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  1. Segue relato da nossa primeira viagem à Europa (minha esposa, minha irmã e eu), ocorrida em Julho de 2022. Saída de casa (Teresina) no dia 04/07 e retorno no dia 21/07. 1. RESUMO CURTO DA VIAGEM **Seg 04/07 – Teresina-Fortaleza Ônibus de 20h às 06h30 da terça-feira **Qua 06/07 – Fortaleza-Madri – vôo com escala em São Paulo Saída às 05h15 de Fortaleza e chegada às 05h da quinta em Madri **Sáb 09/07 – Madri-Paris – vôo direto Saída às 14h10 de Madri e chegada às 16h em Paris (Orly) **Qui 14/07 – Paris-Bruxelas – ônibus (Flixbus) Saída às 08h30 de Paris e chegada às 12h30 em Bruxelas **Sáb 16/07 – Bruxelas-Paris – trem rápido (Thalys) Saída às 08h45 de Bruxelas e chegada às 10h em Paris **Ter 19/07 – Paris-Fortaleza – vôo com escalas em Madri e São Paulo Saída às 19h30 de Paris e chegada às 13h em Fortaleza da quarta **Qua 20/07 – Fortaleza-Teresina Ônibus de 20h às 06h30 da quinta-feira Obs: A ideia era ir a Paris e nem pensávamos em Madri. No entanto, encontramos uma oferta muito boa da Air Europa e esse vôo necessariamente tinha escala em Madri. Então aproveitamos e fizemos um “stopover” na Espanha e passamos dois dias por lá. 2. RESUMO DOS GASTOS DA VIAGEM (POR PESSOA) 2.1 TRANSPORTES R$ 440,00 Ônibus Teresina-Fortaleza (ida e volta – Guanabara, Leito) R$ 2.400,00 Vôos Fortaleza-Madri/Madri-Paris/Paris-Fortaleza – Air Europa R$ 93,00 Ônibus Paris-Bruxelas – Flixbus € 60,00 Trem Rápido Bruxelas-Paris – Thalys Totalizando R$ 2.933,00 + € 60,00 com Transportes (Se considerarmos nosso câmbio médio de 5,30 reais por euro, teremos R$ 318,00 com o trem e R$ 3.251,00 ao todo) 2.2 HOSPEDAGENS R$ 0,00 em Fortaleza, pois tanto na ida quanto na volta, as horas que passamos por lá, ficamos na casa de uma prima. € 84,00 em Madrid, no Hotel II Castillas para 2 diárias (hotel bonito, confortável e com excelente localização) € 180,00 em Paris, no Hotel Princesse Caroline para 3 diárias (bom hotel, nada demais. Muito próximo do arco do triunfo) € 0,00 em Paris, na casa de um amigo por umas 5 diárias (no centro, 3º arrondissement) € 125,00 em Bruxelas, no Hotel Motel One Brussels para 2 diárias (melhor hotel disparado: quarto enorme, confortável, tem um bar/restaurante no térreo, funcionários prestativos, etc. Único ponto é que não fica localizado tão próximo assim do centro. Dá uns 7 minutos de caminhada). Totalizando € 389,00 com Hospedagens 2.3 ATRAÇÕES € 15,00 – Passeio no rio Sena € 17,00 – Museu do Louvre € 84,00 – Disneyland € 87,00 – Lolapalooza € 15,00 – Museu do Real Madri € 17,00 – Atomium Totalizando € 235,00 com Atrações 2.4 OUTROS R$ 279,00 – Seguro Viagem com cobertura Covid (Coris) R$ 0,00 – Mala despachada (Não despachamos) R$ 0,00 – Salas Vips São Paulo e Madri (Visa Airport) R$ 400,00 – Outros 2.5 DEMAIS GASTOS NO BRASIL R$ 60,00 – Uber entre rodoviária/hospedagem/aeroporto (estimativa) R$ 300,00 – Alimentação em Fortaleza - ida e volta (4 refeições) 2.6 DEMAIS GASTOS NA EUROPA € 70,00 – Uber entre aeroportos/hospedagens e outros trajetos (estimativa) € 600,00 – Alimentação em Madri, Paris e Bruxelas de 07/07 a 19/07 (estimativa) € 60,00 – Metrô em Paris Obs: Os valores de Uber ficaram bem mais em conta pelo fato de ter sido dividido por três. GASTO TOTAL APROXIMADO: R$ 3.972,00 + € 1.414,00 Considerando o câmbio médio de 5,30 reais por euro: R$ 3.972,00 + R$ 7.494,00 = R$ 11.466,00 por pessoa (Vários valores estão arredondados e posso ter esquecido algo também, então esse cálculo tem uma margem de erro de uns R$ 500,00 para menos ou para mais). Achei um valor bom, considerando 17 dias fora de casa, sendo 13 deles na europa e no verão, período de alta temporada. Fizemos tudo que queríamos, mas não luxamos, claro. Vale ressaltar que não pagamos por hospedagem em Fortaleza e tivemos muitos dias sem pagar hospedagem em Paris, o que ajudou a deixar o custo total muito bom. 3. PREPARAÇÃO E INFORMAÇÕES INICIAIS 3.1 PASSAGEM AÉREA As passagens foram compradas em Setembro/2021, ou seja, com 10 meses de antecedência. De vez em quando eu gosto de simular os preços para alguns lugares que tenho vontade de conhecer e encontrei esse vôo da Air Europa partindo de Fortaleza (a 600 km de Teresina) passando por Madri e chegando a Paris por R$ 2.400,00. O vôo era direto de Fortaleza-Madri, em um trajeto de umas 6h30 de vôo. Infelizmente, alguns meses depois, a companhia cancelou esse trecho e nos comunicou que pegaríamos um vôo de Fortaleza para São Paulo (pela GOL) e de lá que iríamos para Madri (Nesse caso, as 6h30 de trajeto se transformaram em 20h entre vôos e escala). Foi bem chata essa parte, mas não tínhamos escolha. 3.2 HOSPEDAGENS Pesquisadas com bastante antecedência também, pelo Booking. Foram reservadas já no final do ano e com o cuidado de escolher estadias com cancelamento grátis, pois com tanto tempo até a viagem, imprevistos poderiam acontecer (não aconteceram). Focamos nas localizações. Por exemplo, o hotel em Madri tinha uma localização tão boa que fizemos quase tudo a pé. 3.3 DINHEIRO Fizemos uma conta digital em euro no C6 Bank. Entre fevereiro e junho desse ano fizemos o câmbio pelo aplicativo. Foi sorte o fato de que o euro se desvalorizou muito perante o real entre a compra da passagem e as conversões da moeda. Lembro que o euro custava em torno de 6,30 reais em setembro/2021 e em abril/2022 chegou a ficar uns 5,05 reais. Nosso câmbio médio foi de 5,30. Pagamos 30 dólares por essa conta com cartão de débito em euro (esse valor está dentro dos R$ 400,00 do item 2.4 junto com algumas outras coisas). Viajamos apenas com esses cartões, sem levar absolutamente nenhum euro em espécie. 3.4 OUTROS Sobre o seguro viagem, escolhemos a Coris. Eu já tinha contratado em outra viagem e conheço pessoas que já o fizeram também (embora nunca tenha usado e nem conheço quem tenha. Ainda bem). Sobre mala despachada, pensamos muito e decidimos não despachar. Levamos roupas que durariam uns 7 dias e precisaríamos de lavanderia umas 2 vezes na viagem. E assim fizemos e deu certo. Viajar sem mala despachada é muito melhor. Sobre as atrações: todas foram compradas com antecedência de uns 2 a 3 meses, assim como o ônibus e o trem entre Paris e Bruxelas. As outras coisas seguem o padrão: passaporte, certificado de vacina, formulário de entrada na Espanha, etc. O que comprei e não foi necessário: adaptador de tomada universal. O que comprei e foi muito necessário: carregador portátil para celular e travesseiro de pescoço para encarar as longas viagens de avião, ônibus e trem. Nos próximos dias continuo o relato falando e com fotos sobre a viagem em si: os locais visitados, os perrengues, as percepções, os idiomas, as pessoas, o que deu certo e o que deu errado.
  2. Em 2019, realizei a maior viagem da minha vida e agora, finalmente decidi compartilhar um pouco dela aqui espero que gostem! Capítulo 1: Preparação e França Em setembro de 2018, decidi largar a faculdade e juntar dinheiro para me jogar em uma aventura na Europa. Estava trabalhando em uma ONG de intercâmbio voluntário e fechei um pacote para passar 45 dias na Croácia por R$400 reais. Muito barato! Pelo menos tinha a hospedagem garantida. (Só vim saber exatamente onde ia dormir quando cheguei na Croácia, mas essa parte fica para outro momento) Tinha pouquíssimo tempo e pouquíssimo dinheiro (somente R$1000 guardados) pois planejava passar o ano novo em Paris (já que as passagens no inverno são mais baratas). Vendi praticamente TUDO o que eu tinha, roupas, livros, e vendia comida na rua (principalmente bolo vegano)! Contava a história de que estava indo realizar meu sonho de mochilar, e muitas pessoas me davam dinheiro sem nem pegar a fatia, para que eu vendesse para outra pessoa. Lembro-me de um dia em que ofereci o bolo para dois senhores em um restaurante chique: Um me deu uma nota de R$50 e outro, de R$20. Quase engasguei de surpresa hahaha 😅 depois de vender muito bolo, pastel e etc, consegui juntar R$2500, que somando com o que eu tinha guardado, foi o preço da passagem de ida e volta! Poderia ter pago bem mais barato se tivesse comprado com mais antecedência, então essa é a primeira dica: Se você for fazer na loucura que nem eu, presta atenção nas promoções e procure as datas mais baratas (usei o Skyscanner para isso) mas se você tem mais tempo, compre com antecedência, pois isso pode te fazer economizar uma boa grana! Outra dica: se você vai vender na rua para juntar grana e viajar, não seja seletivo. Eu era um pouco mais tímida, e só oferecia para pessoas que não estavam em grandes grupos e ainda era seletiva, escolhia na rua para quem ia oferecer. OFEREÇA PRA GERAL! HAHA Sério! Fiz vaquinha, continuei vendendo e tive também uma ajuda dos meus pais. Acabei indo com cerca de 800/900 euros (ou seja, eu iria me virar com uma média de 100 euros por mês). Na época, isso seria mais ou menos R$4000. Cheguei em Paris e nem podia acreditar que estava ali. Eu nunca nem havia saído do nordeste! Estava fazendo 7 graus, e eu estava com um agasalho de inverno. Porém quando eu digo inverno, é inverno nordestino, ou seja, não servia para quase nada me lasquei de frio, então outra dica: Não seja mão-de-vaca como eu fui na hora de investir em roupa de inverno. Porquê meu pensamento foi "São menos de três meses de frio, eu vou sobreviver". NÃO PENSEM ASSIM, PELO AMOR DA BICICLETINHA! Fiquei uma semana em Paris e dei um bate e volta em Versailles com uma amiga peruana que fiz através do Couchsurfing. Fui no museu do Louvre de graça (o Louvre é gratuito nos sábados à noite, na baixa temporada! Outro motivo de querer ir pra Paris no ano novo). Fui na Sacred Coeur, Notre Dame (não entrei porquê era pago) e bati bastante perna! Os franceses a quem pedi informação foram gentis e prestativos. O segredo é começar com "Bonjour/Bonsoir! Excusez-moi parlez-vous anglais?" (Bom dia/boa noite! Com licença, você fala inglês?) A ideia era pagar pelo transporte (e ainda paguei algumas vezes) mas os próprios parisienses me ensinaram como burlar o metrô 🤷‍♀️ quase não paguei transporte público nesse mochilão. Não estou dizendo que é certo, mas era a forma que eu tinha de economizar. Se você puder pagar, pague, pois se você for pego, paga uma multa de em média 100 euros! Duas vezes pedi informação sobre como comprar um ticket de metrô pois estava toda enrolada, nas duas vezes, as pessoas tentaram me explicar, mas resolveram pagar pra mim. Gentileza que você não espera! Fiquei na casa de duas pessoas do Couchsurfing. Me senti muito desconfortável na casa do meu primeiro host, era um francês que morava sozinho e era uma pessoa inconveniente, mas no da segunda, foi ótimo ❤️ uma paquistanesa super gente fina, que morava com o namorado francês e tinha um gatinho, o Pablito. Eles foram ótimos! A paquistanesa falava seis idiomas, incluindo português (se eu não soubesse que ela era do Paquistão, diria que era paulista pelo sotaque!) Maas, na noite de ano novo, acabei dormindo no hostel onde a minha amiga do Peru estava se hospedando. O metrô estava fechado (eram 3h da manhã) e eu teria que esperar até às 7h. Tinha uma cama vazia no quarto que ela estava: Ela parou um pouco, pensou e disse baixinho: "Fica aí até às 7h, antes de checarem os quartos para limpeza"! Dei um cochilo, às 7h acordei e meti o pé. Passei pela recepção sem olhar para trás, mas a pessoa que estava na recepção nem disse nada. Provavelmente é difícil saber quem é hóspede ou não em uma época tão festiva. Voltei para a casa do meu host com o c* na mão, pois quando cheguei na estação da zona que ele mora, eram 8h da manhã e ainda estava escuro - e não tinha ninguém na rua. Porém em um determinado momento passei por uma menina que estava andando e mexendo no celular tranquilamente e fiquei um pouco mais tranquila. A pessoa só faria isso em um lugar minimamente seguro, não é? Mas ainda fiquei em alerta até chegar na casa do meu host. Depois da França, peguei um voo para a Croácia (que estava incluso naqueles R$3500). Cheguei em Zagreb e peguei uma van até Rijeka, a cidade onde ficaria por 45 dias (acabei ficando 50 dias). 20190102_161214.mp4 20190103_132615.mp4
  3. Estarei em Portugal quase todo o mês de novembro de 2023. Pretendo ir a Ilha da Madeira. 1 -Qual a melhor cidade para a partida? 2 - Como chegar lá? De avião ou Navio? Desde já agradeço
  4. Roteiro Resumido 4 dias na Itália (Dolomitas + Veneza) 10 dias na Croácia (Zadar + Lagos Plitvice + Split + Hvar + Dubrovnik) 7 dias na Grécia (Zakynthos + Kefalonia) Mapa do Roteiro Roteiro Detalhado 18/06/2019 - São Paulo > Veneza 19/06/2019 - São Paulo > Veneza > Dolomitas 20/06/2019 - Dolomitas 21/06/2019 - Dolomitas 22/06/2019 - Dolomitas > Veneza > Zadar 23/06/2019 - Zadar 24/06/2019 - Zadar (Lagos Plitvice) 25/06/2019 - Zadar > Split 26/06/2019 - Split > Hvar 27/06/2019 - Hvar 28/06/2019 - Hvar 29/06/2019 - Hvar 30/06/2019 - Hvar > Dubrovnik 01/07/2019 - Dubrovnik 02/07/2019 - Dubrovnik 03/07/2019 - Dubrovnik > Veneza 04/07/2019 - Veneza > Zakynthos 05/07/2019 - Zakynthos 06/07/2019 - Zakynthos > Kefalonia 07/07/2019 - Kefalonia 08/07/2019 - Kefalonia 09/07/2019 - Kefalonia 10/07/2019 - Kefalonia > Veneza > São Paulo Transportes (Deslocamentos) Avião Voo São Paulo > Veneza (ida pela Swiss com escala em Zurique e volta pela Lufthansa com escala em Frankfurt) Voo Dubrovnik > Veneza > Zakynthos (voo pela Volotea) Voo Kefalonia > Veneza (voo pela Volotea) Carro Aluguel de 3 dias de carro em Veneza para conhecer as Dolomitas (empresa Sicily by Car via AutoEurope) Aluguel de 3 dias de carro em Zakynthos (empresa Xenos Car Rentals) Aluguel de 4 dias de carro em Kefalônia (empresa Car Hire Kefalonia) Ônibus Ônibus Veneza > Zadar (empresa Flixbus) Ônibus Zadar > Lagos Plitvice > Zadar (comprado diretamente na rodoviária) Ônibus Zadar > Split (comprado diretamente na rodoviária) Ferry Marítimo Ferry Split > Hvar (comprado diretamente na marina de Split) Ferry Hvar > Dubrovnik (empresa Krilo) Ferry Zakynthos > Kefalônia (empresa Ionion Pelagos)
