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Encontrado 18 registros

  1. Mari D'Angelo

    Costa vicentina: Porto Covo e Vila Nova de Milfontes

    Leia aqui o relato original com fotos! 📷 Porto Covo é uma pequena vila do litoral alentejano na linha da magnífica Costa Vicentina, a menos de 2h de carro de Lisboa, no conselho de Sines. Um combo de cidadezinha charmosa com paisagens naturais incríveis! A cidade em si é bem pequena, são basicamente umas três ruas principais e uma praça central. No verão, turistas e portugueses enchem as esplanadas dos cafés e restaurantes e as lojinhas praianas. As encantadoras casas típicas alentejanas, brancas com detalhes azuis, e a igrejinha no Largo Marquês de Pombal dão aquele ar aconchegante de interior. Ficamos acampados no Camping do Vizir, que é bem pertinho do centro e tem uma super infra estrutura! Pra quem não quiser ficar em barraca, há outras opções como os bungalows. Os valores para campismo são bem simpáticos e o lugar é pet friendly! Para comer indico o restaurante Taska do Xico, bem no centro. Ficamos na área externa por causa do Banoffe, mas há uma varanda interna com uma vista linda (e provavelmente bem disputada, talvez seja melhor reservar)! Provamos a feijoada de choco, deliciosa e bem temperada! Os preços são bem justos, especialmente se comparado à outros restaurantes da cidade. Para o cafézinho vale conhecer a Gelataria e Cafetaria Marquês, bem ao lado da igreja. A área externa é agradável pra ficar vendo a vida passar, mas a decoração do lugar também é um charme! A especialidade doce da casa é o pastel de laranja, amêndoa e gila (um tipo de abóbora). Muitas das praias são acessíveis a pé, entre elas a famosa Praia Grande. O nome talvez não seja o mais adequado, já que a extensão dela não é assim tão grande (o que eu particularmente prefiro), mas por ser uma das mais procuradas, é uma das praias que tem mais infra estrutura e consequentemente, que ficam mais cheias. As praias vizinhas, delineadas pela encosta de falésias, são mais vazias e poéticas. Para ir de uma a outra há um caminho simples e plano, com paisagens que vão ficando mais lindas a cada quilometro percorrido por entre campos de suculentas e flores exóticas. O acesso até as praias é feito através de escadinhas nas encostas. Só não se anime muito, apesar de lindas, o mar de azul profundo é gelado como a grande maioria das praias da costa portuguesa! Pode ser que a melhor pedida seja mesmo ficar pela areia. No fim do dia escolha um cantinho bem em frente ao mar pra admirar o pôr do sol perfeito! Estar de carro (ou bicicleta) facilita no acesso à outras praias mais distantes, como a Praia da Ilha do Pessegueiro. A estradinha de acesso já revela ao longe a ilha que dá nome à praia. Não cheguei a conhecê-la mas durante o verão há travessias de barco até lá. Achei a paisagem bem impactante! Meio Irlanda, meio Star Wars! ❤️ Se tiver mais de um dia, vale a pena esticar mais meia hora até Vila Nova de Milfontes. O vilarejo é tão fofo quanto Porto Covo, mas as paisagens são um pouco diferentes. A cidade é banhada pelo Rio Mira, que proporciona um pedacinho de águas límpidas e calmas ao pé do Forte de São Clemente. Do outro lado do rio, a Praia das Furnas se estende até a abertura para o Oceano Atlântico. Um bom lugar para ver tudo isso do alto é a rotatória do Farol de Milfontes, onde também fica a estátua do Arcanjo. De lá se tem acesso a algumas praias mais voltadas para o lado do rio, mas fomos atraídos por um campo de flores no lado oposto, digno de fundo de tela do Windows, e acabamos descobrindo a Praia do Carreiro das Fazendas. Linda, enorme e vazia! Essa é uma sugestão de roteiro para 2 dias pelas praias alentejanas, mas se tiver mais tempo, certamente vale a pena percorrer com mais calma a Costa Vicentina! Leia aqui o relato original com fotos! 📷
  2. Mari D'Angelo

    Serra da Estrela e aldeias históricas

    Leia aqui o relato original com fotos e mapa! A curta viagem que fizemos para a Serra da Estrela e arredores foi uma das que mais gostei até agora aqui em Portugal! Foram 3 dias, partindo de Lisboa e conhecendo além da Serra, algumas das aldeias históricas de Portugal! Fomos de carro e sem dúvidas essa é a melhor opção. Não tivemos problemas quanto à neve na estrada, mas se for nos meses mais rígidos de inverno pode ser que seja preciso tomar algumas precauções, como colocar corrente nos pneus. Dia 1 – Aldeias de Piódão e Folgosinho Nossa primeira parada foi em Piódão, uma das mais famosas aldeias históricas de Portugal! É diferente de tudo que já tinha visto. Uma pitoresca vila, quase que inabitada, com casas de xisto (pedra que conhecemos no Brasil como ardósia) amontoadas morro acima e uma igrejinha branca contrastando com todo o resto! Há uns poucos cafés e restaurantes e algumas lojinhas de produtos artesanais como queijo, pães, artigos em lã e souvenirs. Os pastos, em camadas atravessando riacho, compõe a paisagem bucólica, onde, não fosse o burburinho de quem visita o vilarejo, só se ouviria o barulho da água e os sininhos das ovelhas. Piódão é conhecida como a “aldeia presépio”, e é fácil entender o motivo quando se olha a cidadezinha de longe. Não tive a oportunidade de conhecer esse lugar mágico à noite, mas posso imaginar como fica ainda mais encantador com luzes salpicadas por entre as casinhas. De lá seguimos para a aldeia de Folgosinho, já dentro da Serra da Estrela, onde alugamos o Airbnb mais fofo da vida (e pet friendly, o que agora faz toda a diferença pra nós)! A cidade é conhecida por ter sido, supostamente, onde nasceu o guerreiro Viriato, um dos líderes lusitanos nas guerras contra os romanos. Também é famosa por suas águas, já que há diversas fontes de água potável espalhadas pelas ruas e praças. Além disso, há vários versinhos com essa temática pela cidade, como esse: “As fontes são como nós: ás vezes cantam de magua. Que doce fio de voz… há dentro dum fio d’água”. Outro ponto de interesse em Folgosinho é o castelo, erguido sobre uma maravilhosa montanha de quartzo rosa! Hoje não é muito mais que um mirante, mas sua posição privilegiada revela uma vista 360º de paisagens bem típicas do campo. As opções para comer por lá são basicamente duas: “O Mocas” e “O Albertino”. Escolhemos a segunda e acabamos descobrindo que é um lugar super tradicional e parada certa de muita gente que vem para a Serra da Estrela. Fiquei mais de meia hora só pra conseguir fazer a reserva! O esquema do jantar é com preço fixo (15€ por pessoa) incluindo uma entrada com queijos e embutidos, 5 pratos principais (todos de carnes da região) um trio de sobremesas caseiras e a bebida. Eles fazem outras coisas além de carne mas tem que ser combinado na reserva. Eu não sabia disso e não comia absolutamente nenhum dos pratos servidos, mas eles foram super atenciosos e preparam um enorme e delicioso bacalhau! No fim, o café e licores são servidos no Hins Bar (provavelmente o único da cidade), alguns metros à frente, onde você pode continuar a noite se quiser. E já que estamos falando de comida, aqui vai um alerta: não volte dessa viagem sem provar um queijo da Serra da Estrela! Sério, é apenas divino!!! Talvez Folgosinho não seja tão atraente para uma visita se não for caminho para o destino final, mas ficar hospedada lá foi definitivamente uma experiência única! Por dois dias pude sentir o dia a dia simples e gostoso de um vilarejo que provavelmente tem menos habitantes do que tenho de amigos no Facebook (e olha que nem tenho muitos). Além disso, é um lugar estratégico pra quem quer conhecer a região pois fica mesmo dentro da Serra da Estrela. Daquele tipo de lugar que a gente cai meio que sem querer e fica apaixonado! Dia 2 – Manteigas, Vale Glaciar do Zêzere, neve no topo da Serra e Covão d´Ametade No dia seguinte, após uma voltinha pela cidade, começamos a explorar de fato a Serra da Estrela. Apesar de ter alguns pontos específicos a visitar, em viagens como essas o caminho em si já é o destino. Pode soar clichê, mas é verdade! A única coisa triste foi ver centenas de árvores queimadas, já que algumas partes daquela região foram atingidas pelos incêndios de verão (que são um problema todo ano por aqui). E logo nos primeiros quilômetros de estrada, já nos deparamos com um senhorzinho simpático e sorridente pastoreando suas ovelhas! Depois percebemos que essa cena fofa e quase cinematográfica pra nós, gente da “cidade grande”, é super comum por ali, os carros simplesmente param e esperam o rebanho passar como se fosse a coisa mais normal do mundo. Nossa primeira parada foi em Manteigas, cidadezinha que fica bem no meio da Serra e que diziam ser parada obrigatória, mas, apesar de fofinha, não achei assim tão imperdível. Pode ser uma boa opção para hospedagem, pela localização e por ser também um pouquinho maior do que as aldeias. Depois fomos até o Vale Glaciar do Zêzere, bem pertinho de Manteigas. Que lugar maravilhoso! É tanta natureza, tanto silêncio, que dá vontade de ficar lá o dia todo! E é assim que a gente vai aprendendo geografia, né? Não fazia ideia do que era um vale glaciar, mas aprendi que é um vale em formato de “U”, nesse caso cortado pelo Rio Zêzere, que foi moldado em meio à montanhas após o derretimento de geleiras nas eras glaciais. Ou seja, há milhares de anos atrás aquilo era uma paisagem totalmente diferente e coberta de gelo! E falando em gelo, já estava ansiosa pra chegar lá no topo da serra e afundar meus pézinhos na neve! No caminho, formações rochosas bem peculiares e uma imagem de Nossa Senhora da Boa Estrela cravada na pedra nos obrigaram a fazer algumas paradinhas. Na verdade não fomos literalmente até o ponto mais alto, onde fica a torre e o começo das pistas de esqui. Como estava muito cheio, preferimos ficar um pouco mais em baixo, sem tanta gente e ainda com bastante neve, formando paisagens fantásticas! Só fiquei decepcionada por achar que seria fácil fazer um boneco de neve… Não é, #fail! Se você é mais da aventura, pode alugar os equipamentos para descer nas pistas. Também vimos muitos portugueses escorregando com umas pás de plástico que depois até vimos pra vender ali perto. Então, se é um fanático da neve, pode investir em uma dessas e voltar lá todo inverno! Fomos em Fevereiro e mesmo já tendo passado um pouco da época ideal para ver neve, tinha bastante gente, então a parte final para chegar ao topo da serra estava bem congestionada. Estacionar também não é tarefa fácil, os carros ficam parados meio no improviso, dos dois lados da estrada. Tem que ter paciência! Já no caminho de volta para Folgosinho caímos meio que sem querer no Covão d´Ametade, outro lugar surpreendente de geografia glaciar! Pelo que entendemos é também uma área de camping gratuita e com alguma infra-estrutura como banheiros. Já planejo acampar lá da próxima vez! Dia 3 – Belmonte O último dia foi só mesmo a volta para Lisboa, com uma parada em Belmonte, aldeia onde nasceu Pedro Álvares Cabral (e por isso rola até uma bandeirinha do Brasil lá). A cidadezinha tem como atração principal o Castelo de Belmonte, e apesar de também ser uma graça, não me encantou tanto quanto as outras. Se curte cerveja artesanal dê uma passada na Cabralina! Apesar de não ser muito barata, a pequena loja é simpática e além da cerveja, de produção própria, tem também outros produtos artesanais. Ficamos só 3 dias, mas tem tanta coisa pra ver que acho que mais uns 2 ou 3 dias seria o ideal! Leia aqui o relato original com fotos e mapa!
  3. CatarinaCSantos

