Inicialmente nosso roteiro era Lima-Cusco-Machu Picchu-Nasca-Ica-Copacabana-La Paz-Uyuni-San Pedro do Atacama mas como tivemos alguns probleminhas como a falta de trem pra Machu Picchu na data que tínhamos programado fizemos algumas alterações, tirando Ica do nosso roteiro.
No fim de tudo nosso roteiro ficou:
17 - Lima
18 - Lima - Nasca - Lima
19 - Cusco
20 - Cusco
21- Cusco
22- Aguas Calientes (Machu Picchu)
23 -Aguas Calientes - Cusco - Copacabana
24 - Copacabana
25 - Copacabana
26 - La Paz
27 - La Paz
28 - Salar Uyuni - SPA
29 - Salar Uyuni - SPA
30 - Salar Uyuni - SPA
31 - San Pedro do Atacama - Santiago
01 - Santiago - Salvador
Basicamente o que fizemos diferente da maior parte dos mochileiros é que sempre ficamos em quartos de casal com banheiro privativo. Pra mim, esse é um pre-requisito básico pra quem vai de casal.
Nessa viagem só abrimos exceção na travessia do Salar, porque não tinha jeito mesmo.
Dia 17 - Lima
Chegamos em Lima por volta das 11 hs. Fizemos um câmbio de 150 dólares no aeroporto, mas foi uma bobagem.
O ideal é trocar o suficiente pra o táxi e uma refeição e depois trocar nas casas de cambio do centro.
Como já recomendado por aqui não pegamos o táxi dentro do aeroporto, apesar de termos sido bombardeados por ofertas.
Fechamos o táxi lá fora por 30 soles num carro novo, enquanto lá dentro nos cobraram entre 65 e 45 soles, que nos levou até nosso Hostel em Miraflores, o Che Lagarto.
O Hostel tem uma localização ótima, o quarto é razoável, já o staff varia com o turno.
Deixamos nossas coisas e fomos almoçar. Pegamos um restaurante local, na Calle Diagonal, numa esquina em frente ao Parque Central de Miraflores. O restaurante tinha uma comida ótima com preço honesto e ainda nos ofereceram um choclo frito de entrada e uma chinca morada (aquele suco de milho roxo com um toque de limão).
Eu comi uma pechuga a La Plancha e o maridão lomo com um molho maravilhoso.
Esqueci de falar que ainda no aeroporto tivemos a triste notícia que não havia mais vagas no trem pra Machu Pichu, para a data programada pela gente e daí tivemos que fazer a alteração do roteiro que citei antes.
Decidimos perder o dia seguinte, que ficaríamos em Lima, pra ir a Nasca pois o sobrevoo era algo que não queríamos abrir mão de forma alguma.
Fechamos no hostel, com a agência Inca Roca, a ida pra Nasca que era composto por Translado do hostel até a estação de buses, passagem de ônibus de ida e volta, translado em Nasca até o aeroporto e o sobrevôo. Pagamos US$ 200.00 (que foi um roubo) mas estávamos com tanto medo de não dar certo e ainda perdermos o pouco tempo que tínhamos em Lima que decidimos fechar.
Voltamos para a praça que fica ao lado do Parque de Miraflores pra tentar pegar o city tour no bus turístico mas ele já tinha saído. Então pegamos um táxi e fomos para a Plaza de Armas e de lá fizemos tudo a pé que é bem pertinho.
Depois de rodarmos a área central fomos andando até o Larcomar, um shopping que fica no alto e tem um por do sol maravilhoso.
No Larcomar, compramos os tickets pro trem de Machu Picchu, num stand da PeruRail pois pela internet nosso cartão não foi aceito.
De posse dos tickets saímos andando por Miraflores, apreciando o por do sol e fomos até a praia para botar o pé no pacífico. A praia não tinha areia (somente pedras) de no mínimo 5 centímetros cada. Voltamos com os pés doendo.
