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  1. Para tudo que eu tô indo... P R A G R É C I A ! ILHAS GREGAS - TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER Aperteeeeeeeeem os cintos 5... 4... 3... 2... 1.... Muito prazer, me chamo Felipe Zervelis e sou um grego morando (e nascido) no Rio de Janeiro ! Tenho 32 anos (sabe Deus até quando, o tempo voa). Sou viajante e agente de viagens ( sim, precisando de viagens nacionais ou internacionais me mande uma mensagem pelo face com a senha HADOUKEN que eu coto pra você e muitas vezes eu consigo mais barato). Meta de vida: ser feliz e viajar! Sou também "escritor" nas horas vagas e tenho outros relatos publicados por aqui (só ver na minha assinatura, abaixo desse tópico) e é isso. Apresentação feita ! AH: Hadouken é o meu mascote.... já já vocês vão ver como ele dará dicas valiosas pra vocês por aqui !!!! Uma coisa que deve ser levada em conta é que meu relato não é uma viagem de X dias em tal lugar. Tem 4 anos seguidos que vou pra Grécia, ou melhor, pras ilhas gregas. Então o que pretendo aqui é reunir informações e dar dicas pra galera ficar esperta e montar roteiros inesquecíveis qualquer que seja a finalidade da sua viagem. Contudo, irei SIM sugerir uma quantidade de dias para se passar em cada lugar. Pretendo continuar voltando lá e sempre que possível atualizar esse blog com mais material e mais ilhas! Meu sonho um dia ainda é ir para lá de mala e cuia mesmo... A paixão começou em 2005, quando eu tinha apenas 20 anos. Por ser descendente grego (meu pai falecido pai nasceu numa colônia grega, no Egito, portanto = grego) e a Grécia, na época, andava bem das pernas, eu fui selecionado (junto a outros 200 gregos descendentes no mundo todo) para ficar 1 mês na Grécia com tudo pago. Pasmem, eu era um garoto chorão e não queria ir. Minha mãe praticamente me empurrou e foi paixão à primeira vista. Obrigado Dona Iraci Para começar, NEM uma gota de areia. Era inverno, janeiro. Ou seja, ESQUEÇA AS ILHAS. Assumo, inclusive, que foi a primeira vez que vi neve na minha vida e foi numa região chamada Naoussa: aquela festa. Aprendemos grego básico, fizemos amizade, aprendemos as danças gregas (inclusive dançamos para o primeiro ministro da época), fomos a jogos de futebol, cumprimentamos jogadores e estampamos capas de jornais ! Fomos Evento ! Conhecemos as seguintes cidades: Atenas, Mecenas, Meteora, Delfos, Napflio, Corinto (ah e o famoso Canal de Corinto), Cabo Sounio (onde fica o Templo de Poseidon), Tessalonika (ou Salonica), Naoussa e por aí vai. Por sinal recomendo todas elas... Se quiser ficar um mês na Grécia ou mais tem o meu total apoio ! Em 2014, depois de 7 anos de muita burocracia e enrolação, consegui minha dupla cidadania , portanto, pasmem, eu era finalmente um grego justamente na época que não teria um único motivo para me alegrar com isso. Afinal, a Grécia estava aos bagaços e eu com medo de ser chamado para ir à luta !!!! Depois de 2005, fui a Grécia em 2013, 2014, 2015 e 2016. Basicamente para as famosas ilhas gregas que cada vez mais moram em meu coração... E venho aqui compartilhar justamente isso: A PAIXÃO de um greco-brasileiro pelas Ilhas Gregas. Cada uma diferente e cheia de charme, com suas peculiaridades, belezas e emoções. Já conheço mais de 40 países até então. A Tailândia até agora está em número 1 e o único que se atreve a chegar perto é a Grécia e não é pela minha descendência não... Não é por ter ouvido minha avó falando grego desde que eu era um recém-nascido, tentando me ensinar as palavras básicas, MAS SIM porque ... porque.... BEM,…. VÁ logo ler e me conta ok ?! Que coisa! Já quer spoiler assim logo de cara ?! Ah, antes que eu me esqueça. Se eu tenho vergonha de alguma coisa