    MOCHILÃO FRANÇA / ITÁLIA / HOLANDA - GASTO MÉDIO

    Olá! ☺️ Vou partir de São Paulo em 30/09 para um mochilão de 18 dias na Europa. Estou com as passagens compradas para conhecer França, Itália e Holanda. Minha dúvida no momento é se eu consigo sobreviver esses 18 dias com R$ 5.000,00 (cerca de 1.000 euros) sem contar as hospedagens. Saberiam dizer o custo médio por dia nesses países? Estou aceitando dicas dos principais pontos turísticos que eu não posso deixar de conhecer nesse roteiro e que não sejam tão caros. Obrigada! 😁
  4. dssDiogo

    More em Portugal

    Gente deixo aqui um link de um Guia de como morar em Portugal. Tudo que você precisa saber antes de ir mora em Portugal. bit.ly/guia_portugalbr
  5. Blog Embarque40Mais

    11 paisagens imperdíveis em Portugal

    Você também prefere levar imagens em vez de coisas como recordação de uma viagem? Neste post, reuni 22 lindas recordações minhas de 11 lugares que visitei em Portugal! Com informações e dicas completas para incluir no seu roteiro de viagem, inspirar sonhos ou simplesmente apreciar. Confira AQUI
  6. Olá, mochileiros! Passei dezoito dias de muita movimentação, chuva e bacalhau em Portugal. País lindo e seguro. 😍 Usamos quase todos os tipos de transporte disponíveis no país, experimentamos algumas comidas típicas e nos enrolamos quase todos os dias com as diferenças do idioma. Curiosamente, nem sempre o idioma que temos em comum facilita as coisas. Às vezes dificulta a comunicação e nos proporciona bons rolos e boas risadas. Apesar de não termos tido sorte com o tempo (choveu praticamente 14 dos 18 dias que passamos por lá) adorei conhecer Portugal e deixo aqui minha experiência para quem planeja visitar a terrinha. Vou postando em etapas porque o relato ficou um pouco extenso, mas fiquem à vontade para ler, comentar e perguntar entre os posts. DIA 1: Lisboa - Oceanário, Telecabina e Parque Eduardo VII de metrô Depois de meses esperando uma promoção, voamos de TAP direto para Lisboa e chegamos lá às 5h da manhã. O check-in no estúdio que alugamos pelo Booking era só ás 15h e então aproveitamos o dia e a localização próxima do aeroporto para conhecer o Oceanário e a região do Parque das Nações. O voo foi muito cansativo, com direito a neném chorando o tempo todo, e o cansaço nos impediu de aproveitar melhor as visitas desse dia. 😴 Mesmo assim, valeu muito. Obs: optei por reservar estúdios em 3 das sete cidades pelas quais passamos para ter liberdade de cozinhar algo rápido, preparar nossos cafés da manhã, lavar e passar roupa, tudo isso pagando menos que em um hotel normal. Isso nos permitiu viajar com uma mala menor e economizar um pouco nas refeições. Dica: fiz minhas reservas com quatro meses de antecedência e peguei ótimos preços em lugares excelentes. Se puder, não deixe para a última hora. Continuando: esperamos um pouco no próprio aeroporto e lá mesmo compramos um chip da Vodafone com o plano turístico para ligações e internet (€ 10 com cerca de 4MB e do meu celular eu roteava para o do marido), que funcionou maravilhosamente bem em toda a viagem. Compramos também o Lisboa Card (de 3 dias, € 40 por pessoa) no balcão de informações turísticas do aeroporto Esse cartãozinho permite visitar várias atrações “gratuitamente” e dá desconto em outras tantas, além da gratuidade nos transportes da cidade como metrô, trem, bonde, elevadores. Já começamos a usar o cartão ali mesmo no aeroporto quando pegamos o metrô para a estação do Oriente. Sair do aeroporto de metrô é fácil, fácil. E barato! Na estação de trem Oriente, deixamos nossas malas no que eles chamam de cacifos (ou lockers), que são armários/cofres automáticos. Você deposita um valor em moedas de acordo com o tamanho do armário que escolher, recebe uma senha e paga o restante no retorno para retirar a bagagem. Se usar os cacifos, não perca a senha. Só com ela você consegue reaver as malas. Outra coisa que achei legal é que há no local uma máquina para trocar dinheiro, para o caso de você não ter moedas na hora. Você deposita uma nota e recebe tudo em moedas. Muito prático e fácil de usar. Também é possível guardar malas no aeroporto. Recomendo muito a visita ao Oceanário. Não é à toa que ele é considerado dos mais bonitos da Europa. Reserve um bom tempo para essa visita, especialmente se você for fã de vida marinha. Ao redor do imenso tanque principal há banquinhos para você observar com calma a movimentação de peixes, tubarões, arraias etc. Lindo! Há também lontras❤️, pinguins, patos, águas-vivas etc etc etc. Nós visitamos as duas exposições: a permanente (os aquários em si) e a exposição de florestas aquáticas, também interessante. Pagamos € 15,30 por pessoa já com o desconto do Lisboa Card. Sem ele ficaria em € 18 pp. Já cansados e com fome depois de não dormir à noite e bater perna pra lá e pra cá, pegamos a telecabina ali pertinho e fomos almoçar um bacalhau, melhor dizendo, quatro bacalhaus, pra começar bem a viagem: bacalhau a brás, posta de bacalhau grelhado, bacalhau com broa e bacalhau com natas no restaurante D’Bacalhau, ali mesmo no Parque das Nações. O passeio na telecabina é bacaninha, mas nada excepcional. Também tem desconto com o Lisboa Card. Depois dessa odisseia já estávamos mortos de cansaço e ainda não eram 14h. Não tínhamos gás pra mais nada, então liguei para o proprietário do estúdio que alugamos, que foi super gentil e nos deixou fazer o check-in um pouco mais cedo. Por falar nisso, o horário de check-in em Portugal é quase sempre às 15h e o check-out às 11h ou 12h. De volta à estação Oriente, reavemos nossa bagagem e pegamos o metrô até a estação Alamedas e lá mudamos para a linha verde até a Baixa-Chiado. Molezinha. O único porém é quem nem todas as estações estão equipadas com escada rolante/elevadores e isso pode dificultar a vida de quem viaja com malas grandes ou muitas malas. A nossa era pequena e não tivemos problemas. Descansamos um pouco no estúdio e saímos para conhecer a região. Ficamos hospedados no estúdio Chiado InSuites 100, na Baixa, pertinho de tudo. Recomendo. O estúdio é uma graça e muito prático. A área é muito bem servida de bares, restaurantes, farmácias, mercado, lojas, metrôs, trens, ônibus etc. Passamos no mercado Pingo Doce para comprar produtos para o café da manhã e, apesar de a água da torneira ser própria para beber em todo o país, não gostei do gosto dela e preferi comprar a mineral no mercado mesmo. Mas fica a dica para quem quiser economizar uns euros em água. Aproveitando que nessa época escurece por volta das 21:30 e, apesar do tempo feio, passeamos pela rua Augusta, conhecemos o Arco da Rua Augusta, a Praça do Comércio, o Parque Eduardo VII (que estava hospedando a Feira do Livro de Lisboa e não rendeu boas fotos). Jantamos uma massa deliciosa com vinho da casa no Prima Pasta, um dos inúmeros restaurantes da Baixa, e desmaiamos até o dia seguinte. Vale comentar que os vinhos da casa nos restaurantes portugueses são geralmente muito bons e baratos. Eles servem uma taça, meia garrafa ou garrafa inteira. Peça sem medo de ser feliz. DIA 2: Lisboa – São Pedro colaborou com a minha preguiça Conforme anunciado por vários aplicativos de previsão do tempo, o dia amanheceu frio e muito chuvoso. 