Como o roteiro estava corrido e já eram 19 hs, usamos o celular pra usar o google maps e com ele seguimos pra um dos luxos da nossa viagem, que foi jantar no Astrid Y Gaston.
Fomos sem reserva mesmo e chegando lá estava cheio, mas depois de conversar um pouco conseguimos uma mesa no american bar deles e foi ótimo, tando atendimento quanto a comida.
Tinha uma opção de menu degustação que trazia uma prova de cada prato oferecido pela casa, mais um drink mas como eram 195 soles por pessoa achamos caro e preferimos não arriscar.
Como não estávamos com muita fome, pedimos 2 pratos de tira-gosto, sendo o primeiro de Cuy na chapa e o segundo que tinha um mix de coisas. Saimos satisfeitos mas a conta deu 170 soles.
Tínhamos pensado em ir ao Parque que tem o circuito das águas, mas como isso no Nordeste tem muito, e estávamos cansados preferimos ir pro hostel descansar pois iriamos sair cedo pra Nasca.
Dia 18 - Lima - Nasca - Lima
Esse dia foi um misto de estresse e realização. Acordamos na hora certa e tivemos dificuldade de encontrar os voucher da viagem na recepção do hostel devido a desorganização deles. Depois o café da manhã não estava disponível, mesmo a funcionária do dia anterior ter garantido que estaria. O recepcionista acabou preparando um café rapidinho pra gente e deu pra enganar a fome.
Pegamos o táxi, que estava previsto no pacote, seguimos rumo a Ormeno e pegamos o ônibus rumo a Nasca, às 7hs. Tinha opção de bus para 4:30 hs mas não tinha mais vaga.
A viagem é longa pra se fazer num dia só e não recomendo isso pra ninguém. Só fizemos porque não era opção ficar sem o sobrevoo.
Chegamos lá 13:30 h e não tinha ninguém da agência esperando pela gente, o que gerou novo estresse pois tínhamos pouco tempo pra pegar o vôo. Um taxista local que ficou tentando nos empurrar o translado por fora, acabou achando um tiozinho que agencia tinha mandado para a outra companhia de ônibus e desfeito o engano seguimos pra o aeroporto.
Chegamos lá, já estava tudo pronto nos esperando. Tivemos apenas que pagar uma taxa local de 25 soles cada, mas que já tínhamos sido avisados. Depois de nos pesarem e largarmos nossas mochilas fomos pra o avião com o casal de brasileiros que estava por lá (eles pagaram US$ 75.00/cada)
O Vôo é meio tenso, pois o avião é bem pequeno e balança muito. Eu não senti nada, mas o maridão passou muito mal e quase não curtiu o passeio. Não recomendo que comam nada antes de ir pra evitar problemas. E tem que aproveitar o vôo pois as fotos não ficam muito boas se vc não tiver uma máquina mais ou menos.
Acabando o vôo tivemos que ir correndo pra cidade pegar o ônibus de volta, quando tivemos uma surpresa: não seria um ônibus direto e sim, teríamos que descer em Ica, aguardar 2 horas pra pegar outro bus pra Lima.
Comemos uns snacks, já estavámos sem almoço, pegamos o bus e em Ica, fomos comer no Norky's , uma rede de fast food peruana que vende basicamente Pollo. Ambiente bom,comida razoável e preço legal. Ainda deu tempo pra ir na Igreja de Ica tirar umas fotos e voltamos pra pegar o bus, que atrasou quase 40 minutos.
Chegamos em Lima, às 2 hs e a pessoa que estaria nos esperando não apareceu. Resultado: tivemos que pagar um táxi até o hotel sem poder pechinchar pois só tinha um taxista no local.
Devido ao curto tempo e a termos ido no fim do período das chuvas, onde as estradas normalmente ficam ruins, decidimos ir de avião. Compramos as passagens ainda no Brasil pela StarPeru e custou US$64.00.
Demos azar e nosso vôo atrasou muito, o que nos gerou uma certa correria pra não perder o City tour.
A nossa programação era chegar em Cusco por volta das 11hs, comprar os passeios, almoçar e pegar o city tour à tarde (normalmente começa às 14 hs).