  5. Oi gente Adoro ler os relatos aqui no fórum e hoje resolvi contribuir escrevendo como foi minha experiência em Portugal. Vale colocar aqui, que minha viagem foi em Setembro/2021 e nesse período a Europa já tinha iniciado a flexibilização de viagens para pessoas vacinadas. Bom, vamos lá: Nossa viagem se dividiu da seguinte forma: 1 DIA - CHEGADA EM LISBOA 2 DIA - SINTRA 3 DIA - LISBOA 4 DIA - CASCAIS 5 DIA- LISBOA TRANSPORTES (DESLOCAMENTO) Avião Vôo Dublin > Lisboa Táxi / Trem / Ônibus Taxi aeroporto > Hotel Trem de Lisboa (Estação do Rossio) > Sintra Trem de Lisboa (Estação Cais do Sodré) > Cascais 1 DIA - CHEGADA EM LISBOA Nosso vôo partiu de Dublin e durou aproximadamente 2 horas. Ao chegar na imigração, demoramos quase 2 horas na fila até conseguir ser atendido. 😝 Já estávamos um pouco cansados, porque tínhamos saído super cedo de casa, ficamos com medo de demorar no check in em Dublin e acabou sendo bem rápido. Acabou que ficamos esperando umas 2 horas lá em Dublin e depois + 2 horas de pé para conseguir entrar em Portugal. Depois que nos livramos da imigração, pegamos um taxi na porta do aeroporto (Que arrependimento!!!😰). Antes tivéssemos pego um Uber! O taxista era um senhor bem mal educado, diga-se de passagem, que nos cobrou os olhos da cara. Segundo arrependimento 😂! - O hotel que ficamos! Em si, o hotel não era ruim, ficava próximo da Estação do Rossio, conseguimos fazer tudo a pé, porém a vizinhança não era aquela maravilha. Mas enfim, talvez tivesse sido apenas uma má impressão minha! Largamos nossas malas e fomos dar uma volta. Já era bem de tarde, estávamos com fome e cansados. Caminhamos toda Rua Augusta até chegar no Arco da Augusta. Vimos o pôr do sol e decidimos parar em algum dos restaurantes ali da rua. (Arco da Augusta à noite) Voltamos para o hotel, tomamos um banho e fomos dormir. DIA 2 - SINTRA Acordamos cedo, tomamos café da manhã e fomos em direção para a Estação do Rossio. Lá pegamos um trem (o comboio, como chamam os portugueses) para Sintra. A viagem em si dura uns 40 minutos e é bem tranquila. Ao chegarmos na estação em Sintra, compramos um bilhete de ônibus válido para o dia todo. Pegamos o ônibus 434, bem na porta da estação e compramos o bilhete direto com o motorista. Esse ônibus passa na frente das principais atrações de Sintra. Super vale a pena! Como nossa ideia, era um bate-volta, escolhemos visitar o Palácio de Pena e a Quinta da Regaleira. (Palácio de Pena) Ficamos umas 2:30 no Palácio. Além do Palácio, existe um jardim gigante, com trilhas que você pode conhecer. Como nosso proximo destino era um pouco mais afastado e já era passado do meio-dia, pegamos um tuktuk na frente do palácio e fomos almoçar no centro. ( Podíamos pegar o ônibus de volta, mas quis descer o morro naqueles carrinhos 😂) Chegando no centro, fomos na Confeitaria Periquita. Lá provamos os famosos travesseiros, que é um pastel folhado doce, com recheio de creme de ovo, uma delicia por sinal! Também comemos queijadinha 😍 Ficamos um tempo pelo centrinho, fomos em outro restaurante, dessa vez pedi uns bolinhos de bacalhau e bebi uma sangri (entrada da Casa Periquita) (os famosos travesseiros) Depois de alimentados e já descansados, partimos para nosso próximo destino: Quinta da Regaleira. Pegamos o ônibus novamente que nos deixou bem na frente. Logo na entrada pegamos um mapinha e fomos seguindo os pontos. É um parque gigante também, bem arborizado, muito bonito. (poço iniciático da Quinta da Regaleira- de cima) Ficamos umas 2 horas nesse parque. Pegamos o ônibus de volta para o centro, fomos em uma cafeteria e ficamos por lá até o fim da tarde. Pegamos o trem de volta para Lisboa para pegar o pôr do sol la na Praça do Comércio . DIA 3 - LISBOA (Belém e Parque das Nações) Tomamos nosso café da manhã e já fomos em direção a praça do Rossio para pegar o comboio 15E para ir até Belém Acho que Belém foi um dos lugares que mais amei em Lisboa. O bairro tem uma vibração muito pra cima! Lá pegamos um patinete eléctrico também. O que facilitou ficar se locomovendo de um lado para o outro. O patinete foi da Bird e alugamos para o dia todo. Começamos com a Torre de Belém (estava fechada para visitação 😕), mas rendeu belas fotinhas do lado de fora. Depois fomos até o Padrão do Descobrimento Ainda com nosso patinete elétrico, fomos até a confeitaria dos Pastéis de Belém (é claro)! Uma delicia! Sei lá, mas os de lá são especiais! (Pastél de Belém) Por mim ficava o dia todo ali em Belém, gostei muito mesmo. Almoçamos por lá e nossa última parada em Belém foi no Mosteiro dos Jerônimos. Ficamos pensando se entravamos ou não, mas decidimos por não entrar porque ainda queríamos ir até o Parque das Nações. Pegamos um ônibus de Belém até o Parque das Nações e deu +- uma meia hora até chegar lá. Compramos nosso ingresso para fazer o passeio de Telesférico. Estava muito quente e dentro da cabine então! A vista de lá é maravilhosa, porém quase não aproveitamos por conta do calor insuportável! Na foto pareço plena, mas estava derretendo! (Telesférico de Lisboa) Na volta pegamos um patinete elétrico (ja que tinha comprado para o dia) e ficamos andando em volta. Nesse mesmo lugar você encontra o Oceanário de Lisboa. Como ja tínhamos ido no aquário no RJ, ficamos ali em volta com nosso patinete e não entramos também. Esse acho que é um bairro mais novo e mais moderno. Gostei também! Ficamos o resto do dia por aqui! 4 DIA - CASCAIS O legal de Portugal é que você consegue ter essa experiência de cidade, mas também de litoral, praia. É bem fácil ir de Sintra para Cascais e muitas pessoas aproveitam para ir de lá. Nós decidimos ir em dias diferentes e fizemos um bate-volta para Cascais também. Pegamos um trem na Estação Cais do Sodré e demorou uns 30 minutos para chegar lá. Bem tranquilo também. Ficamos na praia da Duquesa. Alugamos um guarda-sol e ficamos por lá o dia todo 😍 Pense em uma água gelada! Quase virei um picolé quando entrei 🤣 \ (Praia da Duquesa - Cascais) A Cidade em si é bem charmozinha, tem um centrinho bonitinho, lojinhas para comprar souvenir 😍 Ficamos o dia todo lá. DIA 5 - LISBOA (CENTRO) Deixamos o centro por último, porque era a opção mais próxima do nosso hotel. Então poderíamos fazer com mais calma. Logo pela manhã, fomos até o Castelo São Jorge. Compramos junto com o ingresso, a opção do guia turístico. Foi bem legal, porque a guia além de falar do Castelo, contou um pouco da história em geral. (vista do Castelo São Jorge) Outros lugares que fomos no centro : Jardim Julio de Castilho (tem um mirante e uma vista linda de lá) Mirante de Santa Luzia (além da visão do mar, tem uma visão das casas coloridas de Lisboa) Catedral da Sé (uma das igrejas mais importantes de Lisboa) Ficamos caminhando nessas ruazinhas da Sé, sentamos pra tomar um café e comer pastel de nata 😂 Vicio que Portugal nos deu (haha) Voltamos para a Praça do Comércio e fomos até o elevador de Santa Justa DIA 6 - VOLTA PARA DUBLIN Nosso voo de volta para casa era bem cedinho. Dessa vez, chamamos um UBER e para nossa surpresa (e onde descobrimos que o taxista nos passou a perna) a tarifa deu muito menor ! Faz parte! Aprendizado 😂! Essa foi nossa experiência em Portugal. Aproveitamos bastante, caminhamos bastante, comemos bastante também 😂. Ainda queremos conhecer o Porto e as praias da parte sul em Algarve. Quando isso acontecer, volto aqui para contar como foi 😉☺️ Até mais!
  6. Olá gente, Vocês acham uma viagem de 44 horas no fim do ano muito intolerável? rsrs 12:45 horas de espera em Guarulhos 2:15 em Frankfurt 12:50 em Londres Heathrow Começando a jornada no dia 24 e terminando 26 de manhã… (dezembro) Por ser natal não me importo tanto… é o dia mais barato então é o jeito. Estou pensando em assinar o Nubank Ultravioleta só para ter acesso a sala vip da Mastercard em Guarulhos… e vi que posso ter acesso em outros aeroportos também por $32 dólares. Talvez valesse a pena pagar para usar em Heathrow também? Pra dormir quem sabe rsrsr... ou acham que nesse tempo de conexão em Londres consigo sair para ir à um bar passar um tempo com alguns amigos e voltar de madrugada por aero? Ou nem compensaria? E outra dúvida: em qual lugar vou fazer imigração? Só em Frankfurt? Muitas perguntassss... Ps: já viajei a Europa antes, inclusive já estive em Londres... então talvez sejam menos chatos na imigração (?) primeira vez me tiraram quase 2 horas perguntando um monte de coisa...
  7. A Europa pode não ser o maior continente do mundo, mas abriga centenas de belas ilhas. Todas essas ilhas são impressionantes - algumas podem ser invadidas por turistas, mas outras permanecem intocadas. Você encontrará centenas de ilhas diferentes espalhadas por toda a Europa. Cada um deles abriga belas praias de areia branca, muito procuradas por viajantes do mundo. Há uma ilha para todos os gostos e preferências, mas uma coisa é certa, tudo isso permite que você relaxe e descontraia longe de sua vida agitada. Mas com tantos lugares para escolher, pode ser difícil decidir para onde ir. Se você precisar de ajuda com isso, aqui estão as principais ilhas para visitar na Europa com praias incríveis. 1. Maiorca, Espanha Maiorca é a joia da coroa das Ilhas Baleares. É um destino insular popular no Mediterrâneo, famoso por seu litoral deslumbrante, montanhas de calcário e bela arquitetura. Claro, também tem praias. Na verdade, são tantas que para escolher qual visitar pode ser um desafio. Se prefere uma praia com uma costa longa e arenosa, a praia de Cala Mesquida no nordeste de Maiorca é a praia perfeita para si. Esta magnífica praia está rodeada por vistas deslumbrantes sobre a natureza, tornando-a numa das mais belas praias da ilha. O que é ótimo sobre esta praia é que ela tem muitas instalações turísticas. Além disso, suas areias brancas e finas o tornam um local ideal para caminhadas ou relaxamento. Cala Mesquida é também uma das poucas praias de Maiorca onde os surfistas inquietos podem pegar ondas. Outra bela praia ao longo da costa nordeste de Maiorca é Cala Torta. É mais silenciosa que Cala Mesquida e tem uma vibe mais descontraída. Rodeada por pequenas falésias e vistas deslumbrantes sobre as colinas, esta praia tornará as suas férias em Maiorca ainda mais relaxantes. Claro, há muitas outras coisas para explorar em Maiorca além das praias. Passeie pelas pitorescas ruas de Palma, a capital da ilha. Ao explorar Palma, você encontrará pontos históricos impressionantes, cafés aconchegantes e boutiques sofisticadas. Visite a Catedral de Santa Maria, uma grande igreja gótica romana com vista para o mar. Você também deve conferir Port de Sóller, uma cidade pitoresca que exala um charme do velho mundo. Faça um passeio no bonde de madeira vintage do centro da cidade até Port de Soller. Se você estiver viajando com amigos ou familiares, considere ficar em uma das casas de férias em Maiorca. Ao reservar um alojamento para férias, pode ficar no mesmo lugar e desfrutar de muito mais privacidade e conforto. 2. Ibiza, Espanha Apesar de ser invadida por turistas, há muitas razões pelas quais Ibiza ainda é um destino popular para férias na praia. Embora a maioria das pessoas venha aqui para festejar em um de seus bares de renome mundial, as belas praias são as principais razões pelas quais a ilha continua atraindo muitos turistas. As praias de Ibiza são variadas, desde praias rochosas a baías tranquilas e enseadas isoladas cercadas por falésias. Na costa noroeste da ilha, você encontrará a Praia de Benirras, famosa por sua atmosfera boêmia, pores do sol românticos e paisagens majestosas. Com areia grossa e rochosa com águas cristalinas, a Praia de Benirras tem tudo o que você poderia desejar para uma escapada relaxante na praia. Na verdade, é uma das poucas praias de Ibiza que ainda não está muito cheia de turistas, permitindo que você relaxe e aproveite ao máximo a paisagem deslumbrante. Ses Salines é uma praia ampla com areias macias. Tem um espaço amplo o suficiente para as crianças brincarem e, portanto, é popular entre as famílias. Infelizmente, pode ficar muito lotado durante a alta temporada de verão. Mesmo assim, ainda vale a pena uma visita. Além da praia, abriga uma reserva natural que os amantes da natureza podem explorar. Além disso, sua orla é repleta de restaurantes e bares, e alguns estabelecimentos alugam espreguiçadeiras para os banhistas. Quando não tiver vontade de ir à praia, existem muitas outras atividades divertidas na ilha. Como é a ilha das festas da Espanha, sua visita a Ibiza não estará completa sem conferir sua vida noturna. Durante o dia, explore Dalt Vila, uma cidade fortificada com ruas de paralelepípedos repletas de cafés e restaurantes. 3. As muitas ilhas da Croácia A Croácia há muito tempo atrai turistas de todo o mundo devido às suas muitas belas ilhas. Além disso, o país desfruta de um clima excelente durante todo o ano, com sol abundante durante todo o ano. Quando se trata de praias, você tem muito por onde escolher. A Croácia tem mais de mil ilhas - cada uma com algumas das mais belas praias da Europa. Continue lendo em: 5 Melhores Ilhas Europeias com Praias Incríveis para Visitar
  8. Oi gente Fiquei em portugual por 4 meses fev a maio ultrapassei os dias de turismo. Na volta para o Brasil o aeroporto estava muito cheio, carimbaram meu passaporte normal, de saída, sem nenhuma letra diferente e nenhuma multa. Quero voltar agora em outubro por 10 dias para ir no aniversário de uma amiga na Itália. achei só voo barato chegando por portugual. Vocês acham que posso ter problemas na imigração? eu trabalho digitalmente então posso trabalhar de qualquer lugar, por isso acabei ficando 4 meses em portugual. alguém já passou por isso?
