Acordei cedo para não comprometer a programação do dia. Logo na saída do hostel cometi um dos erros mais clássicos de um viajante de primeira viagem: tomei café da manhã no primeiro lugar que encontrei. Resultado, um cappuccino e um croissant por 11,00 euros.
Como estava hospedado ao lado da estação Roma Termini, fui caminhando até o primeiro destino do dia, o Panteão. Aproveitei o percurso para conhecer ruas que ainda não havia explorado. Roma realmente faz jus ao apelido de museu a céu aberto, a cada esquina surgia um prédio histórico, uma praça ou uma igreja que chamava a atenção.
No caminho conheci um casal de brasileiros extremamente simpáticos. Tiramos fotos um do outro e, curiosamente, nos encontramos novamente em mais dois pontos turísticos ao longo da viagem. Para quem viaja sozinho, encontrar alguém disposto a ajudar com as fotos faz toda a diferença. Foram, inclusive, os únicos brasileiros com quem tive esse tipo de interação durante toda a viagem.
Antes de entrar no Panteão, tomei um gelato e passei em um supermercado para comprar uma garrafa de água por apenas 0,70 euros, um hábito que mantive durante toda a viagem para economizar.
O ingresso para o Panteão custou 5,00 euros. Assim que entrei, fiquei impressionado com a grandiosidade da arquitetura. É um lugar imponente, singular e majestoso. Apesar da grande quantidade de visitantes, consegui aproveitar bem a visita e observar cada detalhe daquele monumento que atravessou quase dois mil anos de história.
Na hora do almoço fui conhecer um restaurante que havia visto no Instagram, localizado próximo ao Vaticano. O restaurante e Cacio e Pepe e pedi uma massa da casa acompanhada de uma taça de vinho. Sem exagero, foi a melhor massa que experimentei durante toda a viagem. O almoço custou 18,00 euros e valeu cada centavo.
Uma curiosidade que marcou esse segundo dia foi um momento completamente inesperado. Comecei a conversar com a atendente deste restaurante e, em poucos minutos, a conversa saiu do básico.
Ela fez questão de me mostrar um pouco do local. Passamos por uma pequena adega e, em uma das paredes, havia vários desenhos feitos pelos filhos dos funcionários. Com um sorriso no rosto, ela foi apontando um por um e contando de quem era cada desenho. Achei muito bonito perceber o carinho com que aqueles trabalhos infantis faziam parte do ambiente, dando ao restaurante um clima familiar e acolhedor.
São detalhes simples como esse que dificilmente aparecem nos guias de viagem, mas que acabam ficando na memória. Antes de ir embora, paguei a conta, aceitei um aperitivo oferecido pela casa e segui meu caminho.
Em seguida caminhei até o Vaticano, onde tinha ingresso marcado para às 15 horas para visitar os Museus Vaticanos e a Capela Sistina.
Foi a única visita da viagem que não consegui aproveitar como gostaria. A quantidade de turistas era simplesmente impressionante. Em alguns corredores do museu era difícil até caminhar, tamanha era a multidão. Fiz o possível para apreciar as obras e a grandiosidade do acervo, mas saí com a sensação de que preciso voltar em uma época mais tranquila para viver essa experiência com mais calma.
Ao sair do Vaticano, passei novamente pela Praça de São Pedro. Já havia estado ali rapidamente após o almoço, mas agora resolvi permanecer por mais tempo. Sentei, observei o movimento, ouvi os músicos que se apresentavam na praça e apenas contemplei aquele ambiente único.
No início da noite segui para Trastevere, bairro que eu mais queria conhecer em Roma. Caminhei sem destino pelas ruas estreitas, comprei uma birra em um mercadinho e fui explorando o bairro no meu próprio ritmo. Entrei em alguns bares, observei o movimento dos moradores e turistas e encerrei a noite em um restaurante sem aparência turística, frequentado principalmente por italianos. O ambiente era simples, acolhedor e exatamente o tipo de lugar que eu gosto de descobrir durante as viagens.
