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Olá viajante!

Bora viajar?

Peru - inaugurando mochilas

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Antes de contar sobre esta trip, vou contar uma história. Eu era pequena e morava às margens da BR 277, próximo a Foz do Iguaçu. Por ali sempre passavam mochileiros e paravam em nossa casa em busca de comida e água. Na ponta da varanda, contavam sobre suas andanças e comiam um prato de comida que minha mãe nunca negava. Ali naquela ponta de varanda nasceu minha vontade de ser mochileira. Agora sou.

E então resolvi ir ao Peru e junto com meu marido Carlos colocamos o pé na estrada. Nosso roteiro foi: Curitiba – São Paulo - Lima- Paracas – Ica – Nasca- Arequipa – Canyon do Colca - Cusco –Lima – São Paulo – Curitiba. O trajeto foi elaborado após pesquisa sobre lugares interessantes, roteiros dos mochileiros e de agencias de turismo. Enfim tudo o que pudesse fornecer informações. A viagem durou 17 dias e foram três meses de preparativos. Demorado? Calma, afinal estávamos inaugurando as mochilas.

Saímos de Curitiba às 12:00 horas e a noite voamos a Lima onde chegamos às 23:00 horas , o Sr. Victor enviado pelo hostel , estava esperando. No caminho contou sobre o Parque do Amor, onde aos sábados casais apaixonados e recém casados vão tirar fotos e o lugar enche de turistas. Tudo certo, o dia seguinte nos esperava e partimos para um city tour. Visitamos a Catedral e suas catacumbas, Praça das Armas, a zona arqueológica de Huana Pucllana- significa sagrado em quéchua- e o local servia para sacrifícios, especialmente de mulheres e crianças. Assim aprendemos que o povo de Lima adorava o mar e os inkas adoravam o sol. Também visitamos San Isidro e suas oliveiras, algumas com mais de 500 anos e, os troncos retorcidos, merecem um olhar detalhado.

Não deixamos de conhecer o bar do hotel El Bolivar, onde o pisco souer foi inventado. Enfim se tomar três goles de pisco, qualquer um fala em quechua. Ao encerrar o passeio feito na parte da manhã, ficamos num simpático restaurante próximo a Miraflores onde experimentamos o ceviche e a títia morada, um delicioso suco de milho preto. Comemos e bebemos e, dali seguimos, a pé, pelas ruas de Lima, aproveitando a tarde para visita ao Parque do Amor e a noite o Shopping Larcomar. Lima é uma cidade cinza, sem sol a maior parte do ano, mas linda e limpa.

No 2º dia em terras peruanas acordamos cedo para e fomos para a estação de saída do ônibus com destino a Paracas. Tinha comprado passagem pela internet. Incrível! Mal entreguei o voucher e as passagens estavam esperando prontas. Mais uma vez o hotel enviou o Wilmer para nos esperar na parada do ônibus. Um simpático rapaz que em seguida nos levou conhecer o Parque Nacional de Paracas. A primeira visão do deserto ninguém esquece. Lá o deserto encontra o Pacífico e damos de cara com a Praya Supay – que em quechua significa praia do diabo. No deserto deixamos nossas apanchetas – aquelas pedras umas sobre outras, formam uma figurinha e significam que deixamos uma pessoa cuidando do deserto.

Agora seguimos para Islas Ballestas e no caminho encontramos aquele enorme e enigmático candelabro. Fantástica a visão que ali estava, 60 metros de altura por 12 de largura. Incrustado sabe-se lá como, em um paredão de areia. Sem ascender às velas, deixamos o candelabro e fomos em frente. Pinguins, lobos marinhos e milhares e milhares de pássaros habitam as ilhas. Em toda minha vida jamais verei tantos, milhares. Vou repetir: fantástica visão.

 

Parque Nacional de Paracas/Praia Roxa

Na tarde do 3º dia, Wilmer se tornou nosso guia e com ele fomos rumo a Ica, cidade que foi destruída por terremoto de 2008 e que ainda esta em reconstrução. No roteiro passamos por uma adega de pisco, palavra quechua que significa ave. Para comemorar a bebida os peruanos têm duas datas - no primeiro sábado de fevereiro é O dia do Pisco Sour e no quarto domingo de julho é o Dia Nacional do Pisco. De uma produção de 1600 litros de suco de uva somente 400 se transforma em álcool para industrializar o pisco e é guardado em botigas em uso desde 1856. Depois de tomarmos os diferentes tipos de pisco, seguimos em frente, não sem antes aprendermos que do alambique – primeiro sai água, em seguida álcool, e depois, Dios me perdone! sai os borrachos! Um brinde ao bom e forte pisco!