  9. Luan e eu somos amigos há mais de 15 anos e estamos realizando um Mochilão pelo Mundo. Estamos mostrando absolutamente tudo dessa viagem em nosso insta: @brotherspmundoo E, também, em nosso Canal no YouTube: https://www.youtube.com/c/BrotherspeloMundo/videos O post abaixo foi extraído de nosso blog: https://brotherspelomundo.wordpress.com/2022/04/05/transportes/ ___________________________ Passamos um total de 45 dias dentro do Espaço de Schengen entre os meses de fevereiro e março de 2022. Seguem preços e duração das nossas viagens por esses países, bem como nossa experiência em cada uma dessas viagens. Vamos considerar nesse post “Europa” somente os países dentro do Tratado de Schengen (países com livre circulação entre os pertencentes). Fizemos um post especial para os países dos Balcãs, à sudeste da Europa. Nosso maior gasto é, sem dúvida, o de transportes. Buscamos, quando possível, viajar durante a noite para que, dessa forma, consigamos substituir a estadia num hostel por uma noite no ônibus. Dentro do Schengen, essa logística foi possível em todas as nossas rotas, felizmente. Usamos e abusamos da Flixbus, maior companhia de ônibus rodoviário na Europa atualmente. Gastos com transporte Madri – Barcelona = 33 euros. Empresa: Alsa (Ônibus). Embarque: 23:30 // Chegada: 07:20 Duração da viagem: 7h50. Barcelona – Paris = 50 euros. Empresa: Flixbus (Ônibus). Embarque: 16:10 // Chegada: 7:40 da manhã Duração da viagem: 15h30, sendo que o ônibus parou em várias cidades para embarque e desembarque de passageiros e parou uma vez para lanches em um posto bem estruturado ainda na Espanha. Paris (França) – Zurich (Suíça) = 50 euros. Empresa: Flixbus (Ônibus). Não há ônibus direto de uma cidade a outra e, por isso, foi necessário desembarcar em Strasburgo do primeiro ônibus, cujo tinha Munique como destino e embarcar no ônibus para Zurich duas horas depois. O problema foi que Strasburgo não possui uma rodoviária, somente um ponto de parada para ônibus. E, por isso, passamos bastante frio aguardando o segundo ônibus de madrugada (pleno mês de fevereiro, inverno europeu estalando). Zurich (Suíça) – Hamburgo (Alemanha) = 35 euros. Empresa: Flixbus (Ônibus). Embarque: 19:20 // Chegada: 08:20 da manhã Tempo de viagem: 13 horas O ônibus atravessou a Alemanha de sul a norte! Excelentes rodovias de alta velocidade. Houve diversas paradas para embarque e desembarque de passageiros, mas nenhuma parada para lanches. Hamburgo (Alemanha) – Cracóvia (Polônia) = 26 euros (Ônibus). Embarque: 19:30 // Chegada: 9:30 da manhã Tempo de viagem: 14 horas (incluindo 1 hora de conexão em Berlim). Quando não há ônibus direto de um lugar a outro, a Flixbus apresenta uma rota alternativa incluindo uma conexão em algum lugar, para que o passageiro pegue um segundo ônibus em direção ao seu destino. Cracóvia (Polônia) – Gdansk (Polônia) = 93 sloti (aproximadamente 23,03 dólares // 20 euros). Empresa: ICC (passagem de trem). Embarque: 20:25 // Chegada: 06:15 (9h50 de viagem). Cabine de segunda classe Gdansk (Polônia) – Praga (República Tcheca) = 220 sloti (aproximadamente 54 dólares // 49 euros). Empresa: Flixbus (Ônibus). Embarque às 21:50 // Chegada: 17:40 – Incluindo conexão de 5h45 em Berlim. Como não há ônibus direto de Gdansk a Praga, ao pesquisar essa rota no site da Flixbus, foi apresentada a opção de escala em Berlim. Ou seja, viajamos de Gdansk a Berlim das 21:50 às 07:25 e, depois, de Berlim a Praga das 13h às 17:40. Um pouco cansativo, mas foi o jeito que encontramos para seguirmos o roteiro após a eclosão da guerra da Ucrânia, a qual teve seu início naquela semana. Praga (República Tcheca) – Budapeste (Hungria) = 520 coroas tchecas (aproximadamente 23 dólares // 21 euros). Ônibus excelente!!!! Empresa: Regiojet (Ônibus). Embarque: 22:50 // Chegada: 6 da manhã. Total gasto em deslocamento dentro do Schengen: 284 euros. Sendo assim, como realizamos um total de 8 deslocamentos, a média por passagem foi de 35,50 euros. Resumidamente, transitar pelos países do Schengen é caro e exige muita pesquisa para que se faça uma viagem sem gastos acima do que seria preciso. Para fazer o dinheiro render, tem-se que estudar bem as rotas e cidades que deseja-se visitar para que, assim, seja possível passar uma noite num ônibus, de forma que se substitua a hospedagem por uma "pernoite" no busão. Por exemplo, muitas vezes acabamos excluindo uma cidade do roteiro por localizar-se a 4 horas de onde estamos, pois assim não seria possível dormir no ônibus e teríamos o custo extra de hospedagem. Claro, é desconfortável chegar a uma nova cidade pela manhã e só poder realizar o check-in às 14h (a maioria dos hostels tem esse horário para check-in). Mas, para economizar, fizemos muito disso! Como em Barcelona, aonde chegamos às 7:30 da manhã. Fomos para o hostel, deixamos nossas mochilas lá e só às 14h voltamos para realizarmos o check-in e tomarmos banho etc Nesse meio tempo já exploramos um pouco da cidade e tal, mas uma coisa é fato: para ter esse ritmo tem que ter bastante disposição.
  10. Localizada ao Norte de Portugal, Porto é uma das principais cidades do país e você pode explorar em apenas um dia. Essa é uma daquelas cidades da Europa que valem muito a pena conhecer. O acervo arquitetônico mantém o charme da cidade que apesar do sobe e desce das ladeiras, pode ser explorada facilmente durante uma passagem rápida. Se você tem o desejo de visitar Portugal, não contente-se só em ver as atrações da capital Lisboa, mas faça uma visita ao Norte do país, na cidade de Porto, por causa da importância de séculos atrás para o comércio o lugar acabou dando origem ao nome Portugal. É possível explorar Porto em uma visita rápida de 24 horas, por exemplo, mas se tiver a oportunidade de passar mais tempo será mais interessante, pois poderá sentir a cidade, tal como é no dia a dia de quem vive ali. A beleza do local está por todos os lados, a começar pelas estreitas ruas de pedra que formam subidas e descidas, nos casarões de três andares ou mais que se espremem entre si por toda a cidade, nos monumentos históricos e igrejas que mesclam arquitetura gótica e barroca e ter a bela visão do Rio Douro por onde ainda passam embarcações com barris de vinho do Porto. Escolhemos esse destino por vários motivos, mais principalmente após escutar comentários entusiasmados de pessoas que já haviam passado pela cidade. Saímos de Madrid capital da Espanha em direção a Porto de ônibus, através da empresa Flixbus, a passagem saiu 9 € e o tempo de viagem foi de oito horas. Os ônibus dessa empresa são novos e bem cuidados, alguns têm até internet, local para carregar o aparelho celular e costumam ser pontuais na saída e chegada ao destino. Porto é uma cidade muito histórica e nós conhecemos os principais pontos turísticos em um dia, isso mesmo, começamos a explorar a cidade bem cedo e caminhamos horas seguidas até ver os pontos que consideramos mais interessantes. Quando se viaja como a gente, mochilando e com prazo, é importante em algumas ocasiões não perder tempo, mas garantimos que é totalmente possível. Aqui vai uma lista do itinerário que fizemos durante 24h em Porto para que possa explorar durante a sua visita. Conhecemos os pontos caminhando, o que é super fácil e sem tanta canseira já que tudo era novidade. Não se preocupe tanto em pegar transporte público ou táxi e se deixe levar pela atmosfera local que faz com que Porto seja uma das cidades queridinhas de muitos viajantes. AVENIDA DOS ALIADOS Você pode começar a explorar a cidade por uma das avenidas mais importantes, situada em pleno centro do Porto, com diversos prédios modernistas, entre eles a prefeitura, que se destaca nesse ponto pela arquitetura imponente. Se iniciar a caminhada por esta região, será possível chegar na Praça Liberdade e até a Estação Ferroviária de São Bento. CATEDRAL DA SÉ DE PORTO A igreja já chama a atenção pela localização privilegiada, fica em um dos pontos mais altos da cidade de onde é possível ter uma visão ampla do Centro de Porto e de bairros próximos. Os estilos gótico e barroco fazem parte da composição arquitetônica, os diferentes estilos deixam o prédio ainda mais interessante e torna essa uma das igrejas mais bonita da cidade. A entrada na Catedral da Sé é gratuita, mas para visitar o Claustro que é um espaço privado decorado com azulejos com cenas religiosas é necessário pagar uma taxa de 3 €. ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE SÃO BENTO Nós adoramos a estação por ser muito charmosa, pois mantém um ar melancólico e características de séculos. A Estação Ferroviária de São Bento também está na lista de uma das mais interessantes de Portugal. O hall de entrada por onde se tem acesso ao prédio tem mais de 20 mil azulejos azul e branco, eles retratam momentos importantes da história do país. Localizada no Centro da cidade, pode ser visitada a qualquer momento, de lá sai trens que em Portugal leva o nome de comboio, para diversas cidades como Guimarães, Braga e até Lisboa. IGREJA TORRE DOS CLÉRIGOS Vista de longe a Torre dos Clérigos chama a atenção e é um dos monumentos mais simbólicos de Porto. Datada do século XVIII a torre tem 200 degraus e 49 sinos que podem ser vistos na subida até o topo, que dá uma visão privilegiada de toda a cidade. O ponto turístico está aberto todos os dias, a entrada na igreja é gratuita, mas é preciso pagar 5 € para ter acesso a torre e ao museu. RIBEIRA Um dos pontos mais visitados do Porto e seguramente um local que você deve visitar. Localizada às margens do Rio Douro, a Ribeira tem diversos sobrados coloridos, restaurantes, bares, apresentações artísticas durante todo o dia, vale muito passar alguns minutos visitando o local. Desse ponto é possível chegar até a Ponte Luís I, que liga Porto a Vila Nova de Gaia, do outro lado do rio. PONTE LUÍS I A ponte chama a atenção por sua estrutura metálica que pode ser vista ao longe. Pela Luís I ou Dom Luís I é possível caminhar e atravessar de Porto para Vila Nova de Gaia, tanto na parte inferior por onde passam veículos, quanto na parte superior por onde podem passar pedestres e também os comboios. Vale a pena na sua visita ao Porto caminhar pela ponte e ver a cidade por outro ângulo, não menos interessante que os demais, porém ainda sim será uma vista privilegiada. VILA NOVA DE GAIA A cidade portuguesa que mais parece um bairro de Porto, mas Gaia é mais uma das cidades pequenas e charmosas de Portugal. A dica por lá é caminhar às margens do rio, passear pelas diversas caves de vinho, ver os barcos de madeira que transportam vinho e visitar a igreja que fica no alto do morro de onde se tem uma linda vista e sentar um pouco no jardim que dá uma visão ampla do Rio Douro e de Porto. Mas ainda existem muitos outros lugares para explorar nessa que é uma das cidades mais bonitas e interessantes de Portugal, como museus, igrejas e prédios históricos. Deixe a câmera e o celular carregados e faça muitos vídeos e fotos por onde passar, porque ao nosso ponto de vista toda a cidade é fotogênica, até mesmo os casarões mais antigos e às vezes com pinturas desgastadas e azulejos deteriorados são bons planos de fundo, por ainda manter a melancolia de anos atrás, é por isso que Porto é uma das cidades mais interessantes para visitar em Portugal.
  11. Penso em fazer um mochilão em agosto que passaria por Nice e teria Roma como destino final com tempo para passar em 2 cidades da Itália no caminho. Muitos nomes vêm à tona nesse tópico. Florença é quase uma unanimidade para todos que perguntei e existe uma dúvida cruel entre Turim e Génova. Gostaria de ouvir de pessoas experientes quais as duas melhores cidades da Itália para eu visitar nesse trajeto. 😃
  12. Olá! Gostaria de saber se não declarar imposto de renda pessoa física pode me gerar algum problema na imigração de viagem internacional? Mesmo que eu seja obrigada a declarar aqui no BR, mas nunca tenha declarado. Pretendo viajar para Europa e Ásia. Aproveitando... o dinheiro que eu levar em espécie e em uma conta, eu preciso comprovar a origem? Tipo, se recebi através de salário ou algum outro meio legal. Obrigada!