Alguns dos lugares visitados:
Campo Marzio
Piazza de spagna
Galleria Alberto Sordi
Panteão
Piazza Navona
Rua cheia de antiquários, com obras de arte, quadros e etc (não me recordo o nome).
Igreja Santa Maria della Pace
Castelo Sant’Angelo
Piazza Cavour
Cidade do Vaticano
Piazza do Pipolo
Terrazza del Pincio (vista linda do Vaticano)
Museus do Vaticano (capela sistina, pinacoteca, entre outros)
Bairro Trastevere
Fotos
Piazza Navona
Galeria Alberto Sordi
Fila para comprar ingresso no Panteão, apesar de grande o tempo foi menos de 25 minutos.
Vista da cúpula
Registro feito pelos brasileiros que conheci
Antiquário perto da Piazza Navona, tem uma rua com várias opções. Para quem gosta de arte é uma passagem que vale a pena.
Chegando ao Vaticano
Aquela foto tradicional de turista.
Entrada para Museus do Vaticano - Capela Sistina entre outros
Antes da viagem, eu imaginava que os Museus do Vaticano fossem vários museus separados, espalhados por diferentes prédios. Na prática, é bem diferente.
Os Museus do Vaticano funcionam como um enorme complexo. Ao entrar, você percorre um longo caminho por corredores, galerias, salas e diferentes museus, cada um com um tema ou tipo de coleção. Durante a visita é possível ver esculturas, pinturas, mapas, tapeçarias e inúmeras obras de arte, até chegar ao ponto mais esperado do percurso: a Capela Sistina.
Confesso que fiquei impressionado, tanto pelo tamanho do complexo quanto pela quantidade de obras expostas. É uma visita que exige tempo e disposição, mas vale muito a pena.
Museu Vaticano
Museu Vaticano
Museu Vaticano
Museu Vaticano - arte africana, é muito lindo e impressiona a quantidade de obra presente no espaço.
Museu Vaticano - arte oriental (ângulo macro)
Museu Vaticano - arte oriental
Museu Vaticano - arte romana
Uma curiosidade que descobri durante a visita é que boa parte das esculturas expostas não foi produzida originalmente pelos romanos. Muitas são cópias (réplicas perfeitas) feitas na época do Império Romano de esculturas gregas que desapareceram com o passar dos séculos. Ou seja, em muitos casos, é graças aos romanos que hoje conhecemos a aparência de algumas das maiores obras da Grécia Antiga.
Museu Vaticano - arte romana
Museu Vaticano - arte romana
Museu Vaticano - arte africana
Museu Vaticano - arte africana
Confesso que esse foi um dos museus que mais me encantou dentro do complexo dos Museus do Vaticano. Passei vários minutos admirando as peças, imaginando as histórias por trás de cada uma delas e tentando entender um pouco mais sobre as diferentes culturas. Sempre que tinha alguma dúvida, aproveitava para conversar com os funcionários que estavam no local.
Uma recomendação que deixo é: aproveite todos os museus e galerias do complexo. Muita gente percorre o caminho com pressa, pensando apenas em chegar à Capela Sistina, mas existem coleções incríveis, como a de Arte Africana, que merecem ser apreciadas com calma. Para mim, essa descoberta foi uma das melhores surpresas da visita.
Museu Vaticano - galeria que fica no caminho para chegar a Capela Sistina
Museu Vaticano - para chegar à Capela Sistina, percorremos vários corredores repletos de obras de arte e galerias. Uma das que mais me chamou a atenção foi a Galeria dos Mapas. Como vocês podem perceber nas fotos, o complexo estava simplesmente lotado (muito cheio rsrsrs).
Museu Vaticano
Museu Vaticano
Museu Vaticano - não pode bater foto ou video
Museu Vaticano - Capela Sistina
Museu Vaticano - Capela Sistina
Museu Vaticano - Capela Sistina
Me despedindo do Vaticano e a caminho do Bairro Trastevere.
Pelas ruas de Trastevere
Pelas ruas de Trastevere
Show numa praça em Trastevere
Escolhi um restaurante local frequentado por italianos
Mostrando o restaurante aos meus pais, eles sempre me acompanhando.
Paguei a conta e segui para o hostel.