Com o atraso chegamos em Cusco, 13:30 hs e por conta disso, acabamos fechando o City Tour com uma agência lá no aeroporto, incluindo o Vale Sagrado, o translado pra Ollanta (ida e volta), pois pegaríamos o trem para Aguas Calientes lá, o hotel de Aguas Calientes e o translado do aeroporto até o inicio do passeio.
Por isso pagamos US$140 por pessoa.
Saímos do aeroporto sem almoçar direto para o primeiro local do passeio (Qoricancha) com as sacolas nas costas que deixamos na portaria. Trata-se de um templo inca que foi transformado num convento, e que nos dá a primeira noção do passeio. Muito bonito e bem conservado. É preciso pagar entrada diferenciada (10 soles por pessoa).
De lá partimos para o primeiro destino ao redor da cidade, que é Sacsayhuaman. Lá compramos o nosso bilhete turístico por 130 soles , que tem que ser pago exclusivamente em soles. Esse bilhete é item obrigatório pra se fazer o city tour e vale sagrado. Pra quem não vai fazer os dois passeios pode comprar o bilhete por 70 soles.
Sacsayhuaman era uma fortaleza estratégicamente construida sobre uma colina de onde você obtém bonitas fotos de Cusco. É famosa por suas enormes pedras talhadas, algumas das quais 8 metros de altura e pesando mais de 50 toneladas.
Para esse passeio é bom levar agasalho pois esfria bastante.
De lá partimos para Tambomachay, que quer dizer "lugar de descanso" e foi destinado ao culto à água. Logo na entrada tem umas senhoras com roupa típicas e lhamas, mas pra tirar fotos com elas tem que pagar uma propina.
Foi anoitecendo e o friozinho começou a bater. Não esqueçam de levar agasalho.
À noite chegamos tão cansados que fomos diretamente jantar
Inicialmente nosso roteiro era Lima-Cusco-Machu Picchu-Nasca-Ica-Copacabana-La Paz-Uyuni-San Pedro do Atacama mas como tivemos alguns probleminhas como a falta de trem pra Machu Picchu na data que tínhamos programado fizemos algumas alterações, tirando Ica do nosso roteiro.
No fim de tudo nosso roteiro ficou:
17 - Lima
18 - Lima - Nasca - Lima
19 - Cusco
20 - Cusco
21- Cusco
22- Aguas Calientes (Machu Picchu)
23 -Aguas Calientes - Cusco - Copacabana
24 - Copacabana
25 - Copacabana
26 - La Paz
27 - La Paz
28 - Salar Uyuni - SPA
29 - Salar Uyuni - SPA
30 - Salar Uyuni - SPA
31 - San Pedro do Atacama - Santiago
01 - Santiago - Salvador
Basicamente o que fizemos diferente da maior parte dos mochileiros é que sempre ficamos em quartos de casal com banheiro privativo. Pra mim, esse é um pre-requisito básico pra quem vai de casal.
Nessa viagem só abrimos exceção na travessia do Salar, porque não tinha jeito mesmo.
Dia 17 - Lima
Chegamos em Lima por volta das 11 hs. Fizemos um câmbio de 150 dólares no aeroporto, mas foi uma bobagem.
O ideal é trocar o suficiente pra o táxi e uma refeição e depois trocar nas casas de cambio do centro.
Como já recomendado por aqui não pegamos o táxi dentro do aeroporto, apesar de termos sido bombardeados por ofertas.
Fechamos o táxi lá fora por 30 soles num carro novo, enquanto lá dentro nos cobraram entre 65 e 45 soles, que nos levou até nosso Hostel em Miraflores, o Che Lagarto.
O Hostel tem uma localização ótima, o quarto é razoável, já o staff varia com o turno.
Deixamos nossas coisas e fomos almoçar. Pegamos um restaurante local, na Calle Diagonal, numa esquina em frente ao Parque Central de Miraflores. O restaurante tinha uma comida ótima com preço honesto e ainda nos ofereceram um choclo frito de entrada e uma chinca morada (aquele suco de milho roxo com um toque de limão).
