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Olá viajante!

Bora viajar?

Ex Yugoslavia:O que estava escondido atrás da cortina de ferro

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Visitei o antigo país do gen Tito em 40 dias.Fui a 4 novos paises,surgidos na década de 90,e simplesmente adorei São países voltados para o turismo, mas onde tem tudo, pois em seu tempo,Tito, o grande presidente que meu avô admirava,fez da antiga Yugoslavia, o 4 país da Europa em extensão, um país comandado por ele com mão de ferro e cujo crescimento com a economia socialista após ser arrasado pelos nazis impressionava.Depois que Tito morreu,veio a decadência, o fim da saudosa URSS,a divisão devido a ser tudo aglutinado em um só país e a guerra fratricida. Hoje,recomposta e recuperada,embora tenha virado mais uma colonia yanki, a antiga Yugoslavia fala inglês e recebe os seus visitantes com mulheres lindas e muitas histórias a contar como está abaixo no relato.

Divisão atual-Sérvia-Comportando a antiga capital da Yugoslavia,população eslava,religião ortodoxa e moeda o dinar sérvio;Bósnia-Arrasada pela guerra,teve a sua indústria destruída e vive hoje do turismo.A religião é muçulmana e a moeda é o marco bósnio,na época da criação era a réplica do alemão, país que permitiu a cópia da moeda e do valor.Aqui é tudo diferente da Sérvia;Montenegro-Foi parte da Sérvia até 2006,quando separou-se por um plebiscito. Usa o euro com autorização do BCE;Kosovo-Mais nova republica do mundo,tem a população predominante muçulmana e a língua árabe.Usa o euro também, é um país em reforma;Macedonia-Fiz apenas um bate e volta,vi que aqui também há eslavos ortodoxos,mas não tive tempo de conhecer o pais a fundo;Croácia e Eslovênia não fui neste ano devido ter entrado no espaço Schengen e na zona euro, sendo esta moeda a circulante.

Toda dividida,os yugoslavos tiram forças não sei de onde,para se manterem feliz e trabalhando. 

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Editado por D FABIANO

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  • Sérvia-Belgrado  A antiga capital Yugoslava é hoje a capital da Servia e parece o Ocidente. A grande maioria fala inglês e,desde a chegada no pequeno aeroporto, fiquei louco pelas meninas daqui.

  • Zlatibor  Cheguei a cidade que mais recebe turistas no país. Voltada totalmente a passeios turísticos ou ao Sky,tem uma estação a muitos km da cidade,ligada a ela pelo maior teleférico do mundo,

  • Sarajevo Uma cidade surpreendente e sensacional me deixou encantado.Cheguei ia dar 17h,a rodoviária é longe e não tinha quase ninguém lá.Demorou um pouco e apareceu um taxi que me cobrou 40 marco

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Budva

Fica próximo a Kotor e também é destino que possui cidade antiga medieval combinado com mar, só que nesta,a praia está na própria cidade.Como Kotor, o trânsito é terrível e taxi desonesto sempre há no terminal. Um sujeito pediu 15 euros para levar ao excelente hotel que havia reservado e os outros concordaram com ele.É um cartel de maus caracteres, pois o preço é 10 euros ou menos,o que paguei na volta. Mas,ele me levou e para a minha surpresa, a localização do hotel é excelente para quem vai fazer passeio e conhecer o lugar,além de absolutamente perto do terminal. 

No outro dia,fui ao centro histórico. Tomei uma lancha a ilha privada de Stev Stefan.A parte aberta é uma praia popular,mais de pedrinha,não areia, como grande parte da Europa. E a outra um resort exclusivo para milionários como tenistas(que tem muita fama no país).Só fui conhecer de perto mesmo e logo voltei a cidade histórica(Stari Grad) que era meu objetivo do dia. Ali,entrando pela porta medieval não há muito o que ver,apenas construções medievais com destaque para duas igrejas (uma católica outra ortodoxa)e a fortaleza da cidade.Essa sim,toma uma boa hora visita-lá.Paga 10 euros de entrada e sobe muitas escadas,porém o visual é lindíssimo (foto 1).Ali também há a biblioteca de Budva onde você pode descansar e a fortaleza em si que é bem conservada.Há um restaurante caro,aonde não comi,sendo que neste dia fui almoçar em um pequeno bar com um peixe frito maravilhoso após descer da fortaleza. 