nisso tudo? SIM ! Não saber grego. Sei o alfabeto e algumas palavras básicas. É muito triste você desembarcar por lá com seu passaporte, te cumprimentarem em grego e você ter que explicar que não é bem assim... haahahah ! Mas ainda em 2017 começarei meu curso, e isso já está decidido. ILHAS QUE IREI COMENTAR NESSE RELATO: KEFALÔNIA ZAKYNTHOS PAROS ANTIPAROS MYKONOS SANTORINI MILOS - novo (atualizado em 2018) além de uma pinceladinha básica sobre ATENAS (cidade que gosto muito, mas que você já encontra farto material na net). SEM CONTAR QUE no final do relato dou altas dicas gerais sobre viagens. Não se esqueça de seguir a minha ágina hein... www.facebookcom/milhasgregas Conforme já mencionado anteriormente, o Hadouken é meu mascote . Meu cachorro . Nesse relato vou citar algumas dicas carinhosamente apontadas como “Lambidas/Patadas/Latidos/Dicas do Hadouken”, meu cachorro. Fiquem atentos a elas que são, literalmente, o pulo do "gato" ... oops. Vai uma foto dele pra vocês babarem por essa delícia. Agora vou parar de mimimi e partir pro abraço. Mas e porque eu gosto tanto daquelas Ilhas Gregas ?! Segundo nosso colega Wikipédia, são mais de 6.000 ilhas e ilhotas. 227 delas habitadas. Apenas 78 ilhas com mais de 100 habitantes. Eu já fui a 6 e estou todo metido aqui fazendo um “Guia das Ilhas Gregas”. Aí você pensa: Se eu já fui a uma, o resto é tudo igual? ERRADO! Erradíssimo !!! Existem ilhas gigantes e outras bem pequenas. As praias são muito diferentes umas das outras. Tem ilha só com pedra, ilha com muita árvore, praia só com pedra, praia com areia vermelha, praia com areia preta e por aí vai. Tem também vulcões, terremotos, cavernas, florestas tropicais e paisagem semiárida. Tem ilha que é toda de casinhas brancas e azuis na encosta, com várias igrejinhas de mesmas cores, e tem ilha que você não vê uma única casinha branca e azul e nem essas igrejinhas fofas. Nem por isso o encanto acaba. “Se você perguntar a um grego, ele não vai saber quantas ilhas existem em seu litoral, formado pelos mares Mediterrâneo, Jônico e Egeu. Se são três mil, ou mais de 1.400, tal como os livros escolares adotaram, tanto faz. O que ele sabe, com certeza, é que deve-se escolher uma (ou várias) entre as mais de 150 habitadas para passar as férias de verão.” As maiores ilhas (por área) são: 1ª Creta (8.336km²), 3ª Lesbos (1.633km²), 4ª Rodes (1.401km²), 5ª Cefalônia (906,5km²), 7ª Corfu (592,9km²), 10ª Naxos (429,8km²), 11ª Zakynthos (406km²)... Vou falar agora das que eu conheço, mas antes irei separá-las por grupos: Ilhas Jônicas e Ilhas Cíclades Ah, saiba que além delas tem muitos outros grupos de ilhas como as Sarônicas, do Dodecaneso (Rodes por exemplo está neste grupo) e outras ilhas do Mar Egeu, Mediterrâneo, como Creta, Lesbos... Ilhas Jônicas - As ilhas Jônicas formam um arquipélago a oeste da Grécia continental que se compõe de sete ilhas principais. Dessas, vou falar de duas: Kefalônia ou Cefalônia (Κεφαλλονιά) e Zakynthos ou Zaquintos ou Zante (Ζάκυνθος). Ambas são distantes 1hr e 10min de barco uma da outra e são banhadas pelo mar Jônico. As ilhas Jônicas têm muito verde. São regiões que recebem mais chuva (eu que o diga). Não tem casinhas e igrejinhas brancas e azuis.São oliveiras para tudo quanto é lado, dá até medo. Ahahahaha. Mas, sinceramente, depois de ir 4 anos seguido para as Cíclades que descobri essas belezinhas. Não quero mais saber de outra vida. Mais em conta e cá entre nós (menos exploradas e LINDÍSSIMAS). Se você chegou até aqui procurando apenas Mykonos e Santorini, se prepare para mudar de ideia , ou melhor, ampliar seus horizontes. No mar Jônico também são bem disputadas as ilhas de Lefkada e Corfu . Ilhas Cíclades (ah o famoso mar Egeu) - As ilhas Cíclades são