Final de tarde e chegamos a Nasca. O primeiro lugar a visitarmos foi o Cemitério de Chauchilla, onde esta enterrado o povo indígena Poroma. Foi pura emoção encontrar as inúmeras múmias expostas. O sol se punha e tingia o lugar com tons de laranja, tornando o cemitério misterioso. Um silencio no deserto e ninguém além de nós. Chorei pela paz e beleza do lugar. Ali, meu coração ficou enterrado.

Acordamos muito cedo e sem comer nada fomos para o aeroporto para fazermos o sobrevôo das linhas de Nasca. Tinha acertado, via internet com a Aeroparacas que o valor seria de US 80 por pessoa e na hora inventaram histórias e cobraram US 90. Não foi correto, mas pagamos e voamos. Muito rápido a passagem do avião sobre as figuras e quando você percebe a figura... já era. Não recomendo muito dinheiro para pouco beneficio.

À tarde dedicamos aos Aquedutos de Cantalloc, Museu Maria Riche e Museu Antonini. Caminhamos pelo rio seco e, que é caudaloso quando há degelo nos Andes e a noite, seguimos para Arequipa. Já tínhamos as passagens, compradas via internet. A viagem foi tranqüila e dormimos a noite toda. Seiscentos quilômetros depois, Arequipa nos esperava.

Linda cidade. Descemos na rodoviária e por poucos soles fomos para o hostal . Como era cedo foi nos servido chá de coca – 1º experimento – Ganhamos mapa da cidade, explicações e, a rua. Lá fomos fazer um reconhecimento. Outra visão dos sonhos – o vulcão Misti. Espreita e te segue por toda a cidade. É lindo ver um vulcão, majestoso com seu topo levemente nevado.

 

Ao lado do Misti também os vulcões Chachani e Pichu-Pichu. Arequipa é uma cidade onde foi usado material vulcânico nas construções. O ciliar esta presente na arquitetura e ornamentos das belíssimas e inúmeras igrejas. Na catedral construída no século 19, há um altar em mármore de carrara e um púlpito todo esculpido em madeira onde na parte debaixo tem a figura do diabo, isto para que ao falar, a palavra de Deus contenha o diabo. Histórias contadas, histórias aprendidas.

Seguindo o roteiro e, acertado com o hostel fizemos um tour de dois dias para o Canyon do Colca. A cidade base é Chivay, a 160 km de Arequipa. No caminho a guia avisou que faríamos uma parada para comprarmos folhas de coca e assim chegamos a 4800m de altitude. Eu estava levemente mareada e Carlos – meu gato, meu marido, hipertenso, feliz e sem nenhum sintoma do mal da altitude. Subimos mais e no Mirador Pata Pampa a altitude é de 4910m. Naquele dia ensolarado, mascando coca, conhecendo kuanacos, lhamas e alpacas, curtindo a viagem e a paisagem, chegamos a Chivay, pequeno vilarejo localizado em um vale que vale a pena conhecer.

Após o percurso por entre precipícios de um lado e montanhas do outro, estamos a 3600 m de latitude. Adrenalina e deslumbramento definem o Canyon do Colca com profundidades que variam de 2300 a 3600m de profundidade. Nosso objetivo era ver os condores que começaram um balé em sobrevôo. São enormes, magníficos e é emocionante ver os bichos surgindo à frente e fazendo exibições. A imensidão do lugar deixa a paisagem à disposição do olhar, subir até a Cruz Del Condor e debruçar-se sobre seu mirador é uma oração de contemplação a natureza.

 

Deixamos este deslumbrante lugar e retornamos a Arequipa no dia seguinte, dali partimos para a última etapa da viagem. Já estávamos no 10º dia de nosso percurso e voamos para Cusco. Deixamos a bagagem no Hostel e saímos pelas ruas. Ao chegarmos à esquina da Praça das Armas uma manifestação dos sindicatos de campesinos nos presenteou com a beleza da cultura, vestimenta e música peruana. Um instante para fotos. Viva Cusco, chegamos!