😒 Aproveitamos para descansar e tentar espantar a desgraça do jetlag. O marido precisava trabalhar e passei a manhã de preguiça no estúdio. A chuva parou pela hora do almoço e resolvemos conhecer o Timeout Market, com a intenção de almoçar por lá. Não mesmo, de jeito nenhum. Muita gente, muita fila, muita confusão. O local é muito legal e há restaurantes de todos os tipos de cozinhas, mas estava insuportavelmente cheio. Desistimos e acabamos almoçando na Pastelaria Brasília ali pertinho. Bem simples, mas com bom preço, boa comida e bom vinho da casa. Dali pegamos o metrô e fomos visitar alguns clientes em Lisboa mesmo. Chovia bem e voltamos para o estúdio para o marido continuar o trabalho pendente. De novo fiquei de preguiça dando uma folguinha para os meus pés e esperando a chuva passar. À noite fomos bater perna pela região e experimentamos o bolinho de bacalhau da Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau. Apesar de famoso e de vir recheado com queijo da Serra da Estrela, achei que não vale a grana pagar tanto por uma massa de batatas. Enfim, gosto é gosto. Nesse dia experimentamos também os famosos e aclamados pastéis de nata. Gostamos, mas não achamos nada assim tão fenomenal neles. Enfim, questão de gosto mesmo. Mas o mais decepcionante em Portugal, para mim, foi o café. Passamos por uma sofrida peregrinação em busca de um café, no mínimo, mais ou menos. Sempre que pedíamos café, serviam um expresso MUITO FORTE ou alguma outra coisa muito ruim. A gente fazia cara feia e tomava por questão de honra, mas só mesmo em Cascais descobrimos o nome do café que gostamos e que normalmente tomamos aqui no Brasil. Fique de olho nos próximos capítulos para saber e fugir das roubadas. Hehe... 🤪 Estava chovendo, então pegamos o metrô e fomos conhecer o shopping Colombo. São mais de 400 lojas de marcas conhecidas como Timberland, Chilli Beans, Toys "R" Us, C&A, Nike, Lacoste etc. Há também um mercado Continental e uma ótima praça de alimentação por lá. O acesso ao metrô é super fácil, feito por dentro do shopping mesmo. Não achei os preços lá essas coisas, mas vale a visita... Caminhar tranquilamente por Lisboa à noite com uma câmera a tira colo e mochila nas costas foi algo surreal pra mim. Mesmo morando em uma cidade relativamente pequena aqui no Brasil, não tenho coragem de sair à noite de câmera na mão. Essa é, sem dúvida, uma das grandes vantagens de Portugal. DIA 3: Lisboa – Belém e Castelo de São Jorge de elétrico (bonde) Um dia que eu não repetiria. Ainda com um pouco de jetlag, pegamos o elétrico 15E (o moderno, com wi-fi gratuito e tudo) na Praça da Figueira e desembarcamos em Belém. Detalhe: esse elétrico tem Wi-Fi gratuito. É tanto turista em Belém que achei que estava entrando em um formigueiro. - Padrão dos Descobrimentos: monumento interessante e imponente. Subimos de elevador até a cobertura, de onde se tem uma boa vista da Torre de Belém, do Mosteiro dos Jerônimos e de toda a região. Tem também um pátio muito bonito contando a história dos descobrimentos e das conquistas portuguesas, onde as escolas levam seus alunos para conhecer um pouco sobre as antigas glórias do país. - Torre de Belém: do Padrão fomos caminhando até a Torre (Cerca de 10 minutinhos) e depois de quase desistir, decidimos enfrentar aquela fila enooorme para entrar no monumento. Valeu, mas eu não faria de novo. Perdemos tempo demais ali. A intenção era visitar o Mosteiro dos Jerônimos logo em seguida, especialmente porque ele fica gratuito com o Lisboa Card, mas não tivemos coragem. A fila estava quase chegando no Japão e não tínhamos mais muito saco sobrando pra elas. Visitamos rapidamente a igreja (grátis para todos) e partimos para tentar experimentar os famosos pastéis de Belém. Doce ilusão. Como eu já tinha usado toda a minha cota de paciência na fila da Torre, nem pensei em enfrentar a quilométrica fila para saborear os pastéis. Entramos então em busca de uma mesa, na esperança de que seria mais fácil comer ali mesmo, mas a coisa estava séria demais para o meu gosto. Saímos dali correndo e, a mando do estômago, entramos no primeiro restaurante com mesas disponíveis na área. Era uma hamburgueria e nesse dia eu comecei a confirmar o que eu já vinha suspeitando desde o primeiro dia: a comida portuguesa é mesmo muito boa e muito farta, mas carece de sal. Durante toda a viagem fiquei com a sensação de que faltava alguma coisa. Pegamos o mesmo bonde de volta, saltamos na Praça da Figueira e fomos ao estúdio descansar um pouco. Com as energias meio renovadas e o tempo um pouco melhor, partimos para o Castelo de São Jorge no elétrico 12E, na mesma Praça da Figueira. Esse elétrico nos deixou em frente ao miradouro das Portas do Sol, ao lado do miradouro de Santa Luzia. O elétrico 28 vai mais próximo do castelo, mas a diferença não é grande. Depois de algumas fotos ali, fomos caminhando para o Castelo. É fácil chegar seguindo as indicações, não se preocupe. Adoramos o castelo, especialmente agraciado com uma linda vista da cidade e do Tejo, ótimo local para assistir ao pôr do sol. Descemos o bairro de Alfama caminhando, com a noite em nosso encalço, e nos enfiamos no estúdio, exaustos. Ô dia cansativo! Sobre alimentação, os preços dos pratos ali na Baixa variam entre € 7 e € 11. Nem passei perto de restaurantes mais caros. 😬 Veja mais abaixo: - Sintra de trem e taxi: Quinta da regaleira, Palácio da Pena, Castelo dos Mouros e Travesseiros da Periquita - Cascais e Cabo da Roca de trem e ônibus - Óbidos, Nazaré e Aldeia do Talasnal de carro alugado - Guimarães de trem - Porto e Douro de ônibus e bonde
  7. Boa noite. Minha dúvida é o seguinte pessoal, o visto no tratado Schengen normalmente é de 90 dias correto? precisando de me ausentar por 90 dias se quiser entrar novamente, até ai eu entendi. mas minha dúvida é, dentro desses 90 dias posso ficar saindo e retornando? Exemplo: entro em portugal (acordo schengen) e recebo permissão de 90 dias, fico uma semana em Lisboa e vou para a Ucrania (não faz parte do acordo) ai volto para a Italia (acordo schengen), depois entro na Inglaterra (novamente país de fora do tratado) e retorno para a França (acordo schengen). Como funciona essa questão de sair e entrar dos paises do acordo varias vezes, é permitido? cada vez que eu volto entrarei por um voo internacional novamente correto? então como funciona a imigração, me avaliam novamente cada vez ou é só mostrar que já me deram o visto em Portugal? pode parecer uma dúvida besta, mas essas questões realmente ainda não ficaram muito claras pra mim. Obrigado pra quem responder
  8. Pessoal, feliz ano novo! Alguém tem experiencia com ir com uma passagem só de ida pra europa? Vou viajar o mundo e não to querendo comprar a volta! Sabem se é possível? Quais os riscos? Como se precaver? Abraço
  9. Fora da Zona de Conforto

    Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)

    Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc… Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias? Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará: Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos. Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos. Continue lendo: Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)
  10. Turistando.in (Juliana)

    Blog Turistando.in: Quais são os tipos de café italiano e como pedir

    Os amantes de café sabem que o grão é nosso, mas que os italianos souberam inovar e que a mistura vendida lá faz sucesso no mundo todo. No entanto, chegar na Itália e pedir por um café pode ser um grande desafio. O espresso deles é idêntico ao nosso? E o cappuccino? Quero um café mais "fraco", como pedir? No menu existem vários tipos. Qual escolher? Pensando nisso, fiz um texto tentando desvendar alguns dos mais de 50 modos de pedir um café na Itàlia e ainda inseri frases para pedir gentilmente um café ao barista, além de dicas para nao pagar caro em seu café! Veja mais aqui: https://www.turistando.in/tipos-de-cafe-italiano/
  11. Berlim é uma cidade incrível, cheia de atrações para todos os gostos e bolsos. Como muita gente destina apenas 3 dias para Berlim, decidi montar um guia com mais de 10 roteiros pela cidade. Esses roteiros iniciam perto do término do anterior e eu o criei assim para que seja um modo fácil de organizar a tua viagem. Além dos roteiros, tem dicas de bairros para se hospedar, de como circular por Berlim e de atrações fora do circuito turístico de Berlim! Veja mais: https://www.turistando.in/mini-guia-o-que-fazer-em-berlim/
  12. Wallace Fonseca