  13. Você está pensando mudar sua vida e morar na França? Está procurando saber sobre como ter uma boa cobertura de saúde no seu novo país? Continue lendo aqui para conhecer tudo para garantir a sua segurança em caso de emergências! Há diversas coisas que você precisa fazer para estar preparado para sua mudança de país – ter uma estadia para se estabelecer, procurar empregos, entender as burocracias, comprar suas passagens, ir atrás de aprender a nova língua… Mas um detalhe que às vezes é deixado de lado é garantir que você tem o seu seguro de saúde. Mesmo que a França tenha uma ótima estrutura de saúde pública, de alta qualidade, diversidade e com grandes investimentos do governo, você como expatriado é obrigado por lei a ter uma cobertura de saúde (e é exatamente como a lista de planos e empresas de seguros de saúde internacionais abaixo poderá te ajudar). Mas além de falar sobre suas opções de seguro de saúde internacional para um expatriado na França, vamos primeiro falar um pouco sobre como o sistema de saúde francês é estruturado, qual é a diferença entre seguro de viagem e seguro para expatriados, qual a cobertura dos planos de seguro, e muito mais. (E certifique-se de ficar até o fim do artigo para conhecer mais sobre os diferentes tipos de vistos que você pode começar a viver, estudar e trabalhar na França!) Como funciona o sistema de saúde na França? Independente do país para onde você se mude, é preciso ter certeza de que sabe como o sistema médico funciona. Especialmente em um lugar como a França, considerado um dos melhores e mais acessíveis do mundo. Com cerca de 10% do PIB do país utilizado na área da saúde, a França possui uma estrutura de alta qualidade, universal a todos e é quase 80% financiado pelo próprio Estado, já que oferece um seguro nacional de saúde. Morando na França, o governo oferece acesso a todos os serviços que você pode precisar, como médicos e hospitais ou medicamentos gratuitos/muito baratos, até mesmo para os imigrantes. Ainda assim, não pode ser considerado completamente gratuito. Se você está trabalhando na França, parte do seu salário é descontado para a Sécurité Sociale, o plano de saúde nacional. Ele tem como objetivo amparar os cidadãos e suas famílias em relação a acidentes, emergências e longevidade. Então, todo o trabalhador no país se filia ao Sécurité Sociale e deve apresentar a Carte Vitale, a carteira de assistência médica pessoal, toda vez que necessitar dos serviços de saúde. A carteira é um banco de dados onde todas as suas informações de saúde estão reunidas e são acessadas. Há um misto de sistema público e privado, já que o público cobre até 80% e os outros 20% pode ser reembolsado se você tiver uma cobertura privada. Continue lendo em: 7 Melhores Seguros Saúde Internacional p/ Expatriados na França
  14. Está procurando a sua próxima aventura? Deseja curtir as suas férias em uma ilha paradisíaca? Tenerife é um dos melhores locais de férias onde você pode encontrar belas praias e fascinantes trilhas para caminhadas. Milhões de pessoas visitam as Ilhas Canárias todos os anos. O clima e a paisagem locais são ideais para férias e abstração da realidade. Tenerife é uma das ilhas mais visitadas da região. E não é à toa, o local conta com um clima encantador além de diversas atividades incríveis que encantam os turistas e moradores locais. Não se esqueça de conferir as praias paradisíacas, os centros históricos adoráveis, os museus repletos de narrativas e o famoso vulcão El Teide. Mas por onde você deve começar? Aqui estão os lugares mais amigáveis para jovens em Tenerife. 1. Se divirta com bolhas de futebol em Tenerife, Santa Cruz Muitas pessoas adoram atividades esportivas e gostam de se divertir com companhia. Se você sempre quis experimentar o futebol, que tal uma versão modificada? Você tem que colocar uma bolha para poder cair e ricochetear nas superfícies. Este formato de entretenimento será do interesse de muitas pessoas. Será especialmente divertido se você jogar com seus amigos. Divida em duas equipes e tente marcar um gol. Esse tipo de entretenimento tomará muito tempo, então os alunos devem programar suas atividades com antecedência. Caso não dê conta das suas tarefas escolares, encontre um site para ajudá-lo com as lições e continue jogando. 2. Visite a Playa de las Teresitas Que tal uma praia linda? Este lugar é ideal para relaxamento passivo. A praia de areia limpa é cercada por colinas e águas límpidas do Oceano Atlântico. É quase uma garantia desfrutar da brisa fresca quando chegar à praia pela manhã. Aqui, ninguém vai distraí-lo da paz e tranquilidade com a natureza. Ouça o bater das ondas, os gritos das gaivotas e desfrute da serenidade. Vale ressaltar que esse formato de recreação será de interesse de quase todos os cansados das megacidades barulhentas. Continue lendo em: Os 9 Lugares Mais Amigáveis para Jovens em Tenerife, Espanha
  15. ESCÓCIA Desde que assisti ao filme Coração Valente pela primeira vez, me encantei com a história de William Wallace e da Escócia. Ao longo dos anos, fui me familiarizando com personagens como Robert de Bruce e Mary Stuart, e com histórias interessantes como toda a luta pela independência contra a Inglaterra. Mais recente outra obra audiovisual entrou com tudo na nossa casa: uma série chamada Outlander, obra de ficção histórica que se passa na época da revolta Jacobita. A série ajudou, finalmente, a tirar do papel o plano de conhecer a Escócia, e quando planejamos nossa viagem para o Reino Unido em 2019, decidimos incluir 10 dias na Escócia, 11 dias contando com o dia de embarque no Brasil, de 30 de abril até 10 de maio. Esta parte da viagem, vamos compartilhar com vocês para tentar ajudar e facilitar a quem está planejando conhecer esse belíssimo país. Viajamos em casal e entre os principais locais/regiões que visitamos na Escócia estão: Edimburgo, Rosslyn, Stirling, Highlands e Ilha de Skye. Nosso itinerário foi o seguinte: OBS: lembrando que a viagem começa no dia anterior, já que o voo sai do Brasil em um dia e chega ao país de destino no dia seguinte. Dia 1: Chegada. Pegamos o Voo da KLM de Fortaleza para Edimburgo com escala rápida em Amsterdã. Chegamos em Edimburgo por volta de 12:40. Imigração tranquila, a única pergunta que o agente fez, foi se era a nossa primeira vez na Escócia e pronto, passaporte carimbado. No Aeroporto, para ir ao centro, pegamos um ônibus bem confortável, na parada D, o Arlink 100, e descemos na última parada Warvely Bridge. Comprando ida e volta (open return) é mais barato, esse ticket custou 7,50 Libras em 2019 e pode ser comprado tanto no guichê quanto com o motorista, porém comprando no motorista o dinheiro tem que estar na conta certa, pois ele não dá troco. O Hotel que ficamos foi o Hub Premmier Inn Edinburgh Royal Mile, o preço foi de 240 Libras por 4 noites. Os Hotéis estilo Hub da rede Premmier Inn possui quarto pequeno, mas bem moderno, espaço dividido e funcional. Esse hotel específico fica uns 10 minutos da estação de trem e menos de 5 minutos da Royal Mile. Depois de descansar 1 horinha da viagem, o dia restante da chegada foi para fazer o reconhecimento da rua mais famosa de Edimburgo, a Royal Mile. Uma volta no tempo. O ideal é explorar a rua sem compromisso para ir admirando a arquitetura e explorar os vários becos da cidade, as famosas Closes. Indo no sentido ao Castelo, você passa pelo beco mais famoso, Mary King Close, pela Saint Giles Cathedral, e já no final, perto do Castelo de Edimburgo, tem uma loja chamada Tartan Weaving, com 5 andares. É lá que dá para comprar blusas, chales, gorros e outras coisas com as famosas estampas escocesas. Continuando a caminhada, indo para o lado esquerdo e descendo umas escadas saímos na Victoria Street, a famosa rua oval com as fachadas das lojas coloridas. Dizem que a J.K. Rowling se inspirou nessa rua para criar o Beco Diagonal da série Harry Potter. Descendo e virando a direita encontramos a Grassmarket, uma praça bonita com alguns restaurantes. No final da praça se tem uma visão belíssima do Castelo. Depois, voltando um pouco e subindo uma rua no sentido oposto da Victoria Street saímos no Cemitério de Edimburgo. Não, não é um passeio fúnebre é um dos cemitérios mais bem cuidado e bonito que já vimos. Em frente, atravessando uma pequena rua, tem uma estátua do cachorro Bobby, símbolo de fidelidade da Escócia. Nessa mesma rua da Estátua fica o famoso restaurante Elephant house, mas deixamos para entrar outro dia, pois fomos bater nosso ponto no Hard Rock Café da cidade. Victoria Street Dia 2: Voltamos a andar pela Royal Mile, mas dessa vez para visitar as atrações. A primeira foi a Câmera Obscura e o Mundo das Ilusões, uma atração bem divertida e interativa eu diria até que imperdível, assim como o Castelo de Edimburgo. Muitas salas com ilusão de ótica, truques utilizando a física e ao final da visita, no telhado, local que rende excelentes fotos da cidade, tem uma experiência surpresa bem bacana. A visita durou mais ou menos 1h30 – 2 horas. O valor do ingresso individual foi 16 Libras. Depois, bem pertinho da Câmera, fomos ao Castelo de Edimburgo, talvez a principal atração da cidade. Ficamos praticamente umas 4 horas dentro do Castelo e deu tempo para explorar tudo. As atrações que mais gostamos foram: - O tiro do canhão as 13 horas, One o’Clock Gun, que tem toda uma preparação e um ritual antes do disparo. - A sala da coroa, com as joias da coroa escocesa e a pedra do destino, utilizada na coroação dos reis por séculos, desde Eduardo I, aquele da briga com William Wallace, até os dias de hoje. Na próxima coroação da monarquia britânica, essa pedra será levada para a Abadia de Westminster para ser colocada embaixo do trono da coroação. - Royal Palace, antiga moradia da família real. - Grande Salão, decorada com itens medievais. - Sala de prisão de guerra, localizada no subterrâneo do castelo, era um local de prisão, execução e tortura. Existem muitos itens no local que remete a época medieval. No castelo ainda tem a sala de guerra e a St. Margaret’s Chapel, uma capela pequena e bem pitoresca. Não menos importante, a vista que se tem da cidade do terraço do castelo é espetacular. O ingresso individual custou 17,50 Libras. Continuando o passeio do dia, descemos até ao Princes Street Gardens. Vimos o Scott Monument, mas não subimos, são 287 Degraus, preferimos continuar caminhando por 1 hora no parque. Ao lado do parque tem a Princes Street, avenida que tem lojas como a Boots, Primark e H&M. Paralela a Princes Street tem uma rua chamada Rose Street, bem charmosa. Uma curiosidade: ali perto, na 128 St. Charlote Street, morou Graham Bell, o inventor do telefone. Câmera Obscura e o Mundo das Ilusões Dia 3: Foi o dia de visitar o National Museum of Scotland, o Museu Nacional da Escócia, e que museu, ficamos das 10:00 até 13:30, mas dava para ficar o dia inteiro. Uma das atrações mais interessante do Museu é a ovelha Dolly empalhada. Como o museu é grande, o ideal é estudar e anotar as principais atrações que você tenha interesse para visitar. As salas que achamos bastante interessantes foram as alas da História da Escócia, História Egípcia e Animal World. O museu é bastante interativo, tem algumas salas com alguns itens para você interagir, dá para pilotar um simulador dentro de um carro de fórmula 1 por exemplo. Destaque também é o salão principal com uma arquitetura muito bonita. Nesse dia, almoçamos no famoso café Elephant House, que fica perto do museu, e nos sentamos mais ao fundo do restaurante, perto da janela onde a J.K. Rowling tinha a visão do cemitério e escrevia alguns trechos da saga Harry Potter. Sobre a experiência do restaurante, esperamos uns 10 minutos para sentar, atendimento normal e a comida foi ok, não era ruim, mas também não era nada espetacular. Depois descemos a Royal Mile no sentido contrário ao que fizemos no 1º dia para fazer a visita ao Palace of Holyroodhouse. Quase tiramos essa atração do roteiro e ainda bem que não fizemos isso, o palácio é muito bonito, com muita história relacionada aos Stuarts. E as ruínas da Abadia do século XII, frequentada por Robert de Bruce, para quem gosta de história antiga é de tirar o folego. No palácio, tem uma sala onde ocorreu o assassinato de David Rizzio, secretário da rainha Mary Stuart, pelo então marido da rainha Lord Darnley. Tem uma mancha no piso da sala, que dizem ser do sangue de Rizzio. Demoramos 2 horas para visitar todo o complexo. O ingresso individual custou 15 Libras com audioguia incluso. Depois do palácio fomos subir o Arthur’s Seat, isso já era umas 18:00. Foi uma das melhores atrações que fizemos em Edimburgo. A subida é bem bonita, com bastante flores típicas amarelas escocesas, a vista vai ficando cada vez mais interessante, porém vá preparado com gorro, luvas e etc, porque faz muito frio e venta bastante no local. Demoramos uns 40 minutos para subir. A visão lá do topo é espetacular. É bom levar lanche e água para recuperar as energias para a descida. Depois de descer o Arthur’s Seat, já escurecendo, entramos num beco da Royal Mile, chamado Bakehouse Close. Para quem assiste a série Outlander, é o local que foi filmado a gráfica do personagem Jamie Fraser na terceira temporada, onde acontece o reencontro entre a Claire e o Jamie. Cansados, comemos num Pret A Manger da estação de trem e depois, finalmente, chegamos ao Hotel para um merecido descanso. Ovelha Dolly Trecho da subida do Arthur’s Seat Dia 4: Último dia em Edimburgo, mas a atração que reservamos para finalizar nossa estadia na cidade não fica na capital escocesa, fomos visitar a famosa capela de Rosslyn. Na Parada North Bridge Stop NE, pegamos o ônibus 37 e descemos na parada Original Rosslyn Hotel. A Capela de Rosslyn é famosa pelos mistérios envolvendo os templários e por ter aparecido no filme Código da Vinci nas cenas finais. Os mitos contam que ela foi construída pelos templários para abrigar o Santo Graal. Você não pode tirar foto dentro da Capela, mas realmente ela é intrigante. Os tetos, os pilares e as janelas são cheios de detalhes, como rostos, objetos e alguns símbolos esculpidos no local. Cada cantinho da capela revela uma surpresa. Um dos principais destaques, é o Pilar do Aprendiz, uma coluna linda, toda trabalhada, cheia de detalhes e com uma história interessante sobre a sua construção. Dizem, que o mestre escultor viajou em busca de inspiração, então seu aprendiz, aproveitou a ausência do mestre para esculpir o pilar. Quando o mestre voltou, ele viu a verdadeira obra de arte que ficou o pilar, porém, por inveja, assassinou o aprendiz. Existe um rosto esculpido, do lado oposto, que fica olhando na direção do pilar, que dizem ser do mestre como forma de punição pelo assassinato. Também dá para visitar a cripta mostrada no filme Código da Vinci, mas é um pouco diferente do que foi mostrado na adaptação cinematográfica do livro de Dan Brown. Apesar de ser pequena, ficamos umas 2 horas dentro da capela vendo todos os detalhes. O ingresso individual custou 9 Libras. Depois saímos e fomos no sentido das ruínas do Castelo Rosslyn, que também aparece no filme, porém preservado só tem o portal e uma parte que foi transformada em Hotel. Descendo as escadas ao lado das ruínas encontra-se o Rosslyn Glen Country Park. Nesse parque fica o local da Cave Wallace onde segundo os historiadores, William Wallace teria se escondido após a batalha de Rosslyn. Não encontramos a caverna, mas depois de muito andar encontramos um local onde foi filmado uma cena de Outlander da 1ª temporada, episódio 9. O parque é bacana para quem quer explorar e fazer uma pequena trilha, possui alguns pontos com muitas flores, pequenos rios, paredões de pedra, mata um pouco mais fechada, ruínas de casas e castelos. Para voltar ao centro de Edimburgo pegamos o mesmo ônibus, porém no lado oposto da parada da primeira descida. No final da tarde, ainda deu tempo de visitar o Calton Hill em Edimburgo, e mais uma vez com uma vista exuberante da cidade. Uma despedida perfeita de uma das cidades mais bonitas que já visitamos. Capela de Rosalyn Dia 5: Stirling. Aqui começa a aventura pela Escócia. Pegamos o mesmo ônibus da chegada, o Arlink 100, para voltar ao aeroporto e pegar o carro que alugamos. Decidimos alugar no aeroporto porque como no Reino Unido a direção é na mão