Já passava da meia noite e as ruas ainda estavam movimentadas, os restaurantes e bares lotados.
Gastos do dia:
Breakfast: 11,00
Souvenir Panteão: 12,00 (Wise)
Gelato: 4,00 (Wise)
Água: 0,70
Almoço: 18,00
Meu presente: 26,50 (Wise)
Mercantil: 4,00
Janta: 21,00 (Wise)
Farmácia: 18,00
Total: 93,00 euros
05/04 - Parque arqueológico do Coliseu
Saí do hostel antes das 7h da manhã. Como não havia conseguido comprar o ingresso antecipado para o Coliseu, estava apreensivo com a possibilidade de não conseguir entrar. Depois de cerca de duas horas na fila, veio a boa surpresa: por ser o primeiro domingo do mês, a entrada era gratuita.
Ao entrar no Coliseu, foi impossível não imaginar como era a vida na época do Império Romano. Ao mesmo tempo, fiquei impressionado por ver aquela construção ainda de pé, atravessando quase dois mil anos de história. Como estava entre os primeiros visitantes do dia, consegui aproveitar o monumento praticamente vazio nas primeiras horas. Caminhei por todas as galerias, tirei muitas fotos e contemplei cada detalhe daquele lugar tão emblemático.
Dessa vez levei um tripé para a viagem e ele foi útil no Coliseu, mas, pensando hoje, é um dos itens que provavelmente não levaria novamente em uma próxima Eurotrip.
Por volta das 11h segui para o Fórum Romano. Confesso que fiquei ainda mais impressionado com a dimensão do sítio arqueológico. Passei horas caminhando entre ruínas, templos e monumentos, imaginando como funcionava o centro político e social da Roma Antiga. Em alguns momentos recorri ao Google Tradutor para entender melhor as placas informativas e conversar com algumas pessoas.
Por volta das 13h fui almoçar. Fazia tempo que queria experimentar um sanduíche de língua bovina e encontrei exatamente o que procurava no Fratelli Trecca, próximo ao Circus Maximus. Gostei tanto que acabei pedindo dois.
Depois do almoço caminhei até uma praça bastante conhecida, de onde se tem uma bela vista da cúpula da Basílica de São Pedro. Aproveitei para conhecer também a Basílica di Santa Sabina (construída no ano de 422), uma das igrejas mais antigas de Roma, que transmite uma atmosfera de paz.
Em seguida desci até o Circus Maximus e, mais tarde, retornei à região do Coliseu. Para encerrar o dia, sentei em um restaurante, pedi um café e aproveitei o movimento da cidade sem pressa, apenas observando.
Voltei caminhando para o hostel. Já era noite, mas Roma continuava viva, ruas movimentadas, restaurantes cheios e muitos jovens aproveitando o fim do dia.
Depois de um banho, saí novamente e encontrei um restaurante próximo ao hostel. Fui muito bem atendido por um garçom bastante simpático. Escolhi o pedido que incluía entrada, prato principal e sobremesa por 19 euros, e aproveitei para tomar mais uma birra. Foi uma forma tranquila e agradável de encerrar mais um dia inesquecível em Roma.
Alguns dos lugares visitados:
Coliseu
Fórum Romano
Basílica di Santa Francesca Romana
Basílica di Santi Cosma e Damiano
Circus Maximus
Museu Palatino
Giardino degli Aranci
Basilica di Santa Sabina
Fotos
Coliseu
Coliseu
Área interna do Coliseu
Coliseu
Coliseu
A tradicional foto de turista
Coliseu
Fórum Romano
Coliseu
Saída do Fórum Romano
Parada para almoço
Sanduíche de língua
Praça com vista para Vaticano
Basílica di Santa Sabina
Basílica di Santa Francesca Romana
Circus Máximus
Voltando para o Coliseu
Mostrando o Coliseu para os sobrinhos, ficaram super animados.
Jantinha completa com preço justo para finalizar o dia.
04/04 - Panteão e Vaticano
Acordei cedo para não comprometer a programação do dia. Logo na saída do hostel cometi um dos erros mais clássicos de um viajante de primeira viagem: tomei café da manhã no primeiro lugar que encontrei. Resultado, um cappuccino e um croissant por 11,00 euros.