Em seguida fomos tratar de comprar nossos passeios e boletos turísticos. Como tudo já havia sido pesquisado, aqui do Brasil, as surpresas da viagem foram as paisagens e pessoas que encontramos. De resto tudo saiu como programado, não houve variação no roteiro financeiro e isto nos deu tranqüilidade. Compramos passeios para Maras, Moray e Salineiras, City Tour, Sítios Arqueológicos e Vale Sagrado.

Maras é uma vila perdida no Peru. Poucas ruas e casas construídas com adobe. Lugar para se pensar e rever alguns conceitos. Moray é a entrada ao mundo inca. Ali esta uma pequena amostra de quem foi este povo que desperta a curiosidade de milhares de turistas. Ainda nos dias de hoje não há definição do que pode ter sido. Um laboratório, um lugar para oferendas? Não sei ninguém sabe. Mas lá, no centro do último circulo, conversamos sobre a oportunidade de vivenciar e conhecer . Mereceu um obrigado!

A visão ao chegar a Salineiras - um riacho salgado nascendo na montanha e longe do mar, é para por em um quadro. Pequenos quadrados, que formam centenas de tanques um ao lado do outro e cada um produz cerca de 300 quilos/mês de sal, todo exportado para o Japão.

No city tour visitamos a catedral e todo seu ouro e prata, o templo do Koricancha, Sacsayhuaman, Kenko, Pucapucara e Tambomachay. Lugares especiais por sua historia, pelo inusitado e por exercer certo ar de magia. Afinal estamos em território inca.

Como tínhamos comprado o boleto turístico que nos dava direito a visitar os vários lugares, me interessei pela dança típica que seria exibida ao final da tarde no Centro Cultural. Ao irmos para o local, vimos uma grande aglomeração de pessoas próximas ao Templo de Koricancha. Curiosa, solicitei a uma guarda informação de que era aquilo e ela amavelmente me disse que era a abertura oficial das comemorações do centenário de Machu Picchu. Deus salve os incas, eu estava lá!

Ao nos aproximarmos das grades que separavam o povo e as autoridades, vi uma arquibancada quase vazia. Pedi ao segurança se podíamos sentar naquele privilegiado lugar e, ele disse sim. Não pensamos duas vezes, subimos a arquibancada, o espetáculo começou e nós fotografamos tudo.

Seguiu-se um espetáculo de teatro e dança contemporânea da cultura andina. Os quentes sentimentos peruanos, sobre as pedras sagradas de Cusco invocaram os espíritos para divulgar o legado cultural. Naquele ritual de dança da água e do fogo, da adoração ao sol, do patrimônio religioso, de reverencia a Pacha Mama, mais uma vez chorei. Todo o sonho de conhecer Machu Picchu estava concretizado.

 

No dia do tour ao Valle Sagrado e, após termos feito todo o belo percurso de conhecimento e paisagens, ao final da tarde ficamos em Ollantaytambo. Vilarejo gostoso até para falar o nome. O trem saiu de Ollantaytambo pontualmente e percorreu 43km. Chegamos a Aguas Calientes onde mais uma vez o Hostel enviou o José para nos buscar na estação. Luz, a dona do hostal, ainda na recepção nos deu uma aula sobre Machu Picchu e nos tranqüilizou sobre Waina Picchu, a montanha dos sonhos. Nela nós queríamos estar.

Mal deu tempo de fecharmos os olhos. Às 3:00 horas eu não conseguia mais dormir e então levantamos para o grande dia. Às 3:40 horas eu era a 3ª da fila para comprar ingresso de entrada em Machu Picchu. Carlos estava na fila para comprar as passagens de ônibus. Eram 4:00 horas, caia uma fina garoa e eu me protegia embaixo da marquise. Sentada no piso, sem café da manhã, aguardava a abertura da bilheteria. Nada mais importava, era o dia de conhecer Machu Picchu.

As 5:30 horas saiu o 6º ônibus e nós estávamos dentro. A garoa persistia e então chegamos à fila de entrada. Nosso objetivo era a conquista da montanha Waina Picchu e, fomos para a fila da senha. Conseguimos para subir as 7:00 horas. O coração batia forte e sem olharmos para nada fomos para o portão de entrada da subida a Waina Picchu. Enquanto aguardamos, pedi a meus antepassados inkas para que a garoa cessasse no que fui atendida. Firmes, fortes, cansados e felizes, chegamos ao topo da montanha. Visão deslumbrante, acima de nós, o sol e abaixo a cidadela sagrada. A morada dos deuses deveria ser nossa também.