    Work Exchange pela Croácia e Suíça

    Coloquei na parte da Suíça porque é onde terminei e passei a maior parte da trip, mas tem um pouco sobre a Croácia também. Eu sei que ta grande, mas..espero que gostem! Qualquer coisa só falar. PRIMEIRA PARTE – A VIAGEM Sempre falei para meus amigos, e até para mim mesmo, que iria – e vou - conhecer todos os lugares no mundo mochilando por aí. Sei que parece exagero, mas ainda pretendo cumprir esse desejo. Decidi que os primeiros lugares seriam fora do brasil. Me deparei com o Work Exchange através do site Worldpacker, não lembro como e nem por qual motivo entrei no site, mas foi como amor a primeira visita hahahaha. Comecei a ver os países disponíveis, os requisitos e comecei a mandar mensagem para os hosts com datas hipotéticas mesmo sem ter em mente uma viagem naquele momento, mais mesmo pra saber se era possível. E não é que era? Os hosts me responderam e confirmaram dizendo que eu poderia ir!! Minha felicidade foi absurda, mas por um momento apenas...lembrei que trabalhava de segunda a sexta e não tinha dinheiro para uma viagem desse tipo. Fechei o site. Desisti! Jamais pensaria em ir para Nova Zelândia ou qualquer outro país sem ter pelo menos uns 30mil na conta e uma empresa própria Início de 2016, surfando na internet me deparo com o Worldpacker novamente. Seria um sinal? Entro e percebo que se eu juntasse 10 “qualificações” de amigos ganharia 50 dólares pra fazer a primeira viagem. Oras, porque não? Compartilho no facebook e logo consigo o “vale” de 50 dólares. Beleza, para onde poderia ir com esse vale? México? Indonésia? Nova Zelândia? Queria ir pra tantos lugares, mas ainda não tinha como ir. Não tinha dinheiro, nem tempo. Férias já tinha tirado. De novo, teria que desistir de colocar o pé fora de casa. Meio de 2016, faltando 1 ano pra terminar o curso técnico e precisando de um estágio para concluir o curso, converso com meus chefes no trabalho, explico toda a situação e consigo minha demissão pra dezembro. A princípio o pedido de demissão era para procurar um estágio, porque não dava para trabalhar de manhã (pegava às 06:00 e ficava até as 16:00), minhas aulas eram a noite no curso e não teria tempo para fazer um estágio. Então decidi que teria que sair do trabalho! Acredito que foi em setembro que tudo mudou. Esse foi o mês que recebi um e-mail do Worldpacker informando que tinha uma mensagem de um host da Croácia. Fiquei surpreso pois não lembrava de ter enviado nenhuma mensagem para lá. Bom, era um convite! Na mensagem dizia que o host tinha gostado do meu perfil e gostaria da minha ajuda para construir um hostel na ilha de Bol, na Croácia. Nem preciso dizer que no mesmo instante parecia que eu tinha colado um sorriso de ponta a ponta no meu rosto. No momento eu pensei: “ Vou ser demitido com todos os direitos em dezembro. Estarei de férias no curso. Porque não me dar esse presente e finalmente dar início a esse sonho? “ Conversava com o host todos os dias, tentava extrair o máximo de informação dele, do local e do trabalho para ver se era confiável mesmo. Fiz os cálculos de quanto ganharia da rescisão de contrato e do FGTS e decidi colocar a viagem em prática. Minha namorada não poderia ir comigo, mas mesmo assim ela me incentivou e apoiou a ideia, sempre alertando para analisar tudo com cautela. De início meus pais acharam que era besteira e que eu estava blefando. Pensavam que eu desistiria da ideia e ponto. Só que não foi bem assim. De passagem comprada para dia 12/12/2016 saindo do Galeão, faltando 2 meses para a viagem, eles começaram a ficar tensos. Começaram a perguntar sobre o host, o local, o que eu faria, com quem iria, pediram para verificar ficha criminal do host, se tinha família e etc etc etc. Com muita conversa, consegui que eles ficassem ‘’tranquilos’’. Ao menos meu pai pareceu ficar tranquilo, porque minha mãe nada adiantava hahaha. Dia 12 de dezembro, com mochila pronta, com todos os documentos possíveis guardados e com um medo que nunca havia imaginado sentir tentando me fazer abandonar a ideia, seguimos para o aeroporto. Com check-in feito e de frente para o portão de embarque começa a melhor parte – ou seria a pior? – Beijos mãe, beijos irmão, beijos namorada linda. Nos vemos daqui a 49 dias se deus quiser. Sigo sozinho sem olhar para trás, para uma viagem de 14 horas de ida com lágrimas nos olhos, sorriso na cara e coração apertado com medo do que viria pela frente. SEGUNDA PARTE – IMIGRAÇÃO E EXTRAVIO Antes de contar sobre a viagem preciso explicar porque decidi viajar dessa forma. Decidi viajar dessa maneira por 2 motivos: Por ser mais econômico, pois quando viajamos dessa maneira nós ficamos na casa dos hosts ou algum lugar destinado para os voluntários e não pagamos por isso; e pelo intercâmbio cultural, já que teremos que conviver 24hrs por dia com seus costumes, idioma, culinária e sem falar na amizade que você faz quando há outros voluntários. Particularmente, eu não acho que há mais graça em conhecer um lugar diferente, seja uma cidade dentro do seu país ou fora, e apenas tirar fotos bonitas e colocar no facebook/Instagram pra ganhar curtidas. Caso você encontre graça nisso, me mostre por favor. Acho muito mais interessante quando você conhece e convive com pessoas locais, aprende sobre seus costumes, aprende seu idioma e quando voltar para seu país, voltar com muito mais experiência e maturidade do que simplesmente fotos e vídeos. A passagem mais barata que encontrei pra chegar no meu destino final, no caso Croácia, foi para a Áustria, no aeroporto de Viena. Meu percurso foi o seguinte: Rio de Janeiro -> São Paulo -> Madrid -> Áustria. Da Áustria meu plano seria pegar um ônibus até a capital da Croácia, Zagreb, e de lá um ônibus pra Split e, por fim, um catamarã pra cidade onde ficaria, que seria Bol - não sei se percebeu, mas usei verbos no futuro do pretérito, ou seja, eram coisas que aconteceriam, mas não aconteceram – ou melhor, não aconteceram como desejadas – por motivos que vou explicar já já. Antes de viajar, li muito sobre a parte da imigração, como era, o que eles poderiam pedir, quais os tipos de documentos levar e etc etc. Fiquei com um medo da por** quando descobri que minha imigração seria feita no aeroporto onde a maioria dos brasileiros – pelo menos no passado – ficavam detidos e eram deportados, o aeroporto de Madrid- Barajas. Por causa disso levei todos os documentos possíveis para qualquer situação. Se perguntassem o tipo sanguíneo do meu pai, eu saberia dizer e comprovar com o exame de sangue dele que estava cuidadosamente alocado na pasta de documentos. Meu voo de São Paulo pra Madrid atrasou uns 50 minutos e por consequência disso, eu cheguei, obviamente, 50 minutos atrasado para o voo de Madrid para Áustria, que no caso seria 30 minutos depois que eu chegasse em Madrid no horário previsto, ou seja, se o voo não tivesse atrasado, eu teria 30 minutos para caminhar tranquilamente pelo quarto maior aeroporto da Europa ao invés de correr desesperadamente em busca do meu portão de embarque para Áustria. Foi uma loucura total, porque eu não sabia pra onde ir, fui me guiando pelas placas e perguntando às pessoas. Correndo pelo aeroporto, vejo: imigração, penso: “fodeu”. Sigo em diante e me direciono para o guichê já preparado pra responder qualquer pergunta. Agente: “Passaporte”, eu entrego. Agente:” Vai pra onde?, eu falo: “Viena”. Agente:” Pode ir!”, depois de carimbar meu passaporte. Levei uma pasta de documentos pesando quase 1 quilo (brincadeira, é claro) pra nada? De qualquer maneira nem tive tempo para ficar surpreso e rindo à toa porque estava atrasado 30 minutos para meu voo, não tinha passado pelo raio-x e nem sabia pra onde ir. Interessante que quando se está nessas tretas a gente faz amizade muito rápido. Encontrei uma moça da Argentina que me ajudou MUITO perguntando aos funcionários do aeroporto onde ficava meu portão de embarque, sendo que ela também estava atrasada para o voo dela. Com 40 minutos de atraso – lembrando que a culpa não foi minha e sim do voo – encontro meu portão de embarque, explico toda situação – ou melhor, tento explicar a situação, visto que meu inglês estava fraco ainda – e achando que estaria tudo bem e que eu poderia viajar em paz para a Áustria, recebo a notícia que minha mochila não estaria nesse voo porque achavam que eu não embarcaria no mesmo e que eu teria que resolver no ‘’achados e perdidos’’ quando eu chegasse em Viena. Entro no avião, todos me olham como se eu fosse o culpado pelo atraso, sento no pior lugar possível e de quebra não teve comida no voo. Tudo bem, com ‘’sorte’’ não fui barrado na imigração. Já no aeroporto de Viena, a primeira coisa que fiz foi procurar o Lost and Founds. Estava muito nervoso porque precisaria explicar a situação toda em inglês e, como disse lá em cima, meu inglês era bem básico, então não estava nem um pouco confiante, mas eu precisava da minha mala, era como se ela fosse minha companheira – e não deixava de ser verdade hahaha – então fui direto pro guichê. Bom, posso dizer que deu tudo certo mesmo tendo que esperar 6 horas pra minha mala chegar no aeroporto. A companhia aérea disse que eles entregariam onde eu fosse ficar, mas eu ficaria numa ilha, numa cidade relativamente pequena dentro de uma ilha então, não, eles não entregariam lá. O mais próximo seria longe e demoraria, então decidi ficar no aeroporto esperando. Se algum dia vocês forem parar no aeroporto de Viena e precisarem de ajuda podem falar comigo. Conheço todos os banheiros, lojas, saídas e cadeiras possíveis. Sorte que possuía wi-fi, pois assim pude ficar conversando com minha namorada e meus pais no Brasil. Quase chorei quando vi minha verdinha (minha mochila) passando pela esteira. Foi muito gratificante sentir o peso dela nas costas e saber que naquele momento poderia dar seguimento na viagem. Meu objetivo foi sair do aeroporto – não comentei antes, mas também é chamado de Schwechat Airport – e seguir de metrô para a Erdberg Station onde lá pegaria o ônibus para Zagreb, capital da Croácia, com conexão na Eslovênia. Fiquei 4 horas em Liubliana ou Ljubljana, capital da Eslovênia esperando o outro ônibus que seguiria para Zagreb. Uma dica: Se for viajar no inverno por esses países e tiver que esperar de madrugada nas estações, leve meias! Muitas meias! Acredite, você vai precisar! TERCEIRA PARTE – BUNGEE JUMP Decidi ficar 2 dias em Zagreb no hostel Chillout – muito bom por sinal – pra conhecer um pouco sobre a cidade. Não queria ir muito longe por causa da grana, então andei pelas proximidades mesmo. Próximo passo seria seguir direto pra uma cidade chamada Split, onde lá pegaria o catamarã pra casa do Host. Bom, sempre quis pular de Bungee Jump. Antes de viajar pesquisei sobre spots de bungee jump na Croácia e achei um em Zadar, uma cidade entre Zagreb e Split. Pensei: ”Por que não? “ De Zagreb segui pra Zadar, e foi lá que tive uma das histórias mais cômicas - pra não dizer desesperadora – da viagem. Antes de seguir rumo a Zadar eu já vinha conversando com a empresa onde faria o salto. No