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5 dias em Bariloche, Argentina

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Em agosto de 2010, meu marido e eu fomos conhecer Bariloche e adoramos!

 

Dormimos 6 noites na cidade, ficamos hospedados no Hotel Nahuel Huapi, bem no centro de Bariloche. Adoramos o hotel, era bem confortável, limpo e o café da manhã era muito bom. Fora que a localização é excelente, a rua do hotel é paralela à Mitre, principal rua da cidade, então sempre íamos a pé passear no centro. Nós fechamos passagem de avião, transfer e hotel em uma agência de viagens.

 

Antes da viagem, contatei a Vanessa Olivati (twitter @barilochetotal ; http://www.barilochetotal.com.br), uma brasileira que mora em Bariloche e trabalha em uma agência de viagens. Ela é referência no atendimento aos brasileiros que viajam para lá. Ela me mandou uma tabela com vários passeios que poderíamos fazer (e comprar com ela, claro!) que nos serviu para programar nossa viagem. Como íamos no mês de agosto, mês mais tranquilo que julho, não fechamos nada com antecedência, deixamos para fechar tudo lá.

 

Antes de contar como foi minha viagem, algumas dicas:

 

Quando ir: Dá para visitar Bariloche com neve de julho até meados de setembro, sendo que julho é bem mais caro por causa das férias escolares. É claro que você sempre tem que contar com a sorte também.

 

O que vestir: Eu levei meia-calça grossa fio 80 e blusa de manga curta para usar por baixo da roupa alugada. Meu marido comprou uma calça térmica lá mesmo em Bariloche e usava camisa de algodão por baixo da roupa alugada. Então quando íamos fazer os passeios, íamos vestidos assim, porque quando você começa a fazer exercício (esqui, caminhadas) você começa a suar, então é melhor que não esteja com muita roupa por baixo da roupa alugada. Aí eu levava uma roupa mais quentinha na mochila, e quando o passeio acabava, eu tirava a blusa de manga curta ensopada de suor e vestia uma blusa mais quentinha e seca por baixo da roupa alugada para voltar para o hotel.

 

No centro de Bariloche tem muitas lojas de aluguel de roupas, aí a primeira coisa que você tem que fazer, depois de se hospedar, é alugar a roupa. Alugue de uma vez a mesma roupa para todos os dias. Tem dois tipos, macacão ou calça e jaqueta. O macacão é mais barato, mas tem o inconveniente de ser mais complicado para nós mulheres irmos ao banheiro, e também se sentir calor (tipo, num restaurante) tem que tirar a parte de cima e ficar com ela caída no corpo. O aluguel inclui bota e luva, mas lembre-se de pedir PÉ ESQUERDO e PÉ DIREITO, ou então vão te dar uma bota universal muito desconfortável que calça qualquer pé. A luva é bem grossa e não dá pra você fotografar usando essa luva, então eu usava uma luva de lã por baixo dela, assim quando queria fotografar, tirava a luva alugada e ficava com a de lã. Nós alugamos nossa roupa por 40 pesos por dia, cada roupa, com calça e jaqueta. O preço era 50 pesos, mas como alugamos para vários dias, pedimos desconto e caiu para 40 pesos. A loja que alugamos fica na rua Mitre, quase ao lado do banco Sudamerica, acho que o nome é Esquimal.

 

Para passear na cidade sem roupa alugada, agasalhe-se bastante, pois o frio é muito! Mas lembra-se que todos os lugares fechados são aquecidos, a roupa pesada é só para quando sair na rua. E para dormir, use pijama normal, pois o quarto é bem aquecido.

 

Compre um protetor para cuello (pescoço) e gorro do tecido POLAR, que é bem quentinho e barato. É bem melhor usar o protetor de pescoço do que cachecol.