Minha tarde foi encrenca. Ia visitar o museu arqueológico que custa 6 euros e há que subir 4 lances de escada.Para mim normal, paguei e entrei,mas o diretor dali disse que não tinha condições de subir,devolveu meu dinheiro e me pos para fora. Nunca,em mais de 55 países fui barrado por minhas condições físicas sobretudo após vir de uma fortaleza no alto aonde se sobe muita escada.Ele foi irredutível e não estava afim de briga nesse dia, então sai contrariado e fui ao mini submarino que tem as 18h para dar um passeio pela baia de Budva. Era a chance que tinha de ver o mar Adriático em um passeio já comum para mim realizado em vários lugares,inclusive no Simbad do Egito que afundou. Mas,nesse dia não houve gente e o tour foi cancelado. Não estava com sorte.

Tinha que comprar,para o outro dia, um passeio ao lago Skadar que está a cerca de 2h da cidade. Esse lago é um parque nacional espetacular,aonde há manguezal também.Há um barco esperando a chegada do grupo do passeio,comprado em qualquer agência do centro de Budva ou,mais caro, pela net.Nao sabia que seria tão bom e,ao terminar e me despedir do país, um almoço também muito bom que estava incluso no preço, em uma parada do barco nesse lago. 

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Tirana 

Acabou a Yugoslavia, ao menos por enquanto, e fui a Albânia passar os 6 últimos dias do meu giro de saudades pelos antigos países comunistas.Cheguei em uma quinta, dei muita sorte na reserva que fiz,um hotel pequeno, porém excelente e,no sexta começei a conhecer a cidade que está sendo construída agora.Muitos espigões,redes internacionais de empresas vieram explorar os albaneses,mas ainda há a memória dos velhos tempos.Aqui fica a reflexão:que seria melhor um país pobre com um governo de força como antigamente ou um país pobre explorado por multinacionais como atualmente?Pensar e pensar. 

1 dia,a sexta feira,fui como sempre fazer o hop on hop off,outra multinacional a explora(40 euros,só efectivo-48h).Fraquinho,mas não tem mesmo aonde parar.Sai de uma avenida próxima ao hotel e ao teatro(sem visitas)e do museu(fechado desde o último terremoto em 2019,dizem).Fiz uma parada em frente a Catedral Ortodoxa, mas o que queria era ir a Casa das Folhas,do outro lado da rua,a antiga sede do Serviço Secreto com exposição do que dizem ser usado pela espionagem que concentrava tudo ali.Pena não poder fotos no interior.Parei para almoçar no Estádio de Tirana. Muito bonito, embora pequeno e o almoço ótimo em um bar no próprio estádio. A tarde,parei no teleférico de Tirana. Nem sabia que existia, mas achei ótimo, embora caro(1400 lek só efectivo).A vista é maravilhosa e me deu ideia do que ia fazer no outro dia.Ao lado está o bunker.

No outro dia,desci na parada do shopping e da fortaleza. Essa aqui não tem mais nada,só a reconstrução da porta e muitos restaurantes caros dentro. Ao lado,fica o shopping que não perdi muito tempo ali,mas vi que tem de tudo.Fui almoçar em frente a mesquita,que fica próximo e peguei o bus na mesma parada e desci no bunker grande, o mesmo que tinha visto na véspera. Gente, pensem em um lugar grande, há vários andares embaixo da terra e funcionou como abrigo nuclear.Esse é o Bunkart II.Foi uma visita sensacional, e as salas viraram museu. O bus turístico para cedo,mas eu havia sido instruído a tomar um bus comum e mostrar o ingresso. Assim foi e voltei. 

No domingo,fui em um passeio a Kosovo em tópico a parte,e na segunda,fui ao walking tour pelo centro, aonde foi explicado tudo o que estou falando aqui pela manha parando nas igrejas com a Catedral de Madre Teresa(ela era albanesa)e,a tarde,fui ao Bunkart I,que fica no centro no meio das instituições oficiais, construído para quem trabalhava ali nesses prédios, porém os covardes capitalistas nunca atacaram,com medo da resposta destruidora que certamente viria da URSS.