um arquipélago grego composto por cerca de 220 ilhas próximas à Grécia continental. Seu nome refere-se às ilhas ao redor (κυκλάς) da ilha sagrada de Delos.Dessas, falarei das conhecidíssimas Mykonos e Santorini e também das menos conhecidas Paros e Antiparos. São as famosas ilhas conhecidas mundo a fora pelas suas casas e igrejas quase todas brancas e azuis. E muitas ruelas... Tem pouca vegetação, muita pedra (são ilhas bem desérticas) e geralmente venta muito. Outras Ilhas que não conheço e estão na minha lista são: Naxos (fica do lado de Paros), Milos, Ios ... Língua Grega: O grego é muito mais fácil do que parece. Mas, aos mais desesperados, não se preocupe. 98% das pessoas que eu precisei falar falavam inglês e eram simpáticas. As placas, em sua maioria, são escritas em grego e traduzidas para o alfabeto que você consegue ler. Na dúvida, se lembre das aulas de física, química e matemática que você vai ler muito mais do que você pensa. No final do relato, o Hadouken vai dar pequenas dicas de como aprender o básico, mas não por necessidade e sim porque é legal mesmo e mostra que você não é um ET em terras gregas, se mostrando minimamente interessado, katálaves (entendeu) ?! 
Quando ir? Apesar da Grécia ficar bem na parte inferior da Europa, lá faz frio no Inverno. Claro que existe turismo no frio, inclusive pelo frio de lá ser bastante tolerável (nas ilhas, por exemplo, a temperatura varia entre 7 a 15 graus, em média), MASS não rola praia! Então se foca porque a temperatura pode ficar negativa e nevar (inclusive nas ilhas)! A temporada abre extraoficialmente em meados de maio e vai até meados de outubro (no máximo, já que final de outubro É MORTO). Se você não quiser ficar as moscas, vá entre de 1 de junho e 30 de setembro. Fora dessas épocas citadas, grande parte das pousadas dessas ilhas estará FECHADA! Não quer dizer que não tem nada para fazer, MAS digamos que não é muito a minha praia. Já estive lá em junho, julho, agosto e setembro. O mês que eu mais gostei foi setembro (na primeira quinzena). Primeiro porque não está tão quente, segundo porque a água é mais quente que junho e julho e terceiro porque os preços são bem mais em conta que julho e agosto. Junho é igualmente bom, mas a água é mais gelada. Latido duplo do Hadouken: altíssima temporada: Mykonos (agosto). Em Mykonos o preço da hospedagem pode ser caríssimo/abusivo em agosto. ãã2::'> Eu diria que o preço pode estar 70% mais barato em junho ou setembro. Se pretende ir nessa época, saiba que Mykonos é uma ilha pequena e seria bom você reservar o mais cedo possível – início do ano até no máximo abril (preferencialmente alguma coisa com cancelamento gratuito no caso de mudança de planos ou também no caso de achar algo melhor mais a frente). Na maior parte dos casos, o mesmo se aplica as passagens aéreas. Atenção quando for montar o roteiro, tem várias cias aéreas que tem trechos diretos de cidades da Europa para determinada ilha (e vice versa). Darei dicas de hospedagens e alugueis quando for falar de cada uma das ilhas Comidas e especiarias gregas: São muitas. Vou dar dicas das principais... QUEIJO FETA e TIROPITA: é o mais famoso queijo da Grécia: coalhado, feito com leite de cabra e ovelha, bem branco, muito salgado e esfarela sempre. Quase tudo lá leva o Feta, inclusive a famosa salada grega que não é muito a minha cara não (feita com feta, azeitonas, tomate, pepino, cebola, sal, pimenta, orégano e azeite) e tortas de massa folhada, como a Tiropita. Falando em Tiropita, eu como isso desde que nasci. Minha vó sempre fez. Agora minha mãe faz e todos pedem a receita. Nada mais é que uma quiche de queijo, mas muito melhor. Contudo, aqui no Brasil fazem com o queijo minas (existe também a versão com