Eu comi uma pechuga a La Plancha e o maridão lomo com um molho maravilhoso.
Esqueci de falar que ainda no aeroporto tivemos a triste notícia que não havia mais vagas no trem pra Machu Pichu, para a data programada pela gente e daí tivemos que fazer a alteração do roteiro que citei antes.
Decidimos perder o dia seguinte, que ficaríamos em Lima, pra ir a Nasca pois o sobrevoo era algo que não queríamos abrir mão de forma alguma.
Fechamos no hostel, com a agência Inca Roca, a ida pra Nasca que era composto por Translado do hostel até a estação de buses, passagem de ônibus de ida e volta, translado em Nasca até o aeroporto e o sobrevôo. Pagamos US$ 200.00 (que foi um roubo) mas estávamos com tanto medo de não dar certo e ainda perdermos o pouco tempo que tínhamos em Lima que decidimos fechar.
Voltamos para a praça que fica ao lado do Parque de Miraflores pra tentar pegar o city tour no bus turístico mas ele já tinha saído. Então pegamos um táxi e fomos para a Plaza de Armas e de lá fizemos tudo a pé que é bem pertinho.
Depois de rodarmos a área central fomos andando até o Larcomar, um shopping que fica no alto e tem um por do sol maravilhoso.
No Larcomar, compramos os tickets pro trem de Machu Picchu, num stand da PeruRail pois pela internet nosso cartão não foi aceito.
De posse dos tickets saímos andando por Miraflores, apreciando o por do sol e fomos até a praia para botar o pé no pacífico. A praia não tinha areia (somente pedras) de no mínimo 5 centímetros cada. Voltamos com os pés doendo.
Como o roteiro estava corrido e já eram 19 hs, usamos o celular pra usar o google maps e com ele seguimos pra um dos luxos da nossa viagem, que foi jantar no Astrid Y Gaston.
Fomos sem reserva mesmo e chegando lá estava cheio, mas depois de conversar um pouco conseguimos uma mesa no american bar deles e foi ótimo, tando atendimento quanto a comida.
Tinha uma opção de menu degustação que trazia uma prova de cada prato oferecido pela casa, mais um drink mas como eram 195 soles por pessoa achamos caro e preferimos não arriscar.
Como não estávamos com muita fome, pedimos 2 pratos de tira-gosto, sendo o primeiro de Cuy na chapa e o segundo que tinha um mix de coisas. Saimos satisfeitos mas a conta deu 170 soles.
Tínhamos pensado em ir ao Parque que tem o circuito das águas, mas como isso no Nordeste tem muito, e estávamos cansados preferimos ir pro hostel descansar pois iriamos sair cedo pra Nasca.
Dia 18 - Lima - Nasca - Lima
Esse dia foi um misto de estresse e realização. Acordamos na hora certa e tivemos dificuldade de encontrar os voucher da viagem na recepção do hostel devido a desorganização deles. Depois o café da manhã não estava disponível, mesmo a funcionária do dia anterior ter garantido que estaria. O recepcionista acabou preparando um café rapidinho pra gente e deu pra enganar a fome.
Pegamos o táxi, que estava previsto no pacote, seguimos rumo a Ormeno e pegamos o ônibus rumo a Nasca, às 7hs. Tinha opção de bus para 4:30 hs mas não tinha mais vaga.
A viagem é longa pra se fazer num dia só e não recomendo isso pra ninguém. Só fizemos porque não era opção ficar sem o sobrevoo.
Chegamos lá 13:30 h e não tinha ninguém da agência esperando pela gente, o que gerou novo estresse pois tínhamos pouco tempo pra pegar o vôo. Um taxista local que ficou tentando nos empurrar o translado por fora, acabou achando um tiozinho que agencia tinha mandado para a outra companhia de ônibus e desfeito o engano seguimos pra o aeroporto.
