos encontrar um guia que nos levasse pois é obrigatório a presença de um guia para esse passeio. Na entrada da trilha tem portaria e tudo, onde se paga uma taxa de R$ 3,00 e só então começa a caminhada. A trilha é tranquila, caminhada leve seguindo o rio com aquela cor de Coca-cola e várias pequenas quedas no decorrer do trajeto. Logo a frente passamos por um mirante e também pela cachoeira conhecida como Andorinha. Seguimos mais adiante, em alguns pontos há escadas de madeira para auxiliar o percurso e rochas bem marcadas que não escorregam nada. Enfim, chegamos ao buracão e a imagem é perfeita, aquelas fendas nas rochas tipicas da Chapada que enfim, pude conhecer. Mas, ninguém me preparou para o que estava por vir.
Do lado esquerdo do Buracão, há uma grande fenda e foi por essa fenda e pelo rio que subimos a correnteza suave para dar de cara com a cachoeira do Buracão. Nossa!!!! Para tudo. Que lugar sensacional!!!... Eu que me afogo embaixo do chuveiro, com colete fui até embaixo da cachoeira e me diverti horrores. Ficamos um bom tempo nequele encanto de lugar fazendo ótimas fotos que até a pior das máquinas conseguem uma imagem perfeita e videos que vão ficar guardados para sempre.
Hora de partir, conhecemos algumas gringas e combinamos de beber alguma coisa em Ibicoara para comemorar. Todos estavam animados e eu provei a tal de brejão, cachaça local. A primeira vez que tomei cachaça como se fosse Tequila, com sal e limão. Eu gostei mas, a cachaça de Monte Alegre do Sul ainda é minha favorita.
Na volta para Mucuge, o Fabricio identificou o carro das gringas parado na estrada com fumaça saindo para todo lado. Ele sempre muito solicito e gentil, tentou de todas as formas ajudar e fazer o carro funcionar mas, sem sucesso. Como já era tarde e ele precisava acordar cedo no dia seguinte, e havia mais gente do que o carro dele podia suportar, o jeito foi largar o carro em uma empresa na Rodovia e o pessoal esperar o úlitmo ônibus que estava para passar por ali.
Jantamos pizza de uma maneira diferente, nas pizzarias da região eles não disponibilizam Pratos e talheres, você come os pedaços de pizza com pegadores feitos com a própria embalagem da pizza. Diferente mas, a fome era tanta e a pizza estava muito boa e ainda mais acompanhada de vinho para relaxar e proporcionar uma noite relax. A última boa ação do Fabricio foi conseguir um quarto para Fernanda e eu por apenas R$ 10,00 por pessoa na pousada Capim Rosa Chá. Lá conheci o tal mosquiteiro que fica acima das camas e que na madrugada foi muito bem utilizado, pois acordei com os mosquitos me perturbando. Soube até que se você oferecer uma cama sem mosquiteiro a uma visita, você está sendo indelicado.
Na manhã do dia 14/05 a expectativa era grande, pensava como seria aquela semana de folga na Chapada e se eu ficaria maravilhada com o que eu veria, no final de uma semana a conclusão foi positiva. O vôo saiu no horário as 08:30hs da manhã, as 11:00hs eu desembarcava em Salvador. A caminho do setor de bagagens, eu estava descendo as escadas rolantes e ouvia um burburinho de uma mulher brincando com sua bebê de poucos meses de vida. Eu olhava para o nada e quando virei e dei de cara com aqueles olhos negros daquela bebezinha, a danadinha abriu um sorriso largo e deu aquela gargalhadinha que só crianças têm o dom de proporcionar. Sorri de volta e constatei que a viagem havia começado muito bem. A Fernanda iria me buscar no aeroporto e ficariamos matando o tempo em Salvador já que o ônibus para Mucugê só sairia as 20:30hs. A guria estava atrasada e combinamos que nos veriamos a noite na rodoviária, e eu que não perderia tempo, fui logo caçar o que fazer em Salvador.
Decidi visitar o Elevador Lacerda, que do Aeroporto para lá basta pegar o ônibus Praça da Sé que sai dos arredores do Aeroporto, o valor era R$ 3,00 e levei 2 horas e meia para chegar ao elevador (ponto final). Vi por diversas vezes, mulheres carregando baldes, bacias e etc na cabeça, costume comum acredito eu. Você paga miseros 0,15 cents para descer e mais 0,15 cents para subir. Não curti o lugar, o que trago de bom dali foi apenas a Torta de chocolate que comi em frente a entrada do elevador.
No caminho, vi dois lugares que me interessaram. O forte, e o Museu Naútico (farol) ambos na Barra. Passei no forte e tirei algumas fotos e em seguida, caminhando fui ao museu e a parte de cima é muito bacana para papear e tirar algumas fotos. O vento era tanto que o cabelo não colaborava e as fotos ficaram digamos, em movimento rss. Como achei que demoraria para chegar na rodoviária, parti para lá para não atrasar. Eram 17:30 e já estava esperando a Fernanda que só chegou as 19:30hs.