5 dia fiquei sem ter aonde ir,pois o museu está fechado e havia comprado o show típico para a noite. Durante o dia,fui ao aeroporto conhecer e fiquei decepcionado de tão pequeno e super lotado que estava. O acesso é muito ruim,um engarrafamento terrível(paulista vive falando mal do Galeão e a esmagadora maioria desses inimigos do Rio nunca saíram do país).O show da noite é árabe,parece que estamos em um país muçulmano,não em um lugar que foi ateu até outro dia.No 6 dia,mais um passeio sensacional, a Macedônia,outro país surgido durante a década de 90.

 

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Kosovo 

Era uma curiosidade conhecer esse lugar tão famoso na década de 90 que causou uma guerra comandada por Titio SATÃ interessado no fim de vez da Yugoslavia e em roubar seus minerais(como sempre).Encontrei um país que tem pouco mais de 25 anos em construção ainda.Disseram que a destruição foi total, mas só se vê e lembra-se da guerra na Bósnia, em Kosovo não. 

Passei apenas algumas horas e vi o principal, mas não deu vontade de voltar, ao menos atualmente, pois não há museus ou ponto turístico, a não ser o centro da capital, Pristina,uma cidade que tem 200 mil pessoas e não vi ônibus, gostaria de saber como é o transporte ali.Como fomos só ao centro, vimos a Catedral em construção,a avenida principal peatonal,e a provocação ao comunismo com estátua dos capitalistas Clinton e Magdalene Albright(tinha até esquecido dessa).

No país que esqueceu o passado,segundo o guia não há mais nada para ver,então fomos a Prizrem.Ali parece mais turístico que a capital. Há uma fortaleza no alto de um morro e por trás o santuário de ursos.Eu não fui,mas há tours que só vão aí e pelas fotos que vi,são muito bonitos e de lá vê se a cidade toda.Fomos,sim,a igreja católica construída recentemente e a mesquita que é pequena, mas bem antiga. A atração principal de Prizren é o rio,cortado por várias pontes que divide o centro do restante da cidade. Também tem o banho turco,mas não foi contemplado por esse tour.

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Macedônia do Norte 

Para não dizer que não fui,estando tão perto,tinha tempo de passar o último dia de Albânia em outro país, o 4 da ex Yugoslavia. Não fui a Skopya,a capital, mas a primeira cidade e muito turística,perto da fronteira,Ohrid.

Passando da fronteira,temos um pouco mais de estrada e chegamos a cidade antiga de Ohrid.É muito antiga mesmo, porém com muita reconstrução. O antigo teatro grego,hoje usado como teatro comum,está ali de pé e as muralhas,construídas há 1000 anos também. 

Dizem que essas muralhas são originais,mas estão ali muito bonitas e cercam um estacionamento. Acima,subindo uma ladeira, tem uma fortaleza,a Tsar Samuel Fortess. Essa deve ser original mesmo, pois é toda em pedra e não tem nada dentro. Custa 5 euros a entrada e dentro  tem vistas excepcionais.

Descendo a ladeira, chegamos de volta ao estacionamento, pega-se o carro e vai para o muito bonito centro moderno.Almoçei muito bem ali observando a beleza das garotas macedonias,essas de raça eslava,como as da Servia. E depois, fomos margeando o Lake Ohrid, parando em dois pontos panorâmicos até o Parque Nacional Galicica aonde paramos para vermos o Monastério de Saint Naum(2 euros).Eu não entrei, preferi ficar fazendo fotos do alto aonde fica o mosteiro. Se tivesse tempo, ou se não fosse em tour,as 15h sai o catamaran que passeia pelo lago.Que pena!

Acabou o dia,o tour e a viagem após mais de 40 dias,era hora de voltar a França. 

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Tirana a Paris e Le Mans 

Acabou a viagem em uma manhã triste de grande trânsito em Tirana. Cheguei em cima da hora no aeroporto, mas voaria Transavia e,mais uma vez,atrasou muito. Dessa vez,o atraso foi bom para mim.Fiquei esperando o avião chegar e,embarcamos na pista com check in remoto, com 90 minutos de atraso. 