 

Dinheiro: Nós levamos reais e trocamos lá. No aeroporto de Buenos Aires (onde fizemos escala) trocamos 100 reais (R$1,00 lá era 1,88 pesos). O resto trocamos em Bariloche, no banco Sudamérica (Rua Mitre 63), que estava R$1,00 = 2,08 pesos. Muito melhor. Também dá para pagar em real nas lojas de roupas e comida, mas aí eles fazem 1 real por 2 pesos. Vale a pena trocar um quantidade maior de dinheiro no câmbio do que ficar pagando em reais. É claro que essa era a realidade em agosto de 2010.

 

Voltagem: Lá é 220w e as tomadas são diferentes das do Brasil. Se precisar carregar alguma bateria, coisas do tipo, tem que pedir no hotel um adaptador de tomada. Se eles não tiverem, compre um. Nós compramos em uma loja de fotos na rua Moreno número 18 (essa rua é paralela a Mitre). Se seu aparelho só for 110w o hotel deve ter uma tomada nessa voltagem para você usar, é só perguntar.

 

Cartão de crédito: Em geral são aceitos, mas os lugares costumam cobrar uma taxa de 10%. Nó só usávamos cartão quando não cobravam taxa.

 

Água: Algumas marcas de água têm um gostinho diferente. A dica é ir no mercado e comprar garrafinhas de todas as marcas e ir provando, até achar uma que te agrade mais.

 

Compras: chocolate, vinho, patês de cervo e javali, geleia e chá de el calafate e de rosa mosqueta, produtos de rosa mosqueta para a pele...

 

Passeios: Alguns passeios dá para fazer por conta própria, outros só comprando a excursão. Nós fechamos nossos passeios na agencia VIVIR, que é a agência da Vanessa Olivati (rua Rolando, ao lado do hotel Nevada, pertinho da Mitre). Tivemos que pagar em dinheiro, pois no cartão eles cobravam uma taxa de 10%. Mas existem várias agências por lá. Depois vou falar com mais detalhes sobre os passeios que fizemos.

 

Comida: Há ótimos restaurantes em Bariloche. Na rua Mitre, fomos no Cocodrilo e no Friends. Na rua do lago, fomos no Familia Weiss. Também fomos no Jirafa e no El Boliche de Alberto, que ficam em ruas perpendiculares à Mitre. Gostamos de todos eles, cada um tem um estilo e cardápio diferente do outro. O Familia Weiss foi o mais chique. O Jirafa foi o mais simples. O Friends e o Cocodrilo são mais divertidos. Mas nada supera o El Boliche de Alberto! Tem que chegar cedo, tipo 19:30h – 20h, pois tem fila do lado de fora (no frio) e eles não reservam mesa. Deliciem-se com o chimichurri e o bife de chorizo. E a porção de batata frita é a maior que eu já vi! Peçam uma só para a mesa toda! Mas lá não tem boliche, tá? É só uma restaurante mesmo! Nosso gasto médio foi de 100 pesos por refeição para o casal (50 pesos por pessoa por refeição). Mas nós sempre almoçamos e jantamos e sempre rolava uma Quilmes ou um vinho. Se você preferir lanchar, deve sair mais barato. Mas sugiro que pelo menos uma vez você coma um belo bife de chorizo e um cordeiro patagônico!

 

Bom, agora vou falar melhor do nosso roteiro.

 

Chegamos à noite e fomos de transfer até o hotel, então não sei dizer como é o transporte do aeroporto até a cidade. Depois de deixarmos as malas no hotel, demos uma voltinha pelo centro da cidade, jantamos e fomos dormir.

 

1º dia: De manhã, fomos alugar nossa roupa, fazer câmbio, comprar água, comprar acessórios de frio (gorro, protetor de cuello, calça térmica...) e fechar os passeios. Nós já tínhamos uma ideia do que queríamos fazer por causa da lista de passeios que a Vanessa tinha me enviado. Conseguimos fechar todos, mas fomos informados que o Piedras Blancas estava fechado por falta de neve. Mais para frente vou falar sobre os passeios que não fizemos.