contrária, não queríamos arriscar dirigir dentro da cidade de Edimburgo, mas sim, pegar logo de cara uma rodovia onde não teria muito trânsito, nem sinais e o caminho seria mais reto. Também deixamos para fazer isso pós Edimburgo porque eu queria aproveitar para ir observando trânsito e a forma como eles dirigem. Abrindo um parêntese sobre dirigir na mão contrária: o atendente da Localiza (um espanhol) foi bem solícito, me acompanhou até o pátio e deu umas voltas comigo para ir familiarizando com a direção oposta. No começo foi estranho, inclusive na primeira rotatória deu um branco e tive que parar, acabei levando uma buzinada, mas também foi só isso de problema que aconteceu na viagem toda. Depois de 20 minutos de direção, seu cérebro parece que se adapta e sua mente já se acostuma com a nova forma de dirigir. Na verdade, é só pensar tudo ao contrário, a via mais rápida é a da direita, a entrada na rotatória é pela esquerda, ultrapassagem pela direita e assim vai. Uma dica importante, e que ajudou muito, foi alugar carro automático, vale muito a pena pagar mais caro por isso. Acho que só posso dizer que foi fácil dirigir na mão contrária por causa do câmbio automático, não tive que me preocupar em trocar de marcha com a mão esquerda. Estudar as placas e os sinais do trânsito da Escócia, antes de viajar, também ajudou bastante. Voltando para a viagem, nosso destino final do dia era a cidade de Stirling, mas antes fizemos uma parada em Lallybroch, que na verdade se chama Castelo Midhope. Aqui é outra parada para os fãs de Outlander e uma das principais eu diria. Se você não assiste a série não compensa fazer esse pequeno desvio. A visita é rápida, tem um estacionamento pequeno no local e em 20 ou 30 minutos você faz uma visita na área externa. Não tem acesso ao interior do castelo. O ingresso custou 3,50 Libras por pessoa e compra na hora. Após essa parada, seguimos para Stirling e antes de parar no hotel fomos direto ao William Wallace Monument, que para mim seria uma das atrações mais aguardadas dessa viagem, pois desde o filme Coração Valente essa parte da história da luta pela independência da Escócia me atraiu bastante. Almoçamos no local e pegamos uma van, já inclusa no ingresso, para subir até o monumento, que foi construído no local onde Wallace montou sua base na batalha de Stirling. É uma torre construída, por volta de 1869, com a doação de dinheiro dos escoceses e de alguns estrangeiros para homenagear o herói escocês. São 3 pisos, além do terraço, onde você conhece um pouco da história de William, da batalha de Stirling e da Escócia. Na visita, o destaque vai para a espada gigante que pode ter pertencido ao Wallace, várias armas da época medieval e a vista espetacular do topo do monumento, a qual você consegue observar o castelo e o campo da batalha de Stirling, hoje um campo verde e tranquilo, ao redor do Rio Forth, uma vista espetacular. A visita durou mais ou menos 1h30 e o preço do ingresso individual foi 10,50 Libras. Na volta, descemos a pé o mesmo percurso realizado pela van na ida, para curtir um pouco da paisagem. Fomos para o Hotel, fizemos o checkin, deixamos as malas e partimos para o Castelo de Stirling. O hotel que ficamos foi o Premmier Inn Stirling - Stirling City Centre e o preço da diária foi 43 Libras. Quarto excelente, espaçoso, limpo e bem localizado. Fica perto do centro, mas numa área tranquila ao lado de um bosque onde vimos muitos coelhos e esquilos, uma ótima escolha. A visita ao Castelo de Stirling durou 3 horas, deu tempo de ver praticamente tudo. Muito bem preservado, lá você vai conhecer mais da história de Robert de Bruce, William Wallace, da família Stuart e de toda a confusão entre Escócia e Inglaterra. Só para se ter uma ideia o castelo, entre 1296 e 1342, mudou de domínio 8 vezes. Vimos uma exposição do Castelo que conta a história da dinastia Stuart, vimos uma grande cozinha conforme era na época medieval, visitamos o Grande Salão, o maior da Escócia, e vestimos até roupas de época. O Royal Palace dentro do castelo é um show a parte, bem restaurado o destaque vai para uma sala onde o teto é decorado com esculturas de alguma cabeças. Caminhar pelas muralhas e apreciar a vista do castelo também é impressionante. O valor da entrada individual foi de 15 Libras, compramos ainda no Brasil pelo site oficial para evitar as filas. Depois do castelo caminhamos pelo centro da cidade e no fim de tarde e fomos até a ponte de Stirling, local da famosa batalha de Stirling em 1297 em que William Wallace derrotou o exército inglês. Atravessamos a ponte até chegar ao campo de batalha, que hoje é um local tranquilo com uma bandeira da Escócia fincada no chão. Foi emocionante pisar onde essa história aconteceu, foi excelente para encerrar o dia. Espada de William Wallace Vista do William Wallace Monument Dia 6: Loch Lomond/Luss/Highlands. Esse dia talvez tenha sido o mais interessante da viagem. Pegamos o carro, saímos de Stirling, umas 10:00, até a cidade de Fort William nas highlands escocesas, um percurso total de mais ou menos 180 Km, mas até chegar ao destino final, fizemos várias paradas em locais maravilhosos. Mesmo se não houvesse paradas já teria valido a pena, pois essa rota da estrada A82 é bastante cênica. O primeiro ponto de parada foi o Loch Lomond, mais precisamente numa cidadezinha pitoresca chamada Luss. Primeiro, compramos um sanduíche e nos sentamos numa área verde com bancos e mesas de madeiras bem perto do lago. O local tem um estacionamento amplo, é só não esquecer de colocar uma moeda na máquina (1 Libra), pegar o ticket e colocar no carro. Depois passeamos pelo lago até o píer de madeira e entramos na cidade de Luss. A cidade de Luss parece um local daquelas histórias de contos de fadas, uma cidade pequena, com casas feitas de pedras, paisagismo interessante, e flores e jardins bem cuidados. Na cidade, ainda tem uma igrejinha bem pequena com uma espécie de cemitério na frente, onde a atração é uma sepultura Viking de aproximadamente 1000 anos. A cidade e seus arredores são tão interessantes que perdemos a hora. Ficamos umas 3 horas no local. Se você tiver mais dias, vale a pena se hospedar na região e tirar 1 dia inteiro para aproveitar Luss e o Loch Lomond, tem trilhas interessantes para fazer no local, não fizemos por falta de tempo. Depois dessa parada seguimos nossa expedição nas Highlands. Ainda no Brasil, pesquisamos e marcamos vários pontos de parada para descer e aproveitar o lugar, entre vales, montanhas, quedas d’água, lagos e paisagens cinematográficas. Os pontos que marcamos foram: Loch Tulla, Loch Ba, Etive Mor Waterfall, Glen Etive Park, Glencoe Valley, Three Waters, Three Sisters, Loch Achtriochtan. Loch Tulla e Loch Ba foram uns bons aperitivos para o ponto alto das nossas paradas que foi o Glen Etive, que para chegar até o local tem que sair da rodovia principal e fazer um desvio, mas não se preocupe, é só colocar no google maps ou algum GPS que você chega lá. Assim que você sai da rodovia A82 para ir ao Glen Etive, tem um recuo do lado esquerdo que é a parada para conhecer o Etive Mor Waterfall. Atravesse a rua, caminhe para o lado oposto e terá um cenário de uma belíssima e pequena queda d’água com uma montanha ao fundo. Seguindo nesse desvio por uns 40 minutos, e alguns veados no caminho, chegamos ao Glen Etive. Na estrada, tem que tomar algum cuidado, pois em alguns trechos só passa 1 carro, mas existe vários recuos para você encostar e dar a passagem para o carro que está na direção contrária. A regra é, quem estiver mais perto desses pontos de passagem é quem encosta o carro. A estrada vai margeando o rio etive, e sério, perdemos a conta de quantas vezes paramos no percurso para contemplar a beleza do cenário e paz do local. Ao chegar no local, foi só contemplar o Loch Etive, e que cenário. Ficamos 1 hora entre contemplação, tirar fotos e fazer um lanche (tem que levar, não tem onde comprar nada). Só tomar cuidado que tem uma parte do lago que a água sobe com o tempo, não percebemos e quando fomos voltar, vimos que o mesmo local em que pisamos já estava cheio de água. Tivemos que fazer uma pequena volta para conseguir sair da beira do lago e voltar ao estacionamento. Sobre o estacionamento, é na margem do lago, não é grande, não tem estrutura é um lugar bem rústico mesmo. Infelizmente, e ao mesmo tempo felizmente, tivemos que seguir viagem, por mim passaria a tarde naquele lugar. Detalhe: vimos várias barracas de acampamento no caminho. Voltando para a estrada, as 2 próximas paradas também têm uma das paisagens mais belíssimas que vimos da viagem, o Vale Glencoe. Como já estávamos perto do fim de tarde as paradas no Glencoe Valley e na Three Sisters foram bem rápidas. Se você quiser pode caminhar pelo Glencoe, vimos pessoas fazendo isso, mas não tínhamos mais tempo, já que não queríamos dirigir a noite na mão contrária. Nós tínhamos programado sair de Stirling 09:00, mas como saímos as 10:00 faltou essa hora, que poderíamos ter usado para caminhar no Vale, mas imprevistos de viagem acontecem. Ainda fizemos a última parada rápida no Loch Achtriochtan, outro cenário lindo com uma casinha perdida no meio de um lago e montanhas, e chegamos em Fort William por volta das 20:30 já escurecendo. Chegando em Fort William, fomos jantar num Mcdonalds perto do Hotel e dar uma voltinha no centro, uma pequena rua bem deserta, mas interessante. Nos hospedamos no Premier Inn For William, 39 Libras a diária. A hospedagem foi excelente, no padrão Premier Inn e o melhor de tudo é que fica ao lado da estação de trem que sai o Jacobite Exprees, o passeio do dia seguinte. Luss Glen Etive Glencoe Dia 7: Jacobite Express/Eilean Donan Castle. Reservamos esse dia para fazer o passeio no Jacobite Exprees ou, se preferir, trem do Harry Potter. O trem sai as 10:15 de Fort William e chega 12:25 na cidade da Mallaig, com uma parada na cidade de Glenfinnan. O ideal é comprar com antecedência no site da atração, o valor da passagem de ida e volta custou 39,85 Libras individualmente. Você pode comprar somente 1 trecho também. Eles mandam os tickets por e-mail, já com os assentos marcados. A paisagem do percurso é bonita, mas o ponto alto é a passagem pelo famoso viaduto de Glenfinnan. Na ida, saindo de Fort William, o ideal é você ficar do lado esquerdo. Não se preocupe em relação ao assento, se na ida você ficar no lado contrário, na volta você vai ficar no assento do lado certo para ver o viaduto. Uma dica para pegar uma foto ou um vídeo excelente do viaduto é: assim que o trem sair da estação de Glenfinnan, levante da sua cadeira e se posicione na janela que fica perto da porta de saída do vagão, onde não tem assento, você não disputará as janelas do vagão com todos os passageiros que se levantam para tentar ver e fotografar o viaduto. Nesse local você terá a janela só para você. O engraçado é que um casal de escoceses que estava na poltrona do nosso lado viu a gente fazendo isso e na volta fizeram também. Em Mallaig você terá quase 2 horas para curtir o local, mas a cidade não tem muito a oferecer, apenas um pequeno Porto. O melhor da cidade foi comer umas focaccias e tomar um refrigerante de rosas gostoso num local chamado Bakehouse em frente ao cais. 14:10 o trem saiu de Mallaig para fazer o caminho de volta e chegou em Fort William as 16:00. Voltamos para o Hotel, pegamos as nossas malas, o carro, e partimos em direção a Ilha de Skye. No caminho, paramos no famoso e talvez o Castelo mais fotografado da Europa, o Eilean Donan Castle. Chegamos por volta das 18:30 e foi o melhor horário que poderíamos ter chegado. O sol estava iniciando o movimento para se pôr, e a luz estava ótima. Não tinha quase ninguém, era o castelo e a famosa ponte de pedra praticamente só para nós. Não dava para visitar o interior do castelo, pois estava fechado, mas dava para andar em toda a área externa. Uma paisagem cênica, que rende ótimas fotos tanto perto quanto longe do castelo. Falando em paisagem, quem for de carro para essa região pode se preparar, porque em todo percurso entre Fort William até a Ilha de Skye você vai parar muito para apreciar e tirar fotos dos vários mirantes ao longo da estrada, cenários impressionantes, sem falar que as estradas são floridas e bem verdes. Vale dirigir com calma, sem pressa e curtir a viagem. Chegamos no início da noite ao nosso hotel, o Larchside Bed and Breakfest, que aliás foi a melhor hospedagem da viagem. Não fica no centro de Portree, mas fica apenas uns 3 a 5 minutos de carro. Quarto grande, muito limpo e aconchegante, e o anfitrião Craig é muito simpático e solícito, explicou tudo da região e deu dicas das atrações. Um comentário engraçado que ele fez, é que ultimamente estava recebendo muitos brasileiros de Minas Gerais. Café da manhã delicioso com frutas frescas (framboesa, amora etc.) e você escolhe no dia anterior o que vai querer comer no dia seguinte. O Hotel na verdade é uma casa grande, onde ele aluga os quartos. O valor foi de 180 Libras 2 diárias. Viaduto de Glenfinnan Paisagem durante o percurso Eilean Donan Castle Dia 8: Ilha de Skye. De início vou logo deixar um aviso, 1 dia é pouco para aproveitar a região. Tivemos que escolher entre quais atrações visitar. Para explorar as principais atrações da Ilha, o melhor seria ficar 2 dias cheios, ou seja, 3 pernoites. Começamos o dia em Portree, a cidade que é o centro da ilha. Tiramos aquela famosa foto das casinhas coloridas no melhor ponto que é na rua Bosville Terrace. Fomos até a Mackenzies Bakery e compramos alguns pães e lanches para passar o dia, já que as atrações ficam em locais sem estrutura para comida. Nossa primeira parada foi nas Fairy Pools. Lá tem estacionamento a Fairy Pools Car Park. Precisa de fôlego, já que tem subidas e descidas no percurso. Foram uns 20 minutos de caminhada até a primeira piscina. O local é maravilhoso, com várias quedas d’águas no percurso. Cuidado para não deixar passar o tempo. Demoramos cerca de 2 horas e meia no local e deu para curtir bastante. De lá, fomos para o Nest Point Lighthouse, um pouco mais de 1 hora entre uma atração e outra. No caminho, paramos num café chamado Lephin. Podem anotar é uma excelente parada para usar o banheiro e recarregar as baterias. A sopa de tomate é uma delícia, assim como Brownie. Um parêntese importante, em vários pontos da estrada é aquela via única, mas tem vários pontos de passagem para você parar e deixar o carro que está na mão contrária passar. O fato de você dirigir pela ilha já é uma atração a parte, parece que você está num belíssimo fim de mundo, com uma natureza exuberante a sua volta, com suas montanhas, lagos, flores e muitos animais no caminho como ovelhas e as famosas vacas Highlanders. Em muitos momentos é apenas você, seu companheiro(a) e a Escócia, uma paz imensa. Bem, chegamos ao Nest Point, uma paisagem espetacular. Um alerta: aqui venta muito forte, vimos lenços e chapéus voando. Aqui também precisa de fôlego e para quem tem mobilidade reduzida o local não é interessante, pois tem um escadão enorme para você descer e subir na volta. A subida na volta foi difícil. O local é mágico. Um farol antigo no alto, uma vasta área verde, várias famílias de ovelhas pelo local e a imensidão do Mar ali pertinho de você. Um local para contemplar. Você ainda pode deixar sua marca montando uma torre de pedras para a posteridade. Ficamos também umas 2 horas aproveitando a paisagem. Para estacionar, assim como nas Fairy Pools, foi tranquilo, tem muito espaço. Depois do Nest Point, pegamos o carro e fomos para a próxima atração, Fairy Glen. Mais 1 hora e 10 minutos de estrada. O local para deixar o carro é bem pequeno, tem que deixar na margem da estrada entrando um pouco na grama. Depois subimos um pequeno morro e do outro lado encontramos a Fairy Glen. Quando você caminha por aquelas montanhas, parece que você está pisando num tapete verde macio, uma sensação boa. Na parte de baixo das montanhas, no “chão”, tem um famoso símbolo em espiral, que dá uma áurea mística ao local. Pena que começou a chover e tivemos que ir embora. Ficamos quase 1 hora no local. Já pegando a estrada para voltar ao Hotel, demos uma paradinha em outra atração importante da ilha, o Quiraing. Não descemos do carro, mas valeu a pena admirar de perto essa cadeia de montanhas. Posteriormente, fizemos