Chegamos lá, já estava tudo pronto nos esperando. Tivemos apenas que pagar uma taxa local de 25 soles cada, mas que já tínhamos sido avisados. Depois de nos pesarem e largarmos nossas mochilas fomos pra o avião com o casal de brasileiros que estava por lá (eles pagaram US$ 75.00/cada)
O Vôo é meio tenso, pois o avião é bem pequeno e balança muito. Eu não senti nada, mas o maridão passou muito mal e quase não curtiu o passeio. Não recomendo que comam nada antes de ir pra evitar problemas. E tem que aproveitar o vôo pois as fotos não ficam muito boas se vc não tiver uma máquina mais ou menos.
Acabando o vôo tivemos que ir correndo pra cidade pegar o ônibus de volta, quando tivemos uma surpresa: não seria um ônibus direto e sim, teríamos que descer em Ica, aguardar 2 horas pra pegar outro bus pra Lima.
Comemos uns snacks, já estavámos sem almoço, pegamos o bus e em Ica, fomos comer no Norky's , uma rede de fast food peruana que vende basicamente Pollo. Ambiente bom,comida razoável e preço legal. Ainda deu tempo pra ir na Igreja de Ica tirar umas fotos e voltamos pra pegar o bus, que atrasou quase 40 minutos.
Chegamos em Lima, às 2 hs e a pessoa que estaria nos esperando não apareceu. Resultado: tivemos que pagar um táxi até o hotel sem poder pechinchar pois só tinha um taxista no local.
Por isso fica a dica, nunca use essa agência Inca Roca Travel pois é furada (http://www.incarocatravel.com)
Dia 19 - Cusco
Devido ao curto tempo e a termos ido no fim do período das chuvas, onde as estradas normalmente ficam ruins, decidimos ir de avião. Compramos as passagens ainda no Brasil pela StarPeru e custou US$64.00.
Demos azar e nosso vôo atrasou muito, o que nos gerou uma certa correria pra não perder o City tour.
A nossa programação era chegar em Cusco por volta das 11hs, comprar os passeios, almoçar e pegar o city tour à tarde (normalmente começa às 14 hs).
Com o atraso chegamos em Cusco, 13:30 hs e por conta disso, acabamos fechando o City Tour com uma agência lá no aeroporto, incluindo o Vale Sagrado, o translado pra Ollanta (ida e volta), pois pegaríamos o trem para Aguas Calientes lá, o hotel de Aguas Calientes e o translado do aeroporto até o inicio do passeio.
Por isso pagamos US$140 por pessoa.
Saímos do aeroporto sem almoçar direto para o primeiro local do passeio (Qoricancha) com as sacolas nas costas que deixamos na portaria. Trata-se de um templo inca que foi transformado num convento, e que nos dá a primeira noção do passeio. Muito bonito e bem conservado. É preciso pagar entrada diferenciada (10 soles por pessoa).
De lá partimos para o primeiro destino ao redor da cidade, que é Sacsayhuaman. Lá compramos o nosso bilhete turístico por 130 soles , que tem que ser pago exclusivamente em soles. Esse bilhete é item obrigatório pra se fazer o city tour e vale sagrado. Pra quem não vai fazer os dois passeios pode comprar o bilhete por 70 soles.
Sacsayhuaman era uma fortaleza estratégicamente construida sobre uma colina de onde você obtém bonitas fotos de Cusco. É famosa por suas enormes pedras talhadas, algumas das quais 8 metros de altura e pesando mais de 50 toneladas.
Para esse passeio é bom levar agasalho pois esfria bastante.
De lá partimos para Tambomachay, que quer dizer "lugar de descanso" e foi destinado ao culto à água. Logo na entrada tem umas senhoras com roupa típicas e lhamas, mas pra tirar fotos com elas tem que pagar uma propina.
Foi anoitecendo e o friozinho começou a bater. Não esqueçam de levar agasalho.
À noite chegamos tão cansados que fomos diretamente jantar
Dia 20 - Cusco
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Editado por Visitante