 

Fomos para o hotel colocar a roupa alugada, nos informamos sobre o horário de saída do ônibus para o Cerro Otto no quiosque, almoçamos na Mitre e depois pegamos o ônibus para o Otto.

 

É muito fácil ir ao Cerro Otto, é só pegar um ônibus na rua Mitre, em frente a Aerolineas Argentinas. O ônibus é de graca, mas para subir no cerro tem que pegar um bondinho que custa 70 pesos por pessoa. Dá para comprar o bilhete do bondinho no quiosque onde pega o ônibus. No cerro Otto tem a confeitaria giratória e atividades como passeio na neve com raquetes e skibunda (35 pesos cada atividade). Fique de olho no horário da volta, pois o ônibus de volta para a cidade tem hora certa, então é melhor descer alguns minutos antes do ônibus sair.

 

Lá no Cerro Otto eu aproveitei para fazer skibunda, já que o Piedras Blancas estava fechado. Gostei! Não fizemos o passeio com raquetes porque já tínhamos fechado uma caminhada com raquete para um outro dia. Depois, claro, tomamos um chocolate quente na confeitaria giratória, que o visual é lindo! Ficamos cerca de 2:30h lá em cima.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110720163046.jpg 500 333.125 Skibunda no Cerro Otto]Skibunda no Cerro Otto[/picturethis]

 

Por volta das 21h fizemos nosso primeiro passeio comprado: caminhada noturna com lanternas no Refugio Neumeyer. Não lembro quanto pagamos, mas esses passeios não são muito baratos, não. Eu simplesmente amei esse passeio! Fomos de 4x4 (uma aventura!) até o refúgio e lá, na escuridão total, fizemos uma caminhada na floresta congelada, a única iluminação vinha da lanterna na nossa testa! Achei a caminhada curta (cerca de 15-20 minutos), mas mesmo assim foi bem divertido! A temperatura era de -8º C. No fim da caminhada, chegamos no refúgio, onde foi servido um jantar (já incluso) que estava delicioso (bebidas à parte). Chegamos no hotel por volta das 1:30h da manhã.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110720163918.jpg 500 333.125 Caminhada noturna com lanternas no Refugio Neumeyer]Caminhada noturna com lanternas no Refugio Neumeyer[/picturethis]

 

2º dia: Não conseguimos acordar tão cedo quanto gostaríamos. Lá a gente sente mais cansaço do que aqui. Nesse dia fomos por nossa conta ao famoso Cerro Catedral. Pegamos um ônibus na rua Moreno (paralela à Mitre) por volta das 11h, o bilhete custa 6 pesos por pessoa e o ônibus lota. Esse ponto na rua Moreno, perto de um supermercado, é o primeiro, então se você quiser garantir lugar para sentar, é melhor pegar o ônibus nesse ponto.

 

No Cerro Catedral, fizemos aula de ski e pagamos no cartão sem cobrança de taxa. Também não lembro quanto foi, só lembro que foi o mais caro de tudo que pagamos. Fizemos a aula ali mesmo na base do cerro, depois soube que também é possível fazer no alto do cerro, mas sobre isso não sei informar. A base do cerro Catedral é enorme, tem muitas lojas e muitas escolas de esqui. Você pode contratar aula particular ou em grupo, a nossa foi particular. Há um lugar na base reservado para as aulas que tem um morrinho para a gente descer e eles vendem (à parte do custo da aula) um bilhete para um equipamento que te carrega até o topo do morrinho. Nós não sabíamos disso, então não compramos o bilhete, aí toda hora tínhamos que subir o morrinho a pé, com os skis nos pés, o que era muito cansativo, perdíamos muito tempo. Não dava mais para comprar o bilhete, pois o lugar para comprar era do outro lado, fora que nossa mochila estava trancada num armário de onde alugamos o equipamento. Ou seja: comprem esse bilhete antes de começar a aula! Foi legal fazer a aula e ter um gostinho do que é esquiar, mas não pegamos muito o jeito, a bota é muito pesada e dura, parece que você está com as duas pernas engessadas. Mas com certeza valeu a experiência!