 

Quase meio dia, então retornamos e encontramos um casal de brasileiros. Com eles contratamos um guia e percorremos a cidadela. Tinham, os inkas, vasto conhecimento de arquitetura, agricultura, hidráulica e sabedoria para nos deixar loucos pelo legado que permitiu ao mundo conhecer o patrimônio cultural da humanidade. Nós vivemos um pouquinho do Peru, o suficiente para ficar com saudade de sua gente!

MALA EXTRA DE AGREDECIMENTOS: Aos mochileiros, por todas as dicas.

Ao marido Carlos, pelo companheirismo e fotos.

 

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Iza

 

Belo relato, como sempre digo, me emociono com quase todos os relatos que leio aqui, e o seu foi um deles. Obrigado pelas dicas e pelo relato...espero que em breve você leia o meu.

 

Até mais...

Seguir um destino.... seguir o sol.... e ler relatos são formas de aprender e eu fiz isso. Através de você posso dizer: obrigada mochileiros!! Foi assim que fui, será assim que irei... Quero ver seu relato, abraço.

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Iza, tem só uma coisa que não entendi ali no seu relato... Você diz que nessa sua tabela os gastos são para duas pessoas, correto?

Então, ali no total de gastos foram 1398,85 dólares para as 2 pessoas?

se for, fiquei até feliz agora! =D

Mimi, se voce se refere a total de gasto em Cusco/Machu Picchu para 2 pessoas e 6 dias, fique feliz!! É isto mesmo. Abraço

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Iza, primeiro dizer, como alguns acima falaram que seu relato é belo e emocionante!!!

 

Depois, SE POSSÍVEL FOR, já que estou na PARDIDA RUMO ------->>>>> CUSCO nessa semana, pedir à você pequenas respostas sobre coisas básicas, já que estou sem tempo até pra pesquisar aqui nesse BELO SITE, que é o mochileiros.

Gilson, obrigada pelo elogio e desculpe a demora em responder, mas eu estava por aí... ( alí em Porto Seguro)Então, se puder, me tire as seguintes dúvidas(coloquei em vermelho suas citações e minhas dúvidas logo abaixo minhas dúvidas):

 

Em Lima:

“...Sair do aeroporto até a rua para tomar um táxi, sai + barato...”

Sim taxi lá fora sai + barato, mas não posso te dizer quanto, pois o hostel A PORTA, enviou o taxi e cobrou USD 18,00

Por quanto achou o taxi até o Hostal? Porque pelo taxi do Hotel se cobra U$ 20,00 -> R$ 33,00 pilas...

 

“..Agencia Machu Picchu Brasil”

 

Foi o melhor preço que encontrou em termos de agência e guias? Vale à pena contratar um taxi e fazer todo o trajeto do vale ao invés de agências??

Até acredito que contratando taxi saia mais barato, pois tudo é necogiavel, mas a Agencia Machu Picchu Brasil não cobrou caro e com guais voce não perde a história. Os preços são sempre parecidos então fica a questão da confiabilidade e eu preferi a Machu Picchu Brasil porque se algo desse errado eu poderia reclamar em portugues (brincadeirinha):lol:

“.. Comprar também o Vale Sagrado- Saídas- 3ª, 5ª e domingo Horário: 09:00 às 19:00 hrs..”

Os dias são referencia e os horarios estão certos, o Vale Sagrado é passeio de dia inteiro, mas para sair mais barato não esqueça - compre o trem para Machu Picchu com antecedencia ou via internet - saindo de Ollantaytambo e então quando fizer o passeio do Vale diga ao guia que voce vai pegar o trem das 19hs e fique em Ollantaytambo. Voce chegará em Aguas Calientes por volta de 21 hs, dorme ou fecha os olhos, acorda de madrugada e as 5 horas pega o onibus e sobe para Machu Picchu.Não entendi sobre esses dias, só tem nessas datas a visitação ou são todos os dias?

 

Em Cusco:

 

“...Compramos passeios para Maras, Moray e Salineiras, City Tour, Sítios Arqueológicos e Vale Sagrado. ..”

 

Iza, para Maras e Moray não está INCLUSO as entradas para esses lugares no boleto turístico certo?? Você pegou um transporte à parte ou há vans em Cusco pra isso ou mesmo foram de taxi? Lá há guias para falar do local e história também?