a última parada do dia na Kilt Rock. Parada rápida para ver a linda queda de água e ver o corte das rochas que lembram um Kilt. Tiramos umas fotos e pronto. A parada foi rápida pois estava muito frio. Tirei a luva para bater uma foto e meus dedos quase congelaram, já era fim de tarde/início de noite e o vento estava muito gelado. Chegamos na pousada já escurecendo. Foi um dia longo, cansativo, mas muito, muito proveitoso e inesquecível. Fairy Pools Ilha de Skye Nest Point Fairy Glen e a chuva chegando Dia 9: Lago Ness e Inverness. Penúltimo dia na Escócia e logo cedo tivemos que deixar esse paraíso chamado Ilha de Skye. Antes, fizemos uma última parada na Sligachan Old Bridge, uma ponte antiga de pedra inserida num cenário espetacular rodeada por montanhas belíssimas. Essa ponte fica no caminho de saída da Ilha. Outra atração que vimos no percurso foram as famosas vaquinhas highlanders, aquelas com os olhos cobertos pelo “cabelo”, tinha pelo menos umas 10 no local. Paramos o carro para muitas fotos e conseguimos até pegar nelas. A parada final desse dia foi a cidade de Inverness, mas até chegar a cidade fizemos várias paradas legais e interessantes pelo caminho. Novamente, paramos no Eilean Donan Castle e dessa vez foi para fazer a visita ao interior do Castelo. O castelo é pequeno e a visita é rápida, leva mais ou menos 1 hora. O castelo tem os ambientes medievais bem preservados e lá você aprende sobre a história do local, como por exemplo o motivo da sua construção no século XIII, que foi para se defender dos ataques Vikings. No Castelo, que já pertenceu ao clã Mackenzie e hoje pertence ao clã Macrae, foram realizadas várias filmagens, como o filme Highlander. A entrada individual custou 10 Libras com audioguia incluso. A Próxima parada foi no Castelo Urquhart e no famoso Lago Ness. 1 hora e meia de estrada entre os 2 castelos e mais uma vez um percurso com muitas flores amarelas na margem da estrada e com bastante mirantes com vistas espetaculares. O Urquhart é um castelo histórico as margens do Lago Ness, esteve sob os domínios de Robert de Bruce e foi importante na época da luta pela independência da Escócia. Hoje está em ruínas e sobrou pouca coisa de pé, mas é uma visita interessante. Antes de visitar a área do castelo, você entra numa espécie de sala de reunião onde assiste um vídeo com a história do local, e quando o vídeo acaba, de repente, as cortinas da sala se abrem e você dá de cara com as belas ruínas. Instigante. Algumas torres ainda estão de pé, o que dá uma bela vista do Lago Ness, assim como a cozinha e um espaço que era utilizado para prisão. Falando no lago, na visita você pode aproveitar, descer uma escada e dar de cara com o Lago Ness. Não, não vimos nenhum monstro, apenas algumas aves nadando tranquilamente, mas podemos garantir que a água estava bastante gelada. A visita custou 12 Libras o ingresso individual e ficamos umas 2 horas e meia no local, contando com o tempo para o almoço. Mais uns 40 minutos de estrada e chegamos em Inverness. O hotel que ficamos foi outro da rede Premier Inn, o Inverness Centre (Millburn Rd), onde tivemos o único problema de hospedagem da viagem. O aquecedor não funcionou e não trocaram a gente de quarto, só deram outro cobertor o que não resolveu o problema do frio. Chegando ao Brasil, reclamamos no site, pediram desculpas e mandaram um cheque com o valor da hospedagem, o que não adiantou muita coisa pois não conseguimos descontar. Se tivéssemos pago com cartão de crédito, teriam estornado o valor da hospedagem no cartão, mas como economizamos grana na viagem e resolvemos pagar esse hotel em dinheiro ficamos sem ter o estorno. Sobre Inverness, caminhamos pelo centro da cidade e visitamos alguns locais como a Old High Church, onde os Jacobitas que sobreviveram a batalha de Culloden foram levados pelos ingleses para serem executados. Também vimos a catedral e o castelo de Inverness, mas somente por fora. Mas a melhor coisa para se fazer em Inverness é caminhar pela margem do Rio Ness, uma caminhada agradável, relevando o frio que fazia na cidade, que estava 4 graus a noite no início de maio. Vaca Highlander Castelo de Urquhart e o Lago Ness ao fundo Dia 10: Museu Culloden e Falkland. Último dia na Escócia e para aproveitar acordamos cedinho, 09:30 já estávamos no Museu de Culloden. Fica apenas uns 15 minutos do hotel que estávamos hospedados. Esse local conta a história da batalha final dos Jacobitas onde os ingleses massacraram os escoceses em uma luta que durou apenas alguns minutos. Além do museu, que conta toda a história Jacobita, visitamos o campo onde ocorreu a batalha. Um campo verde enorme marcadas por bandeiras vermelhas, posicionadas onde estavam as tropas inglesas, e por bandeiras azuis, onde estavam posicionadas as tropas escocesas. Ainda no campo de batalha, existe um monumento emocionante com pedras com os nomes dos Clãs escoceses que lutaram na batalha. Claro que o mais procurado para fotos é a pedra do clã Fraser por causa do sucesso da série Outlander. A entrada individual custou 11 Libras, com audioguia incluso, e o tempo de visitação foi de 2 horas. Seguindo já o caminho de volta para entregar o carro no aeroporto de Edimburgo, após 2h40 de estrada fizemos uma última parada numa pequena cidade chamada Falkland. Aliás, a estrada é uma atração a parte, com muitas flores amarelas típicas escocesas no percurso o que deixou o passeio belíssimo. A cidade em si é bem charmosa, parece que parou no tempo com as casas de pedras e suas flores nos parapeitos, além das ruas estreitas de pedras. Aqui foram filmadas algumas cenas da série Outlander como se fosse a cidade de Inverness nos anos 40. No centrinho, por exemplo, tem uma fonte antiga de pedra chamada Bruce Fountain, onde foram filmadas algumas cenas do início da série. Mais 2 curiosidades sobre essa bela cidade: É lá que existe o campo de tênis mais antigo do mundo construído por volta 1540, e o lendário cantor Johnny Cash visitou o local algumas vezes devido ao registro de alguns dos seus ancestrais na cidade. Ficamos apenas 30 minutos, pois tínhamos horário para devolver o carro e depois para pegar o trem para Liverpool. Mas a cidade merece pelo menos 1 dia cheio para aproveitar bem todo o charme que ela oferece. Mais 1 hora de percurso e chegamos ao aeroporto por volta das 16:00. Aqui tivemos um pequeno contratempo, pois não consegui acertar a saída da avenida para a entrada do aeroporto na primeira vez. O GPS estava desatualizado nesse trecho, então seguimos reto na avenida até encontrar uma rotatória para poder voltar e pegar uma outra saída para o aeroporto. Um pequeno susto, mas deu tudo certo. Devolução do carro super-rápida, menos de 10 minutos e já partimos para a estação de trem com destino a Liverpool, mas isso é papo para outro dia. O que posso dizer da Escócia, é um país mágico, com uma história riquíssima e paisagens naturais de tirar o fôlego. Entrou para o top 5 das nossas viagens com certeza. Ficou um gostinho de quero mais e no futuro voltaremos para desfrutar e curtir mais esse belíssimo país. Campo de Batalha de Culloden
  16. Na Alemanha, o seguro de saúde é obrigatório, o que significa que você terá que escolher um seguro de saúde público, privado ou internacional, dependendo de quanto tempo você planeja ficar e o que fará. Neste artigo, examinamos os diferentes tipos de seguros com nossos parceiros na Feather, juntamente com alguns seguros adicionais que são úteis ao se viver no exterior. Portanto, se você já mora na Alemanha ou vai se mudar para a Alemanha, este artigo é essencial para que você não se perca no sistema de seguro saúde alemão. Se você está planejando se mudar para a Alemanha, não se esqueça de dar uma olhada em nosso guia definitivo para expatriados e imigrantes na Alemanha. 1 – Seguro de saúde público na Alemanha A maioria dos alemães tem seguro saúde público por um bom motivo, já que ele oferece praticamente tudo de que você precisa (exceto seguro dentário, que é um complemento do seguro público). Existem centenas de provedores de seguros públicos diferentes, cada um ligeiramente diferente em seus serviços de bônus. Para a TK, eles oferecem atendimento ao cliente em inglês excepcional em comparação com outros em que você pode ocasionalmente ter a sorte de encontrar um falante de inglês. A DAK oferece serviços adicionais para o parto, então se você está pensando em engravidar e ter um bebê, pode ser uma boa ideia adquirir um seguro com eles. O Barmer é bom para jovens viajantes, pois eles cobrem vacinas de viagens – o que é bastante excepcional, já que outros provedores de seguros de saúde públicos fazem você pagar, e isso pode ser um transtorno dependendo da frequência com que você viaja. E, por último, a AOK oferece um ótimo programa de osteopatia. Existem outros seguros de saúde públicos, mas a maioria das pessoas com quem você conversa provavelmente terá um dos itens acima, já que seus prédios tendem a ser fáceis de encontrar no Google ou localizados perto de universidades onde as pessoas se encontram em uma posição onde precisam inscrever-se no seu próprio plano. Você pode se inscrever online aqui. 2 – Seguro de Saúde Privado Alemão Dependendo do seu trabalho, de onde você vem, dos membros da sua família e por quanto tempo você planeja ficar na Alemanha, podemos recomendar que você escolha um seguro privado, pois ele oferecerá uma cobertura melhor por um preço mais barato do que o seguro de saúde público. Por exemplo, se você ganha mais de € 65k, não tem familiares que precisam ser cobertos e planeja deixar a Alemanha dentro de alguns anos, pode estar economizando uma quantia bastante significativa de dinheiro com o seguro de saúde privado. Outra razão pela qual podemos recomendar o seguro de saúde privado é que o seguro de saúde público às vezes não aceita certos perfis. Os motivos mais comuns para a negação do seguro saúde público são: Acima de 55 anos (e de fora da UE) Trabalhador autônomo Você optou por sair Se alguma das afirmações acima for verdadeira, você precisará se inscrever diretamente no seguro saúde público. Continue lendo em: Tudo que Você Precisa Saber Sobre Seguros de Saúde Alemães
  17. As catedrais europeias são algumas das estruturas mais bonitas do mundo. Elas existem há séculos e essa história se reflete em sua arquitetura. A Catedral de Reims, por exemplo, foi construída no topo de um grande salão que remonta aos tempos romanos, enquanto a Catedral de São Vito guarda muitos tesouros onde está desde 1037 d.c. Esse artigo fornecerá todas as informações de que você precisa saber sobre sete das mais belas catedrais europeias que valem a pena ver – e você pode querer preparar o seu seguro de viagem depois de ler este artigo, por causa da “coceira” para visitar esses locais que você pode desenvolver. 1. Basílica de São Pedro, Itália Esta catedral fica na Colina do Vaticano e é conhecida como um dos lugares mais sagrados do Cristianismo. Foi construída pelo Imperador Constantino I por volta de 324 DC depois que ele teve uma visão que o levou a se converter ao Cristianismo, tornando-a uma das igrejas mais antigas da Europa! São Pedro guarda tumbas para muitos papas e líderes religiosos, incluindo João Paulo II, que morreu em 2005, e o Papa Bento XVI, que se aposentou aos 78 anos por causa de sua saúde debilitada. Desde a sua primeira construção, a própria basílica passou por algumas reformas, com Michelangelo adicionando afrescos como “O Juízo Final” (1541-45). 2. Catedral de Colônia, Alemanha Esta catedral gótica foi construída no século 13 para substituir uma igreja românica anterior que havia sido destruída por um incêndio. O plano original para a catedral de Colônia incluía duas torres, mas apenas uma foi concluída por falta de fundos – o que é uma pena, porque a teria tornado mais alta do que a Catedral de Ulm se ambas tivessem sido concluídas. Ele passou por alguns momentos muito difíceis sob Napoleão e na Segunda Guerra Mundial, quando seu telhado desabou durante os bombardeios aliados em 1944, após ser atingido por várias bombas. Hoje você pode entrar ou subir na torre, então aproveite sua visita! Continue lendo em: As 7 Mais Belas Catedrais Europeias que Você Deve Visitar
  18. Famosa pelo flamenco, tapas, futebol, Gaudi, festas e praias espetaculares, há uma infinidade de coisas para fazer na Espanha. Mas, além das praias, existem vários parques nacionais com cenários naturais únicos e montanhas dramáticas, incluindo vários picos com mais de 3.000 metros. Uma fusão de culturas conduzidas pela península da África, da Roma antiga e de diferentes religiões torna este caldeirão um dos países mais empolgantes para explorar na Europa. Vamos falar sobre o que NÃO fazer na Espanha primeiro Infelizmente, a Espanha também é famosa pela tradição da imperdoável “arte” das touradas. Há um grande movimento tentando conter essa atividade antiética na Espanha e, até o momento, os resultados são positivos. De acordo com a PETA, o número de touros mortos em touradas diminuiu 56% em 2019 em comparação com 10 anos antes. Agora, com a pandemia ao longo de 2020 e 2021, essas atividades tiveram um impacto ainda menor, pois os eventos sociais foram altamente restritos. No entanto, como turista, é tentador experimentar uma apresentação tradicional como esta, ou pelo menos visitar uma praça de touros fora do horário de apresentação. Afinal, é cultura! A dura verdade, porém, é que se você não quiser apoiar essa atividade, deve evitar completamente as praças de touros. Até que a praça de touros não seja completamente fechada para apresentações, há 100% de chance do seu dinheiro inocente ir direto para apoiar mais touradas. Felizmente, há muitas coisas éticas a fazer na Espanha para vivenciar sua rica cultura e você está prestes a descobrir muitas delas aqui! Continue lendo em: 14 Principais Atrações Culturais e Atividades p/ Fazer na Espanha
  19. Oi pessoal, eu pretendia viajar para o japão no ano que vem, mas pelo jeito não vai abrir, por isso, estou mudando meu roteiro para a Europa. Minha vontade é ir para Portugal, depois ir para a França e talvez ir para Itália, caso eles abram. Minha dúvida é, vou fazer o teste do covid no Brasil para ir até Portugal. Pretendo ficar três dias, depois vou ir para a França... Preciso fazer outro teste de covid para entrar na França? Tomei a coronavac, pelo que eu li em algumas notícias, quem tomou essa vacina é considerado como se nem tivesse tomado... Vou ficar cinco dias na França, aí devo fazer mais um teste para ir até a Itália? Estou confusa, na minha mente eu achava que se eu estivesse em Portugal por primeiro não haveria problema transitar nos outros países sem precisar fazer o teste.... Eles pedem terceira dose para quem tomou coronavac, mas eu acho inviável fazer isso no Brasil, já que somente os idosos estão tomando o reforço, não seria justo.
  20. Boa tarde, galera! Ano que vem vou fazer um mochilao pra Europa e estou escolhendo uma mochila cargueira para comprar. Estou na dúvida da Forclaz trek 100 easyfit 50L e da gyzmo da nautika 50L. Alguém poderia me dizer qual é melhor e se elas podem levar como bagagem de mão? Elas estão na faixa de 500 a 600 reais, se alguem souber alguma que vale mais a pena nessa faixa de preço eu aceito a sugestão. Obrigado!!
  21. Oi pessoal! Estou programando 10 dias em Amsterdam no início de 2022, sabe como tem sido a questão da Covid-19 pra viajantes totalmente vacinados? E todos os protocolos no aeroporto? Aceito dicas e companhia!!! Boa viagem 🛩️
  22. Oi gente, não sei se pode esse tipo de postagem mas queria saber: Vocês já compraram algo no Civitatis? deu certo? Vi umas excursões baratas lá e fiquei meio desconfiado. Vocês recomendam?
  23. Aventura na Serra da Arrábida, Setúbal, Portugal. 1,5 Kms de adrenalina e superação até ao cume da Espantosa Serra da Arrábida! Seguindo a PR2 STB que é 5 estrelas a nível de sinalização! Sigam-nos em : Wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/user.do?id=4716837 Boas Caminhadas!
  24. Fala, pessoal, tudo bem? Tenho uma passagem pro reveillon em Portugal pela TAP. Estou em dúvidas sobre a abertura da fronteira, sera que vai rolar? Ja estou vacinado e a França ja anunciou abertura. Caso Portugal nao abra, e eu comprar um trecho de Portugal pra França, será que consigo utiliza-lo?