 

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110720161438.jpg 500 375 Aula de ski no Cerro Catedral] Aula de ski no Cerro Catedral [/picturethis]

 

Durante a aula, o tempo começou e mudar e começou a nevar um pouquinho, mas era uma neve tão fininha que parecia uma chuvinha.

 

Depois da aula, lanchamos qualquer coisa e fomos comprar o bilhete para finalmente subir no cerro. Mas, como dormimos muito tarde, acordamos tarde e chegamos tarde no cerro, os bondinhos já estavam fechados para subida (era mais ou menos umas 16h). Uma pena! Pegamos o ônibus de volta para a cidade sem poder subir no cerro.

 

Quando fechamos os passeios, deixamos o último dia livre. A ideia era ver se íamos querer esquiar novamente no cerro Catedral depois de termos feito a aula. Se sim, voltaríamos ao Catedral. Se não, faríamos um outro passeio. Decidimos que não iríamos esquiar de novo, mas como não conseguimos subir no cerro, voltaríamos lá para poder subir. Foi uma pena, porque se tivéssemos acordado mais cedo, poderíamos ter visitado o Catedral em um único dia e, assim, fazer um passeio diferente no último dia.

 

Então fica a dica: se você quiser fazer algum passeio noturno (existem outras opções além da caminhada que eu fiz), programe para o dia seguinte algum passeio que seja só na parte da tarde, porque aí você pode descansar mais. Como eu disse, lá, acho que por causa da altitude, ficamos muito mais cansados do que aqui.

 

3º dia: Nosso passeio para esse dia foi a caminhada com raquetes no Roca Negra. Esse também fechamos na agência e foi um ônibus nos pegar no hotel. É muito fácil andar com raquetes, praticamente impossível cair! Achei uma delícia! Não precisa fazer muito esforço, não é uma mega aventura. Depois da caminhada tem um fondue de queijo, se você fizer o passeio de manhã, ou um de chocolate, se você for à tarde. Por isso, é meio caro. Nesse dia choveu e a neve acabou virando uma lama... Eu gostei muito de caminhar com raquetes, mas, sinceramente, pelo preço que pagamos eu acho melhor fazer a caminhada com raquetes no cerro Otto e, se fizer questão de um fondue, jantar um na cidade mesmo. Com certeza ficará mais em conta e a curtição será a mesma!

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110720163213.jpg 500 375 Caminhada com raquetes no Roca Negra] Caminhada com raquetes no Roca Negra [/picturethis]

 

4º dia: Mais um passeio que compramos com a agência: ski nórdico no Refugio Neumeyer (o mesmo que fizemos a caminhada noturna). É muito diferente ver o refúgio de dia! Mas se você pretender fazer os dois passeios, sugiro que faça primeiro o da noite. Esse dia demos muita sorte, porque nevou muuuuito! Foi muito lindo!

 

Nós amamos fazer o ski nórdico! É muito mais fácil e leve do que o ski tradicional que fizemos no Catedral. Nesse ski não se usa aquelas botas pesadonas, a bota é bem mais leve e fica solta na parte de trás do esqui, dá muito mais mobilidade. É preciso equilíbrio e disposição, pois a trilha é longa. É muito legal porque a trilha é no meio da floresta , é uma trilha mesmo, marcada no gelo, e tem que ir um atrás do outro, tem descidas, curvas, é muito emocionante! Na hora das descidas, eu ficava na posição e rezava para não cair! Deu tudo certo! Não me lembro quanto tempo durou, só sei que foi bastante tempo, porque no final eu estava muito cansada, mas não podia parar, pois estava no meio da floresta e não sabia voltar sozinha para o refúgio, tinha que acompanhar o grupo. Quando acabou, eu estava ensopada de suor! Ainda bem que tinha uma blusa sequinha e mais quentinha na mochila para trocar. Esse passeio não inclui refeição, mas se quiser, eles servem lanches no refúgio. Eu adorei! Acho que é a atividade ideal para quem não se adaptou ao ski tradicional e quer uma atividade de mais aventura!