O voo foi bom e eu,já esperando o atraso,comprei o Flixbus com muita distância para o fim da tarde.Cheguei bem antes,fui almoçar e depois ao ponto de ônibus intermunicipal de Orly, que não sabia aonde era,pois sempre usei metro,e descobri que fica em frente ao Ibis. Bom saber, que o tram também para ali.Na hora o bus veio de Bercy(estação central) e seguiu para LeMans,direto,sem parar.

Chegando, Flixbus não para no centro,mas sim no final da linha do tran(que não está funcionando)na universidade. Muito fácil ir ao centro, tem ônibus por 2 euros, porém aconteceu algo impensável que diria um macumbeiro que foram meus inimigos que causaram de tanto mal que me desejam. Havia um maluco gritando coisas em francês,não liguei e entrei no ônibus com ele atrás. Paguei a passagem e me sentei.Ele me acertou um soco no nariz e continuou gritando. Outras pessoas seguraram ele e o cara queria briga. Ia passando um carro de polícia,que foi parado, entraram 3 canas no ônibus e lutaram muito com o cara que deu trabalho para ser preso. E eu?Com o nariz sangrando,os polícia me levaram ao hospital que ficava em frente.O atendimento ali é gratuito e só fui por causa deles,pois não tinha necessidade, mas isso fez com que eu perdesse muito tempo e tivesse que esperar um ônibus perto de 0h.

No outro dia,um sábado era hora de conhecer a cidade histórica de Le Mans, pois o circuito das famosas 24h fechado em época de férias, que era o motivo da minha visita a cidade.A cidade histórica tem muito pouco,o principal é a Catedral da Idade Média,em pedra e bem conservado ou reformada.Tem o passeio de trenzinho(7 euros)em frente a Catedral. Fiz no domingo como fui ao museu municipal (2 euros)com alguns objetos históricos. Passando isso, a cidade tem o circuito,que é o seu maior atrativo,mas não pude ir,pois estava fechado em férias de verão europeu. 

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Nantes

Tinha muita vontade de ir a cidade e chegou o dia.Em um domingo pela manhã fui a Universidade de Le Mans e esperei o Flixbus. Horário das 11h e chegou na hora.Como curiosidade,o motorista era o mesmo do dia do louco,mas nesse dia fingiu nunca ter me visto. Fiz o mesmo. Mas,a viagem foi ótima e as 15h estávamos em frente a estação do tram de Nantes(é,outra cidade que Flixbus não vai ao centro te deixa ao final da linha do tran,mas esse funciona).

Desci na parada da estação de trem.Tinha reservado o Ibis que está a alguns passos dali.Fui ao hotel colocar minhas coisas(como sempre falo,escolher próximo a estação de chegada para economizar o taxi)e foi muito bom.Só tenho a falar desse Ibis da bagunça que fazem no café da manhã(aqui incluso na diária),mas em férias escolares vale tudo.E fui ao belo Jardin de Plantes construído a mais de 100 anos, mas ótimo para passar um bom fim de tarde com o calor de 45 graus que fazia neste domingo. É grátis a entrada e no verão aberto até as 22h.

Na segunda era hora de conhecer o gigante castelo dos Duques da Bretanha. Localizado há 1 quadra do hotel,é uma das principais atrações do país, sendo o motivo de minha visita a Nantes.Construido por Ana da Bretanha, rainha do século XV,foi a última soberana que reinou no antigo país. Fez um acordo com o rei da França de casamento de sua filha e,após a sua morte, tudo virou França. Mas,eu que adoro história, mas esqueço os detalhes como esse,adorei o castelo. Paga 9 euros de entrada e passei toda a tarde mergulhado na história e me protegendo do calor horrível, que ainda bem,diminuiria no dia seguinte. Antes,fui fazer o trenzinho(9 euros),já que a cidade não tem bus turístico. Dei azar,o trenzinho estava lotado por uma escola de jovens "não certos"da cabeça,digamos assim. Eles queriam tudo,menos conhecer,pois muitos nem sabem da vida. E a língua é francês, que estou desacostumado. 9 euros.

E falando de dia seguinte,era dia de walking tour.A guia uma argentina linda(como sempre)que disse viver há anos na cidade. Foi muito bom as horas que passei com os amigos hispanos hablantes como eu,me libertando um pouco da nojenta língua yanki.Com eles,conheci alguns pontos que jamais saberia que existiria,como por exemplo, a fechada Catedral que sofreu um atentado em 2019 e se encontra em obras desde então.Depois,fui ao lindíssimo museu de história natural(5 euros) e me encantei com a exibição sobre solos e formação da terra com terremoto, vulcão e coisas do tipo.