  25. ESCÓCIA Desde que assisti ao filme Coração Valente pela primeira vez, me encantei com a história de William Wallace e da Escócia. Ao longo dos anos, fui me familiarizando com personagens como Robert de Bruce e Mary Stuart, e com histórias interessantes como toda a luta pela independência contra a Inglaterra. Mais recente outra obra audiovisual entrou com tudo na nossa casa: uma série chamada Outlander, obra de ficção histórica que se passa na época da revolta Jacobita. A série ajudou, finalmente, a tirar do papel o plano de conhecer a Escócia, e quando planejamos nossa viagem para o Reino Unido em 2019, decidimos incluir 10 dias na Escócia, 11 dias contando com o dia de embarque no Brasil, de 30 de abril até 10 de maio. Esta parte da viagem, vamos compartilhar com vocês para tentar ajudar e facilitar a quem está planejando conhecer esse belíssimo país. Viajamos em casal e entre os principais locais/regiões que visitamos na Escócia estão: Edimburgo, Rosslyn, Stirling, Highlands e Ilha de Skye. Nosso itinerário foi o seguinte: OBS: lembrando que a viagem começa no dia anterior, já que o voo sai do Brasil em um dia e chega ao país de destino no dia seguinte. Dia 1: Chegada. Pegamos o Voo da KLM de Fortaleza para Edimburgo com escala rápida em Amsterdã. Chegamos em Edimburgo por volta de 12:40. Imigração tranquila, a única pergunta que o agente fez, foi se era a nossa primeira vez na Escócia e pronto, passaporte carimbado. No Aeroporto, para ir ao centro, pegamos um ônibus bem confortável, na parada D, o Arlink 100, e descemos na última parada Warvely Bridge. Comprando ida e volta (open return) é mais barato, esse ticket custou 7,50 Libras em 2019 e pode ser comprado tanto no guichê quanto com o motorista, porém comprando no motorista o dinheiro tem que estar na conta certa, pois ele não dá troco. O Hotel que ficamos foi o Hub Premmier Inn Edinburgh Royal Mile, o preço foi de 240 Libras por 4 noites. Os Hotéis estilo Hub da rede Premmier Inn possui quarto pequeno, mas bem moderno, espaço dividido e funcional. Esse hotel específico fica uns 10 minutos da estação de trem e menos de 5 minutos da Royal Mile. Depois de descansar 1 horinha da viagem, o dia restante da chegada foi para fazer o reconhecimento da rua mais famosa de Edimburgo, a Royal Mile. Uma volta no tempo. O ideal é explorar a rua sem compromisso para ir admirando a arquitetura e explorar os vários becos da cidade, as famosas Closes. Indo no sentido ao Castelo, você passa pelo beco mais famoso, Mary King Close, pela Saint Giles Cathedral, e já no final, perto do Castelo de Edimburgo, tem uma loja chamada Tartan Weaving, com 5 andares. É lá que dá para comprar blusas, chales, gorros e outras coisas com as famosas estampas escocesas. Continuando a caminhada, indo para o lado esquerdo e descendo umas escadas saímos na Victoria Street, a famosa rua oval com as fachadas das lojas coloridas. Dizem que a J.K. Rowling se inspirou nessa rua para criar o Beco Diagonal da série Harry Potter. Descendo e virando a direita encontramos a Grassmarket, uma praça bonita com alguns restaurantes. No final da praça se tem uma visão belíssima do Castelo. Depois, voltando um pouco e subindo uma rua no sentido oposto da Victoria Street saímos no Cemitério de Edimburgo. Não, não é um passeio fúnebre é um dos cemitérios mais bem cuidado e bonito que já vimos. Em frente, atravessando uma pequena rua, tem uma estátua do cachorro Bobby, símbolo de fidelidade da Escócia. Nessa mesma rua da Estátua fica o famoso restaurante Elephant house, mas deixamos para entrar outro dia, pois fomos bater nosso ponto no Hard Rock Café da cidade. Victoria Street Dia 2: Voltamos a andar pela Royal Mile, mas dessa vez para visitar as atrações. A primeira foi a Câmera Obscura e o Mundo das Ilusões, uma atração bem divertida e interativa eu diria até que imperdível, assim como o Castelo de Edimburgo. Muitas salas com ilusão de ótica, truques utilizando a física e ao final da visita, no telhado, local que rende excelentes fotos da cidade, tem uma experiência surpresa bem bacana. A visita durou mais ou menos 1h30 – 2 horas. O valor do ingresso individual foi 16 Libras. Depois, bem pertinho da Câmera, fomos ao Castelo de Edimburgo, talvez a principal atração da cidade. Ficamos praticamente umas 4 horas dentro do Castelo e deu tempo para explorar tudo. As atrações que mais gostamos foram: - O tiro do canhão as 13 horas, One o’Clock Gun, que tem toda uma preparação e um ritual antes do disparo. - A sala da coroa, com as joias da coroa escocesa e a pedra do destino, utilizada na coroação dos reis por séculos, desde Eduardo I, aquele da briga com William Wallace, até os dias de hoje. Na próxima coroação da monarquia britânica, essa pedra será levada para a Abadia de Westminster para ser colocada embaixo do trono da coroação. - Royal Palace, antiga moradia da família real. - Grande Salão, decorada com itens medievais. - Sala de prisão de guerra, localizada no subterrâneo do castelo, era um local de prisão, execução e tortura. Existem muitos itens no local que remete a época medieval. No castelo ainda tem a sala de guerra e a St. Margaret’s Chapel, uma capela pequena e bem pitoresca. Não menos importante, a vista que se tem da cidade do terraço do castelo é espetacular. O ingresso individual custou 17,50 Libras. Continuando o passeio do dia, descemos até ao Princes Street Gardens. Vimos o Scott Monument, mas não subimos, são 287 Degraus, preferimos continuar caminhando por 1 hora no parque. Ao lado do parque tem a Princes Street, avenida que tem lojas como a Boots, Primark e H&M. Paralela a Princes Street tem uma rua chamada Rose Street, bem charmosa. Uma curiosidade: ali perto, na 128 St. Charlote Street, morou Graham Bell, o inventor do telefone. Câmera Obscura e o Mundo das Ilusões Dia 3: Foi o dia de visitar o National Museum of Scotland, o Museu Nacional da Escócia, e que museu, ficamos das 10:00 até 13:30, mas dava para ficar o dia inteiro. Uma das atrações mais interessante do Museu é a ovelha Dolly empalhada. Como o museu é grande, o ideal é estudar e anotar as principais atrações que você tenha interesse para visitar. As salas que achamos bastante interessantes foram as alas da História da Escócia, História Egípcia e Animal World. O museu é bastante interativo, tem algumas salas com alguns itens para você interagir, dá para pilotar um simulador dentro de um carro de fórmula 1 por exemplo. Destaque também é o salão principal com uma arquitetura muito bonita. Nesse dia, almoçamos no famoso café Elephant House, que fica perto do museu, e nos sentamos mais ao fundo do restaurante, perto da janela onde a J.K. Rowling tinha a visão do cemitério e escrevia alguns trechos da saga Harry Potter. Sobre a experiência do restaurante, esperamos uns 10 minutos para sentar, atendimento normal e a comida foi ok, não era ruim, mas também não era nada espetacular. Depois descemos a Royal Mile no sentido contrário ao que fizemos no 1º dia para fazer a visita ao Palace of Holyroodhouse. Quase tiramos essa atração do roteiro e ainda bem que não fizemos isso, o palácio é muito bonito, com muita história relacionada aos Stuarts. E as ruínas da Abadia do século XII, frequentada por Robert de Bruce, para quem gosta de história antiga é de tirar o folego. No palácio, tem uma sala onde ocorreu o assassinato de David Rizzio, secretário da rainha Mary Stuart, pelo então marido da rainha Lord Darnley. Tem uma mancha no piso da sala, que dizem ser do sangue de Rizzio. Demoramos 2 horas para visitar todo o complexo. O ingresso individual custou 15 Libras com audioguia incluso. Depois do palácio fomos subir o Arthur’s Seat, isso já era umas 18:00. Foi uma das melhores atrações que fizemos em Edimburgo. A subida é bem bonita, com bastante flores típicas amarelas escocesas, a vista vai ficando cada vez mais interessante, porém vá preparado com gorro, luvas e etc, porque faz muito frio e venta bastante no local. Demoramos uns 40 minutos para subir. A visão lá do topo é espetacular. É bom levar lanche e água para recuperar as energias para a descida. Depois de descer o Arthur’s Seat, já escurecendo, entramos num beco da Royal Mile, chamado Bakehouse Close. Para quem assiste a série Outlander, é o local que foi filmado a gráfica do personagem Jamie Fraser na terceira temporada, onde acontece o reencontro entre a Claire e o Jamie. Cansados, comemos num Pret A Manger da estação de trem e depois, finalmente, chegamos ao Hotel para um merecido descanso. Ovelha Dolly Trecho da subida do Arthur’s Seat Dia 4: Último dia em Edimburgo, mas a atração que reservamos para finalizar nossa estadia na cidade não fica na capital escocesa, fomos visitar a famosa capela de Rosslyn. Na Parada North Bridge Stop NE, pegamos o ônibus 37 e descemos na parada Original Rosslyn Hotel. A Capela de Rosslyn é famosa pelos mistérios envolvendo os templários e por ter aparecido no filme Código da Vinci nas cenas finais. Os mitos contam que ela foi construída pelos templários para abrigar o Santo Graal. Você não pode tirar foto dentro da Capela, mas realmente ela é intrigante. Os tetos, os pilares e as janelas são cheios de detalhes, como rostos, objetos e alguns símbolos esculpidos no local. Cada cantinho da capela revela uma surpresa. Um dos principais destaques, é o Pilar do Aprendiz, uma coluna linda, toda trabalhada, cheia de detalhes e com uma história interessante sobre a sua construção. Dizem, que o mestre escultor viajou em busca de inspiração, então seu aprendiz, aproveitou a ausência do mestre para esculpir o pilar. Quando o mestre voltou, ele viu a verdadeira obra de arte que ficou o pilar, porém, por inveja, assassinou o aprendiz. Existe um rosto esculpido, do lado oposto, que fica olhando na direção do pilar, que dizem ser do mestre como forma de punição pelo assassinato. Também dá para visitar a cripta mostrada no filme Código da Vinci, mas é um pouco diferente do que foi mostrado na adaptação cinematográfica do livro de Dan Brown. Apesar de ser pequena, ficamos umas 2 horas dentro da capela vendo todos os detalhes. O ingresso individual custou 9 Libras. Depois saímos e fomos no sentido das ruínas do Castelo Rosslyn, que também aparece no filme, porém preservado só tem o portal e uma parte que foi transformada em Hotel. Descendo as escadas ao lado das ruínas encontra-se o Rosslyn Glen Country Park. Nesse parque fica o local da Cave Wallace onde segundo os historiadores, William Wallace teria se escondido após a batalha de Rosslyn. Não encontramos a caverna, mas depois de muito andar encontramos um local onde foi filmado uma cena de Outlander da 1ª temporada, episódio 9. O parque é bacana para quem quer explorar e fazer uma pequena trilha, possui alguns pontos com muitas flores, pequenos rios, paredões de pedra, mata um pouco mais fechada, ruínas de casas e castelos. Para voltar ao centro de Edimburgo pegamos o mesmo ônibus, porém no lado oposto da parada da primeira descida. No final da tarde, ainda deu tempo de visitar o Calton Hill em Edimburgo, e mais uma vez com uma vista exuberante da cidade. Uma despedida perfeita de uma das cidades mais bonitas que já visitamos. Capela de Rosalyn Dia 5: Stirling. Aqui começa a aventura pela Escócia. Pegamos o mesmo ônibus da chegada, o Arlink 100, para voltar ao aeroporto e pegar o carro que alugamos. Decidimos alugar no aeroporto porque como no Reino Unido a direção é na mão contrária, não queríamos arriscar dirigir dentro da cidade de Edimburgo, mas sim, pegar logo de cara uma rodovia onde não teria muito trânsito, nem sinais e o caminho seria mais reto. Também deixamos para fazer isso pós Edimburgo porque eu queria aproveitar para ir observando trânsito e a forma como eles dirigem. Abrindo um parêntese sobre dirigir na mão contrária: o atendente da Localiza (um espanhol) foi bem solícito, me acompanhou até o pátio e deu umas voltas comigo para ir familiarizando com a direção oposta. No começo foi estranho, inclusive na primeira rotatória deu um branco e tive que parar, acabei levando uma buzinada, mas também foi só isso de problema que aconteceu na viagem toda. Depois de 20 minutos de direção, seu cérebro parece que se adapta e sua mente já se acostuma com a nova forma de dirigir. Na verdade, é só pensar tudo ao contrário, a via mais rápida é a da direita, a entrada na rotatória é pela esquerda, ultrapassagem pela direita e assim vai. Uma dica importante, e que ajudou muito, foi alugar carro automático, vale muito a pena pagar mais caro por isso. Acho que só posso dizer que foi fácil dirigir na mão contrária por causa do câmbio automático, não tive que me preocupar em trocar de marcha com a mão esquerda. Estudar as placas e os sinais do trânsito da Escócia, antes de viajar, também ajudou bastante. Voltando para a viagem, nosso destino final do dia era a cidade de Stirling, mas antes fizemos uma parada em Lallybroch, que na verdade se chama Castelo Midhope. Aqui é outra parada para os fãs de Outlander e uma das principais eu diria. Se você não assiste a série não compensa fazer esse pequeno desvio. A visita é rápida, tem um estacionamento pequeno no local e em 20 ou 30 minutos você faz uma visita na área externa. Não tem acesso ao interior do castelo. O ingresso custou 3,50 Libras por pessoa e compra na hora. Após essa parada, seguimos para Stirling e antes de parar no hotel fomos direto ao William Wallace Monument, que para mim seria uma das atrações mais aguardadas dessa viagem, pois desde o filme Coração Valente essa parte da história da luta pela independência da Escócia me atraiu bastante. Almoçamos no local e pegamos uma van, já inclusa no ingresso, para subir até o monumento, que foi construído no local onde Wallace montou sua base na batalha de Stirling. É uma torre construída, por volta de 1869, com a doação de dinheiro dos escoceses e de alguns estrangeiros para homenagear o herói escocês. São 3 pisos, além do terraço, onde você conhece um pouco da história de William, da batalha de Stirling e da Escócia. Na visita, o destaque vai para a espada gigante que pode ter pertencido ao Wallace, várias armas da época medieval e a vista espetacular do topo do monumento, a qual você consegue observar o castelo e o campo da batalha de Stirling, hoje um campo verde e tranquilo, ao redor do Rio Forth, uma vista espetacular. A visita durou mais ou menos 1h30 e o preço do ingresso individual foi 10,50 Libras. Na volta, descemos a pé o mesmo percurso realizado pela van na ida, para curtir um pouco da paisagem. Fomos para o Hotel, fizemos o checkin, deixamos as malas e partimos para o Castelo de Stirling. O hotel que ficamos foi o Premmier Inn Stirling - Stirling City Centre e o preço da diária foi 43 Libras. Quarto excelente, espaçoso, limpo e bem localizado. Fica perto do centro, mas numa área tranquila ao lado de um bosque onde vimos muitos coelhos e esquilos, uma ótima escolha. A visita ao Castelo de Stirling durou 3 horas, deu tempo de ver praticamente tudo. Muito bem preservado, lá você vai conhecer mais da história de Robert de Bruce, William Wallace, da família Stuart e de toda a confusão entre Escócia e Inglaterra. Só para se ter uma ideia o castelo, entre 1296 e 1342, mudou de domínio 8 vezes. Vimos uma exposição do Castelo que conta a história da dinastia Stuart, vimos uma grande cozinha conforme era na época medieval, visitamos o Grande Salão, o maior da Escócia, e vestimos até roupas de época. O Royal Palace dentro do castelo é um show a parte, bem restaurado o destaque vai para uma sala onde o teto é decorado com esculturas de alguma cabeças. Caminhar pelas muralhas e apreciar a vista do castelo também é impressionante. O valor da entrada individual foi de 15 Libras, compramos ainda no Brasil pelo site oficial para evitar as filas. Depois do castelo caminhamos pelo centro da cidade e no fim de tarde e fomos até a ponte de Stirling, local da famosa batalha de Stirling em 1297 em que William Wallace derrotou o exército inglês. Atravessamos a ponte até chegar ao campo de batalha, que hoje é um local tranquilo com uma bandeira da Escócia fincada no chão. Foi emocionante pisar onde essa história aconteceu, foi excelente para encerrar o dia. Espada de William Wallace Vista do William Wallace Monument Dia 6: Loch Lomond/Luss/Highlands. Esse dia talvez tenha sido o mais interessante da viagem. Pegamos o carro, saímos de Stirling, umas 10:00, até a cidade de Fort William nas highlands escocesas, um percurso total de mais ou menos 180 Km, mas até chegar ao destino final, fizemos várias paradas em locais maravilhosos. Mesmo se não houvesse paradas já teria valido a pena, pois essa rota da estrada A82 é bastante cênica. O primeiro ponto de parada foi o Loch Lomond, mais precisamente numa cidadezinha pitoresca chamada Luss. Primeiro, compramos um sanduíche e nos sentamos numa área verde com bancos e mesas de madeiras bem perto do lago. O local tem um estacionamento amplo, é só não esquecer de colocar uma moeda na máquina (1 Libra), pegar o ticket e colocar no carro. Depois passeamos pelo lago até o píer de madeira e entramos na cidade de Luss. A cidade de Luss parece um local daquelas histórias de contos de fadas, uma cidade pequena, com casas feitas de pedras, paisagismo interessante, e flores e jardins bem cuidados. Na cidade, ainda tem uma igrejinha bem pequena com uma espécie de cemitério na frente, onde a atração é uma sepultura Viking de aproximadamente 1000 anos. A cidade e seus