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110720162851.jpg 500 375 Ski Nórdico no Refugio Neumeyer]Ski Nórdico no Refugio Neumeyer[/picturethis]

 

Chegamos no hotel e fomos direto procurar um lugar para almoçar. Depois, direto para a cama dormir, porque depois desse passeio, eu não era ninguém! Dormi umas 2 horas e acordei por volta das 17h com um burburinho de brasileiros no corredor do hotel e eu ouvi algo como “corre, vamos logo, porque está nevando!” Eu dei um pulo da cama, olhei pela janela e gente... parecia cena de filme! Os telhados das casas todos cobertos com neve, aqueles flocos caindo...! Eu fiquei louca e aí foi a minha vez de acordar meu marido e dizer “corre, vamos logo, porque está nevando!” Foi a noite na cidade mais legal de todas! Nevou muito!

 

5º dia: Último dia em Bariloche. Piedras Blancas já estava reaberto, mas nós não poderíamos voltar para o Brasil sem subir no cerro Catedral, né? Fomos novamente de ônibus para lá, o lugar estava totalmente diferente do outro dia, porque agora a base estava coberta com neve fresquinha, os telhados branquinhos, tudo muito lindo! Esse foi um dia só para admirar a paisagem e tirar muitas fotos. Como nevava forte no alto do cerro, alguns teleféricos estavam fechados e o único que estava aberto para quem não queria esquiar era o Cable Carril, que é um bondinho onde cabem várias pessoas em pé e que leva até um ponto do cerro onde há um restaurante com um mirante. Dá para brincar com a neve e ver as pessoas esquiando, achei bem legal! Acho que custou 90 pesos por pessoa. Quando você for lá, pergunte na bilheteria sobre as opções para subir sem esquiar ou com o esqui.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110720163529.jpg 500 333.125 No Cerro Catedral] No Cerro Catedral [/picturethis]

 

No dia seguinte, embarcamos para Buenos Aires e depois voltamos para casa. Foi uma viagem fantástica! Quem nunca viu neve e tem medo de sentir muito frio, eu digo: esqueça o medo, pois vale muito a pena! O contato com a neve é uma sensação que não se explica, só tendo para saber. Você vai sentir frio, sim, mas se protegendo bem não irá morrer de hipotermia! ::Cold::

 

Bariloche oferece muitas opções de passeio, é possível ir lá várias vezes e sempre fazer coisas diferentes. De todos os que fizemos, eu repetiria o ski nórdico, com certeza!

 

Vou falar agora sobre os outros lugares que eu não fui, mas pesquisei a respeito:

 

Piedras Blancas: Lá só tem skibunda para fazer, mas dizem que é muito divertido, pois parece que a pista é bem alta e fica bem emocionante. O Piedras Blancas fica atrás do Cerro Otto, então a dica é pegar o ônibus gratuito no centro até o Cerro Otto e de lá pegar um taxi até Piedras Blancas, fazendo o mesmo na volta. Fique de olho no horário do ônibus e economize uns trocados com o táxi.

 

Circuito Chico: é um city tour pela cidade. Pra quem gosta de city tour... (eu tô fora!)

 

Cerro Campanario: dizem que de lá se tem a vista mais linda do mundo!

 

Isla Vitoria: um passeio de barco até essa ilha, onde há uma floresta típica da região.

 

Vila La Angostura e Cerro Bayo: dizem que essa vila é linda e que o cerro Bayo é tipo o Catedral para visitação, porém muuuito melhor que o Catedral para quem sabe e gosta de esquiar.

 

Gente, é isso, espero que gostem do relato e que ele ajude quem estiver planejando viajar para lá!

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