Maras, Moray e Salineiras é um passeio em 3 - Maras é um vilarejo, vale pelo inusitado, Moray vale por tudo e Salineiras é uma salina no alto da montanha, linda! Esta voce paga 5 soles por pessoa para entrar, o resto esta no boleto. Se comprar este passeio em agencia, eles te acompanham e o guia explica tudo. Nós demos sorte, como poucas pessoas fazem este passeio, o gua nos buscou no hotel com um carro pequeno e fomos só em 4 pessoas, enfim pagamos um tour e ganhamos um semi-privado. Vai que voce dê essa sorte! Tranquilo.

Em MAPI:

 

“.....então retornamos e encontramos um casal de brasileiros. Com eles contratamos um guia e percorremos a cidadela...”

 

Como se acha e SE PAGA os guias, eles ficam logo na entrada de MAPI ou se procura algum que já esteja com um grupo formado e se junta à eles?

Os guais são facilmente contratados no portão de entrada, ache um grupinho , acertem os preços e tudo estará certo. Só pague o guia ao final do tour. Na hora as vezes voce encontra brasileiros então tudo fica facil ou então fale para o gua que voce quer mais algum brasileiro no grupo, aguarde um pouquinho e ~com certeza dará certo.

 

PERGUNTINHA BÁSICA QUE AINDA, pelo menos eu, NÃO VI:

HÁ BANHEIROS EM MAPI?

Os banheiros ficam fora do portão de entrada e se voce já estiver portão adentro, saia tranquilo mas para entrar vai ter que mostrar o boleto de entrada e o passaporte ou Identidade, então por favor não esqueça isso na mochila do colega, senão sai e não entra... o banheiro custa 1 sole e depende de onde estiver na cidadela, vai ter que endar... então aguenta....

 

No mais agradeço se puder reponder..

Mochilerios estão sempre prontos para uma viagem, para uma ajuda. Obrigada voces, por me darem a oportunidade de ajudar!!! Abraço

Gilson

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Iza, tem só uma coisa que não entendi ali no seu relato... Você diz que nessa sua tabela os gastos são para duas pessoas, correto?

Então, ali no total de gastos foram 1398,85 dólares para as 2 pessoas?

se for, fiquei até feliz agora! =D

Mimi, se voce se refere a total de gasto em Cusco/Machu Picchu para 2 pessoas e 6 dias, fique feliz!! É isto mesmo. Abraço

 

Ah, agora entendi! =) Foram 6 dias em cusco então... não pretendo ficar tantos dias lá náo... acho que uns 3 tá bom! =)

Vou mostrar seu relato para meus pais!! Eles morrem de vontade de ir a Machu Picchu mas não vão por medo da altitude e passarem mal! Vcs sofreram com o mal da altitude??

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[creditos][creditos]

Iza, tem só uma coisa que não entendi ali no seu relato... Você diz que nessa sua tabela os gastos são para duas pessoas, correto?

Então, ali no total de gastos foram 1398,85 dólares para as 2 pessoas?

se for, fiquei até feliz agora! =D

Mimi, se voce se refere a total de gasto em Cusco/Machu Picchu para 2 pessoas e 6 dias, fique feliz!! É isto mesmo. Abraço

 

Ah, agora entendi! =) Foram 6 dias em cusco então... não pretendo ficar tantos dias lá náo... acho que uns 3 tá bom! =)

Vou mostrar seu relato para meus pais!! Eles morrem de vontade de ir a Machu Picchu mas não vão por medo da altitude e passarem mal! Vcs sofreram com o mal da altitude??

Mimi,

Permita um conselho: se você vai ficar uns 3 dias, isso não dá tempo para conhecer Cusco e os templos, + 1 dia para Maras, Moray e Salineiras ou então Sitio Arqueologico + 1 dia para MPicchu. Pense que os gastos com passagem não mudam e creio compensar gastar um pouquinho mais para conhecer tudo. Afinal, quanto tempo vai levar para você retornar ao lugar???

Quanto a seus pais: diga a eles irem com tranquilidade. Se andam bem, não haverá problemas.