O último dia era o de ir ao passeio de barco pelo rio Nantes.A chuva chegou a noite e a temperatura caiu uns 20 graus. Fazia frio e caia uma garoa.O passeio pode ser reservado pela net e pago na hora(17 euros),mas são 2h.O problema foi a chuva,pois o tour deve ser maravilhoso. Fui de tran até a ponte com orientações da vendedora. Custa 2 euros, único gasto de transporte que tive na cidade. Aí voltar,aproveitei para ir conhecer a Basílica,que está funcionando como Catedral, e já pensar que no outro dia seria de outra viagem. 

 

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Caen

Um dia de viagem pela França. Saí de Nantes às 11h,parei 2h em Le Mans, na mesma estação que havia chegado naquela madrugada ferido pelo louco, mas dessa vez não havia nenhum, só batedor de carteira. Cuidado a quem for a essa estação que é lar de muito mendigo. Aproveitei para almoçar e,a tarde,peguei outro trem até Caen,pois não há Flixbus na rota.

Cheguei em Caen e o hotel estava em frente a estação mais uma vez.Era só 1 noite,mas o hotel era razoável e barato, pois o Ibis estava lotado nesse dia. Fiquei ao lado. Na manhã seguinte sai para ver a minha intenção na cidade.Ir ao museu do desembarque, que para capitalistas, decidiu a guerra enquanto o urso comunista aniquilava os nazistas do outro lado.Coitados deles.

Mas o museu é muito bom.Paga-se 7,5 euros de entrada e estava lotado. O ruim é que lá é longe,fica no meio de muitas casas,não na praia. Se você quiser ir a praia tem um tour do museu que cobra 25 euros e te leva em van.Infelizmente,tem que reservar com grande antecedência, pois faltando 2 meses, já não encontrei mais, porém o museu estava lotado e o dia fazendo 40 graus novamente.Dento do museu,a visita é maravilhosa para quem gosta de história. Ela é mostrada do lado americanofila,bem diferente da história Yugoslava.O restaurante fica no 2 andar,fica lotado no horário do almoço e eu fiz a visita primeiro para depois comer.Delicioso e barato!

Sai dali as 17h, o castelo ou o museu da cidade(outras atrações da cidade)já tinham fechado, mas estava feliz para no outro dia ir a Rouen. 

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Rouen

Era uma manhã muito quente quando atravessei a rua antes das 11h,pois o hotel só tinha vaga em Caen para uma noite,e fui a estação pegar o trem novamente a Le Mans.É o que sempre digo, andar de trem é um saco,ali por exemplo, só há linha direto a Paris ou a regional a Le Mans.E Flixbus também,só a Paris.Mas,ainda tinha uns dias na França e escolhi Rouen para passar o último fim de semana da viagem.Rouen,a terra de Jeane D arc ou a mesma terra que não cheguei devido ao atraso desse maldito meio de transporte há cerca de 1 ano.

Cheguei ao destino por volta das 8h.É,foram 9h para se fazer pouco mais de 200 km,mas tudo bem.Já conhecia a estação do ano anterior quando vim de Lisieux, mas não o hotel.Reservei uma porcaria,e põe porcaria nisso, mas era o único na região que tinha vaga.Subi uma pequena ladeira e cheguei na surpresa . Não há nada no apartamento, só uma escada terrível.Muito bravo, tive que ficar, mas ia passar os dois próximos dias na rua.

E assim foi,na manhã do sábado, sai por ali para o centro histórico.No caminho, parei na Torre do antigo castelo,que foi destruido,menos ela que serviu de prisão para Jeane D arce,depois,de observatório para os nazis durante a ocupação.(foto 5).E cheguei ao centro propriamente dito.Tudo fechado,aqui há sesta,então fui almoçar e depois continuei a caminhar.Passei no museu Le Seq de Tounelles também conhecido como o museu de ferro.É sensacional, uma antiga igreja que tem tudo que possa imaginar no setor de chaves construído em ferro.Entrada gratuita como todos museus municipais da cidade e com direito a beleza de uma recepcionista muito gata. Essa mesm9,me indicou como chegar ao museu Jeane D arc, a heroína da cidade,em que há dois mas visitei no domingo.Neste sábado, de muito calor, aproveitei para andar de trenzinho(10 euros apenas em efectivo)e visitar 2 igrejas, a do antigo mosteiro de 500 anos e a Catedral aonde a santa frequentava(foto  4).O trenzinho sai ao lado dela e dá uma volta muito boa pelo centro histórico aonde não então carro,parando entre outros, no velho relógio de 1250(foto 2)ainda em funcionamento. 