Brasil mesmo já havia pesquisado sobre eles, visto fotos, se eram confiáveis e etc. Por e-mail eles disseram que me buscariam na rodoviária de Zadar e depois do salto me deixariam lá pra poder seguir minha viagem. Quero deixar bem claro que não tenho preconceito NENHUM com ninguém, pelo contrário, tenho raiva de quem é preconceituoso com as pessoas. Não julgo ninguém. Acontece que eu imaginei algo totalmente diferente dos responsáveis que me buscariam na rodoviária, não me pergunte o quê. Quando um deles acenou pra mim, fiz apenas que sim com a cabeça (não perguntei absolutamente nada – eu fui burro, eu sei), peguei minha mochila no ônibus e o acompanhei até o carro. O motorista do carro tinha uma cara de açougueiro e pra piorar ainda mais ele não falava inglês, o que à primeira impressão o tornava grosso e antipático. Antes de entrar no carro, perguntei ao primeiro se eles eram do Bungee Jump e ele confirmou. Sentado no carro no banco de trás, eu só pensava que tinha me metido numa enrascada, que seria estuprado e meus órgãos vendidos no mercado negro. O motorista com cara de açougueiro só falava croata e toda hora eles ficavam conversando e rindo – rindo muito -, eu imaginava coisas loucas, como se eles estivessem tramando algo, vendo quem ficaria com o que quando sumissem comigo. Vez ou outra o primeiro me perguntava algo e eu respondia normalmente, mas mesmo assim eu já estava me despedindo da minha família mentalmente. Se eu fosse morrer, não morreria sem lutar. Pensei em tudo: desde pular do carro se eu percebesse que estavam me levando pra algum lugar estranho até tentar quebrar o pescoço dos dois e pular. Como o primeiro falava um pouco inglês, eu ia perguntando coisas relacionadas a nossa conversa por e-mail. Perguntei o valor do salto, o nome dele, o nome da empresa e fui ficando mais tranquilo a medida que ele ia confirmando as informações passadas pelo e-mail. Só fiquei mais relaxado quando entrou um outro rapaz que eu já tinha visto nas fotos no site da empresa e ele também falava inglês, então fiquei muito mais tranquilo. O restante do percurso foi super de boa, chegamos no local do salto, a ponte Maslenica Bridge (Maslenički most), eles me explicaram tudo, me equiparam, colocaram a Gopro e tiramos algumas fotos antes do salto. Não parecia alto até o momento que subi no último degrau da escada improvisada e olhei para baixo. Com 55 metros abaixo de mim, respirei fundo e com o sorriso na cara, saltei em direção ao mar adriático... O salto foda para caralho. Saltaria todos os dias quantas vezes pudesse. Foi uma das sensações mais loucas que tive na vida. Por um momento pensei que meu cérebro iria explodir com a velocidade que alcançava, mas alguns segundos depois do salto, senti a corda puxar meu tornozelo e soube que tinha acabado. Agradeço imensamente à Izazov Tours pela experiência sem igual. Agradeço ainda mais pela generosidade de terem me buscado e deixado na rodoviária. Definitivamente recomendo a todos que forem visitar a Croácia. QUARTA PARTE – “FAÇA COM QUE O NÃO PLANEJADO, FAÇA PARTE DO PLANO “ Depois de um longo e radical dia, chego na cidade de Split na parte da noite. A cidade à primeira impressão me pareceu bem pacata. Como a rodoviária é em frente ao porto onde saem os catarmarãs para as ilhas, estava bastante frio. Com cara de gringo, com um mochilão nas costas, não tem como não dizer que era turista. Após 5 minutos depois deu ter descido do ônibus, me para um senhor na faixa dos 60 anos, mas com cara de surfista, perguntando se eu precisava de um lugar para dormir. Àquela hora não conseguiria nenhum catamarã para me levar para Bol e muito menos alguém para me buscar quando chegasse lá. Disse que sim, mas nada tão caro. Informei a faixa de preço que eu estaria disposto a pagar e então ele foi me conduzindo pelas ruas da cidade. Na Croácia, usa-se a moeda chamada Kuna, onde 1 Kuna equivale – no momento que escrevi esse texto - aproximadamente 0,50 centavos. Como já era noite, aquela parte da cidade estava relativamente vazia e algumas ruas eram escuras. Olha, eu moro no Brasil. Sou desconfiado mesmo. Infelizmente qualquer boa ação que eu receba, nos primeiros momentos eu fico desconfiado até descobrir a real intenção do indivíduo. Não iria mudar estando em outro país, portanto tentava manter uma certa distância do senhor surfista a medida que ele me guiava por ruas escuras e vazias. Íamos conversando, ele dizia que já tinha visitado o Brasil algumas vezes e que como era marinheiro, conheceu uma moça em Split e decidiu morar ali. Interessante a história até! Chegamos até a entrada de uma catedral e estranhamente ele começou a entrar. Fiquei pensando onde raios era esse hostel que ficava dentro de uma catedral. Juro que eu não sabia. Era como se a catedral fosse um mini condomínio. Tinham lojas, restaurantes, bares, muitas pessoas dançando e curtindo e muitas placas de hostels. Se eu estivesse sozinho jamais entraria na catedral e jamais teria conhecido as pessoas que conheci no hostel onde fiquei. Tem coisas que parecem que precisam acontecer. Lá dentro, ele me guiava por vielas e mais vielas. Tentou sem sucesso em alguns hostels, mas encontramos um, o Meri Hostel, onde fiquei pelos 3 próximos dias. O hostel era muito simples: era um cômodo grande com 6 beliches, uma mesinha redonda, uma pia, um fogão de indução e 2 banheiros. Quando cheguei tinham 2 pessoas apenas: 1 senhor que parecia morar lá e um rapaz na faixa de 30 anos que vim a descobrir posteriormente ser da Hungria e que estava lá a algumas semanas estudando para fazer uma prova para ser prático. No dia seguinte, conversei com o host lá de Bol e falei que gostaria de ficar por mais 2 dias na cidade para conhecer melhor e tentar fazer alguns passeios. Cheguei em Split no dia 15/12, numa quinta-feira e fiquei até domingo. Quando comentei lá na segunda página que as coisas não aconteceram como planejadas, foi por que antes de entrar no avião no Rio de Janeiro, eu tinha planejado tudo cuidadosamente: o ônibus que eu pegaria até Zagreb num determinado horário quando chegasse no aeroporto em Viena; o outro ônibus que pegaria até Split que eu já sabia que tinha; e o catamarã que eu pegaria para chegar em Bol. Nada disso aconteceu como planejado porque minha mala foi extraviada, atrasou tudo e tive que cancelar o ônibus; Por ter cancelado o ônibus, cheguei em Zagreb em um outro horário, na qual não tinha ônibus para Split naquele dia; E por não ter tido ônibus para Split, consegui mudar a rota para Zadar, consegui fazer o salto e ainda sim consegui ônibus par Split logo em seguida. O que quero dizer é que nem sempre vamos conseguir seguir com o planejado e isso é bom, pois nos leva a situações onde precisaremos agir diferente, pensar diferente. Pode nos levar a situações inesquecíveis. Ou até mesmo desesperadoras. Mas faz parte! Acredito que essas situações que acontecem, mas que não são pensadas antes, nos fazem crescer. Amadurecer. Então, se algo não acontecer como esperado, não reclame. Faça com que o não planejado, faça parte do plano. QUINTA PARTE – “LEGAL-MAS-NÃO-TÃO-LEGAL” Em Split deu pra conhecer alguns lugares apesar de não ter feito nenhuma excursão, pois como era inverno, muito dos passeios que queria fazer não estavam disponíveis, mas tudo bem. O dinheiro que economizei dos passeios, gastei em mais 2 rabiscos pelo corpo hahaha. No domingo fui para o porto pegar o catamarã até Bol. Aliás, não. Não era mais Bol. Esqueci que agora começa a parte “legal-mas-não-tão-legal-assim da viagem”. Antes de seguir pra Croácia, pesquisei sobre Bol e o que tinha ao redor pra fazer. Apesar de ser pequena possui bares, boates, praias – inclusive uma das mais famosas da Croácia, Zlatini Rat – e além do mais o hostel tinha piscina. Excelente: depois de um dia de trabalho curtir uma saída na rua com os outros voluntários, fazer trilhas e tudo mais. Pois é, nada disso aconteceu! Fiquei sabendo 2 dias antes de chegar em Split que não ficaria mais em Bol. Tudo bem, mesmo que fosse em outro lugar não poderia ser ruim. “Pô, estou na Croácia” – pensei, “Qualquer lugar que eu fique vai ser irado”. Ficamos (eu e mais 5 voluntários brasileiros) alojados numa casa no interior de Supetar. Quando digo interior, é interior mesmo. Pra quem conhece, mais interior que Antônio Prado de Minas. Não tinha absolutamente nada pra fazer. Íamos trabalhar às 10:00 e voltávamos 17:30 já parecendo que era madrugada pois escurecia absurdamente rápido. A primeira semana de trabalho foi maneiríssima: acordar cedo num frio da colina (variava de 5°C a -3°C quando ventava muito), tomar café e seguir pro batente procurar pedras achatadas, aprender a usar a betoneira, carregar saco de cimento e baldes com concreto. De almoço comíamos sopa com pão – muito bom por sinal – e a tarde nos era oferecido cachaça croata. Chato era chegar em casa 17:30 e ir deitar pra assistir filme no celular. Todos os voluntários dependiam do carro do host pra sair, seja pro mercado, pra cidade, pra onde fosse. Estávamos realmente isolados de tudo. Não tinha pra onde ir nem andando. O centro da cidade ficava a 20 minutos de carro e mesmo assim lá não tinha muito a ser feito. Veja bem, em momento algum eu reclamei e nem estou reclamando agora. Eu sempre tento tirar proveito de todas as situações, inclusive as desagradáveis. Acontece que fui pra me divertir apesar de tudo e não apenas pra trabalhar. Realmente era muito chato chegar na casa e não ter NADA pra fazer. O host quando chegava ia dormir ou ficava assistindo televisão e não tinha transporte público, bicicleta e nem pessoas pra pedir carona. O chato disso tudo é que em MOMENTO ALGUM o host falou pra mim – e nem pros outros voluntários - que ficaríamos numa casa no interior sem poder fazer nada. Em seu perfil estava tudo descrito pra ficar em bol. Inclusive tinha o endereço de lá, as fotos, informações também. Eu fiquei sabendo que íamos ficar em outra cidade porque um outro voluntário brasileiro que estava lá a mais tempo me avisou quando mandei mensagem pedindo mais informações. Uma semana depois de chegar na casa do host, já estava procurando outro lugar pra ficar. SEXTA PARTE – RUMO A NEVE No dia 30/12, numa sexta feira, exatamente 12 dias após chegar no destino que eu acreditava ficar até dia 29/01/17, eu saí de lá rumo a Zurique, Suíça, com o intuito de passar o Réveillon e um dia após seguir para Bienna (Biel ou Bienne) cuidar de 3 magníficos huskies. Na Suíça, o meio de transporte público que mais se destaca é o trem seguido dos ônibus. São bem caros comparado aos do Brasil, porém são extremamente bem preservados e pontuais. Preciso repetir: muito pontuais. Cada estação de trem ou ônibus possui algumas telas com os horários dos próximos carros. Se está na tela “O próximo trem para Horgen chega em 23:37”, acredite ele vai chegar às 23:37 e não 23:35 ou 23:40. Na minha opinião acho justo pagar R$ 30,00 de passagem quando você tem conforto, segurança, pontualidade e qualidade. Um franco suíço (CHF) equivale a 3,37 reais. Não é um valor tão alto comparado com a libra