espinafre). Eu particularmente prefiro o queijo minas ao Feta, mas se alguém me perguntasse qual dos 2 eu gostaria de comer AGORA seria o Feta ! IOGURTE GREGO: o melhor da Grécia merece um tópico especial. O IOGURTE GREGO natural, completamente assassinado no Brasil, é SENSACIONAL. Esqueça essas quinquilharias que vendem em terras brasileiras. É obrigação sua entrar em um supermercado e comprar um pote de Iogurte 0% ou 2% da Fage e se deliciar. Se tiver mel por perto, ótimo. O mel grego é sensa! Eu como aproximadamente 1 litro de Iogurte a cada 3 dias quando estou lá. E o melhor é que ele combina com tudo. Salada inclusive ! Mas o bom mesmo é acordar toda manhã e atacar ele sem dó nem piedade (agradecendo a vida, é claro) ! No Brasil lançou algum tempo atrás o iogurte Yorgus (que é vendido em pouquíssimos mercados). No Rio, por exemplo, vende no mercado Zona Sul. Dizem que a empresa é uma disseminação da Fage no Brasil. Realmente é um bom Iogurte e o que chega mais perto do oficial (estou falando do sabor natural, é claro). PASTICHIO: Sempre pensei que se escrevesse assim, até porque é algo que sempre tive em casa. Mas, o “pastitsio” parece uma lasanha, ou um macarrão de forno, com molho branco e carne moída - à moda grega. Eu particularmente acho uma delícia !!! MOUSSAKA: “é um tipo de lasanha feito com carne moída e berinjela, típica da culinária grega e incorporada pelos turcos devido proximidade entre os dois países.” Se você for fresco como eu, não se assuste com a parte da berinjela. Fica no fundo e é mais imperceptível do que parece. SOUVLAKI E GYROS: “A versão grega para o fast food. Você acha para todos os lados e em geral custa pouco. O Souvlaki é tipo um churrasquinho, servido no prato ou no pão pita com molho, salada e batata frita. Já o Gyros é exatamente igual o tradicional kebab turco, com a diferença que eles também usam porco para aquela carne enorme que fica girando na vertical – aliás, o nome Gyros vem daí. Também vem no pita, com salada e molhos.” Lambida do Hadouken: tem muitos pratos na Grécia que são parecidíssimos com o Souvlaki. A diferença é que o Souvlaki é infinitamente mais barato. Eu sempre peço ele com frango no pão pita (parece um wrap) ou então tipo churrasquinho num prato e os acompanhamentos do lado. BEBIDAS: Eu não bebo (e nem o Hadouken) , então aqui vai uma cópia tirada do site 360meridianos.com sobre a mais famosa bebida da Grécia: Uzo – “O Uzo, ou Ouzo, é a bebida típica da Grécia, destilado do álcool feito com base de anis, que fica branco quando misturado com água. O Uzo pode chegar até a 50% de concentração alcoólica. Eu não sou muito fã de anis e preferi o Tsipouro, que dizem ter dado origem a produção do Uzo, já que começou a ser feito pelo monges ortodoxos do Mt Athos. O Tsipouro também é bem forte e pode ser tomado misturado com água.” VAMOS logo ao que interessa. Quero falar delas... das ILHAS !!!! Vou começar justamente pelas menos “pop” mas que a meu ver reservam as melhores surpresas, as Ilhas do Mar Jônico: Kefalônia e Zakynthos. Como já disse antes, esqueça as casinhas brancas e azuis e o clima árido. Aqui são ilhas em que chove mais e tem muito verde.
  2. Eu e minha namorada etivemos na Grécia, agora, final de junho. Ficamos apenas 1 dia em Atenas, 2 dias em Zakyntos e 4 na Kefalonia. O plano inicial era passar 1 dia em Lefkada e voltar para Kefalonia, mas infelizmente, por questões de logística (horário do ferry e voo pra Paris), não deu pra esticar a viagem até lá. A viagem foi pautada por Navagio, ou seja, não poderia ir a Grécia e não ir a Navagio e por isso abrimos mão de Creta e do que apelidamos de “Grécia das fotos”, que são Mikonos e Santorini. E NÃO NOS ARREPENDEMOS! Dia1: Começando por Atenas, chegamos por em