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Ilhabela/SP começou a cobrar taxa ambiental


Augusto

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  • Membros de Honra

Os turistas que visitam Ilhabela neste feriado prolongado da Semana Santa começaram a pagar a Taxa de Proteção Ambiental.

 

 

Aprovada pela Câmara no final do ano passado, a cobrança já deveria ter sido colocada em prática no Carnaval, mas foi adiada para este feriado.

Segundo o diretor de turismo da cidade, Marcelo Freitas, a medida é inspirada em imposto semelhante de Fernando de Noronha (PE).

 

O pagamento independe da travessia de balsa, cobrada pela Dersa. O valor da tarifa varia conforme o veículo: caminhonetes pagarão R$ 3; vans, R$ 100; motos R$ 2; microônibus R$ 200; ônibus R$ 300. Veículos de carga acima de 15 toneladas terão de pagar R$ 350, mas só em fins de semana. A multa para quem conseguir sair da ilha sem pagar a taxa será de R$ 100.

 

Outros isentos são os veículos de residentes, os licenciados em Ilhabela, veículos oficiais, ambulâncias, carros fúnebres, de concessionárias de serviços básicos, de combustível e outros serviços previstos em lei. A cidade tem cerca de 24 mil habitantes, mas em fins de semana e feriados a população chega a 150 mil.

 

Um outro projeto de lei restringe a entrada de carros em Ilhabela ao máximo de 10 mil veículos por dia.

Nosso sistema viário é restrito e queremos que a cidade possa suportar tranqüilamente um fluxo de veículos adequado - diz o prefeito da cidade. A limitação no número de carros por dia na cidade também tem por objetivo proteger o meio ambiente e o próprio fluxo do trânsito local. Quando o número de veículos em Ilhabela chegar a 10 mil, só entrarão outros carros quando outros saírem. Veículos da cidade e de pessoas que estejam hospedadas na ilha serão liberados.

 

A criação da taxa é uma forma de priorizar a qualidade de vida do cidadão e não privilegiar os veículos - afirma Manoel Marcos de Jesus Ferreira, prefeito de Ilhabela. Todos têm entendido a importância de proteger, que é preservar e conservar o meio ambiente do município. A lei vem para ajudar nessa tarefa - explica.

 

Fonte: Estadão Online

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  • Membros

Augusto,

Veículo de passeio: R$2, pagos ao sair da ilha.

 

Quanto a restrição na qtde de veiculos que acessam a ilha me informei com o fiscal da taxa e segundo ele ainda não estão aplicando a restrição, embora a estrutura para tanto já esteja pronta (Incluindo 1 microchip de controle colado em cada veiculo q passa pela balsa).

 

[ ]'s

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  • Membros de Honra

Isso p/ mim é discriminação de turistas.

 

Pessoas que vão na ilha só p/ conhecer uma ou outra praia e gastar o minimo possivel já não é bem vindo.

Só faltou dizer: Fora, não queremos vc aqui.

 

Acho que o valor dessa taxa aí não vai ficar muito tempo não. Logo vão dobrá-la de preço e com apoio dos moradores.

 

Usar a proteção ao meio ambiente como argumento é o fim da picada.

A própria prefeitura deixa os endinheirados construir onde eles quiserem, bem acima dos 200 mts de altitude que é o limite do Parque Estadual.

Perto da Praia da Feiticeira nota-se inumeras casas construidas na serra, bem acima do limite e a prefeitura não faz nada.

 

 

Não duvido não que daqui a um tempo a prefeitura só vai aceitar que entrem na ilha só quem tem reserva de pousada ou é morador.

 

 

Abcs

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  • 1 mês depois...
  • Membros de Honra

O prefeito é do PT?

Sim, pq isso me parece mais uma maneira de engordar os cofres públicos, ou melhor, não tão públicos assim.

Não conheço Ilha Bela mas pelo que vi em reportagens a coisa por lá anda bem liberada mesmo.

Quanto a cobrar dos carros, infelizmente o que tenho visto é que turistas motorizados são os que mais causam danos ao meio ambiente. Nem tanto pelo uso do carro em sim mas pelo estilo de vida.

Aventureiros do motor, de modo geral, são os papudinhos cervejeiros que acham que um 4x4 detonando trilhas, rios e matas são o máximo em adrenalina. Sem contar que todo o lixo gerado por eles vão parar no chão.

Acho justo taxar os veículos. Infelizmente se faz necessário pagar pelos piores para se ter um pouco de paz.

Isto é o Brasil, um país onde todos pensam que o espaço público é mais uma extensão de seu pequeno e limitado universo e se acham no direito de ocupar, por exemplo, nossos ouvidos com músicas em volumes absurdos.

 

Espero que pedestres e ciclistas estejam fora dessa.

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