esterlina por exemplo, que é absurdamente mais cara, porém o que encarece a viagem pela Suíça é o custo das passagens e da alimentação. Com 3 viagens de trem para bairros próximos (mais ou menos 20 minutos de duração cada viagem) gastei aproximadamente R$ 100,00, fora a passagem de 51 CHF (R$ 170,00) que precisei pagar pra ir até a casa do meu novo host que ficava em Bienna. O réveillon em Zurique foi iradíssimo apesar de estar sozinho, com saudades dos meus amigos, dos meus pais, do meu irmão e da minha namorada. Tentei fazer amizade, mas não foi tão simples quanto parecia. As pessoas que vi pareciam ser muito reservadas e eu além de ser tímido, estava com MUITO frio, então desisti da ideia e fiquei na minha explorando ao redor. A única diferença que percebi no réveillon de Zurique para o réveillon do Rio de Janeiro é que em Zurique as explosões começam 30 minutos depois de 00:00 e as luzes das ruas e dos edifícios se apagam, deixando o local mais escuro. Fora isso, na minha opinião, não achei grande coisa. O pouco que fiquei em Zurique deu pra perceber que é linda, tem muitas lugares a se conhecer e acredito que no verão deva ser melhor ainda. Definitivamente é um lugar que pretendo voltar. No dia 01/01/17 segui para a estação de Bienna onde meu host estaria me aguardando. Bom, antes de falar sobre a experiência de trabalho voluntário na suíça, preciso explicar como fui parar lá. Ainda na casa do host em Supetar, uma semana depois de ter chegado já estava procurando outro lugar para ficar devido ao “pequeno imprevisto” que ocorreu. Eu já conhecia o site Workaway, mas, assim como o Worldpacker, nunca acreditei que fosse dar certo e então deixei de lado. Um dos voluntários lá na casa me indicou este e no mesmo dia fiz minha inscrição no site. Estava procurando locais próximos à Áustria porque meu voo de volta sairia de lá, então pra não gastar muito dinheiro com passagens decidi que encontraria lugares próximos. O interessante nesses sites de voluntariado é você ler todo o perfil do host, os feedbacks de outros voluntários, analisar fotos, e claro, você precisa gostar do que ele propõe. Não adianta nada você se candidatar a uma vaga onde você sabe que vai trabalhar carregando peso, cozinhando, ou qualquer coisa e você não estar apto pra isso. Por isso é muito importante ler o perfil antes de se candidatar a vaga. Mandei mensagens para vários hosts da Itália, Alemanha, Eslováquia, Suíça na tentativa de sair de lá o mais rápido possível. Muitos me responderam, mas a maioria dizia não estar disponível para o período de tempo que eu pretendia ficar, outros só aceitavam casal e outros disseram não ter mais vagas. Enfim, sempre depois que chegávamos do trabalho, tomava meu banho e seguia pro celular pra procurar vagas. Um belo dia, encontrei um host da Suíça que precisava de ajuda pra cuidar de 3 huskies: Hinata, Akamaru e Sydney. O trabalho consistia em levar os cachorros para passear na floresta 3-4 vezes por dia em troca de um quarto e alimentação. Eram 2 tipos de passeios: o longo e o curto. O passeio longo era todo dia 08:00 da manhã e 17:00 da tarde; o passeio curto era por volta de 11:30-12:00(antes do almoço) e 22:00. Na descrição o host pediu experiência com cachorros e colocou ênfase que o voluntário precisava ter um bom condicionamento físico para o trabalho porque, não importaria o clima, fosse sol, chuva, neve ou vento, precisaria levar os 3 huskies para passear. “Bom”, eu pensei, “tive dois poodle toy. Três huskies não podem ser tão diferentes assim”. Enviei mensagem e pra minha surpresa o host respondeu. Conversamos e ele me aceitou em sua casa até o dia que eu iria embora. Feito isso, conversei com o primeiro host, fui bem sincero com ele dizendo que não tinha sido o que eu esperava, visto que pensava que iria ficar em uma cidade com mais movimento e de fácil acesso e perguntei se haveria problemas se eu fosse embora dali a dois dias. Ele aceitou numa boa, e tudo pronto. “ . Pela primeira vez vou fazer um boneco de neve” - pensei Arrumei minha verdinha pela segunda vez e partiu Suíça. SÉTIMA PARTE – AKAMARU, HINATA E SIDNEY Akamaru, o imponente, porém o preguiçoso; Hinata, a misteriosa; Sidney, a princesa caçadora, porém a peidorreira. Foram os três huskies que me receberam quando entrei pela porta da casa de meu host em Port – Biel/Bienna. Esses três huskies foram os responsáveis por eu ter tido uma das melhores experiências da minha vida. Meu dia começava às 08:00 da matina quando os levávamos pra um loongo passeio variando de 4 a 9 km (uma a duas horas) pela floresta. Geralmente era um passeio supertranquilo: cada um tinha sua vez de andar sem coleira pela trilha e dependendo do caminho que decidíamos tomar dois ficavam soltos. Nunca os três. Vez ou outra a gente encontrava um coelho ou um veado saltitando inocentemente pela trilha e quando isso acontecia era tenso, pois os cachorros partiam atrás e eram bem fortes. Nada comparado a dois poodle toys hahaha. Sorte a minha que eu já andava preparado pra esse tipo de situação pois o host já havia me alertado sobre. Teve uma vez em Grindelwald que estávamos descendo uma rua numa calçada bem escorregadia quando, simplesmente, os cachorros avistaram um GATO. É...isso mesmo.. Um gato. Foi tenso porque dessa vez eu não esperava. Eu estava segurando a Hinata e a Sidney quando os três – Akamaru estava com o host – começaram a latir e a puxar freneticamente, avancei uns 2 metros mais ou menos numa mistura de correr e tropeçar até o momento que achei uma mureta e consegui me estabilizar. O gato tinha desaparecido, mas mesmo depois os três continuaram farejando na tentativa de achar o gato. Os três huskies tinham o costume de caçar ratinhos na floresta, mas a que mais se destacava era Sidney. É incrível a habilidade que ela tem de DO NADA, pular em cima das folhas, cavar freneticamente e sair com um ratinho pendurado na boca. Eu sei eu sei, coitadinho do ratinho? Pensei exatamente a mesma coisa quando vi a primeira vez, mas depois passei a entender que é o instinto deles. Eles corriam atrás dos outros animais: coelhos, veados, esquilos, mas nunca os vi pegarem e, além do mais, seu dono também não deixava que o fizessem. Acontece que os ratinhos ficavam próximos demais da gente e quando menos se esperava, já vinha um deles com um ratinho na boca. Depois que chegávamos do passeio matinal, tomávamos café, eu limpava a casa e relaxava um pouco. Poucos antes do almoço, por volta de 12:00 – 12:30 eu saía com eles para um passeio curto de 30-40 minutos. O host estudou por muito tempo culinária, então praticamente todo dia era uma comida diferente e deliciosa. Esse é o interessante de quando se viaja fazendo Work Exchange porque acaba sendo mais fácil conviver com os moradores, fazer parte da rotina deles, aprender mais a fundo sobre a cultura, experimentar uma comida diferente que não existe nos restaurantes. Com certeza é possível fazer todas essas coisas quando se viaja de modo “tradicional”, mas acredito ser mais fácil quando se faz o Work Exchange. Depois do almoço eu tinha um tempo livre até o próximo passeio que era as 17:00, mas acabava ficando em casa lendo ou brincando com os huskies mesmo e vez ou outra a gente saía pra fazer compra no mercado. O passeio das 17:00 era um passeio longo, ou seja, andávamos em torno de 4-9 km dependendo da trilha e eu sei disso porque sempre marcávamos no aplicativo Runstatic. A noite, por volta das 21:00, eu levava os dogs por um passeio curto na rua, mas muitas vezes eu acabava voltando mais rápido do que esperava porque o Akamaru tem medo de escuro e ficava “empacando” quando eu tentava ir por um caminho. Às vezes o host00 me levava pra fazer excursão pela Suíça e com isso visitei algumas cidades como Interlaken, Lucerna, e um vilarejo no meio dos alpes, Grindelwald. Foi assim, andando de 20 – 40 km por semana, visitando outros lugares, me alimentando muito bem, conversando em inglês tão bem que eu nem acreditava – com erros é claro, mas bem – que passei as 4 semanas seguintes. Dia 29/01/17, com mochila pronta – mais pesada do que nunca com vários chocolates – Thommas me levou até a rodoviária pra eu pegar o bus que seguiria até a Áustria. Estava com saudades de casa... [...] OITAVA PARTE – CASA Admito que foi triste e chorei um pouco quando fui me despedir dos irmãos de 4 patas. O mais incrível, ou estranho, foi que no dia que eu estava indo embora os três ficaram latindo e se esfregando em mim, coisa que eles não faziam. Hinata raramente ficava comigo e nesse dia, ela ficou pulando em cima de mim, me lambendo, latindo. Não sei se foi apenas coincidência ou se eles sentiram algo. Pode ser que eles estavam felizes porque eu estar indo embora já que eu posso ter sido um pé no saco pra eles, mas acredito que não foi isso – espero que não tenha sido isso hahahah.. Na rodoviária me despedi de Thommas, e segui até o aeroporto da Áustria pra pegar meu voo de volta. Com check-in feito e mala despachada, sento na minha poltrona e começo a lembrar de todas as coisas que vivi nesses 49 dias. Fiquei feliz por ter tomado a decisão certa: Ao invés de ficar com medo – e eu estava com medo pra caralho, afinal eu ia viajar sozinho pra outro país - e não ter feito nada do que fiz, com medo mesmo eu comprei a passagem, arrumei minha mala e fiz meu roteiro; com medo mesmo fui para o aeroporto, me despedi do pessoal que estava comigo e segui adiante. Com medo mesmo entrei no avião e fui. Com medo. Mas fui. CUSTOS Bom, admito que gastei mais do que tinha planejado pelo de fato de não ter imaginado que iria pra Suíça. Eu levei 1000 euros (aproximadamente R$ 4000,00) + cartão de crédito. Inicialmente eu pensei que esses 4 mil reais seriam mais que suficientes – e de fato seria se eu não tivesse ficado viajando de ônibus toda hora – mas como decidi algumas coisas de última hora acabei por gastar mais. Detalhadamente: - R$ 2865,00 – Passagem ida e volta; - R$ 4000,00 (1000 euros) que converti no Rio de Janeiro mesmo e foi gasto com passeios, alimentação e passagens; - R$ 3000,00 que gastei parcelando alguns presentes, também passagens de ônibus e alimentação; Teve coisas que comprei que não deveria e teve coisas que deveria ter comprado, mas não o fiz, mas acredito que faz parte. Se eu simplesmente tivesse ido direto pra casa do host na Croácia eu teria economizado uma bela quantia, mas eu não teria feito Bungee Jump, não teria conhecido Zagreb, não teria feito os amigos que fiz em Split e nem ter visto as coisas que vi. Qual seria o propósito da viagem então? Além de ser pra ajudar – independentemente do tipo de ajuda– você vai pra se divertir também. Queria aproveitar a oportunidade. Caso esteja planejando viajar eu te digo: Vá! Quando puder, mas vá! Simplesmente. Não deixe que o medo do incerto te faça perder a coragem. Vá sozinho, vá com namorada (o), vá com amigos... se permita esse momento. É incrível as coisas que podemos fazer quando queremos. Um livro que me incentivou e me ajudou muito foi do Paulo Coelho: o Alquimista. Leia e entenderá.
  13. Em Algum Lugar do Mundo