Como estava hospedado ao lado da estação Roma Termini, fui caminhando até o primeiro destino do dia, o Panteão. Aproveitei o percurso para conhecer ruas que ainda não havia explorado. Roma realmente faz jus ao apelido de museu a céu aberto, a cada esquina surgia um prédio histórico, uma praça ou uma igreja que chamava a atenção.
No caminho conheci um casal de brasileiros extremamente simpáticos. Tiramos fotos um do outro e, curiosamente, nos encontramos novamente em mais dois pontos turísticos ao longo da viagem. Para quem viaja sozinho, encontrar alguém disposto a ajudar com as fotos faz toda a diferença. Foram, inclusive, os únicos brasileiros com quem tive esse tipo de interação durante toda a viagem.
Antes de entrar no Panteão, tomei um gelato e passei em um supermercado para comprar uma garrafa de água por apenas 0,70 euros, um hábito que mantive durante toda a viagem para economizar.
O ingresso para o Panteão custou 5,00 euros. Assim que entrei, fiquei impressionado com a grandiosidade da arquitetura. É um lugar imponente, singular e majestoso. Apesar da grande quantidade de visitantes, consegui aproveitar bem a visita e observar cada detalhe daquele monumento que atravessou quase dois mil anos de história.
Na hora do almoço fui conhecer um restaurante que havia visto no Instagram, localizado próximo ao Vaticano. O restaurante e Cacio e Pepe e pedi uma massa da casa acompanhada de uma taça de vinho. Sem exagero, foi a melhor massa que experimentei durante toda a viagem. O almoço custou 18,00 euros e valeu cada centavo.
Uma curiosidade que marcou esse segundo dia foi um momento completamente inesperado. Comecei a conversar com a atendente deste restaurante e, em poucos minutos, a conversa saiu do básico.
Ela fez questão de me mostrar um pouco do local. Passamos por uma pequena adega e, em uma das paredes, havia vários desenhos feitos pelos filhos dos funcionários. Com um sorriso no rosto, ela foi apontando um por um e contando de quem era cada desenho. Achei muito bonito perceber o carinho com que aqueles trabalhos infantis faziam parte do ambiente, dando ao restaurante um clima familiar e acolhedor.
São detalhes simples como esse que dificilmente aparecem nos guias de viagem, mas que acabam ficando na memória. Antes de ir embora, paguei a conta, aceitei um aperitivo oferecido pela casa e segui meu caminho.
Em seguida caminhei até o Vaticano, onde tinha ingresso marcado para às 15 horas para visitar os Museus Vaticanos e a Capela Sistina.
Foi a única visita da viagem que não consegui aproveitar como gostaria. A quantidade de turistas era simplesmente impressionante. Em alguns corredores do museu era difícil até caminhar, tamanha era a multidão. Fiz o possível para apreciar as obras e a grandiosidade do acervo, mas saí com a sensação de que preciso voltar em uma época mais tranquila para viver essa experiência com mais calma.
Ao sair do Vaticano, passei novamente pela Praça de São Pedro. Já havia estado ali rapidamente após o almoço, mas agora resolvi permanecer por mais tempo. Sentei, observei o movimento, ouvi os músicos que se apresentavam na praça e apenas contemplei aquele ambiente único.
No início da noite segui para Trastevere, bairro que eu mais queria conhecer em Roma. Caminhei sem destino pelas ruas estreitas, comprei uma birra em um mercadinho e fui explorando o bairro no meu próprio ritmo. Entrei em alguns bares, observei o movimento dos moradores e turistas e encerrei a noite em um restaurante sem aparência turística, frequentado principalmente por italianos. O ambiente era simples, acolhedor e exatamente o tipo de lugar que eu gosto de descobrir durante as viagens.
Alguns dos lugares visitados:
Campo Marzio
Piazza de spagna
Galleria Alberto Sordi
Panteão
Piazza Navona
Rua cheia de antiquários, com obras de arte, quadros e etc (não me recordo o nome).