arredores são tão interessantes que perdemos a hora. Ficamos umas 3 horas no local. Se você tiver mais dias, vale a pena se hospedar na região e tirar 1 dia inteiro para aproveitar Luss e o Loch Lomond, tem trilhas interessantes para fazer no local, não fizemos por falta de tempo. Depois dessa parada seguimos nossa expedição nas Highlands. Ainda no Brasil, pesquisamos e marcamos vários pontos de parada para descer e aproveitar o lugar, entre vales, montanhas, quedas d’água, lagos e paisagens cinematográficas. Os pontos que marcamos foram: Loch Tulla, Loch Ba, Etive Mor Waterfall, Glen Etive Park, Glencoe Valley, Three Waters, Three Sisters, Loch Achtriochtan. Loch Tulla e Loch Ba foram uns bons aperitivos para o ponto alto das nossas paradas que foi o Glen Etive, que para chegar até o local tem que sair da rodovia principal e fazer um desvio, mas não se preocupe, é só colocar no google maps ou algum GPS que você chega lá. Assim que você sai da rodovia A82 para ir ao Glen Etive, tem um recuo do lado esquerdo que é a parada para conhecer o Etive Mor Waterfall. Atravesse a rua, caminhe para o lado oposto e terá um cenário de uma belíssima e pequena queda d’água com uma montanha ao fundo. Seguindo nesse desvio por uns 40 minutos, e alguns veados no caminho, chegamos ao Glen Etive. Na estrada, tem que tomar algum cuidado, pois em alguns trechos só passa 1 carro, mas existe vários recuos para você encostar e dar a passagem para o carro que está na direção contrária. A regra é, quem estiver mais perto desses pontos de passagem é quem encosta o carro. A estrada vai margeando o rio etive, e sério, perdemos a conta de quantas vezes paramos no percurso para contemplar a beleza do cenário e paz do local. Ao chegar no local, foi só contemplar o Loch Etive, e que cenário. Ficamos 1 hora entre contemplação, tirar fotos e fazer um lanche (tem que levar, não tem onde comprar nada). Só tomar cuidado que tem uma parte do lago que a água sobe com o tempo, não percebemos e quando fomos voltar, vimos que o mesmo local em que pisamos já estava cheio de água. Tivemos que fazer uma pequena volta para conseguir sair da beira do lago e voltar ao estacionamento. Sobre o estacionamento, é na margem do lago, não é grande, não tem estrutura é um lugar bem rústico mesmo. Infelizmente, e ao mesmo tempo felizmente, tivemos que seguir viagem, por mim passaria a tarde naquele lugar. Detalhe: vimos várias barracas de acampamento no caminho. Voltando para a estrada, as 2 próximas paradas também têm uma das paisagens mais belíssimas que vimos da viagem, o Vale Glencoe. Como já estávamos perto do fim de tarde as paradas no Glencoe Valley e na Three Sisters foram bem rápidas. Se você quiser pode caminhar pelo Glencoe, vimos pessoas fazendo isso, mas não tínhamos mais tempo, já que não queríamos dirigir a noite na mão contrária. Nós tínhamos programado sair de Stirling 09:00, mas como saímos as 10:00 faltou essa hora, que poderíamos ter usado para caminhar no Vale, mas imprevistos de viagem acontecem. Ainda fizemos a última parada rápida no Loch Achtriochtan, outro cenário lindo com uma casinha perdida no meio de um lago e montanhas, e chegamos em Fort William por volta das 20:30 já escurecendo. Chegando em Fort William, fomos jantar num Mcdonalds perto do Hotel e dar uma voltinha no centro, uma pequena rua bem deserta, mas interessante. Nos hospedamos no Premier Inn For William, 39 Libras a diária. A hospedagem foi excelente, no padrão Premier Inn e o melhor de tudo é que fica ao lado da estação de trem que sai o Jacobite Exprees, o passeio do dia seguinte. Luss Glen Etive Glencoe Dia 7: Jacobite Express/Eilean Donan Castle. Reservamos esse dia para fazer o passeio no Jacobite Exprees ou, se preferir, trem do Harry Potter. O trem sai as 10:15 de Fort William e chega 12:25 na cidade da Mallaig, com uma parada na cidade de Glenfinnan. O ideal é comprar com antecedência no site da atração, o valor da passagem de ida e volta custou 39,85 Libras individualmente. Você pode comprar somente 1 trecho também. Eles mandam os tickets por e-mail, já com os assentos marcados. A paisagem do percurso é bonita, mas o ponto alto é a passagem pelo famoso viaduto de Glenfinnan. Na ida, saindo de Fort William, o ideal é você ficar do lado esquerdo. Não se preocupe em relação ao assento, se na ida você ficar no lado contrário, na volta você vai ficar no assento do lado certo para ver o viaduto. Uma dica para pegar uma foto ou um vídeo excelente do viaduto é: assim que o trem sair da estação de Glenfinnan, levante da sua cadeira e se posicione na janela que fica perto da porta de saída do vagão, onde não tem assento, você não disputará as janelas do vagão com todos os passageiros que se levantam para tentar ver e fotografar o viaduto. Nesse local você terá a janela só para você. O engraçado é que um casal de escoceses que estava na poltrona do nosso lado viu a gente fazendo isso e na volta fizeram também. Em Mallaig você terá quase 2 horas para curtir o local, mas a cidade não tem muito a oferecer, apenas um pequeno Porto. O melhor da cidade foi comer umas focaccias e tomar um refrigerante de rosas gostoso num local chamado Bakehouse em frente ao cais. 14:10 o trem saiu de Mallaig para fazer o caminho de volta e chegou em Fort William as 16:00. Voltamos para o Hotel, pegamos as nossas malas, o carro, e partimos em direção a Ilha de Skye. No caminho, paramos no famoso e talvez o Castelo mais fotografado da Europa, o Eilean Donan Castle. Chegamos por volta das 18:30 e foi o melhor horário que poderíamos ter chegado. O sol estava iniciando o movimento para se pôr, e a luz estava ótima. Não tinha quase ninguém, era o castelo e a famosa ponte de pedra praticamente só para nós. Não dava para visitar o interior do castelo, pois estava fechado, mas dava para andar em toda a área externa. Uma paisagem cênica, que rende ótimas fotos tanto perto quanto longe do castelo. Falando em paisagem, quem for de carro para essa região pode se preparar, porque em todo percurso entre Fort William até a Ilha de Skye você vai parar muito para apreciar e tirar fotos dos vários mirantes ao longo da estrada, cenários impressionantes, sem falar que as estradas são floridas e bem verdes. Vale dirigir com calma, sem pressa e curtir a viagem. Chegamos no início da noite ao nosso hotel, o Larchside Bed and Breakfest, que aliás foi a melhor hospedagem da viagem. Não fica no centro de Portree, mas fica apenas uns 3 a 5 minutos de carro. Quarto grande, muito limpo e aconchegante, e o anfitrião Craig é muito simpático e solícito, explicou tudo da região e deu dicas das atrações. Um comentário engraçado que ele fez, é que ultimamente estava recebendo muitos brasileiros de Minas Gerais. Café da manhã delicioso com frutas frescas (framboesa, amora etc.) e você escolhe no dia anterior o que vai querer comer no dia seguinte. O Hotel na verdade é uma casa grande, onde ele aluga os quartos. O valor foi de 180 Libras 2 diárias. Viaduto de Glenfinnan Paisagem durante o percurso Eilean Donan Castle Dia 8: Ilha de Skye. De início vou logo deixar um aviso, 1 dia é pouco para aproveitar a região. Tivemos que escolher entre quais atrações visitar. Para explorar as principais atrações da Ilha, o melhor seria ficar 2 dias cheios, ou seja, 3 pernoites. Começamos o dia em Portree, a cidade que é o centro da ilha. Tiramos aquela famosa foto das casinhas coloridas no melhor ponto que é na rua Bosville Terrace. Fomos até a Mackenzies Bakery e compramos alguns pães e lanches para passar o dia, já que as atrações ficam em locais sem estrutura para comida. Nossa primeira parada foi nas Fairy Pools. Lá tem estacionamento a Fairy Pools Car Park. Precisa de fôlego, já que tem subidas e descidas no percurso. Foram uns 20 minutos de caminhada até a primeira piscina. O local é maravilhoso, com várias quedas d’águas no percurso. Cuidado para não deixar passar o tempo. Demoramos cerca de 2 horas e meia no local e deu para curtir bastante. De lá, fomos para o Nest Point Lighthouse, um pouco mais de 1 hora entre uma atração e outra. No caminho, paramos num café chamado Lephin. Podem anotar é uma excelente parada para usar o banheiro e recarregar as baterias. A sopa de tomate é uma delícia, assim como Brownie. Um parêntese importante, em vários pontos da estrada é aquela via única, mas tem vários pontos de passagem para você parar e deixar o carro que está na mão contrária passar. O fato de você dirigir pela ilha já é uma atração a parte, parece que você está num belíssimo fim de mundo, com uma natureza exuberante a sua volta, com suas montanhas, lagos, flores e muitos animais no caminho como ovelhas e as famosas vacas Highlanders. Em muitos momentos é apenas você, seu companheiro(a) e a Escócia, uma paz imensa. Bem, chegamos ao Nest Point, uma paisagem espetacular. Um alerta: aqui venta muito forte, vimos lenços e chapéus voando. Aqui também precisa de fôlego e para quem tem mobilidade reduzida o local não é interessante, pois tem um escadão enorme para você descer e subir na volta. A subida na volta foi difícil. O local é mágico. Um farol antigo no alto, uma vasta área verde, várias famílias de ovelhas pelo local e a imensidão do Mar ali pertinho de você. Um local para contemplar. Você ainda pode deixar sua marca montando uma torre de pedras para a posteridade. Ficamos também umas 2 horas aproveitando a paisagem. Para estacionar, assim como nas Fairy Pools, foi tranquilo, tem muito espaço. Depois do Nest Point, pegamos o carro e fomos para a próxima atração, Fairy Glen. Mais 1 hora e 10 minutos de estrada. O local para deixar o carro é bem pequeno, tem que deixar na margem da estrada entrando um pouco na grama. Depois subimos um pequeno morro e do outro lado encontramos a Fairy Glen. Quando você caminha por aquelas montanhas, parece que você está pisando num tapete verde macio, uma sensação boa. Na parte de baixo das montanhas, no “chão”, tem um famoso símbolo em espiral, que dá uma áurea mística ao local. Pena que começou a chover e tivemos que ir embora. Ficamos quase 1 hora no local. Já pegando a estrada para voltar ao Hotel, demos uma paradinha em outra atração importante da ilha, o Quiraing. Não descemos do carro, mas valeu a pena admirar de perto essa cadeia de montanhas. Posteriormente, fizemos a última parada do dia na Kilt Rock. Parada rápida para ver a linda queda de água e ver o corte das rochas que lembram um Kilt. Tiramos umas fotos e pronto. A parada foi rápida pois estava muito frio. Tirei a luva para bater uma foto e meus dedos quase congelaram, já era fim de tarde/início de noite e o vento estava muito gelado. Chegamos na pousada já escurecendo. Foi um dia longo, cansativo, mas muito, muito proveitoso e inesquecível. Fairy Pools Ilha de Skye Nest Point Fairy Glen e a chuva chegando Dia 9: Lago Ness e Inverness. Penúltimo dia na Escócia e logo cedo tivemos que deixar esse paraíso chamado Ilha de Skye. Antes, fizemos uma última parada na Sligachan Old Bridge, uma ponte antiga de pedra inserida num cenário espetacular rodeada por montanhas belíssimas. Essa ponte fica no caminho de saída da Ilha. Outra atração que vimos no percurso foram as famosas vaquinhas highlanders, aquelas com os olhos cobertos pelo “cabelo”, tinha pelo menos umas 10 no local. Paramos o carro para muitas fotos e conseguimos até pegar nelas. A parada final desse dia foi a cidade de Inverness, mas até chegar a cidade fizemos várias paradas legais e interessantes pelo caminho. Novamente, paramos no Eilean Donan Castle e dessa vez foi para fazer a visita ao interior do Castelo. O castelo é pequeno e a visita é rápida, leva mais ou menos 1 hora. O castelo tem os ambientes medievais bem preservados e lá você aprende sobre a história do local, como por exemplo o motivo da sua construção no século XIII, que foi para se defender dos ataques Vikings. No Castelo, que já pertenceu ao clã Mackenzie e hoje pertence ao clã Macrae, foram realizadas várias filmagens, como o filme Highlander. A entrada individual custou 10 Libras com audioguia incluso. A Próxima parada foi no Castelo Urquhart e no famoso Lago Ness. 1 hora e meia de estrada entre os 2 castelos e mais uma vez um percurso com muitas flores amarelas na margem da estrada e com bastante mirantes com vistas espetaculares. O Urquhart é um castelo histórico as margens do Lago Ness, esteve sob os domínios de Robert de Bruce e foi importante na época da luta pela independência da Escócia. Hoje está em ruínas e sobrou pouca coisa de pé, mas é uma visita interessante. Antes de visitar a área do castelo, você entra numa espécie de sala de reunião onde assiste um vídeo com a história do local, e quando o vídeo acaba, de repente, as cortinas da sala se abrem e você dá de cara com as belas ruínas. Instigante. Algumas torres ainda estão de pé, o que dá uma bela vista do Lago Ness, assim como a cozinha e um espaço que era utilizado para prisão. Falando no lago, na visita você pode aproveitar, descer uma escada e dar de cara com o Lago Ness. Não, não vimos nenhum monstro, apenas algumas aves nadando tranquilamente, mas podemos garantir que a água estava bastante gelada. A visita custou 12 Libras o ingresso individual e ficamos umas 2 horas e meia no local, contando com o tempo para o almoço. Mais uns 40 minutos de estrada e chegamos em Inverness. O hotel que ficamos foi outro da rede Premier Inn, o Inverness Centre (Millburn Rd), onde tivemos o único problema de hospedagem da viagem. O aquecedor não funcionou e não trocaram a gente de quarto, só deram outro cobertor o que não resolveu o problema do frio. Chegando ao Brasil, reclamamos no site, pediram desculpas e mandaram um cheque com o valor da hospedagem, o que não adiantou muita coisa pois não conseguimos descontar. Se tivéssemos pago com cartão de crédito, teriam estornado o valor da hospedagem no cartão, mas como economizamos grana na viagem e resolvemos pagar esse hotel em dinheiro ficamos sem ter o estorno. Sobre Inverness, caminhamos pelo centro da cidade e visitamos alguns locais como a Old High Church, onde os Jacobitas que sobreviveram a batalha de Culloden foram levados pelos ingleses para serem executados. Também vimos a catedral e o castelo de Inverness, mas somente por fora. Mas a melhor coisa para se fazer em Inverness é caminhar pela margem do Rio Ness, uma caminhada agradável, relevando o frio que fazia na cidade, que estava 4 graus a noite no início de maio. Vaca Highlander Castelo de Urquhart e o Lago Ness ao fundo Dia 10: Museu Culloden e Falkland. Último dia na Escócia e para aproveitar acordamos cedinho, 09:30 já estávamos no Museu de Culloden. Fica apenas uns 15 minutos do hotel que estávamos hospedados. Esse local conta a história da batalha final dos Jacobitas onde os ingleses massacraram os escoceses em uma luta que durou apenas alguns minutos. Além do museu, que conta toda a história Jacobita, visitamos o campo onde ocorreu a batalha. Um campo verde enorme marcadas por bandeiras vermelhas, posicionadas onde estavam as tropas inglesas, e por bandeiras azuis, onde estavam posicionadas as tropas escocesas. Ainda no campo de batalha, existe um monumento emocionante com pedras com os nomes dos Clãs escoceses que lutaram na batalha. Claro que o mais procurado para fotos é a pedra do clã Fraser por causa do sucesso da série Outlander. A entrada individual custou 11 Libras, com audioguia incluso, e o tempo de visitação foi de 2 horas. Seguindo já o caminho de volta para entregar o carro no aeroporto de Edimburgo, após 2h40 de estrada fizemos uma última parada numa pequena cidade chamada Falkland. Aliás, a estrada é uma atração a parte, com muitas flores amarelas típicas escocesas no percurso o que deixou o passeio belíssimo. A cidade em si é bem charmosa, parece que parou no tempo com as casas de pedras e suas flores nos parapeitos, além das ruas estreitas de pedras. Aqui foram filmadas algumas cenas da série Outlander como se fosse a cidade de Inverness nos anos 40. No centrinho, por exemplo, tem uma fonte antiga de pedra chamada Bruce Fountain, onde foram filmadas algumas cenas do início da série. Mais 2 curiosidades sobre essa bela cidade: É lá que existe o campo de tênis mais antigo do mundo construído por volta 1540, e o lendário cantor Johnny Cash visitou o local algumas vezes devido ao registro de alguns dos seus ancestrais na cidade. Ficamos apenas 30 minutos, pois tínhamos horário para devolver o carro e depois para pegar o trem para Liverpool. Mas a cidade merece pelo menos 1 dia cheio para aproveitar bem todo o charme que ela oferece. Mais 1 hora de percurso e chegamos ao aeroporto por volta das 16:00. Aqui tivemos um pequeno contratempo, pois não consegui acertar a saída da avenida para a entrada do aeroporto na primeira vez. O GPS estava desatualizado nesse trecho, então seguimos reto na avenida até encontrar uma rotatória para poder voltar e pegar uma outra saída para o aeroporto. Um pequeno susto, mas deu tudo certo. Devolução do carro super-rápida, menos de 10 minutos e já partimos para a estação de trem com destino a Liverpool, mas isso é papo para outro dia. O que posso dizer da Escócia, é um país mágico, com uma história riquíssima e paisagens naturais de tirar o fôlego. Entrou para o top 5 das nossas viagens com certeza. Ficou um gostinho de quero mais e no futuro voltaremos para desfrutar e curtir mais esse belíssimo país. Campo de Batalha de Culloden
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