    Barcelona em 3 dias: roteiro de viagem

    Aproveite nossas dicas de Barcelona e confira um roteiro de 3 dias imperdível pela cidade, incluindo seus principais pontos turísticos. Se você tem pouco tempo disponível pra conhecer Barcelona, esse roteiro é o ideal! O que fazer em Barcelona em 3 dias: roteiro de viagem Dia 1: Park Guell, Passeig Gràcia, La Pedrera e Casa Batlò Park Guell Vamos acordar cedo para começar logo esse primeiro dia e ir direto ao Park Guell, o parque mais famoso de Barcelona. Uma das muitas obras de Gaudí, sendo que essa já foi considerada um fracasso urbanístico, veja só! A partir de 1984, tornou-se Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Passeig Gràcia Próximo destino é passear pela Passeig Gràcia uma avenida bem longa que liga o bairro Gràcia até a Plaça de Catalunya. Construções lindas e exuberantes, com lojas de grife e hoteis de luxo. La Pedrera e Casa Batlò Essa dupla famosa fica na Passeig Gràcia, São duas obras de Gaudí, também declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. La Pedrera e Casa Batlò são imperdíveis! Para conferir o roteiro de 3 dias completo, acesse: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-barcelona-em-3-dias/
  14. Em Algum Lugar do Mundo