Igreja Santa Maria della Pace
Castelo Sant’Angelo
Piazza Cavour
Cidade do Vaticano
Piazza do Pipolo
Terrazza del Pincio (vista linda do Vaticano)
Museus do Vaticano (capela sistina, pinacoteca, entre outros)
Bairro Trastevere
Fotos
Piazza Navona
Galeria Alberto Sordi
Fila para comprar ingresso no Panteão, apesar de grande o tempo foi menos de 25 minutos.
Vista da cúpula
Registro feito pelos brasileiros que conheci
Antiquário perto da Piazza Navona, tem uma rua com várias opções. Para quem gosta de arte é uma passagem que vale a pena.
Chegando ao Vaticano
Aquela foto tradicional de turista.
Entrada para Museus do Vaticano - Capela Sistina entre outros
Antes da viagem, eu imaginava que os Museus do Vaticano fossem vários museus separados, espalhados por diferentes prédios. Na prática, é bem diferente.
Os Museus do Vaticano funcionam como um enorme complexo. Ao entrar, você percorre um longo caminho por corredores, galerias, salas e diferentes museus, cada um com um tema ou tipo de coleção. Durante a visita é possível ver esculturas, pinturas, mapas, tapeçarias e inúmeras obras de arte, até chegar ao ponto mais esperado do percurso: a Capela Sistina.
Confesso que fiquei impressionado, tanto pelo tamanho do complexo quanto pela quantidade de obras expostas. É uma visita que exige tempo e disposição, mas vale muito a pena.
Museu Vaticano
Museu Vaticano
Museu Vaticano
Museu Vaticano - arte africana, é muito lindo e impressiona a quantidade de obra presente no espaço.
Museu Vaticano - arte oriental (ângulo macro)
Museu Vaticano - arte oriental
Museu Vaticano - arte romana
Uma curiosidade que descobri durante a visita é que boa parte das esculturas expostas não foi produzida originalmente pelos romanos. Muitas são cópias (réplicas perfeitas) feitas na época do Império Romano de esculturas gregas que desapareceram com o passar dos séculos. Ou seja, em muitos casos, é graças aos romanos que hoje conhecemos a aparência de algumas das maiores obras da Grécia Antiga.
Museu Vaticano - arte romana
Museu Vaticano - arte romana
Museu Vaticano - arte africana
Museu Vaticano - arte africana
Confesso que esse foi um dos museus que mais me encantou dentro do complexo dos Museus do Vaticano. Passei vários minutos admirando as peças, imaginando as histórias por trás de cada uma delas e tentando entender um pouco mais sobre as diferentes culturas. Sempre que tinha alguma dúvida, aproveitava para conversar com os funcionários que estavam no local.
Uma recomendação que deixo é: aproveite todos os museus e galerias do complexo. Muita gente percorre o caminho com pressa, pensando apenas em chegar à Capela Sistina, mas existem coleções incríveis, como a de Arte Africana, que merecem ser apreciadas com calma. Para mim, essa descoberta foi uma das melhores surpresas da visita.
Museu Vaticano - galeria que fica no caminho para chegar a Capela Sistina
Museu Vaticano - para chegar à Capela Sistina, percorremos vários corredores repletos de obras de arte e galerias. Uma das que mais me chamou a atenção foi a Galeria dos Mapas. Como vocês podem perceber nas fotos, o complexo estava simplesmente lotado (muito cheio rsrsrs).
Museu Vaticano
Museu Vaticano
Museu Vaticano - não pode bater foto ou video
Museu Vaticano - Capela Sistina
Museu Vaticano - Capela Sistina
Museu Vaticano - Capela Sistina
Me despedindo do Vaticano e a caminho do Bairro Trastevere.
Pelas ruas de Trastevere
Pelas ruas de Trastevere
Show numa praça em Trastevere
Escolhi um restaurante local frequentado por italianos
Mostrando o restaurante aos meus pais, eles sempre me acompanhando.
Paguei a conta e segui para o hostel.
Já passava da meia noite e as ruas ainda estavam movimentadas, os restaurantes e bares lotados.