O mal da altitude: um dia em Cusco, andando devagar e tomando chá de coca ( não há efeito colateral ::lol4:: ) tudo dará certo. Meu marido é hipertenso, foi ao cardiologista antes da viagem e foi liberado ok. Não sentiu nada, foi como se estivesse em casa. Eu que não tenho nada, senti tontura no 1º dialá no Canyon do Colca onde estivemos em altitude de 4.910m, o sintoma foi como se estivesse com labirintite, mas nada que atrapalhasse. Depois do 1º dia, tudo volta ao normal. Então quando chegamos a Cusco o corpo já estava aclimatado. O conselho é devagar, calma no 1º dia e chá de coca. Incentive seus pais, em MPicchu vi pessoas de idade e bengala!! Admiravél, eles estavam lá. Abraço

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110815172306.JPG 500 375 Legenda da Foto]Escreva seu texto aqui. Apague este texto mas tome cuidado para não deletar as chaves [ ]. Onde está escrito Legenda da Foto, coloque o Nome da Foto e se quiser ver como fica antes de escrever seu texto clique no botão Prever[/picturethis]

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  • 1 mês depois...
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Agora que resolvi colaborar um pouco com o site e os relatos da Iza acima.....

 

Fui à Cusco, depois Águas Calientes e na volta, pois fica mais perto, pagamos um carro e negociamos por $ 60,00(sólis) a ida para Maras e Moray, de lá voltamos à Cusco.

 

Sobre Machu Picchu é muito bom e também muito bonito!!! O som é ir e saber cada coisa do local, sua história e relatos, como é bom, se quiser, ouvir um guia de boa qualidade falar do local. O problema de ir àos banheiros é resolvido, por alguns, quando a vontade aperta, de ir nos locais menos vigiados da cidade ou mesmo no caminho da montanha machu picchu, aquela que sobe e tem-se uma BELA visão de toda a cidade lá de cima...já que se passa o dia todo por lá!

 

Minha dica, como já é dada por aqui também é que TOMEM CUIDADO AO RECEBER DINHEIRO OU TROCAR DÓLAR POR SÓLIS, eu fui vitima!! Em Águas Calientes, ali na praça das armas do lado direito(pra quem está olhando de frente para a estátua da praça), em um restaurante que faz Câmbio, recebi $ 100,00 sólis no meio das notas e só fui ver quando tive que pagar a entrada em Maras, a mulherzinha veio destrocar comigo alegando que era falsa!! Só em Cusco é que tive a certeza de que era e não iria mais voltar só por isso, MAS TOMEM CUIDADO!!

 

Aqui está a imagem da dita nota falsa:

 

20110920181023.jpg

 

Em lima ficamos na boa, bela e segura Miraflores, chique! E rodamos bastante pra todo lugar nos ônibus de lima, SEM PROBLEMA ALGUM! É SÓ PERGUNTAR e tentar entender o espanhol RRÁAAPPPIIDDDOOO dos peruanos, mas tudo sem problemas. O taxi do hotel na ida paguei U$ 20,00 (DÓLARES), na volta negociei com um taxista lá em Mirafloes por $ 30,00 (sólis), olhem a diferença E DESCEMOS LÁ FORA DO aeroporto, sem problema, não precisa entrar lá no aeroporto, pois tem taxas para certos taxistas...

 

por enquanto é só...

 

Até mais

Gilson

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Amigos! Estou embarcando na próxima semana pro Peru e estou com dúvidas quanto aos valores dos hostels, será que estou pagando caro? Seria melhor decidir o hostel em Cusco quando chegar lá? Em lima estou pagando USD40 o casal http://www.bedandbreakfastmiraflores.com/ e em Cusco USD36 o casal no Hostal Rojas.

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Wagner,

Não conheço os hostels que voces vão ficar, mas no geral o preço esta bom. Para ter melhor idéia veja os preços no http://www.hostal.pe, para hospedagem em Lima ( em maio p/casal pagamos Usd 35,00 por noite) e em Cusco é bastante concorrida a cidade, por prevenção, reserve antes , ficamos no Hotel Cusco Plaza II, por Usd 50,00 a noite. Boa sorte e tenha uma ótima viagem, voces vão amar.

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Estou indo em Outubro para o Peru.

 

QUanto a roupas?

Vinicius,

Eu sou do Sul e fui em maio, todo mundo falava sobre muito frio e ,eu não senti isso. Aconselho: Uma jaqueta impermeavel, + uma para um pouco mais de frio, uma blusa tipo 2ª pele. Calça tipo moleton e + 1 -2ª pele. Compre aqui no brasil uma capa de chuva- daquelas baratinhas e coloque na mochila, sempre pode quebrar um galhão. Um gorro para o frio- compre por lá ( cerca de 7/10 soles). Em Cusco tem um centro de artesanato, no final da rua dos bancos - lá tudo é baratinho. Boa viagem!!!!!

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