O ônibus saiu no horário e desceriamos em Itaberaba para subir no outro bus com destino a Mucugê pois no Sábado o bus não vai direto. Chegamos em Itaberaba no horário previsto, 23:45hs mas, após algum tempinho percebi que a funcionária estava conversando com um casal que também iria para Mucugê, e ouvi ela dizer que não havia ônibus reservado para essa viagem.Ao total, eram 6 pessoas sem ônibus e motorista. A Aviação Águia Branca finalmente resolveu o problema e partimos uma hora após o previsto.
Chegamos em Mucugê as 04:30hs com um friozinho tipico da região por ser serrana. Eu já estava encoberta com meu saco de dormir e ficamos em frente a padaria esperando o Fabricio, que me foi apresentado pelo Clayton. Fabricio vive em Mucugê e após alguns dias de conversa pela internet, se prontificou em auxiliar e acompanhar Fernanda e eu nos passeios pelos arredores. Aqui, deixo um adendo de que grande parte da viagem, e a perfeição pela maneira como ela aconteceu, devo aos amigos Clayton, Fabricio, Tchê e Marcelo que ajudaram com que minha trip fosse perfeita, me proporcionando conhecer lugares incriveis que citarei no decorrer do relato.
Estava combinado as 06:00hs com o Fabricio que fez questão de chegar antecipadamente. Imagino a sua surpresa ao chegar e ver duas gurias enroladas em saco de dormir e a outra com cobertor em frente a padaria que custou a abrir. As apresentações foram feitas e a primeira impressão que depois foi confirmada é que estavamos em boas mãos. Partimos para o posto local para abastecer e tomar um café já que a padaria insistia em nos ignorar, tudo pronto e partimos para o primeiro passeio fantástico. O Buracão.
Chegamos em Ibicoara e precisavamos encontrar um guia que nos levasse pois é obrigatório a presença de um guia para esse passeio. Na entrada da trilha tem portaria e tudo, onde se paga uma taxa de R$ 3,00 e só então começa a caminhada. A trilha é tranquila, caminhada leve seguindo o rio com aquela cor de Coca-cola e várias pequenas quedas no decorrer do trajeto. Logo a frente passamos por um mirante e também pela cachoeira conhecida como Andorinha. Seguimos mais adiante, em alguns pontos há escadas de madeira para auxiliar o percurso e rochas bem marcadas que não escorregam nada. Enfim, chegamos ao buracão e a imagem é perfeita, aquelas fendas nas rochas tipicas da Chapada que enfim, pude conhecer. Mas, ninguém me preparou para o que estava por vir.
Do lado esquerdo do Buracão, há uma grande fenda e foi por essa fenda e pelo rio que subimos a correnteza suave para dar de cara com a cachoeira do Buracão. Nossa!!!! Para tudo. Que lugar sensacional!!!... Eu que me afogo embaixo do chuveiro, com colete fui até embaixo da cachoeira e me diverti horrores. Ficamos um bom tempo nequele encanto de lugar fazendo ótimas fotos que até a pior das máquinas conseguem uma imagem perfeita e videos que vão ficar guardados para sempre.
Hora de partir, conhecemos algumas gringas e combinamos de beber alguma coisa em Ibicoara para comemorar. Todos estavam animados e eu provei a tal de brejão, cachaça local. A primeira vez que tomei cachaça como se fosse Tequila, com sal e limão. Eu gostei mas, a cachaça de Monte Alegre do Sul ainda é minha favorita.
Na volta para Mucuge, o Fabricio identificou o carro das gringas parado na estrada com fumaça saindo para todo lado. Ele sempre muito solicito e gentil, tentou de todas as formas ajudar e fazer o carro funcionar mas, sem sucesso. Como já era tarde e ele precisava acordar cedo no dia seguinte, e havia mais gente do que o carro dele podia suportar, o jeito foi largar o carro em uma empresa na Rodovia e o pessoal esperar o úlitmo ônibus que estava para passar por ali.
Jantamos pizza de uma maneira diferente, nas pizzarias da região eles não disponibilizam Pratos e talheres, você come os pedaços de pizza com pegadores feitos com a própria embalagem da pizza. Diferente mas, a fome era tanta e a pizza estava muito boa e ainda mais acompanhada de vinho para relaxar e proporcionar uma noite relax. A última boa ação do Fabricio foi conseguir um quarto para Fernanda e eu por apenas R$ 10,00 por pessoa na pousada Capim Rosa Chá. Lá conheci o tal mosquiteiro que fica acima das camas e que na madrugada foi muito bem utilizado, pois acordei com os mosquitos me perturbando. Soube até que se você oferecer uma cama sem mosquiteiro a uma visita, você está sendo indelicado.
Logo continuo o relato...