uma sexta por volta de 23:30. Por conta dos horários dos voos (a saída de Atenas para Zakynthos foi as 05:30) optamos por ficar no hotel do aeroporto, o Sofitel, que é um pouco caro mas compensou pela praticidade e por não ter necessitado de um táxi (o centro de Atenas fica bem longe do aeroporto, mais de 40 minutos de metrô). No dia seguinte acordamos não muito cedo e fomos direto pra Acropolis. Pegamos o metrô no próprio aeroporto, descemos na estação Syntagma e fomos a pé. A passagem , salvo engano, custou 7 euros, e por lá ficamos o dia inteiro. Mas apenas 1 dia em Atenas foi pouco. Não tivemos tempo de jantar nos tradicionais restaurantes gregos de Plaka, onde se quebram os pratos após a refeição (aparentemente uma tradição bem divertida!), e a visita às diversas atrações da Acrópolis foi bem puxada. Ficamos realmente cansados de tanto andar. Dia 2: No domingo de manhã fomos pra Zakyntos, de avião pela Aegean, e a passagem custou 84 euros por pessoa, já com taxas. Era um avião daqueles pequenos, mas confortável e o voo tranquilo. Chegamos em Zakyntos por volta de 06:30, e não sei porque deixamos pra alugar o carro na hora, o que obviamente foi uma tremenda de uma burrada. É impossível se deslocar na ilha sem um veículo e sem GPS! Somente duas lojas estavam abertas: Avis e Hertz, ou seja, a facada foi beeeeem grande. Sem opções, locamos um Golf (o único que tinha no momento) e pagamos a “bagatela” de 222 euros por duas diárias. Bom, deixando a raiva de lado seguimos para o nosso hotel, Vigla, que fica em Volimai, o que de carro levou uns 40 minutos. Na verdade são pequenas casas chamadas vilas, umas 4 ou 5, simples mas bem amplas e equipadas, e com uma vista incrível de Agios Nikolaos. O ponto negativo do hotel é que fica totalmente isolado, no alto de um morro, e como não tínhamos coragem de dirigir a noite (as ruas não tem iluminação), acabou que ficávamos “presos” durante a noite, depois das 21h. Enfim, devidamente acomodados não demoramos muito e fomos logo para o que interessava: Navagio! Pra chegar lá foi super tranquilo, bastou jogar no google maps ‘Porto Vromi’ e o GPS nos guiou até o destino, sem sustos. Lá compramos o passeio que custou 15 euros, em um barco médio pra grande (mais um erro de quem é afobado demais). De Vromi até Navagio são uns 15 a 20 minutos, e ficamos na praia cerca de uma hora, que já estava bem cheia, mas nada que atrapalhasse. Na volta o barco passa, literalmente apenas passa, pelas Blue Caves, e por ser um barco grande, não deu pra curtir dentro das cavernas e tampouco houve paradas pra nadar, o que foi broxante. Por isso, ao chegar ao porto procure barcos menores, barcos pequenos mesmo, assim, você terá um passeio exclusivo e ainda poderá entrar nas caves e parar pra nadar. Do Porto Vromi seguimos para o mirante, o que também foi bem tranquilo, o google maps nesses dois trajetos foi certeiro. Pra conseguir a melhor vista, siga andando à direita do mirante, uns 5 minutos e você terá uma vista perfeita de Navagio. E que vista, o visual é indescritível! E pra finalizar o dia fomos pra Agios Nikolaos, a 5 minutos do nosso hotel, onde há um pequeno porto (para onde parte o ferry para Kefalonia) e uma belíssima praia, excelente pra ali terminar o dia. Na verdade, não há um agito noturno nessa região. Existem alguns restaurantes espalhados, alguns mercadinhos, mas o movimento não nos pareceu muito empolgante. Dia 3: Neste dia saímos contornando a costa leste, sem rumo, parando de praia em praia, tais como: Makris Gialos, Xigia, Alikanas e Tsilivi. Tanto Alikanas e Tsilivi possuem uma boa estrutura de praia, restaurantes, hotéis, bares, mercados, locadoras de carro e etc. Portanto são uma ótima opção para se passar o dia. Pra quem prefere