No domingo, os museus abrem as 14h.Sabendo disso, fui ao museu de arte matar tempo.Unico aberto antes e que não gosto, mas não tinha o que fazer.Depois,fui almoçar para ir ao Historial Saint Jeane D arc.12 euros a entrada, mas esse vale cada centavo.É um filme de época itinerante. Você caminha por salas e em cada uma delas, vê partes do julgamento da Santa narrado por vozes até a queima na fogueira(foto  3),após havendo um pequeno museu da época. 

Descobri, nesse dia,porque a santa é padroeira da França e faltou entrar na igreja dela(foto 6) lugar aonde cheguei e já estava fechado (horário aos domingos 14-18h,como o historial),tendo ficado somente com a praça do mercado,em frente a igreja, ué foi o lugar que a inquisição a queimou viva.(foto 1).

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Paris

E na segunda era o dia de fazer a última viagem de Flixbus do ano.Para verem,ao lado da estação preferi ir de taxi e pagar 9 euros até a parada,na saída da cidade.Trem só quando não há Flixbus e ali não há trem na chegada, pois escolhi passar as 3 ultimas noites da longa viagem em Roisy,a metros do embarque. Por que?Novamente comodidade de estar ao lado do aeroporto e,principalmente, não pagar deslocamento, que no último ano,demorou 2h.O ônibus fez o trajeto rapidamente e em 2h estava na capital, levando mais 1h até o final no aeroporto. Ali,tinha reservado o Ibis,hotel gigante como não gosto, mas muito bom e relativamente barato. Fiquei em fila para receber o quarto, pois havia muita gente. Nenhum problema,o dia estava perdido. Minha namorada brigou comigo por não entender o porquê de não aproveitar Paris, mas eu estava ali só devido ao aeroporto, pois a viagem tinha, na verdade,terminado. 

Fiquei aquele dia conhecendo o aeroporto, pois no ano anterior só conhecia o terminal de LATAM. Aí vi como é grande,o que detesto e estação de trem também. De onde sai na última vez ao Monte Saint Michel(relato de 2024 aqui também).No outro dia, hora de tentar ver algo em Paris. Há um bus ali,o 351,até a Praça de Nações e custa 2 euros, preço normal da cidade, não o assalto que são os ônibus para turistas.É A UNICA LINHA QUE FAZ CDG-PARIS.Ao chegar em Nações,após mais de 1h,lembrei mais uma vez o ano anterior quando fiquei ali,e fui pegar o metro. 3 linhas passam ali.Eu queria ir ao centro, ver a Notre Dame(foto 5,que um ônibus entrou na frente)enfim reformada e fazer um walking tour dos vários que há na cidade.Com esse tour de 40 pessoas em espanhol, divididos em 2 grupos, fomos ao Louvre(foto 3 e 4),a prefeitura (de onde sai a caminhada-foto 1)e o rio Seine(foto 2),onde termina ao cruzar o Louvre.Uma novidade que vi foi a roda gigante atrás do museu, mas já ia dar 18h.

No outro dia,fui me despedir da cidade, com outro walking tour.Sugestao do dia anterior, o guia indicou esse tour que adorei. O tempo estava chuvoso,desde a véspera, bom para caminhar por aquelas ruas estreitas do Quartier Latino.Minha garota também indicou e achei SENSACIONAL,sobretudo pela guia,uma espan̈ola de nascença e só eu de brasileiro.Ela contou muitas histórias que jamais saberia,caminhando por exemplo,por ruas medievais, teatro antigo,museus antigos como igrejas também e o Jardim de Tulleries(foto 6).Terminou o tour perto de onde saiu,ou seja,a Notre Dame no metro. 

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