    Madrid, Espanha: 10 atrações imperdíveis

    Veja aqui o que fazer em Madri: destacamos as 10 principais atrações pra quem quer conhecer o melhor de Madrid em pouco tempo. O que ver e fazer em Madrid: principais pontos de interesse para incluir no seu roteiro 1. Puerta del Sol Puerta del Sol é o coração da cidade, sendo uma das praças mais famosas de Madrid. Há uma placa na praça marcando o km zero da Espanha. Ela tem um formato de semi círculo, e há 6 rodovias que começam justo nesse ponto. Por lá encontramos muitos bares e restaurantes, além de lojas nos arredores e a estátua de bronze do Urso no meio da praça, chamada de "El Oso y El Madroño", Esse é o símbolo de Madrid. 2. Plaza Mayor Outra praça das mais famosas e visitadas da cidade. Sua arquitetura é linda, com ar grandioso. A praça fica no coração de Madrid, ela já foi o centro da vila por mais de quarto séculos e sobreviveu a 3 incêndios. A estátua que fica no meio da praça é do Rei Felipe III. Plaza Mayor 3. Parque El Retiro El Retiro é a área verde mais importante da cidade. Lugar frequentado por turistas que vão passear e por locais que vão se exercitar. Por lá dá pra alugar um barquinho pra andar no lago, visitar o Palácio de Cristal ou simplesmente curtir a paisagem. Confira a lista completa com as principais atrações de Madrid no post: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-visitar-em-madrid/
  15. Por Lid Costa Ei pessoal, tudo bem? O post de hoje é um roteiro com o que fazer em Nápoles em 1 dia. A cidade é um pouco esquecida pelos turistas brasileiros e não tão querida por todos os italianos, mas eu recomendo demais uma visita a cidade, curti muito lá! Enquanto estava pesquisando por informações sobre o que fazer em Nápoles, vi alguns blogs falando que ela era mais barra pesada, suja e que o os italianos de lá eram sem educação. É claro que depois de ler tudo isso, eu fui um pouco com o pé atrás. Porém, a cidade me surpreendeu positivamente, mesmo passando apenas duas noites lá. Adorei! E, posso até criar polêmica, gostei mais de Nápoles do que de Florença! Isso mesmo! O que fazer em Nápoles em 1 dia Nápoles é a 3ª cidade mais populosa da Itália, ficando atrás apenas de Roma e Milão. Fica situada ao sul de Roma, são apenas 220 km, cerca de 2h30m se você optar por ir de ônibus/carro ou 1h30m se for de trem. Eu fui de ônibus, que era a forma mais barata, e desci na rodoviária. Fiz esse roteiro em apenas um dia, foi bem tranquilo. Se iniciarem o tour por volta das 10:00 da manhã dá pra fazer tudo com muita calma. Eu cheguei no último ponto a ser visitado por volta das 17:00, aproveitei que o dia estava lindo e comecei a escrever o post lá mesmo! Continue a leitura em https://partiuviajar.blog.br/o-que-fazer-em-napoles-em-1-dia/
  16. Vou contar aqui resumidamente nossa segunda viagem consecutiva a Europa. Período: 23 de Dezembro 2016 até 08 de janeiro de 2017. Iniciamos nossa Trip, por Paris, depois de um atribulado embarque com origem do Rio de Janeiro, ( valeu uma indenização ). Saindo de Paris (Aeroporto de Orly), seguimos sentido sul da França para a bela cidade de Toulouse ( 680 Km ) uma ótima parada. Pernoitamos e aproveitamos a cidade seguindo no dia seguinte para Andorra a Velha ( 185 Km ) , aqui uma dica, se você quer ver neve, este é o caminho, mas se o seu desejo é praia, siga para Montpellier e Marselha. Nós seguimos para a Belíssima Andorra e lá ficamos por dois dias e meio. Depois de curtir muito Andorra e suas cidades adjacentes, seguimos para Barcelona (199 Km) e por lá ficamos mais dois dias e meio, minha dica nesta etapa é um dia a mais para ficar menos corrido. Depois de me apaixonar novamente pela belíssima Barcelona, partimos para Madrid via Valencia (351 Km até Valencia e 355 até Madrid ), aqui outra dica, o caminho por Zaragoza é mais rápido ( 1 hora a menos ) mas a bela vista das praias do sul da Espanha valem a pena. Em Valencia, apenas tivemos tempo de comer uma bela Paella, e uma volta rápida no centro histórico da cidade. Em Madrid, ficamos mais dois dias e meio o que ao meu ver foram suficientes, visitamos estádio, dois museus, todos os cartões postais e curtimos o reveillon na Plaza Mayor o que foi algo mágico . Aqui outra dica, se você deseja conhecer Portugal, que esta muito perto de Madrid, inclua pelo menos mais quatro dias para um passagem pelas terras lusitanas, eu como morei em Portugal mais de 9 anos não percebi interesse em passar por lá, apesar de ter diversos amigos de norte a sul. No primeiro dia do ano de 2017, seguimos de Madrid para Biarritz ( 499 Km ) e ai chegamos ao Golfo de Biscaia depois de ter curtido o Mediterrâneo a menos de 72 horas atrás. Biarritz é um lugar lindo e merece uma viagem exclusiva para conhecimento da região, porém para nossa trip era apenas mais um ponto de passagem, foi muito bom. Curtimos o meio da tarde e noite do dia primeiro e a manhã do dia seguinte, vale um passeio no Aquário nas praias belíssimas e com boas ondas, os restaurantes de primeira qualidade. No segundo dia do ano seguimos para Versalhes ( 720 Km ) passando pela linda região de Bordéus, a viagem é muito bonita, mas a distância é longa e um pouco cansativa, este trecho era exigido devido ao tempo que tínhamos, para uma pessoa que tenha mais tempo vale parar pelas vinhas da região de vinhos mais cobiçada do mundo. Em Versalhes o que tínhamos para ver era o palácio e um bom jantar na cidade, o hotel ficava bem no centro é isto ajuda muito nos deslocamentos em lugares que você vai passar pouco tempo. No dia seguinte seguimos para Amsterdam ( 521 Km ) é ai, começamos nossa aventura nos países Baixos, por lá ficamos três dias o que também acho ser o suficiente para esta bela cidade, uma dica bem legal é o seguinte, Ficamos praticamente dentro do aeroporto de Shirpool ( hotel IBIS ) o que nos facilitava as viagens para o centro da cidade através do transporte Free do aeroporto, o hotel era bem mais barato e muito mais confortável, enquanto no centro de Amsterdam os hotéis eram bem mais caros e com menos conforto. Uma super dica seria ficar em um hotel barco. vale a pena procurar. Depois de três dias na holanda, seguimos para Colonia na Alemanha ( 268 Km ) e ficamos dois dias, onde aproveitamos para conhecer toda cultura alemã e suas tradições, Feiras natalinas, ponte dos cadeados, ruas de compras, museu do chocolate, museu da água de Colonia e muito mais... Excelentes dicas em Colonia, fique muito próximo da catedral, o que te permite fazer quase tudo a pé, não perca oportunidade de comer nas feiras natalinas se for nesta época sua visita, não esqueça o cadeado para selar seu amor. Próxima etapa: Bruxelas ( 216 Km ) e estávamos na Bélgica foi uma passagem rápida de apenas um dia, mas muito proveitosa, nesta etapa eu faria em dois dias pelo menos para ter tempo e conhecer mais atrações. última etapa: retorno até Paris (312 Km ) e hospedagem em um hotel próximo do aeroporto de Orly para não perder tempo no voo de retorno. Como já tínhamos visitado a capital francesa no ano anterior fomos apenas em lugares que não foram visitados, além de claro ir no Outlet La Valle Village. Na conclusão desta aventura foram 19 dias de pura adrenalina, mais de 5.000 Km de estradas excelentes com trecho na maioria das vezes curtos, porém com algumas esticadas necessárias, 06 países centrais da Europa e uma imensa sensação de continuar viajando para sempre. Tenho todo os dados relativos as viagens como, hotéis em cada cidade, consumo de combustível, custo de pedágios, restaurantes para todos os bolsos dicas de viagem para atrações nas cidades que visitei e caso alguém deseje mais detalhes é só pedir.
  17. Turistando.in (Juliana)

    Blog Turistando.in: 10 atrações grátis em Berlim

    Uma difícil seleção de 10 atrações grátis em Berlim Fiquei pouco mais de 2 meses em Berlim e selecionar apenas as 10 melhores atrações grátis em Berlim foi a tarefa mais difícil que me propus. Sério! Tem tanta coisa interessante e grátis em Berlim que precisei me conter. Então, vamos lá: 1) O portão de Brandemburgo (Brandenburg Tor) 2) O prédio e a cúpula do Reichstag 3) Memorial aos Judeus Assassinados na Europa 4) Apenas 4 praças do Mitte (bairro central). 5) Topografia do Terror com partes do muro e Checkpoint Charlie 6) Passear pela Unter den Linden 7) Schlossbrücke, Berliner Dom e a Ilha dos Museus 8 ) Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche na Breitscheidplatz 9) Tiergarten 10) O muro de Berlim na East Side Gallery e o Memorial do muro na Berliner Strasse Quer conhecer melhor essas atrações e ler o post com fotos? Clique no link a seguir: http://www.turistando.in/10-atracoes-gratis-em-berlim/
  18. Olá pessoal Acabei de chegar de viagem e vou começar meu relato, como muitos aqui não poderia deixar de agradecer a ajuda e espero que este relato ajude a outras pessoas que estão iniciando suas pesquisas, gostaria de agradecer a todos colegas e em especial ao amigo Marcos Pereira, que sempre foi solícito comigo, inclusive seu relato me ajudou muito. Enfim, segue roteiro que fizemos: 18/09 a 04/10 17 itajai/são paulo/madri (voo Ibéria) 18 madri 19 madri 20 madri/paris (voo Air Europa) 21 paris 22 paris 23 paris 24 paris 25 paris 26 paris 27 paris/roma (voo Alitalia) 28 roma 29 roma 30 roma 1 roma/veneza (trem Trenitalia) 2 veneza 3 veneza/roma/madri (voo Alitalia) 4 madri/são paulo/itajai (voo Ibéria) 17/09 Saímos de nossa cidade Itajaí SC e pegamos o voo (Azul)para Guarulhos através do aeroporto de Navegantes, fomos as 10:00 e chegamos por volta das 11:00 , desembarcamos e pegamos o ônibus que vai para o terminal 3 (internacional) este terminal é novo e muito grande, fizemos o despacho das mala no balcão da Ibéria, passamos na área da Policia Federal e fomos para o portão aguardar o embarque previsto para 15:40. Foi tudo ok no embarque, durante meses vi os relatos sobre a Ibéria, com muitos criticando e ultimamente tendo mais elogios, estava ansioso em relação a ser avião novo ou velho, quando entramos na aeronave a surpresa, era o avião novo(depois descobri que são A340-600 com interior reformulado, aqui tem um link no site falando de viagem, em que um colega ensina como saber qual tipo de avião você irá voar http://www.falandodeviagem.com.br/viewtopic.php?f=223&t=8273 Como falei anteriormente o avião tinha interior reformulado, então tinha tela individual em cada assento, com menu interativo com filmes,jogos músicas, tudo no idioma inglês ou espanhol, a verdade é que ajuda muito a passar o tempo, para um voo de 10 horas é muito bom, considero o serviço de bordo muito satisfatório, os atendentes foram solícitos, nada que lembrasse as criticas feitas a Ibéria,creio que a companhia realmente esta se reformulando, as refeições inclusive foram servidas com talher de metal, na minha opinião a Ibéria foi aprovada. Por volta das 06:00 chegamos no Aeroporto de Barajas, eu havia estudado bastante sobre ele, realmente é gigante, porém tudo muito sinalizado, chegamos no terminal 4S creio que seja exclusivo da Ibéria, aqui vai uma dica: Não se assuste quando chegar, ao desembarcar você é direcionado a imigração,onde há divisão de cidadãos não europeus e da união europeia, na nossa vez(pude ir sem problemas com minha esposa) o fiscal perguntou para onde iriamos(conforme dicas eu tinha cópia de tudo:passagens,hotéis,etc) quando eu comecei a falar o roteiro:Madri,Paris,Roooo nem terminei o Roma e ele carimbou, fiquei quieto e seguimos em frente, ai a primeira surpresa, você não recolhe as bagagens neste terminal, deve se dirigir ao subsolo e pegar o trem(sim o aeroporto tem um trem subterrâneo) para o terminal 4, lá os monitores indicam que esteira estão as malas do seu voo, pegamos nossas malas seguimos para fora e pegamos um táxi para o centro, havia pesquisado que seria possível ir de metro, mas optei por táxi, por estar chegando a primeira vez e também por não saber como chegaríamos fisicamente, pagamos 35 euros e ele nos levou para Puerta del Sol, nosso hotel ficava em frente a ela, ali realmente vi que nossas aventura havia começado,continua....
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