Gastos do dia:
Breakfast: 11,00
Souvenir Panteão: 12,00 (Wise)
Gelato: 4,00 (Wise)
Água: 0,70
Almoço: 18,00
Meu presente: 26,50 (Wise)
Mercantil: 4,00
Janta: 21,00 (Wise)
Farmácia: 18,00
Total: 93,00 euros
05/04 - Parque arqueológico do Coliseu
Saí do hostel antes das 7h da manhã. Como não havia conseguido comprar o ingresso antecipado para o Coliseu, estava apreensivo com a possibilidade de não conseguir entrar. Depois de cerca de duas horas na fila, veio a boa surpresa: por ser o primeiro domingo do mês, a entrada era gratuita.
Ao entrar no Coliseu, foi impossível não imaginar como era a vida na época do Império Romano. Ao mesmo tempo, fiquei impressionado por ver aquela construção ainda de pé, atravessando quase dois mil anos de história. Como estava entre os primeiros visitantes do dia, consegui aproveitar o monumento praticamente vazio nas primeiras horas. Caminhei por todas as galerias, tirei muitas fotos e contemplei cada detalhe daquele lugar tão emblemático.
Dessa vez levei um tripé para a viagem e ele foi útil no Coliseu, mas, pensando hoje, é um dos itens que provavelmente não levaria novamente em uma próxima Eurotrip.
Por volta das 11h segui para o Fórum Romano. Confesso que fiquei ainda mais impressionado com a dimensão do sítio arqueológico. Passei horas caminhando entre ruínas, templos e monumentos, imaginando como funcionava o centro político e social da Roma Antiga. Em alguns momentos recorri ao Google Tradutor para entender melhor as placas informativas e conversar com algumas pessoas.
Por volta das 13h fui almoçar. Fazia tempo que queria experimentar um sanduíche de língua bovina e encontrei exatamente o que procurava no Fratelli Trecca, próximo ao Circus Maximus. Gostei tanto que acabei pedindo dois.
Depois do almoço caminhei até uma praça bastante conhecida, de onde se tem uma bela vista da cúpula da Basílica de São Pedro. Aproveitei para conhecer também a Basílica di Santa Sabina (construída no ano de 422), uma das igrejas mais antigas de Roma, que transmite uma atmosfera de paz.
Em seguida desci até o Circus Maximus e, mais tarde, retornei à região do Coliseu. Para encerrar o dia, sentei em um restaurante, pedi um café e aproveitei o movimento da cidade sem pressa, apenas observando.
Voltei caminhando para o hostel. Já era noite, mas Roma continuava viva, ruas movimentadas, restaurantes cheios e muitos jovens aproveitando o fim do dia.
Depois de um banho, saí novamente e encontrei um restaurante próximo ao hostel. Fui muito bem atendido por um garçom bastante simpático. Escolhi o pedido que incluía entrada, prato principal e sobremesa por 19 euros, e aproveitei para tomar mais uma birra. Foi uma forma tranquila e agradável de encerrar mais um dia inesquecível em Roma.
Alguns dos lugares visitados:
Coliseu
Fórum Romano
Basílica di Santa Francesca Romana
Basílica di Santi Cosma e Damiano
Circus Maximus
Museu Palatino
Giardino degli Aranci
Basilica di Santa Sabina
Fotos
Coliseu
Coliseu
Área interna do Coliseu
Coliseu
Coliseu
A tradicional foto de turista
Coliseu
Fórum Romano
Coliseu
Saída do Fórum Romano
Parada para almoço
Sanduíche de língua
Praça com vista para Vaticano
Basílica di Santa Sabina
Basílica di Santa Francesca Romana
Circus Máximus
Voltando para o Coliseu
Mostrando o Coliseu para os sobrinhos, ficaram super animados.
Jantinha completa com preço justo para finalizar o dia.
Gastos do dia:
Breakfast: 7,00
Almoço: 11,00
Gelado: 3,00
Lanche: 3,60
Suvenir coliseu: 8,50
Mapa: 3,00
Café: 2,50
Protetor labial: 3,50
Janta: 25,50 (janta + cerveja)
Total: 67,60 euros
Editado por Joao-Barreto
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