andar a noite a pé, ver gente, ficar em restaurantes até mais tarde ou coisa do tipo, deve se hospedar em Tsilivi ou Alikanas. Essas regiões são bem cara de cidade praiana. E as praias tem estrutura com barracas que oferecem duas cadeiras e guarda sol por cerca de 6 euros. As outras praias que visitamos em Zakynthos não são tão especiais como Navagio, e valem apenas uma parada para fotos. Dia 4: Cedo, fomos para o porto de Agios Nikolaos, para pegar o ferry pra Kefalonia, que parte às 09:30. Havíamos combinado com a locadora de devolver o carro no próprio porto, mesmo eles não tendo loja lá. Ponto pra AVIS! O ticket custou 8 euros e compramos na hora, super tranquilo, aliás o ferry era bem grande e estava vazio. Desembarcamos por volta de 11:30 no porto de Lourdata, e como não aprendemos a lição, chegamos sem já ter alugado o carro. Para nossa surpresa o lugar não tem estrutura alguma e pra melhorar só tinha um taxi que quando vimos, já estava ocupado. Conversamos com esse taxista, que ficou de mandar algum colega nos buscar. Subimos um morrinho até uma lanchonete que havia no local, que não pode nos ajudar pois não tinha nem telefone. Sugeriu que aguardássemos o ônibus local, sem nenhuma noção de quando passava...Felizmente, 10 minutos depois apareceu um taxi chamado pelo outro taxista, e que inclusive dividimos com um casal de poloneses. Eles ficaram numa região super afastada do centro (Argostoli) e apesar de alguma estrutura de restaurantes e hotéis, fica longe da praia. Sem carro, como planejavam os poloneses, não rola... Na Kefalonia ficamos hospedados em Argostoli, principal cidade da ilha, no hotel blue Paradise. Hotel simples, pequeno, mas bem localizado, com ótimos restaurantes ao redor e com um excelente custo beneficio (4 diárias por 114 euros ). Check-in feito fomos alugar um carro. Na rua do hotel tem uma locadora e lá alugamos um Smart por 200 euros (pegamos na terça a noite com opção de entregar no sábado de manhã no aeroporto). Como o carro só estaria disponível à noite, fomos de taxi (15 euros ida e volta) pra Platis Gialos. Essa região possui boa estrutura de hotéis e restaurantes e fica a 5 minutos do centro de Argostoli. Lá ficamos na mega barraca Costa Costa, que tem uma excelente infraestrutura, boa praia e bem animada . Voltamos pro hotel por volta das 19h, praia já vazia apesar de ainda claro. Saímos pra jantar rapidinho na pracinha ao lado do hotel e fomos dormir. Dia 5: Neste dia acordamos cedo e fomos pra praia mais famosa da Kefalonia, Myrtos.. Mais uma vez o GPS foi confiável. Passamos a manhã nessa praia maravilhosa, de um azul estonteante. Há apenas uma barraca de praia que serve bebidas e alguns snacks, nada elaborado. Há uma gruta ao lado da praia, onde dá pra mergulhar tranquilamente. À tarde, seguimos para outra praia, Petani. Bem distante de onde estávamos, mas que por fim, valeu a visita. Linda praia! Basicamente 2 restaurantes e alguns poucos hotéis. Vale a visita, mas não a hospedagem. Dia 6: No sexto dia fomos a Melissani Cave. Achamos o passeio bem sem graça, é bem bonito e tal mas na minha opinião não vale a pena o tempo e o dinheiro gasto. De melisani seguimos para Antisamos beach, uma bela praia que possui uma boa infraestrutura, que inclusive conta com dois restaurantes que não cobram pela cadeira e guarda sol. Dia 7: Para o último ficamos em dúvida entre ir para Fiskardo e Assos ou para Skala beach com paradas nas praias de Lourdas e Mounda. Optamos pela segunda opção. E bateu um arrependimento quando vimos que as praias não eram tão charmosas quanto as outras que havíamos visto nos dias anteriores. Pena não termos ido à Fiskardo e Assos, vilas que pareciam bem legais.
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